Reclamações públicas
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BST-OUT-02-0019028
É sobre uma reclamaçao que tenho apresentado desde 2014 no qual o Banco Santander com as empresas de Credito nao respondem aos meus varios email sobre o fecho da conta. Em 2014 foi feito o pagamento da divida que o banco diz que eu tinha de um credito, nunca tive credito com o Santander, mesmo assim fiz o pagamento da divida na altura e solicitei por email o fecho da conta que ate hoje ninguem consegue responder ou informar qual o precedimento para o fecho da mesmo devido eu me encontrar fora do pais. Voltei a ser contacto por outra empresa de recuperaçao de credito no qual informei que nao pagarei qualquer divida porque ja é a segunda vez que acontece este tipo de situaçao. A Sra. Dona Ana Duarte Esteves da empresa advogados_out@servdebt.pt onde a mesma se recusa a informar por email qual o procedimento a ser feito, a mesma me explicou apenas na chamada efectuada no dia de hoje. Gostaria de pedir a vossa ajuda na resoluçao deste assunto ou qual o melhor procedimento, pois acho que o Banco deve estar muito aperdado que brinca com o dinheiro do cliente.
Lotação e tempos de espera impensáveis
O único transporte público que liga Amadora a Algés é a Vimeca, com a carreira 114, no entanto em todas as vezes que utilizei o serviço, encontrei sempre a mesma situação lotação esgotada e logo na paragem de partida sendo que a situação se vai tornando cada vez mais complicada nas paragens seguintes no entanto, acreditando que esta entidade está ciente desta situação, nada é resolvido. Esta situação já se mantêm há imenso tempo, pois não sendo um utilizador regular sempre que utilizo o serviço sou confrontado com esta passividade da empresa. Hoje, 16 de outubro de 2018, utilizei este serviço perto das 07h40 e estive à espera do transporte pelo menos 20 minutos, sendo que segundo o horário disponibilizado no site da empresa, neste período deveria existir autocarros de 10 em 10 inutos. Para além de uma falta de segurança evidente, este tipo de situações cria desconforto aos utentes que, provavelmente como eu, não têm outro meio de transporte público e que possivelmente pagam passe mensal pelo serviço.Este problema é o principal argumento para que eu não tenha vontade de pagar um passe mensal e continuar a utilizar a minha viatura pessoal para me dirigir para o meu local de trabalho o que nos dias que correm é um gasto enorme e prejudicial para o ambiente. Esta reclamação serve também como sugestão visto que poderia trazer mais utentes que estão na mesma situação que eu e que sabem as falhas e falta de soluções praticadas por esta empresa.
Toyota PROACE - Opcional Jante 17
Adquiri recentemente uma viatura Toyota PROACE na Caetano Auto em Portimão. No contrato/proposta compra e venda solicitei a inclusão do opcional de Jante 17. A carrinha foi entregue com as 4 jantes de 17, no entanto o pneu suplente continua com a configuração de origem (Jantes em ferro 16). Já expus a situação a Caetano Auto de Portimão, mas até à data ainda não apresentaram nenhuma solução.Relembro que esta viatura transporta mercadorias, pelo que o pneu suplente deve ser da mesma dimensão que os demais para que se garantam as condições mínimas de segurança.
Erro da empresa lesa cliente
Venho por este meio reclamar de uma encomenda online que paguei através de transferência bancária. A empresa tinha os produtos disponíveis online e só passado alguns dias me contactou a dizer que estava sem stock e que me tinha atribuído uma nota de crédito. Contactei a Senhora a dizer que queria o meu dinheiro de volta pois queria mesmo os produtos que tinha encomendado e que precisava do dinheiro para adquiri-los de outra forma. Foi-me dito que as transferências bancárias não são reembolsáveis em caso de devoluções. Repliquei que este era um caso excepcional, já que a culpa do stock ter acabado era da empresa e não minha e que não se tratava de uma devolução pois eu nunca tive os produtos em posse... Pediram-me para fazer uma exposição escrita. Assim o fiz. A resposta foi a mesma. De facto, as condições que aceitei dizem que as transferências não são reembolsáveis em devoluções (isto não foi uma devolução). Nas condições é citado que, na falha de stock, a Senhora irá propor (e não obrigar) o cliente a efetuar outra encomenda. Propuseram-me e eu recusei. Resumindo, Fiquei sem os produtos que queria originalmente, fiquei sem o dinheiro para adquiri-los e fui obrigada a adquirir novos produtos que não precisava. Não creio que isto seja ético com o cliente. A empresa errou, lesou-me e ainda lucrou às minhas custas. De facto, as colaboradoras lamentaram a situação e foram bastante prestáveis, mas esta política da empresa é terrível e não são os pedidos de desculpa que me resolvem o problema...
