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Reclamação Formal – Viagem Al Hoceima (Junho 2024) – Incumprimento Contratual Grave
Reclamação Formal – Viagem Al Hoceima (Junho 2024) – Incumprimento Contratual Grave e Pedido de Reembolso Total À DECO PROTESTE, Eu, Joana Gentil, venho por este meio apresentar uma queixa formal contra a Viagens Abreu, relativa ao pacote de férias para Al Hoceima (Marrocos), com estadia no Radisson Blu Resort, realizado em junho de 2024. Apesar de múltiplas tentativas de resolução direta (e-mail de 10/06/2024, Livro de Reclamações físico fls. 171141180 e reclamações online ROR00000000045072611 e ROR00000000045137994), a agência limitou-se a oferecer um "vale" de 100€, valor que considero ofensivo face à gravidade dos factos. Fundamentos da Reclamação: 1. Falta de Assistência e Segurança: À chegada (1:30h), fomos abandonados sem alimentação ou ajuda. Os passaportes foram retidos e depois entregues de forma negligente numa caixa de cartão, expondo dados sensíveis de dezenas de passageiros. 2. Insalubridade e Falta de Higiene: O quarto apresentava insetos mortos, beatas de cigarro e infiltrações graves na casa de banho. O resort não cumpria os padrões mínimos de uma unidade de 5 estrelas vendida pela agência. 3. Ruptura de Serviços (Sold Out): Inexistência de bens básicos (comida, água, toalhas, secadores). A barreira linguística e a ausência total do guia da Abreu deixaram-nos em situação de desamparo, sendo necessária a ajuda de guias de outras empresas. 4. Publicidade Enganosa: O produto vendido não correspondeu, em medida alguma, à realidade encontrada, configurando um incumprimento do contrato de viagem organizada (DL n.º 17/2018). Pedido: Face ao exposto, e visto que a viagem foi uma experiência de privação e stress em vez de lazer, exijo o reembolso integral do valor pago pelo pacote de viagem (Joana Gentil e Gonçalo Florindo), uma vez que o serviço contratado não foi prestado. Rejeito liminarmente qualquer proposta de "vale de desconto", pois não pretendo manter relação comercial com uma entidade que ignora os direitos básicos do consumidor. Com os melhores cumprimentos, Joana Gentil
Reclamação formal e pedido de reembolso – Voucher Salto de Paraquedas
Exmos. Senhores, Venho por este meio formalizar uma reclamação formal relativa ao voucher para um Salto de Paraquedas adquirido junto da Vossa Empresa no dia 31 de Março de 2024, com a referência 240320054. O serviço contratado e integralmente pago, no valor de 239.99 €, nunca foi prestado, apesar das minhas sucessivas tentativas de agendamento ao longo de vários meses. Desde a data da aquisição até à presente data, o serviço foi repetidamente cancelado por motivos alheios à minha vontade e que se enquadram na esfera de responsabilidade da Vossa Empresa, ou que deveriam ter sido devidamente previstos e geridos. Entre os motivos invocados para os sucessivos cancelamentos incluem-se, designadamente: Condições meteorológicas desfavoráveis e Restrições aéreas no espaço aéreo do Porto (OPO). A certa altura tiveram que estender a validade do meu voucher, pois os repetidos cancelamentos já ultrapassavam a data de validade do mesmo. A incapacidade prolongada da Vossa Empresa em prestar o serviço contratado configura um incumprimento definitivo e reiterado do contrato, nos termos dos artigos 798.º e 801.º do Código Civil, sendo manifestamente excessivo qualquer prazo adicional de espera. Acresce que, nos termos do artigo 4.º da Lei n.º 24/96, de 31 de julho (Lei de Defesa do Consumidor), o consumidor tem direito à prestação efetiva do serviço contratado, bem como à reposição da situação que existiria caso o contrato tivesse sido pontualmente cumprido. Por outro lado, a imposição de sucessivos reagendamentos sem execução efetiva do serviço, ao longo de um período tão dilatado, viola o princípio da boa-fé contratual, consagrado no artigo 762.º do Código Civil, bem como os direitos do consumidor à qualidade, fiabilidade e previsibilidade da prestação do serviço. Face ao incumprimento grave, reiterado e prolongado por parte da Vossa Empresa, e à impossibilidade objetiva de usufruir do serviço contratado, venho por este meio declarar a rescisão imediata do contrato de prestação de serviços, ao abrigo do disposto nos artigos 432.º e 801.º do Código Civil, e exigir o reembolso integral e imediato do montante pago, nos termos legais. Solicito que me seja comunicada, por escrito, no prazo legalmente razoável de 15 dias, a forma e o prazo para a restituição do valor (239,99) em causa. Na ausência de resposta ou de resolução satisfatória, reservo-me o direito de recorrer aos meios legais ao meu dispor, incluindo Livro de Reclamações, entidades de resolução alternativa de litígios de consumo e vias judiciais. Aguardo o vosso contacto urgente para vos facultar os dados necessários para a transferência bancária. Caso não seja respondido no prazo de 15 dias, a 18 de Janeiro apresentarei reclamação legal. Com os melhores cumprimentos, Beatriz Pacheco de Carvalho
