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Valores subtraídos indevidamente do cartão de crédito
Prezados senhores, Por esta via apresento uma denúncia contra a empresa Centauro - Rent a Car. No essencial, celebrei um contrato de aluguer de viatura com aquela entidade no dia 27.02.2026. Recebi a viatura naquele mesmo dia. Entre as condições contratuais como poderão ler no contrato que se junta como anexo, incluía o local de recepção da viatura, neste caso nas instalações da Centauro e local de entrega da mesma, neste caso optei em fazê-lo no Aeroporto Internacional Humberto Delgado no dia do meu regresso, até 8 horas da manhã. Constava ainda que no acto da entrega da viatura, o depósito de combustível da mesma devesse estar completamente atestado, uma vez que a viatura foi-me entregue com esta mesma condição. O custo total do aluguer da viatura ficou em EUR 320,29, descontados no dia 19.02.2026, data da reserva. Ocorre que a Centauro efectuou ainda um desconto à cabeça ao meu cartão de crédito, naquele mesmo dia (27.02.2026), no valor de EUR 212,00. Este valor segundo informações prestadas por um trabalhador daquela empresa, serviriam de garantia para cobertura de despesas como, i) combustível (EUR 112,00) caso a viatura fosse entregue sem que o depósito estivesse atestado e, ii) pagamento de portagens, para o caso de o condutor ter utilizado as vias verdes (EUR 100,00). Ocorre que a viatura foi entregue com o depósito totalmente atestado. Utilizei de facto algumas passagens pelas vias verdes e estimo que o custo destas passagens, não ascenda EUR 30,00. Portanto, desde o dia 16.03.2026 que tenho solicitado a devolução do remanescente do valor que me foi descontado, que a Centauro não se pronuncia sobre assunto. Outra nota que gostaria de incluir nesta denúncia, tem a ver com a crassa violação dos termos contratuais pela Centauro. Conforme os Exmos., senhores poderão ver no contrato partilhado, a entrega da viatura ocorreria no dia 16.03.2026, no Aeroporto Internacional Humberto Delgado, às 8 horas da manhã. Sucede no entanto, que a Centauro, unilateralmente alterou este acordo, definindo que a viatura devesse ser entregue nas suas instalações. O meu voo ocorreria na manhã do dia 16.03.2026 (9 horas). Ainda assim, com vista a gerir o conflito, optei pela paz e levei a viatura muito cedo às instalações da Centauro, naquele mesmo dia. Cheguei por volta das 6:10 da manhã. Nesta altura não havia qualquer trabalhador da Centauro para proceder com a recepção da mesma. Sentia-me muito angustiado, pois o chek-in para o meu voo fecharia às 7 horas. Quando eram aproximadamente 6:45 começaram a chegar os primeiros trabalhadores da Centauro. Solicitei que procedessem com a recepção da viatura e dos trabalhadores quem interagia recusou-se categoricamente, alegando que não era horário de expediente. Como depois da nossa chegada às instalações da Centauro, verifiquei um senhor que trabalha numa empresa que faz fronteira com a Centauro, procurei saber do mesmo se podia receber a viatura e proceder com a entrega à Centauro às 7 horas e aquele senhor concordou, acto de que nunca me esquecerei. Estando no aeroporto, antes da minha partida, quando eram aproximadamente 8 horas e alguns minutos, liguei para aquele senhor com vista a confirmar a entrega da viatura à Centauro e se houve alguma nota digna de realce, o mesmo informou-me que nada foi reportado. Prezados senhores, No dia 18.03.2026, verifiquei que a Centauro efectuou e novamente unilateralmente, outro desconto ao meu cartão de crédito. Desta vez no valor de EUR 190,00. Quando a questionei da razão para o efeito, foi-me informado que deveu-se as seguintes razões: i) por ter deixado a viatura num local inadequado (penalização de EUR 150,00) e, ii) por ter entregue a viatura fora de hora (penalização EUR 40,00). Formalizei o meu desencanto com aquela empresa e precisei de me posicionar. Fiz-lhes um email com o detalhe que acabo de partilhar com vossas Excias., e ainda adicionei que para além da