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Problemas na entrega
Venho por este meio manifestar o meu total desagrado relativamente a uma compra efetuada junto da empresa Castro Eletrónica. Adquiri um frigorífico, tendo igualmente pago os respetivos portes de envio. No momento da receção da encomenda, no dia 28/05/2026, fui informada de que o frigorífico seria deixado na rua, à porta do prédio. Apesar de considerar esta situação completamente absurda, pedi, com toda a educação, que o equipamento fosse apenas colocado no elevador do prédio — não solicitei instalação, montagem ou qualquer serviço adicional. Apenas pedi um mínimo de bom senso e consideração. Fui informada de que tal não seria possível, alegadamente por política da Castro Eletrónica, segundo a qual os funcionários não podem entrar no prédio com o equipamento, por terem tempos de entrega limitados por cliente. Foi-me inclusivamente sugerido que, caso não concordasse, enviasse o frigorífico de volta para a empresa. Expliquei a situação concreta: o meu marido encontrava-se sozinho em casa com o nosso bebé de 15 meses, que estava doente, não tendo qualquer possibilidade de transportar sozinho um frigorífico de grandes dimensões da rua para o interior do prédio. Ainda assim, não houve qualquer flexibilidade ou tentativa de compreensão por parte da equipa de entrega. Considero este procedimento completamente inadmissível e desumano. Compreendo perfeitamente que não estivesse incluído um serviço de instalação, mas deixar um eletrodoméstico de grande porte na rua é algo inconcebível e demonstra uma enorme falta de consideração pelos clientes. Questiono ainda como seria esta situação no caso de pessoas idosas, pessoas com mobilidade reduzida ou clientes sem qualquer apoio familiar disponível no momento da entrega. Já realizei várias compras na Castro Eletrónica ao longo do tempo, mas esta foi, sem dúvida, a última. Depois desta experiência, não voltarei a comprar na empresa nem a recomendá-la a familiares ou amigos. Lamento profundamente a forma como esta situação foi gerida. Sem outro assunto, Susana Novais
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, Em 20/04/2026 adquiri uns Tênis Flextride Plus A trainers White EU 41, da marca GEOX, pelo valor de 77,24 €. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 9 a 10 de maio de 2026. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços por e-mail ao longo das duas últimas semanas e obtive a resposta de que o bem está para entrega. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos.
Reclamação fato 325€ + custo costureira 70€ + juros aplicáveis
Venho solicitar intervenção relativamente a uma reclamação contra a Sacoor Brothers. A situação teve origem na compra de um fato Sacoor, no valor de 325€, que se deteriorou após apenas duas utilizações. Na sequência da reclamação apresentada na loja, foi-me transmitido que a situação seria resolvida através da substituição por um fato dentro da mesma gama de valor. Contudo, por me encontrar a residir/trabalhar no estrangeiro, não consegui usufruir dessa solução na altura. Em 2023, ao regressar temporariamente a Portugal, tentei resolver a situação junto da loja Sacoor do Vasco da Gama. Foi-me indicado que não existiam registos suficientes na minha conta cliente e fui encaminhado para o apoio ao cliente. Como necessitava de um fato, acabei por adquirir novo artigo, tendo-me sido transmitido que, caso a situação inicial fosse confirmada, poderia ser reembolsado/compensado. Além disso, nessa compra, a Sacoor não conseguiu assegurar serviço de costureira em tempo útil nas lojas Vasco da Gama, Colombo ou Amoreiras, tendo eu suportado um custo adicional de 70€ numa costureira externa. A Sacoor respondeu em 28/06/2023, através do Customer Care, indicando que a situação tinha sido exposta ao departamento Comercial e que aguardavam feedback. Em 13/07/2023 enviei follow-up, uma vez que já tinham passado mais de 15 dias sem resposta. Nunca recebi qualquer decisão final. Em 21/05/2026 enviei nova interpelação formal, solicitando resposta final, reembolso/compensação do valor do fato, reembolso do custo de costureira e regularização da situação. Passados 8 dias, continuo sem qualquer resposta. Considero que a Sacoor tem vindo a evitar uma decisão concreta, limitando-se a arrastar o processo sem resposta efetiva, apesar de ter sido informada várias vezes e de ter assumido que o tema estava a ser analisado pelo departamento competente. Solicito intervenção para obter: 1. Resposta final e fundamentada da Sacoor; 2. Reembolso/compensação do valor do fato inicialmente reclamado, no valor de 325€; 3. Reembolso do custo adicional de costureira, no valor de 70€, caso aceite mediante comprovativo; 4. Juros legais ou compensação adequada pelo tempo decorrido; 5. Indicação clara da posição final da empresa. Junto/anexo a reclamação inicial, resposta da Sacoor de 28/06/2023, follow-up de 13/07/2023, última interpelação de 21/05/2026 e documentação disponível relativa às compras/custos.
