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Encomenda a ser devolvida pelos ctt
Boa tarde, comprei uma trotinete Kukirin G2, no site kukirin.pt, no dia 22/12/2025, tinha uma bolsa de oferta que chegou em dois dias, mas a trotinete nao chega, quando verifico a encomenda nos CTT, vejo que a encomenda agora esta a ser devolvida a espanha ( remetente em Toledo/Illescas), mando email a pedir informações a kukirin, (contato@kukirin.pt) mas nao me respondem. Visto que a bolsa foi entregue e era uma encomenda com dois volumes, qual será o problema? Em anexo deixo fotos com dados da encomenda na kukirin, e dados da entrega nos ctt. Obg Att Carla Tita
Pedido de apoio – Reclamação contra Água Hotels Sal Vila Verde e Interpass
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o apoio da DECO PROteste relativamente a uma situação de grave incumprimento contratual e desrespeito pelos direitos do consumidor, ocorrida no âmbito de uma estadia hoteleira e do tratamento posterior da respetiva reclamação. Em janeiro de 2025 realizei uma estadia de uma semana no hotel Água Hotels Sal Vila Verde, reserva efetuada através da Interpass, entidade da qual sou sócia. Desde o momento da entrada no apartamento, verifiquei um conjunto de situações graves, nomeadamente: falta de higiene e limpeza, presença de baratas, toalhas com vestígios de sangue, ausência de água quente durante vários dias, inexistência de acesso à internet na maior parte do hotel, ausência de animação anunciada e problemas com o serviço de transfer. A situação foi comunicada de imediato no local e formalizada por escrito no Livro de Reclamações Oficial do hotel no dia 18 de janeiro de 2025, bem como através da plataforma Tripadvisor. Apesar disso, não obtive qualquer resposta dentro dos prazos legais. Apenas após insistência da minha parte, cerca de 11 meses depois, foi apresentada uma “compensação” por parte do hotel, correspondente a apenas uma noite de estadia futura, a qual considero manifestamente insuficiente e desajustada face à gravidade dos factos. Acresce ainda que: * A Interpass, enquanto intermediária da reserva, nunca assumiu uma posição clara nem comunicou formalmente a proposta de compensação, tendo sido o hotel a fazê-lo diretamente no qual aguardo desde o dia 07/01/2026 que esta informação chegue pela minha intermediária; * Verificou-se uma constante transferência de responsabilidades entre o hotel, a Interpass e outras entidades envolvidas, sem resolução efetiva; * A resposta à reclamação não respeitou os prazos legais nem os deveres de informação e transparência para com o consumidor. Face ao exposto, solicito o vosso apoio no sentido de analisar esta situação e orientar-me quanto aos meios adequados para defesa dos meus direitos, incluindo eventual mediação, reclamação junto das entidades competentes ou outros mecanismos legais ao dispor do consumidor. Encontro-me disponível para facultar toda a documentação de suporte, incluindo cópia das reclamações, comunicações trocadas e comprovativos. Com os melhores cumprimentos, Madalena Santos
Burla
Venho por este meio fazer reclamação sobre a empresa Skydive Maia. Efetuei a compra de 2 saltos (Pack Aproveita agora! 2 Saltos) de quantia 399.98 euros a 24/12/2024 com os respetivos números de voucher 241220508 e 241220509 com data de salto confirmada para dia 19/09/2025 pelas 9:30 horas. Posteriormente, no dia 11/09/2025 fui contactado via email o informar que não seria possível realizar o salto devido a restrições impostas pelo Aeroporto do Porto, sitando " Vimos por este meio informar que, devido a restrições impostas pelo Aeroporto do Porto, motivadas pelo aumento excecional do tráfego aéreo estaremos sem atividade previsivelmente até dia 20 setembro, não será possível realizar quaisquer saltos de paraquedismo durante este intervalo. Estas restrições impedem-nos de manter a operação regular na zona da Maia, pelo que nos vemos forçados a cancelar temporariamente toda a atividade neste local. Neste momento, a nossa agenda encontra-se temporariamente fechada, precisamente para evitar novas marcações até que possamos reorganizar todos os saltos já adiados. Contamos ter novidades a partir do dia 30 setembro, com datas mais seguras para reagendamento.". Aguardando pela data de abertura do reagendamento (30/09/2025) data indicada via email, nenhum informação me foi dada quer via email quer via telefone. Alias, desde ontem nunca mais fui contacto nem consegui contactar a empresa de nenhuma forma. Posteriormente, consegui fazer reagendamento para dia 16/02/2026. Mas hoje (08/01/2026) deparo-me com informação e centenas de queixas pelo mesmo motivo que eu entre outros como burla, falta de resposta por parte da empresa Skydive Maia e muitos outros. Venho assim reclamar e solicitar a devolução do Valor. Deixo em anexo todos as mensagens e emails enviados e recebidos e respetivos comprovativo quer de pagamento como de todas as marcações e desmarcações do serviço.
