Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
R. S.
23/01/2018

Processo 18AU066642

Dia 08-01-2018 tive um acidente, cujo qual, não fui o culpado. Foi efectuada uma declaração amigável entre mim e a senhora Catarina Alves (condutora do veiculo de matricula 42-76-UC) cujo o tomador de seguro é o seu pai, de nome: Justino Alves. A seguradora deste senhor é a Mapfre e o nº de apolice é 41015140227471.Esta senhora, de imediato declarou-se culpada conforme consta na declaração amigável.A minha viatura cuja matricula é 10-DR-68, Citroen Grand Picasso C4 de 7 lugares, foi então de reboque para uma oficina de minha escolha. Pois os danos foram bastantes e não foi possível a mesma sair pelas suas rodas do local.No próprio dia, da parte da manhã, diriji-me à minha seguradora em Lisboa e entreguei a declaração. Fi-lo o mais depressa que possível para ver se o processo seria rápido.Meus senhores, hoje, dia 23-01-2018 estamos na seguinte situação que para mim é surreal:Até à data de hoje, já foram efectuadas 3 peritagens.Na primeira peritagem, o Perito Sr. Miguel Rodrigues disse ser impossível não efectuar a peritagem por inteiro porque a minha carrinha estava com problemas de bateria e alternador, e só faria a peritagem conclusiva quando eu resolvesse esses problemas.Dei então ordens à oficina para me arranjarem esses problemas para então se fazer a peritagem final.Situação resolvida, a oficina resolveu então os problemas, mas parece que houve aqui uma disputa entre a oficina e o perito, pois parece que o perito não queria que a frente da carrinha fosse desmontada. O perito deve acreditar em magia, pois queria que a oficina arranjasse o que havia a arranjar sem que peças fossem desmontadas. Coisa que segundo os especialistas da oficina dizem ser impossível.Desde então foram efectuadas mais 2 peritagens, uma das quais hoje, dia 19-01-2018, e o que me disseram, é o que o perito apenas foi marcar presença no local e marcar nova peritagem para daqui a uma semana, dia 26-01-2018!! Provavelmente neste dia também irão gastar combustível e marcar apenas a sua presença. Estes peritos são amadores e necessitam de várias peritagens para uma conclusão?O que se está aqui a passar? Entre estes dias, tenho estado em contacto com a linha de apoio da okteleseguros, e quando finalmente consigo falar com alguém da gestão, pessoas arrogantes de nome: Nuno Oliveira e Judite Canelas, que apenas me sabem dizer que só tem que esperar, está em fase de analise.Contactei também a seguradora da culpada, Mapfre, e o que me dizem é o que me deixa mais estupefacto! Nós,Mapfre, no dia 10-01-2018, demo-nos como culpados e informamos a Viadirecta/Okteleseguros que podiam seguir com o processo de reparação do veiculo!!NÃO CONSIGO ENTENDER O QUE SE PASSA AQUI! É A MINHA PRÓPRIA SEGURADORA QUE ESTÁ A METER DIFICULDADES, QUANDO NEM SEQUER SERÁ ELA A ACATAR COM OS CUSTOS!Será represálias por eu ter escolhido uma oficina que não aconselhada por eles?Hoje dirigi-me à Sede da Okteleseguros em Lisboa, efectuei reclamação por escrito, falei com a funcionária do balcão (Srª Patrícia Silva), a mesma esteve em linha com o departamento de sinistros. Acontece que até a funcionária, estava perplexa com as respostas, dizendo mesmo que não fazia qualquer sentido! Esta funcionária foi até a data a única que se mostrou interessada em ajudar me.Tenho andando bastante desesperado com tudo isto, tenho 2 trabalhos e 4 crianças cujo qual o carro de 7 lugares são as minhas pernas!Necessito urgentemente de veiculo de substituição e só mo dizem dar quando houver ordem de reparação!Até então tenho andado a gastar imenso dinheiro em transportes, estou a enviar emails com os recibos para o Okteleseguros e os mesmos não garantem que eu seja reembolsado! Estou numa fase desesperante.A seguradora quer que seja eu a dar a necessária autorização para a concretização da reparação. Mas eu não posso fazer isso sem certezas que a companhia se compromete com os custos!Já fiz esta reclamação no livro de reclamações no balcão. já fiz reclamação para a provedoria do cliente, e outras entidades competentes, e ainda ninguém se dignou a responder!Caso necessitem de comprovar esta situação, deixo os dados da oficina onde se encontra a viatura:WALKINGARAGE,LDAEstrada de Paço de Arcos Nº 167Armazem C2735-307 São Marcos - Sintra

