Reclamações públicas

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J. P.
24/06/2026

Recusa de reembolso – cadeira auto com defeito de fabrico (Zippy – PAT4246)

Exmos. Senhores, Adquiri uma cadeira auto Zippy (HB59 Car Seat I-Size Prime ISOFIX 76-150, SKU 31066731) na loja Zippy Colombo a 16/04/2026, pelo valor de €119,00 (fatura FT BFK003/020177). A 18/05/2026 entreguei o artigo para reparação (processo PAT4246), devido a um defeito de fabrico: a peça metálica de reajuste do cinto perdeu o parafuso, comprometendo a segurança do equipamento. Antes da conclusão da reparação, mudei de país de residência (Estados Unidos), tendo informado a Zippy de que não me seria possível efetuar a recolha presencial do artigo. Solicitei reembolso do valor pago ou envio do artigo para a minha nova morada, assumindo eu os custos de transporte, se necessário. A Zippy recusou ambas as opções, alegando que: O artigo foi reparado e cumpre os requisitos legais, pelo que não há lugar a reembolso; Não é possível o envio para o estrangeiro; A única solução seria a autorização de um terceiro para recolha em loja. Não disponho de qualquer pessoa em Portugal que possa efetuar esta recolha, pelo que a solução proposta pela Zippy é, na prática, inexequível para a minha situação. Considero que a impossibilidade de recolha resulta de uma alteração legítima e imprevista da minha situação pessoal, e que a recusa total da Zippy em encontrar uma solução alternativa (reembolso ou envio) é desproporcionada e prejudica os meus direitos como consumidor. Pretendo: o reembolso integral de €119,00, correspondente ao valor pago pelo artigo. Anexo a documentação comprovativa: fatura, comprovativo de assistência PAT4246, e troca de emails com a Zippy. Com os melhores cumprimentos, Justin

Encerrada
R. S.
24/06/2026

Atraso excessivo na reparação em garantia e mau atendimento ao cliente

Exmos. Senhores, Concessionário: Carby Alfragide Marca: Dacia website: dacia.carby.pt numero telefone: 21 765 2762 morada: Av. Marconi, 2720-413 Amadora Venho apresentar uma reclamação formal contra a Carby/Dacia relativamente à forma como o meu processo de garantia está a ser tratado. O meu veículo Dacia tem menos de um ano de utilização e cerca de 30.000 km. Quando ocorreu a avaria, contactei a oficina e fui informado de que deveria entregar o veículo e que a situação seria analisada e resolvida no prazo aproximado de uma semana. Com base nessa informação, entreguei o veículo na oficina. No entanto, após mais de duas semanas de espera, fui informado de que o veículo apenas será aberto para diagnóstico no dia 23 de julho. Foi-me ainda comunicado que essa data serve apenas para o diagnóstico inicial e que, caso seja necessária a encomenda de peças, a reparação poderá demorar mais um ou até dois meses. Se me tivesse sido comunicado desde o início que não existia disponibilidade para analisar ou reparar o veículo num prazo razoável, teria optado por outra oficina autorizada. Neste momento, além do tempo já perdido, poderei ainda ter de suportar custos adicionais de reboque para transferir o veículo para outro local. Foi também referido que apenas após a desmontagem do veículo será decidido se a avaria está abrangida pela garantia. Foi-me indicado que, caso a garantia não seja aceite, poderei ter de suportar um custo superior a 2.000 euros. Esta situação deixa-me extremamente preocupado, tendo em conta que se trata de um veículo praticamente novo e ainda dentro do período de garantia. O veículo pertence à minha empresa e é essencial para a atividade profissional. A sua imobilização durante um período tão prolongado está a causar prejuízos significativos. Desloquei-me pessoalmente à oficina para pedir ajuda e solicitar uma solução mais rápida. Infelizmente, senti falta de disponibilidade para colaborar e fui tratado de uma forma que considerei desrespeitosa e pouco profissional. Após mencionar a intenção de apresentar uma reclamação formal devido aos atrasos verificados, fiquei com a perceção de que a situação se tornou ainda mais difícil, tendo sido mantida a data de 23 de julho para o início do diagnóstico. Esta situação aumentou a minha preocupação quanto à imparcialidade e à correta gestão do processo. Neste momento, sinto-me desprotegido enquanto cliente e preocupado com os custos que me poderão ser apresentados, bem como com a forma como a reparação será conduzida. Peço, por favor, a vossa intervenção e ajuda para que esta situação seja resolvida de forma justa, transparente e célere. Solicito: 1. A análise urgente do veículo; 2. Uma posição clara e imediata sobre a cobertura da garantia; 3. A reparação do veículo num prazo razoável; 4. Uma solução de mobilidade alternativa ou compensação pelos prejuízos causados pela imobilização do veículo; 5. A análise da forma como fui atendido durante este processo. Agradeço antecipadamente a vossa atenção e colaboração para resolver esta situação. Com os melhores cumprimentos.