Pedido de intervenção da DECO – Responsabilização da Bright Solar por defeito de instalação
Exmos. srs. Na sequência da reclamação apresentada à Bright Solar, a mesma entidade veio alegar não ter qualquer responsabilidade pela queda do painel. Contudo, a presente exposição é acompanhada de elementos probatórios que contrariam essa posição, nomeadamente documentação fotográfica e relatório técnico emitido pela empresa que procedeu à reparação. Face ao exposto, solicita-se a intervenção da DECO no sentido de apoio e defesa dos direitos dos consumidores, bem como a análise dos factos apresentados, com vista à adequada responsabilização da entidade em causa. Anexam-se fotografias do antes e depois da ocorrência, bem como o relatório técnico da reparação efetuada.
Reparação recusada, dentro da garantia da viatura
Exmos. Senhores, venho apresentar uma reclamação relativa à recusa de reparação em garantia do veículo Nissan X-trail, data de matrícula 31-03-2023, adquirido em 09-05-2025, com 2 anos de extensão de garantia. Independentemente dos 2 anos de extensão de garantia... porque nem é isso que está em causa. As avarias reportadas, inicialmente em 2025 e agora novamente em 2026, tal como podem verificar nos registos internos do concessionário oficial Caetano - Nissan Sintra, consistem em, nomeadamente, que o botão do som do volante toque/passagem do dedo aumenta e diminui o som de uma forma descontrolada (queixa já mencionada na OR 1066/2025), bem como, que ao realizar manobras de marcha-atrás e virar o volante ouve-se um “xiar”. Ambas as queixas foram reportadas dentro dos 3 anos de garantia, ou seja, dentro do período legal/contratual de garantia, tal como podem verificar nos vossos serviços. Dentro da garantia dos 3 anos, reportei por n vezes, as avarias descritas anteriormente. Foi-me dito, numa das vezes em 2025, quer pelo Eng. da oficina, quer pelo técnico administrativo na , que ambas as avarias estariam ao abrigo da garantia. Na altura, o que me foi transmitido foi o seguinte: Em relação ao “xiar”, as chapas de proteção de travões iriam ser substituídas ao abrigo da garantia, e que o interruptor do volante também iria ser substituído ao abrigo da garantia, mas que, neste último caso, após um vídeo realizado pelo Eng./técnico? iria ter de esperar a substituição do interruptor/quadrante, porque teriam de encomendar a peça... , mas que obviamente, também estaria ao abrigo da garantia. A verdade é que se passaram alguns meses, sem qualquer contacto da Nissan em relação à substituição do quadrante. Relativamente ao barulho, numa das alturas que a viatura foi à oficina, de facto o barulho foi eliminado, tendo vindo a aparecer novamente mais tarde e mantendo-se até à presente data. Posteriormente, muito recentemente, marquei a revisão dos 75.000 km´s, tendo reportado, pela terceira vez, ambas as situações. Qual é o meu espanto, que dia 28 de Maio de 2026, quando fui pagar a manutenção programada e levantar a minha viatura, fui confrontado com a carta que se encontra em anexo. Ou seja, que "... as peças em causa... não estão contempladas pelo contrato de garantia da WTW NSA..."! Confesso, que inicialmente pensei que fosse brincadeira..., para além da posição incrédula que as senhoras administrativas da NISSAN que estavam de serviço ficaram ao entregar-me a carta da WTW NSA. Assim sendo, solicito com a maior brevidade, a reavaliação do processo e a reparação ao abrigo da garantia, de ambas as avarias, nos termos da legislação aplicável.
