Reclamações públicas
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Subscrição serviço prime
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal relativa à subscrição eDreams Prime associada à minha conta. Foi efetuada uma cobrança após alegado período experimental, sem que tenha sido prestada informação clara, transparente e destacada relativamente: * À conversão automática em subscrição paga * Ao valor a cobrar * À data concreta da cobrança Considero que esta prática não cumpre os deveres de informação ao consumidor, previstos na legislação aplicável na União Europeia, nomeadamente no que respeita a contratos celebrados à distância. Acresce que, no momento da cobrança, o valor encontrava-se apenas em estado cativo (pré-autorização), tendo eu manifestado de imediato a minha oposição à sua concretização e solicitado o cancelamento. Assim, venho exigir: * O cancelamento imediato da subscrição * A não cobrança ou devolução integral de qualquer valor associado Caso a situação não seja resolvida de forma célere, reservo-me o direito de recorrer às entidades competentes, incluindo o Livro de Reclamações Eletrónico e a eventual contestação bancária (chargeback). Solicito confirmação por escrito da resolução desta situação com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Tatiana
Reforço de Reclamação – Suspeita de Falsificação de Assinatura (EDP)
Na sequência da análise ao documento contratual apresentado pela EDP, venho reforçar a gravidade da situação. Verifica-se que a minha assinatura surge colocada no topo do documento, fora do local destinado à assinatura do cliente, sendo que o espaço próprio para assinatura se encontra em branco. Esclareço que apenas assinei um documento em branco, não tendo sido informado de qualquer adesão ao serviço “Pack EDP Full”, nem autorizado a utilização da minha assinatura para formalização de contrato. Estes factos levantam sérias suspeitas de utilização indevida da minha assinatura e eventual falsificação de documento, o que considero extremamente grave. Desta forma, reitero que: * Não reconheço nem aceito o contrato apresentado; * Não autorizei qualquer adesão ao referido serviço; * Não aceito qualquer fidelização associada. Exijo: * Cancelamento imediato do serviço sem qualquer penalização; * Anulação total do contrato; * Devolução de quaisquer valores cobrados; * Identificação do agente responsável pela recolha da assinatura. Caso a situação não seja resolvida com urgência, informo que avançarei com participação junto das autoridades competentes, bem como junto da ERSE, por suspeita de falsificação e prática abusiva. Aguardo resolução imediata. Com os melhores cumprimentos, Aurora Teixeira 969208380 miateixeira7268@gmail.com
Cobrança de serviço não contratado
Venho por este meio solicitar o vosso apoio e mediação no âmbito de um conflito de consumo que mantenho com a operadora Vodafone Portugal, relativo a cobranças indevidas e falta de resposta por parte da empresa. Descrição da Situação: Desde 2025, a Vodafone tem debitado na minha fatura mensal um serviço de comunicação que nunca contratei nem aceitei. O valor cobrado foi inicialmente de 16€ mensais, tendo passado recentemente para 12€ mensais. Diligências Efetuadas: Contacto Telefónico: Tentei resolver a questão via apoio ao cliente, mas não consigo atendimento humano. Loja Física: Em dezembro, desloquei-me a uma loja oficial onde me informaram que o serviço teria sido "aceite" (o que nego categoricamente) e que, para o cancelar, eu deveria enviar um SMS para o número 62971. Ineficácia das Instruções: Segui as instruções dadas em loja, mas o cancelamento nunca foi efetivado e as cobranças continuam a ser processadas mensalmente. Considero que esta prática viola a Lei das Comunicações Eletrónicas e o regime jurídico das cláusulas contratuais gerais, uma vez que me está a ser faturado um serviço sem o meu consentimento expresso. Além disso, a empresa dificulta o processo de cancelamento de um serviço que eu nem sequer devia ter ativo. Preciso do cancelamento imediato do referido serviço; O reembolso integral das quantias cobradas indevidamente desde sempre. Solicito, por isso, a vossa intervenção junto da operadora para que este abuso cesse e eu seja ressarcido(a) dos valores retirados sem fundamento legal. A cobrança está no número da minha esposa Eliane (fatura em conjunto), número do telefone 920 229 885. Fico a aguardar a vossa análise e orientações sobre os próximos passos. Com os melhores cumprimentos, Gabriel Torres Zanvettor Nif 311429866
Reclamação Formal e Pedido de Indemnização – Reserva n.º 374/25
