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Corte o serviço, pague multa, evite reclamações
na terça-feira 18/5/2021.Quando saí de casa me surpreendi com o técnico cortando o gás do meu apartamento, informando que :1- Não recebi nenhum aviso para cortar o gás.2- O técnico não bateu à porta. Ele também disse que tocou a campainha, mas a nossa campainha estava estragada lembrando que é fácil perceber que a campainha estava estragada.3- Quando expliquei ao técnico que só tinha um fatura para pagar, ele disse que sabia mas ele tem ordem de ir cortar o gás e contínuo a cortar. 4- Foi ligar ao empregado ( apoio de cliente ) para explicar o meu problema e falou comigo num ar muito seco ( como um robô ) a repetir as mesmas palavras. (Tem que pagar a fatura + 55 euros como multa para enviar uma nova ordem para voltar a ligar o gás5- Voltei a falar com técnico para tirar o contador para que eu pudesse colocar uma botija de gás, mas o técnico recusou e disse que só tinha ordem de só fechar o gás, disseram se eu tirasse o contador ou mexesse naquilo iriam chamar a polícia e isto significa que me obrigaram a pagar a multa.6- Lembrando que sou cliente de mais de 4 anos e antes desta vez nunca me tinham cortado o gás, apesar disso não fomos considerados um antigo cliente e tenho uma grande família .Eu já paguei a fatura e a multa e pesso de que devolvem o valor da multa porque não foi o meu erro e desejo que não volte a repetir esta situação para não ter que acabar com contrato com a Rubis gás lembrando que esta não é a primeira vez que acontece no meu prédio por causa que a Rubis gás trata os clientes numa forma injusta .e depois eu quero reclamar no site official de rubis www.rubisenergia.pt mas foi proibido de entrar ao website.
Problema com a mudança de titularidade
Venho por este meio comunicar a V.Exas excelências um problema que me está a afectar desde o dia 2 de junho de 2020.Eu e o meu marido temos uma segunda habitação no Porto mais concretamente na Rua Pedro Hispano, 393 3 andar. 4100-398 Porto.No ano passado em 31 de maio de 2020 cessamos contrato com uma inquilina e, contactámos a águas do Porto que devido a pandemia nos facultou o e-mail: cliente@aguasdoporto.pt para aonde deveríamos enviar os documentos necessários para a alteração da titularidade do contrato.No dia 2 de junho enviamos todos os documentos, bem, como a fotografia do contador da água e, para descanso da antiga inquilina enviamos com o seu conhecimento para que ela soubesse que já tínhamos solicitado alteração da titularidade do contrato para o nome do meu marido : José Carlos Carvalho Patrício.Durante o mês de junho de 2020 estivemos cerca de 2 semanas na casa a efectuar algumas obras e, evidentemente abríamos sempre a correspondência e, não tínhamos nenhuma correspondência da águas do Porto.Voltamos em julho mais 3 semanas e, nada de correspondência das águas do Porto.Tendo em conta que em setembro comecei a tirar um curso em setembro e o meu marido estava em tele- trabalho e, devido às restrições de circulação aos fins de semana começou a ser mais difícil vir ao Porto. Desde agosto de 2020 a casa esteve sempre desocupada e com o contador fechado até dia 23 de maio de 2021 que voltamos a ter oportunidade de voltar a nossa casa.Para nossa surpresa quando abro a caixa de correio encontro dezenas de carta das águas do Porto ainda com o nome e dados de contacto da antiga inquilina com o nome de: Cristiane Maria Zimmer.Cartas para pagamentos e execuções fiscais, bem como, cartas de devoluções bancárias por insuficiência de saldo.Neste momento o que sabemos é que a antiga inquilina foi para fora do país daí, não se ter apercebido da situação e rapidamente alertar-nos do que se estava a passar e que a titularidade do contrato apesar do envio de todos os documentos solicitados ainda não tinha sido alterada.No dia 24 de Maio de 2021 Imediatamente liguei para as águas do Porto para tentar saber o que tinha acontecido e, para além das diversas