Avaria Opel AdBlue/emissões sem solução há mais de 6 meses — pedido de intervenção e comparticipação
Exmos. Senhores, Venho reclamar da atuação da Opel Portugal relativamente ao processo n.º 03338***, relacionado com uma avaria persistente no sistema AdBlue/emissões do meu Opel Astra Sports Tourer 1.5 Diesel, ano 2020. A viatura apresenta, desde 06/11/2025, mensagem de erro no sistema AdBlue/emissões e contagem regressiva de bloqueio de arranque. O veículo foi encaminhado para reparador autorizado Opel, onde foram realizadas intervenções no sistema AdBlue e no FAP/DPF, incluindo substituição do depósito de AdBlue, substituição do calculador AdBlue/DCU e limpeza do FAP/DPF, sem resolução definitiva da anomalia. A substituição da DCU revelou-se ineficaz, pois a avaria persistiu. Posteriormente, foi sugerida a substituição do calculador do motor/ECM, sem que tenha sido apresentado relatório técnico escrito que demonstre a efetiva necessidade dessa substituição, a causa real da avaria ou a garantia de que tal intervenção resolverá o problema. Solicitei formalmente à Opel Portugal relatório técnico, justificação escrita para a substituição do ECM, garantia de resolução, comparticipação adequada dos custos e escalonamento do caso para a engenharia da Opel na Alemanha. A Opel Portugal respondeu encerrando o processo, sem apresentar solução técnica, sem relatório, sem garantia de reparação definitiva e remetendo as dúvidas técnicas para a oficina autorizada. Além disso, a Opel Portugal limitou-se a invocar que a viatura se encontra fora do período de garantia contratual e que teria existido “ausência de fidelidade à Marca”. Tal posição é inaceitável, pois não responde à questão essencial: a existência de uma falha técnica persistente, ainda sem diagnóstico conclusivo, apesar do acompanhamento pela rede autorizada Opel. A colaboração comercial comunicada traduziu-se numa percentagem ínfima, limitada apenas à mão de obra da instalação do ECM, o que considero manifestamente insuficiente perante uma avaria persistente há mais de 6 meses, sucessivas intervenções sem sucesso e ausência de diagnóstico conclusivo. A viatura permanece, até à presente data, nas instalações do reparador autorizado, sem solução definitiva, apesar de estar ali acompanhada pela rede autorizada desde 06/11/2025. Assim, o problema não se limita à existência de uma avaria persistente: a viatura encontra-se efetivamente imobilizada há mais de 6 meses, sem diagnóstico conclusivo, sem relatório técnico da marca, sem garantia de reparação definitiva e sem comparticipação adequada. Pretendo que a Opel apresente relatório técnico escrito, escalone o caso para a engenharia Opel na Alemanha, assuma ou comparticipe adequadamente os custos da reparação definitiva e restitua o valor relativo à substituição da DCU, uma vez que essa intervenção não solucionou a avaria. Foi também apresentada reclamação no Livro de Reclamações, em 04/05/2026, ainda sem resposta objetiva e conclusiva quanto à resolução técnica do problema. Cumprimentos.
