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pagamento indevido
No dia 16 de maio comprei três bilhetes de ida e volta Lisboa/Veneza para dois adultos e uma criança. No momento do check-in, a TAP apresentou a marcação de lugares para dois bilhetes em assentos contíguos, indicando que o lugar ao lado já estava ocupado. O terceiro bilhete foi colocado numa fila de trás, que tinha dois lugares livres ao lado. Para conseguirmos viajar todos juntos, tive de pagar pela alteração de dois lugares num total de 56€. Porém, ao entrar no avião, percebi que afinal só existiam dois lugares de cada lado do corredor, já que o avião era um Embraer E190/E195. Senti-me completamente enganada, pois no check-in apareceu um modelo de avião que não correspondia à realidade, levando-me a pagar por extras que, afinal, não existiam. Peço o reembolso do valor pago pela remarcação dos dois lugares, 56€. Esta situação já foi também apresentada noutros canais da TAP. (RESERVA YBAEY2 - bilhetes: 0472525096592 , 0472525096590, 0472525096591)
Cobrança indevida
Contactei a empresa para rescindir contrato a 9 meses de consumo, numa fidelização de 12 meses, onde me foi dito que não poderia executar pois estava longe do fim do contrato, mas a assistente disse que iria deixar nota. No fim do contrato continuei a receber faturas, liguei, qual foi a minha surpresa quando disseram que não tinham indicação nenhuma. Referi este acontecimento anterior e passaram me para outro setor onde me indicaram como se faz a rescisão de contrato, e o colega disse me que enviariam a fatura para pagar. Até hoje fiquei à espera da fatura. Mas o colega já me tinha informado o valor de 118€ sensivelmente. Aqui um pequeno a parte, o serviço tinha sido desativado (deixou de funcionar) 3 meses antes de ter efetivamente rescindido contrato. Não achei justo pagar por algo que não usei, mas de boa fé ainda quis pagar. Onde até hoje nunca recebi nada com o valor certo mais entidade e referência para pagamento. Qual o meu espanto quando hoje recebo uma notificação no e-mail com o seguinte título: “Ação Judicial sobre a dívida à Vodafone“ no qual o valor já subiu para 418.98€. Acho isto uma completa estupidez, nunca recebi a fatura para pagar, e agora decidem colocar mais 300€ sem motivo aparente? Não houve uma carta registada com aviso de chegada, nem carta houve, não houve um telefonema sequer para poderem confirmar que o valor é a fatura tinham chegado a meu conhecimento! E agora querem mais 300€?? Mas a Vodafone é uma empresa de telecomunicações? Ou de extorsão? Não tiveram o cuidado sequer de saber se eu tinha conhecimento do valor exato nem de me indicar as referências para pagamento! Agora dizem que tenho que pagar num prazo de 8 dias a contar de hoje ou avançado com o processo judicial. Acrescento ainda que as linhas de atendimento são uma autêntica fachada, contactei todas! Nenhuma me deixou falar com um assistente pois dizia que as linhas eram exclusivas a clientes Vodafone, a única que consegui falar foi a de novas contratações, onde me disseram que não conseguiam ajudar em nada nesta situação. Agora é suposto fazer o que? Perder um dia de trabalho, irão balcão, e esperar que alguém me queira ajudar ou o sistema interno da Vodafone funcione em menos de 8 dias? Realmente pensei que a empresa fosse melhor neste tipo de situações. Sem mais nada a apontar de momento. Alexandre Fernandes.
Cartão de Residência CPLP
Assunto: Pedido de esclarecimento – Cartão de Residência CPLP Exmos. Senhores, O meu processo de residência CPLP encontra-se deferido desde 06/04/2026. No entanto, até à presente data, ainda não recebi o respetivo cartão nem qualquer informação sobre a sua emissão ou envio. Solicito, por favor, esclarecimento sobre: * O estado atual do cartão de residência; * Se o documento já foi produzido e/ou expedido; * Eventual código de rastreio, caso já tenha sido enviado; * Previsão para a sua entrega. Considerando o tempo já decorrido desde o deferimento, agradeço uma resposta objetiva e célere quanto à localização e situação do meu cartão de residência. Com os melhores cumprimentos.
