Reclamações públicas
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Inatividade total da empresa
Exmos Senhores Apresento reclamação contra a empresa cidadeplan localizada em Alcochete por inatividade total no acompanhamento do condomínio. Não realiza as reuniões regulares de condomínio, a ultima realizada foi em 2023, não resolve junto do empreiteiro contratado a não realização da obra contratada e supostamente paga em setembro 2024, não aciona ou sugere ações contra o empreiteiro pela nãorealização da obra, não apresenta contas do condomínio, não informa se os pagamentos dos condóminos para a obra e para a manutenção do condomínio foram efetuados, em suma a empresa não desempenha as funções para a qual foi contratada.
Encomenda não recebida
Efetuei uma compra no Continente, n° de encomenda: 427696214_002 ,cuja entrega ficou a cargo da Correos Express,com o número de envio: 9930002561781614. A data prevista de entrega da encomenda era 22 de dezembro, no entanto, a data de hoje (dia 5) continuo sem receber a mesma. A encomenda esteve varias vezes em “rota de entrega” e regressou sempre com “incidente”. No tracking surgiram informacoes como “area inacessivel/restrita”, o que nao corresponde a verdade, uma vez que ja recebi outras encomendas desta transportadora na mesma morada. A Correos Express afirma que tentou contactar-me telefonicamente, o que nego, pois nao existe qualquer chamada recebida, SMS ou aviso de tentativa de entrega. Apenas apos insistencia foi possivel falar com um responsavel, que indicou nova promessa de entrega, a qual ate ao momento nao foi cumprida. Considero que houve falha grave na distribuicao, informacao incorreta no tracking e ausencia de contacto real com o destinatario. Solicito a entrega imediata da minha encomenda, bem como uma explicacao formal para os sucessivos incidentes registados.
Renovação automática não comunicada de contrato com a Securitas Direct
Exmos. Senhores, No âmbito da contratação de um crédito à habitação com o Banco BPI, foi-me apresentado e proposto um serviço de segurança da empresa Securitas Direct, o qual aceitei e contratei por um período inicial de 36 meses. Importa referir que todo este processo foi mediado pelo Banco BPI, estando o foco principal na contratação do crédito à habitação. As cláusulas contratuais específicas relativas ao serviço da Securitas Direct não foram devidamente explicadas nem destacadas no momento da adesão, podendo facilmente induzir o consumidor em erro, ao tratar-se de um contrato paralelo a um processo financeiro de maior relevância. No dia 05/01/2026 foi cobrada a que me foi indicada como sendo a última prestação do referido serviço. Contudo, já no dia 02/01/2026 tinha sido efetuada uma cobrança adicional. Após contacto com o Banco BPI, fui informado de que deveria tratar esta situação diretamente com a Securitas Direct. Ao contactar a Securitas Direct hoje, fui surpreendido com a informação de que o contrato teria sido automaticamente renovado por mais 12 meses, alegadamente por não ter sido enviada uma carta registada no mês de novembro a manifestar a intenção de cessação. Esta informação nunca me foi previamente comunicada, nem recebi qualquer aviso escrito ou contacto por parte da Securitas Direct antes do termo do contrato inicial, alertando para a existência de uma renovação automática e para os procedimentos necessários à sua renuncia. Nunca tive qualquer interesse em renovar este contrato, tendo, inclusivamente, nunca utilizado o serviço ao longo dos três anos de vigência (o sistema de alarme nunca foi ativado). Considero que esta prática configura uma clara violação do dever de informação e transparência, bem como a inclusão de uma cláusula abusiva, nos termos da Lei n.º 24/96, de 31 de julho (Lei de Defesa do Consumidor), nomeadamente dos artigos 8.º e 9.º, e do Decreto-Lei n.º 446/85, de 25 de outubro (Regime das Cláusulas Contratuais Gerais), em especial os artigos 5.º, 6.º e 21.º, ao limitar de forma desproporcionada e não transparente o direito do consumidor à livre cessação do contrato. Nestes termos, solicito o apoio da DECO PROteste na apreciação desta situação e na defesa dos meus direitos enquanto consumidor, nomeadamente no sentido da anulação da renovação automática imposta e da devolução dos valores indevidamente cobrados. Com os melhores cumprimentos, Rui Cerejeira
item em falta (pedido #19IDM)
Boa tarde, Hoje 05/01 fiz um pedido e recebi a encomenda sem um hambúrguer que paguei. Junto envio a fatura e fotos do pedido #19IDM Fiz reclamação junto através do suporte e disseram que não podiam fazer o reembolso Solicito então o respetivo reembolso do hambúrguer em falta.