Referência da Reserva: 374/25 Agência de Viagem: Polirumos - Agência de Viagem, Lda. (Ponto de Viagem) Operador (intermediário): Soltour & Tour10 Alojamento: Hotel Riu Touareg Destino: Ilha da Boavista, Cabo Verde Período: 25 de abril de 2026 a 02 de maio de 2026 A agência vendeu um pacote de férias num hotel de 5 estrelas supostamente "plenamente operacional". Reforçou várias vezes que aconselhava o mesmo e que o feedback de clientes em Fevereiro era muito bom. No entanto, encontrámos uma unidade em processo de desmantelamento e encerramento. Desde a chegada a 25/04, os sinais de desleixo eram evidentes: falta de manutenção básica, funcionários desmotivados e a presença de pessoas sem identificação nos corredores, retirando estruturas. No dia 27/04, deparámos-nos com o encerramento de várias áreas de lazer, incluindo o bar da piscina infinita e o restaurante da piscina grande. A marcação obrigatória dos restaurantes não nos foi comunicada pela agência. Ao tentar efetuar a reserva no dia 27/04 para o aniversário de uma das pessoas do grupo, a receção informou que tal seria impossível, pois 29/04 seria o último dia de funcionamento. Investigação autónoma: Vi-me obrigada a pesquisar online e tomei conhecimento de que o encerramento do hotel estava planeado desde julho de 2025. Confirmação da direção: Em 27/04, o Diretor do Hotel confirmou que todos os operadores foram informados em agosto de 2025 sobre este encerramento. O Diretor providenciou a transferência para o hotel Riu Palace Boavista, reconhecendo que fomos enganados. Confirmou ainda que o hotel encerraria a 03/05, com 40% dos quartos fora de serviço, admitindo que a unidade já não cumpria os padrões da cadeia. 2. Condições de insalubridade, insegurança e negligência A experiência de chegada no dia 25/04 foi o oposto do serviço contratado. Falha de logística: Os quartos do grupo ficaram separados porque vários já estavam interditados. Alojamento indigno: O primeiro quarto não possuía porta na casa de banho, violando a privacidade e dignidade básica. Faltava cabeceira na cama, havia parafusos nas paredes e lixo pelo chão. Abandono: A agência respondeu com negligência, transferindo a responsabilidade de troca de quarto para o cliente. Desgaste: Estivemos 4 horas sem quarto e sem assistência. Reforçámos o nosso desagrado pelo estado do hotel, abaixo do contratado. 2.1. Insalubridade e Atentado à Dignidade A higiene era deplorável, com lençóis rotos e marcas biológicas. Havia um cheiro a fossa constante. Registámos infiltrações, ar condicionado com fuga de água e camas sem pernas de suporte, presas com fios. Um dos passageiros foi forçado a dormir no chão. As tomadas elétricas estavam soltas e sem proteção. A agência manteve-se passiva perante a partilha de provas visuais. 2.2. Violação de privacidade e insegurança Intrusão: No dia 26/04, com o aviso de "Não Incomodar" ativo, pessoas entraram no quarto sem autorização. Insegurança: Circulação de pessoas não identificadas, transportando mobiliário, criando um clima de desmantelamento e insegurança. 3. Riscos de saúde e negligência alimentar Medicação pediátrica: O frigorífico avariou a 26/04. O hotel demorou quase 6 horas a agir, sem apresentar alternativa para a cadeia de frio. Alimentação: Para os passageiros com restrições alimentares, foi entregue um papel em branco que a receção nunca transmitiu à cozinha. Exclusão alimentar: O hotel recusou-se a adaptar a alimentação para intolerância à lactose. Houve informações contraditórias sobre alergénios, colocando-me em risco de reação alérgica grave. O buffet estava sujo, com comida requentada e falta de reposição. 4. Ineficácia do serviço de assistência e má-fé Transferência de responsabilidade: A agência exigiu que resolvêssemos o problema diretamente na receção. Descoberta do intermediário: Usaram um intermediário como desculpa para não agir de imediato. Negação: A agência manteve-se passiva perante as fotografias, sendo eu a assumir o papel de gestora de crise. Apropriação da solução: É falso que a transferência tenha partido da agência. A solução foi negociada por mim diretamente com a direção do hotel. Conclusão e Pretensão Perante a gravidade dos factos, o grupo de 9 passageiros exige o pagamento de uma indemnização de 14.071,44 €: Reembolso proporcional (25/04 a 28/04): O custo do pacote foi de 8.000 € por 7 noites (1.142,86 €/dia). Exigimos o reembolso do valor diário dos primeiros 4 dias, em que os serviços foram nulos e perigosos. Valor: 4.571,44 € (1.142,86 € x 4 dias) Indemnização por danos morais (9 passageiros): Danos pelo sofrimento e humilhação (um passageiro a dormir no chão, lençóis com fluidos biológicos, medo de reações alérgicas). Exigimos 1.000 € por passageiro. Valor: 9.000,00 € Compensação por gestão de crise: Pelo tempo transformado em mediação, stress e ansiedade devido à falha da agência. Valor: 500,00 € Informo que a queixa foi estendida às seguintes entidades: Livro de reclamações, Turismo de Portugal e APAVT. O caso foi exposto no Portal da Queixa, DECO Proteste Além dos seguintes processos: Queixa interna ao hotel RIU sobre o encerramento (28/04); Queixa interna formalizada na direção do Hotel Riu Touareg sobre as condições (28/04); Registo oficial no Livro de Reclamações de Cabo Verde (28/04). Aguardo resposta no prazo legal de 15 dias úteis. Nota: Deixo em anexo o detalhe por escrito, e anexos fotográficos da reclamação de forma a garantir total transparência.