Encerrada

itens pessoais retidos

Exmos. Senhores,venho por este meio apresentar reclamação por uma situação que está por resolver desde Outubro de 2017.Estão retidas sete parcelas com origem na África do Sul, para a minha morada. Estas parcelas foram enviadas pelo meu marido que veio viver para Portugal para estar comigo em Julho de 2017. Nesse mês, antes de viajar para Portugal enviou por correio algumas caixas com os seus itens pessoais. Estes são itens pessoais para os quais ele muito trabalhou para os ter. São itens legais, pessoais e laborais.A maioria destes itens não tem qualquer valor comercial pois são itens antigos, gastos ou meramente simbólicos por representarem uma conquista em algum momento da vida, como pequenos troféus. Ou até as nossas roupas de casamento!Como pedido pelos ctt (através do email internacional@ctt.pt), foi enviada declaração esclarecendo que estes itens não serão usados como “objecto de empréstimo, penhor, aluguer ou cessão, a título oneroso ou gratuito” sem que as Autoridades Aduaneiras sejam informadas.As encomendas chegaram a Portugal a 23/10/2017.Aqui se iniciou a morosidade do processo. Face à explicação do nosso caso particular acima exposto, e em que o meu marido sempre vivera no seu país, a África do Sul, foi-nos dada a lista de documentos a enviar. Todos os documentos requeridos foram enviados para internacional@ctt.pt.Eis que hoje recebo uma resposta impessoal, depois de todo este tempo. Uma resposta apenas de copy-paste ou de um robot em como a documentação não tinha sido aceite e com uma cópia de todos os documentos requeridos, incluindo:- Certificado probatório passado pela Embaixada ou Consulado em como os referidos bens foram utilizados na sua residência há pelo menos 6 meses- Declaração passada pela embaixada ou Consulado em como o esteve a residir no país terceiro há pelo menos 12 meses consecutivos.Ora o meu marido é cidadão Sul-africano, viveu na África do Sul e lá teve residência 34 anos da sua vida (todo o tempo antes de se mudar para Portugal!). Não faz qualquer sentido pedir esta documentação a quem viveu no mesmo local toda a sua vida (o seu país de origem). Escrevi esta preocupação ao email internacional@ctt.pt antes de enviar todos os documentos, até porque as entidades consulares e embaixadas não prestam este serviço. Responderam-me nesse email dizendo que deveriam ser preenchidos os modelos de Declaração de valor. Informação esta que foi enviada por nós.Toda a outra documentação para além daqueles dois pontos foi enviada.Sempre nos demonstrámos disponíveis para nos deslocarmos a Lisboa e abrir as encomendas na presença das autoridades competentes como forma de acelerar o processo. Com quem podemos falar pessoalmente para seguir este caso? Nitidamente ninguém está a seguir seriamente o caso para não compreenderem a informação que foi enviada previamente, ou pedirem a mesma informação repetidamente. E sempre responderem com mensagens pré-feitas sem se dar seriedade ao seguimento do caso de cada cliente como único.Como podem imaginar esta situação só cria solavancos e entraves na vida das pessoas que só querem poder andar com a sua vida para a frente.Mais uma vez, hoje mesmo, enviei um email semelhante a este para os ctt em que anexei toda a documentação requerida. Espero não aguardar vários meses por uma resposta e pela resolução positiva do caso.Ainda que sejam os ctt os intermediários nesta situação, é a vós a quem compete dar o despacho do processo de desalfandegamento pelo que a vós endereço também a minha reclamação. Tanto vocês como os ctt, enquanto entidades competentes devem criar conjuntamente sinergias de modo a agilizarem os processos dos clientes.Nota: através da plataforma não foi possível anexar toda a documentação enviada aos ctt, e que espero que vos tenha sido remetida na totalidade, se necessário façam-me saber a quem de direito enviar novamente toda esta informação.