Material do artigo não corresponde à encomenda
Exmos. Senhores Pelo presente, venho reclamar que os artigos que comprei não correspondem ao que encomendei. Venderam aço, ouro e prata por bijuterias de qualidade muito fraca. Vendem gato por lebre. Reclamo com o intuito de pararem de enganar ... Cristina Silva
Serviço não efetuado
Atualização da exposição – Situação mantém-se sem resolução e agravou-se Venho atualizar a situação anteriormente exposta, uma vez que o problema permanece sem resolução efetiva e os factos entretanto ocorridos agravaram significativamente a gravidade do processo. Na sequência da reclamação, desloquei-me novamente à loja da Leroy Merlin de Sintra, onde fui atendida por um supervisor da loja. Nessa ocasião, foi acordada uma nova data para a instalação do termoacumulador, 29 de dezembro, no período da manhã. Contudo, a empresa não conseguiu prestar esclarecimentos claros sobre todo o historial de falhas, atribuindo genericamente a situação a alegados “erros de sistema”. Em consequência da sucessão de incumprimentos, passei o período de Natal com a caldeira avariada, numa situação reconhecidamente urgente, com impacto direto nas condições normais de utilização da habitação. No dia 29 de dezembro, já após o período previsto da manhã, surgiram na minha residência dois indivíduos que afirmaram integrar a equipa de instalação. Desde logo, a situação causou-me desconforto, uma vez que não apresentaram identificação adequada e, quando questionados, não sabiam descrever o serviço contratado, limitando-se a referir que lhes tinha sido indicado apenas que era para “instalar um termoacumulador”. Quando questionei se pertenciam à empresa que havia elaborado o orçamento, responderam negativamente, ficando claro tratar-se de uma subcontratação, que nunca me tinha sido previamente comunicada. Face à ausência de informação, identificação e conhecimento do serviço contratado, não autorizei a entrada dos referidos indivíduos, por razões de segurança e confiança. De imediato, voltei à Leroy Merlin de Sintra, onde fui atendida por outra dirigente da loja. Mais uma vez, a situação foi justificada com “falhas de sistema”, sem explicação clara sobre o processo de subcontratação. Após vários contactos internos com a empresa que elaborou o orçamento, foi marcada nova data para a instalação: 9 de janeiro. Apesar disso, continuo sem qualquer solução técnica, não obstante o serviço se encontrar integralmente pago e sucessivamente remarcado. Solicitei formalmente que me fosse enviado um e-mail com a descrição e justificação do sucedido, nomeadamente esclarecendo como é que pessoas sem conhecimento do serviço contratado se deslocam à minha habitação. Até à data, não recebi qualquer resposta escrita. Entretanto, a aplicação da Leroy Merlin indica a visita para 9 de janeiro, mas recebi recentemente uma SMS a indicar a existência de um novo “orçamento”, o que é contraditório e incompreensível face ao histórico já descrito. Este conjunto de factos evidencia: incumprimento reiterado do serviço contratado; falhas graves de comunicação e de organização; falta de transparência quanto à subcontratação; ausência de acompanhamento humano eficaz; prejuízo continuado para a consumidora. Solicito, assim, orientação da DECO quanto aos passos a seguir para salvaguarda dos meus direitos enquanto consumidora, face a um processo que se prolonga no tempo sem resolução efetiva.
Corte de Apoio Extraordinário à Renda
Boa tarde. Sou elegível para o Apoio Extraordinário à Renda desde 2023, sempre recebi, o meu contrato está registado nas Finanças, recibos todos passados, tudo direitinho, entretanto, em fevereiro de 2025 deixei de receber, pediram para validar as incongruências, no meu caso, taxa de esforço superior a 100%, assim o fiz, entretanto recebi duas cartas das Finanças, onde dizia ser elegível, ima em junho, outra em agosto, mês em que, finalmente, pagaram os meses de janeiro de 2025 a julho, e em setembro, voltaram a cortar... Voltei a validar os dados que me pediram, e fiz uma reclamação, já que a renda aumentou em novembro, o meu senhorio fez uma adenda ao contrato, mas no portal da habitação, ainda constava o valor da renda desatualizada. Até hobe, nada, passei de elegível em 2025 para submetido e em revisão... Já enviei centenas de mails, fiz queixa ao Provedor da Justiça, no Portal da Queixa, ao Tribunal de Contas, e até agora, nada. A minha situação é muito frágil, e estou a ficar desesperada, será que me podem ajudar? Estou desempregada, doente, não quero ir viver na rua .. Muito obrigada pela atenção.