Resolvida
R. M.
23/06/2026
AVANCE100DUVIDAR

Retenção injustificada do livro de revisões da viatura

No dia 15 de julho de 2025 adquiri uma viatura elétrica usada junto da empresa Auto99 Avence100Duvidar Unipessoal, Lda com o nif 517652650. Entre os dias 12 e 20 de novembro de 2025 a viatura sofreu uma avaria. Na sequência dessa situação, verifiquei que o livro de revisões/manutenções da viatura se encontrava totalmente em branco. Considerando que o correto preenchimento do histórico de manutenção poderá ser relevante para efeitos de garantia do fabricante, valorização da viatura e comprovação das intervenções realizadas, posto isto, contactei o vendedor. Nessa mesma semana enviei o livro de revisões ao stand, tendo-me sido garantido que a situação seria tratada e regularizada. Contudo, apesar dos sucessivos contactos efetuados por mim ao longo dos últimos meses, a verdade é que, à presente data, já decorreram cerca de sete meses desde a entrega do documento e o mesmo continua na posse da empresa, sem qualquer resolução definitiva. Esta situação tem-me causado transtornos, insegurança relativamente à documentação da viatura e privação de um documento que me pertence. Assim, solicito que o livro de revisões/manutenções me seja devolvido devidamente regularizado até ao dia 15 de julho de 2026, data em que se completa um ano sobre a aquisição da viatura. Caso a situação não seja resolvida dentro desse prazo, reservarei o direito de recorrer às entidades competentes para exigir a restituição do documento e a reparação dos prejuízos sofridos. Solicito ainda resposta escrita à presente reclamação dentro do prazo legal.

Resolvida

10 meses esperando o meu processo do 1° título de residência

Venho apresentar uma reclamação relativa à demora excessiva no tratamento do meu processo junto da AIMA. Sou estudante internacional e aguardo a emissão do meu documento há cerca de 10 meses. Apesar das diversas tentativas de obter informações sobre o andamento do processo, continuo sem uma resposta clara ou uma previsão para a sua conclusão. Esta situação tem causado insegurança e constrangimentos na minha vida académica e pessoal, uma vez que a regularização documental é fundamental para o acesso a diversos serviços e para a minha permanência regular em Portugal. Considero que o prazo de espera é excessivo e prejudicial.

Encerrada
M. L.
23/06/2026

Encomenda nao recebida

Exmos. Senhores, No dia 3 de abril adquiri 3 conjuntos no Instagram da marca Hope Brand, pelo valor de 199.50€. O pagamento foi efetuado no momento. Contudo, até à presente data, os mesmos ainda não foram entregues. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços e a por várias vezes a resposta de que os artigos seriam entregues na semana , ou porque houve um problema com a conta. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito que me devolva o dinheiro, anulando assim a encomenda que nunca irei ver. O montanto vou requerer da mesma forma que paguei, via REVOLUT. Caso contrario serei obrigada a participar queixa formal as autoridades competentes pour burla qualificada.

Encerrada
M. G.
22/06/2026
SERVI XXI Administração de Condomínios

Violação de privacidade e uso indevido de dados pessoais por ex-administradora

Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a empresa SERVI XXI - Administração de Condomínios, Lda. (NIF 504909860), com sede em Leiria, em virtude de uma conduta comercial abusiva e reiterada que configura assédio moral, litigância de má-fé, violação grosseira da privacidade dos consumidores e retenção indevida de património alheio. A referida empresa prestou serviços na administração do meu condomínio habitacional, sito em Marrazes, Leiria, até 28/4/2026, data em que cessou funções e foi formalmente destituída do cargo por deliberação da Assembleia de Condóminos. Na sequência de divergências comerciais decorrentes dessa destituição, a empresa tem-se recusado terminantemente a efetuar a transmissão de pastas, recusando-se a entregar os documentos oficiais, chaves e demais materiais pertencentes ao prédio. Para o efeito, a empresa retém a base de dados de contactos eletrónicos (emails) dos proprietários e investidores do edifício, à qual teve acesso estritamente para o exercício das funções administrativas que já terminaram. À margem da lei, a gerência passou a utilizar estes contactos de clientes para enviar comunicações massivas em lote ("emails em massa") de cariz puramente pessoal e de retaliação. A conduta abusiva desenvolveu-se em três momentos gravíssimos: Primeiro Momento (Email de 28 de março): A empresa enviou um email massivo circular a todos os proprietários anexando correspondência e documentos de âmbito privado. Nesse email, expôs publicamente a minha fração autónoma (5.º C), imputando-me falsas condutas de "hostilidade, perseguição e bullying psicológico", e anexando ficheiros digitais com títulos de caráter persecutório e difamatório. Segundo Momento (Email de 22/6/2026, às 17h36): Dando continuidade ao assédio, a empresa enviou uma nova comunicação em massa à comunidade de vizinhos. Nesse texto, voltou a expor publicamente a minha fração (5.º C), tentando culpar-me de forma infundada pelo bloqueio e pelo adiamento na entrega das pastas e arquivos do prédio que a própria empresa se recusa a devolver. Terceiro Momento (Email de 22/6/2026, às 22h51): Face a este manifesto abuso de poder e devassa de privacidade, exerci o meu direito legal e enviei uma notificação formal por escrito diretamente para o escritório da empresa, exigindo a cessação imediata do tratamento ilícito dos meus dados. Em resposta, e numa conduta de total afronta, a gerência da SERVI XXI enviou um novo email em massa reencaminhando a minha mensagem privada de protesto para dezenas de condóminos do prédio. Mais grave ainda: colocou todos os endereços de email privados dos moradores no campo "Cc:" de forma visível, cometendo uma quebra massiva de confidencialidade e sigilo profissional. É juridicamente inadmissível que uma entidade comercial destituída continue a auto-intitular-se com competências para "informar" um condomínio com o qual já não tem qualquer vínculo contratual, utilizando para fins privados de guerrilha uma base de dados confidencial de clientes e retendo material que não lhe pertence. Reencaminhar correspondência privada e expor frações em emails circulares constitui um desvio total de finalidade das bases de dados. A gravidade da situação reside no facto de esta conduta comercial desenfreada estar a causar profunda humilhação, angústia e devassa da reserva da vida privada na minha própria envolvência residencial. Pretensões da Reclamação: Face ao exposto, exijo que a empresa SERVI XXI - Administração de Condomínios, Lda.: Cesse de forma imediata e definitiva o envio de qualquer comunicação eletrónica ou postal contendo referências à minha fração (5.º C); Elimine de forma permanente o meu contacto e os meus dados de todas as listas de distribuição eletrónica em seu poder, uma vez que a retenção e uso dos mesmos carecem de qualquer base legal ou consentimento; Proceda à entrega imediata, integral e sem mais demoras de todas as pastas, documentos, chaves e arquivos digitais do condomínio à atual administração eleita, cessando a retenção indevida do património do prédio.

