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Processo de garantia
A minha experiência com o suporte PC DIGA está a ser bastante negativa. RMA nº 4100148071 Apesar de se tratar de um processo de garantia, a solução apresentada não foi, de todo, adequada nem proporcional ao problema reportado. O equipamento, hedphones Marshall, encontrava-se funcional, com defeitos apenas em componentes substituíveis, e ainda assim foi dado para abate sem possibilidade de reparação ou devolução. Como cliente, vejo-me agora numa situação em que, mesmo estando dentro do período de garantia, acabo por sair prejudicada, uma vez que o valor atribuído não permite a reposição de um produto equivalente nas atuais condições de mercado. Para além disso, tratando-se de um artigo oferecido no aniversário de 18 anos do meu filho por outra pessoa, todo este processo está a causar um enorme transtorno. Estão a exigir documentação e autorizações do comprador original, obrigando-me a andar atrás de terceiros e a incomodar quem ofereceu o presente, quando a fatura e o artigo sempre estiveram na minha posse. Acresce ainda que, não existindo o mesmo produto para reposição, seria expectável da vossa parte a proposta de um modelo equivalente ou superior. O valor em causa não é assim tão díspar e tal abordagem demonstraria consideração pelo cliente. Ainda assim, mostrei total abertura para negociar e repartir essa diferença, o que foi igualmente recusado. Considero este tipo de tratamento inadmissível e totalmente desajustado à realidade do consumidor, revelando falta de sensibilidade e de foco na resolução eficaz do problema. Esperava uma abordagem mais orientada para o cliente e uma solução justa e equilibrada. Infelizmente, a gestão do processo revelou-se inflexível e pouco satisfatória.
Usar Outlook com o SAPO Mail vai passar a ser pago
Exmos. Senhores, Foi com estupefação e indignação que recebi, em 23/04/2026, um email do SAPO Mail a informar sobre as "Novas Condições de Utilização a 06/05". Os utilizadores do SAPO Mail se quiserem ter acesso via programas de email IMAP/POP (como o Outlook, Thunderbird ou Apps de email iPhone e Android) terão de aderir ao plano Premium, com um custo de 1,99€/mês (1 conta) ou 3,99€/mês (até 5 contas). É perfeitamente legítimo o SAPO Mail cobrar pelos recursos adicionais que esse plano Premium inclui, nomeadamente mais armazenamento, remoção de publicidade e funcionalidades extra. O que não me parece ser legitimo é termos de pagar por algo que sempre nos foi dado como garantido - o acesso via programas de email IMAP/POP (o controlo sobre a forma como usamos os nossos próprios dados). Podemos aceitar que serviços que sempre foram abertos passem a ser fechados por defeito? Parece-me que não! Muitos utilizadores (nos quais eu me incluo) têm uma conta do SAPO Mail para uso doméstico e não precisam de: - 65GB de armazenamento - 10.000 envios por dia - 500 endereços incógnitos - 10.000 contactos - 500 regras de email - 500 bloqueios de endereços Mas precisam sim de acesso via programas de email IMAP/POP para gerir os seus emails da forma mais adequada, utilizando funcionalidades e ferramentas que o Webmail da SAPO não oferece (como, por exemplo, o arquivo de emails em ficheiros de dados). Para muitos utilizadores, que o são há mais de 20 anos (nos quais eu me incluo), a primeira conta de email não foi Gmail nem Outlook, foi "@Sapo.pt". Esses utilizadores são pioneiros e ajudaram o SAPO Mail a crescer de ano para ano - merecem mais respeito e consideração. Pelo exposto, venho apelar ao bom senso e ética profissional de V. Exas, no sentido de reconsiderarem as "Novas Condições de Utilização": - Mantendo o plano base tal e qual como é hoje, ou seja, com acesso via programas de email IMAP/POP. - E reservando o plano Premium (pago) para a oferta de mais espaço de armazenamento e mais funcionalidades. Muito agradecemos a V. Exas que tomem em consideração a revolta que paira na comunidade que, há décadas, sempre confiou no “Sapo verde” para as suas comunicações digitais e que ponderem seriamente a revisão das "Novas Condições de Utilização" nos termos acima descritos. Com os meus melhores cumprimentos, Alberto Cruz Almeida acruz@sapo.pt 915339023
Subscrição serviço prime