Centauro violar escrupulosamente o contrato, eu no meu bom senso, levei a viatura às suas instalações. Acto contínuo, apelei ao trabalhador daquela empresa para receber a viatura (facto que pode ser confirmado pelo circuito de vídeo vigilância por volta das 6:30 em diante). Aquele trabalhador negou-se categoricamente em receber a viatura. Para não perder o voo, precisei de encontrar uma solução alternativa, que foia entrega àquele senhor. Todavia, certifiquei-me de a viatura estivesse num local seguro, ou seja, estacionei num parque de estacionamento bem de fronte à Centauro (detalhe que pode ser confirmado pelo circuito de vídeo vigilância). Ainda assim, fui abusadamente penalizado, mesmo diante da minha razão? Exigi que a Centauro devolvesse os valores indevidamente debitados do meu cartão de crédito. A Centauro retratou-se, porém, procedeu com a devolução de apenas EUR 150,00. À presente data, a Centauro não devolveu i) nem o valor do combustível (EUR 112,00), ii) nem o valor remanescente de portagens não usadas (pelos meus cálculos EUR 70,00), iii) nem o valor do que consideram de viatura entregue fora de hora (EUR 40,00). Num total de aproximadamente EUR 222,00. Pelo exposto, apelo por obséquio a V/ intervenção neste processo, com vista a reposição da legalidade. E lamentavelmente, fruto dos descontos indevidos efectuados pela Centauro, estou a pagar avultados valores ao meu Banco, porque não disponho de valores suficientes em conta para o pagamento da dívida com o cartão de crédito, devendo o custo adicional destas despesas (juros de mora), serem posteriormente da assumidos pela Centauro aquando do ressarcimento dos valores que me foram abusivamente surripiados. Manifesto completa disponibilidade para esclarecimentos adicionais à Excias. A minha intenção era anexar o histórico de toda a conversa que tenho vindo a estabelecer com a Centauro, para o V/ douto conhecimento e análise, porém, este canal de denúncias, permite anexar apenas um documento, tendo eu optado em partilhar apenas o contrato celebrado com a Centauro. Obs.: Junto da Centauro o processo foi registado com a seguinte informação: Centauro Rent a Car. Documentação do contrato PR26020118 [Ticket#812508354]
incumprimento
Venho apresentar reclamação contra a empresa IWS – Internacional Warranty Service, Gestão de Avarias Automóveis, S.A., por incumprimento das obrigações legais relativas a uma garantia contratada e paga. Contratei junto da empresa uma garantia para um ciclomotor, válida por 18 meses, e apresentei uma avaria dentro do prazo de vigência da mesma. A avaria foi comunicada no próprio dia através do canal oficial disponibilizado pela empresa, tendo sido posteriormente enviados todos os documentos solicitados: orçamento técnico, relatório, comprovativos da contratação e do pagamento da garantia. Inicialmente, a empresa reconheceu a existência da garantia; posteriormente, passou a comunicar informações contraditórias, alegando ora que a garantia “não existe”, ora que “se encontra inativa”, sem nunca justificar ou fundamentar estas posições. Além disso, desde uma determinada data, deixou de responder às minhas comunicações, violando o dever de prestação de informação e de resposta fundamentada previsto no DL 84/2021. A empresa não repôs a conformidade, não ativou a garantia, não apresentou qualquer solução e reteve o valor pago sem prestar o serviço contratado. Verifica‑se igualmente que a empresa não disponibiliza Livro de Reclamações físico nem eletrónico, o que constitui infração ao DL 156/2005. Considero tratar‑se de uma violação grave dos direitos do consumidor, por incumprimento de garantia, ausência de reposição da conformidade, retenção indevida de quantia paga, prestação de informação enganosa e incumprimento da legislação aplicável. Solicito a intervenção das entidades competentes e a reposição imediata da conformidade, bem como a verificação das infrações legais associadas.
Abuso de confiança - trabalho realizado sem aviso de custo. Empresa está registada?
