Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
F. C.
02/07/2026
BE-FIT MEM MARTINS

Publicidade Enganosa

Venho expressar o meu desagrado relativamente à recente campanha de verão dos ginásios BeFit, onde anunciam mensalidades de 19,99€, com tudo incluído e sem fidelização. No entanto, quando uma pessoa tenta inscrever-se, é surpreendida por custos adicionais: cobram mais 20€ pela inscrição e 15€ pelo seguro anual. Na publicidade é dito claramente que o valor é de 19,99€, com tudo incluído, e sem qualquer menção a valores extra. Assim, considero injusto e enganador serem apresentados custos adicionais no momento da inscrição, visto que não está indicado que existiriam outros encargos, nem aparece a expressão "Desde 19,99€". Peço que seja corrigida a publicidade para refletir os verdadeiros custos, ou então que sejam eliminadas as cobranças adicionais não informadas. Isto é inaceitável para quem confia no que é divulgado.

Encerrada
M. M.
01/07/2026
Figura de Destaque

Usurpação de poder

Exmos senhores Tendo pedido rescisão de contrato com a Loja do Condomínio por justa causa fomos informados que teremos de pagar o valor até final do contrato. O gestor do condomínio usou de poderes, tomou decisões sem nos consultar. Pedimos reunião para esclarecer a situação mas nunca acedeu em reunir conosco. Não concordamos em ser penalizados por cancelar o nosso contrato, pois temos razões para o fazer. Só queremos que nos devolvam o que é nosso sem conflito.

Em curso
F. A.
01/07/2026

Cobranças indevida

Venho reportar um problema que já ocorreu pela segunda vez com o serviço Gira. Na viagem com a bicicleta elétrica E1325, iniciada a 27 de junho de 2026 às 16:31, coloquei a bicicleta na doca corretamente e esta ficou bloqueada, como seria de esperar. No entanto, a viagem não terminou no sistema, tendo continuado até às 20:06 (03:35 de duração), resultando numa cobrança indevida de 7,00€. Anexo print do detalhe do percurso como comprovativo. Hoje, dia 1/07/2026, o mesmo problema voltou a acontecer: coloquei novamente a bicicleta na doca, esta ficou bloqueada corretamente, mas continuo a ter uma viagem ativa no sistema, que continua a decorrer e a gerar custos sem que eu esteja a utilizar a bicicleta. Esta é uma falha do sistema Gira e não um erro da minha parte, uma vez que a bicicleta foi devidamente devolvida e bloqueada na doca em ambas as ocasiões. Solicito: 1. O encerramento imediato da viagem atualmente ativa; 2. O reembolso dos 7,00€ cobrados indevidamente na viagem de 27 de junho; 3. Confirmação de que não serão cobrados valores adicionais pela viagem de hoje. Solicito uma resposta e resolução o mais breve possível.