Reclamação por experiência horrível, paguei a dobrar
Segue o texto enviado por mail ao booking: Fiz uma reserva no booking com este número 6579607567 Quiet cosy Rooms em Londres 4 noites 393 Libras de 29 a 2 janeiro Nunca tive uma estadia tão horrível como esta, e a baixo envio-vos a descrição do que se passou, as fotos que enviei à proprietária a até a conversa indigna, e lamentável que teve comigo por whatsapp, em género de gozo. E para não ficarmos mais doentes nessa noite, tive de marcar novo hotel para nos mudarmos, também no booking como podem confirmar: Reserva nº 5832409794 Orchard Hotel e tive de pagar mais 501 libras por 3 noites de 30 a 2 janeiro. Quando chegámos ao quarto Quiet cosy Rooms foi com isto que nos deparámos: A entrada do quarto era nas traseiras de um prédio nojento, à entrada passou-nos uma ratazana enorme à frente. Os lençóis tinham manchas e cabelos, assim como as fronhas das almofadas, e nem sequer estavam passados a ferro, muito menos lavados, nojento! Quando chegámos à noite, a janela estava aberta, imaginem o gelo que estava no quarto, nessa noite estavam 2 graus. O quarto tinha um aquecedor que não funcionava na parede, existia um outro portátil, pequeno que fazia um barulho enorme e não aquecia nem meio quarto, e era impossível dormir com aquele barulho! A minha filha ficou doente por dormir com frio, e eu nada dormi. A fechadura da casa de banho estava partida e nem dava para fechar. O armário por de baixo do lavatório ( único sítio para guardar as coisa da nossa higiene) estava nojento, não era limpo há meses! O barulho vindo da rua parecia que não tinha janelas sequer! Enviei mensagem à proprietária assim que vimos os problemas, ao que me respondeu que era a zona mais barata de londres e nada iria fazer, que não era um alojamento de 5 estrelas, eu paguei ao booking 451€ por 4 noites 112€/noite. Enviei as fotos com os cabelos e manchas nos lençóis para a pessoa responsável, ao que me respondeu por escrito ( junto em anexo) que não queria saber dos nossos problemas... Eu nunca tive uma experiência tão má! Tinha apenas um rolo de papel higiénico, também questionei sobre isso, e a proprietária conseguiu responder-me que um rolo chegava bem para 5 dias...incrível! O pequeno almoço incluído era café em grão e uns chás, mais um bolos mínimos embalados em plástico, eram 4 embalagens mínimas, para 5 dias??? Não há palavras para esta má experiência! A chaleira onde podia aquecer a água, estava tão nojenta, que nem dava para pegar! Nessa mesma noite tive de pagar outro hotel, para o Orchard Hotel, e paguei mais 575€ para não ficarmos os dois doentes, pagando um total de 1026€ por 4 noites... Como vosso cliente habitual nunca pensei que tal pudesse acontecer, já fiz os meus comentários na página da reserva, mas acho que no mínimo devia ser indemnizado pelo valor da primeira reserva que deixou a minha filha doente para os restantes dias, e nos causou muito transtorno e uma despesa extra de 501 libras. Para continuar como até aqui, a confiar no Booking, espero que respondam à minha queixa da melhor forma possível. Muito obrigado Paulo Alves Enviei este texto tal e qual ao Booking reclamando, no passado domingo, e lamentavelmente fizeram-me hoje um crédito de apenas 45 libras Perante as 501 libras a mais que tive de gastar devido a um serviço, miserável na plataforma do booking em que ficámos doentes e ainda gozaram connosco, acho uma falta de respeito apenas nos devolverem 45 libras. Não entendo mesmo... Precisava da vossa ajuda Junto em anexo as fotos do quarto, e a conversa tida com a responsável por whatsapp, lamenável!