vezes que as chamadas caiam depois de esperar cerca de 30 minutos para que conseguisse falar com um operador, fui atendida e o que me foi dito é que neste momento estamos com uma dívida de 265 euros porque a titularidade do contrato não foi alterada e, as tentativas de pagamento foram feitas para a pessoa que já não estava vinculada ao contrato, e para além de colocar o nome de terceiros numa situação muito desconfortável de dívidas que não lhe diziam respeito.Como proprietários ao longo do ano nunca fomos sequer alertados e, muito menos foi feito o corte da água que era o que devia ser feito, visto que, estavam tantos pagamentos pendentes cobrados a pessoa errada.Somos pessoas sérias e não temos qualquer problemas de dívidas mt menos queríamos estar nesta situação de ter que assumir responsabilidade pela falta de profissionalismo dos funcionários das águas do Porto que não alteraram a titularidade do contrato e, não nos contactaram porque estavam a contactar a pessoa errada.Pretendemos resolver imediatamente esta situação mas, primeiro que a titularidade do contrato seja alterada depois de 1 ano e, apurar responsabilidade porque é que a mesma não foi feitaPretendemos liquidar as dívidas pendentes das mensalidades mas, não achamos de todo correcto pagar taxas e execuções fiscais visto que, temos comprovativo do envio de toda a documentação para que fosse feita a alteração do contrato no ano passado.Solicito a vossa ajuda como associada porque estamos a tentar novamente arrendar a casa e, neste momento ainda não conseguimos alterar a titularidade do contrato e temos um valor em dívida surreal que se o contrato tivesse sido alterado na altura certa jamais estaríamos nesta situação.Somos pessoas sérias e cumpridoras e, queremos urgentemente limpar o nome da nossa antiga inquilina que sempre foi uma pessoa correcta, e o nosso que nunca ficamos a dever a nenhuma entidade.Fico a aguardar a vossa análise e conto com a vossa ajuda.Melhores cumprimentos, Rosa Dias
Falta de pagamento de danos causados por avaria de um poste de iluminação pública
Venho por este meio reclamar da EDP e atualmente E-REDES e com os seguintes fundamentos, digo:1º Em julho de 2020 houve uma avaria num poste em frente à minha habitação.2º Reclamei da avaria do poste que era visível e audível de toda a gente.3º Na Altura a EDP mandou uma empresa verificar a situação e deram-me razão.4º Acontece que apresentei as avarias das quais tive conhecimento à data.5º Pagaram tudo que apresentei/reclamei em conformidade com os documentos que juntei.6ºAcontece que havia mais uma avaria mas que não foi detetada em julho de 2020.7ºAcontece que todos os anos faço a manutenção da energia solar durante o inverno/princípios da primavera de cada ano.8º Pelo que fiz em 2020 a devida manutenção e depois em 2021.9º O técnico da empresa Senginor veio fazer mais uma e nova manutenção em abril de 2021.10º E ao fazer a devida manutenção verificou que havia uma avaria na bomba circuladora, o que lhe causou imensa surpresa, em virtude de ter havido uma avaria destas em 3 anos , quando estas bombas duram uma vida de décadas e perguntou se eu não tive qualquer tipo da avaria na corrente elétrica.11º De imediato, relembrei da grande avaria de que fui vítima, quando no verão de 2020, sofri com um curto circuito no poste junto à entrada da minha habitação.12º E como o meu sistema solar funcionava e funciona através da energia solar e ou da corrente elétrica, esta ocultou-me a avaria da bomba circuladora.13º E esta não foi reclamada na devida altura por razões mais que óbvias...14º Quando tomei conhecimento dessa nova avaria e como a EDP já me tinha ressarcido dos gastos reclamados anteriormente, não aceitaram a nova reclamação referente à bomba da energia solar.15º Mais a EDP teve sorte de todos os televisores não terem sido avariados porque uma peça existente da Meo que se encontrava no sótão queimou, e assim, protegeu todos o aparelhos (televisores, routers e boxes que