Encerrada
V. P.
01/07/2026

OBRA DE CASA BANHO

Data de Submissão: Junho de 2026 Reclamada: Leroy Merlin Portugal (Loja de Almada / Alfragide) Referências: Livro de Reclamações Eletrónico n.º ROR00000000045603881 Ticket de Suporte n.º 2147579 Assistência Técnica n.º 00037153 Objeto do Litígio Incumprimento contratual grave, abandono de obra de renovação residencial, venda de bens com defeito oculto (falta de conformidade), publicidade enganosa, e pedido de indemnização por danos patrimoniais e morais decorrentes de conduta negligente. Exposição dos Factos 1. No âmbito de um contrato de prestação de serviços para a renovação integral da minha casa de banho celebrado com a reclamada (Leroy Merlin), foi expressamente acordado e estipulado entre ambas as partes um prazo total de execução dos trabalhos de 3 (três) semanas. 2. Contudo, a execução contratual converteu-se numa conduta gravemente negligente que se arrasta injustificadamente há vários meses. A primeira equipa técnica subcontratada e enviada pela Leroy Merlin revelou-se totalmente inapta para as funções, tendo acabado por abandonar a obra a meio. Este ato deixou diversos trabalhos estruturais inacabados, manifestamente defeituosos e sem condições mínimas de utilização. Uma posterior segunda equipa foi introduzida para mitigar os erros herdados, mas não logrou obter sucesso na sua totalidade. Adicionalmente, fui forçada a realizar deslocações diárias e dispendiosas às superfícies comerciais de Almada e de Alfragide para suprir os constantes erros e trocas de materiais imputáveis exclusivamente à marca. 3. O resultado final da obra entregue apresenta desconformidades críticas e defeitos graves à luz do regime jurídico aplicável aos direitos dos consumidores (Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro), destacando-se os seguintes pontos: Materiais com defeito latente de fabrico (Falta de Conformidade): Diversos materiais instalados, incluindo torneiras, perfis e acessórios de acabamento, apresentam a respetiva tinta a descascar e a soltar-se com apenas escassos meses de uso corrente regular, demonstrando deficiente qualidade ou manuseamento incorreto. Publicidade Enganosa e Desconformidade do Bem: Foi-me comercializada e faturada uma cabine de duche especificamente dotada de tratamento anticalcário. Todavia, o vidro encontra-se integralmente manchado desde a primeira utilização, sendo impossível remover as referidas manchas mesmo com a aplicação rigorosa dos produtos indicados pela marca, o que configura um claro defeito de fabrico ou desconformidade com as características prometidas. Equipamentos defeituosos com risco de segurança: A tampa da sanita instalada encontra-se constantemente a soltar-se e a sair do eixo, subsistem fugas de água ativas e azulejos grosseiramente cortados. A entrega da obra nestas condições consubstancia uma negligência que gera um risco diário para a integridade física dos utilizadores. 4. Fator Agravante de Vulnerabilidade: Cumpre destacar com especial gravidade o impacto severo desta situação sobre a minha progenitora, uma idosa de 84 anos de idade que reside comigo. Devido ao atraso intolerável e ao subsequente abandono inicial da obra, a mesma ficou privada durante meses do acesso a condições elementares de higiene, dignidade e segurança, encontrando-se confinada a um piso superior cuja utilização de uma banheira alternativa representava um risco severo de queda e lesões. 5. Perante a total ausência de soluções voluntárias, vi-me compelida a registar uma reclamação formal na Plataforma Digital do Livro de Reclamações Eletrónico, sob o n.º ROR00000000045603881. Em sede de resposta oficial submetida na referida plataforma reguladora, a Reclamada alterou o estado do processo para "Respondida/Tratada", assumindo formalmente perante as autoridades que "já foi aberta a assistência técnica n.º 00037153 com vista à respetiva resolução". 6. Sucede que, decorrido mais de um mês sobre a prestação desta garantia jurídica e formal por parte da Leroy Merlin, a referida assistência técnica nunca foi executada. Nenhum técnico se deslocou à minha habitação para proceder às reparações e a empresa remeteu-se ao mais absoluto silêncio. A resposta introduzida no Livro de Reclamações serviu unicamente para eludir a fiscalização das entidades competentes, demonstrando manifesto abuso de direito e má-fé contratual. Pedidos Fundamentados Face ao exposto, requeiro a devida intervenção deste prestigiado para que a Reclamada seja legalmente condenada ao cumprimento dos seguintes pedidos: Execução Integral e Urgente da Assistência Técnica n.º 00037153: Proceder à reparação total, definitiva e sem encargos de todos os vícios enumerados (estancamento das fugas de água, substituição da tampa da sanita, substituição dos azulejos danificados e dos materiais cuja tinta se encontra a descascar, bem como a resolução definitiva do defeito estrutural do vidro da cabine de duche), etc. Reembolso de Valores: A restituição proporcional ou integral dos montantes liquidados a título de instalação e aquisição de materiais que se revelaram desconformes ou inutilizados. Indemnização por Danos Morais: A condenação da Reclamada no pagamento de uma compensação pecuniária por danos morais, psicológicos, monetários e transtornos graves na vida familiar, no valor de 5.000,00€ (cinco mil euros), considerando a natureza prolongada do dano e a extrema vulnerabilidade da idosa de 84 anos afetada. Termos em que pede e espera deferimento.

