Reclamações públicas
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Pior experiência de compra obline
Exmos Senhores, No dia 21 de Março fiz uma encomenda de 2 biquínis em promoção na Hope Brand, para umas férias planeadas no final de Abril. Recebi os mesmos, por ironia, no dia que regresso de férias. Gostaria de apresentar esta reclamação, porque em nenhum momento, durante o processo de compra, fui alerta para estes prazos de entrega, e porque acima de tudo, tentei entrar em contacto com a marca duas vezes por email, e não tive resposta. Apenas consegui algum feedback quando enviei mensagem pelo Instagram e aí foi um esclarecimento muito básico: o tempo de entrega são 20 dias úteis e pode alargar-se em momentos de promoção. Deve aguardar envio. Hoje após receber a encomenda, sinto-me ainda dececionada, pois de facto apenas o design dos biquínis corresponde ao que comprei. A qualidade do material e dos acabamentos, em nada corresponde aos preços praticados mesmo em promoção. Por tudo isto, posso classificar esta experiência como a pior que tive numa compra online, o que me entristece por se tratar de uma empresa portuguesa.
Reclamação por incumprimento de garantia e falta de resolução por parte da ASTEGUIMA
Assunto: Reclamação por incumprimento de garantia e falta de resolução por parte da Rádio Popular Exmos. Senhores da DECO Proteste, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa a uma situação de incumprimento dos meus direitos enquanto consumidor, por parte da empresa Rádio Popular, no âmbito da garantia de um eletrodoméstico. No dia 26/12/2025, solicitei assistência técnica ao abrigo da garantia para a minha máquina de secar roupa (marca Princess, modelo Hope), por esta não efetuar corretamente a condensação da água. A Rádio Popular encaminhou o processo para a empresa de assistência técnica ASTEGUIMA. Foi realizada uma intervenção técnica (PAT nº 155775), na qual foi indicada a substituição da bomba de água. No entanto, a avaria não foi resolvida, mantendo-se o problema inicial. Mais grave ainda, o equipamento encontra-se atualmente em pior estado do que antes da intervenção. Apesar de se tratar de uma reparação em garantia, continuo impossibilitado de utilizar o equipamento, o que me obrigou a recorrer a lavandarias externas, tendo já suportado um custo aproximado de 40€, valor que não teria sido necessário caso a reparação tivesse sido devidamente efetuada. Adicionalmente, fui obrigado a faltar dois dias ao trabalho para aguardar a deslocação dos técnicos, o que me causou prejuízos e transtornos significativos. Posteriormente, desloquei-me novamente à loja Rádio Popular para expor a situação. Contudo, não me foi apresentada qualquer solução concreta, nem houve tentativa efetiva de resolução. Para agravar a situação, fui instruído a apresentar nova reclamação no Livro de Reclamações, mesmo quando a primeira nunca teve qualquer resposta ou seguimento. Considero esta situação totalmente inaceitável e reveladora de falta de respeito pelos direitos do consumidor, nomeadamente no que diz respeito ao cumprimento da garantia legal e à obrigação de reparação eficaz num prazo razoável. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO Proteste no sentido de me ajudar a obter uma resolução célere e justa, nomeadamente através de: - Reparação definitiva do equipamento sem qualquer custo; ou - Substituição por equipamento equivalente; ou - Reembolso do valor pago, caso não seja possível resolver a situação de outra forma; Solicito ainda esclarecimento sobre a possibilidade de ser ressarcido pelos prejuízos já suportados (lavandaria e faltas ao trabalho). Agradeço desde já a vossa atenção e apoio na defesa dos meus direitos enquanto consumidor. Com os melhores cumprimentos, Fábio Pinto 934481942 221894225
Tentativa de entrega registada como falhada sem prova de tentativa real no local
Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção/apoio da DECO relativamente a uma situação ocorrida com a entrega da encomenda n.º 0079350082809757998693, cuja distribuição está a cargo da CTT Expresso. De acordo com a informação de tracking, no dia 4 de Maio de 2026, às 10:36, foi registada uma “falha na entrega”, com a indicação de que a transportadora tentou entregar o pacote, mas não teve êxito. No entanto, a morada de entrega corresponde a um ginásio/estabelecimento comercial aberto ao público, com porta aberta e pessoas presentes no local. Por esse motivo, não compreendo nem aceito que a encomenda tenha sido dada como não entregue sem que tivesse sido efetivamente entregue no estabelecimento. Se o estafeta se deslocou realmente à morada correta, deveria ter entrado no ginásio e procedido à entrega da encomenda, como seria normal numa morada comercial aberta ao público. O registo de “falha na entrega”, por si só, não demonstra que tenha existido uma tentativa real de entrega no local. Acresce ainda que tentei contactar a CTT Expresso para resolver a situação diretamente, mas é praticamente impossível falar com uma