Reparação de veículo automóvel
Ex.mos senhores Reclamação reparação de veículo Seat Leon de 2010 1. No dia 08.10.2025, marquei a revisão dos km (mudança óleo + filtros). 2. Entretanto, informaram-me da oficina que o carro precisava de discos + pastilhas dos travões, e que o orçamento era de 378,07€, e que incluía este serviço, mais a revisão dos km. 3. Aprovei este orçamento e dei ordem de reparação. 4. Aproveitando que o carro estava na oficina, pedi para verem porque é que o carro às vezes não pegava de manhã a frio. 5. A oficina informou-se que o técnico que iria ver este problema estava ausente e que poderia levantar o carro, que o serviço (mudança óleo + filtros + discos + pastilhas travões) estava concluído. 6. Fui levantar o carro e agendei outro dia para verem a questão de não pegar de manhã a frio. 7. Deixei o carro na oficina, não sei precisar o dia, mas penso que foi no dia 29.10.2025, só para verem a questão de o carro por vezes não pegar de manhã a frio. 8. Passados uns dias, ligaram-me da oficina a dizer que o carro não tinha problema nenhum, que os testes que tinham feito não tinham acusado nada, e que podia ir buscar o carro. 9. No dia a seguir, ligaram-me da oficina a dizer que afinal tinham detetado qualquer coisa e para não ir levantar o carro e para aguardar o telefonema da oficina. 10. Com isto passaram-se semanas. 11. Ligaram-me então da oficina, podia ir levantar o carro, que não tinha nada. 12. No dia a seguir, o carro voltou a não pegar de manhã em frio! Estava na mesma. 13. Liguei para a oficina e voltei a agendar para verem o que é que o carro tinha, uma vez que voltou a não pegar em frio de manhã (de notar que estávamos em pleno inverno). 14. Desta vez, e sem a minha autorização, e sem o meu conhecimento, e sem me darem previamente um orçamento, desmontaram o motor (junta da cabeça!?). Só depois me disseram que o problema do carro era a “árvore de cames” e mais peças, e que o orçamento para reparação era de aprox. 2900€, ou então, que tinha de pagar cerca de aprox. 600€ de mão-de-obra para voltarem a montar o motor (situação da qual eu não tinha conhecimento nem aprovado qualquer orçamento). 15. Entretanto, e como a oficina garantiu-me que o carro ficava bom, e como tinha gasto há pouco tempo dinheiro na revisão dos km + discos + pastilhas (e como também tinha posto pneus novos no verão de 2025 – noutra oficina, mas, já tinha investido no carro), pedi, à semelhança de reparações anteriores que fiz nesta oficina, para reverem o orçamento, para pensar melhor. 16. Ligaram-me a dizer que tinham conseguido baixar para 2242€, mas que se eu não aceitasse teria de pagar a mão-de-obra de voltarem a montar o motor (tal como atrás referido, orçamento que nunca me apresentaram antes de desmontarem o motor e, portanto, que não aprovei). 17. Senti-me pressionada, disseram-me que, mesmo que eu optasse pelos 600€ aprox. para montarem o motor, o carro poderia nunca ficar totalmente bom, que o orçamento que agora me estavam a apresentar era muito bom, tendo em conta as peças que eram e a mão-de-obra necessária…e, uma vez que eu já tinha “investido” no carro, para não perder tudo, aceitei o orçamento apresentado, 2242€, a pagar em duas vezes. Respondi aceitando no dia 22.12.2025, através de SMS, tendo a oficina respondido por SMS que ia encomendar os materiais. 18. No dia 26.01.2026, ainda não tinha o carro, liguei para a oficina a dizer que o carro tinha de ir à inspeção em fevereiro 2026, se podiam fazer este serviço. A oficina levou o carro, que passou na inspeção. 19. No dia 02.02.2026, fui levantar o carro, aparentemente reparado e com a inspeção aprovada, e paguei a metade do orçamento (50% de 2242€ + inspeção). 20. No dia seguinte, o carro voltou a não pegar de manhã em frio, ou seja, estava mesma…e pior, fui dar uma volta para testar o carro, tendo acendido o aviso no painel de instrumentos de pressão do óleo, apareceu “perigo pressão do óleo elevada”, a caixa automática não estava a passar bem as mudanças e o carro estava a “puxar” para a esquerda. 21. Liguei para a oficina a informar disto e, também por indicação da oficina, o carro foi de reboque, uma vez que havia o perigo do motor “queimar”. 