Em curso
S. S.
01/07/2026

Vários problemas

Adquiri uma máquina Jocel lavar loiça no dia24 a qual me foi entregue e instalada no dia 25/06. Quando segui escrupulosamente o manual de utilização para iniciar a primeira lavagem e após encher os depósitos de sal e abrilhantador imediatamente após iniciar a lavagem a maquina parou apresentando o erro E5. segundos após, reparei que tinha a cozinha completamente inundada. Verifiquei no Manual que esse erro significa Fuga de água/inundação. Contactei telefonicamente a Darty e informaram que não poderiam fazer nada por telefone apenas presencialmente. Dirigi-me a loja Darty Braga reportando a situação os quais pediram desculpa pelo incomodo apresentaram como opção devolução ou substituição e agendaram SUBSTITUIÇÃO da máquina para o dia 29/06 a qual aceitei pois apenas pretendo a resolução do problema e não a sua prorrogação. Verdade é que dia 29 ninguém apareceu, dirigi-me novamente a loja e ai já não apresentaram a possibilidade de devolução tão simplificada como no dia 26, já teriam que recolher a máquina e apenas quando o técnico confirmasse o diagnóstico ter-me-ia que dirigir novamente a loja para devolução do dinheiro. Voltei a marcar para dia 30 uma vez que me informaram que iriam nessa data, mais uma vez ninguém apareceu. Dirigi me novamente a Darty ( Braga) para aí pedir a recolha da máquina e a devolução do valor. Agendaram para dia 1/07 das 14h às 20h, mais uma vez ninguém apareceu nem entraram em contacto. Com todos estes atrasos já se passou quase 1 semana após a compra e continuo sem máquina e sem dinheiro. Gostaria de saber o que posso fazer, uma vez que preciso do € para adquirir outra máquina e com o passar dos dias está máquina uma vez que ainda está montada na minha cozinha , pode ficar danificada uma vez que tenho animais de estimação e não quero ficar com o prejuízo. Já fiz reclamação em loja , tenho o número da reclamação 37605249. Cumprimentos Sandra Silva

Encerrada
L. H.
01/07/2026
MRW

Encomenda não recebida

Bom dia. O pedido 02692S380850 esta pendente de recolher por vocês desde o 12 de junho. Quando vai sen entregue. Isto é um péssimo serviço ao consumidor.