Contactamos esta empresa, chamada hidrofix, porque precisávamos de fazer arranjos em canalizações. Fomos atendidos por telefone e enviados para comunicação via whatsapp. Pedimos os serviços - substituição de 3 torneiras, 1 autoclismo e resolução de um problema de vasamento de água. O orçamento enviado foi no valor de 185€, a acrescer 10€ de deslocação e o valor de peças a serem adquiridas, caso necessário. Acordámos o serviço, sempre por whatsapp. Chegou um homem chamado Tiago e fez o serviços. Levou cerca de 5 horas. Comprou uma peça, que pagámos, mas não apresentou a fatura. O arranjo ficou mal feito, no autoclismo. Verteu água durante várias horas sem termos dado conta e danificou parcialmente o armário do WC. Reclamamos e voltou para resolver. Pedimos para substituir uma das torneiras, que provavelmente por erro de fábrica, estava de novo a verter. O homem não deu orçamento e mudou a torneira. Levou no máximo 10 minutos a fazer isso e depois pediu 85 euros por esse trabalho. Abusou da nossa boa fé, porque o orçamento dado dois dias antes não fazia suspeitar que mudar uma torneira custasse 85 euros. Devia ter dito antes de fazer o serviço, tal como devia ter mostrado a fatura de compra do autoclismo. Este «funcionário da empresa» (aparece com colete identificado com 'hidrofix') abusou da boa fé do consumidor. Não cumpriu o que diz no site da «empresa» - faz orçamentos, dá sempre a informação do valor antes de realizar qualquer serviço. O site da empresa é este: https://www.hidrofix.pt/ Com um pouco mais de pesquisa e depois de termos sido abusados na nossa boa fé como consumidores, não conseguimos encontrar o registo da atividade empresarial desta dita «empresa». Trata-se de um indivíduo que não cumpre nem sequer os procedimentos publicados no site da «empresa», quanto a transparência e procedimentos de orçamento. Fizemos um comentário negativo no Google, alertando para a situação e relatando nossa péssima experiência. E o comentário foi apagado. Isso significa que o «empresário» é quem valida os comentários. Se é assim, também os pode criar, não havendo forma de saber se correspondem a experiências de indivíduos reais. Todos os comentários que existem são 5 estrelas, e o nosso, que naturalmente não é, foi apagado. Isso gera uma imagem excelente da «empresa». Mas, depois da nossa experiência - qualidade do serviço e abuso de confiança do consumidor e remoção do nosso comentário negativo - estes comentários não merecem crédito, nem a empresa.
Substituição da corrente de distribuição não efetuada
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao serviço efetuado na minha viatura na MotorPor Faro, nomeadamente a substituição da corrente de distribuição. No âmbito da notificação recebida através de carta, por parte da Peugeot para substituir a corrente de árvore de cames, fui informada que é procedimento retirar a corrente de distribuição e como tal a mesma deveria ser substituída, carecendo esta de autorização prévia, não estando o custo desta abrangida pela intervenção gratuita mencionada na carta, na qual foi posteriormente aceite por mim para substituição da mesma. Durante o contacto por parte da Motorpor Faro não foi realizada nenhuma alusão a uma possível substituição da bomba de água. Após a intervenção, o carro começou a apresentar barulhos e ruídos anormais, o que me causa preocupação quanto à qualidade e à integridade do serviço realizado. Demonstrei a minha preocupação, desloquei-me à Motorpor Faro a fim de perceber o porquê de o carro estar a apresentar tais barulhos, perante o diagnóstico foi mencionado que o problema estaria na bomba da água e que a mesma teria de ser substituída e paga por mim. Verifiquei que, apesar de terem substituído a corrente de distribuição, não foi efetuada a troca da bomba de água. Mais adiciono que solicitei um relatório por parte da oficina na qual constava o porquê de não ter sido informada que é procedimento trocar a bomba de água quando é trocada a corrente distribuição e as peças que tinham sido trocadas na intervenção inicial, após várias tentativas de contacto desde há cerca de duas semanas o mesmo ainda não foi entregue. Conforme é amplamente recomendado no site oficial da Peugeut, representada pela empresa Motopor em Faro: “A troca da bomba de água ao substituir o kit de distribuição contribui para a vida útil do conjunto e evita uma segunda intervenção. Especialmente porque a proximidade desses dois elementos permite realizar apenas uma desmontagem e, portanto, limitar os custos da operação.” Considerando que estes componentes estão interligados e que o acesso é feito na mesma intervenção, entendo que a substituição da bomba de água deveria ter sido realizada ou, pelo menos, devidamente aconselhada no momento da reparação. Mais adiciono que tive que me deslocar a outra oficina para trocar a bomba de água e a corrente de distribuição, da qual fui informada que com o desgaste que a corrente apresentava que o valor me tinha sido cobrado, mas a mesma não foi substituída. Face ao exposto, solicito a vossa análise da situação, segue em anexo a digitalização das faturas da intervenção inicial, diagnóstico efetuado e da foto da corrente de distribuição, das quais espero o reembolso total pela marca. Fico a aguardar uma resposta breve. Obrigada