Encerrada
A. C.
23/01/2018

Problemas com entrega e montagem de artigos IKEA

Adquiri diversos moveis na loja Ikea de Matosinhos no dia 07/01/2018 e agendei para dia 12/01/2018 entre as 14h e as 18h a respetiva entrega e montagem.No dia 12/01/2018 estive na morada de entrega das 14h às 20h sem que tivesse havido qualquer telefonema ou aviso por parte do Ikea ou da equipa de entrega e montagem que deveria dirigir-se à minha morada.Contactei o serviço de apoio ao cliente da Ikea as 17h, pois já estava no termino do horário combinado e como tinha contratado a montagem de 6 peças de mobiliário, o tempo poderia tornar-se escasso para terminar o serviço dentro do horário em que é permitido fazer ruído no prédio onde habito. Neste contacto falei com o Sr. António Lopes que localizou a equipa que deveria fazer o serviço e informou-me que estes estariam atrasados e que só conseguiriam estar no local de entrega as 19h30 mas sem garantias. Apesar do meu desagrado por este incumprimento e por ter perdido uma tarde completa de trabalho para rigorosamente nada, concordei aguardar até as 19h30.Ás 20h ninguém da equipa de entrega e montagem tinha chegado ou feito qualquer contacto telefônico comigo. Inadmissível. Voltei a contactar o serviço de apoio ao cliente da Ikea, falando desta vez com o Sr. Filipe Pacheco para apresentar a minha reclamação e dar conhecimento do facto de que a equipa de entrega e montagem não apareceu, não deu qualquer justificação. Nesta altura decidi não aguardar mais no apartamento pois também já seria impossível montar as 6 peças de mobiliário, já que o prédio tem uma regra de proibição de ruído após as 20h semanalmente e a todo o fim-de-semana, a qual mencionei quando requeri o serviço de entrega e montagem e me garantiram que o serviço ficaria com certeza terminado antes dessa hora.Por volta das 20h10 a equipa de entrega e montagem entrou em contacto comigo por telefone indicando que estariam atrasados. Tendo em conta que o serviço estava agendado entre as 14h e as 18h, contactar-me as 20h10 para dizer que estavam atrasados é simplesmente inútil e de certa forma gozar com o cliente.No dia 13/01/2018 fui pessoalmente à loja Ikea de Matosinhos apresentar a minha reclamação e tentar agendar nova data de entrega e montagem. Restituíram-me os 35€ pagos pelo serviço de entrega que não aconteceu, como seria de esperar e ofereceram o novo serviço de entrega. No entanto, isto com compensa a tarde de trabalho perdido nem a falta que o mobiliário me faz para mudar de habitação.Dia 16/01/2018 pelas 09h00 foram entregar e montar o material mas novamente não correu bem pois um dos móveis não trazia todas as peças essenciais para a sua montagem e outro trazia a prateleira com a profundidade errada. Posteriormente, percebi também que não foram entregues todos os items encomendados e pagos, faltaram 2 varões. Mais uma vez tive que agendar nova montagem e perder mais horas de trabalho. Realmente a falta de profissionalismo da parte da empresa Ikea já roça o ridículo de tão absurda. O material já está pago, o serviço de entrega e montagem está pago, não entregam quando o contrato indica e não dão qualquer justificação. A empresa Ikea presta um péssimo serviço pós-venda, não demonstram consideração pelo cliente nem pelo seu tempo. Reitero que perdi uma tarde de trabalho completa e terei que perder outra para poder receber o material que já comprei e para ter os serviços que já paguei. Aceito e tenho que compreender que possam ocorrer imprevistos durante o dia de trabalho da equipa de entregas, o que não admito nem posso compreender é a falta de consideração e profissionalismo de não terem sido capazes de fazer um telefonema a explicar a situação. Conforme tinham o meu numero telefônico para me contactarem as 20h10 da noite também tinham o meu contacto para me informarem atempadamente que não iriam conseguir cumprir o horário agendado.Aconselho-os a dedicarem algum tempo a estudar a forma como a vossa concorrência presta estes serviços, pois empresas como a Conforama e as equipas externas que com eles trabalham conseguem ser muito mais eficientes, prestáveis e cumpridoras. Numa próxima, irei considerar muito antes de comprar seja o que for no Ikea e irei com certeza considerar seriamente outras empresas, pois está visto que não é possível confiar nestes serviços.