Resolvida
S. B.
01/07/2026

Assistência à esquentador

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa ao serviço de assistência ao esquentador da marca Junkers (modelo Hydro 4600 F), solicitado através da vossa plataforma Oscar e realizado no dia 20/06/2026 (sábado), pelas 18h23, com o número de serviço JOBEFCFCE8D. O serviço foi prestado pelo técnico Douglas Silva. O serviço contratado não foi concluído e resultou em graves prejuízos, conforme detalho de seguida. Serviço incompleto e danos ao equipamento: O técnico Douglas Silva, enviado por V. Exas., não terminou a reparação, alegando, desde a sua chegada, que se estava a sentir mal, cansado e com problemas pessoais, e que precisaria de descansar. Ainda assim, afirmou que concluiria a reparação. O diagnóstico apontou para uma peça eletrónica que necessitaria de ser soldada, após o que o aparelho ficaria a funcionar corretamente. Cobrança adicional e substituição duvidosa da peça: O técnico indicou que o problema estava num componente da placa eletrónica (que identificou como sendo o condensador) e que a sua substituição resolveria a avaria — pretendendo, para isso, cobrar um valor adicional de cerca de 75 €, acima do valor já acordado na plataforma (76,70 €). Informámos que não poderíamos pagar esse montante adicional, uma vez que não tínhamos sido avisados de qualquer custo extra. Perante isto, o técnico aceitou efetuar a substituição sem custos adicionais e dirigiu-se à sua viatura, dizendo que iria substituir/reparar a peça. Contudo, ao regressar, não era visível qualquer alteração na peça relativamente ao estado anterior, pelo que tenho fortes dúvidas de que tenha sido efetivamente realizada qualquer substituição ou reparação, apesar de o técnico afirmar tê-la feito. Danos provocados durante a intervenção: Ao reinstalar a peça no aparelho, ocorreu um forte estrondo e o quadro elétrico de toda a casa disparou. No meu entender, foi neste momento que a placa eletrónica ficou danificada/queimada pela primeira vez. O técnico fez então uma segunda tentativa, desta vez alegando tratar-se de outro problema: descarnou um fio elétrico, retirou o cobre e colocou-o na peça eletrónica. Ao voltar a instalar a peça no aparelho, o quadro elétrico disparou novamente, com novo estrondo, deixando a peça eletrónica queimada e totalmente inutilizável. Só após estas tentativas falhadas é que o técnico concluiu que o problema seria outro, diferente do que havia diagnosticado inicialmente. Por este motivo, considero que o técnico não tinha um diagnóstico correto do problema antes de intervir, e que as suas tentativas sucessivas — incluindo a alegada substituição da peça e a manipulação dos fios — agravaram a avaria e foram a causa direta da destruição da placa eletrónica. Ou seja, o equipamento ficou em pior estado após a intervenção do que antes desta. Perante isto, o técnico alegou não conseguir reparar e propôs um reagendamento para uma segunda visita, marcada para o dia 23/06/2026 às 9h30, para então concluir a reparação. Pagamento indevido: Apesar de o trabalho ter ficado incompleto e de o aparelho ter ficado danificado, foi exigido e pago o valor total do serviço em dinheiro, conforme posso comprovar através do histórico de interação na plataforma. Falta de fatura: Até à presente data, não me foi emitida a respetiva fatura-recibo do valor pago, tendo o técnico alegado que esta apenas passaria quando o trabalho estivesse concluído e o equipamento em perfeito funcionamento. Acresce que agora me é indicada a necessidade de substituir a placa eletrónica, com um custo aproximado de 210 €, valor que corresponde a cerca de metade do valor do próprio equipamento — algo que considero desproporcionado e inaceitável, sobretudo tendo o dano resultado da própria intervenção do técnico. Face ao exposto, exijo que a Oscar assuma a responsabilidade civil pelos danos causados pelo prestador de serviços que credenciou, procedendo com: 1. O reembolso integral do valor pago pelo serviço; 2. A reparação ou substituição da peça/placa eletrónica danificada durante a intervenção, sem qualquer custo adicional para mim; 3. A emissão da respetiva fatura-recibo; 4. O envio de um técnico devidamente qualificado e responsável para repor o equipamento em pleno funcionamento. Aguardo uma resposta no prazo de 8 dias úteis. Caso não obtenha uma resolução, reservo-me o direito de apresentar queixa junto das entidades competentes de defesa do consumidor. Com os melhores cumprimentos, Hipólito Mendes Moreira 937632537 Rua do azevinho 26 - 3A