Impossibilidade de cancelamento de reserva por falha de comunicação entre Booking e alojamento
Exmos. Senhores, O meu nome é Jiahui Chen e venho por este meio apresentar uma reclamação formal relacionada com a impossibilidade de cancelar uma reserva efetuada através da plataforma Booking.com, apesar de existir concordância prévia por parte do alojamento “Flores Guest House”. Dados da reserva: - Número de confirmação: 15030387331910247860 - Datas reservadas: 01/10 a 01/11 - Plataforma de reserva: Booking.com ### Exposição dos factos 1. Após ter verificado que reservei as datas incorretamente, entrei em contacto telefónico com o alojamento, que concordou com o cancelamento da reserva sem custos, conforme comprovado por registos/mensagens que posso apresentar. De seguida, procedi ao pedido de cancelamento através da própria plataforma Booking (opção “Gerir reserva → Cancelar pedido → Isenção de taxa de cancelamento”). Contudo, recebi posteriormente uma notificação da Booking a informar que o alojamento teria recusado o pedido, pelo que o cancelamento não foi efetuado. 2. Voltei então a contactar o alojamento por telefone e por email. O alojamento afirmou que não recebeu qualquer pedido de cancelamento enviado pela Booking, alegando que não tem capacidade para cancelar unilateralmente a reserva. Acrescentou ainda que, segundo o seu sistema interno, a reserva teria sido efetuada através de uma terceira plataforma (Expedia), e que o número interno deles não corresponde ao meu número de confirmação, motivo pelo qual dizem não conseguir prestar assistência. Esta posição encontra-se documentada por email. 3. Em paralelo, contactei o serviço de apoio ao cliente da Booking, que afirmou que o pedido de cancelamento foi devidamente enviado ao alojamento e que não pode voltar a intervir no sistema sem a aprovação do mesmo. 4. Após múltiplas tentativas de contacto com ambas as partes, fiquei numa situação em que nenhuma entidade assume responsabilidade, impossibilitando-me de exercer o meu direito enquanto consumidora. Esta situação levanta sérias dúvidas, nomeadamente: - Se é verdade que a Booking processou a reserva através de um terceiro (Expedia) sem que tal fosse claro para o consumidor, criando um sistema interno opaco que impede a gestão legítima da reserva; - Ou, alternativamente, se o alojamento recebeu efetivamente o pedido de cancelamento, mas o recusou por razões comerciais, induzindo o consumidor em erro ao afirmar que: 1) não recebeu qualquer comunicação; 2) não consegue localizar a reserva e que esta estaria vinculada à Expedia, remetendo indevidamente o consumidor para outra entidade. ### Fundamentação da reclamação Independentemente de qual destas hipóteses seja verdadeira, considero que esta situação viola claramente os meus direitos enquanto consumidora, nomeadamente: - o direito à informação clara e transparente; - o direito a uma resposta diligente e coerente por parte dos prestadores de serviços; - o direito a mecanismos eficazes de resolução de conflitos, sem que o consumidor fique bloqueado entre plataformas. ### Pedido Solicito, assim, a intervenção da DECO PROteste, no sentido de: - promover a clarificação e investigação da responsabilidade entre a Booking e o alojamento; - assegurar que o cancelamento seja tratado de forma justa e conforme o que foi acordado; - contribuir para a proteção dos direitos do consumidor e para a transparência das práticas das plataformas de reserva online. Agradeço desde já a atenção dispensada e coloco-me à disposição para fornecer todos os comprovativos necessários. Com os melhores cumprimentos, Jiahui Chen
cobrança indevida