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal relativa à subscrição eDreams Prime associada à minha conta. Foi efetuada uma cobrança após alegado período experimental, sem que tenha sido prestada informação clara, transparente e destacada relativamente: * À conversão automática em subscrição paga * Ao valor a cobrar * À data concreta da cobrança Considero que esta prática não cumpre os deveres de informação ao consumidor, previstos na legislação aplicável na União Europeia, nomeadamente no que respeita a contratos celebrados à distância. Acresce que, no momento da cobrança, o valor encontrava-se apenas em estado cativo (pré-autorização), tendo eu manifestado de imediato a minha oposição à sua concretização e solicitado o cancelamento. Assim, venho exigir: * O cancelamento imediato da subscrição * A não cobrança ou devolução integral de qualquer valor associado Caso a situação não seja resolvida de forma célere, reservo-me o direito de recorrer às entidades competentes, incluindo o Livro de Reclamações Eletrónico e a eventual contestação bancária (chargeback). Solicito confirmação por escrito da resolução desta situação com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Tatiana
Reforço de Reclamação – Suspeita de Falsificação de Assinatura (EDP)
Na sequência da análise ao documento contratual apresentado pela EDP, venho reforçar a gravidade da situação. Verifica-se que a minha assinatura surge colocada no topo do documento, fora do local destinado à assinatura do cliente, sendo que o espaço próprio para assinatura se encontra em branco. Esclareço que apenas assinei um documento em branco, não tendo sido informado de qualquer adesão ao serviço “Pack EDP Full”, nem autorizado a utilização da minha assinatura para formalização de contrato. Estes factos levantam sérias suspeitas de utilização indevida da minha assinatura e eventual falsificação de documento, o que considero extremamente grave. Desta forma, reitero que: * Não reconheço nem aceito o contrato apresentado; * Não autorizei qualquer adesão ao referido serviço; * Não aceito qualquer fidelização associada. Exijo: * Cancelamento imediato do serviço sem qualquer penalização; * Anulação total do contrato; * Devolução de quaisquer valores cobrados; * Identificação do agente responsável pela recolha da assinatura. Caso a situação não seja resolvida com urgência, informo que avançarei com participação junto das autoridades competentes, bem como junto da ERSE, por suspeita de falsificação e prática abusiva. Aguardo resolução imediata. Com os melhores cumprimentos, Aurora Teixeira 969208380 miateixeira7268@gmail.com
Cobrança de serviço não contratado
Venho por este meio solicitar o vosso apoio e mediação no âmbito de um conflito de consumo que mantenho com a operadora Vodafone Portugal, relativo a cobranças indevidas e falta de resposta por parte da empresa. Descrição da Situação: Desde 2025, a Vodafone tem debitado na minha fatura mensal um serviço de comunicação que nunca contratei nem aceitei. O valor cobrado foi inicialmente de 16€ mensais, tendo passado recentemente para 12€ mensais. Diligências Efetuadas: Contacto Telefónico: Tentei resolver a questão via apoio ao cliente, mas não consigo atendimento humano. Loja Física: Em dezembro, desloquei-me a uma loja oficial onde me informaram que o serviço teria sido "aceite" (o que nego categoricamente) e que, para o cancelar, eu deveria enviar um SMS para o número 62971. Ineficácia das Instruções: Segui as instruções dadas em loja, mas o cancelamento nunca foi efetivado e as cobranças continuam a ser processadas mensalmente. Considero que esta prática viola a Lei das Comunicações Eletrónicas e o regime jurídico das cláusulas contratuais gerais, uma vez que me está a ser faturado um serviço sem o meu consentimento expresso. Além disso, a empresa dificulta o processo de cancelamento de um serviço que eu nem sequer devia ter ativo. Preciso do cancelamento imediato do referido serviço; O reembolso integral das quantias cobradas indevidamente desde sempre. Solicito, por isso, a vossa intervenção junto da operadora para que este abuso cesse e eu seja ressarcido(a) dos valores retirados sem fundamento legal. A cobrança está no número da minha esposa Eliane (fatura em conjunto), número do telefone 920 229 885. Fico a aguardar a vossa análise e orientações sobre os próximos passos. Com os melhores cumprimentos, Gabriel Torres Zanvettor Nif 311429866
Reclamação Formal e Pedido de Indemnização – Reserva n.º 374/25
Referência da Reserva: 374/25 Agência de Viagem: Polirumos - Agência de Viagem, Lda. (Ponto de Viagem) Operador (intermediário): Soltour & Tour10 Alojamento: Hotel Riu Touareg Destino: Ilha da Boavista, Cabo Verde Período: 25 de abril de 2026 a 02 de maio de 2026 A agência vendeu um pacote de férias num hotel de 5 estrelas supostamente "plenamente operacional". Reforçou várias vezes que aconselhava o mesmo e que o feedback de clientes em Fevereiro era muito bom. No entanto, encontrámos uma unidade em processo de desmantelamento e encerramento. Desde a chegada a 25/04, os sinais de desleixo eram evidentes: falta de manutenção básica, funcionários desmotivados e a presença de pessoas sem identificação nos