Resolvida
B. R.
01/07/2026
SDR Portugal – Associação de Embaladores

Reclamação sobre os critérios de aceitação de embalagens no Sistema Volta

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativamente ao funcionamento do Sistema Volta de depósito e reembolso de embalagens de bebidas. Após utilizar diversas máquinas de devolução, em diferentes estabelecimentos comerciais, constatei que o problema é recorrente e não se limita a um equipamento ou supermercado específico: as máquinas rejeitam embalagens de plástico e latas que apresentam pequenos amassados ou deformações, mesmo quando o código de barras permanece totalmente legível e a embalagem é claramente identificável como pertencente ao sistema. Considero que este critério de aceitação é desproporcional e prejudica injustamente os consumidores. O depósito pago no momento da compra tem como finalidade incentivar a devolução das embalagens para reciclagem. No entanto, na prática, um consumidor pode ser impedido de recuperar esse valor devido a pequenas deformações que não comprometem a identificação da embalagem nem a sua reciclagem. Esta situação revela-se ainda mais contraditória quando as próprias máquinas, após aceitarem a embalagem, procedem ao seu esmagamento ou trituração para efeitos de armazenamento e reciclagem. Se a embalagem será inevitavelmente destruída após a sua aceitação, não se compreende por que motivo pequenas deformações anteriores constituem fundamento para a sua rejeição. Acresce que as embalagens estão sujeitas ao manuseamento normal durante o transporte, armazenamento e utilização pelos consumidores. É expectável que possam apresentar ligeiras deformações sem perderem a sua identidade ou autenticidade. Na prática, este critério conduz a situações em que o consumidor: paga o depósito no momento da compra; pretende cumprir o objetivo ambiental do sistema, devolvendo a embalagem; vê recusado o respetivo reembolso por um requisito técnico que não parece necessário para garantir a autenticidade da embalagem. Entendo que esta situação poderá colidir com os princípios da boa-fé, da proporcionalidade e da proteção dos interesses económicos dos consumidores, previstos na legislação portuguesa de defesa do consumidor, uma vez que dificulta, sem justificação técnica aparente, o exercício do direito ao reembolso do depósito pago. Assim, solicito que sejam prestados esclarecimentos sobre: Qual o fundamento técnico para a rejeição de embalagens com pequenas deformações, quando o código de barras e os restantes elementos de identificação permanecem íntegros; Se foram realizados estudos que demonstrem a necessidade deste critério para prevenir fraude ou garantir o correto funcionamento do sistema; Se está prevista a revisão dos critérios de aceitação das máquinas, de forma a permitir a devolução de embalagens ligeiramente deformadas, desde que continuem perfeitamente identificáveis. Considero que um sistema criado para promover a economia circular e incentivar a reciclagem deve privilegiar a participação dos consumidores e não estabelecer requisitos excessivamente restritivos que acabam por desincentivar a devolução das embalagens. Agradeço a análise da presente reclamação e fico a aguardar uma resposta fundamentada. Com os melhores cumprimentos, BMR

Em curso
S. M.
01/07/2026

Alteração Indevida do Local de Entrega das Encomendas da INPOST

Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente ao serviço de entrega das minhas encomendas destinadas ao ponto INPOST de Miranda do Douro. Sempre que o referido ponto de recolha se encontra temporariamente encerrado, nomeadamente por motivo de férias, as minhas encomendas são encaminhadas para o ponto INPOST de Mogadouro, sem qualquer aviso prévio ou solicitação da minha parte. Esta situação é manifestamente inaceitável. Ao pagar os portes de envio, espero que a entrega seja efetuada no local selecionado ou, caso tal não seja possível, num ponto de recolha alternativo razoavelmente próximo, como, por exemplo, Vimioso. Obrigar-me a percorrer cerca de 50 km (aproximadamente 45 minutos de viagem) para levantar uma encomenda representa um transtorno significativo e um custo adicional que não me compete suportar. Esta é já a quarta vez que recebo uma comunicação para levantar as minhas encomendas em Mogadouro, o que demonstra que não se trata de uma situação pontual, mas sim de uma prática recorrente que considero lesiva dos meus direitos enquanto consumidor. Assim, solicito que as seguintes encomendas, identificadas pelos códigos 185185, 936963, 611973 e 918879, sejam transferidas para o ponto INPOST de Miranda do Douro ou, em alternativa, para outro ponto de recolha mais próximo da minha residência. Agradeço que esta situação seja resolvida, caso contrário, verei os meus direitos pelos meios legalmente previstos, incluindo a apresentação de reclamação junto das entidades competentes e o recurso às vias judiciais, se necessário. Aguardo uma resposta célere e uma solução definitiva para este problema. Com os melhores cumprimentos, Susana Ventura MAchado

