Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
prática discriminatória - seguro de vida - doença oncológica
Exmos Srs.Venho pelo presente solicitar esclarecimentos para o seguinte:Tenho aprovação financeira (no Activo Bank) para a compra de um apartamento. Tenho capital e tenho uma vida sedimentada no trabalho e na sociedade.Neste momento a única pendência para a compra da minha casa consiste na celebração de um seguro de vida. Formalizei o pedido à ASISA, sendo que, a resposta rececionada foi francamente desmotivante.Efetivamente, sou doente oncológica diagnosticada em 2017. Devido a mastectomia bilateral, foi-me conferido o grau de incapacidade de 76%, porém admito que sejam valores tablados, pois o meu nível de incapacidade em nada condiciona o meu desempenho profissional e muito menos as minhas atividades de vida diárias. A minha vida e rotinas continuam a ser feitas exatamente como o eram antes do surgimento da doença.Neste momento, as únicas entidades que me estão a atribuir o rótulo de “doente” são precisamente as seguradoras, que me avaliam através de papéis/matrizes.Deste modo, atendendo à Lei n.º 46/2006* que proíbe e pune a discriminação em razão da deficiência e da existência de risco agravado de saúde, gostaria de obter o parecer da DECO sobre a resposta que recebi, em anexo: lamentamos informar que a ASISA Vida não poderá celebrar um contrato de seguro que cubra riscos com as características resultantes: estado de saúde de V.Exa.*Artigo 4.º“(…) Práticas discriminatóriasConsideram-se práticas discriminatórias contra pessoas com deficiência as acções ou omissões, dolosas ou negligentes, que, em razão da deficiência, violem o princípio da igualdade, designadamente:(…)c) A recusa ou o condicionamento de venda, arrendamento ou subarrendamento de imóveis, bem como o acesso ao crédito bancário para compra de habitação, assim como a recusa ou penalização na celebração de contratos de seguros (…)”Como cidadã, acredito que situações discriminatórias como estas têm que ser analisadas, reguladas e clarificadas à luz da lei existente para o bem da sociedade.Aguardo os comentários de V. Exas.Antecipadamente grata.
Encomenda NÃO entregue!
Venho por esse meio comunicar aos senhores,que o óculos comprado no dia 16 -07-2021 ainda não foi entregue até o dia de hoje.Pedido n°307910 no valor total de €36,95Peço que entregue a encomenda ou devolva o valor!
Zurich - Demora Excessiva na regularização de Sinistro Automóvel
Exmos Srs,Venho por este meio apresentar reclamação pela forma como a Zurich Seguros Portugal está a proceder na resolução do sinistro de que sou terceira lesada (Peugeot 206, matrícula: 84-AD-98), num acidente no dia 17/Julho/2021 em que o meu veículo estava estacionado corretamente, sem ninguém no interior e um outro veículo (segurado da Zurich) embate no meu veículo, deixando-o impossibilitado de circular. Na reclamação à Zurich foram enviadas fotos, participação amigável e outros documentos. Foi levantado um auto pela PSP, Divisão de Trânsito de Lisboa. O sinistro não foi considerado na convenção de IDS porque envolveu mais do que dois veículos, embora inicialmente quando participei à minha seguradora (Tranquilidade), esta ainda realizou uma peritagem de que tenho relatório. Apenas quando não foi considerado IDS, ficou a cargo da Zurich, seguradora do veículo que me embateu.A Seguradora Zurich em Portugal, não está neste caso a cumprir com a sua função de reparar os danos causados a terceiros pelo seu tomador de seguro e questiono-me como é que com estas práticas dilatórias a Zurich ainda tem licença para operar no nosso mercado.Segundo informações da Zurich não há prazos para a assunção de responsabilidades enquanto o processo se mantém em estado de averiguações, ou seja, posso ficar sem veículo durante anos...Outro ponto negativo desta seguradora é que nunca entraram em contacto comigo (terceiro lesado) para esclarecerem o ponto de situação do processo de sinistro.Assim para que servem os seguros automóvel que somos obrigados a pagar?Não ter o meu veículo causa-me demasiados transtornos pessoais e financeiros e dada a excessiva morosidade do processo vejo-me obrigada a ter que adquirir outro veículo com todos os custos que isso implica.Para resolver esta ineficácia da Zurich já enviei emails de reclamação à Zurich, muitos telefonemas para saber o estado do processo sem qualquer resultado e um email para o provedor do cliente também sem qualquer resultado.Como a Zurich não está a resolver este problema de uma forma honesta ou não quer reparar os danos a que está obrigada por lei os passos que sou obrigada a tomar são:- Divulgar este comportamento inadmissível da Zurich às entidades oficiais (ASF) e entidades de apoio ao Consumidor assim como nas redes sociais- Avançar com um processo judicial contra a Zurich.