22. Com isto tudo, tive muito transtorno, fiquei sem carro, andei de uber, telefonemas, perda de tempo, etc…. 23. O carro está na oficina até à data de hoje, já me ligaram para ir levantar o carro, mas neste momento a minha confiança no serviço é muito pouca, ou nenhuma, desconfio que o motor tem problemas graves e que “disfarçaram” este problema, que eles próprios criaram quando desmontaram o motor, e sem me terem apresentado previamente o orçamento para tal, logo sem a minha autorização. Tenho receio de ir buscar o carro, que não esteja bom, que o motor “queime” irremediavelmente, ou que apareçam outros problemas decorrentes de todo este historial, que a oficina não assuma a situação e me impute qualquer culpa caso o carro apresente mais problemas. 24. Peço a vossa ajuda para resolver esta questão. Não quero fugir à minha responsabilidade, de pagar a metade do orçamento, mas quero ter a certeza que o carro está bom, e que, caso não esteja, que a oficina assume e repara, fazendo o necessário para tal, pois como já referi, parece-me que o motor ficou com “problemas graves”. Obrigada
Encomenda paga e nunca recebida
Exmos. Senhores, Em 11/12/2025 paguei por um par de sapatilhas, da marca Nike P-6000, pelo valor de 80,01€. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 18/12/2025. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços nas seguintes datas: 25/12/2025 29/12/2025 30/12/2025 03/01/2026 05/01/2026 07/01/2026 08/01/2026 09/01/2026 12/01/2026 13/01/2026 15/01/2026 22/01/2026 23/01/2026 26/01/2026 e obtive a resposta de que teria sido reembolsada pelo bem. Não é verdade que me tenham reembolsado e desafio-os a provarem tal afirmação. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização e que, sim, devo ser ressarcida pelo bem que nunca tiveram intenção de me entregar. Cumprimentos. Eduarda Rebelo.
Estragou meu loiro
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativa a um serviço de cabeleireiro que não correspondeu ao acordado nem ao esperado. Desloquei-me ao estabelecimento para realizar apenas um retoque de raiz, mantendo o cabelo loiro, conforme previamente combinado com o profissional Maicon, que garantiu experiência no procedimento. Durante o serviço, ao ser realizado o “esfumaçado”, alertei que o cabelo estava a escurecer excessivamente e questionei se o resultado final não ficaria mais escuro do que pretendido, tendo-me sido assegurado que o procedimento estava correto. Posteriormente, foi aplicado um tonalizante em todo o cabelo para uniformização da cor, o que resultou num cabelo significativamente escurecido e com efeito “chumbado”, divergindo do objetivo inicial de manutenção do loiro. O resultado final não corresponde ao serviço contratado e deixou o meu cabelo em condições inferiores às iniciais, já sensibilizado. Adicionalmente, o valor inicialmente acordado foi de 140€, tendo sido cobrado 190€, sem justificação proporcional ao resultado obtido. Tentei contactar o estabelecimento diversas vezes via WhatsApp, sem qualquer resposta. Esta situação causou prejuízo estético e danos ao cabelo, exigindo agora tratamentos corretivos para recuperação da fibra capilar e reposição da cor. Acresce ainda o impacto emocional significativo, com episódios de ansiedade, choro e desconforto psicológico, afetando a minha autoestima. Face ao exposto, solicito: Devolução integral do valor pago (190€); Reembolso das despesas de deslocação (Uber ida e volta); Compensação pelos danos causados ao cabelo e pelo impacto emocional sofrido, incluindo custos de tratamentos corretivos necessários. Solicito a devida análise desta reclamação e uma resposta célere com as medidas adequadas. Com os melhores cumprimentos, Michele sales
Subscrição indevida
Exmos Senhores, Venho por este meio reclamar o facto de me ser retirado da minha conta bancária uma vez por semana o valor de 2,99€ pela empresa referida sem eu ter feito qualquer subscrição ou ter permitido o levantamento desse valor. Pretendo assim que a empresa não me retire mais dinheiro e que me devolva o montante que foi retirado sem o meu consentimento. Aguardo a solução deste problema. Cumprimentos
Pedido de reembolso de cobrança indevida