pessoa real. Seja através de telefone, site ou WhatsApp, o atendimento encaminha o cliente para bots, respostas automáticas ou mensagens pré-definidas, sem disponibilizar uma via clara e eficaz para falar com um operador humano que possa analisar o caso concreto e ajudar a resolver o problema. Esta ausência de atendimento humano efetivo agrava a situação, porque impede o consumidor de obter esclarecimentos, corrigir eventuais erros de entrega, confirmar a morada ou solicitar uma atuação urgente. Em vez de existir um canal funcional de apoio ao cliente, o consumidor fica preso num circuito automatizado que não resolve o problema nem permite explicar devidamente a situação. Esta situação causa-me prejuízo e preocupação, uma vez que a encomenda se encontra marcada como tentativa de entrega falhada, quando, do meu ponto de vista, existem dúvidas legítimas sobre se o estafeta esteve efetivamente na morada indicada, e não existe um canal humano eficaz para esclarecer ou resolver a ocorrência. Solicito o apoio da DECO para que a CTT Expresso esclareça formalmente: 1. Qual foi o motivo concreto da alegada falha de entrega; 2. Se o estafeta se deslocou efetivamente à morada correta; 3. Qual foi a hora exata da tentativa de entrega; 4. Que prova existe de que foi feita uma tentativa real de entrega no local; 5. Porque motivo a encomenda não foi entregue num estabelecimento aberto ao público; 6. Porque motivo não existe um canal claro, acessível e eficaz para falar com um operador humano em situações de falha de entrega; 7. Que procedimento deve o consumidor seguir quando os canais disponíveis apenas encaminham para bots ou respostas automáticas que não resolvem o problema. Solicito ainda que a CTT Expresso seja instada a proceder à entrega urgente da encomenda n.º 0079350082809757998693 na morada indicada, sem condicionar a entrega a contacto telefónico prévio, uma vez que se trata de um estabelecimento comercial aberto e acessível. Considero que esta situação deve ser analisada, pois o simples registo informático de “falha na entrega” não pode substituir uma tentativa real e diligente de entrega na morada contratada. Do mesmo modo, o apoio ao cliente não pode limitar-se a sistemas automáticos incapazes de resolver problemas concretos de entrega. Agradeço desde já a vossa atenção e intervenção. Com os melhores cumprimentos, Gonçalo Silva
Trabalho não executado
No dia 12 de Janeiro adjudiquei a instalação de um estore, e paguei parte do trabalho: 80€, ao fim de 3 meses continuo sem o mesmo feito. O fornecedor respondeu poucas vezes sem nunca avançar com data para execução do trabalho. Não atende chamadas, não responde a mensagens. Tentei contacto via a página de Facebook, mas entretanto fui bloqueada.
Serviço de ginásio / mensalidade de ginásio (Element)
Boa tarde, Hoje, dia 04/05/2026, levantei uma carta registada enviada pelo ginásio Element, na qual me informam que estou proibido de frequentar os seus espaços, com base em alegadas situações de falta de respeito para com funcionários e não arrumação de pesos. Gostaria de esclarecer que nunca faltei ao respeito a qualquer colaborador. Admito que possa ter ocorrido uma situação pontual em que não arrumei o material utilizado, mas nunca me foi feito qualquer aviso/advertência prévia formal, relativamente a esse comportamento. Deixo só uma questão para reflexão, quem nunca por distração ou pressa se esqueceu de arrumar os pesos? A decisão comunicada surge de forma totalmente inesperada e sem qualquer notificação anterior, o que me leva a questionar a proporcionalidade da medida aplicada, bem como os fundamentos concretos que a sustentam. Nesse sentido, solicito: -Esclarecimento detalhado das situações que motivaram esta decisão; -Indicação de eventuais registos ou ocorrências formais associadas ao meu comportamento; -Confirmação de que foi realizada uma análise imparcial antes da aplicação desta medida. Adicionalmente, considero importante referir que já presenciei algumas situações de tensão entre um PT e clientes, PT um PT em particular, cujo nome não mencionarei por questões de RGPD, no entanto terei todo o gosto de partilhar em privado quando for feita a análise da reclamação. Este PT em particular trabalha e eu frequento o mesmo ginásio element, em viseu, na rua serpa pinto. Essas situações levam-me a questionar se, no meu caso, poderá ter existido alguma má interpretação ou avaliação dos factos. Não obstante, poderá ser do interesse do grupo analisar, de forma geral ou individualizada, a conduta e o profissionalismo do/s seu/s colaborador/es, nomeadamente no que diz respeito à forma como interagem e comunicam com os clientes no local de trabalho, bem como à postura adotada em contexto profissional. No meu caso pessoal, tenho a perceção de que poderá existir algum conflito ou animosidade, cuja origem desconheço, o que me leva a considerar a necessidade de uma avaliação objetiva da situação. Assim, solicito a reavaliação desta decisão com base numa análise objetiva e fundamentada.