Exmo. Senhor/a, Venho por este meio formalizar uma reclamação e contestar veementemente a cobrança no valor de 838,04 € referente a alegados danos na viatura da marca Volkswagen t-Cross, com a matrícula n.º AU-24-OZ, no âmbito do Contrato de Aluguer número PT 81 11 23 e Reserva efeituado na CARJET: Booking ref.: CJT-194394334 já efetuei varias reclamações escritas ate agora sem resposta dos vossos serviços isto, já a mas de 30 dias … situação inadmissível. Face ao exposto, solicito o cancelamento imediato da cobrança indevida e o reembolso de qualquer valor que me tenha sido cobrado . cumprimentos
Denúncia contra AEGEAN por violação do Regulamento Europeu 261/2004
Denúncia contra AEGEAN por violação do Regulamento Europeu 261/2004 Exmºs Srs: No âmbito do Regulamento Europeu 261/2004: - Dia 23/12/2025 submeti formulário no site da companhia aerea AEGEAN, com todos os comprovativos; - Dia 24/12/2025 recebi e-mail automático AEGEAN e confirmei pedido anterior; - Dia 7/01/2026 recebi e-mail AEGEAN a recusar ilegalmente o cumprimento do dever de compensação, violando o Regulamento Europeu 261/2004. Junto todos os comprovativos. Peço e espero justiça! Muito obrigada! Com os melhores cumprimentos, Daniela Arinto Complaint against AEGEAN for violation of European Regulation 261/2004 Dear Sirs/Madams: Within the scope of European Regulation 261/2004: - On December 23, 2025, I submitted a form on the AEGEAN airline website, with all supporting documents. - On December 24, 2025, I received an automated email from AEGEAN confirming my previous request. - On January 7, 2026, I received an email from AEGEAN illegally refusing to fulfill the obligation to compensate, violating European Regulation 261/2004. I have attached all supporting documents. I request and expect justice! Thank you very much! Sincerely, Daniela Arinto
Fraude e venda abusiva
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação contra a empresa Interpass Portugal, com a qual celebrei um contrato em 2025, sob o número de contrato 176848 mediante o pagamento de uma joia de adesão e o compromisso de mensalidades subsequentes sob garantias citas abaixo. Na altura, o contrato foi-me apresentado como “vitalício”, garantindo acesso contínuo aos serviços da Interpass. Eu, Ramon Enrique Alejandro de Armas, titular do contrato “Premium” n.º 176848 (e cotitular, Anastasiya Bondarenko) celebrado em 12-03-2025, venho, nos termos dos artigos 432.º, 433.º, 801.º e 808.º do Código Civil, bem como da legislação de defesa do consumidor (DL n.º 24/2014 e DL n.º 446/85), comunicar a resolução imediata do referido contrato, por incumprimento contratual da Interpass. No ato da celebração foi-me garantido, presencialmente e em gravação (telefónica), que, através dos seus serviços e parceiros, beneficiaria de preços mais baixos e que em todas restantes plataformas concorrentes (e.g., Trip.com, Revolut, etc.) o que não se verificou até ao momento, depois de várias tentativas de usufruir o serviço que já foi pago até ao momento no valor de 259€. O contrato foi celebrado sob a condição essencial e a promessa de que teria acesso aos “preços mais baixos do mercado” em todos os serviços de viagens, o que demonstrou ser sistematicamente falso. Para não mencionar o facto de que fomos "atraídos" para esta empresa com imensa insistência à semelhança de outras queixas lidas neste site por chamadas telefónicas sobre um voucher que podíamos usufruir de forma gratuita e não vinculativa numa estadia 2 ou 4 noites dependendo do destino. Sendo que mesmo depois do contrato nunca nos foi dado como disponível como prometido. Este facto configura um “Incumprimento Definitivo” da obrigação principal do serviço - a garantia de poupança – o que me confere o direito à resolução, nos termos do Artigo 801.