Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
falta de assistencia
comprei em janeiro atraves de um pequeno comerciante uma placas de indução e um forno da marca meireles ,para meu azar em fevereiro enquanto a minha esposa cozinhava ouvimos um estrondo forte na cozinha ,qual não é o nosso espanto que a boca da placa de indução estalou ficando assim a placa inutilizavel .contactei o pequeno comerciante que logo me colocou em contacto com a assistencia da meireles .passado 3 semanas lá veio o tecnico tirar fotos ,2 semanas passas qual a conclusão !! a garantia não cobre .contactei novamente o pequeno comerciante que tentou ele resolver com a marca ,mas a resposta foi a mesma .passado estes meses todos não tenho fogão em casa .devião ser os senhores da assistencia na minha situação.
Cobrança de custos administrativos por falha da Ascendi
Recebi recentemente duas cartas da Ascendi com valores de portagens para pagar relativos a viagens feitas há mais de 2 anos na A25 e A29, acrescidos de custos administrativos (ver cartas em anexo).Importa referir que eu tenho um identificador de Via Verde, o qual uso no meu automóvel pelo menos desde 2011, portanto estas portagens em falta só podem ser devido a falha no sistema automático de cobrança de portagens.O número do identificador e a matrícula do automóvel encontram-se no ficheiro Identificador.jpg em anexo.Os valores que me estão a pedir para pagar são os seguintes: Carta/notificação 1: 01.311396104Taxas de portagens - 6,80€Custos Administrativos - 11,05€Valor Total - 17,85Carta/notificação 2: 04.311396105Taxas de portagens - 14,25€Custos Administrativos - 11,05€Valor Total - 25,30Estas passagens são relativas aos seguintes dias:16-Março-201423-Março-201401-Junho-201421-Junho-2015Como podem ver, algumas passagens têm mais de 3 anos!Ora, tendo eu um identificador desde 2011 que continua a funcionar actualmente (2017), que culpa tenho eu que o sistema de cobrança automática de portagens tenha falhado nesses dias?Não estou contra o pagamento das portagens que o sistema não detectou e sublinho que quero pagá-las, mas não acho justo ter que pagar os custos administrativos, pois se o sistema é automático não vejo onde está a minha infracção!Na realidade a infracção é da Ascendi, pois o sistema não funcionou!Como poderia eu saber que o sistema não tinha funcionado nessas datas para proceder voluntariamente e atempadamente ao pagamento?O sistema é automático ou não?Terei que andar todos os dias a ver se o sistema funcionou correctamente?O sistema da Ascendi não funcionou e eu é que tenho que pagar mais por causa disso?!Se é assim, é preferível deixar de usar o identificador!Reitero que quero pagar as portagens em falta mas não irei pagar os custos administrativos, pois não tenho culpa absolutamente nenhuma que o sistema automático de cobrança de portagens tenha falhado!Obrigado pela atenção, espero uma resposta o mais brevemente possível.Anexos:https://www.dropbox.com/s/agasphnobln1b8b/Queixa_Ascendi_anexos.zip?dl=1
vialivre pagamentos
Caros SenhoresPasso muitas vezes na via doa infante A-22 e recebi uma carta da vialivre informando-me que tenho 23.04€ de taxa de infracção.telefonei para a via livre que me informou do modo de actuaçãoque passo a descrever.depois de ter usado a A-22 o utente tem que aguardar 2 dias para poder pagar porque no site para pagamento nos ctt esta informação só está disponivel depois de 48 horas da utilização.E esta info só está disponivel 5 dias no site dos CTT depois de 5 dias se o utente for ao site dos CTT o site informa que o utente não deve nada .....ABSURDO..Melhores cumprimentosLuis A.
cancelamento de seguro
Fiz um seguro aquando da compra de um telemóvel na FNAC O montante era debitado bimensalmente na minha contaTive de encerrar a conta do qual era debitado o valor Solicitei, por e-mail, a alteração do débito direto para outra conta entretanto abertaEnviei, a pedido da SPB, um comprovativo de abertura de contaFoi-me dito que a situação estava resolvidaDois meses depois da situação exposta, recebi uma sms a informar-me de que o seguro tinha sido cancelado por falta de pagamentoTenho insistido por e-mail para que me solucionem o problema, mas sem resposta.