Não entrega da encomenda
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa ao meu pedido GLS/OUT/77807 de ALKANATUR com o N.º de seguimento GLS 1310109400. A entrega estava prevista para o dia 16/06, eu estava em casa assistindo televisão e ninguém veio entregar. Mas recebi um e-mail a dizer: O seu pedido, não pode ser entregue por AUSENTE. Meu marido já comprou 2 produtos cuja entrega era através desta empresa e nenhuma delas foram entregues. Pelo visto já é costume deles fazer isso. Cumprimentos
NIF incorreto na fatura e impossibilidade de corrigir o mesmo
No dia 11/06/2026 efetuei uma compra online para levantamento na loja Leroy Merlin de Viseu, associada à encomenda n.º 214613, no valor de 648,00 €, tendo sido emitida a fatura n.º FT 20260439901/003327. Aquando da realização da encomenda, por lapso da minha parte, introduzi o meu NIF pessoal em vez do NIF da empresa para a qual a aquisição se destinava. Contudo, antes da conclusão do processo de levantamento da encomenda, comuniquei essa situação à colaboradora que me atendeu na loja, solicitando expressamente a correção dos dados de faturação. Foi-me garantido que a situação seria tratada. Após chegar a casa e analisar a documentação emitida, verifiquei que apenas foi alterado o nome constante na fatura, mantendo-se incorretamente o meu NIF pessoal. Ou seja, a situação comunicada presencialmente não foi devidamente corrigida. Perante este erro, contactei posteriormente o apoio ao cliente por diversos meios, incluindo email e atendimento online, procurando uma solução para regularizar a faturação. Para meu espanto, fui informado por uma colaboradora do atendimento online que a situação não poderia ser corrigida, sem que me fosse apresentada qualquer solução alternativa ou esclarecimento adequado. Considero esta resposta inaceitável, uma vez que o erro foi comunicado antes da entrega da encomenda e existiu oportunidade para corrigir os elementos de faturação em tempo útil. Acresce que a Leroy Merlin reconheceu implicitamente a necessidade de alteração ao proceder à modificação do nome do adquirente, mantendo, porém, o NIF incorreto. Encontro-me assim impedido de afetar esta despesa à empresa a que a compra efetivamente se destinava, sofrendo prejuízos administrativos e fiscais por uma situação que procurei corrigir atempadamente e para a qual solicitei apoio por diversas vezes. Solicito, por isso, que a Leroy Merlin reanalise o processo e apresente uma solução concreta para a regularização da faturação ou, em alternativa, que me seja comunicada por escrito a fundamentação legal que alegadamente impede a correção dos dados fiscais da operação. Fico a aguardar uma resolução célere da presente reclamação.
Painéis Solares
Em 06/06/2026 foi instalado na minha habitação um sistema solar de autoconsumo da EDP. A instalação ocorreu numa sexta-feira ao final do dia e o sistema registou alguma produção apenas nesse dia. No dia seguinte deixou de produzir ou de registar produção, passando a apresentar na aplicação a mensagem "The solar system is not recording production". Desde então não tenho conseguido usufruir do serviço contratado. Após vários contactos, foi agendada uma avaliação técnica, mas fui informado de que apenas a equipa que realizou a instalação pode efetuar a intervenção necessária, não existindo disponibilidade antes de 29/06/2026. Embora durante a instalação tenham sido danificadas duas telhas, compreendo que este tipo de ocorrência pode acontecer em trabalhos realizados sobre coberturas e não é esse o principal motivo da minha reclamação. O problema principal é que o sistema foi instalado há várias semanas e permanece sem funcionar corretamente, sem que tenha sido apresentada uma solução em prazo razoável. Considero igualmente preocupante que o prazo legal para eventual resolução do contrato decorra enquanto aguardo a correção de uma falha existente desde a instalação. Solicito que a situação seja resolvida com urgência e que, caso não seja possível colocar o sistema em funcionamento num prazo razoável, me seja permitido cancelar o contrato e remover o equipamento sem quaisquer penalizações ou custos, uma vez que o serviço contratado nunca foi disponibilizado em condições normais de funcionamento.
