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Encomenda não recebida
Bom dia. Venho por este meio mostrar o meu desagrado com a empresa online personalize.pt. No dia 5 de Março fiz uma encomenda que paguei através de Mbway de um artigo para o Dia do Pai. Passado uma semana recebi uma mensagem a informar que já não havia aquele artigo, só outro parecido. Entretanto ligo, mando mensagem através das redes sociais, envio mails e não me respondem. Não me devolveram o dinheiro nem me entregaram o artigo e com isto já passaram 18 dias
Avaria dentro da garantia
Exmos. Senhores, Em 09 de dezembro de 2026 adquiri um/uma Marshall Major II Fones de ouvido sem fio com microfone por 28,46 euros. A referência da encomenda é XPT20251210563001489955_1. Sucede que este apresenta defeito: não está a carregar, logo não estão a funcionar. Comuniquei-vos de imediato o problema, em 20 de março de 2026, para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que o produto não tem garantia, o que desrespeita a legislação aplicável. Exijo a substituição do produto defeituoso. Em alternativa, devolvam-me o dinheiro que paguei ou procedam à reparação do artigo em causa. Caso não me resolvam a situação nos próximos 30 dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Reembolso de Valores
Exmos. Senhores, Venho por este meio denunciar a conduta lamentável e ilegal da Viagens Abreu relativamente à reserva PI2500149806 para a Tailândia (escala/estadia no Dubai), com partida prevista para 29/03/2026. No dia 06/03/2026, rescindi o contrato ao abrigo do Art. 25.º do DL 17/2018, face às circunstâncias inevitáveis e excecionais de segurança no Dubai. Apesar de a própria transportadora (Emirates) ter emitido uma política de reembolso total para março devido ao conflito regional, a Viagens Abreu tentou lucrar com a situação, mantendo a viagem como "viável" e sujeitando os passageiros a um risco inaceitável. No dia 20 de março, terminou o prazo legal de 14 dias para o reembolso integral de 7.519,11€. A agência, após prestar informações falsas por escrito alegando que o pagamento total ocorrera na semana passada, efetuou apenas reembolsos parciais, retendo indevidamente 474,54€. Esta retenção, que inclui seguros e taxas de terceiros, viola frontalmente o Art. 25.º, n.º 5 do DL 17/2018, que obriga ao reembolso de TODOS os pagamentos efetuados em casos de força maior. A agência demonstrou total ausência de empatia, priorizando a sua tesouraria em detrimento da segurança e dos direitos do consumidor.
Reembolso Não Pago durante 4 meses
Exmos. Senhores, No passado dia 19/12/2025 comprei um passe ferroviário verde, o qual, após um erro do website, me foi cobrado mas não entregue. Fiz uma reclamação ao qual me foi respondida apenas na passada semana, dizendo que me vão reembolsar, mais de 3 meses depois. Ainda assim, não foi possível reembolsar-me pelo método original de pagamento, tendo a cp enviado um e-mail aonde me pediram os documentos bancários para realizar uma transferência, a qual aguardo. Acho vergonhoso e violador dos meus direitos de consumidor, tardarem mais de 3 meses para me devolver dinheiro que é meu e me foi cobrado incorretamente. E para além disso, no e-mail aonde me pedem os dados para reembolso de transferência bancária, terminam da seguinte forma, parecendo que me estão a fazer algum favor, e além disso dando-me um prazo, uma tremenda hipocrisia visto que não respeitam os prazos de resposta às reclamações: "Aguardaremos pela informação agora solicitada durante os próximos 10 dias, findos os quais daremos por concluído o seu pedido." Acho uma tremenda falta de respeito e profissionalismo, e, acima de tudo, gozar com a cara dos consumidores forçados e estes péssimos serviços em Portugal.