se encontram na habitação) e não no sótão.16º E como não tinha corrente elétrica, não tinha frigorífico, não tinha portão automático, não tinha televisão, não tinha net e tudo isto durante alguns dias. Esta situação é horrível para qualquer ser humano e não fui ressarcido desta horrível situação.17º Mas a Meo através do telefone conseguiu ver que eu tinha um aparelho deles queimado e mandaram-me ir a uma loja e trocar o avariado por um novo.18º E tudo isto não paguei nada, graças à Meo.19º Depois de tanto sofrimento que nem telefone fixo nem telemóvel tinha para além de todos os outros males já acima identificados.20º Só que havia mais uma avaria no sótão e que só em abril de 2021 é que foi descoberta, no sistema da energia solar.21º Mas como já me tinham pago das avarias reclamadas anteriormente, a atual E-REDES não quer assumir aquilo que tem de assumir, que é uma avaria que só foi descoberta mais tarde porque a energia solar estava e está a funcionar quer através do sol e simultaneamente através da corrente elétrica, e por causa deste sistema funcionar quer pelo sol quer pela corrente elétrica, nunca dei por ela que havia uma avaria na bomba circuladora.22º Vem agora a E-REDES dizer que já passou o tempo...23º Atitudes destas, não dignificam em nada uma empresa poderosa e que quando algum cliente seu não paga o consumo da energia, de imediato cortam a corrente elétrica...Por tudo que foi exposto e por muito mais que poderia expor e reclamar.Venho apelar à DECO a intervenção junto dessa empresa, para que se faça e haja mais justiça, para bem dos consumidores.Por tudo que foi exposto, reclamo junto da E_REDES o pagamento da fatura que já lhes foi enviada e que efetuem a devida transferência, através do IBAN que também são conhecedoresCom os melhores cumprimentosAntónio Costa
Problema com fatura de água
Detetado um aumento mensal de consumo, verifiquei ter uma fuga de água na minha canalização. Claro que sendo a jusante do contador, essa responsabilidade é minha.Durante 2 meses passei a utilizar o sistema de corte geral de água e só a abrir quando necessário voltando de seguida a fechar.Não sendo esta situação aceitável de manter, tentei descobrir quem me poderia ajudar na deteção da fuga.Questionei as Águas de Alenquer se possuiam esse serviço de deteção ao que me responderam que sim. Custaria 100€+IVA.Esta questão foi colocada por email e aceite por mim pela mesma via.No dia em que enviei o email solicitadando o serviço, telefonaram-me para marcação do dia da intervenção e questionados se haveria hipótese de não se detetar onde era a fuga, responderam-me que isso nunca tinha acontecido.Efetuada a tentativa de deteção de fuga, verificaram os técnicos não ser possível a sua deteção, sugerindo-me que tentasse daqui a um mês podendo ser que a fuga fosse maior e de mais fácil deteção.Acredito que devido a diversas circustâncias, nem sempre poderá ser possível a detção da fuga e aceitaria a posição da empresa se me tivessem antecipadamente avisado de que o serviço poderia não ser bem sucedido.Tentei que me fosse devolvida a verba paga antecipadamente por um serviço (escrito na fatura, deteção de fugas) que não foi concluído. Não contratei um serviço de prospeção mas sim de deteção. Se não foi conclusivo deveriam ter devolvido a verba, mas não o querem fazer, mesmo após uma dezena de troca de emails, alegando que o serviço foi efetuado.Por analogia, é como se tivesse a minha viatura avariada, fosse a uma oficina e me dissessem que a reparariam mas que tinha que pagar antecipadamente. Posteriormente diriam que não foi possível a reparação mas que não me devolviam o dinheiro pago pela reparação.Esta falha na deteção, provoca que continue com um consumo de água (e respectivas componentes adicionais como sendo o tratamento de águas) muito acima do normal e com uma despesa mensal de água muito superiorAssim, solicito ser ressarcido da verba paga, ou a deteção da fuga, ou que me façam o crédito da importância paga.
