Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Recusa de reembolso – cadeira auto com defeito de fabrico (Zippy – PAT4246)
Exmos. Senhores, Adquiri uma cadeira auto Zippy (HB59 Car Seat I-Size Prime ISOFIX 76-150, SKU 31066731) na loja Zippy Colombo a 16/04/2026, pelo valor de €119,00 (fatura FT BFK003/020177). A 18/05/2026 entreguei o artigo para reparação (processo PAT4246), devido a um defeito de fabrico: a peça metálica de reajuste do cinto perdeu o parafuso, comprometendo a segurança do equipamento. Antes da conclusão da reparação, mudei de país de residência (Estados Unidos), tendo informado a Zippy de que não me seria possível efetuar a recolha presencial do artigo. Solicitei reembolso do valor pago ou envio do artigo para a minha nova morada, assumindo eu os custos de transporte, se necessário. A Zippy recusou ambas as opções, alegando que: O artigo foi reparado e cumpre os requisitos legais, pelo que não há lugar a reembolso; Não é possível o envio para o estrangeiro; A única solução seria a autorização de um terceiro para recolha em loja. Não disponho de qualquer pessoa em Portugal que possa efetuar esta recolha, pelo que a solução proposta pela Zippy é, na prática, inexequível para a minha situação. Considero que a impossibilidade de recolha resulta de uma alteração legítima e imprevista da minha situação pessoal, e que a recusa total da Zippy em encontrar uma solução alternativa (reembolso ou envio) é desproporcionada e prejudica os meus direitos como consumidor. Pretendo: o reembolso integral de €119,00, correspondente ao valor pago pelo artigo. Anexo a documentação comprovativa: fatura, comprovativo de assistência PAT4246, e troca de emails com a Zippy. Com os melhores cumprimentos, Justin
Atraso excessivo na reparação em garantia e mau atendimento ao cliente
Exmos. Senhores, Concessionário: Carby Alfragide Marca: Dacia website: dacia.carby.pt numero telefone: 21 765 2762 morada: Av. Marconi, 2720-413 Amadora Venho apresentar uma reclamação formal contra a Carby/Dacia relativamente à forma como o meu processo de garantia está a ser tratado. O meu veículo Dacia tem menos de um ano de utilização e cerca de 30.000 km. Quando ocorreu a avaria, contactei a oficina e fui informado de que deveria entregar o veículo e que a situação seria analisada e resolvida no prazo aproximado de uma semana. Com base nessa informação, entreguei o veículo na oficina. No entanto, após mais de duas semanas de espera, fui informado de que o veículo apenas será aberto para diagnóstico no dia 23 de julho. Foi-me ainda comunicado que essa data serve apenas para o diagnóstico inicial e que, caso seja necessária a encomenda de peças, a reparação poderá demorar mais um ou até dois meses. Se me tivesse sido comunicado desde o início que não existia disponibilidade para analisar ou reparar o veículo num prazo razoável, teria optado por outra oficina autorizada. Neste momento, além do tempo já perdido, poderei ainda ter de suportar custos adicionais de reboque para transferir o veículo para outro local. Foi também referido que apenas após a desmontagem do veículo será decidido se a avaria está abrangida pela garantia. Foi-me indicado que, caso a garantia não seja aceite, poderei ter de suportar um custo superior a 2.000 euros. Esta situação deixa-me extremamente preocupado, tendo em conta que se trata de um veículo praticamente novo e ainda dentro do período de garantia. O veículo pertence à minha empresa e é essencial para a atividade profissional. A sua imobilização durante um período tão prolongado está a causar prejuízos significativos. Desloquei-me pessoalmente à oficina para pedir ajuda e solicitar uma solução mais rápida. Infelizmente, senti falta de disponibilidade para colaborar e fui tratado de uma forma que considerei desrespeitosa e pouco profissional. Após mencionar a intenção de apresentar uma reclamação formal devido aos atrasos verificados, fiquei com a perceção de que a situação se tornou ainda mais difícil, tendo sido mantida a data de 23 de julho para o início do diagnóstico. Esta situação aumentou a minha preocupação quanto à imparcialidade e à correta gestão do processo. Neste momento, sinto-me desprotegido enquanto cliente e preocupado com os custos que me poderão ser apresentados, bem como com a forma como a reparação será conduzida. Peço, por favor, a vossa intervenção e ajuda para que esta situação seja resolvida de forma justa, transparente e célere. Solicito: 1. A análise urgente do veículo; 2. Uma posição clara e imediata sobre a cobertura da garantia; 3. A reparação do veículo num prazo razoável; 4. Uma solução de mobilidade alternativa ou compensação pelos prejuízos causados pela imobilização do veículo; 5. A análise da forma como fui atendido durante este processo. Agradeço antecipadamente a vossa atenção e colaboração para resolver esta situação. Com os melhores cumprimentos.