º do Código Civil. Mais informamos que a referida promessa de “preços garantidos” constitui uma Ação Enganosa que viciou a nossa vontade de contratar, violando o Artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 57/2008. (Lei das práticas comerciais desleais). Posteriormente, fui pressionado a aderir, depois de sucessivas chamadas telefónicas, por exemplo, a mudança de fornecedor de energia que manteria os valores que tinha na EDP (serviço contratado no momento), o que não se verificou: ao aderir à Galp Energia através da Interpass (gravado numa chamada telefónica), a fatura passou a ser cerca de 15 € superior, obrigando-me a novo processo de mudança e a perda de várias horas do meu tempo pessoal, sem qualquer resolução da parte Interpass ignorando a situação prometida apesar das reclamações apresentadas à gestora via chamada telefónica "gravada" segundo a Interpass. Mais informo que nunca usufruí de qualquer serviço do contrato até à presente data, tendo apenas sido alvo de sucessivas chamadas de telemarketing para serviços adicionais que recusei e para as quais já solicitei, sem sucesso, a cessação de contactos, o que constitui prática comercial agressiva e contrária aos deveres para com o consumidor. Face ao exposto, considero verificado um incumprimento definitivo das obrigações assumidas pela empresa. Dado a situação não se encontrar resolvida, enviei uma carta registada com aviso de recepção que deixo a fotografia em anexo nesta queixa, para aviso formal de bloqueio do débito direto para quaisquer débitos da parte da empresa. Após este episódio fui contactada pela Interpass a ameaçar me se não regularizar o pagamento em como me "vão buscar todo dinheiro que falta até fim de contrato a bem ou a mal" e ameaçando que o meu pedido e as queixas não vão chegar a lado nenhum. Adicionalmente ameaçando que a queixa formal com qual "vai proceder na de seguida" e "o tribunal mencionado no contrato vai me buscar o dinheiro remanescente ao salário" cito pelas palavras do pessoal da Interpass utilizou. Quando alertado que a chamada ia ser gravada, desligaram a mesma. Durante o último dia do ano 31-12-25 ligaram de vários números no total de 30 vezes. Considero que tal prática é abusiva e contrária à lei portuguesa, nomeadamente ao disposto no Decreto-Lei n.º 24/2014 (Direito dos Consumidores) e no Regime das Cláusulas Contratuais Gerais (Decreto-Lei n.º 446/85), que proíbem cláusulas que criem obrigações de duração indefinida e condicionem injustificadamente a liberdade de rescisão do consumidor. Assim, solicito a imediata anulação do contrato e cessação de todas as cobranças futuras, bem como a avaliação da validade das cláusulas ditas “vitalícias” que me foram impostas. Adicionalmente, requeiro que este caso seja analisado pela DECO e, se necessário, encaminhado ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo competente, para defesa dos meus direitos enquanto consumidora. Sem outro assunto de momento, Subscrevo-me com os melhores cumprimentos, Anastasiya Bondarenko Número de contrato 176848 NIF:262232626 E-mail: nastiabondarenko@hotmail.com 06/01/2026 Porto Portugal
Enganado
I am writing to submit a formal complaint regarding an unauthorised automatic renewal charge of 69.99 EUR for eDreams Prime, which was processed via PayPal in January 5, 2026. For clarity, I would like to outline the facts: • I subscribed to eDreams Prime in 2024 in connection with a booking. • Throughout the entire year of 2025, I did not use any Prime benefits or services. • In January 5, 2026, the annual Prime fee of 69.99 EUR was charged without my awareness. • I did not receive any clear, prominent, or effective reminder prior to this renewal. • Upon discovering the charge, I immediately cancelled the Prime subscription and contacted your customer service to request a refund. • My refund request was refused. Given the above, I believe this charge constitutes an unfair commercial practice, particularly an automatic renewal without effective prior notification, which is not compliant with EU consumer protection principles regarding transparency and informed consent for recurring subscriptions. I am therefore requesting: • A full refund of 69.99 EUR, and • Written confirmation that the Prime subscription has been fully cancelled.