Encerrada

Burla e ameaças ao querer desistir do curso

Inscrevi-me no site da CEAC com o intuito de esclarecer dúvidas acerca do curso de Auxiliar de Farmácia.Passado pouco tempo ligo-me uma senhora da CEAC que disse estar perto da minha casa sem sequer me ter efetuado qualquer tipo de permissão.De boa fé da minha parte convidei-a a entrar em minha casa e perguntei como tinha tido acesso à minha morada. Ele referiu que foi através da inscrição no site.Depois disso começou-me a falar do curso e referiu que podia desistir a qualquer momento e sem qualquer compromisso.O único documento que tinha que assinar era a permissão de débito direto (03-01-2018).Verifiquei mais tarde que afinal tinha assinado outros papéis em que me indicaram que era só para efeitos em como ia efectuar o curso e quando questionei acerca se tratava-se de um contrato foi me informado que não.Assim fiz , e por motivos pessoais e financeiros e sem ter até agora efectuado nenhum tipo de pagamento enviei um e-mail (dia 20-01-2018) para a CEAC com pedido de desistência ao qual não obtive qualquer resposta.Hoje dia 22-01-2018 liguei para a CEAC e informaram-me que não podia desistir que tinha um prazo de 14 dias para efectuar a desistência (algo que contradiz o que a comercial da CEAC me disse) e ainda ameaçaram-me ir para tribunal.Face a esta questão e revendo as atitudes por parte da comercial é válido argumentar que trata-se de uma verdadeira burla e que fui enganado por esta entidade que além de omitir informações não me foi dito que tinha assinado nenhum tipo de contrato e que podia desistir a qualquer momento.Já reforcei com a entidade que pretendo cancelar qualquer tipo de contacto com esta entidade e que fui burlada e enganada.

Encerrada
B. O.
23/01/2018

falta de recibo electronico

Desde o dia 6 de Janeiro tenho vindo a solicitar o recibo electronico da minha viagem bem como da bagagem extra. No site da TAP só consigo o recibo electronico da viagem, mas eu quero o recibo do total que paguei (148,94 EUROS).Já liguei para o numero de reclamações e só dizem para solicitar o recibo para 3 endereços de email diferentes: arquivo.geral.tps@tap.pt, fatura@flytap.com, recibos@flytap.com, estes até agora ainda não me responderam.

Encerrada
A. C.
23/01/2018

Reembolso não efectuado

Fiz uma compra no site https://pt.benetton.com no dia 24/11/2017, tendo pago por referência multibanco. Um dos artigos não foi enviado e uma vez que no dia 15/12/2017 ainda não tinha recebido o reembolso contactei o apoio ao cliente (que apenas dispõe de um email customer.care@benetton.com), tendo-me sido solicitado o NIB para o efeito. No dia 28/12/2017 fiz uma reclamação no livro da loja física das Amoreiras e no dia 13/01/2018 no portal da queixa. Neste mesmo dia, reportei esta situação, tal e qual como descrita aqui, via messenger do Facebook da página UNITED COLORS OF BENETTON. Foi-me dito que a situação tinha sido encaminhada para o departamento financeiro e à data de hoje (23/01/2018, passados 2 meses) continuo sem respostas e sem receber o meu dinheiro.