Não devolução do valor da reserva de acordo com a lei
Não confiem na D'Alma Portuguesa nem nas Sras Lidia Santos e Rita Serrão.Entre Junho e Julho de 2020 efetuámos o cancelamento de uma reserva realizada com a D’Alma Portuguesa (Zeniteconquista - Mediacao Imobiliaria, Unipessoal, Lda) ao abrigo do Decreto-Lei 17/2020, que confere no âmbito da pandemia de Covid-19 o direito de reembolso total a pessoas que se encontrem em situação de desemprego.Após inúmeras tentativas de fazer valer esse direito junto da Sra. Lidia Santos e Sra. Rita Serrão, a D’Alma Portuguesa reconheceu em email de 4 de agosto de 2020 (transcrição em baixo) o direito de reembolso e solicitou prova da situação de desemprego, documentação enviada por email em 18 de setembro de 2020 devido às limitações impostas pela pandemia.“A lei ressalva de facto as pessoas em situação de desemprego, como beneficiando de um regime de excepção, dizendo que nesse caso em vez do voucher têm de ser devolvido o montante previamente pago a quando da reserva.No entanto não basta alegar que está desempregada, terá que entregar uma declaração emitida pela segurança social a atestar a situação de desemprego e nesse caso o dinheiro previamente pago terá que ser devolvido independentemente da política de cancelamentos da reserva ser mais ou menos rígida.”Após o envio da documentação, e apesar de todos os esforços, as Sras. Lidia Santos e Rita Serrão limitaram-se a ignorar emails, telefonemas, cartas e mensagens, numa sucessão de comportamentos inqualificáveis. Já em Agosto de 2021, em duas visitas sucessivas (9 e 10 de agosto) ao estabelecimento da D’Alma Portuguesa em Albufeira, primeiramente a Sra. Rita Serrão alegou que não teriam recebido qualquer documentação ou contacto, e posteriormente a Sra. Lidia Santos confirmou a receção da documentação e reconheceu que não responderam a qualquer das nossas comunicações por alegadamente se encontrarem a aguardar um parecer legal (há 1 ano, o que não poderá ser verdade). Referiu que até final da semana responderia (um parecer que aguardava há 1 ano aparentemente seria conseguido em 2 ou 3 dias), algo que não aconteceu. Após novo contacto telefónico em 13 de agosto, a Sra. Lidia Santos comprometeu-se novamente a responder no próprio dia, algo que voltou a não ocorrer.Acresce que o imóvel em questão esteve ocupado pelo menos durante a primeira semana a que dizia respeito a nossa reserva (comprovado fisicamente por pessoas que nos são próximas e que estiveram hospedadas no Algarve), algo que reforça o comportamento inqualificável das pessoas que estão a gerir esta situação e a respetiva empresa, e que é totalmente oposta ao “profissionalismo” e “senso de humanidade e comunidade” com que se descrevem no seu website.Exijo o pagamento imediato do valor em dívida. O processo seguirá imediatamente para tribunal.