Retenção injustificada do livro de revisões da viatura
No dia 15 de julho de 2025 adquiri uma viatura elétrica usada junto da empresa Auto99 Avence100Duvidar Unipessoal, Lda com o nif 517652650. Entre os dias 12 e 20 de novembro de 2025 a viatura sofreu uma avaria. Na sequência dessa situação, verifiquei que o livro de revisões/manutenções da viatura se encontrava totalmente em branco. Considerando que o correto preenchimento do histórico de manutenção poderá ser relevante para efeitos de garantia do fabricante, valorização da viatura e comprovação das intervenções realizadas, posto isto, contactei o vendedor. Nessa mesma semana enviei o livro de revisões ao stand, tendo-me sido garantido que a situação seria tratada e regularizada. Contudo, apesar dos sucessivos contactos efetuados por mim ao longo dos últimos meses, a verdade é que, à presente data, já decorreram cerca de sete meses desde a entrega do documento e o mesmo continua na posse da empresa, sem qualquer resolução definitiva. Esta situação tem-me causado transtornos, insegurança relativamente à documentação da viatura e privação de um documento que me pertence. Assim, solicito que o livro de revisões/manutenções me seja devolvido devidamente regularizado até ao dia 15 de julho de 2026, data em que se completa um ano sobre a aquisição da viatura. Caso a situação não seja resolvida dentro desse prazo, reservarei o direito de recorrer às entidades competentes para exigir a restituição do documento e a reparação dos prejuízos sofridos. Solicito ainda resposta escrita à presente reclamação dentro do prazo legal.
10 meses esperando o meu processo do 1° título de residência
Venho apresentar uma reclamação relativa à demora excessiva no tratamento do meu processo junto da AIMA. Sou estudante internacional e aguardo a emissão do meu documento há cerca de 10 meses. Apesar das diversas tentativas de obter informações sobre o andamento do processo, continuo sem uma resposta clara ou uma previsão para a sua conclusão. Esta situação tem causado insegurança e constrangimentos na minha vida académica e pessoal, uma vez que a regularização documental é fundamental para o acesso a diversos serviços e para a minha permanência regular em Portugal. Considero que o prazo de espera é excessivo e prejudicial.
Encomenda nao recebida
Exmos. Senhores, No dia 3 de abril adquiri 3 conjuntos no Instagram da marca Hope Brand, pelo valor de 199.50€. O pagamento foi efetuado no momento. Contudo, até à presente data, os mesmos ainda não foram entregues. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços e a por várias vezes a resposta de que os artigos seriam entregues na semana , ou porque houve um problema com a conta. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito que me devolva o dinheiro, anulando assim a encomenda que nunca irei ver. O montanto vou requerer da mesma forma que paguei, via REVOLUT. Caso contrario serei obrigada a participar queixa formal as autoridades competentes pour burla qualificada.
Violação de privacidade e uso indevido de dados pessoais por ex-administradora
Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a empresa SERVI XXI - Administração de Condomínios, Lda. (NIF 504909860), com sede em Leiria, em virtude de uma conduta comercial abusiva e reiterada que configura assédio moral, litigância de má-fé, violação grosseira da privacidade dos consumidores e retenção indevida de património alheio. A referida empresa prestou serviços na administração do meu condomínio habitacional, sito em Marrazes, Leiria, até 28/4/2026, data em que cessou funções e foi formalmente destituída do cargo por deliberação da Assembleia de Condóminos. Na sequência de divergências comerciais decorrentes dessa destituição, a empresa tem-se recusado terminantemente a efetuar a transmissão de pastas, recusando-se a entregar os documentos oficiais, chaves e demais materiais pertencentes ao prédio. Para o efeito, a empresa retém a base de dados de contactos eletrónicos (emails) dos proprietários e investidores do edifício, à qual teve acesso estritamente para o exercício das funções administrativas que já terminaram. À margem da lei, a gerência passou a utilizar estes contactos de clientes para enviar comunicações massivas em lote ("emails em massa") de cariz puramente pessoal e de retaliação. A conduta abusiva desenvolveu-se em três momentos gravíssimos: Primeiro Momento (Email de 28 de março): A empresa enviou um email massivo circular a todos os proprietários anexando correspondência e documentos de âmbito privado. Nesse email, expôs publicamente a minha fração autónoma (5.º C), imputando-me falsas condutas de "hostilidade, perseguição e bullying psicológico", e anexando ficheiros digitais com títulos de caráter persecutório e difamatório. Segundo Momento (Email de 22/6/2026, às 17h36): Dando continuidade ao assédio, a empresa enviou uma nova comunicação em massa à comunidade de vizinhos. Nesse texto, voltou a expor publicamente a minha fração (5.