Encerrada
H. L.
22/01/2018

Anulação de contrato

No início de Fevereiro de 2007 recebi um telefonema informando-me que tinha ganho um prémio e se tinha a possibilidade de o ir reclamar numa reunião feita num salão do hotel Porta Nova em Tavira. Fui e informaram-me que para ter o prémio, teria de assistir a uma apresentação dos serviços desta empresa. Depois dizem-me que tenho de assinar um formulário para receber o referido prémio que tinha ganho, prémio esse que nunca ofereceram. Começaram sim a debitar-me uma mensalidade sem que me tivessem mandado qualquer documentação, brochuras dos serviços, nada… começam depois a reclamar a divida ao que eu não concordei pagar e fiz saber que não reconhecia a divida nem os serviços desta empresa e agradecia que anulassem o contrato. Como estive fora do País, este assunto arrastou-se e vejo-me numa situação de penhora através de uma sociedade de advogados (Vítor Coelho Silva & Associados), novamente alegando um incumprimento de contrato onde exigem que eu faça uma transferência bancária, cheque ou vale postal no montante de 11.172€, nos próximos 8 dias, ameaçando proceder judicialmente, acrescentando juros e despesas judiciais. Neste momento já até penhoram a pensão da minha Mãe, uma vez que também sou titular da sua conta onde recebe a reforma, estou desesperado e não sei como sair desta situação. Já manifestei várias ocasiões que não tenho feito uso de nenhum serviço, eu pretendia terminar qualquer contrato com eles, mas eles negam essa possibilidade e alegam que tenho que cancelar uma soma total. Eles tem mandado várias cartas com estas alegações, e eu tenho respondido até por e-mail explicando os meus motivos e decisão.