Encerrada
M. T.
30/06/2026

Falsas tentativas de entrega e comportamento do estafeta CTT Expresso

Venho apresentar uma reclamação relativamente ao comportamento de um estafeta dos CTT Expresso responsável pelas entregas na minha zona, por considerar que a sua conduta é incompatível com o serviço que os CTT devem prestar aos seus clientes. Tudo começou porque o referido estafeta se enganou, por diversas vezes, na morada de entrega das minhas encomendas. Numa das primeiras situações, a minha mãe limitou-se a alertá-lo para o erro. Como o mesmo voltou a acontecer pela segunda ou terceira vez, chamou novamente a atenção para a situação, de forma firme, mas sempre educada. Perante essa chamada de atenção, o estafeta respondeu que, se continuássemos a reclamar dos erros dele, começaria a deixar as minhas encomendas diretamente num posto de correio para eu as ir levantar, em vez de as entregar na morada indicada. Infelizmente, os acontecimentos posteriores levam-me a acreditar que essa ameaça está a ser concretizada. Tenho atualmente várias encomendas em trânsito. Relativamente à primeira, eu e a minha mãe permanecemos em casa durante todo o dia à espera da entrega. Apesar disso, o sistema dos CTT indicou que não se encontrava ninguém na morada e que seria efetuada uma segunda tentativa no dia seguinte. No dia seguinte, voltámos a permanecer em casa durante todo o período de distribuição. Mais uma vez, foi registado que não estava ninguém na morada e a encomenda acabou por ser encaminhada para um posto de correio. Atualmente existe uma segunda encomenda em distribuição. No dia 30/06/2026, pelas 13h30, recebi novamente a notificação de que não se encontrava ninguém na morada. No entanto, essa informação é completamente falsa. Eu e a minha mãe encontrávamo-nos em casa, inclusivamente a almoçar na cozinha, local onde a campainha é perfeitamente audível. A campainha encontra-se a funcionar corretamente e, nesse mesmo dia, outras pessoas tocaram à campainha sem qualquer problema. Além disso, da nossa janela é possível verificar a chegada de veículos à habitação e o estafeta nunca apareceu. Perante esta sequência de acontecimentos, considero existir um padrão de comportamento que demonstra falta de profissionalismo e que coincide com a ameaça anteriormente proferida pelo estafeta. Acrescente-se que apresentei igualmente uma reclamação junto do apoio ao cliente dos CTT por telefone. Foi-me informado que a reclamação ficaria registada e que receberia confirmação por SMS e por e-mail, o que nunca aconteceu. Esta situação está a causar-me prejuízos significativos. O posto de correio onde as encomendas estão a ser deixadas tem um horário incompatível com o meu horário de trabalho, o que dificulta ou até impossibilita o levantamento das encomendas dentro do prazo. Existe, por isso, o risco real de as perder sem qualquer responsabilidade da minha parte. Solicito que esta situação seja devidamente investigada, que sejam analisados os registos de distribuição e a atuação do estafeta em causa e que sejam adotadas as medidas necessárias para garantir que as minhas encomendas passam a ser efetivamente entregues na minha morada, desde que exista alguém para as receber, como efetivamente tem acontecido. Perdi a confiança neste colaborador e não considero aceitável continuar sujeita a um serviço prestado nestas condições. Pretendo apenas que as entregas sejam realizadas de forma correta, profissional e sem qualquer tipo de represália por ter sido chamado a atenção para erros anteriormente cometidos.

Resolvida

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