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Encomenda não recebida
No dia 02-09-2025 fiz uma compra no site da ortorex. A encomenda #366987 foi paga e recebi de imediato a validação de que a encomenda ia ser enviada. Pelo número de rastreamento YT2524700700129610, consegue-se rastrear facilmente todo o percurso. Recebi informação que a tentativa de contacto para entregar a encomenda falhou, mas estava sempre alguém em casa e não houve contacto nenhum. Segundo a rastreabilidade da encomenda, ela foi devolvida e recebida novamente a 29/09/2025. Já questionei por várias vezes qual é o estado da encomenda e não tenho resposta a não ser que ainda não a receberam. Não consigo grande comunicação com a empresa, porque dizem que estão a analisar e pedem desculpa pelo atraso na resposta, mas têm uma verificação manual do email. Parecem respostas em loop sem sequer analisar o conteúdo dos emails.
Encomenda não recebida e sem informação da mesma
Boa noite. Fiz uma encomenda na lojasaude no passado dia 28 de outubro. Enviei um email para saber da minha encomenda feita no dia 28 de outubro de 2025 (email que enviei no dia 30 de outubro de 2025). Ao qual obtive a seguinte resposta: “Obrigado pelo seu contacto. A sua mensagem foi recebida com sucesso e será analisada pela nossa equipa o mais brevemente possível. Iremos dar seguimento logo que possível dentro do nosso horário de atendimento (dias úteis, das 10h às 12h e das 14h às 18h). Para questões urgentes sobre encomendas, por favor aguarde a nossa resposta com prioridade.” Até ao momento não fui contactada novamente então enviei um novo email ao qual não obtive resposta. Prometeram enviar a encomenda n: LS_26618, dentro de 5 dias e até ao momento o que diz no site deles é que foi facturada. Fiz reclamação na plataforma e nada me dizem. Poderiam ajudar-me a reaver o dinheiro ou pelo menos a obter resposta por parte desta loja. Muito obrigado.
Reembolso
No dia 11-08-2025 estive no Instituto Português da Face para uma consulta/avaliação. Primeiro, fui atendida por uma gestora de pacientes por nome Sílvia, expliquei os sintomas que eram: Zumbidos nos ouvidos, estalido do lado direito e pouquíssima crepitação do lado esquerdo. Disse também que as vezes sentia uma pressão na cabeça e pescoço. Me foi garantido pela gestora que todos esses sintomas eram devidos a ATM (Articulação temporomandibular). Logo já me entregou o orçamento e falou que as datas de atendimento do Prof. Doutor David Ângelo estavam praticamente esgotadas, mas que tentaria abrir uma excessão para mim. Me senti pressionada por tantas vezes que ela disse que já tinha que deixar algum valor pago para que minha vaga ficasse resguardada. Então fiz o pagamento de 319.00€. Ela também me explicou que eu teria que fazer uma infiltração muscular toxina botulinica tipo A195u no valor de 890.00€, e depois de 15 dias uma artrocentese bilateral com ácido hialurónico no valor de 2.300€ e 5 sessõs de fisioterapia no valor de 275.00€. Me garantiu que o tratamento funcionaria que eu não iria me arrepender. Ressalvo que o único exame que fiz no instituto foi um raio x. Dado a situação, eu esperava que me pedissem pelo menos uma ressonância, mas mesmo assim confiei no insituto. Devido a agenda apertada do Prof. David Ângelo, ao invés de esperarem os 15 dias falados, foram apenas 7 dias, o que a gestora Sílvia me garantiu que não alteraria em nada meu tratamento, tenho registrado no whatsapp que a gestora Sílvia me disse que era mesmo importante fazer a toxina com alguns dias de antecedência, fiquei receosa, mas confiei no instituto. Também tenho registrado toda a pressão da gestora Sílvia para que eu fizesse os pagamentos. Também tenho registrato todas as conversas com a enfermeira e todas as queixas que fiz. No dia 18-08-2025 fiz a infiltração com toxina botulinica com a promessa de que relaxaria os músculos, eu senti uma leve melhora na parte do maxilar, no pescoço e cabeça não houve melhora alguma, o que foi relatado para os responsáveis. No dia 25-08-2025 fui submetida à artrocentese bilateral, marcaram para as 09H da manhã, mas só fui atendida as 10H, me