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Uniplaces - AMS coliving
Reserva 1130783 Uniplaces AMS coliving Last month, I had a reservation made through Uniplaces at an AMS coliving residence. The check-in date was January 23rd; however, my flight arrived on January 24th. Upon accessing the accommodation, I immediately noticed that the room and apartment did not correspond to what had been advertised on the Uniplaces platform. This reservation concerns the same accommodation that was vacated shortly after arrival due to the conditions described. Due to my arrival date, it was impossible to submit a complaint before physically entering and occupying the accommodation. Nevertheless, Uniplaces refused to consider my complaint on the basis that the 24-hour reporting window had expired. This policy is unreasonable, as a guest cannot assess or report the condition of a property without first accessing it. This approach raises concerns regarding safety, accountability, and professionalism. Uniplaces charges 352 Euros service fees while presenting itself as a platform that verifies listings and ensures that accommodations accurately reflect reality. However, in this case, Uniplaces stated: “In light of this, please note that no refund or compensation will be possible in this case. However, we remain available to report any ongoing issues to the owner so they can intervene to address and resolve the situation. Since we were unable to detect any concerning or dangerous issues.” AMS dismissed the issues raised by stating: “The apartment corresponds to the photos shown in the listing. While the size of the room may appear larger in photos due to camera angles, the room itself is the same as advertised.”AMS further added that “although some items may appear to be slightly different in color, the layout and disposition of the furniture are exactly as shown.” These responses fail to address the core issue: the room was not functional or suitable for normal use. In particular, the wardrobe could not be opened without moving the bed and other furniture, making proper use of the space impossible. This condition was not disclosed in the listing and constitutes a clear misrepresentation of the accommodation. Given the early termination of the booking, the fact that the accommodation was vacated on February 2nd, and that the month of February was fully paid despite not being occupied, we formally requested the refund of the security deposit 350 Euros and the last month’s rent 490 Euros. Despite multiple follow-ups, no response has been provided to this request.
Prestação de Serviços não instalado
Exmos. Senhores, Em 22 de dezembro 2025 celebrei contrato de prestação de serviços n.º25252 com pagamento adiantado de 50% do valor total conforme solicitado. Sucede que até hoje, passados que são 50 dias, o serviço ainda não se encontra instalado e a funcionar, apesar dos inúmeros contactos telefónicos e de email efetuados para o vosso n.º de apoio a clientes. Considerando o exposto, venho exigir a ligação imediata do serviço bem como a compensação prevista na lei. Cumprimentos.
Encomenda não recebida
Bom dia. Fiz uma encomenda no site da Nutriloja de um cinto de corrida marca Naked tamanho 86, paguei 49,99€ com 4,99€ de portes de envio já incluídos no valor. Recebi uma mensagem do sr. João Ribeiro pelo WhatsApp a dizer que não havia esse tamanho 86 e se queria outro, se quisesse o 86 teria de aguardar que iriam repor na sexta-feira dia 30 ao qual respondi que iria aguardar pela reposição,a encomenda foi feita dia 28 de Janeiro. Passado uma semana enviei mensagem via WhatsApp porque ainda não tinha chegado qualquer encomenda e não obtive resposta,enviei email e também ninguém respondeu, voltei a enviar mensagem e até liguei para o telemóvel e também ninguém atendeu e nem respondeu, já fiz várias encomendas nesta empresa e nunca tive problemas mas desta vez não está a correr bem,se me puderem ajudar fico muito agradecido, obrigado.
Incumprimento na entrega e ausência de resposta da transportadora
Apresento reclamação de um envio, entregue à MRW (MRW Baltar 08202) a 16/01/2026 e que, até à presente data, permanece por entregar. No dia 20/01/2026 foi registada uma alegada tentativa de entrega com indicação de “direção incompleta”, informação que não corresponde à realidade. A morada fornecida estava correta e não foi efetuado qualquer contacto telefónico ou tentativa de esclarecimento. Entre 20/01 e 26/01 o estado do envio foi atualizado com mensagens genéricas de adiamento, sem qualquer explicação concreta ou proposta de solução. Desde 26/01 não existem quaisquer atualizações no sistema de seguimento. Hoje é dia 11/02. Foram efetuadas diversas tentativas de contacto com a unidade local e com o apoio ao cliente. Apesar de uma resposta inicial genérica, não houve qualquer resposta posterior nem indicação de data concreta de entrega ou alternativa de levantamento. A situação mantém-se sem resolução, sem entrega da encomenda e sem qualquer contacto por parte da transportadora. Considero que existe incumprimento do dever de prestação do serviço contratado, bem como falha grave na comunicação e no apoio ao cliente.