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Exmos. Senhores, Venho por este meio formalizar uma reclamação formal relativa ao voucher para um Salto de Paraquedas adquirido junto da Vossa Empresa no dia 31 de Maio de 2025, com a referência 250620719. O serviço contratado e integralmente pago, no valor de 239.99 €, nunca foi prestado, apesar das minhas sucessivas tentativas de agendamento ao longo de vários meses. Desde a data da aquisição até à presente data, o serviço foi repetidamente cancelado por motivos alheios à minha vontade e que se enquadram na esfera de responsabilidade da Vossa Empresa, ou que deveriam ter sido devidamente previstos e geridos. Entre os motivos invocados para os sucessivos cancelamentos incluem-se, designadamente: Condições meteorológicas desfavoráveis e Restrições aéreas no espaço aéreo do Porto (OPO). A incapacidade prolongada da Vossa Empresa em prestar o serviço contratado configura um incumprimento definitivo e reiterado do contrato, nos termos dos artigos 798.º e 801.º do Código Civil, sendo manifestamente excessivo qualquer prazo adicional de espera. Acresce que, nos termos do artigo 4.º da Lei n.º 24/96, de 31 de julho (Lei de Defesa do Consumidor), o consumidor tem direito à prestação efetiva do serviço contratado, bem como à reposição da situação que existiria caso o contrato tivesse sido pontualmente cumprido. Por outro lado, a imposição de sucessivos reagendamentos sem execução efetiva do serviço, ao longo de um período tão dilatado, viola o princípio da boa-fé contratual, consagrado no artigo 762.º do Código Civil, bem como os direitos do consumidor à qualidade, fiabilidade e previsibilidade da prestação do serviço. Face ao incumprimento grave, reiterado e prolongado por parte da Vossa Empresa, e à impossibilidade objetiva de usufruir do serviço contratado, venho por este meio declarar a rescisão imediata do contrato de prestação de serviços, ao abrigo do disposto nos artigos 432.º e 801.º do Código Civil, e exigir o reembolso integral e imediato do montante pago, nos termos legais. Solicito que me seja comunicada, por escrito, no prazo legalmente razoável de 15 dias, a forma e o prazo para a restituição do valor (239,99) em causa. Na ausência de resposta ou de resolução satisfatória, reservo-me o direito de recorrer aos meios legais ao meu dispor, incluindo Livro de Reclamações, entidades de resolução alternativa de litígios de consumo e vias judiciais. Aguardo o vosso contacto urgente para vos facultar os dados necessários para a transferência bancária. Caso não seja respondido no prazo de 15 dias, a 18 de Janeiro apresentarei reclamação legal. Com os melhores cumprimentos, Estefânia Nogueira de Castro
Enganada
Comprei uma passagem de 53€, ainda verifiquei que não estava assinado nada extra,nessa empresa me colocou num programa prime e cobrou 89€ da minha conta, sem minha permissão e agora não atende ao telefone, já tinha passado por isso,bem outra compra e cancelei antes da cobrança, logo q percebi, dessa vez,mesmo verificando, não aceitando, fui cobrada, peço meu dinheiro de volta
Fatura para subsídio de mobilidade de residência dos Açores
Solicitei que me envie a fatura completa ou detalhada á eDreams, para fins do subsídio social mobilidade residente dos Açores, referente á reserva n. 24280120014, em 17dez2025. Já foi pedido esta fatura via ticket, no site oficial. Mas ainda não obtive resposta.
Bagagem Cabine danificada
Referência CEQ-0876V98 Detalhe Bagagens Motivo Dano Nomes e sobrenomes PEDROMIGUEL DOSSANTOSCASTRO Tipo de documento PP Nº de documento CC027119 Telefone 351 938469059 País PT Número do bilhete 0575591044176 DADOS DO VOO 04/12/2025 UX1147 MAD-OPO No voo anterior de conexão Air France AF1400 CDG - MAD, por suposta falta de espaço, exigiram que as nossas malas de cabine fossem para o porão, apesar de nossa reclamação, pois as malas não estavam preparadas para ir para o porão. Após chegada a Madrid tentamos reclamar as nossas malas, para irem connosco conforme contratado, mas apesar dos nossos esforços, não conseguimos. Quando chegamos ao destino final, Porto, recebemos uma das malas toda partida e em mau estado, como pode ser comprovado nas fotos anexas
Práticas abusivas e enganosas
Reserva paga online via DiscoverCars/Funchal Drivers. No levantamento exigiram caução de 2000€ e recusaram o cartão usado na reserva, apesar de estar em meu nome e eu ser o condutor. Em nenhum ponto das condições é referido que cartões de empresa não são aceites; apenas é indicado que o cartão deve estar em nome do condutor, requisito que o meu cartão cumpre. Não foi apresentada qualquer alternativa, apenas pressão para usar outro cartão que não possuía ou contratar um seguro adicional muito mais caro ou então perdia o valor da reserva já feita. O carro entregue não corresponde ao reservado. Prática abusiva e enganosa.