Avaria de Ar Condicionado
NIF da Odigira: 508565073N.º de fatura do artigo em garantia: FT F21V201/210023O meu nomé é António Vasconcelos e após terem sido alertados por email e mensagem da avaria de uma aparelho de ar condicionado em garantia há mais de 1 mês e após muita insistência a vossa empresa deslocou-se à minha habitação no dia 28/07/2021, constatou a referida avaria e não foi possivel a sua resolução.No dia 04/08/2021 o Sr. Sérgio Mateus que é o dono da empresa disse que me ia contactar para fazer um ultimo teste ao aparelho mas nunca mais contactou.Tenho tentado ligar para o Sr. Sérgio mateus mas o mesmo não atende nem devolve as minhas chamadas.Ao ligar para a empresa por vezes atende uma Sra que ouve o meu problema mais uma vez e que vai dizer ao Sr. Sérgio Mateus para me contactar e ele nunca o faz.Em pleno verão, tenho um ar condicionado com 7 meses que está na garantia mas encontra-se avariado há mais de 1 mês com conhecimento da empresa Odigira que não resolve o problema estando em incumprimento legal.
ENTREGA FORA DO PRAZO - CTT EXPRESSO
Venho, por meio deste, deixar a minha insatifacao e pedir o reembolso do valor pago pelo servico expresso do CTT, servico esse que nao foi cumprido como acordado.No passado dia 03/8/2021 recebi um email sobre a minha encomenda para proceder com o pagamento do IVA e atualização das informações sobre o conteúdo do envio. No mesmo dia, passado alguns minutos de receber este email, procedi com todas as etapas necessárias para o desalfandegamento da encomenda em questão. Após 7 dias,no dia 10/08, e diversas reclamações com os CTT a minha encomenda foi finalmente apresentada ao controlador da alfândega e a mesma teve a liberação de saída nesse mesmo dia. Hoje já são 19/08 e a encomenda ainda não foi colocada em expedição pois o CTT alega que o pacote se encontra na alfândega. Eu trabalho com e commerce internacional e para além disso já falei com o diretor da alfândega do Porto e sei exatmente com funciona o desalfandegamento dos envios, ou seja, o pacote NUNCA sai de dentro do armazém do CTT e o controlador da alfândega vai todos os dias até o armazém e confere todos os pacotes que lhe apresentam. Tendo isto em conta quero saber porque um pacote que estava com a documentação TODA CORRETA E PAGA só foi apresentado ao controlador passado 7 dias e porque após ter sido liberado não foi imediatamente enviado para expedição ? Todas as vezes que ligo para os CTT me dao a desculpa de que o serviço está tendo uma demora, mas acho inadmissível o consumidor comprar um serviço EXPRESSO e ter que esperar quase 1 MÊS para receber a encomenda por falta de organização do CTT e por falta de equipe capacitada. Para alem disso, e inadmissivel o consumidor nao receber um prazo para a entrega de um item que ja se encontra para expedicao desde o dia 10/08 e todas as vezes que ligo dizem que tenho que aguardar. Deste forma poderei aguardar 1 dia quanto 1 ano.Entendo que podem ocorrer atrasos de 1 ou 2 dias nas entregas, mas não de 2 semanas para um serviço que se diz expresso. Quando o servico foi contrato junto ao Correio do Brasil o prazo de entrega estimado era de 8 a 11 dias uteis. Tendo em vista que o pacote foi entregue ao Correio no dia 22/07 as 13:47hrs, o envio deveria ter sido entregue no dia 06/08, ja vamos no dia 19/08 e continuo sem saber o status do mesmo.Por isso exijo ser ressarcida o valor do transporte tendo em vista que o serviço NÃO foi realizado como contratado.