disseram que houve um erro de comunicação e o Prof. David Ângelo não tinha sido avisado, e o mesmo disse que estava no ginásio, enquanto eu esperava para fazer um tratamento que me deixou muito ansiosa. Após a artrocentese, me indicaram a primeira sessão de fisioterapia, entretanto, como houve essa "falta de comunicação"; fiquei à espera por 3 horas para conseguir fazer a sessão de fisioterapia. Achei uma falta de respeito, mas a dor e desconforto foram tantos que eu só queria ficar quietinha para não abrir a boca porque estava doendo muito. Foi me explicado que as duas primeras semanas seriam as mais desafiadoras, mas entendi que fazia parte do tratamento e fui me adaptando conforme dava. Mudei minha alimentação, diminuí a carga de trabalho e parei com os exercícios físicos por recomendação do médico. Na medida que os dias foram passando, eu fui notando que nada melhorava, pelo contrário, só ficava pior e começou aparecer sintomas que eu não tinha, como dor e pressão na cabeça todos os dias (o que antes acontecia só as vezes); estalidos do lado esquerdo (o que não havia); aumento muito significativo dos zumbidos, dor nos dentes, cansaço muscular. Enviando mensagem para a Enfermeira Carla, ela só me dizia que isso ia ir melhorando gradualmente, reportei todas as queixas por vários dias e aconselhava tomar analgésico e relaxante muscular, o que não resolviam completamente o desconforto. Passado alguns dias do tratamento notei que ao abrir a boca, meu maxilar caía mais para o lado direito, senti também que minha mordida não estava completamente bem assente. Segundo a Enfermeira, estava tudo dentro das normalidades. Depois de tanto me queixar, o Prof. David Ângelo me sugeriu fazer outra artrocentese, o que eu neguei na hora, se não deu certo na primeira como foi prometido, o que me garantiria que na segunda daria certo? Já não tinha confiança no instituto para passar por todo aquele processo doloroso de novo, uma vez que não tive 1% sequer de melhora, e sim de piora. No dia 20-10-2025 estive em consulta com o Prof. David Ângelo, fui avaliada e ele sugeriu de novo que fosse feito outra artrocentese, eu disse outra vez que não me sentia segura em passar por isso novamente. Havia um outro médico na sala (Não me lembro o nome, mas me lembro que é espanhol); este médico fez uma avaliação muito mais aprofundada e ele sugeriu que eu retirasse os dois dentes sisos que tenho do lado esquerdo. O Prof. David Ângelo não concordou 100%, mas vi que respeitou a sugestão do colega e me propôs isso. Tanto a artrocentese quanto a extração dos sisos seriam oferecidos pelo instituto, mas a questão agora não é sobre dinheiro, e sim sobre perder a confiança no instituto. Porque nada que me disseram aconteceu e hoje me encontro muito pior do que quando entrei no instituto buscando por um tratamento. No dia 22-10-2025 enviei um e-mail para o instituto solicitando reembolso já que não tive nenhuma melhora e ainda me encontro pior. Hoje, 27-10-2025 responderam ao e-mail negando fazer o reembolso. Imediatamente liguei para o instituto para falar com a direção, a atendente Inés disse que reportaria minha situação. Minutos depois recebi uma mensagem da colaboradora Yenny Gil dizendo que em instantes o Prof. David Ângelo entraria em contato comigo via telefónica. O Prof. me ligou, logo no início da conversa já se mostrou um pouco alterado porque eu havia respondido ao e-mail dizendo que procuraria meus direitos e se fosse preciso ia para a revista ou até mesmo televisão, porque acho desumano sair pior do que entrei e ainda jogar no lixo 3.465.00€. Em quase toda a chamada ele não me deixou falar, e sempre insistindo para que eu repetisse a artrocentese ou fizesse a extração dos sisos, mais uma vez eu disse que não faria pois já não tenho confiança no instituto. Desdenhou de mim falando que se eu não estava apta para pagar o tratamento, melhor que não fosse à clínica, ou seja, uma pessoa que trabalha honestamente e junta um dinheiro para usar quando precisar na saúde não pode ir ao instituto, somente pessoas ricas e bem sucedidas, foi isso que me deu a entender e sinceramente chorei