Sem viatura nem devolução do valor
Fiz uma reserva na carjet entre os dias 29 de dezembro de 2025 e 3 de janeiro de 2026 para uma viatura de 7 lugares Fiz pagamento e recebi email de confirmação da reserva. Ao chegar ao local às 20h00 foi-me dito que afinal não tinha viatura. Liguei várias vezes para o empresa durante 3 dias, algumas vezes atendimento péssimo, encerrando a chamada, outras informando que estavam a tratar da situação. Mas a verdade é que até ao dia de hoje, dia 01 de janeiro, não solucionaram a situação nem devolveram dinheiro. Dada a situação e por sermos 7 pessoas, uma das quais menor, no dia seguinte à situação tivemos que alugar um viatura por um preço mais elevado. Pretendo a devolução do valor pago e ainda o diferencial pago pelo levantamento e pagamento de outra viatura
Fatura sem NIF
Exmos senhores, No dia 29 de Dezembro efectuei uma compra de um voo para Ponta Delgada o qual preenchi os dados, inclusive Nif para pedido de fatura da empresa para reembolso da viagem. A fatura veio sem NIF visível e depois de uma queixa na própria app continuam sem resolver o problema.
Venda de reserva em hotel que se encontra encerrado
Exmos. Senhores, Sendo Cliente Prime da Edreams, comprei no dia 24.09.2025 uma reserva de hotel para 3 noites no Thon Hotel Munch, em Oslo, para duas pessoas, para os dias de 5, 6 e 7 de dezembro de 2025 – reserva n.º 23967838596. Na mesma ocasião, também reservei, e paguei, viagens aéreas Lisboa – Oslo – Lisboa, para duas pessoas, na TAP. Efetuei o pagamento da reserva de hotel e das viagens aéreas no mesmo dia, através de cartão de crédito. No dia 05.12.2025 cheguei a Oslo, e verifiquei que o hotel onde a empresa EDreams Portugal me tinha vendido a reserva, encontrava-se encerrado há mais de 1 ano! Entretanto desloquei-me ao hotel mais próximo da mesma cadeia do hotel onde tinha comprado a reserva (o Thon Hotel Rozenkrantz Oslo), e entrei em contacto com a Edreams, por telefone, que me disse que ia entrar em contacto com o hotel onde eu me tinha deslocado para efetuarem a troca da reserva para esse hotel. Face à informação prestada pelo hotel de que o erro não era do hotel, mas sim da Edreams e que para eu ficar no hotel alguém teria de pagar a estadia, fui aconselhado pela Edreams a pagar a estadia, que depois seria ressarcido da despesa, devendo enviar para o efeito por e-mail cópia das faturas (o que fiz) – faturas que anexo. Qual não é o meu espanto, quando há cerca de 3 dias sou informado pela Edreams de que não vou ser ressarcido do que paguei em Oslo e, bem assim, do valor da reserva que paguei num hotel que está fechado há mais de 1 ano, porque, segundo eles, o Thon Hotel Munch está aberto! Só uma empresa de má-fé pode dizer isso, porque eu estive lá, vi com os meus olhos que o Thon Hotel Munch estava fechado, e para mais como se pode ver dos documentos que anexo basta consultar o site do hotel em https://www.thonhotels.com/hotels/norway/oslo/thon-hotel-munch/?utm_source=chatgpt.com e depressa se observa que é referido pelo próprio hotel que " O hotel está temporariamente fechado. Experimente o Thon Hotel Europa ou o Thon Hotel Rosenkrantz Oslo, que ficam nas proximidades. Veja os nossos outros hotéis em Oslo". Em virtude do Thon Hotel Munch estar encerrado, eu tive de deslocar-me para o hotel mais próximo da mesma cadeia de hotéis que é precisamente o Thon Hotel Rozenkrantz Oslo, senão teria dormido nas ruas de Oslo com a minha mulher, com temperaturas negativas! Será pedir demais querer ser ressarcido por ter sido burlado ao me ter sido vendida uma reserva de 3 noites num hotel que está fechado há mais de 1 ano? É, pois, esta a minha reclamação, aconselhando todos os cidadãos a não fazerem qualquer transação com a Edreams porque não é uma empresa de confiança, dado que o que me fizeram foi uma verdadeira burla! Francisco Domingues
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