corredores, retirando estruturas. No dia 27/04, deparámos-nos com o encerramento de várias áreas de lazer, incluindo o bar da piscina infinita e o restaurante da piscina grande. A marcação obrigatória dos restaurantes não nos foi comunicada pela agência. Ao tentar efetuar a reserva no dia 27/04 para o aniversário de uma das pessoas do grupo, a receção informou que tal seria impossível, pois 29/04 seria o último dia de funcionamento. Investigação autónoma: Vi-me obrigada a pesquisar online e tomei conhecimento de que o encerramento do hotel estava planeado desde julho de 2025. Confirmação da direção: Em 27/04, o Diretor do Hotel confirmou que todos os operadores foram informados em agosto de 2025 sobre este encerramento. O Diretor providenciou a transferência para o hotel Riu Palace Boavista, reconhecendo que fomos enganados. Confirmou ainda que o hotel encerraria a 03/05, com 40% dos quartos fora de serviço, admitindo que a unidade já não cumpria os padrões da cadeia. 2. Condições de insalubridade, insegurança e negligência A experiência de chegada no dia 25/04 foi o oposto do serviço contratado. Falha de logística: Os quartos do grupo ficaram separados porque vários já estavam interditados. Alojamento indigno: O primeiro quarto não possuía porta na casa de banho, violando a privacidade e dignidade básica. Faltava cabeceira na cama, havia parafusos nas paredes e lixo pelo chão. Abandono: A agência respondeu com negligência, transferindo a responsabilidade de troca de quarto para o cliente. Desgaste: Estivemos 4 horas sem quarto e sem assistência. Reforçámos o nosso desagrado pelo estado do hotel, abaixo do contratado. 2.1. Insalubridade e Atentado à Dignidade A higiene era deplorável, com lençóis rotos e marcas biológicas. Havia um cheiro a fossa constante. Registámos infiltrações, ar condicionado com fuga de água e camas sem pernas de suporte, presas com fios. Um dos passageiros foi forçado a dormir no chão. As tomadas elétricas estavam soltas e sem proteção. A agência manteve-se passiva perante a partilha de provas visuais. 2.2. Violação de privacidade e insegurança Intrusão: No dia 26/04, com o aviso de "Não Incomodar" ativo, pessoas entraram no quarto sem autorização. Insegurança: Circulação de pessoas não identificadas, transportando mobiliário, criando um clima de desmantelamento e insegurança. 3. Riscos de saúde e negligência alimentar Medicação pediátrica: O frigorífico avariou a 26/04. O hotel demorou quase 6 horas a agir, sem apresentar alternativa para a cadeia de frio. Alimentação: Para os passageiros com restrições alimentares, foi entregue um papel em branco que a receção nunca transmitiu à cozinha. Exclusão alimentar: O hotel recusou-se a adaptar a alimentação para intolerância à lactose. Houve informações contraditórias sobre alergénios, colocando-me em risco de reação alérgica grave. O buffet estava sujo, com comida requentada e falta de reposição. 4. Ineficácia do serviço de assistência e má-fé Transferência de responsabilidade: A agência exigiu que resolvêssemos o problema diretamente na receção. Descoberta do intermediário: Usaram um intermediário como desculpa para não agir de imediato. Negação: A agência manteve-se passiva perante as fotografias, sendo eu a assumir o papel de gestora de crise. Apropriação da solução: É falso que a transferência tenha partido da agência. A solução foi negociada por mim diretamente com a direção do hotel. Conclusão e Pretensão Perante a gravidade dos factos, o grupo de 9 passageiros exige o pagamento de uma indemnização de 14.071,44 €: Reembolso proporcional (25/04 a 28/04): O custo do pacote foi de 8.000 € por 7 noites (1.142,86 €/dia). Exigimos o reembolso do valor diário dos primeiros 4 dias, em que os serviços foram nulos e perigosos. Valor: 4.571,44 € (1.142,86 € x 4 dias) Indemnização por danos morais (9 passageiros): Danos pelo sofrimento e humilhação (um passageiro a dormir no chão, lençóis com fluidos biológicos, medo de reações alérgicas). Exigimos 1.000 € por passageiro. Valor: 9.000,00 € Compensação por gestão de crise: Pelo tempo transformado em mediação, stress e ansiedade devido à falha da agência. Valor: 500,00 € Informo que a queixa foi estendida às seguintes entidades: Livro de reclamações, Turismo de Portugal e APAVT. O caso foi exposto no Portal da Queixa, DECO Proteste Além dos seguintes processos: Queixa interna ao hotel RIU sobre o encerramento (28/04); Queixa interna formalizada na direção do Hotel Riu Touareg sobre as condições (28/04); Registo oficial no Livro de Reclamações de Cabo Verde (28/04). Aguardo resposta no prazo legal de 15 dias úteis. Nota: Deixo em anexo o detalhe por escrito, e anexos fotográficos da reclamação de forma a garantir total transparência.