Não aceitam devolução de itens que nem foram abertos
Comprei um teclado em loja física há 10 dias. Foi enviado para a morada pretendida porque não havia em stock no local. Voltei de férias e ontem finalmente vi a encomenda. Era uma prenda de aniversário e nem toquei sequer na embalagem original. Ontem vi que a pessoa em questão tinha recebido o mesmo exato teclado, pelo que não tem lógica dar outro de prenda. Queria fazer a devolução do item e trocar por outro produto, mas não é permitido. Eu entenderia se a caixa tivesse sido aberta ou o produto utilizado, mas nenhuma das situações se verificou. Só queria poder trocar o produto por outro que fizesse sentido. Nem estou a pedir dinheiro físico, só quero ter a oportunidade de trocar o produto e não o permitem. Não vejo a lógica desta situação, deviam ser mais flexíveis, porque no caso de prendas, vão perder imensos clientes por insatisfação.
Reclamação – Cobrança de duas subscrições eDreams Prime anuais e ausência de aviso de renovação
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente às cobranças efetuadas referentes a subscrições eDreams Prime anual associadas aos meus endereços de email. De acordo com a informação prestada hoje, dia 16/06, pela vossa linha de apoio ao cliente, foi identificada uma cobrança no valor de 79,99 €, efetuada em 11 de junho, associada ao endereço de email mjmestre28@hotmail.com, referente à subscrição eDreams Prime anual, alegadamente criada em 2021. Foi igualmente identificada uma segunda cobrança no valor de 89,99 €, associada ao endereço de email mjmestre28@gmail.com, referente também a uma subscrição eDreams Prime anual, alegadamente criada em 2025. Importa referir que esta situação já tinha sido anteriormente objeto de reclamação em 2025. Na sequência dessa reclamação, foi-me atribuída uma “oferta” no valor de 90 €. Após essa situação, através da aplicação eDreams instalada no meu telemóvel, ativei a opção de alerta disponibilizada para que fosse enviado um email de aviso com antecedência de um mês relativamente à renovação da subscrição, permitindo assim tomar uma decisão atempada sobre a continuidade do serviço. Contudo, esse aviso não foi recebido no endereço de email associado (mjmestre28@gmail.com), tendo ocorrido novamente a renovação automática e a respetiva cobrança, sem que tivesse tido conhecimento prévio da renovação e possibilidade de proceder ao cancelamento atempadamente. Face ao exposto, solicito a verificação detalhada desta situação, nomeadamente: a confirmação da existência e origem das duas subscrições eDreams Prime associadas aos dois endereços de email; a indicação dos registos de adesão, autorizações e condições de renovação aplicadas a cada uma; a confirmação do motivo pelo qual o alerta configurado através da aplicação não resultou no envio do respetivo aviso; o cancelamento imediato de qualquer subscrição que não corresponda a uma autorização válida; o reembolso dos valores cobrados referentes às renovações que não deveriam ter ocorrido, nomeadamente os montantes de 79,99 € e 89,99 €, conforme conclusão da vossa análise. Solicito ainda uma resposta formal por escrito para o endereço mjmestre28@gmail.com, com a resolução da reclamação e indicação das medidas tomadas para evitar novas cobranças nestas circunstâncias. Informo que esta reclamação é igualmente enviada em conhecimento à DECO – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor, bem como às entidades competentes de defesa do consumidor, nomeadamente através dos meios oficiais disponíveis, caso não seja apresentada uma solução adequada. Aguardo uma resposta com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Maria José Mestre
Falta de pagamento do apoio ANQEP após conclusão de formação
Boa tarde, venho por este meio fazer uma reclamação formal referente ao pagamento em atraso. Conclui o RVCC em Dezembro de 2025 no qual os documentos so seguiram para a ANQEP, dia 05 Janeiro de 2026, conclui o TAS no Centro de Formação e Reabilitação Profissional de Alcoitão. Ate a data de hoje não recebi o pagamento de incentivo do governo.