Mau serviço prestado
Exmos. senhores Agradeço que transmitam à gerência do Évora Hotel para os devidos efeitos o seguinte: sou (era) cliente do hotel com várias boas experiências aí vividas nomeadamente em passagens de ano, páscoa e outras. Nem eu, nem a minha família, nem as muitas famílias que aí escolheram fazer a passagem do ano mereciam o que lhes aconteceu. Muito menos que quando confrontados com as queixas apresentassem a desculpa miserabilista de "contenção de custos". Até porque do lado dos clientes não houve contenção de custos, uma vez que pagamos e bem um serviço sem qualidade e que não respeitou o espírito da época e não fez o cliente sentir que estava a viver um momento especial e diferente. No jantar dito de gala houve pouco jantar e pouca "gala". Serviço caótico, ao contrário do ano passado optaram por servir já os pratos individuais e assim assistimos aos empregados a descerem aos magotes e em correria as escadas de acesso à sala equilibrando vários pratos nos seus dois braços. Não se conseguia começar a comer ao mesmo tempo. A comida já chegava fria e mais fria ficava. O tempo de espera entre pratos quase dava para iniciar a digestão entre cada um. Quando se chegou perto do fim do serviço já era quase meia-noite. Eramos cinco quartos na mesa (11 pessoas), porém, não queriam deixar uma garrafa de vinho tinto e uma de branco na mesa, com o argumento de que eram as ordens que tinham, mesmo que essa solução até permitisse poupar pessoal e agilizar o serviço, em vez de mais uma vez dar uma imagem de pretensa poupança miserabilista. Aliás, idêntica postura aconteceu quando do champanhe para o fim do ano, aí só querendo disponibilizar uma garrafa por mesa. Quanto ao menu, o folhado de pato com o pato frio e gordurento, bacalhau que seria quanto muito um quarto de posta, carne também fria e um bolo que mais era uma pasta de açúcar seca. Já era quase meia-noite quando o serviço ficou perto do final. Meia-noite que, para cúmulo, esteve desfasada nos ecrãs três minutos da hora apresentada nos telemóveis. As animações nos ecrãs eram muito pobres e foram apagadas antes do fim da festa ficando nos seus lugares a imagem de fundo dos computadores/sistema. Quanto à Abaladiça entendo que devia haver vergonha pelo que apresentaram este ano, uma ofensa aos hóspedes e ao espírito da época e onde todos nos devíamos sentir especiais. Tudo colocado (lançado) sobre duas pequenas mesas separadas quais pequenas ilhas na sala de ligação. Nada de qualquer decoração, qualquer arranjo, qualquer cuidado no empratamento dos poucos géneros apresentados. Os camarões cozidos (secos e com a casca colada ao corpo) lançados numa travessa, podiam estar arranjados em pirâmide, uma qualquer atenção, nada. O leitão então, dado até estarmos no Alentejo seria de esperar que estivesse muito bom, estava completamente emaciado, mole mesmo, nada crocante e enjoativo. Açorda? Não vi, mesmo que estivesse uma terrina recordo que estavam bem mais de cem pessoas. Em suma, da Abaladiça não comi nada, repito e afirmo, nada. E tinha fome (depois de um jantar de gala é obra, não é?). E quanto ao almoço de ano novo? Podia ser de um outro dia qualquer de um qualquer outro buffet, servido num espaço frio de ligação entre salas, sem qualquer decoração alusiva na mesa e onde os restos do camarão e do leitão da véspera reforçavam visualmente a zona de saladas frias. O prato forte do almoço de ano novo um gordurento estufado/grelhado??? de pontas de potra em cebolada com batatas assadas aguadas e encruadas e uma carne assada escura. Para cúmulo e para a despedida cobraram-me no check- out por uma garrafa de água consumida no quarto e que não teria pago. Releva-se que a garrafa de água em causa foi reposta sem qualquer pergunta se pretendia uma nova garrafa de água em substituição da que se encontrava no quarto à chegada e muito menos me foi alertado para que caso optasse pelo seu consumo a teria de pagar. Nova gerência? Contenção de custos? Enfim.....Adeus Évora Hotel. Ele há coisas que é difícil ultrapassar.
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