Quantidade parcial da encomenda
Exmos. Senhores Mais uma vez encomendei 1000 unidades de pulseiras e só recebo 1 caixa com 500 un Esta situação é recorrente Muito difícil o contacto, não tem contacto telefonico No site o assistente virtual não resolve, não consigo reportar quantidades em falta Só veio um 1 volume de 1 conforme fotos em anexo
Recusa de Embarque
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa ao voo operado pela Transavia com destino a Paris, associado à reserva, QK6EHE na data de 21-03-2026. No momento do embarque, encontrávamo-nos devidamente presentes e preparados para embarcar, cumprindo todas as obrigações enquanto passageiros. No entanto, devido à ausência de sinalização clara relativamente ao percurso de acesso ao embarque, dirigimo-nos por uma zona que nos pareceu adequada. Nesse contexto, um dos vossos colaboradores dito responsável pelo voo, abordou-me a mim Claudio Caseirito de forma manifestamente agressiva, adotando um tom elevado e desadequado, sem qualquer justificação plausível. Apesar de ter tentado esclarecer a situação de forma calma, a postura do colaborador manteve-se hostil e provocatória. De forma absolutamente arbitrária e desproporcional, foi então comunicada a recusa do meu embarque, sem fundamento válido e sem que tivesse existido qualquer comportamento que justificasse tal decisão, nomeadamente qualquer ameaça à segurança ou perturbação do normal funcionamento do voo. Em consequência direta desta decisão ilegítima, a Sara Almeida também não pode viajar, uma vez que não seria razoável nem expectável viajar separadamente de mim, visto que a viagem foi comprada em conjunto e para os dois. Assim, a não comparência da Sara Almeida no voo resulta exclusivamente da atuação do vosso colaborador dito de responsável por aquele voo. Enquanto isto estava acontecer, assistimos a uma situação estranha e demasiado suspeita, onde o responsável se comunicava com alguém para perguntar se ainda estavam la as pessoas para embarcar, ele ficou com o número dos nossos lugares, e visualizou os nossos bilhetes, e suspeitamos que isso foi tudo uma encenação para que outras pessoas pudessem viajar no nosso lugar. No fim acabou por faltar também ao respeito á minha acompanhante. A situação descrita configura uma clara violação dos direitos dos passageiros ao abrigo do Regulamento (CE) n.º 261/2004, nomeadamente no que respeita à recusa de embarque contra a vontade dos passageiros e sem fundamento legal. Face ao exposto, vimos exigir: Reembolso integral do valor pago pela viagem, pack de Voo e Hotel LogiTravel referência nº 1221648485 (415€) Pagamento de indemnização por recusa de embarque: 250€ ao passageiro diretamente impedido de embarcar 250€ à passageira acompanhante, cuja impossibilidade de viajar decorre direta e exclusivamente da vossa atuação. Total reclamado: 915€. Adicionalmente, informamos que esta situação originou prejuízos adicionais, incluindo perda de um dia de trabalho, os quais poderão vir a ser objeto de reclamação complementar pelas vias competentes. Caso não seja apresentada uma resposta satisfatória no prazo máximo de 14 dias, reservamo-nos o direito de submeter o presente caso às entidades reguladoras competentes e de recorrer aos meios judiciais adequados para defesa dos nossos direitos. Sem outro assunto de momento, aguardamos a vossa resposta com a urgência que a situação exige.
Gestão de condomínio deficiente
Venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente à prestação de serviços de gestão de condomínio pela empresa Condoroo, na pessoa do gestor António Coutinho, pelos fundamentos que passo a expor. 1. Omissão de reparação urgente em parte comum (desde 2023) Existe uma fissura na fachada do edifício, parte comum, que causa infiltrações contínuas na minha fração desde 2023. A situação foi reiteradamente comunicada à administração e é objeto de duas interpelações formais por mandatária jurídica. Não foram adotadas quaisquer diligências concretas para resolução do problema. O artigo 1427.º do Código Civil confere ao administrador competência para realizar reparações indispensárias e urgentes em partes comuns sem necessidade de deliberação em assembleia — mecanismo que o gestor nunca invocou nem aplicou. 2. Informação financeira incorreta em resposta a mandatária jurídica Em resposta formal à interpelação jurídica, o gestor afirmou inexistirem fundos para a realização de obras. Contudo, o relatório financeiro do próprio condomínio, datado de 17 de fevereiro de 2026, indica um saldo suficiente para a reparação. A prestação de informação financeira factualmente incorreta numa comunicação dirigida a um mandatário jurídico é uma falha grave com potenciais consequências legais. 3. Inação após deliberação aprovada em assembleia Na assembleia extraordinária de 26 de novembro de 2025, foi aprovada a substituição dos algerozes, com adjudicação à empresa selecionada. Meses após a deliberação, foi confirmado junto da própria empresa que a administração nunca estabeleceu qualquer contacto. O artigo 1436.º do Código Civil impõe ao administrador a obrigação de executar as deliberações da assembleia — obrigação que foi objetivamente incumprida. 4. Exposição pública de informação financeira incorreta Foi afixado à entrada do prédio um quadro com alegadas dívidas por fração, no qual consta que a minha fração se encontra em dívida com base em quotas reprovadas na assembleia de novembro de 2025. Foram enviados múltiplos pedidos de retificação, sem qualquer resposta ou correção. 5. Tolerância a votações de natureza retaliativa Em assembleia, a rejeição das obras de reparação da fachada foi justificada por um condómino com a afirmação: "Não vamos aprovar essas obras, porque não aprova as nossas quotas." O gestor, presente na reunião, não interveio nem registou qualquer ressalva quanto às implicações jurídicas de recusar obras de conservação obrigatória com base nesse fundamento. 6. Atas incorretas e pedidos de retificação ignorados Foram identificadas imprecisões em atas de assembleia, nomeadamente a inclusão de intervenções como aprovadas quando não o foram. Foram enviados pelo menos três emails a solicitar retificação, sem qualquer resposta. Solicito que a Condoroo apresente, um plano de ação concreto para resolução das situações descritas, em particular no que respeita à reparação da fissura na fachada, à correção da informação afixada publicamente, e à execução da deliberação relativa aos algerozes.