Valor atribuido ao cartão Mega Garantia
O meu pai,António Garcia, contribuinte 135356300 adquiriu em 06/ 2012 um televisor na Rádio Popular, que depois me ofereceu Carla Silva contribuinte 214364232, tendo efetuado um prolongamento da garantia. Em Maio deste ano o televisor teve uma avaria a qual não foi possivel reparar, pela parte da assistência técnica, dentro do prazo de um mês tendo dessa forma a seguradora decidido enviar um cartão com o valor para se poder adquirir um equipamento novo. Só não consigo entender como é que foi dado pelo aparelho o valor de 269,90£ e agora chega um cartão de oferta com o valor de 199,90£ dizendo, a Rádio Popular que já confrontei, que a diferença é devido á desvalorização do referido equipamento. Como foi calculado esse valor? Dizem que é o preço pelo qual a ultima televisão daquele género foi vendida é que aquele televisor já não existe no mercado.
Reclamação – Viatura 64-IO-82
Exmos SenhoresPara os devidos efeitos, venho por este meio apresentar uma reclamação dos serviços prestados pela vossa oficina situada no Centro Comercial Telheiras piso -2, nos seguintes termos e com os seguintes fundamentos:1No passado dia 4 de Julho de 2017, recorri aos vossos serviços para realização da revisão correspondente à quilometragem de 105.998 km, da viatura com a matricula 64-IO-82, da marca Mercedes-Benz.2Fui informado que a revisão seria realizada de acordo com as especificações do fabricante e que seria equivalente a uma “Revisão Oficial”, conforme consta na factura que anexo. O valor do serviço seria de 240,00 Euros.3No dia 4 de Julho de 2017, após o serviço realizado, efectuei o pagamento e recolhi a viatura na oficina, tendo feito um percurso de cerca de 4km até à minha residência.4No dia seguinte iniciei uma viagem com destino ao Algarve, onde tinha diversos compromissos profissionais agendados. 5Quando me encontrava próximo da Área de Serviço de Palmela, na A2, apercebi-me de um ruído no motor que se intensificou. De imediato parei na referida Área de Serviço. Ao abrir o capot da viatura, verifiquei que a tampa do óleo do motor se encontrava aberta e que este contaminava todo o bloco do motor, conforme fotografias que anexo.6Após fechar convenientemente a tampa do óleo do motor, procurei o concessionário da marca mais próximo, tendo-me desloca até Setúbal a baixa velocidade, uma vez que o avisador de nível de óleo não se encontrava aceso. Porém o ruído permanecia.7No concessionário da Mercedes-Benz em Setúbal foi feita uma observação da viatura por um dos mecânicos de serviço, tendo-se verificado que a correia se encontrava destruída e que eventualmente outros componentes poderiam estar danificados.8Como o concessionário de Setúbal não tinha capacidade e disponibilidade para efectuar a reparação, foi accionado o seguro de viagem e a viatura foi rebocada para o concessionário Mercedes-Benz de Alfragide (C.Santos VP), onde a viatura sempre efectuou as manutenções.9De imediato desloquei-me à vossa oficina onde e apresentei os factos, tendo sido informado pelo técnico que mudou o óleo, de forma jocosa, que “... era normal a tampa desapertar devido às trepidações ...”.10Informei o chefe de oficina MIDAS, Sr. Paulo, que a viatura estava no referido concessionário em Alfragide, sem qualquer intervenção, a aguardar a visita dos técnicos da Midas.11No dia 5 de Julho de 2017, durante a tarde, o Sr. Paulo deslocou-se ao referido concessionário e inteirou-se do estado da viatura, tendo sido acompanhado pelo chefe de oficina do concessionário, que prestou todos os esclarecimentos solicitados.12O concessionário realizou o diagnóstico e respectivo orçamento, tendo eu dado ordem de reparação. O diagnóstico e respectivo custo de reparação, no valor de 685,44 Euros, foi explicado e enviado ao Sr. Paulo, e também se apresenta em anexo. 