Reparação de veículo automóvel
Ex.mos senhores Reclamação reparação de veículo Seat Leon de 2010 1. No dia 08.10.2025, marquei a revisão dos km (mudança óleo + filtros). 2. Entretanto, informaram-me da oficina que o carro precisava de discos + pastilhas dos travões, e que o orçamento era de 378,07€, e que incluía este serviço, mais a revisão dos km. 3. Aprovei este orçamento e dei ordem de reparação. 4. Aproveitando que o carro estava na oficina, pedi para verem porque é que o carro às vezes não pegava de manhã a frio. 5. A oficina informou-se que o técnico que iria ver este problema estava ausente e que poderia levantar o carro, que o serviço (mudança óleo + filtros + discos + pastilhas travões) estava concluído. 6. Fui levantar o carro e agendei outro dia para verem a questão de não pegar de manhã a frio. 7. Deixei o carro na oficina, não sei precisar o dia, mas penso que foi no dia 29.10.2025, só para verem a questão de o carro por vezes não pegar de manhã a frio. 8. Passados uns dias, ligaram-me da oficina a dizer que o carro não tinha problema nenhum, que os testes que tinham feito não tinham acusado nada, e que podia ir buscar o carro. 9. No dia a seguir, ligaram-me da oficina a dizer que afinal tinham detetado qualquer coisa e para não ir levantar o carro e para aguardar o telefonema da oficina. 10. Com isto passaram-se semanas. 11. Ligaram-me então da oficina, podia ir levantar o carro, que não tinha nada. 12. No dia a seguir, o carro voltou a não pegar de manhã em frio! Estava na mesma. 13. Liguei para a oficina e voltei a agendar para verem o que é que o carro tinha, uma vez que voltou a não pegar em frio de manhã (de notar que estávamos em pleno inverno). 14. Desta vez, e sem a minha autorização, e sem o meu conhecimento, e sem me darem previamente um orçamento, desmontaram o motor (junta da cabeça!?). Só depois me disseram que o problema do carro era a “árvore de cames” e mais peças, e que o orçamento para reparação era de aprox. 2900€, ou então, que tinha de pagar cerca de aprox. 600€ de mão-de-obra para voltarem a montar o motor (situação da qual eu não tinha conhecimento nem aprovado qualquer orçamento). 15. Entretanto, e como a oficina garantiu-me que o carro ficava bom, e como tinha gasto há pouco tempo dinheiro na revisão dos km + discos + pastilhas (e como também tinha posto pneus novos no verão de 2025 – noutra oficina, mas, já tinha investido no carro), pedi, à semelhança de reparações anteriores que fiz nesta oficina, para reverem o orçamento, para pensar melhor. 16. Ligaram-me a dizer que tinham conseguido baixar para 2242€, mas que se eu não aceitasse teria de pagar a mão-de-obra de voltarem a montar o motor (tal como atrás referido, orçamento que nunca me apresentaram antes de desmontarem o motor e, portanto, que não aprovei). 17. Senti-me pressionada, disseram-me que, mesmo que eu optasse pelos 600€ aprox. para montarem o motor, o carro poderia nunca ficar totalmente bom, que o orçamento que agora me estavam a apresentar era muito bom, tendo em conta as peças que eram e a mão-de-obra necessária…e, uma vez que eu já tinha “investido” no carro, para não perder tudo, aceitei o orçamento apresentado, 2242€, a pagar em duas vezes. Respondi aceitando no dia 22.12.2025, através de SMS, tendo a oficina respondido por SMS que ia encomendar os materiais. 18. No dia 26.01.2026, ainda não tinha o carro, liguei para a oficina a dizer que o carro tinha de ir à inspeção em fevereiro 2026, se podiam fazer este serviço. A oficina levou o carro, que passou na inspeção. 19. No dia 02.02.2026, fui levantar o carro, aparentemente reparado e com a inspeção aprovada, e paguei a metade do orçamento (50% de 2242€ + inspeção). 20. No dia seguinte, o carro voltou a não pegar de manhã em frio, ou seja, estava mesma…e pior, fui dar uma volta para testar o carro, tendo acendido o aviso no painel de instrumentos de pressão do óleo, apareceu “perigo pressão do óleo elevada”, a caixa automática não estava a passar bem as mudanças e o carro estava a “puxar” para a esquerda. 21. Liguei para a oficina a informar disto e, também por indicação da oficina, o carro foi de reboque, uma vez que havia o perigo do motor “queimar”. 