na hora, me senti humilhada. Demonstrou desinteresse todas as vezes que eu disse que os meus sintomas pioraram e que tive que começar a tomar remédio para dormir porque os zumbidos ficaram insuportáveis. A meu ver, se eles oferecem outro tratamento, assumem que o que fizeram não deu certo, mas em nenhum momento me disseram que poderia não dar certo. Eu só ouvia frases do tipo "Você vai viver melhor"; "Escolheu o lugar certo para fazer o tratamento"; "Sua vida vai mudar muito pra melhor"; "O tratamento será um sucesso". Por fim, o que mais me deixou em choque foi o Prof. David Ângelo desligar o telefone na minha cara, isso mesmo, ele disse o que quis dizer e simplesmente não me deu alternativa de resposta, desligou o telefone. Agora estou eu com menos 3.465.00€, e com os sintomas muito, mas muito piores, e o que eles dizem e insitem é que devo repetir o tratamento, mas como confiar depois dessas condutas? Deixo aqui registrado toda a minha insatisfação e decepção com o Instituto Português da Face, eu não sou obrigada a fazer outros procedimentos se eu já não confio mais na instituição, mas também não acho justo ficarem com meu dinheiro sendo que pioraram minha vida. A forma como fui tratada hoje foi desumana, o Prf. David Ângelo disse que vai dormir sossegado porque fez o que pode, já eu, vou ter que tomar clonazepan para conseguir dormir por causa das dores, pressão na cabeça e pescoço e os zumbidos altíssimos. Eu só lamento a postura deles, nunca imaginei que uma empresa tão conceituada fosse resolver uma questão de forma tão desumana. Meu lado profissional e emocional foram muito abalalados.
Fatura Incorreta
Exmos. Senhores No passado dia 21/10, desloquei-me à Cuf Tejo para uma consulta de Ortopedia. Foi-me prescrita uma injeção de cortisona, para tomar de imediato, a fim de minimizar as dores, o que fiz num ato de enfermagem. Qual é o meu espanto, quando sou confrontada com uma fatura com Atos em duplicado e Atos em triplicado, conforme se alcança da fatura anexa. Reclamei da referida fatura por telefone, nos dias 22 e 29/10, que pediram ao Serviço de Enfermagem uma resposta urgente à minha reclamação, o que não aconteceu até hoje. No decurso dos últimos 8 meses, esta é a terceira Reclamação feita por telefone, por irregularidades com a faturação, sendo esta a única Unidade que é useiro e vezeiro nesta conduta. Agradeço correção urgente da fatura, pois tenho consultas e exames já agendados até janeiro de 2026. Atenciosamente,
Cobrança Indevida
Estou a ser contactada no sentido de cobrança sobre um atendimento, medicações e exames que considero indevidos. Nos dias 22 e 23 de abril de 2025, realizei atendimento nas vossas instalações. Fui submetida ao mesmo exame em duplicado, sem ter sido informada previamente sobre valores, custos adicionais ou a necessidade de nova realização. Além disso, fui submetida a medicações intravenosas. Destaco ainda que, naquele momento, me encontrava desacompanhada e em condições físicas que não me permitiam tomar decisões conscientes ou autorizar procedimentos adicionais. No primeiro atendimento, fui informada que a médica não poderia esclarecer de forma definitiva a minha situação e que deveria regressar para nova consulta com a mesma profissional. Saí do hospital com febre, dores e preocupação, sem ter recebido qualquer laudo médico. Até o momento não me enviaram qualquer autorização, consentimento ou gravação que comprove que fui informada dos custos de todos os exames e medicações. Ressalto ainda que fui surpreendida ao solicitar a fatura na receção, quando tomei conhecimento do valor total, e inclusive a própria rececionista questionou se havia sido informada previamente sobre os custos dos exames e medicamentos, o que confirmo que não ocorreu em momento algum. Gostaria de reforçar novamente que não me recusei a efetuar o pagamento, no entanto em nenhum momento fui previamente informada sobre os valores referentes aos exames e medicações realizados, nem me foi apresentada qualquer estimativa de custos antes da sua execução. E acredito que o valor é demasiado e não tenho qualquer condição para efetuar o pagamento.
