Reclamações públicas
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Solicitação de Esclarecimento
Gostaria de manifestar formalmente a minha surpresa e preocupação ao ter sido informado por chamada telefónica dia 26/09/2025 as 9:14 horas que tenho uma cirurgia marcada para dia 29/09/2025 no hospital da cruz vermelha se no entanto tenho uma consulta marcada dia 20/10/2025 no mesmo hospital. Mesmo assinando o pedido de autorização da cirurgia fui informado que mesmo com a cirurgia nao tenho garantias que meu tratamento elimina os problemas que estou sentindo da ultima cirurgia feita a 10 meses atras a onde outros profissionais ate mesmo que foi consultado no hospital de cruz vermelha diz que depois de 1 ano procedimento poderia ser feiro sem problema. Adicionalmente nao fui informado com clareza como será essa segunda cirurgia e a possibilidade de ficar alguma sequela assim poderia ficar impossibilitado de continuar minhas funções. Quero mais transparência o que pode acontecer nessa nova cirurgia. Agradeço a compreensão
FATURA E REEMBOLSO NÃO EMITIDOS
À atenção do Departamento de Reclamações, Veio por meio desta mais uma vez reclamar sobre a insatisfação na resolução do meu problema. Faz 10 dias já que recebi um email do suposto Gabinete do cliente da CUF Tejo dizendo que iriam investigar o meu problema e entrar em contato. Nunca foi entrado em contato, também não respondem emails e nem tem como falar com eles através de ligações. A única informação que recebo do serviço de suporte ao cliente é que eles irão entrar em contato mas que não há também um prazo previsto. Fui internado no dia 7 de setembro devido a uma nevrite óptica e tive alta no dia 9 de setembro. Contudo, a equipa de enfermagem informou-me que poderia permanecer até ao dia 10 ao meio-dia, o que aceitei por recomendação clínica. Na manhã do dia 10 solicitei a minha alta médica e a respetiva baixa médica, visto que necessitava de sair até ao meio-dia. No entanto, após diversas insistências, apenas pelas 16h fui informado de que a médica responsável já tinha abandonado o hospital sem emitir a alta. No ato da internação deixei 1.000 € de caução, mas até agora não recebi a fatura detalhada nem o acerto de contas. Sempre que solicito, informam-me apenas que devo aguardar, sem estipular prazo, alegando que depende da MEDIS. Contudo, o próprio seguro já confirmou que autorizou a faturação e que a resolução depende unicamente da CUF. Esta situação tem-me causado enorme transtorno, uma vez que necessito do reembolso do valor em caução para cumprir com obrigações pessoais e académicas. Considero inadmissível a falta de clareza, de prazos definidos e de cumprimento das responsabilidades administrativas e médicas da CUF. Assim, exijo: O envio da fatura discriminada da minha internação e que seja reembolsado o quanto antes. Atenciosamente, Fillipi Fernandes
cobranca e recolha de um kit nao usado
Boa noite no dia em que fui fazer a minha ecografia 5D fui quase obrigada a aderir a recolha de celulas por parte da bebecord, recebi um kit que nunca utilizei nem confirmei adesão total ao serviço. Ainda assim, estão a exigir pagamento e devolução, o que considero abusivo. Solicito o cancelamento imediato de qualquer cobrança, pois nao usei o kit, nao preenchi a clausula de credito, so assinei digitalmente o acesso aos dados, Caso contrário, reservo-me o direito de apresentar queixa às autoridades competentes.
Abuso de chamadas constantes
Boa tarde, Quero apresentar queixa e potencialmente irei apresentar queixa crime contra a empresa Medicare que me faz todos os dias chamadas de números novos sem eu sequer ser cliente. Já tenho bloqueado acerca de 20 números e continua nas chamadas constantes a me incomodar diariamente o que se está a tornar uma situação de assédio.