Encomenda não recebida
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma encomenda que consta como entregue no dia 27/03, mas que, na realidade, não foi por mim recebida. Após verificar o estado da entrega, entrei em contacto com o estafeta responsável, o qual afirmou que a encomenda teria sido devidamente entregue. No entanto, até ao momento, não tenho qualquer informação concreta sobre o seu paradeiro. Encontro-me, assim, num impasse, sem a encomenda e sem uma solução clara. Fui informado de que a Notino irá abrir um processo de investigação. Considero esta situação inaceitável, uma vez que cumpri com todas as minhas obrigações enquanto cliente e continuo sem o produto adquirido ou uma resolução célere para o problema. Solicito, com a maior brevidade possível, uma resposta concreta e a resolução desta situação, seja através da localização e entrega da encomenda ou do respetivo reembolso. Aguardo uma resposta urgente. Com os melhores cumprimentos
Suspensão temporária pós parto
Boa tarde, Venho por este meio reclamar do ginásio FitnessUp Trofa. Em dezembro de 2025 tentei dar entrada na suspensão temporária por motivos médicos, levei documento Baixa Médica gravidez de risco até a receção que tinha validade até 14 de janeiro de 2026, foi me informado que minha baixa médica não não tinha valor nenhum, pois só era um papal e que não existe suspensão no ginásio! Questionei pois tenho 2 amigas e minha irmã que após o bebê delas nascerem tiveram o direito de suspensão temporária pós parto de 3 meses e para mim não seria possível?? Para uns pode e outro não? Mesmo eu levando o documento??? Depois de muita insistência eles me deram o prazo de 2 semanas ( que seria até dia 9 de janeiro), então pedir para meu esposo ir até lá e tentar resolver em outro horário e aceitaram o documento e pediram para que levasse outro com validade atualizada… No dia no dia 02 de janeiro fui internada no hospital e no dia 03 tive meu bebê, assim no dia 05 de janeiro tive alta do hospital e na mesma semana enviei a declaração do hospital para o ginásio. Até então fiquei tranquila, até que duas semana depois eles me ligam fazendo cobrança de mensalidade do mês de janeiro, eu expliquei que tinha enviado o documento e foi me falado que tinha que pagar assim mesmo então meu marido foi até lá e pagou a primeira quinzena. Logo meu marido tentou resolver novamente e foi lhe falado que a declaração do hospital não valia também e que tinha que levar atestado médico. Então tive consulta e o médico me deu atestado médico, onde enviei para o e-mail novamente … fiquei tranquila e em alguns dias ligaram fazendo cobrança novamente e eu logo disse que tinha enviado o documento como pedido. E alegaram que esse documento nao era aceito pois agora eles queria que fosse baixa médica! Fiquei sem entender a desinformação que uma hora falam uma coisa depois falam outra … ou seja nem o atestado de gravidez de risco, nem declaração do hospital e nem o atestado medido eles não aceitavam no meu pós parto, nenhum desses documentos tem valor para eles.Foi então que fiquei frustada e pedir para meu marido ir lá novamente e fazer o cancelamento pois eles estavam complicando demais algo simples e logo foi dito que ginásio não permitia o cancelamento, pois o contrato tinha sido revogado por mais 6 meses e que se quisesse cancelar tinha que pagar até o mês de julho. Ou seja, dizem que não posso cancelar sem pagar valores que ainda vão vencer???, que não são em atraso, mas é o ginásio que continua a cobrar quinzenalmente. No contrato diz que para cancelar pode pagar taxa de 50 € e mesmo assim não o fizeram meu cancelamento. É frustrante essa situação para uma mãe pós parto num estado sensível que é ter um bebê. Peço apoio pois o ginásio não me pode manter inscrita, se por razões de saúde não posso comparecer. Hoje dia 30 de março fui até a fitness up tentar resolver… pedi para falar com gerente onde foi enviada outra funcionária, ele não se deu o trabalho de ir tentar resolver … resumindo perdi a cabeça e paguei o que eles tavam cobrando… e fiz o cancelamento. Achei falta de respeito e profissionalismo para resolver e aceitar meus documentos! Gostava que me explicasse se eles tem direito de agir desta forma com seus clientes! Desde já agradeço.