Paguei encomenda e não recebi a mesma
Bom dia, Fiz uma encomenda online, no site da loja da saúde, no dia 1 outubro 2025 com a referência n°LS_26138, e a mesma não me foi entregue até ao dia de hoje 31 oubro 2025. Enviei email, a reclamar e a resposta foi que iria analisar junta da transportadora. Até hoje nada. Agradeço a vossa colaboração. Obrigada Cumprimentos Vânia Pegacha
Renovação do plano de saúde
Tenho o plano da medicare juntamente com a minha filha a quase um ano. Durante este tempo poucas foram as vezes que usei o plano e que usufrui dele e nessas poucas vezes nao fiquei satisfeita. Algumas vezes chamei o medico a domicílio e chegam aqui nao fazem nada, apenas me passam medicação da qual eu nem cheguei a comprar por medo. Terça feira, 28 de Novembro , a 16 dias de terminar o contrato liguei a medicare a dizer que nao quero renovar o serviço. A atendente nao me quis ouvir e este imenso tempo a falar dos benefícios do meu plano, tanto tentei me explicar e nao fui ouvida que acabei por desligar a chamada. Hoje dia 30 voltei a ligar para a medicare e disseram que a pessoa responsável pelo meu processo irá me contactar. Hoje essa tal pessoa ligou me e eu na esperança de conseguir resolver alguma coisa atendi e expliquei a situação, a pessoa teve 15 minutos comigo na chamada a falar dos benefícios do meu plano que eu repeti incansavelmente que já conhecia e nao me resolveu nada. Nao estou nada satisfeita com a Medicare e acho que nao devo ser obrigada a ficar mais um ano com o serviço que nap estou satisfeita, ainda mais se pedi o cancelamento antes de terminar.
Sem encomenda
Boa noite, venho por este meio efetuar uma reclamação do site Loja Saúde. Efetuei uma compra por mbway no dia 14 de outubro, no dia 20 de outubro recebi um email a informar do número da encomenda e que já se encontra a na transportadora. Hoje dia 30 de Outubro ainda não recebi a encomenda, enviei email pedidndo informações e não obtive nenhuma resposta e nos ctt da me erro ao pesquisar o código de seguimento da mesma. Gostava de saber como posso reaver o dinheiro da encomenda?! Já vi várias reclamações do mesmo site e não percebo como ainda não denunciaram o site para acabaram estas fraudes!! Agradecia alguma informação Obrigada Adriana Lima
Cobrança indevida e penalização abusiva pelo Holmes Place
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra o ginásio Holmes Place, por práticas contratuais que considero abusivas e contrárias à legislação de defesa do consumidor. Inscrevi-me num ginásio Holmes Place, mas nunca cheguei a usufruir das instalações nem de qualquer serviço. Posteriormente, solicitei o cancelamento do contrato por motivo de residência no estrangeiro (tenho morada fiscal fora de Portugal e apresentei comprovativo). O ginásio aceitou a rescisão, mas exige o pagamento de duas mensalidades adicionais a título de penalização, bem como 29 € de taxa de cancelamento, alegando que o contrato não prevê cancelamento por mudança de residência. Além disso, ameaçaram encaminhar o processo para cobrança pela empresa Intrum Justiça caso não proceda ao pagamento. Entendo que esta cobrança é ilegal e desproporcionada, uma vez que: O Decreto-Lei n.º 10/2015, de 16 de janeiro, no seu artigo 10.º, reconhece expressamente o direito de rescisão por mudança de residência que torne impossível a utilização do serviço; Nenhuma cláusula contratual pode restringir esse direito; Nunca houve utilização do serviço, pelo que não há fundamento para qualquer penalização financeira; A ameaça de envio a empresa de cobranças constitui pressão indevida sobre o consumidor. Solicito, assim, a intervenção da DECO no sentido de garantir a anulação das cobranças indevidas e o cancelamento definitivo do contrato sem penalizações. Com os melhores cumprimentos, Renato Carvalho
Faturação indevida e práticas abusivas reiteradas – CUF Sintra (Regime ADSE)