Problema fatura GALP ELectric
Nome do titularSERGIO MAH UNIPESSOAL LDADesignação da oferta:Galp Electric PHEV + Empresas e Negócios Galp (FE+DD) '19N.º de cartão: PTGALP700582905006697461N.º de contribuinte: 504021753Morada de Fornecimento:Calçada do Correio Velho, 3, 3º1100-171 LisboaEmail: sergiomah@gmail.comTlm: 96235283823 Novembro/2020Apercebo-me que perdi ou foi-me furtado o cartão GALP Electric com o nº PTGALP700582905006697461 englobado no contrato da minha empresa: Sérgio Mah Unipessoal Lda.. Liguei de imediato para a linha de apoio Galp para comunicar a situação. Perguntei também se o cartão só poderia ser usado no carregamento da viatura em nome da empresa ou se outra pessoa poderia usar o cartão. Foi-me dito que só poderia ser usado no meu carro. E que poderia ficar descansado8 Janeiro/2021Recebo por email a FT 0001/114451213, referente ao Período de Faturação: 03 OUT 2020 a 30 NOV 2020, com o valor em dívida de 275,88€. Como normalmente recebi facturas com valores na ordem dos 50-60€ decidi analisar os carregamentos e constato que depois de 23 de Novembro ouve vários carregamentos feitos por alguém que se apoderou do cartão, realizados em zonas onde eu nunca transitei. Ligo imediatamente para a linha de apoio Galp fazendo duas solicitações urgentes: 1) Cancelamento do cartão PTGALP700582905006697461 2) reavaliação da fatura FT 0001/114451213, dizendo que eu não poderia ser responsabilizado pelos carregamentos posteriores à data do meu telefonema no dia 23 de Novembro, acrescentando que o operador (do telefonema do dia 23 NOV) deveria ter tomado a iniciativa de cancelar de imediato o cartão perdido/furtado. O operador reconheceu o erro e disse que ia 11 Fevereiro/2021Recebo por email a FT 0001/114894244, referente ao Período de Faturação: 30 NOV 2020 a 3 FEV 2021, com o valor em dívida de 695,96€. Fortemente indignado, contacto de imediato a linha de apoio Galp salientando o seguinte: 1) como é possível que tenham continuado os carregamentos depois de 8 janeiro quando nesse dia insisti por telefone para que cancelassem o cartão? 2) que exigia a anulação desta factura sendo que depois de 23 de Novembro eu não deveria responsabilizado por nenhum carregamento.12 Abril/2021Neste dia recebo dois emails: num com a FT 0001/115683340, referente ao Período de Faturação: 30 NOV 2020 a 11 JAN 2021, com o valor em dívida de 792,10€ noutro com a nota de crédito NC 0005/500970305, referente à Fatura FT 0001/115237422 (é de referir que esta factura tem o valor de 2,00€ referente a juros de mora da FT 0001/114451213, a primeira de 275,88€). Ligo para a linha de apoio Galp e refiro que não percebo estes valores. Que como já tinha comunicado antes não devo ser responsabilizado por carregamentos posteriores a 23 de Novembro se o débito é de 792,10€ o crédito deve ter o mesmo valor.30 Abril/2021Através do débito directo sai da minha conta bancária 792,10€. Por outro lado, não me foi debitado nenhum valor. Cada vez mais indignado contacto a linha de apoio. Dizem que tenho razão e que vão enviar indicações ao Dep. de facturação para resolverem o assunto.ComentárioEsta é a situação actual: 1) depois de vários meses e de inúmeros (mais de 20) contactos com a linha de apoio GALP ainda continua em reavaliação a FT 0001/114451213 de 275,88€.2) Foram-me indevidamente 792,10€ e ainda não recebi o crédito correspondente.3) Nas últimas semanas tenho recebido telefonemas e mensagens da empresa Intrum dizendo que tenho saldar de imediato uma dívida de 275,88€. Numa das vezes informei o operador da Intrum que essa factura está em avaliação pela GALP. Mas continuam os telefonemas e avisos. Informei a linha de apoio Galp destes contactos da Intrum e disseram-me que iriam dar instruções para que terminassem, mas continuam. Ainda hoje recebi um sms.Esta situação é absolutamente lamentável e ilegítima. Pretendo resolver em definitivo esta situação, pagar a parte que devo da FT 0001/114451213 (275,88€) e ser imediatamente ressarcido do pagamento de 792,10€. Depois irei certamente rescindir o contrato com a GALP.Sérgio Mah
Cobrança de consumo indevido
Vale de Milhaços 20 de Maio 2021Boa tarde.Venho por este meio expor a vossa Exa. a seguinte situação.Sou proprietário de um imóvel localizado na zona da Sobreda. Imóvel esse que tenho vindo a arrendar desde 2005.Tendo este imóvel sido arrendado a alguns inquilinos.Em Janeiro de 2021 recebi uma comunicação da EREDES a cobrar-me um valor de 215,76 euros de um consumo energético que não sei quem o consumiu ou se alguma vez foi consumido.Em resposta á referida comunicação, foi me dito que tinha sido um consumo abusivo e que para poderem imputar esse valor a outro titular, teria que enviar cópias dos contratos de arrendamento que tinha efetuado.Enviei toda a documentação que me solicitaram.Em resposta foi-me dito que eu teria que pagar o valor em causa, referindo o Decreto Lei 328/90 imputava ao proprietário do imóvel a liquidação do valor em causa.No entanto após consultar o referido Decreto Lei, não encontrei nenhum artigo que lhes desse razão.Voltei a reclamar e agora imputam o tal consumo para um período em que o imóvel esteve devoluto.Agradecia que V\Exa. me informassem se o procedimento da EREDES e legal. E se quando os antigos inquilinos cancelaram os contratos de fornecimento de energia, não cabe ao fornecedor de energia efetuar o corte da mesma? Como me podem agora apresentar uma conta de um consumo energético que eu nunca usufrui?Como podem imputar-me um consumo de energia quando eu nunca solicitei a ligação á rede?Grato pela sua atenção.Meus cumprimentos.José Alfredo Lopes Fernandes.