13Para além da reparação necessária devido à incompetência dos serviços da MIDAS ao não fecharem a tampa do óleo do motor, verificou-se ainda que o óleo colocado na viatura não corresponde ao prescrito pelo fabricante. O óleo que a MIDAS afirma ter colocado tem a especificação 5W40, enquanto o fabricante prescreve a especificação 5W30. Sendo que o óleo colocado pela MIDAS é, segundo o fabricante, para motores a gasolina, o que não é o caso desta viatura.14Acresce ainda que a MIDAS colocou e cobrou 6 litros de óleo, enquanto a viatura necessita de 8 litros. Quer isto dizer que permaneceram 2 litros de óleo no motor aos quais foram adicionados mais 6 litros perfazendo os 8 litros necessários. Este procedimento suscita mais uma vez total falta de confiança no serviço prestado, uma vez que misturam óleos com características diferentes e não cumprem a especificação do fabricante, aliás contrariamente ao que me foi garantido que seria feito.15Importa ainda referir que, ao ser pedido à oficina MIDAS que indicasse qual as características do óleo colocado na viatura, esta forneceu uma ficha que identifica um modelo de motor diferente do da viatura em causa (ver documentos em anexo).16Mais uma vez subsiste uma total falta de confiança por este procedimento inadequado da MIDAS, que obrigou a que se tivesse que proceder à substituição de todo o óleo existente no motor por óleo com as características adequadas. Junto em anexo a factura correspondente aos serviço prestado no valor de 375,43Euros.17Após todos estes acontecimentos acima relatados e depois de diversos contactos com o Sr. Paulo, fui informado de forma vaga que ele não teria qualquer responsabilidade e que o assunto seria agora tratado por uma qualquer entidade que me contactaria no futuro. Enviei esta reclamação por correio registado com aviso de recepção.Passadas cerca de 2 semanas ainda não fui contactado.
Situação desagradável no embarque para o avião.
Bom dia,Somos uma família de quatro pessoas, eu (com 34 anos e grávida de 27 semanas à data dos acontecimentos, meu marido (com 34 anos) e minhas filhas (uma com sete anos e a outra com 2 anos). Somos residentes na ilha Terceira (Açores), viajamos com regularidade em companhias aéreas como a Sata, Tap e Ryanair e já viajámos em outras companhias também, nunca tivemos nenhum problema.No passado dia 30 de junho de 2017, saímos da nossa ilha de residência, acompanhados pela companhia aérea Ryanair, em direção a Lisboa, no dia 1 de julho, fomos rumo à Ilha da Madeira (Funchal) através da Easyjet com quatro bagagens de cabine e quatro malas pessoais pequenas, não tivemos qualquer problema, ou chamadas de atenção em nenhuma destas viagens. É de referir que viajámos acompanhados com um grupo de mais doze pessoas, composto por seis adultos, três crianças de onze anos, uma de sete, outra de quatro e uma bebé de colo com dez meses.De regresso a Lisboa, no dia 8 de julho, no voo n.º EZY7608, às 21h10m, após passagem no balcão de check-in sem qualquer problema, na porta de embarque passámos por uma situação muitíssimo desagradável, que passo a descrever:Fomos os primeiros da fila, uma vez que, como já referi, estou grávida. A senhora que nos atendeu mal nos cumprimentou e disse-nos de forma rude, passo a citar, Só podem levar uma bagagem de mão por pessoa, afastem-se que depois resolvemos a situação, para eu poder prosseguir com o embarque dos restantes passageiros, como não tinha percebido o que nos tinha dito, pedi que voltasse a repetir, no mesmo tom rude e arrogante, voltou a proferir a mesma frase. Justifiquei-me dizendo que só tínhamos quatro bagagens de cabine e quatro malas pessoais pequenas, ao qual me respondeu que todas eram consideradas bagagens de mão e que só tínhamos direito a levar uma por pessoa. Expliquei-lhe que tinha viajado nesta mesma companhia (Easyjet) de Lisboa para a Madeira exatamente com a mesma quantidade de bagagem que estava a levar de volta, mas a funcionária mostrou-se relutante, voltando a dizer para nos afastarmos, eu e o meu marido dissemos que não queria esperar para resolver a situação, até porque tinha prioridade pela minha gravidez, além de que estava acompanhada pelas minhas duas filhas pequenas e que queria que chamasse o supervisor para resolvermos a situação. A funcionária voltou a dizer repetidamente a mesma frase que citei anteriormente, parecendo que não estava a ouvir o que estávamos a dizer, utilizando sempre um tom rude, arrogante e ameaçador. Passámos três