Encerrada

Problema com sinistro de equipamento móvel

No dia 31-05-2017 dirigi-me à loja Fnac no Shopping da Guia, no Algarve, para comprar um equipamento móvel, o Samsung S8. Como é hábito, estas lojas tentam nos sempre vender os seguros que abrangem sinistros que a garantia do próprio equipamento não abrange, e eu, achei por bem contratar o seguro, durante 1 ano, pagando bimensalmente 23,99€, sujeita a franquias em caso de sinistro, uma vez que me pareceu tão aliciante e benéfico para mim enquanto consumidora.Acontece que no dia 29-09-2017 tive um sinistro com o equipamento seguro. Caiu-me do bolso enquanto tratava de um cavalo, e após cair, o cavalo ainda pôs parte da pata em cima do ecrã traseiro do telemóvel, ficando o canto inferior direito partido, pois o telemóvel caiu, e o vidro traseiro estilhaçado porque foi pisado. Consequentemente, a câmara fotográfica deixou de focar, focando apenas 90% das vezes que a utilizava. Uma vez que reparei que o débito relativo ao pagamento de seguro não estava a ser feito, ainda antes do sinistro, enviei um e-mail a perguntar se realmente tinha o seguro ativo, e-mail este enviado a 25-09-2017, ao qual nunca recebi uma resposta. Dirigi-me então mais uma vez à Fnac na Guia uma vez que não conseguia que me respondessem ao e-mail, e atenderem o telefone também estava a ser missão impossível… Ao ligar da loja, atenderam e consegui abrir processo, por chamada telefónica.Posto isto, fiz a participação no dia 03-10-2017 à seguradora SPB Iberica, e neste mesmo dia recebi um e-mail a solicitar toda a documentação necessária e referente ao sinistro para dar continuidade ao processo. A minha resposta com os documentos solicitados deu-se neste dia também, 03-10-2017, com o formulário com as circunstâncias, data e danos ocorridos com o equipamento seguro (Samsung S8), uma cópia legível da fatura de compra e a fotocópia da apólice de seguro devidamente assinada. No dia 11-10-2017 enviei outro e-mail pois ainda não tinha recebido qualquer resposta.Dia 20-10-2017 recebi então uma resposta, na qual me solicitavam o pagamento de uma franquia de 70€ para poder dar seguimento ao processo, e no dia 22-10-2017 enviei também por e-mail o comprovativo de pagamento da franquia.No dia 30/10/2017 recebi um e-mail a solicitar a recolha do equipamento, tendo recebido depois um e-mail como resposta no dia 02/11/2017 a confirmar a entrada do equipamento no serviço técnico.A 13/11/2017 foi-me enviado outro e-mail que afirmava que o equipamento já tinha sido reparado e que iria então ser enviado para a minha morada.No próprio dia que recebi o equipamento, 14/11/2017, enviei um e-mail e questionei por que razão o canto do telemóvel não tinha sido reparado. Resposta que nunca obtive por e-mail, pelo que tive que ligar para o apoio ao cliente da SPB Iberica, ao que me foi respondido que não tinha sido reparado por ser um dano estético. Acontece que o meu equipamento, Samsung S8 é um telemóvel à prova de água, e sendo considerado pelo departamento técnico um dano estético, eu solicitei garantias em como não entraria água pelo canto danificado, uma vez exposto a esta. Claro que nunca obtive uma resposta.Para além disto, o software do equipamento ainda vinha pela metade, deixei de receber notificações, tanto de aplicações como de e-mails.Dia 16/11/2017 enviei um e-mail a questionar novamente por que razão o equipamento não tinha sido reparado em condições.A 17/11/2017 enviei novo e-mail com fotos tiradas pelo equipamento a comprovar que a câmara continuava desfocada, consequência do sinistro, e pelos vistos, este dano não foi reparado. Neste mesmo dia contactei novamente a seguradora, mas sempre sem sucesso uma vez que as respostas que me são dadas são sempre as mesmas “tem que aguardar uma resposta do serviço técnico não lhe consigo responder a essa questão, só mesmo com o serviço técnico tem que enviar um e-mail para a qualidade pois aqui já não conseguimos resolver mais nada”. No entanto, o colaborador que me atendeu a chamada respondeu-me a uma questão muito simples que coloquei: uma vez que já tinha passado bem mais do que 30 dias do envio de toda a documentação solicitada, da recolha e da entrega do equipamento, que não estava em condições, eu teria direito a um novo equipamento? Ao qual o colaborador me responde que sim, que segundo a lei sim tenho direito ao novo equipamento mas que teria que expor a situação ao departamento de qualidade. Nunca obtive qualquer resposta relativamente a este tópico, como seria de esperar…Após enviar dezenas de e-mails repetidos, pois só assim consegui obter uma resposta, recebi um e-mail e uma chamada a solicitar nova recolha do equipamento, ao qual respondi dia 05/12/2017, fazendo uma reclamação, uma vez que não me foi dada nenhuma resposta relativamente