Equipamento danificado na reparação
Venho, pela presente, reclamar do serviço de reparação da XIAOMI, efetuado a um equipamento que ainda se encontrava dentro do período de garantia (adquirido há menos de 1 mês) Passo a expor o sucedido: Adquiri um equipamento XIAOMI MI A1 no mês de Setembro deste ano. Sucede que, passados poucos dias, o telemóvel caiu ao chão e, infelizmente, partiu o ecrã. De imediato, contactei a XIAOMI PORTUGAL (no site da marca consta um número de telemóvel, para o qual liguei. Fui atendido por uma gravação, a solicitar o envio de e-mail para colocar a questão que pretendia. Assim o fiz, tendo enviado um e-mail a solicitar assistência técnica para o equipamento que ainda estava dentro do período de garantia. Após algumas trocas de e-mails, procedi ao envio do telemóvel (com custos próprios) para a morada que me indicaram - MI STORE – APARTADO 20 – EC VILA NOVA DE CERVEIRA – 490-909 VN CERVEIRA. Nessa sequência, o equipamento foi rececionado no dia 21 de setembro, o que foi confirmado através de e-mail. Posteriormente, no dia 1 de outubro recebi a indicação de que a reparação estava concluída com sucesso e iriam enviar, à cobrança, o equipamento. O telemóvel foi recebido no dia 11 de Outubro, via correio CTT expresso, tendo liquidado o valor de Eur.70,00. Qual não é o meu espanto quando verifico que o equipamento foi enviado em condições defeituosas. De facto, o ecrã foi substituído, mas provavelmente ao efetuarem a substituição do ecrã danificaram bastante o chassis do equipamento, quer de um lado, quer do outro. Podem verificar o estado que o equipamento me foi enviado pelas fotos que anexo. Não é aceitável o sucedido, nem me parece que seja esta a imagem que a marca pretende passar aos seus clientes.Estou atualmente com um equipamento novo danificado por vós e o qual não estou a dar utilização.Tenho enviado emails (pois não têm contactos telefonicos) sem sucesso
Devolução do valor da compra ou troca do produto
A minha mulher Olga Marques ,fez uma compra on line , verificou que os tamanhos eram pequenos , fez a devolução atraves dos ctt e apos contatos com a empresa ,para a devolução do valor ou do envio do produto com o tamanho acima foi bloqueada e nao conseguiu mais o contato com a empresa. Aguardamos ate esta data e nao enviaram qq produto a substituir o anterior.
Problemas com as Reservas
Comprei, em fevereiro, um pack de talões de 9 noites por 32€, em estadias em hotéis selecionados à empresa Lugar ao Sol. Foi um colega de trabalho que me enviou por Instant Messenger que me disse que depois haveria lugar a mais algumas despesas de alimentação, mas que ficaria em conta.Como se pode ver no site da empresa http://www.lugaraosol.pt/hoteis são alguns hotéis com preços mais ou menos atrativos mas que não vendem em época alta ou datas festivas ou que obrigam a vender 3 dias ao fim de semana. Digamos que os preços ficariam, geralmente, ao mesmo preço duma compra normal, mas com uma refeição incluída (sem bebidas).Digo “os preços ficariam” porque foi-me impossível até à data fazer qualquer reserva. Numa primeira tentativa com dois hotéis disse ao que ia, ou seja, disse que queria reservar com o programa “Lugar ao Sol” e prontamente me disseram que não tinham vagas, isto terá sido em abril. Como na zona não havia mais hotéis de interesse pelo programa acabei por fazer uma compra normal noutro hotel na zona pretendida. Mais recentemente, em setembro, tentei reservar para dois hotéis de Trás-os-Montes, mas desta vez não disse ao que ia, ou seja, perguntei por vaga para quarto, ao que ambos me disseram que tinham disponibilidade para as datas pretendidas, mas quando referi que era para utilizar o pack talões “Lugar ao Sol” aí já não podiam reservar. O Hotel Convento Balsamão disse que estavam a rever o acordo com a empresa e que até lá não podiam aceitar reservas. O Grande Hotel Dom Dinis disse que para talonário não porque tinha um número limitado para o “Lugar ao Sol” e que já tinham vendido tudo, mas se quisesse podia fazer a reserva, mas sem o talonário.Solicitei o reembolso do valor pago à empresa, por total inutilidade do programa, ao que me responderam que “O reembolso só é possível ser feito nos primeiros 14 dias apos a compra segundo as normas legais