das nossas malas pequenas e pessoais a outras das pessoas que nos estavam a acompanhar na viagem, mesmo em frente ao balcão de embarque, pelo que o nosso restante grupo acabou por transportar entre duas a três bagagens de mão por pessoa para o avião, não lhes sendo dito nada e passando sem qualquer problema. Isso levou-nos a crer que a funcionária tomou a situação como algo pessoal para connosco. Pedimos que se identificasse, mas não o fez, fingindo que não tínhamos pedido nada, pedimos livro de reclamações, disse que só estava disponível no balcão de Check-in, dificultando-nos o acesso a este, uma vez que se voltássemos para trás para fazer a reclamação perderíamos o voo.Voltámos a reforçar que queríamos resolver a situação naquele momento e que exigíamos que chamasse o supervisor. Com ar ameaçador, a funcionária, nesse momento, chamou alguém, que, pelo que pudemos perceber, foram as duas agentes policiais que apareceram para falar connosco após ter no entretanto se dirigido a nós mais um funcionário da Easyjet, que resolveu reforçar o que a sua colega já nos tinha dito. Se esta pessoa era o supervisor não fazemos ideia, uma vez que não se identificou, mantendo o mesmo discurso rude e arrogante da colega.As agentes policiais foram educadas e tentaram acalmar-nos e resolver a situação, dizendo-nos que sabiam que na ilha da Madeira acontecia inúmeras vezes situações destas, pois os funcionários mostravam-se pouco compreensivos. Voltámos a explicar que tínhamos vindo de Lisboa com as mesmas bagagens de mão e que ninguém nos tinha levantado qualquer problema, nem nos tinha informado de que as nossas malas pessoais estavam incluídas no que a Easyjet consideram bagagem de mão. Nesse momento e após já termos passado as outras bagagens pessoais para os nossos colegas de grupo, apenas nos restava uma mochila pequena mais. Com todo o alvoroço da situação, uma das agentes policiais resolveu dirigir-se ao tal funcionário que também se tinha dirigido a nós arrogantemente e pedir que, devido a toda a situação, que nós não nos importávamos de que as malas de cabine fossem para o porão, uma vez que o voo estava cheio e provavelmente não teria espaço na cabine para as bagagens de todos os passageiros (o que nós facilitamos sempre que nos é pedido em qualquer companhia) e que desta forma e apesar de já terem causado um grande mal estar à nossa família, não apresentaríamos qualquer reclamação. Mais uma vez, o funcionário da Easyjet se mostrou relutante, arrogante e rude, não permitindo que tal acontecesse.Explicámos ainda que estávamos a transportar na mochila, duas fraldas, toalhitas e uma muda de roupa para o caso da nossa filha mais nova precisar dentro do avião e que para além das malas de cabine estarem muito cheias, se mudássemos as coisas, dentro do avião causaria grande transtorno andarmos a tirar as malas da cabine sempre que fosse necessário algum daqueles pertences.De qualquer forma e muito desagradados com a situação, resolvemos passar os pertences da mochila para uma das malas de cabine, pelo que o fecho da mala abriu, ficando preso só em algumas partes, mas acabámos por resolver a situação.Por esta altura, estava eu, no meu estado, nervosíssima, a minha filha mais velha a chorar com a situação, a mais nova completamente desorientada e a correr de um lado para o outro e o meu marido irritadíssimo.Toda essa situação se passou perante os funcionários da Easyjet, que a nosso ver, quiseram dificultar e causar mau estar à nossa família.Logo após a arrumação dos pertences na mala de cabine, já não havendo mais passageiros para embarcar, o funcionário da Easyjet, novamente de forma rude e arrogante (e até mostrando um ar de alguma satisfação) disse-nos que as nossas malas de cabine tinham de ir para o porão, porque a cabine estava cheia. Como devem calcular, nessa altura sentimo-nos feitos palhaços, humilhados, ainda mais irritados e já com grande dificuldade em conseguir aceitar ou gerir qualquer emoção. Não mostrámos vontade em colocar as malas no porão, até porque lá continha os pertences necessários para a minha filha mais nova utilizar durante o voo e até mesmo por todo o circo