Pedido de ajuda urgente
Bom dia O meu nome é Andrea Neves . No domingo a 3 de janeiro,sábado por volta das 11:38 fiz uma compra através da plataforma Glovo, no Pingo Doce, no valor total de 122 euros, acrescido de taxa de entrega (0,49 €) e taxa de serviço (3,99 €). O pedido foi efetuado às 12:13. Desde o início, todo o processo foi marcado por falhas graves de comunicação, ausência de iniciativa por parte do serviço de entrega e um tempo de espera excessivo por uma solução rápida e eficaz, situação que considero inaceitável, sobretudo tratando-se de bens alimentares essenciais. Foram atribuídos dois estafetas à minha morada para a entrega da encomenda. No entanto, apenas um estafeta compareceu, ficando parte significativa dos produtos por entregar. Ainda assim, a aplicação passou a indicar que o pedido se encontrava como “entregue”, o que não correspondia à realidade. A partir desse momento, deixei de conseguir acompanhar o pedido ou obter qualquer esclarecimento adicional. Importa salientar que não houve qualquer iniciativa da parte da Glovo ou da loja em contactar-me para informar do ocorrido. Ninguém ligou, ninguém enviou mensagem, deixando-me simplesmente à espera de uma encomenda que nunca chegou. Perante esta situação, fui eu própria quem entrou em contacto com o apoio ao cliente da Glovo. Fui atendida por uma agente que, importa referir, foi educada, atenciosa e profissional. No entanto, foi apenas após eu questionar diretamente o que tinha acontecido à encomenda que me foi explicado que o estafeta não teria conseguido chegar à morada e que os produtos teriam sido devolvidos à loja. Esta informação não me foi comunicada de forma espontânea, mas sim porque insisti em obter esclarecimentos. Após o envio da lista dos produtos em falta, a agente informou-me de que o processo seria encaminhado para o departamento financeiro para efeitos de reembolso, tendo optado pelo reembolso via MB Way. Solicitei ainda que o caso fosse tratado como prioritário, uma vez que tenho uma criança em casa e dependia desse valor para realizar uma nova compra de bens alimentares essenciais. Contudo, após o encerramento do chat, não fui novamente contactada por ninguém, nem pela Glovo nem pela loja. Até ainda momento em que redijo esta reclamação, continuo sem qualquer resposta concreta, sem reembolso e sem solução, após várias horas de espera, situação que considero profundamente desrespeitosa para com o cliente. Caso os produtos tenham efetivamente regressado à loja, entendo que deveriam ter sido adotadas medidas imediatas, tais como: Contactar o cliente no momento em que a entrega falhou; Informar claramente sobre a devolução dos produtos; Oferecer alternativas viáveis, como nova tentativa de entrega ou reembolso imediato. Nada disto aconteceu. Em vez disso, fui deixada sem produtos, sem informação e sem qualquer acompanhamento posterior, apesar de ter pago integralmente a encomenda e as respetivas taxas por um serviço que não foi prestado. Face ao exposto, considero que existiu uma falha grave no serviço, na comunicação e no respeito pelo cliente. Solicito, assim, a vossa intervenção urgente no sentido de: Resolver esta situação com a máxima brevidade; Proceder ao reembolso imediato dos valores devidos; Rever os procedimentos de entrega e comunicação com plataformas parceiras. Aguardo uma resposta célere, clara e responsável. Com os melhores cumprimentos, Andrea Neves Contacto 965325871 Nota : alen de ficar sem os produtos não tive qualquer reembolso
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, Fiz uma encomenda a empresa Razu de uma poltrona nuvem 2 em 1 premium e de um estendal Elétrico de aço inoxidável no dia 9/12/2025 onde nunca tinha encomendado nada, mas como na página deles indicava a Deco proteste confiei e paguei um valor de 118.90€ pela qual eu não obtive resposta de mais nada tive averiguar e vi que havia muitas reclamações. Ainda enviei um e-mail a pedir informações para este e-mail onde não obtive resposta apoio@razuhome.pt e estive a ver a morada que é esta que aparece e não existe nenhuma loja lá Rua Aresta Branco, 2775-235 Parede, Lisboa • Portugal .
Reembolso
Prezados Senhores, Venho por este meio expor e solicitar a resolução imediata de uma situação que se encontra pendente há quase dois meses. No dia 22/11/2023, efetuei a compra de um aparador Philips, no valor de 44,90€, junto da PCDIGA. O produto apresentou defeito, tendo sido aberta uma RMA, no âmbito da qual foi aprovado o reembolso do valor pago. Contudo, até à presente data, o reembolso não foi recebido. Desde o início do processo, deixei devidamente esclarecido que: A conta do Novo Banco utilizada inicialmente via Klarna foi encerrada; A minha conta Klarna esteve encerrada, tendo sido posteriormente reativada; Foi fornecido um novo IBAN válido, expressamente indicado para efeitos de reembolso. Não é aceitável a alegação de que sou terceiro, uma vez que sou o titular da compra. O email associado à encomenda é o mesmo utilizado em todas as comunicações, e os meus dados pessoais email, contacto telefónico e NIF estão corretamente registados e na vossa posse. Adicionalmente, a Klarna confirmou formalmente que não foi efetuado qualquer reembolso associado ao meu NIF ou endereço de e-mail, o que demonstra inequivocamente que o valor não foi devolvido até ao momento. O que pretendo é apenas a resolução definitiva desta situação. Os 44,90€ em causa não são um valor irrelevante, tratando-se de dinheiro legitimamente pago e que me é devido. Caso não pretendam efetuar o reembolso por transferência bancária, solicito então, como alternativa imediata, a emissão de uma nota de crédito na PCDIGA. Informo ainda que esta reclamação será igualmente enviada à Klarna, uma vez que uma das partes terá de assumir a responsabilidade. Após diversos contactos, continuo a receber respostas genéricas e repetidas, sem qualquer solução concreta. Assim, coloco a questão de forma clara e objetiva Onde se encontra o meu reembolso? Aguardo uma resposta concreta, com explicação objetiva e prazo definido para a resolução. Com os melhores cumprimentos, Ronaldo Santos
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