Exmos. Senhores Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a eDreams relativamente à cobrança indevida do montante de 89,99€, referente a uma alegada subscrição do serviço eDreams Prime. Na passada sexta-feira, após verificar esta cobrança, contactei a linha de apoio ao cliente, não tendo sido possível o contacto, uma vez que já tinha passado o horário de atendimento. Hoje, estando os serviços disponíveis, voltei a contactar e fui informada de que o reembolso na totalidade não seria possível, sendo apenas proposto o reembolso de parte do valor (45€), ficando o restante em voucher para utilização em futuras reservas. Como não concordei com essa solução, foi-me indicado que deveria apresentar reclamação através do serviço de apoio ao cliente da empresa. Quero deixar claro que, em momento algum, autorizei, solicitei ou dei consentimento expresso para aderir ao serviço Prime. Não fui devidamente informada de forma clara e transparente de que estava a aderir a qualquer subscrição, nem me foi apresentada uma opção inequívoca de aceitação ou recusa. Considero que esta adesão foi incluída no processo de compra de forma pouco transparente, induzindo o consumidor em erro, o que poderá configurar uma prática comercial enganosa e desleal, em violação dos direitos do consumidor. Acresce ainda a extrema gravidade de ter sido efetuada uma cobrança através dos meus dados bancários sem o meu consentimento informado e expresso. Tomei igualmente conhecimento de várias situações semelhantes reportadas por outros consumidores, o que torna esta situação ainda mais preocupante. Deste modo, solicito o reembolso integral do montante de 89,99€. Informo ainda, de forma expressa, que: Não aceito vouchers, créditos, descontos ou qualquer outro tipo de compensação alternativa. Pretendo exclusivamente o reembolso do valor para o método de pagamento original. Caso esta situação não seja resolvida de forma célere e satisfatória, avançarei com todos os meios legais ao meu dispor, incluindo reclamação junto das entidades competentes de defesa do consumidor e eventual recurso judicial.
Falhas Constantes de Serviços
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação dirigida à Meo Empresas relativamente à situação insustentável que se vive na zona do Biscainho, código postal 2100-651, desde o dia 29/30 de abril. Hoje, dia 03/05/2026, continuamos sem cobertura de rede móvel, impossibilitando qualquer contacto telefónico entre residentes. Existem pessoas que dependem exclusivamente deste meio para comunicar, algumas delas nem sequer têm possibilidade de se deslocar para fora da freguesia para obter sinal, ficando totalmente isoladas. Adicionalmente, a rede de fibra tem-se revelado pouco fiável, com sucessivas falhas nos últimos tempos. Esta reclamação surge após vários contactos com a Meo Empresas, que se limita a ignorar o problema e a informar que temos de aguardar pela resolução da avaria. Fins de semana e semanas inteiras passam-se sem serviços, e as compensações oferecidas são irrisórias. A empresa, detendo o monopólio da rede de fibra na zona e sendo a única com este serviço, acaba por impor as suas regras sem consequências, deixando toda a população dependente. Estamos há quatro dias sem rede móvel, completamente isolados, devido à falta de recursos ao fim de semana para resolver o problema com celeridade. Mais vale, aparentemente, deixar uma população inteira sem comunicações durante vários dias e só resolver o problema em dias de semana por razões de custo. O cliente parece não ter qualquer importância: recebe uma compensação mínima e é esperado que se conforme. Acabei de contactar o serviço de apoio ao cliente e expliquei que há pessoas completamente isoladas, sem possibilidade de pedir ajuda caso seja necessário. A resposta foi simples: não é da competência deles, temos de esperar que o problema seja resolvido. É esta a atitude da empresa, que age impunemente porque a autoridade reguladora permite. Considero que, se uma operadora não repuser o serviço em tempo útil, o cliente não deve apenas deixar de pagar pelo serviço, mas a operadora deve também indemnizar o cliente, para que os problemas sejam resolvidos com maior urgência. Solicito uma resposta célere e uma solução efetiva para esta situação. Com os melhores cumprimentos,
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