Reembolso negado
Exmo(a). Senhor(a), Venho por este meio apresentar uma reclamação contra a empresa Ortorex, relativamente a um pedido de reembolso que permanece sem resposta até à data. No dia 19 de julho de 2025, realizei a compra de um produto que não me foi entregue dentro do prazo legalmente estabelecido. Apesar de ter solicitado formalmente o reembolso à empresa, conforme previsto no Decreto-Lei n.º 84/2021, e de ter explicado as razões pelas quais não é possível proceder à devolução do produto (encontro-me fora do país), não obtive qualquer resposta sobre o reembolso. Relembro que a empresa deveria ter efetuado o reembolso no prazo máximo de 14 dias após o término do prazo de entrega, sob pena de estar obrigada a pagar o dobro do valor ao consumidor. Face à recusa e à falta de comunicação, peço a intervenção da DECO Proteste para mediar esta situação e assegurar o cumprimento dos meus direitos enquanto consumidora. Agradeço a atenção dispensada e aguardo as vossas indicações sobre os passos seguintes. Com os melhores cumprimentos,
Reclamação contra renovação automática sem aviso – Medicare
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativamente à renovação automática do meu contrato com a Medicare, que ocorreu sem qualquer aviso prévio da empresa. No período anterior à renovação do contrato, não recebi qualquer comunicação (por email, carta ou telefone) alertando para o prazo de 30 dias para denúncia do contrato ou sobre a iminente renovação automática. Conforme previsto no Decreto-Lei n.º 446/85 – Cláusulas Contratuais Gerais –, as cláusulas de renovação automática devem estar destacadas, ser de conhecimento inequívoco do consumidor e acompanhar-se de aviso claro e atempado. Tal não foi cumprido neste caso. Considero esta prática abusiva e solicito que seja anulada a renovação automática por falta de transparência e comunicação, ativando o direito ao cancelamento imediato do contrato, sem penalizações adicionais. Invoco, ainda, o Decreto-Lei n.º 24/2014, que reforça a obrigação de informação prévia ao consumidor sobre aspectos essenciais do contrato e para o exercício dos seus direitos de resolução. Peço apoio para a mediação junto à Medicare, garantindo o cumprimento da legislação e a cessação do contrato, com trancamento de qualquer débito ou cobrança futura associada à renovação não consentida. Agradeço a atenção e aguardo solução favorável.
Reembolso não efetuado
Exmos. Senhores, Sou titular do seguro Médis Dental desde 01/07/2021. No presente ano, ao utilizar os serviços incluídos no contrato, fui surpreendido(a) com a cobrança de valores que deveriam estar abrangidos pelo plafond. De imediato, segui todos os procedimentos necessários junto da Médis e apresentei os pedidos de reembolso relativamente a cinco situações, nas quais as despesas realizadas por mim e pelos meus dependentes se enquadravam claramente no plafond contratado e foram efetuadas dentro da rede credenciada. Contudo, apenas um dos pedidos foi reembolsado, permanecendo em falta os demais. Apesar das minhas insistências, não obtive resposta satisfatória, o que considero uma atuação de má fé por parte da seguradora. Perante esta situação, procedi hoje ao cancelamento do seguro, mas reitero o meu direito ao reembolso integral dos valores indevidamente cobrados. Aguardo a vossa resposta e a regularização da situação.
Faturação Errada
Venho por este meio apresentar reclamação relativamente à faturação associada às faturas abaixo identificadas: Fatura nº D25C01/0000120576 Fatura nº D25C01/0000120668 Devido a problemas técnicos com a rede Multicare, que se encontrava temporariamente offline, foi-me cobrado o valor correspondente aos preços de tabela. Contudo, fui posteriormente informado pela própria Multicare de que, mesmo tendo ocorrido essa falha, a responsabilidade de corrigir a faturação e reemitir as faturas de acordo com a minha apólice cabe ao prestador de serviços, neste caso, os Hospitais Lusíadas. Mais informo que, relativamente à fatura nº D25C01/0000120668, não devo proceder ao pagamento do exame TC Crânioencefálico, uma vez que deixei previamente uma caução de 1.000€, da qual este exame deverá ser deduzido. Assim, apenas reconheço como devidos os valores correspondentes à consulta e ao atendimento médico permanente, sendo necessário que os mesmos sejam recalculados com base na cobertura da minha apólice Multicare. Desta forma, solicito que procedam à correção dos montantes em dívida e à emissão das faturas ajustadas, de modo a que eu possa regularizar a situação sem entrar em litígio desnecessário. Aguardo confirmação e resolução breve deste assunto.