Alianças com falta de conformidade - pedido de devolução
Exmos. Senhores, No dia 11 de março de 2026 adquiri duas alianças de ouro branco de 19.2Kt na loja Lugar da Jóia – UBBO. Em menos de 10 dias de utilização normal, ambas apresentaram alteração de cor e múltiplos riscos, evidenciando falta de conformidade. No dia 21 de março dirigi-me à loja, tendo sido apresentada apenas a solução de polimento, não tendo sido proposta substituição dos bens nem a resolução do contrato. Esta solução não resolve a causa do problema nem garante a durabilidade do produto, tratando-se de uma medida meramente temporária. Atendendo à manifestação precoce e simultânea do defeito, considera-se afastada qualquer hipótese de desgaste normal ou mau uso. Nos termos do artigo 16.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, sem prejuízo de outra legislação aplicável, a gravidade da falta de conformidade justifica a resolução do contrato. Assim, solicito a devolução do valor pago pelas duas alianças.
Atraso Inaceitável
Exmos. Senhores, Em 2/03 adquiri um produto, no site da Joom. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 13/03. Alguns dias depois, foi adiado para 22/03. Verifico no tracking que a encomenda se encontra em Leiria (cerca de 50km de distancia), e um novo mail com nova data prevista para 10 junho! 3 meses? Acresce a dificuldade em pedir reembolso, cancelar ou falar com algum ser humano responsável da empresa. Assim sendo, exijo, no prazo máximo de 8 dias, procedam à entrega do referido produto, sob pena de requerer à entidade bancária o cancelamento do pagamento realizado a uma empresa incompetente Cumprimentos.
Cobrança do pedido total após cancelamento em menos de 30 segundos
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente a um pedido efetuado através da plataforma Uber Eats, no qual fui indevidamente cobrada pelo valor total após cancelamento imediato. No dia em questão, realizei um pedido e, ao verificar imediatamente após a confirmação que o tamanho selecionado não correspondia ao pretendido, procedi ao cancelamento em menos de 30 segundos. Apesar da rapidez da ação, fui informada de que o pedido já teria sido aceite pelo estabelecimento e, por esse motivo, foi cobrado o valor total (37,67€), sem que tenha existido qualquer consumo ou benefício do serviço por minha parte. Importa salientar que: O intervalo de tempo entre o pedido e o cancelamento foi inferior a 30 segundos, sendo materialmente improvável que o pedido tivesse sido efetivamente preparado; Não foi disponibilizada uma opção clara e eficaz para alteração do pedido, tendo o cancelamento sido a única alternativa possível; A cobrança integral nestas circunstâncias revela-se manifestamente desproporcional; Não foi apresentada qualquer prova de início efetivo da preparação do pedido. Nos termos da legislação de defesa do consumidor, ainda que se trate de bens perecíveis, as práticas comerciais devem respeitar os princípios da boa-fé, transparência e proporcionalidade, o que não se verifica no presente caso. A cobrança de 100% do valor por um pedido cancelado em menos de 30 segundos configura uma prática potencialmente abusiva e lesiva dos direitos do consumidor. Deste modo, solicito a reapreciação da situação e o reembolso integral do montante cobrado. Caso não seja apresentada uma solução adequada, reservo-me o direito de recorrer a outras vias legais e entidades competentes para a defesa dos meus direitos enquanto consumidora. Com os melhores cumprimentos, B.F.
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