Orquidea Martins [orquideamartins@gmail.com] Anexos 11:03 (há 22 minutos) para denuncias, reclamacoes, apoio.consumidor, geral, at, igas, gabinete.ms, Bcc:denuncias, Bcc:pgr Exmos.. Srs. IG, Orquídea Alexandra Mendes Martins, contribuinte n.º 10835338, residente na Av. 25 de Abril, 89-3ºEsq em Agualva-Cacém, vem, nos termos do Decreto-Lei n.º 33/2012 (Regime da IGAS), Decreto-Lei n.º 28/2019, Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor) e Carta dos Direitos dos Utentes de Saúde (DL n.º 113/2011), apresentar denúncia formal contra a CUF Sintra por faturação indevida, violação de transparência e cobrança abusiva em regime convencionado ADSE. I – Dos Factos Recentes (Outubro de 2025) No dia 28/10/2025, recorri ao Serviço de Urgência Geral da CUF Sintra no âmbito da convenção ADSE. De acordo com a tabela ADSE, o valor a meu cargo seria de €41,08 (consulta, TAC crânio-encefálica e análises). No entanto, fui cobrada no total de €148,17, sem qualquer discriminação clara de serviços que justificassem a diferença. Ao questionar o funcionário, este respondeu que “os exames têm de ser pagos”, ignorando o regime da ADSE e sem apresentar qualquer explicação formal. Tal conduta constitui violação dos deveres de transparência, informação e faturação fidedigna, previstos na lei e nas normas da convenção. II – Padrão Reiterado (Faturas de Agosto de 2023) Anexo igualmente as faturas nº CSF2023/0000344819 e nº CSF2023/0000346397, emitidas pela mesma unidade em agosto de 2023. Nessa ocasião, após atendimento de urgência devidamente pago (€23,86), foi emitida uma segunda fatura no dia seguinte, com a designação “SO – Diárias de S.O. até 1 hora”, no valor de €25,00. Esta cobrança foi justificada apenas pela minha permanência física em sala de observação, sem qualquer ato clínico adicional, configurando “taxa de utilização de sala” ou cobrança por tempo de permanência. A repetição desta prática em 2023 e 2025 demonstra um padrão sistemático de faturação abusiva e possivelmente simulada, com impacto direto nos utentes e potencial prejuízo económico para a ADSE. III – Enquadramento Legal Decreto-Lei n.º 28/2019, arts. 7.º e 8.º – obriga à correspondência real entre fatura e serviço efetivamente prestado. Art.º 36.º do Código do IVA – exige a discriminação clara e verdadeira dos serviços. Lei n.º 24/96, arts. 4.º e 8.º – proíbe práticas comerciais enganosas e consagra o direito à restituição de valores cobrados indevidamente. Carta dos Direitos dos Utentes de Saúde (DL n.º 113/2011, art.º 7.º) – impõe o dever de informação prévia e clara sobre custos. Decreto-Lei n.º 33/2012 – confere à IGAS poderes de inspeção e sanção em casos de irregularidades e abusos económicos no setor da saúde. Face ao exposto, requeiro: Que a IGAS proceda à abertura de inquérito inspetivo à CUF Sintra, apurando a legalidade das práticas de faturação descritas e verificando eventual reincidência. Que a ERS promova processo de averiguação regulatória, determinando a restituição integral da quantia indevida (€107,09) e sanções adequadas e que me seja reembolsado o valor cobrado indevidamente; Que sejam avaliadas responsabilidades administrativas e disciplinares do pessoal envolvido e comunicadas as conclusões à ADSE e, se for caso disso, à Autoridade Tributária ou Ministério Público, por indícios de burla qualificada ou faturação duplicada. IV – Documentos Anexos: Fatura nº CSF2025/0000447535 (€148,17) – Outubro/2025 Recibo nº CSR2025/188179 – Outubro/2025 Discriminação de valores ADSE (€41,08) Fatura nº CSF2023/0000344819 (€23,86) – Agosto/2023 Fatura nº CSF2023/0000346397 (€25,00) – Agosto/2023 VI – Conclusão Os factos apresentados evidenciam violação reiterada das normas legais e éticas aplicáveis à faturação em saúde, com prejuízo económico para o utente e potencial impacto no erário público. Requeiro a atuação urgente das entidades competentes, com comunicação do resultado e medidas adotadas. Com os melhores Cumprimentos, Orquídea Martins
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