Caução Não Devolvida
Sou utente dos Hospitais Lusíadas há mais de 15 anos, sendo habitualmente acompanhado no Hospital Lusíadas Lisboa. Recentemente, tive de realizar sessões de radioterapia no Porto e, ao dirigir-me ao Hospital Lusíadas Porto para levantar a medicação prescrita e aprovada pelo meu seguro, foi-me exigido o pagamento de uma caução no valor de 136€. Esta situação causou-me grande surpresa e desconforto, pois tratava-se de uma medicação já anteriormente autorizada e disponibilizada no Hospital Lusíadas Lisboa. Considero inaceitável que, sendo parte da mesma rede hospitalar e estando a medicação previamente aprovada pela seguradora, me tenha sido exigido o pagamento deste montante, ainda mais tratando-se de um tratamento essencial e urgente. Importa ainda referir que esta situação ocorreu no dia 1 de setembro, e até à presente data não recebi a devolução do referido valor, apesar de me ter sido confirmado pelo Hospital Lusíadas Lisboa que toda a documentação necessária já foi enviada para o devido reembolso. Assim, venho por este meio apresentar reclamação formal e solicitar a imediata devolução da caução de 136€, bem como a clarificação das razões pelas quais tal procedimento foi exigido. Aguardo uma resposta célere e a resolução do assunto.
Colocação excessivas de gotas (ciclopentolato), má conduta,falta de transparência e cobrança indevid
Venho por este meio registrar uma reclamação referente ao atendimento ocorrido no Hospital Privado de Alfena, no numa consulta de oftalmologia pediátrica no dia 19/09/2025, pelas 17:00 com o doutor Pedro Barros e respetivo assistente. Durante a realização de exame oftalmológico pelo assistente de oftalmologia, foi administrado ciclopentolato em gotas para dilatação da pupila. Na ocasião, foram instiladas aproximadamente 3 a 4 gotas de uma só vez em cada olho. Logo após a aplicação, meu filho apresentou reação adversa grave, caracterizada por: Vermelhidão intensa em todo o corpo Desorientação e confusão Incapacidade de se manter em pé / perda de equilíbrio Exaltação e agitação psicomotora Apesar da gravidade, o oftalmologista presente desvalorizou a situação, não reconhecendo a necessidade de cuidados imediatos. Diante disso, entrei em contato com a pediatra do meu filho, que considerou essencial o encaminhamento para a urgência. A pediatra, por sua vez, entrou em contato com o CIAV (Centro de Informação Antivenenos), que confirmou a gravidade do quadro e reforçou a necessidade de ida imediata ao serviço de urgência, conduta que segui. Considero que houve: Erro no procedimento, pelo número excessivo de gotas administradas em uma criança de 4 anos. Falta de comunicação adequada, pois não fui previamente informada dos riscos e sinais de alerta. Falta de resposta adequada diante de uma reação adversa grave, por parte do oftalmologista que atendeu meu filho. Além disso, ocorreram cobranças indevidas e falta de transparência pois ao procurar atendimento na urgência do mesmo hospital, fui surpreendida com a cobrança de 105,32€, dos quais 77,30€ correspondem à permanência em sala de observação (e o mesmo não foi devidamente observado uma vez que a enfermeira de serviço passou o tempo sentada ao telemóvel) e à colocação de cateter, procedimentos diretamente relacionados à reação adversa causada pelo medicamento administrado no hospital. A ADSE assegura apenas uma consulta por dia. Por esse motivo, o valor da consulta de oftalmologia passou de 9€ para 100€ sem aviso prévio, quando fiz a admissão do meu filho no serviço de urgência. E além disso, o meu filho não foi devidamente avaliado na consulta, dada a sua condição grave causada, tornando a cobrança ainda mais injusta e desproporcional. Solicito: Que o ocorrido seja registrado e devidamente investigado. Que sejam revistas as práticas de administração de ciclopentolato em crianças pequenas, garantindo o uso da menor dose eficaz. Que seja reforçada junto da equipa a necessidade de informação clara e completa aos responsáveis, bem como de valorização imediata de reações adversas graves. Que seja revista a cobrança indevida dos custos relacionados à ida à urgência e da consulta de oftalmologia, com isenção ou reembolso dos valores cobrados.
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