Problema com a fatura de luz
Venho pela presente apresentar uma reclamação relativa à vossa factura FT VNFACR/210200716055 de de Maio de 2021 relativa ao mês de Abril a qual, como poderão certamente constatar, sofre de algum erro grosseiro, pois apresenta valores que em nada podem corresponder à realidade.Como é do vosso conhecimento, associada ao meu contrato CG1647610, houve no mês anterior o mesmo problema com uma fatura em um valor demasiado alto. Tendo em vista que fui contactada por um atendente que me ofereceu os vossos serviços enfatizando que eu pagaria um valor correto e justo pelo fornecimento de energia elétrica.Apesar de cobrarem os valores através de estimativas, nos meses anteriores nunca me foram cobrados valores tão altos. Se historicamente os meus consumos de electricidade desde o mês de Novembro/2020 até Março/2021 não excederam os 30,00€, esta vossa operação contabilística vem introduzir uma distorção monumental nos valores dos consumos de Abril e Maio de 2021, resultando habitualmente cobrados, de uma média de 25,00 a 30,00 Euros mensais para 823,49 Euros no mês de Abril. Dado que acresce o facto de que esta altura coincide igualmente com a chegada do período em que há menores consumos devido ao aumento de temperatura, assim como das horas de luz de dia, não existe qualquer razão plausível para este aumento. Contrariada com o valor entrei em contato com a vossa central de apoio onde me foi dito que os valores estavam todos corretos e não havia nenhuma anomalia nos métodos usados para medir o consumo de energia elétrica, o que ainda me intriga já que moro em um T2 em área de campo e tenho apenas eletrodomésticos básicos ligados tal como frigorífico, micro-ondas, TV, molden WiFi, máquina de lavar e termo acumulador( tendo visto que alguns desses citados acima não permanecem ligados diariamente), continuo achando que não é um valor justo. Foi feito também um teste de despiste por mim mesma com a orientação de um dos vossos atendentes para averiguar se não era o caso de haver algo errado com o contador, e na minha opinião era, mas para o atendente não havia nenhum erro no contador. Contrariamente ao que me foi transmitido pelos vossos serviços quando solicitei a visita de um técnico para avaliar o contador, e a mesma não foi levada em consideração sendo descartada pelo atendente a possibilidade do erro estar no contador, é vosso dever e vossa obrigação averiguar previamente o sucedido, tal como o faria qualquer fornecedor idóneo. Gostaria também de deixar claramente explícito que não tenho condições financeiras para liquidar esta dívida por estar desempregada e ainda ter uma criança com menos de 1 ano. Fico a aguardar uma explicação cabal, se é que alguma possa existir, ou a devida correção para a factura relativa a Abril.