22. Com isto tudo, tive muito transtorno, fiquei sem carro, andei de uber, telefonemas, perda de tempo, etc…. 23. O carro está na oficina até à data de hoje, já me ligaram para ir levantar o carro, mas neste momento a minha confiança no serviço é muito pouca, ou nenhuma, desconfio que o motor tem problemas graves e que “disfarçaram” este problema, que eles próprios criaram quando desmontaram o motor, e sem me terem apresentado previamente o orçamento para tal, logo sem a minha autorização. Tenho receio de ir buscar o carro, que não esteja bom, que o motor “queime” irremediavelmente, ou que apareçam outros problemas decorrentes de todo este historial, que a oficina não assuma a situação e me impute qualquer culpa caso o carro apresente mais problemas. 24. Peço a vossa ajuda para resolver esta questão. Não quero fugir à minha responsabilidade, de pagar a metade do orçamento, mas quero ter a certeza que o carro está bom, e que, caso não esteja, que a oficina assume e repara, fazendo o necessário para tal, pois como já referi, parece-me que o motor ficou com “problemas graves”. Obrigada
Encomenda paga e nunca recebida
Exmos. Senhores, Em 11/12/2025 paguei por um par de sapatilhas, da marca Nike P-6000, pelo valor de 80,01€. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 18/12/2025. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços nas seguintes datas: 25/12/2025 29/12/2025 30/12/2025 03/01/2026 05/01/2026 07/01/2026 08/01/2026 09/01/2026 12/01/2026 13/01/2026 15/01/2026 22/01/2026 23/01/2026 26/01/2026 e obtive a resposta de que teria sido reembolsada pelo bem. Não é verdade que me tenham reembolsado e desafio-os a provarem tal afirmação. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização e que, sim, devo ser ressarcida pelo bem que nunca tiveram intenção de me entregar. Cumprimentos. Eduarda Rebelo.
Estragou meu loiro
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativa a um serviço de cabeleireiro que não correspondeu ao acordado nem ao esperado. Desloquei-me ao estabelecimento para realizar apenas um retoque de raiz, mantendo o cabelo loiro, conforme previamente combinado com o profissional Maicon, que garantiu experiência no procedimento. Durante o serviço, ao ser realizado o “esfumaçado”, alertei que o cabelo estava a escurecer excessivamente e questionei se o resultado final não ficaria mais escuro do que pretendido, tendo-me sido assegurado que o procedimento estava correto. Posteriormente, foi aplicado um tonalizante em todo o cabelo para uniformização da cor, o que resultou num cabelo significativamente escurecido e com efeito “chumbado”, divergindo do objetivo inicial de manutenção do loiro. O resultado final não corresponde ao serviço contratado e deixou o meu cabelo em condições inferiores às iniciais, já sensibilizado. Adicionalmente, o valor inicialmente acordado foi de 140€, tendo sido cobrado 190€, sem justificação proporcional ao resultado obtido. Tentei contactar o estabelecimento diversas vezes via WhatsApp, sem qualquer resposta. Esta situação causou prejuízo estético e danos ao cabelo, exigindo agora tratamentos corretivos para recuperação da fibra capilar e reposição da cor. Acresce ainda o impacto emocional significativo, com episódios de ansiedade, choro e desconforto psicológico, afetando a minha autoestima. Face ao exposto, solicito: Devolução integral do valor pago (190€); Reembolso das despesas de deslocação (Uber ida e volta); Compensação pelos danos causados ao cabelo e pelo impacto emocional sofrido, incluindo custos de tratamentos corretivos necessários. Solicito a devida análise desta reclamação e uma resposta célere com as medidas adequadas. Com os melhores cumprimentos, Michele sales
Subscrição indevida
Exmos Senhores, Venho por este meio reclamar o facto de me ser retirado da minha conta bancária uma vez por semana o valor de 2,99€ pela empresa referida sem eu ter feito qualquer subscrição ou ter permitido o levantamento desse valor. Pretendo assim que a empresa não me retire mais dinheiro e que me devolva o montante que foi retirado sem o meu consentimento. Aguardo a solução deste problema. Cumprimentos
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