Reclamações públicas
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Incumprimento contratual grave
Entidade visada: Medicare Venho por este meio apresentar queixa formal contra a Medicare, por prestação de informação incorreta e incumprimento contratual grave, com consequências clínicas e emocionais relevantes. No dia 02/02/2026, contactei a linha de apoio da Medicare informando expressamente que me encontrava grávida e que necessitava com urgência de indicação de uma unidade de saúde com serviço de urgência obstétrica ao abrigo do acordo existente. Foi-me indicada a unidade Unisana como sendo adequada à minha situação. Contudo, ao chegar à referida unidade, fui informada de que não existia urgência obstétrica, o que demonstra que a informação prestada pela Medicare foi incorreta, desadequada e negligente, face ao quadro clínico comunicado. Apenas no dia 19/02/2026 fui contactada pela Medicare, data em que me encontrava internada na sequência de um aborto retido, situação clinicamente grave e com elevado impacto físico e emocional. Entendo que, se tivesse sido corretamente encaminhada no momento em que solicitei apoio, poderia ter beneficiado de avaliação médica atempada, o que poderia ter alterado o desfecho clínico. A atuação da Medicare configura: Violação do dever de informação; Violação do dever de diligência e boa-fé; Incumprimento contratual; Prestação de informação clinicamente relevante errada; Falta de acompanhamento posterior adequado. Solicitei formalmente a resolução do contrato sem penalização e o acesso à gravação da chamada de 02/02/2026, mas considero essencial que esta situação seja tornada pública e avaliada pelas entidades competentes. Pretendo com esta queixa: Denunciar a gravidade da atuação da Medicare; Alertar outros consumidores; Exigir responsabilização pela prestação de informação incorreta em contexto clínico sensível; Reforçar a necessidade de procedimentos mais rigorosos na triagem e encaminhamento de utentes grávidas. Considero inadmissível que uma empresa que presta serviços na área da saúde forneça indicações erradas numa situação potencialmente urgente, colocando em risco a saúde e a vida de uma utente e do feto. Aguardo posicionamento da entidade visada.
encomenda ainda não recebida
Exms senhores Fiz a encomenda de 2 produtos e paguei vai em 8 dias e nem a encomenda nem mensagem sobre a mesma. Agradeço resposta sobre o assunto
Lixos e resíduos biológico entre pacientes na sala de espera!
Assunto: Reclamação por graves falhas no cumprimento das normas de higiene e segurança no Hospital da Luz de Setúbal Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar a minha formal reclamação relativamente a uma situação grave e inaceitável que presenciei nas instalações do Hospital da Luz de Setúbal, pondo em causa as mais elementares normas de higiene, segurança e saúde pública, bem como o respeito devido aos utentes. No dia 25/02/2026 encontrava-me na sala de espera do referido hospital, quando fui confrontado com uma cena que considero profundamente chocante e antiética. Um funcionário dos serviços de limpeza atravessou a referida sala de espera, em pleno horário de funcionamento e na presença de vários utentes, transportando um carrinho de grades que continha, de forma visível e desprotegida, diversos sacos de lixo comum e, mais preocupante, uma caixa preta com resíduos hospitalares, aparentemente do grupo III e IV (resíduos infeciosos e orgânicos). De acordo com as boas práticas e as normas regulamentares em vigor em Portugal, estabelecidas pela Direção-Geral da Saúde (DGS) e pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), o transporte interno de resíduos hospitalares, especialmente os de risco biológico, deve ser feito por circuitos próprios, preferencialmente isolados e nunca em áreas de permanência de doentes e acompanhantes, como é o caso das salas de espera. A situação presenciada configura uma grave falha de procedimentos internos, evidenciando: 1. Falta de formação do colaborador envolvido, que desconhece ou desrespeita os circuitos internos de higiene e segurança. 2. Fiscalização interna inexistente ou ineficaz, que permitiu uma situação de tão elevado risco e falta de ética. 3. Exposição direta de utentes a potenciais agentes patogénicos, colocando em risco a saúde de todos os presentes. É absolutamente inadmissível que uma unidade de saúde privada, que se propõe a oferecer cuidados de qualidade, permita um cenário tão degradante. Esta situação é não só um atentado às normas de saúde pública, mas também uma falta de respeito e de consideração pelos utentes, que já se encontram num ambiente de vulnerabilidade e ansiedade. Acresce ainda que, para além deste episódio grave, o atendimento prestado foi igualmente deplorável e pouco profissional, o que só veio agravar a minha perceção negativa sobre a qualidade dos serviços desta unidade. A falta de higiene e o descaso com procedimentos básicos colocam em causa a credibilidade e a idoneidade de todo o hospital. Face à gravidade da situação, considero que o Hospital da Luz de Setúbal demonstra uma total ausência de cumprimento das normas regulativas em vigor no país. É inaceitável que um hospital particular, que exige dos seus utentes um elevado investimento financeiro, apresente falhas tão básicas e perigosas. Assim, venho requerer: · Uma investigação interna urgente sobre o ocorrido. · A identificação e responsabilização dos envolvidos pela quebra dos protocolos de segurança. · A implementação de medidas corretivas imediatas para que situações como esta não se repitam. · Uma resposta formal e por escrito sobre as diligências efetuadas. Aguardando uma resposta célere e a tomada de medidas, subscrevo-me com os melhores cumprimentos.