Cancelamento imediato do cartão que nunca utilizei
Em meados de Janeiro fui abordado por um colaborador, pois pretendia a angariação de clientes para o Unibanco. Com o intuito de apenas o ajudar a ganhar comissão e como seria “apenas preencher um pequeno formulário” e poderia cancelar, dei a oportunidade para tal .Rapidamente percebi que pretendiam todos os meus dados, inclusive solicitaram o cartão de cidadão, que agora, ao receber o email de confirmação, verifiquei que utilizaram-no para assinar digitalmente a documentação sem o meu consentimento. Não me foram apresentados quaisquer documentos ou dadas quaisquer cópias dos documentos assinados, nem foram apresentados documentos de normas e regulamentações do cartão nesse momento de forma a os poder consultar para verificar as condições e ter a certeza de que não fariam qualquer tipo de transação para a minha conta, pois pretendia não avançar com o processo. Além disso, foi ainda fotografado o meu cartão de cidadão sem me solicitarem qualquer tipo de consentimento e relembro que, segundo o artigo 5°, nº2, que regula o cartão de cidadão, é interdita a reprodução do cartão de cidadão por qualquer meio sem o consentimento do titular, o que torna este ato ilegal. Foi me dito que não precisaria de cancelar o cartão após o receber via correios, que só precisaria de O IGNORAR, SEM ME PREOCUPAR COM TRANSAÇÕES OU DÉBITOS, pois este ficaria sem efeito após uns dias sem o ativar, ou concluir o processo de adesão (não conclui). Contudo, recebi um email de pedido de transferência bancária para a minha conta à ordem, de 250€, e eu não realizei nenhum pedido, nem sabia que o fariam de livre e espontânea vontade. Nunca pretendi o uso deste cartão, não o ativei, e quero cancelar qualquer relação que tenha entre a minha conta bancária e o vosso banco.
Recusa de garantia por humidade sem fundamento
Exmos. Senhores, A 6 de fevereiro de 2025 adquiri um Portátil HP 2 EM 1 Envy X360 14-fa0000np por 1199€. A referência da encomenda é 315172. Sucede que este apresenta defeito: no dia 27 de janeiro deixou de ligar. Comuniquei-vos de imediato o problema, a 27 de janeiro, para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que o produto não tem garantia, o que desrespeita a legislação aplicável. O relatório da inconformidade é pouco consistente e incompleto. Não qualquer forma de reclamar por escrito com a Worten, estando o e-mail mencionado na documentação fora de serviço. Não houve qualquer contacto da Worten devido a esta questão, havendo apenas um link de rastreamento do processo, sendo que me é pedido um valor de 982, 28€ para a reparação do equipamento. O que reportam é a existência de humidade no computador, quando não houve qualque incidente com água ou outro líquido. Fazendo-me questionar o que realmente se passa. Exijo a substituição do produto defeituoso. Em alternativa, devolvam-me o dinheiro que paguei ou procedam à reparação do artigo em causa. Por outro lado, exijo que haja um e-mail para reclamações no site da Worten, para além do chatbot e da linha de apoio ao cliente. Acho também inadmíssivel a falta de comunicação formal ao cliente em assuntos tão delicados, sendo necessário mais do que um link de rastreamento para comunicar este tipo de questões. Caso não me resolvam a situação nos próximos 16 dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Não me dados os dados para cancelamento de cartão!
Nas últimas semanas temos tentado estar a entrar em contacto com o banco WiZink para pagamento de dívida e cancelamento de cartão, nas últimas chamadas nunca fornecerão os dados para pagamento ou quando estão a fornecer a chamada vai a baixo e depois já não atendem a chamada, passando horas a ouvir a gravação.