que os funcionários tinham armado.Mais uma vez o funcionário arrogante, disse à colega para fechar o voo e que nós ficávamos atrás, eu não aceitei, ele voltou a repetir por mais duas ou três vezes o mesmo à funcionária, que esteve quase a fazê-lo ou não estivéssemos nós ao pé dela a proibi-la de fazer tal coisa.Acabámos por ir para o avião, eu grávida e num estado de nervosismo tal, o meu marido também nervosíssimo, a minha filha mais velha a chorar num pranto e a mais nova agitadíssima e mostrando preocupação com o que os senhores tinham feito à mãe.Quero referir que dentro do avião, o chefe de tripulação quis saber o que tinha acontecido, pediu-nos desculpa em nome da Easyjet e disse que já tinham tido por inúmeras vezes reclamações por parte dos passageiros, dos funcionários madeirenses.Como é óbvio não poderíamos deixar passar em branco uma situação destas, sobretudo pela atitude mostrada por aqueles dois funcionários da Easyjet.Acabei por me sentir mal durante o voo, não consegui prestar a devida atenção e assistência às minhas filhas a bordo. E mesmo sem dizer nada, um dos membros da tripulação teve a sensibilidade para perceber que eu não me estava a sentir nada bem e veio oferecer-me uma água.Foi uma situação que classificar como desagradável é pouco. Deixou-nos, a mim e meu marido, a dormir mal durante algumas noites.Riscámos assim a Easyjet das nossas vidas, não pretendendo viajar mais com essa companhia aérea e como é óbvio desaconselhar quaisquer conhecidos a fazê-lo.
Rastreio RF460404578SG com o estado Aguarda procedimentos declarativos
Possuo o rastreio RF460404578SG com o estado Aguarda procedimentos declarativos desde o dia 28-06-2017, desde o dia 29-06 que contactei os CTT por telefone várias vezes e foi-me dito que o mais certo era receber uma notificação para fazer a entrega dos documentos necessários, mas já estamos a 16 de Julho e ate agora ainda não recebi qualquer comunicação, e por telefone os CTT só me dizem que espere e não me adiantam mais informação.
Recusa de pré-aprovação para cirurgia
Venho por este meio apresentar uma reclamação à LOGO Saúde (rede Advance Care), relativo à recusa de pré-aprovação para um procedimento cirúrgico de colocação de prótese no joelho. De forma a esclarecer todo o processo até ao momento, descrevo abaixo com detalhe a minha situação. Em Novembro de 2016 fui a uma consulta com o Dr. Mário Vale, CUF Descobertas, devido a dores no meu joelho que me vinham a dificultar a movimentação. Após alguns exames, ficou determinada a necessidade de ser submetida a uma cirurgia para colocação de prótese no joelho. Esta foi marcada para dia 21 de Julho deste ano. Como tal, segui todos os procedimentos necessários para pedir autorização clínica por parte da LOGO, com a qual tenho seguro desde Julho de 2015. Após uma fase de envio e reenvio de documentação, recebi, como indico acima, uma carta com a recusa do meu pedido com a justificação de que o meu problema seria uma Doença ou Acidente Pré-existente e como tal não estaria contemplado no contrato com a LOGO. De facto eu fui alvo de uma artroscopia ao mesmo joelho há cerca de 3 anos (em 2014), antes de ter seguro com a LOGO. Mas com esta artroscopia considerei (tal como o meu médico na altura) que o meu problema estava resolvido! Desta forma, quando em Julho de 2015 assinei contrato com a LOGO, não estava ciente de qualquer problema adicional com o meu joelho, e estava muito longe da minha mente que teria no futuro necessidade de ser novamente sujeita a uma intervenção cirúrgica. Acrescento ainda que não me foi pedido nenhum exame médico ou qualquer tipo de confirmação do meu estado de saúde por parte da LOGO. Quando em 2016 comecei a sentir dores no joelho, pensei inicialmente que seriam passageiras. No entanto como se foram agravando, decidi consultar o Dr. Mário Vale, tal como descrevi acima. Mais acrescento que fui informada que a artroscopia que tinha realizado em 2014 tinha sido uma opção errada por parte do médico que a realizou, não tendo sido a escolha adequada para solucionar o meu problema, contrariamente ao que me tinham feito acreditar. Este facto agrava ainda mais o meu sentimento de injustiça pela recusa de autorização por parte da LOGO, uma vez que fui mal diagnosticada e sujeita a um tratamento inadequado anteriormente, do qual não tenho qualquer culpa ou responsabilidade, tendo acreditado sempre que o meu problema tinha ficado resolvido. Realço portanto o meu total desconhecimento de doença pré-existente no momento da assinatura de contrato com a LOGO.