Devolução integral da caução - Jaime Manuel das Neves Matos Santos
Exmos. Senhores, Na qualidade de familiar direta do doente Jaime Manuel das Neves Matos Santos, venho solicitar esclarecimento formal e devolução integral da caução relativa ao internamento ocorrido em 15/12/2025, às 23h59, no Hospital CUF Porto. Foi paga uma caução no valor de 1.000 €, tendo sido creditado apenas 816 € no dia 05/02/2026. O valor total do internamento foi de 2.889,62 €, já integralmente liquidado. Face ao exposto, solicito: Justificação detalhada e documentada sobre a retenção de 184 €, com discriminação de quaisquer taxas, despesas ou encargos aplicados; Confirmação de que não existem outros valores pendentes relativos ao internamento; Procedimento para devolução imediata da diferença da caução caso não haja fundamento legal ou contratual para a sua retenção. Recordo que, nos termos do Código Civil (artigos 758.º e seguintes – depósito e caução), a caução entregue como garantia deve ser devolvida integralmente, deduzindo-se apenas valores comprovadamente devidos e previamente informados ( o que nunca aconteceu ). Solicito que a resposta seja enviada por escrito para este email, com a máxima brevidade, a fim de regularizar a situação sem necessidade de recurso a meios legais. Com os meus cumprimentos, Paula Campos Telm.: 933303544
Desejar anular contrato e não o fazerem
Ex.mos senhores.... liguei para a Medicare para anular o contrato que tive de o fazer ....agora que quis anular dizem que passou já passaram dias da anulação e tenho de pagar mais um ano ....um plano saude que nunca vou utilizar pois a empresa me deu um com melhores condições...a minha pergunta, não posso anular e tenho de pagar o que não preciso....gostava me ajudassem a anular algo que nem nunca utilizei nem preciso.... obrigado.... Olinda Venâncio Fernandes tel.933509699
Cobrança Indevida
Em novembro de 2025 dirigi-me presencialmente ao balcão do Krush It/Kalorias para solicitar o cancelamento da minha matrícula, após quase 2 anos como sócio, já sem fidelização. Fui informado pela rececionista de que bastaria enviar um e-mail para formalizar o cancelamento e que o valor referente às últimas duas semanas seria debitado automaticamente por débito direto, como sempre foi feito. Inclusive, ofereci-me para pagar no balcão, o que me foi recusado. Cumpri as instruções dadas. Posteriormente, fui contactado por uma empresa de gestão de cobranças a alegar uma dívida de 85,55€, valor que não reconheço como devido, uma vez que nunca me recusei a pagar. Se o débito não foi efetuado, tal decorre de falha interna do ginásio, não podendo essa responsabilidade ser transferida para mim. Solicito a anulação imediata da alegada dívida e a cessação de qualquer procedimento de cobrança associado ao meu nome.