Recusa de emissão de fatura-recibo
No dia 10 de agosto utilizei a plataforma Booking para efetuar a reserva no Inatel do Luso, pagando de imediato 44,24€. Estive instalada com o meu marido no dia 11, realizando o check-out no dia seguinte. Quando solicitei a fatura-recibo, foi-me dito que não seria o hotel a emitir - teria que pedir ao Booking. Contactei este último via site, mas sem resposta até ao momento. No dia 18 contactei via telefone a secção de Reservas da Booking, que me informou que teria que ser o Inatel a passar o Recibo. Contactei o Inatel, que me informou que teria que ser o intermediário (Hotel Beds) a passar. Contactei o Hotel Beds, que disse que teria que ser o Booking... Enfim, ando há mais de 1 semana a tentar obter um simples documento que a lei obriga as entidades a passar, sem ser preciso sequer o cliente pedir! O que posso fazer mais para ter o recibo?
Recusa de emissão de fatura-recibo
No dia 10 de agosto utilizei a plataforma Booking para efetuar a reserva no Inatel do Luso, pagando de imediato 44,24€. Estive instalada com o meu marido no dia 11, realizando o check-out no dia seguinte. Quando solicitei a fatura-recibo na receção, foi-me dito que não seria o hotel a emitir - teria que pedir ao Booking. Contactei este último via site, mas sem resposta até ao momento. No dia 18 contactei via telefone a secção de Reservas da Booking, que me informou que teria que ser o Inatel a passar o Recibo. Contactei o Inatel, que me informou que teria que ser o intermediário (Hotel Beds) a passar. Contactei o Hotel Beds, que disse que teria que ser o Booking... Enfim, ando há mais de 1 semana a tentar obter um simples documento que a lei obriga as entidades a passar, sem ser preciso sequer o cliente pedir! O que posso fazer mais para ter o recibo?
Advance care - péssima qualidade de atendimento e serviço
Venho através dessa reclamar da qualidade de serviço do operador de saúde Advance care. Pedidos de reembolso, formulários preenchidos são misticamente perdidos pelo sistema, o problema é recorrente. Tento a mais de 2 meses conseguir reembolso para a armação de óculos de grau no valor de 122,30 € , porém como a dois meses antes havia feito reembolso de lentes de grau (lentes apenas, não armação), o sistema automático da empresa e seus robôs atendentes não conseguem interpretar a situação apenas para a armação. Sendo assim, toda vez que abro tickets ou chamados ou fico horas no chat da empresa ( atenção sempre tenho que contar toda a história novamente, porque o sistema e os atendentes sempre esquecem) , meus chamados e pedidos são fechados argumentado que não posso solicitar reembolso de lentes e armações por causa do plafond atingido. Atenção, só usei o plafond das lentes, agora quero usar somente para armação, porém a inconpetência da empresa em entender essa situação é lamentável. Solicito reclamação formal e encaminhamento as entidades reguladoras de saúde para a fiscalização efetiva do plano de saúde advance care, tanto no atendimento, na qualidade de serviço, transparência e principalmente respeito ao consumidor. Menos política, mais eficácia e transparência.
Compra online
Fiz uma compra online há 15 dias no site da homa, havendo indicação no site que havia os produtos. Na semana passada recebi indicação para ir levantar a encomenda na loja do Sintra Retail Park, conforme meu pedido. Quando levanto a encomenda dizem não ter mais do que 2 artigos para me entregar quando eu pedi 7. Referem que na loja nada tem a ver pois é c o serviço online. Deixei indicação que não tinha recebido os artigos todos e enviei email a reclamar. Há uma semana atrás enviam email a dizer que estão a ver se arranjam os restantes artigos noutros armazéns e eu refiro q ye vou esperar. Ontem enviei novo email pois até ao momento ainda não me disseram nada. Não consigo perceber porque é que me enviam SMS a dizer que a encomenda está para levantamento quando não tem todos os artigos para entregar e não avisam o cliente desta questão. Aguardo que até ao final da semana me digam alguma coisa pois caso contrário solicito que me devolvam o dinheiro dos restantes artigos. Acho indecente a forma de procedimento desta loja, se no site diz que há o artigo e obrigação da loja entregar a encomenda completa ou avisar atempadamente. Não deveria o cliente ter de esperar. Já aconteceu também com uma irmã minha está questão mas disseram lhe logo que não havia os artigos disponíveis.. Aguardo feedback. Obrigada
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