Falta de Credibilidade BodyConcept Entroncamento
No dia 16/12/2025 umas normas de utilização para um pack de tratamentos com a entidade BodyConcept Entroncamento, associado a financiamento através da Cofidis. No momento da assinatura, foi-me apresentado e assinado um documento contendo apenas normas de utilização do serviço, não constando do mesmo qualquer cláusula clara ou expressa de irrevogabilidade ou de exclusão do direito de resolução. No dia 18/12/2025 contactei a entidade a manifestar a minha intenção de cancelamento, uma vez que nunca iniciei qualquer tratamento nem usufruí de qualquer serviço. A pedido da própria entidade, desloquei-me presencialmente à clínica no dia 23/12/2025, tendo sido informada de que a situação seria analisada por uma responsável superior. Posteriormente fui contactada telefonicamente com a indicação de que o cancelamento não seria aceite. O pedido de cancelamento não resulta de mera desistência, mas sim de uma impossibilidade superveniente, decorrente do surgimento de uma despesa de saúde urgente e inesperada, que me impede, de forma objetiva, de suportar simultaneamente o encargo do tratamento contratado e essa despesa essencial. Até à presente data, não usufruí de qualquer tratamento, não houve qualquer prestação de serviço por parte da entidade, nem foi efetuado qualquer pagamento ao abrigo do referido acordo, mantendo-se, ainda assim, o financiamento ativo. Nestes termos, solicito a anulação do acordo celebrado e a regularização imediata da situação junto da entidade financeira associada, por inexistência de prestação de serviço e por impossibilidade superveniente devidamente fundamentada.
Problemas com o estafeta
Exmos. Senhores Venho por este meio recorrer aos vossos serviços, na expetativa de que me possam auxiliar. No passado dia 23 de março realizei um pedido à empresa Glovo, através da app da mesma. O referido pedido foi pago antecipadamente por MB Way, tendo o valor sido debitado da minha conta. Encontrava-me no meu local de trabalho e, por esse motivo, solicitei que a entrega fosse efetuada no domicílio da minha avó, onde me encontraria posteriormente para almoçar. A minha avó contactou-me a informar que o pedido tinha sido entregue, situação que foi igualmente confirmada por mim , através da aplicação. No entanto, ao chegar a casa, fui informada pela minha avó de que a mesma efetuou um pagamento ao estafeta, no momento da entrega. De acordo com o que apurei, desconhecendo os trâmites que envolvem estas questões e, na sua boa fé, a minha avó questionou o estafeta sobre a existência de algum valor a pagar, tendo-lhe sido indicado que sim, sendo-lhe apresentado um recibo. Importa referir que a minha avó tem 92 anos e não sabe ler, pelo que não conseguiu interpretar a informação constante no recibo, onde estava a indicação de que o pedido se encontrava pré-pago. De salientar que, antes de recorrer à Deco, apresentei a reclamação na app da Glovo por três vezes, tendo a minha exposição sido totalmente ignorada pela referida empresa. Considero esta situação particularmente grave, por envolver o desrespeito total por uma pessoa idosa, em situação de vulnerabilidade. De referir que, no dia da ocorrência, entrei imediatamente em contacto com a empresa “Casa da Avó” que, não tendo qualquer responsabilidade nesta ocorrência, ficou assim informada da situação. O objetivo da minha reclamação junto da Glovo era a regularização da situação, nomeadamente o reembolso do valor indevidamente cobrado à minha avó e a responsabilização do estafeta em questão. Predispus-me a enviar o recibo que deixo aqui em anexo, contudo não obtive qualquer resposta. Deste modo, aguardo expectante que a Deco possa auxiliar-me, neste sentido. Agradeço a atenção e aguardo feedback da vossa parte. Cumprimentos