aos e-mails que enviei, logo, tinha receio de enviar novamente o meu telemóvel para “reparação”.Dia 11/12/2017 enviei outro e-mail a perguntar se algum dia iria obter alguma resposta da vossa parte, mais uma vez, claro que não obtive resposta.Dia 13/12/2017 e dia 18/12/2017 voltei a enviar e-mails a solicitar o anexo que não me tinha sido enviado aquando do pedido de nova recolha, e que teria que ser preenchido por mim com a devida informação.Dia 20/12/2017 envio novo e-mail a questionar novamente se algum dia irei ter uma resposta…No dia 26/12/2017 enviei 11 e-mails, num total de 22, tanto para o departamento de qualidade como para o e-mail seguradofnac, que surtiu efeito pois no dia 27/12/2017 recebi uma chamada telefónica para recolha do equipamento. Esta recolha deu-se no dia 29/12/2017.Dia 04/01/2017 recebo um e-mail a dizer que não poderá ser dado seguimento à participação de sinistro, por ser um dano novo. Acontece que o dano não é novo e há provas disso. Neste mesmo dia também recebi uma notificação de envio do equipamento para a morada. Posto isto, reenviei todos os e-mails que já tinha enviado anteriormente com as provas de que o equipamento não tinha sido reparado na totalidade da primeira vez e reclamei. No dia 05/01/2017 não recebi o equipamento, nem no dia 08/01/2018, nem no dia 09/01/2018, pelo que neste dia resolvi ligar para transportadora Nacex, a questionar onde se encontrava a minha encomenda, ao qual me foi respondido que tinham ordens para devolver a encomenda ao remetente, ou seja, à SPB Iberica. Eu não fui notificada com nenhum e-mail ou chamada telefónica por parte da seguradora, o que é lamentável. Recebo uma notificação de envio e a partir daí nunca mais sei nada sobre o meu processo nem respostas a e-mails ou justificações relativamente ao nunca ter recebido o equipamento. Também neste mesmo dia enviei e-mails a questionar a situação.Aguardei uns dias, na expectativa de receber algum tipo de resposta, mas não aconteceu. Pelo que no dia 14/01/2017 enviei um e-mail a expor a situação, a perguntar por que razão não fui avisada do sucedido e que já estou privada do meu telemóvel há muito tempo.Depois deste e-mail ainda recebo um novo e-mail, dia 15/01/2017, a solicitar nova recolha e uma chamada da seguradora para confirmar o dia da recolha, ao que informei a colaboradora de que não poderia haver recolha quando nunca houve uma entrega.Contactei a seguradora por chamada telefónica, que me responderam que o equipamento deve ter voltado para o remetente talvez devido à minha reclamação por e-mail, que provavelmente estará a ser analisado pelo departamento técnico, mas que não fui notificada porque não são eles quem trata dessa parte. Então quem trata? Dia 16/01/2017 mandei novamente e-mails a reclamar, pois tal não é a falta de organização desta empresa, que nem sabem dos equipamentos dos clientes, ao ponto de me solicitarem uma recolha quando ainda não me foi entregue. Neste dia enviei também a prova de recolha do equipamento no dia 29/12/2017.Dia 18/01/2017 enviei novo e-mail a solicitar respostas, e até hoje dia 21/01/2018 continuo sem obter qualquer tipo de resposta.Tenho que referir que pelas últimas vezes não enviava só um e-mail mas sim dezenas deles, iguais, tanto para a qualidade, como para o seguradofnac, para que na vossa caixa de entrada se fizesse notar que este processo não está resolvido, nem de perto, e que estou privada dele há quase um mês, sem respostas da vossa parte, sem justificações, sem arranjos, sem nada. No entanto continua a ser debitado da minha conta os 23,99€, mas o meu equipamento reparado, não o tenho. Esta situação arrasta-se desde Outubro e eu exijo uma resolução o mais rápido possível!Hoje dia 22/01/2018 contactei novamente a seguradora por chamada telefónica, e a resposta foi que iriam notificar o departamento técnico para resolverem o processo com urgência, ainda me solicitaram outro contacto e outra morada, pois alegaram que o departamento técnico me estaria a tentar contactar já há muito tempo mas sem sucesso...Estranho, se não houve problemas com a primeira recolha e entrega, por que razão há agora? Para além disto, não me confirmaram que o meu equipamento se encontrava com eles.Começo a achar que foi furtado ou extraviado.A minha advogada irá notificar a SPB Iberica e se até ao fim do mês de Janeiro não obtiver nenhum tipo de resposta, o processo seguirá para tribunal.Lamentável toda esta situação, lamentável também, a Fnac, como intermediária, lavar as mãos e dizer que não é nada com eles. Quando é para vender o seguro estão lá todos sentados a dar-nos o papel para assinar, quando se trata de problemas para resolver já não é nada com eles.Nunca mais irei comprar nenhum equipamento na Fnac e muito menos contratar esta seguradora.