em vigor.” e que iam apurar o que se terá passado.Em relação ao Hotel Balsamão, não apuraram nada e que no Hotel Dom Dinis “Na data pretendida, havia a reserva de 3 grupos que esgotava o restaurante. Ora como o nosso programa exige fazer a refeição no hotel já não haveria condições pra prestar um serviço de qualidade e rápido. Daí, o hotel ter disponibilizado a venda direta do quarto mas sem refeição ou seja, fora do âmbito dos talonários. Nestes casos, é importante sugerir outras datas porque pontualmente o hotel ou restaurante pode estar lotado.”, primeiro esta é outra versão de desculpa um pouco mais sofisticada, depois os hotéis só querem vender quando mais lhes convém e isso torna o sistema totalmente inútil. Então se não vendem quando posso e vendem quando não posso. É inútil.Respondi da seguinte forma, mas não obtive mais resposta: “Não foi essa informação que me foi transmitida como já vos tinha informado anteriormente. Relativamente ao Convento Balsamão, qual será a desculpa? A informação que me foi dada foi que o acordo ainda estava a ser revisto.Assim parece que os hotéis arranjarão sempre uma boa desculpa para não vender pelo talonário. Se as datas disponíveis não forem aquelas que tenho disponíveis para estadia e forem as da conveniência do hotel, nesse caso os talões não me servem de nada e por isso insisto no reembolso da importância paga por inutilidade dos talões.O reembolso no prazo dos 14 dias é válido por qualquer motivo e sem qualquer justificação, o chamado prazo de reflexão.Já se o bem em questão se revelar defeituoso ou não tiver a aparência ou funcionar como anunciado, um comerciante tem a obrigação de reparar ou substituir o bem adquirido ou de oferecer uma redução do preço ou o reembolso ao consumidor. Segundo a lei europeia.”
Encomenda de correio normal não chegou ao destinatário
Caros Senhores,Já passou uma semana aquando do envio de um envelope com faturas.O destinatário ainda não o recebeu.Aguardo uma explicação do sucedido o mais breve possível, pois trata-se de conteúdo importante.Atenciosamente,Catarina Lopes.
Cobrança Indevida
Esta empresa envia um e-mail para pedir um valor que supostamente eu tenho a pagar ao Novo Banco, o que não percebo é como essa empresa não tem os meus dados, pois pedem-me o meu NIF, pedem-me o e-mail registado no Novo Banco, o que me deixa desconfiado, porque penso que o banco deveria indicar todos os dados da pessoa que deve, eu como não devo nada ao Novo Banco, muito menos a esta empresa, se realmente existe e quer cobrar uma coisa que eu não devo nem pago.vejam:Exmo. Sr. Joaquim Fonseca, A fim de dar seguimento ao V/ pedido, agradeço que me confirme o e-mail que rececionou o N/ pedido de contacto, uma vez que o seu e-mail não se encontra inserido no sistema do NOVO BANCO. Antecipadamente grata. Com os melhores cumprimentos. A colaboradora, Tânia Pires Neto Tel. 214 791 305 Fax. 214 792 298email. tanianeto@intercobrancas.com
Cobrança sem autorização de pacotes de dados movéis e para comunicar mais um dia
Sempre que terminam os dados móveis, a Vodafone, contra a vontade e sem autorização dos clientes, cobra 1,99€ por 100 Mb. Já entrei em contacto com a empresa e insisti para que me cancelassem esta burla, mas sem efeito. Para além disso, sempre que por alguma razão não efetuo o carregamento do telemóvel e sobra algum saldo, a Vodafone considera conveniente e aceitável retirar (roubar) 50 centimos todos os dias até ao fim do saldo, para continuares a comunicar à borla. O meu pedido à deco é que intervenha nestas duas situações que são constantes e se não são, deveriam ser completamente ilegais. Se um cliente não carrega o seu telemóvel é porque pretende deixar de comunicar, e não cabe à vodafone decidir se deve ou não extender o periodo de comunicações ainda por cima por um valor exorbitante de 50 centimos por dia. O mesmo se passa com os dados móveis, o cliente não tem de estar preocupado por gastar os dados móveis porque vai ser roubado pela empresa que lhe presta o serviço. Só para terem uma noção, no meu caso, já me foram cobrados 50 centimos mais de 50 vezes, o que são 25€ roubados. Quanto aos pacotes extra de dados, acredito que mais de 30 vezes, logo mais 60€
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