Volvo xc40 recharge t4 – avaria prematura do módulo igm e ausência de qualquer apoio ds Volvo
Venho apresentar reclamação relativamente à Volvo Portugal, na sequência de uma avaria grave ocorrida no meu Volvo XC40 Recharge T4, matriculado em janeiro de 2020 e com apenas 68.250 km. O veículo sofreu uma falha do módulo IGM (Inverter Generator Module), componente essencial do sistema híbrido. A reparação ascendeu a 3.630 euros, valor já após a aplicação de um desconto comercial de 10% concedido pela concessionária. Sem esse desconto, o custo teria sido ainda mais elevado. Considero esta situação particularmente grave e difícil de aceitar num veículo com apenas cerca de quatro anos de utilização e uma quilometragem manifestamente reduzida. Um componente desta relevância não deveria apresentar uma avaria desta natureza tão cedo, sobretudo num automóvel de uma marca premium cuja reputação assenta na qualidade, durabilidade e fiabilidade dos seus produtos. Importa ainda referir que a garantia do veículo terminou há apenas cerca de 1 ano e 4 meses. Embora a garantia contratual já não esteja em vigor, é legítimo esperar que um componente eletrónico crítico do sistema híbrido apresente uma vida útil substancialmente superior à verificada neste caso. Acresce que existem diversos relatos de proprietários de veículos Volvo equipados com sistemas híbridos semelhantes a reportarem avarias do módulo IGM ou de componentes relacionados, situação facilmente verificável através de uma simples pesquisa em fóruns e comunidades de utilizadores. A existência de múltiplos casos semelhantes levanta dúvidas legítimas quanto à durabilidade deste componente e reforça a convicção de que não estamos perante um caso normal de desgaste decorrente da utilização do veículo. No âmbito desta ocorrência, a Carclasse Oeiras, concessionária responsável pelo diagnóstico e reparação do veículo, solicitou-me toda a documentação relativa às manutenções efetuadas, incluindo as respetivas faturas e comprovativos, documentação que forneci integralmente. Posteriormente, fui informado pela concessionária de que o pedido de comparticipação apresentado junto da Volvo tinha sido recusado, tendo sido indicado como fundamento o facto de algumas revisões não terem sido realizadas na rede oficial da marca. Contudo, todas as revisões e operações de manutenção foram efetuadas dentro dos intervalos recomendados pelo fabricante. Além disso, não me foi apresentada qualquer justificação técnica que demonstre uma relação entre o local onde essas revisões foram realizadas e a avaria do módulo IGM. Por esse motivo, considero difícil aceitar que uma falha prematura de um componente eletrónico essencial do sistema híbrido, ocorrida aos 68.250 km e com apenas quatro anos de utilização, seja afastada de qualquer apoio comercial apenas com base nesse argumento. Mais difícil ainda de compreender é o facto de a bateria de alta tensão beneficiar de uma garantia de 8 anos, precisamente por ser considerada um elemento essencial do sistema híbrido, enquanto um componente igualmente fundamental para o funcionamento desse sistema, como o módulo IGM, apresenta uma avaria grave muito antes do que seria razoavelmente expectável, sem que a marca reconheça qualquer responsabilidade ou conceda qualquer apoio. O que mais me surpreende nesta situação é que o único apoio obtido tenha partido da própria concessionária, através da aplicação de um desconto comercial de 10%, enquanto a marca não assumiu qualquer parcela dos custos de uma reparação desta dimensão, num veículo com apenas 68.250 km e cuja garantia terminou há relativamente pouco tempo. Esperava que a Volvo analisasse este caso tendo em consideração a natureza da avaria, a idade do veículo, a reduzida quilometragem, o histórico de manutenção apresentado e o facto de a garantia ter terminado há apenas 16 meses. Em vez disso, segundo a informação transmitida pela concessionária após análise do processo junto da Volvo, não foi aprovada qualquer comparticipação da marca nos custos da reparação. Enquanto cliente da Volvo, sinto-me profundamente desapontado com a forma como este caso foi tratado. Uma avaria desta dimensão, num veículo de janeiro de 2020 com apenas 68.250 km, não corresponde às legítimas expectativas de qualidade e durabilidade que qualquer consumidor deposita numa marca como a Volvo. Solicito, por isso, que a Volvo reavalie esta situação e assuma, total ou parcialmente, os custos da reparação, demonstrando responsabilidade perante uma falha claramente prematura de um componente essencial do sistema híbrido e reforçando a confiança dos seus clientes na marca. Uma avaria desta natureza, com apenas quatro anos de idade e 68.250 km, não pode ser considerada normal nem aceitável.
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