Recusa de resolução de contrato por avaria reincidente (4.ª vez) – Pedido 402-1047023-9525969
À Direção de Apoio ao Cliente da Amazon, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Amazon devido à recusa na aplicação dos meus direitos legais como consumidor em Portugal, previstos no Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro. No dia 27/06/2024, adquiri na vossa plataforma o robô aspirador Kärcher RCV 5, através do pedido n.º 402-1047023-9525969. O equipamento encontra-se, portanto, dentro do prazo legal de 3 anos de garantia em vigor no território português. O referido equipamento tem apresentado um defeito crónico e reincidente no sensor de queda (cliff sensor), que o impede de funcionar. O robô já foi enviado para a vossa assistência técnica autorizada por TRÊS vezes consecutivas pelo exato mesmo motivo. Lamentavelmente, o aparelho acaba de avariar pela QUARTA vez com o mesmo problema. Ao contactar o suporte ao cliente da Amazon, foi-me dito que a única opção seria enviar o robô novamente para a assistência técnica. Recuso categoricamente uma quarta reparação. A confiança no produto está totalmente quebrada. De acordo com o Artigo 15.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, perante a persistência do defeito após a reparação, o consumidor tem o direito de escolher a Resolução do Contrato (reembolso total do valor pago) ou a substituição do bem. A lei não obriga o consumidor a submeter-se a reparações infinitas de um produto manifestamente defeituoso. Face ao exposto, exijo que a Amazon cumpra a legislação aplicável e proceda à emissão da etiqueta de devolução do artigo com o respetivo reembolso integral do valor de 334,24 €. Fico a aguardar uma resposta célere por parte da vossa equipa de escalões superiores para a resolução definitiva deste processo. Com os melhores cumprimentos, Fábio Avila da Silva
Monitor entregue em garantia foi devolvido danificado e FNAC impõe novo prazo de 30 dias
Exmos. Senhores, No dia 06/05/2026 entreguei na FNAC Estação Viana, para reparação em garantia, o meu monitor Samsung LS32G55 32’’ QHD 165Hz, processo n.º 910005939, adquirido em 26/12/2025, por apresentar “mancha vermelha e linha branca no display”. Na guia de reparação emitida pela FNAC ficou registado que os únicos danos estéticos visíveis à data da entrega eram “sujidade e riscos”. O equipamento foi levantado em 27/05/2026. Contudo, no momento do levantamento, não foi efetuada qualquer verificação completa do estado do monitor na minha presença. Posteriormente, foi-me referido que assinei o levantamento, mas essa assinatura não substitui a conferência efetiva do estado do bem no ato da sua devolução ao cliente. Acresce que a caixa em que entreguei o monitor foi devolvida visivelmente amassada e o equipamento vinha sem a proteção adequada para transporte. Ao chegar a casa, detetei que o monitor apresentava um novo dano físico, nomeadamente uma parte quebrada, dano esse que não existia quando o produto foi entregue para reparação. Perante esta situação, desloquei-me novamente à FNAC para reportar o problema. No entanto, em vez de resolverem de imediato a situação, foi aberto um novo processo e foi-me indicado um novo prazo de 30 dias. Não concordo com esta posição, uma vez que não está em causa uma nova avaria autónoma, mas sim a devolução do bem em pior estado após intervenção em garantia. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, a reposição da conformidade deve ser assegurada sem encargos, em prazo razoável e sem grave inconveniente para o consumidor. O prazo para reparação ou substituição não deve exceder 30 dias, mas deve igualmente respeitar o critério de não causar grave inconveniente, e a interpretação do regime aponta para que o consumidor não tenha de suportar nova demora integral quando a primeira intervenção falhou em repor a conformidade do bem. O monitor tinha apenas cerca de 4 meses de uso quando foi entregue para garantia, encontrando-se claramente dentro do prazo da garantia legal de 3 anos aplicável aos bens adquiridos por consumidores. Nestas circunstâncias, não aceito a imposição de um novo prazo completo de 30 dias. Concedo à FNAC apenas um prazo adicional máximo de 7 dias para resolver definitivamente a situação. Caso tal não suceda, exijo a substituição do monitor por outro novo e equivalente ou, em alternativa, a resolução do contrato com devolução integral do valor pago. Solicito resposta escrita e resolução célere do presente caso.