Falhas administrativas e recusa de regularização de receita médica pendente
Dirigi-me À Clínica Lusíadas Oriente no passado dia 12 de fevereiro para uma consulta médica. A consulta era às 12:15, cheguei às 12:00 e retirei senha para fazer admissão. Apenas às 12:45 me chamaram para fazer admissão na recepção. Estavam a chamar 1 utente a cada 10 minutos, e o restante tempo na conversa entre elas sobre os médicos que gostavam e não gostavam. Quando chamaram a minha senha, disseram-me que a consulta era às 12:15 e que a Dr.ª Margarida Apetato não atendia fora do horário. Voltei a indicar que já estava a aguardar para ser chamada para admissão desde antes do horário da consulta, como se podia verificar na senha que possuía o horário e que não fiz admissão mais cedo por não chamarem a senha no horário devido. Discutiram entre as duas sobre quem ligava para a médica para me atender pois "Deus me livre, eu é que não ligo nem paga" até que uma ligou e me fez a admissão para ser atendida. A médica fez a consulta e passou-me uma prescrição médica em papel, assinou mas não colocou a vinheta. Ao chegar à farmácia, indicaram que não era possível vender a medicação. Desde então já contactei telefonicamente, pela linha de apoio do WhatsApp, por e-mail e a informação que dão sempre é que encaminham o pedido para a equipa responsável mas nao têm resposta, HÁ MAIS DE DEZ DIAS. Hoje por e-mail responderam-me que eu é que devia voltar a deslocar-me por 40 minutos para cada lado para obter uma nova receita com vinheta ao invés se ser passada uma sem papel, sem qualquer justificação para tal, quando o erro da primeira prescrição foi da Clínica, após toda uma péssima gestão na própria consulta. É completamente inadmissível todo este cenário, desde a falta de profissionalismo das colaboradoras na admissão, à falta de capacidade de contacto dentro da própria clínica para saberem dar uma resposta, à solução que decidiram apresentar que não resolve a questão que foi causada pela mesma.
Faturação após não comunicação da não compartipação do seguro
Exmos. Senhores, Espero que se encontrem bem. Venho, por este meio, expor a seguinte reclamação: No passado dia 21 de fevereiro de 2026, pelas 19h50, dei entrada na CUF de Cascais. Ao ser chamada à receção/balcão, questionaram se tinha seguro. Respondi afirmativamente. Perguntaram se era o seguro Médis. Ao qual respondi que não, que já não tinha esse seguro e que seria o seguro da SAD PSP. Após ser atendida, recebi uma fatura no email sem qualquer comparticipação da SAD PSP. Liguei para o atendimento da faturação, que me explicou que a SAD PSP já não tinha comparticipação para o atendimento permanente de adulto. Caso esta informação me tivesse sido facultada anteriormente, não teria escolhido a CUF como opção. Não é correto faturarem um valor de 167€ sem comunicarem que o seguro não tem comparticipação. É um direito meu ser informada. Depois desta situação, a minha família deixará de frequentar toda a rede CUF. Com os melhores cumprimentos, Constança Domingues
Serviços não prestados
Venho por este meio fazer uma reclamação desta empresa ! Desde a pandemia que já não estava satisfeita quis rescindir contrato ao qual me dissseram não ser possível pois tinha mais um ano de contrato se não pagaria multa! Paguei o que tinha em falta com uma conta de 600€ enviada pelo um advogado com ameaça de penhora coerciva com a polícia local, paguei e deixei claro que não queria trabalhar mais com a empresa! Passados 2 anos recebo outra carta de um escritório de advogados a exigirem pagamento de 460€ devido aos serviços prestados! Nunca recebi visita nenhuma da empresa e estão a cobrar novamente! Já enviei a carta de rescisão de contrato e fiz um acordo de pagamento mas não posso estar a pagar um serviço do qual não é prestado !
Espera para cirurgia
No ano de 2023 desloquei-me ao hospital de Vila Franca de Xira para uma consulta de oftalmologia, onde após todos os exames me foi dito que podia ser feita uma cirurgia e que me iriam colocar em lista de espera. Em janeiro de 2026 desloquei-me a este hospital para saber informações sobre o processo visto que já tinha passado muito tempo, ao que me foi dito que não me encontrava na lista de espera para a cirurgia e que o médico não me tinha colocado, mas que iriam solicitar ao Backoffice que me contactasse para me poderem esclarecer. Até ao dia de hoje ainda não fui contactada por ninguém do hospital para ter um esclarecimento, não houve o mínimo de preocupação Acho inadmissível ter estado este tempo todo à espera de uma cirurgia para a qual eu nunca tive na lista e não há nenhuma resposta nem resolução por parte do hospital.
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