Falsa informação de problemas no acesso ao contador
CPE PT000200008263208HJEx.mos Sr.s,Após ter sido interpelado para comunicar uma leitura do contador instalado no local assinalado através de mensagem de correio electrónico de endereço não respondível (no-reply@e-redes.pt) datada de 2021-05-02, à falta de outro canal de comunicação para apresentar esta reclamação venho apresentá-la por esta via.O contador referido encontra-se no exterior da moradia, em local livremente acessível e onde, durante os 17 anos que ali resido, sempre foi lido sem problemas. Só a partir do ano passado se declararam os mesmos, primeiro com origem na EDPSU e agora pela novel E-REDES.Sem prejuízo da comunicação da leitura solicitada, venho pois apresentar esta reclamação pelo procedimento adoptado face à presente situação, temendo que, no futuro e em emergência mais gravosa, possa o mesmo constituir um obstáculo inultrapassável para a sua desejável célere resolução.Aguardo pois uma resposta escrita contendo um canal efectivo de comunicação no mesmo prazo que me foi estipulado.Com os melhores cumprimentos,Miguel Dias
Regulamento SMAS e ERSAR - águas residuais domésticas
OS SMAS de Sintra, a coberto da imposição do regulador (ERSAR) aprovou um Regulamento de gestão de águas e resíduos domésticos que trata de forma igual, munícipes diferentes.O regulamento aprovado pelos SMAS (e ratificado pela Câmara Municipal) em setembro de 2018, passou a tratar TODOS os munícipes de forma igual, mesmo os que não têm ainda ligação das suas habitações à rede pública de saneamento básico. Quer isto dizer que os 5% de sintrenses que ainda são obrigados a ter em casa uma fossa séptica, pagam exatamente as mesmas taxas que os 95% que podem desfrutar da comodidade de ter saneamento básico.Naturalmente que também as fossas necessitam de limpezas periódicas e é aqui que os SMAS de Sintra fizeram uma interpretação única (e abusiva para os munícipes) do emanado pelo Regulador. Mas o regulador não está isento de culpas.A ERSAR determina que a periodicidade das limpezas seja determinada pela dimensão, caraterísticas e tipo de fossa. Existindo mais que um tipo - Estanque, rota, alvenaria, PVC, etc. - e mais que um só tamanho (de 1 a 100 ou mais m³ de capacidade), os SMAS leram o articulado do Regulador a seu favor. Nunca houve nenhuma reunião ou avaliação do tipo e características das fossas que são implantadas em Sintra. Os SMAS fazem ao contrário: como querem impor 2 limpezas anuais aos proprietários de fossas, limpezas que justificam a cobrança da taxa (que é um imposto), justificam ao contrário: ... Tendo por base o dimensionamento da fossa sética e/ou a alteração de produção de águas residuais do imóvel, posterior à sua construção, é definida a sua periodicidade de limpeza, não podendo ser um fator previamente estabelecido para todas as fossas séticas. De uma forma geral, assume-se que se a fossa sética está corretamente dimensionada se para cada imóvel for suficiente até duas limpezas por ano.Portanto, a leitura desta justificação é clara: não interessa a dimensão, se dizemos que se pode limpar duas vezes por ano, então está bom. Mesmo que, como acontece com diria 99,9% das fossas recentes, estas não necessitem de limpezas em menos de 3 a 4 anos!Pior, A ERSAR e naturalmente, a reboque desta, os SMAS, passaram por decreto a responsabilidade da manutenção das fossas para os proprietários, por decreto. Ou seja, qualquer pessoa, passou a ser competente, por decreto, para tratar de fossas séticas! Portanto, qualquer pessoa pode trabalhar nos SMAS do país? Ridículo.Mais, a Recomendação IRAR 1_2007 esclarece que as taxas relativas a serviços de limpezas de fossas podem ser cobrados de DUAS formas - mensalmente ou por serviço efetivamente prestado. Os SMAS de Sintra, os únicos dos 18 que compõem a AML, optaram APENAS pela cobrança mensal, ignorando o que o bom-senso e fé ditariam: a opção ou a cobrança apenas dos serviços prestados, quando prestados. Apenas Loures têm as duas opções, sendo que o custo de cada limpeza ascende a uns ridículos 200 €! O valor mais baixo ronda os 20 €/m³. Tendo em conta que uma fossa para uma moradia T5 tem 3m3, o recomendado pelo fabricante é um esvaziamento a cada 3/4 