Cama defeituosa e sem resolução
Boa tarde, recebi a minha encomenda, uma cama de casal no dia 21/04/2026. No final da montagem da mesma deparamos com a falta de uma peça importante para o bom funcionamento da abertura/ cofre da cama e o assento do estrado para colocação do colchão. A reclamação foi feita desde do 29/04/2026. Desde então durmo no chão à espera da peça em falta. A resposta tem sido a mesma. Aguardar com paciência que a peça vem da China e está a espera da desalfandega. É inadmissível esse tempo de espera. A Worten deve tomar atitude e proceder a uma devolução ou substituição da totalidade fo artigo. Deveria receber uma compensação pelo desconforto de estar a dormir no chão mesmo sendo em cima de um colchão e não estar a usufruir do conforto de uma cama, que foi paga em tempo e hora. Hoje, dia 28/05/2026, depois de publicar uma queixa no "Portal das Queixas", fui contactada pelo serviço de reclamação da Worten, mas qual foi o meu espanto , ao ouvir a assistente dizer-me que iam contactar o vendedor para apressar a entrega. Mas é uma completa mentira, não há atualização no "tracking" do pacote desde dia 16 de maio!!! Pediram desculpas pelo transtorno, de estar a dormir no chão e encerram o assunto sem nenhuma resolução. Acho inadmissível vindo de uma empresa tão reconhecida em Portugal.
Troca de Equipamento Recusada
Exmos. Senhores, Venho desta forma apresentar uma reclamação contra a Worten relativamente a uma compra que efetuei em Setembro de 2025. Realizei a compra de uma televisão de marca Philips, sendo que se avariou no passado dia 19 deste presente mês de Maio. Uma vez que a compra foi realizada online e levantada em loja física, fiz o pedido de reparação através da plataforma online. Acontece que apesar de na linha telefónica da Worten me ser informado que a resposta seria dada num prazo máximo de 48h, esta foi respondida em 4 dias. Além deste pormenor, a Worten também informa que a reparação de televisores acima de 40 polegadas é realizada ao domicílio. Portanto, ao fim destes 4 dias, fui contactado por uma empresa de reparação com número estrangeiro e com alguns procedimentos para eu realizar em primeira instância. Como nenhum dos procedimentos funcionou, a empresa de reparações informou-me que o televisor teria de ser recolhido por transportadora (iriam fornecer-me uma caixa pois já não possuo as caixas originais de fábrica para empacotamento) e que quando chegasse a eles seria encaminhado para a marca, e portanto levaria algum tempo. Saliento então que não é feita reparação ao domicílio ao contrário do informado pelo Worten. Além disso, não me é fornecido nenhum equipamento provisório para uso temporário. Uma vez que todo este processo levaria tempo, a logística em si é mais complicada devido ao agendamento de recolha e risco de extravio/dano de um equipamento grande, existe informações contrárias às fornecidas pela Worten, não me fornecem equipamento provisório, e necessito do equipamento, decidi ir à loja física da Worten Covilhã com os meus dados e fatura. Solicitei a anulação do pedido de reparação e a substituição do equipamento por um exatamente igual em condições, usufruindo dos meus direitos de consumidor referidos no Artigo 15 do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro. Esta substituição foi-me completamente negada. Ademais, além de negada, foram usados argumentos acerca de atualizações sobre as regras de garantia completamente descabidas. Exijo, portanto, a substituição do equipamento por um modelo novo exatamente igual. Agradeço toda a vossa atenção e solicito uma resposta a esta situação. Com os melhores cumprimentos, Paulo Dias
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