Encerrada
A. L.
22/06/2026

Cobrança de multa indevida e ameaça para pagamento extr

Solicitei o cancelamento da minha matricula na TTF de Olaias em Lisboa e realizei o pagamento da ultima mensalidade (35€) no dia 15/06/2026. Entretanto eles ainda me cobraram uma multa de 10€ que não estava no Contrato, sendo assim fui OBRIGADO a pagar 45€! QUE ABSURDO! Além disso, ainda me enviaram um email para me ameaçar e disseram que o meu processo estava a ser lidado por outra empresa e que eu deveria pagar-lhes 120€ (claramente caracterizando um crime de extorsão)! Já tenho todas as provas em minha posse!

Resolvida

Pagamentos

Boa tarde Quero reclamar contra a eurocupon por excesso de débito diretos que o pagamento é de 5.99€ por mes e tao a debitar 19euro a mais.

Resolvida
C. C.
22/06/2026
Compra e Poupa

Compra e Poupa - Cobrança mensal não autorizada após compra online

Venho manifestar a minha total indignação relativamente à cobrança recorrente de 18,00 € mensais por uma subscrição que não autorizei, identificada como "conta.compraepoupa.pt Nyon CH". No dia 13 de março de 2025, realizei apenas uma compra de viagem através da e-Dreams e, após essa transação, foi ativada uma subscrição mensal sem o meu consentimento explícito. Considero inaceitável a falta de transparência e a maneira pouco clara como esta subscrição foi imposta, sem qualquer informação verdadeira ou autorização minha. Entre abril de 2025 e junho de 2026, descontaram-me 18,00 € todos os meses, o que totaliza 270,00 €, referentes a um serviço que nunca solicitei, nem utilizei, nem sabia que existia. Exijo o cancelamento imediato de qualquer subscrição associada aos meus dados e o reembolso urgente da totalidade do valor que me foi cobrado sem autorização.

Encerrada
G. N.
22/06/2026

Cobrança indevida e falta de provas

Estou sendo cobrada por duas notificações associadas ao meu veículo por deixar meu veículo em um lugar tarifado e sem o pagamento da respetiva taxa de estacionamento. Solicitei provas em que meu veículo estava em uma zona com parquímetro, e me foram negadas quaisquer provas referentes a essas notificações, alegaram ser para uso interno ou com solicitação das autoridades. Não considero correto que seja feita uma cobrança sem que o consumidor tenha acesso aos elementos que servem de base para a mesma. Se existe uma alegada infração, entendo que devo ter o direito de conhecer as provas que sustentam essa acusação, para que eu possa verificar a situação e exercer o meu direito de defesa. Tive de meu conhecimento após 3 meses depois da data em que consta essa notificação, e não obtive nenhuma informação concreta e provas sobre esta cobrança indevida. Neste momento, estão a exigir um pagamento sem apresentarem qualquer elemento concreto que demonstre que a infração realmente aconteceu. Considero que uma cobrança sem provas claras e acessíveis não é transparente nem adequada. Solicito a intervenção da DECO Proteste nesta situação, bem como a análise desta prática, e peço que seja revista a cobrança em questão, exigindo a apresentação das respetivas provas ou, caso não existam elementos suficientes, o cancelamento da cobrança.

Encerrada

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