É desta forma com surpresa que vejo a decisão de me negarem um apoio ao qual sinto que tenho direito. Estou desiludida com todo o processo e penso que este caso só realça como as seguradoras fazem todos os possíveis para evitar apoiar os seus clientes quando eles realmente necessitam. Pergunto-me se é considerada doença pré-existente uma doença/problema que não sabemos ter…
Quebra Isolada de Vidros (peças concorrência e má conduta)
Aquando do accionamento da Quebra Isolada de Vidros da minha viatura (situação contemplada na minha apólice nº 0004352514) entre outros problemas e complicações criadas pela Tranquilidade, a mesma não assume a substituição do vidro para-brisas por correspondente modelo do fabricante sugerem sim a substituição por um para-brisas de marca concorrente.Tenho na minha apólice a opção Quebra de Vidros + Sem Franquia tendo sido informado no momento do contrato de que este item significava que, em caso de substituição de vidros, poderia recorrer a oficina da minha escolha para substituição por peça correspondente à que necessita ser substituída.Assim sendo, ao accionar a quebra de vidros por quebra do para-brisas, solicitei à Tranquilidade que fosse feita a substituição do vidro (em causa BMW) por um outro igualmente fabricado pela BMW (uma vez que não estou a solicitar nenhum upgrade mas sim a manutenção das condições do veículo aquando da toma do seguro) isto é, o veículo segurado tinha um vidro para-brisas BMW e, após a reparação, deverá manter exatamente as mesmas condições (apresentando um vidro BMW igual ao anterior).De notar que o valor total da reparação (com ou sem vidro da marca BMW) é de pouco mais de metade do orçamento disponibilizado para a Quebra de Vidros. Referir ainda que a diferença de valor entre o vidro sugerido e o vidro da marca BMW é de 37,84€ + IVA.Associado a esta questão está também o facto de ter ocorrido um atraso de 30h para a realização da peritagem (este atraso não foi maior devido à minha insistência uma vez que a peritagem iria ter um atraso de 5 dias) tendo o veículo ficado imobilizado desde dia 05/07 até 07/07 à espera da peritagem (seria feita apenas no dia 11/07 se eu não tivesse insistido). Este atraso está reportado nos comentários da ocorrência (consultáveis na Área de Cliente do site da Tranquilidade) onde constam erros (os mesmos erros que me comunicaram via telefone) responsabilizando-me a mim pelo atraso. Estes erros indicam que eu falhei em comunicar à Tranquilidade a data de início de disponibilidade do veículo para peritagem (quando a primeira informação que dei à Tranquilidade foi que o veículo estava pronto para peritagem desde dia 04/07).Em todo o processo, a postura da Tranquilidade tem sido no mínimo promíscua tentando sempre que a reparação seja feita numa oficina da sua confiança e não da minha confiança. Quando solicitei viatura de substituição, pela demora que estava a ter este processo e eventuais consequências que esta demora viria a ter na minha vida profissional, disponibilizaram-se a fornecer viatura de substituição e até reboque mas apenas se eu acedesse a fazer a reparação numa oficina da sua escolha obviamente que recusei uma vez que é-me permitido que a reparação seja feita em local à minha escolha.Como se tudo isto não fosse suficiente para revelar a má conduta e atuação de má fé por parte da Tranquilidade, é ainda de referir a indução em erro ao meu mecânico que foi levado a assinar e carimbar um documento autorizando a reparação do veículo com o vidro da marca da concorrência (a informação que lhe deram foi de que mesmo assinando e carimbando o documento, poderia escolher a marca do vidro posteriormente não sendo aquele documento impeditivo).
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