Encomenda
Realizei uma encomenda na suposta “Sua loja popular” e quando fui ver o email, fiz questão de mandar email e infelizmente recebo um email a dizer que não foi encontrado. Exijo o meu dinheiro de volta.
Falta de resposta a advogada e imposição de propostas ilegais
No passado dia 3 de abril de 2026, solicitei a emissão de uma declaração de não dívida. Contudo, a empresa não respeitou o prazo legal de 10 dias previsto no Código Civil para a sua emissão. Quando, no dia 10 de abril, foram finalmente apresentados valores para encerramento de conta, estes não eram válidos, pois solicitavam a cobrança em duplicado da quota de um mês; e a aplicação de valores retroativos aprovados de forma irregular, conforme contestado pela minha mandatária legal. A minha advogada contestou formalmente esta deliberação no dia 10 de abril, tendo a empresa assumido o compromisso de prestar esclarecimentos até 17 e 24 de abril. Ambos os prazos foram incumpridos. Adicionalmente, a empresa comprometeu-se a enviar atualizações diárias sobre a resolução do litígio, compromisso que igualmente não cumpriu nos dias 28 e 29 de abril. Face à ausência de resposta e à pressão exercida sobre o processo de venda do meu imóvel, vi-me obrigado a proceder ao pagamento de um valor que considero indevido e abusivo, sob pena de inviabilizar a referida transação. Acresce que as medidas aplicadas são de natureza discriminatória, na medida em que impõem um critério específico à minha fração, gerando encargos superiores aos dos restantes condóminos. Estas medidas seguem um critério diferente da Lei da Propriedade Horizontal, e exigem aprovação unânime para a sua aplicação, condição que não se verificou. Não obstante, a empresa manteve a sua posição, ignorando tanto a minha contestação como a da minha representante legal, que até à data continua sem obter qualquer resposta. Nestes termos, solicito a análise e resolução célere do presente litígio; a devolução integral do montante cobrado indevidamente.
Retiraram me o valor que ganhei
Bom dia eu depositei 10 euros na leon bet e com esse valor consegui arrecadar 45000 euros e eles não me deixaram levantar pediram me muita documentação eu enviei e agora recebi um email a dizer que foi um erro do jogo e tiraram me o valor todo que tinha
Cancelamento do plano
Bom dia, A empresa supracitada fez entrar um processo contra mim com a empresa Intrum. Estão a cobrar uma dívida de 1 mensalidade, cancelamento do débito direto, 2.ª via do cartão e ainda os custos do processo. Total 120€. Eles justificam que não fiz o cancelamento via e-mail segundo o regulamento deles. O que aconteceu foi o seguinte e já os tinha informado da situação. No final de Novembro fui ao ginásio e entrei sem cartão porque tinha perdido o meu. Já estava em processo de mudança de ginásio para um mais perto da minha casa em conjunto com a minha namorada. Avisaram-me que teria de fazer o cancelamento com 1 mês de antecedência. Pedi então que fizessem o cancelamento na receção do ginásio na qual me informaram que tinha sido feito. Paguei o mês de Dezembro como me era devido e a partir daí continuaram a tentar cobrar. Agora a empresa não reconhece o suposto cancelamento feito pelos seus funcionários e estão até hoje a exigir o pagamento. Eu ainda tentei negociar e aceitei pagar o cancelamento de débito direto e a 2.ª via do cartão de sócio mas estão irredutíveis de forma incompreensível visto que entendo que não tenho culpa absolutamente nenhuma
Recusa injustificada de garantia + falta de resposta a contestações
Em Abril de 2026 contratei junto da SNG uma garantia comercial para a minha viatura. Comuniquei uma avaria e solicitei a ativação da garantia. A SNG recusou a cobertura alegando incumprimento do plano de manutenção, concretamente por não ter efetuado revisões anuais (mesmo respeitando os intervalos de quilometragem). Contestei por várias vezes via email, enviando comprovativos das manutenções efetuadas, mas a SNG: Não respondeu aos meus emails de contestação; Não demonstrou qualquer relação causal entre a alegada falta de manutenção e a avaria em causa; Baseia a recusa numa interpretação do contrato (máximo 12 meses entre manutenções), mas não tem fundamentado devidamente a decisão. NOME: Marco Monteiro Cunha Viatura: Peugeot 508 67-ZG-50 Mail: marcomonteirocunha1984@gmail.com
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