Encerrada
A. C.
22/01/2018

Recusa dos Tratamentos autorizados pela Seguradora

O balcão de atendimento é muito pobre e medíocre no serviço que presta. Muito boas em dar o bom dia e boa tarde, mas demoraram 3 dias em confirmar a continuidade das sessões de fisioterapia com a seguradora não devolvendo as minhas chamadas, ainda, perdi uma sessão por pouca vontade das colaboradoras da recepção em resolver o problema e no dia seguinte fui humilhantemente retirado da sala de tratamentos recusando os serviços que a seguradora tinha previamente autorizado. Situação que foi rápidamente resolvida (pois já tinha perdido a continuidade do tratamento) e continuei os tratamentos com o pedido do livro de reclamações e um telefonema de não mais de 5 minutos à seguradora. Não houve lugar a um pedido de desculpas nem assumiram responsabilidades, simplesmente não querem saber. Meus caros, com a saúde não se brinca!

Encerrada
C. M.
20/01/2018

Venda Animal Doente

No passado dia 11 de Janeiro dirigi-me à kiwoko situada no Retail Park da Guia em Albufeira para ver os animais. Não ia com intenção de comprar, no entanto ao ver o coelho belier que estava para venda apaixonei-me e decidi traze-lo comigo. Fui atendida pela Raquel Sousa. Comprei não só o coelho como a gaiola e todos os apetrechos necessários para porporcionar ao meu novo amigo o melhor conforto, alimentação e higiene possível perfazendo o total da fatura 104.38 €. Alguns dias após ter comprado o animal,ao acaricia-lo apercebi me que tinha um papo na zona lombar. Fiquei em estado alerta e decidi examinar o animal mais a preceito. Descobri que para além desse papo,tinha também um abcesso na pata e feridas na zona das coxas. Dirigi me à loja dia 19 para falar com a enfermeira,uma vez que não dispõem de consultas veterinárias, quando esta para meu espanto, reconheceu imediatamente a minha Lucy. Logo aí percebi que algo não estava certo. Nisto uma funcionária pergunta lhe se não era este o coelho que tinha dado instruções para não ser vendido. Resumindo esta história bárbara, fui enganada. Venderam me um animal que sabiam estar doente,pois a enfermeira já lhe tinha diagnosticado o caroço e pedido para não o venderem. Como é possível que numa empresa destas aconteça tal situação??? Primeiro a coelha não deveria estar na loja para venda,mas de quarentena. Segundo os vendedores deveriam cumprir a indicação da enfermeira. É necessário formar os recursos humanos!! Se para a empresa os animais são objetos e representam euros,para mim não. Sinto-me lesada emocional e psicologicamente e estou a pensar, seriamente,mover uma ação em tribunal. Situações destas são desumanas,podres! Na loja a enfermeira foi atenciosa. Tratou do abcesso da pata e disse que o outro caroço não iria fazer nada uma vez que o ideal seria ser vista por um veterinário. E agora? Não só me venderam um coelho com conhecimento de estar doente, o que é deplorável, como não resolveram a situação de forma alguma e vou ter despesas veterinárias. O gerente informou a funcionária que iria tentar que a fatura do veterinário fosse paga. Percebi pelos comentários das funcionárias que muito dificilmente isso aconteceria. Basicamente a ideia era que saísse da loja com o rabinho entre as pernas sem reclamar, quando deveria ter assumido logo devolver o valor do coelho para tentar desculpar a falta de profissionalismo. Atenção, o que está em causa não é o dinheiro! Porque não há nada que substitua a minha Lucy. Trata-se de atitude,de fazer o que é certo. Quando se erra, assume-se! Hoje,20/01 fui ao veterinário com a Lucy e confirmou-se que tem um nódulo. Estou a dar-lhe antibióticos e como ainda é pequena e está sub nutrida devido a estar doente, terá que ser sujeita a cirurgia mais tarde. Neste momento,tenho despesas veterinárias para apresentar à empresa e que pretendo que sejam pagas. Na próxima semana terei que voltar ao veterinário e os tratamentos dependerão da reação dela nesta fase inicial,ou seja, vêm aí mais despesas. Entretanto ligaram-me da loja. O gerente não foi capaz de ligar sequer a perceber a situação, simplesmente deu ordem à funcionária para contactar e dizer que não iriam pagar as despesas do veterinário,que poderia trocar por outro coelho ou ter o valor do mesmo em vale!!! Ridiculo!! Os animais são seres vivos, não são objetos. Estabeleci uma relação afetiva com a Lucy, não me parece uma solução viável. Espero que a situação se resolva, porque ire até às últimas instâncias. Comprei um animal de estimação pensando ser saudável e afinal venderam-me de má fé um animal doente. Ja reclamei no portal da queixa, agora na Deco e não ficarei por aqui. De uma reclamação no livro não se livram! E perderam uma cliente.

Encerrada

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.