º C), tentando culpar-me de forma infundada pelo bloqueio e pelo adiamento na entrega das pastas e arquivos do prédio que a própria empresa se recusa a devolver. Terceiro Momento (Email de 22/6/2026, às 22h51): Face a este manifesto abuso de poder e devassa de privacidade, exerci o meu direito legal e enviei uma notificação formal por escrito diretamente para o escritório da empresa, exigindo a cessação imediata do tratamento ilícito dos meus dados. Em resposta, e numa conduta de total afronta, a gerência da SERVI XXI enviou um novo email em massa reencaminhando a minha mensagem privada de protesto para dezenas de condóminos do prédio. Mais grave ainda: colocou todos os endereços de email privados dos moradores no campo "Cc:" de forma visível, cometendo uma quebra massiva de confidencialidade e sigilo profissional. É juridicamente inadmissível que uma entidade comercial destituída continue a auto-intitular-se com competências para "informar" um condomínio com o qual já não tem qualquer vínculo contratual, utilizando para fins privados de guerrilha uma base de dados confidencial de clientes e retendo material que não lhe pertence. Reencaminhar correspondência privada e expor frações em emails circulares constitui um desvio total de finalidade das bases de dados. A gravidade da situação reside no facto de esta conduta comercial desenfreada estar a causar profunda humilhação, angústia e devassa da reserva da vida privada na minha própria envolvência residencial. Pretensões da Reclamação: Face ao exposto, exijo que a empresa SERVI XXI - Administração de Condomínios, Lda.: Cesse de forma imediata e definitiva o envio de qualquer comunicação eletrónica ou postal contendo referências à minha fração (5.º C); Elimine de forma permanente o meu contacto e os meus dados de todas as listas de distribuição eletrónica em seu poder, uma vez que a retenção e uso dos mesmos carecem de qualquer base legal ou consentimento; Proceda à entrega imediata, integral e sem mais demoras de todas as pastas, documentos, chaves e arquivos digitais do condomínio à atual administração eleita, cessando a retenção indevida do património do prédio.
Cobrança de multa indevida e ameaça para pagamento extr
Solicitei o cancelamento da minha matricula na TTF de Olaias em Lisboa e realizei o pagamento da ultima mensalidade (35€) no dia 15/06/2026. Entretanto eles ainda me cobraram uma multa de 10€ que não estava no Contrato, sendo assim fui OBRIGADO a pagar 45€! QUE ABSURDO! Além disso, ainda me enviaram um email para me ameaçar e disseram que o meu processo estava a ser lidado por outra empresa e que eu deveria pagar-lhes 120€ (claramente caracterizando um crime de extorsão)! Já tenho todas as provas em minha posse!
Pagamentos
Boa tarde Quero reclamar contra a eurocupon por excesso de débito diretos que o pagamento é de 5.99€ por mes e tao a debitar 19euro a mais.
Compra e Poupa - Cobrança mensal não autorizada após compra online
Venho manifestar a minha total indignação relativamente à cobrança recorrente de 18,00 € mensais por uma subscrição que não autorizei, identificada como "conta.compraepoupa.pt Nyon CH". No dia 13 de março de 2025, realizei apenas uma compra de viagem através da e-Dreams e, após essa transação, foi ativada uma subscrição mensal sem o meu consentimento explícito. Considero inaceitável a falta de transparência e a maneira pouco clara como esta subscrição foi imposta, sem qualquer informação verdadeira ou autorização minha. Entre abril de 2025 e junho de 2026, descontaram-me 18,00 € todos os meses, o que totaliza 270,00 €, referentes a um serviço que nunca solicitei, nem utilizei, nem sabia que existia. Exijo o cancelamento imediato de qualquer subscrição associada aos meus dados e o reembolso urgente da totalidade do valor que me foi cobrado sem autorização.
Cobrança indevida e falta de provas
Estou sendo cobrada por duas notificações associadas ao meu veículo por deixar meu veículo em um lugar tarifado e sem o pagamento da respetiva taxa de estacionamento. Solicitei provas em que meu veículo estava em uma zona com parquímetro, e me foram negadas quaisquer provas referentes a essas notificações, alegaram ser para uso interno ou com solicitação das autoridades. Não considero correto que seja feita uma cobrança sem que o consumidor tenha acesso aos elementos que servem de base para a mesma. Se existe uma alegada infração, entendo que devo ter o direito de conhecer as provas que sustentam essa acusação, para que eu possa verificar a situação e exercer o meu direito de defesa. Tive de meu conhecimento após 3 meses depois da data em que consta essa notificação, e não obtive nenhuma informação concreta e provas sobre esta cobrança indevida. Neste momento, estão a exigir um pagamento sem apresentarem qualquer elemento concreto que demonstre que a infração realmente aconteceu. Considero que uma cobrança sem provas claras e acessíveis não é transparente nem adequada. Solicito a intervenção da DECO Proteste nesta situação, bem como a análise desta prática, e peço que seja revista a cobrança em questão, exigindo a apresentação das respetivas provas ou, caso não existam elementos suficientes, o cancelamento da cobrança.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