anos. O mesmo fabricante recomenda que sejam introduzidas regulamente (mensalmente) enzimas biológicas na fossa, também a custo e responsabilidade dos proprietários. Nenhuma destas recomendações foi tida nem achada pela ERSAR ou pelos SMAS. Estes optaram apenas por UM estudo, apenas UM que recomenda limpezas anuais. É fácil encontrar na ‘internet’, recomendações de diversas entidades nacionais e federais que consideram as limpezas de fossas apenas necessárias a cada 3, 5 ou mais anos, dependendo da utilização. Para os SMAS, um estudo e limpezas anuais obrigatórias. Assim, os SMAS justificam serem necessárias DUAS limpezas anuais, mas tem de ser o proprietário a pedi-las. Que sentido faz este regulamento? Se pagamos duas limpezas anuais sem pedir, Em suma, a ERSAR passou a responsabilidade e custos de manutenção para os donos das fossas, cobra por um serviço que não é necessário e que, ainda por cima, não presta sem ser pedido pelo munícipe.Parece-me que se trata de uma extorsão, de um imposto que todos os sintrenses pagam sem ser ter qualquer retorno.A minha fossa é em PVC, estanque à entrada de água da chuva, trata dos efluentes de forma natural e biológica e devolve-a à natureza, a 6 metros de profundidade, com uma grau de limpeza de cerca de 90%. Não entrego nem um decilitro de água às (ETAR) municipais, no entanto, pago por um tratamento que eu mesmo faço. Os SMAS não me pagam nada a mim por prestar este serviço à comunidade, não contribuindo para a carga da ETAR.Nem a CMS, nem os SMAS se mostraram até agora minimamente abertos a reverter esta situação que, recordo, é única nas 18 câmaras da Área Metropolitana de Lisboa. Todos as câmaras se regem pelo mesmo regulamento, mas apenas Sintra faz esta leitura.Estão todos errados e apenas Sintra está correta em aplicar esta norma ridícula aos seus munícipes? Penso que apenas uma ação em tribunal poderá repor o princípio da proporcionalidade, ausente nesta inusitada decisão dos SMAS e C.M. de Sintra.Estou a pagar desde 2019 por um serviço que já deveria ter acontecido pelo menos 4 vezes. Não aconteceu nenhuma!Quero o meu dinhero de volta, quero que os SMAS de Sintra cobrem pelos serviços que efetivamente prestarem e quando os prestarem. E quero pagar um valor justo!
Serviço Pack Smart EDP
Venho por este meio, comunicar a V. Exas. que no dia 21 de dezembro 2020 me desloquei a uma das lojas da EDP em Vila Verde, apenas para mudar a minha prestação mensal para 23,00 € . A menina que lá estava fez-me assinar uns papéis e me disse que fazia parte do procedimento. Eu lógico, achei normal e assinei os papéis ! Recentemente consultei a minha conta bancária venho de me aperceber que existe um débito de 30,90 € da EDP todos os meses a sair da minha conta. Eu logo achei estranho, então venho de mudar a prestação para 23 € e eles estão a me debitar 30,90 € ! Então eu decidi ligar para o serviço cliente da EDP para tirar as minhas dúvidas e eles disseram-me que eu tinha aderido ao Serviço (Pack Smart) no dia 21 de Dezembro de 2020. E que a mensalidade era de 23 € por mês + (7,90€ do Pack Smart) total: 30,90€ por mês. E eu expliquei-lhes a situação, que não tinha aderido a nenhum Pack Smart que apenas me tinha deslocado nesse dia à loja para mudar a prestação mensal ! E também lhes expliquei que a minha situação não me permitia de financiar esse Pack, porque eu sou uma pessoa invalida e atualmente não trabalho e benefício de uma ajuda da Segurança Social para financiar a minha fatura da EDP. No final foi tudo uma perda de tempo, eles nem se importaram com a minha situação e a resposta deles foi que não podiam fazer nada, existe um contrato assinado por mim que até hoje ainda estou à espera dele. E disseram-me que é um contrato de um ano obrigatório e que para o terminar tenho de o pagar até ao dia 21 de dezembro de 2021. Eu só queria que a EDP compreende-se a minha situação e que termina-sem com o contrato e me reembolsem os 4 meses que eu paguei até hoje, do (05.02.2021) até (06.05.2021) 7,90€ pour mês que dá: 31,60€. Neste momento não sei o que fazer e sinto-me indignado com esta situação !José Carlos Meireles De OliveiraNIF: 206770626Email: jcmo@sapo.ptObrigado
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