Reclamação Formal – Atraso Inaceitável na Entrega do Modelo 7 (Declaração por Tempo de Residência)
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal relativamente ao atraso absolutamente inadmissível na entrega do Modelo 7 – Declaração por Tempo de Residência, solicitado à AIMA há vários meses. Apesar de se tratar de um documento essencial para dar continuidade ao meu processo de nacionalidade portuguesa — concretamente, para a instrução do pedido junto do IRN — até à presente data não me foi disponibilizado o referido documento, ultrapassando largamente qualquer prazo razoável para a sua emissão. Este atraso prolongado levou-me, de forma direta e prejudicial, a perder diversas marcações previamente agendadas no IRN, marcadas com antecedência considerável, resultando em prejuízos pessoais, logísticos e financeiros. Todo este transtorno decorre única e exclusivamente da incapacidade da AIMA em prestar um serviço mínimo, funcional e eficiente, dentro de prazos aceitáveis. É profundamente lamentável e motivo de grande indignação constatar que um documento desta relevância — cuja emissão deveria ser célere, clara e previsível — esteja sujeito a tamanha morosidade, revelando um nível de desorganização e ineficiência inaceitável para um organismo público. Sublinhe-se que: A AIMA não disponibiliza qualquer previsão concreta de entrega; Não existe acompanhamento transparente do estado do pedido; A demora já ultrapassa largamente aquilo que pode ser considerado razoável; Os prejuízos decorrentes desta situação recaem inteiramente sobre o requerente, que cumpre todas as suas obrigações e depende deste documento para exercer um direito legítimo. Assim, solicito: - A emissão imediata da declaração, sem mais demoras injustificadas; - Esclarecimento urgente sobre o motivo deste atraso prolongado; - Indicação clara de prazos, garantindo que situações como esta não se repitam; - A devida responsabilidade institucional, considerando que o incumprimento da AIMA impediu-me de avançar com um processo relevante no âmbito dos meus direitos enquanto residente legal. A morosidade verificada é profundamente desrespeitosa para com os cidadãos, e demonstra falhas graves no cumprimento das funções que a AIMA se comprometeu a assumir. É inadmissível que um serviço público coloque em causa a vida administrativa dos seus utentes desta forma. Aguardo resposta urgente e a resolução imediata do exposto. Com os melhores cumprimentos, Thaís Lopes
incumprimento de contrato
Em 2022 aderimos ao Dellasol Club de Férias que garantia oferta a preços vantajosos de pacote de viagens (vôo + estadia) a escolher durante determinados períodos a partir do site, mediante a subscrição de um acordo de crédito com a Cofidis. Em alternativa aos pacotes também se poderia usufruir de estadias em multipropriedades por um x número de dias por ano (opção que recusámos em troca da devolução de parte do valor do emprestimo). Como bonus de inscrição havi ainda um voucher a resgatar dentro de um prazo contado a partir da data de inscrição. Ainda, como viajamos muito por causa do trabalho, foi-nos assgurado que o Club teria condições muito vantajosa em relação à compra de bilhetes aereo através das companhias: bastaria enviar e-mail a solicitar a quotação. nada do que descrevi acima aconteceu: - apesar de termos desistido do uso das multipropriedades, o valor nunca foi devolvido; - apesar de termos efectuado várias tentativas de marcação de pacotes de viagem de férias, havia sempre qualquer coisa que não estava bem: ou não era no período certo, ou já não havia disponibilidade para aquilo que nós queríamos, ou havia problemas no site; - apesar de termos pedido várias vezes propostas para viagens de trabalho, as respostas ou não chegavam a tempo, ou não eram competitivas; Durante quase 2 anos tentámos contactar o Dellasol por mail ou por telefone, mas nunca obtivemos resposta. Entretanto, o número de telefone já não existe, as instalações físicas estão fechadas e vandalizadas e resolvemos cancelar o débito direto com a Cofidis, por incumprimento contratual, mas a Cofidis exige-nos a quantia remanescente.
Emissão de Declaração de Não Dívida
Ao solicitar uma declaração de não divida, para efeitos de venda do meu imóvel é-me solicitado o pagamento de 50€ para uma minuta com assinatura digital, ou 100€ para uma minuta com assinatura reconhecida. Considerando que o valor praticado para reconhecimento de assinatura se encontra entre os 15€/20€, não compreendo a natureza deste valor. Quando questionados sobre esta questão, alegaram que "A declaração de encargos não está prevista no nosso contrato de prestação de serviços com o condomínio, nesse sentido aplicasse o preçário em vigor, em anexo.", e remeteram um preçário, que não se encontra disponível no site, nem vem mencionado no contrato de condomínio. Quando solicitei a acta da assembleia onde tivesse sido apresentado o dito preçário, e aceite pelos condóminos, é-me respondido o seguinte: "Cumpre esclarecer que o contrato de prestação de serviços existente é celebrado exclusivamente entre a Lux Condomínios e o Condomínio, tendo por objeto a administração das partes comuns do edifício. O serviço em causa, designadamente a emissão de declaração e o respetivo reconhecimento de assinatura, não se enquadra no âmbito das obrigações contratuais relativas às partes comuns, tratando-se de um serviço prestado a uma fração autónoma específica, a pedido do respetivo condómino, e não ao Condomínio enquanto entidade coletiva. Nessa medida, não estamos perante a aplicação de um preçário relativo ao contrato de administração do condomínio, nem perante um encargo imputável às partes comuns ou sujeito a deliberação em Assembleia de Condóminos. Trata-se, sim, de um serviço individualizado, prestado a título particular, fora do âmbito contratual existente com o Condomínio." Ora coube-me relembrar que, ao abrigo do Art.º 1436.º, n.º 1, alínea r) do Código Civil, a emissão da declaração de encargos não é um serviço facultativo ou particular; é uma competência legal e funcional do Administrador do Condomínio, função para a qual a Lux Condomínios foi contratada. Ainda assim, a empresa reitera a posição tomada, não cumprindo com a sua obrigação legal, a não ser mediante o pagamento de um valor claramente abusivo.
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