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente ao serviço prestado pela transportadora GLS, no âmbito da entrega da minha encomenda com o número de tracking 1269217798. No dia 16/03/2026, recebi uma comunicação da GLS a informar que a encomenda tinha sido expedida, com data prevista de entrega a 19/03/2026. Importa referir que selecionei, no site oficial da GLS, uma Parcel Shop como ponto de entrega (conforme comprovativo em anexo, Foto1). Após essa seleção, a morada foi automaticamente preenchida pela plataforma, não sendo possível qualquer erro da minha parte. No dia 18/03/2026, fui informada de que a encomenda se encontrava “em distribuição”. Contudo, pelas 23h, recebi uma nova notificação a indicar que a entrega não tinha sido efetuada por alegada “morada incorreta”, situação que considero incongruente. No dia 19/03/2026, ao consultar o tracking, deparei-me com a seguinte sequência de atualizações, claramente contraditórias (Foto 2): 13:37 – “Em distribuição” 13:37 – “Na agência de destino” 22:08 – “No armazém GLS” 22:08 – Nova notificação a indicar “morada incorreta” Nesse mesmo dia, pelas 18h30, desloquei-me à Parcel Shop selecionada (Papelaria do Arco) para confirmar se a encomenda teria sido entregue sem atualização do sistema. Foi-me confirmado que não receberam qualquer encomenda em meu nome, embora a GLS tenha efetuado outras entregas nesse local no próprio dia, o que torna a situação ainda mais inexplicável. Perante estes factos, coloco as seguintes questões: - Como é possível a morada estar incorreta, quando foi automaticamente preenchida após a seleção de um ponto de entrega oficial da GLS? - Por que motivo a minha encomenda não foi entregue, quando foram efetuadas entregas no mesmo local e no mesmo dia? No dia 20/03, submeti um formulário de reclamação no site da GLS e apresentei igualmente uma queixa no Portal da Queixa. Até 30/03/2026, não obtive qualquer resposta. No dia 26/03/2026, voltei a contactar a linha de apoio ao cliente da GLS. Foi-me indicado, novamente, que a falha se devia a um suposto erro no endereço — justificação que considero inadmissível, uma vez que se trata de uma Parcel Shop definida pelo próprio sistema da transportadora. Durante a chamada, destaquei que já tinha feito vários contactos, incluindo reclamações formais, e que o próprio remetente também estava a tentar resolver a situação junto da GLS. Foi-me garantido que o caso teria prioridade máxima e que seria resolvido até sexta (dia 27/03) , ou, no limite, até segunda (30/03). Paralelamente, realço que, entre os dias 22/03 e 30/03, mantive contacto frequente com a empresa remetente, que me informou ter efetuado diversos contactos com a GLS, tendo sido disponibilizada uma segunda morada (outra Parcel Shop da GLS) e assinalado o processo como urgente. No entanto, no dia 30/03, fui informada de que a GLS continuava a alegar “morada incorreta” e que “não é possível indicar outro ponto de recolha”, o que considero uma situação totalmente inaceitável. No mesmo dia, voltei a contactar telefonicamente a GLS, recebendo exatamente a mesma justificação. Foi-me ainda fornecido um contacto telefónico do alegado centro de distribuição onde se encontra a encomenda, contudo o número fornecido não está atribuído. Até ao momento, não houve qualquer resolução, atualização ou contacto proativo da GLS. Estou sem a minha encomenda desde 19/03/2026, apesar de todas as diligências efetuadas tanto por mim como pelo remetente. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO Proteste para: - Garantir a entrega imediata da minha encomenda ou, caso tal não seja possível, assegurar o reembolso devido. - Determinar a responsabilidade da transportadora relativamente às sucessivas falhas registadas. - Salvaguardar os meus direitos enquanto consumidora perante a evidente ausência de apoio, de comunicação e de diligência por parte da GLS. Anexo todos os comprovativos relevantes. Aguardo uma resolução urgente.
Demora é mal atendimento
Comprei um robô em agosto de 2025 e em 1 de fevereiro de 2026 ele estava dando problema de sistema a avisar que não poderia passar pano pois não tinha acoplado o reservatório de água sendo que estava tudo certo e o reservatório cheio.liguei a irobot e fui atendida muito bem por uma miúda educada mas ele me informou que era um problema de sistema e iriam ter que trocar meu robô por um novo, passei todas as informações pra eles e enviei o robô parar onde pediram e estou sem respostas até hoje o robô chegou nas instalações que pediram no dia 3 de março e agora dia 21 de março não tenho notícias tento ligar não atender é só me dizem por e-mail que foi escalado a outro setor eu estou sem meu robô a mais de um mês e paguei caro por ele. No dia 23/03 me ligaram com muito custo a dizer que tinha sido escalado a outro setor mas não sabem quando vão me enviar o produto e que me dariam uma resposta até o final do dia já se passaram mais sete dias e estou agora estou a dois meses sem o robô praticamente .
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