Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Bloqueio de conta após tentativa de conversão PRO
Assunto: Bloqueio permanente da minha conta Vinted e impossibilidade de regularização através da Vinted Pro Venho solicitar o apoio da DECO PROteste relativamente ao bloqueio permanente da minha conta Vinted, com o nome de utilizador grazipires, e à impossibilidade de regularizar a minha situação através do registo na Vinted Pro. Utilizava esta conta há vários anos, tendo construído um histórico de vendas e avaliações positivas. Ao longo desse período, vendi artigos pessoais em segunda mão e também alguns artigos artesanais produzidos por mim, associados ao meu ateliê. A Vinted considerou que a minha conta estava envolvida em atividade comercial não permitida e decidiu bloqueá-la permanentemente. Compreendo que a plataforma tenha regras próprias e, precisamente por isso, procurei regularizar a minha atividade, em vez de continuar a vender sem enquadramento profissional. Assim, reiniciei a minha atividade junto da Autoridade Tributária em Portugal, com efeitos a 18/09/2026, e tentei registar-me na Vinted Pro, apresentando os comprovativos solicitados. No entanto, o sistema não reconhecia o meu NIF e apresentava a mensagem: «Não encontramos o Número de Identificação Fiscal (NIF) que introduziste». Contactei o apoio ao cliente e enviei provas do erro, bem como documentação comprovativa da minha atividade. A própria Vinted informou-me de que existia um problema técnico que estava a afetar o registo na Vinted Pro, referindo que a equipa estava a trabalhar numa correção, mas sem indicar um prazo para a resolução. Apesar das minhas tentativas de regularização e da minha disponibilidade para cumprir as regras aplicáveis, a Vinted manteve o bloqueio permanente da minha conta. Após nova contestação, fui informada de que a decisão tinha sido revista e seria mantida, sem que me fosse apresentada uma solução concreta para a incompatibilidade entre o bloqueio da conta e a impossibilidade de concluir o registo profissional por um erro técnico reconhecido pela própria plataforma. O que pretendo não é contornar as regras da Vinted nem utilizar uma conta particular para exercer atividade comercial. Pretendo regularizar a minha situação e encontrar uma solução adequada, sem perder injustificadamente o histórico, as avaliações e a reputação que construí ao longo dos anos. Deste modo, solicito o apoio da DECO PROteste para interceder junto da Vinted e pedir: 1. A reavaliação efetiva do bloqueio permanente da minha conta original. 2. A possibilidade de reativar essa mesma conta, preservando o histórico de transações, as avaliações e a reputação acumulada. 3. A possibilidade de converter a conta original para Vinted Pro, caso cumpra os requisitos aplicáveis, ou uma explicação concreta, fundamentada e coerente sobre a impossibilidade de o fazer. 4. Um esclarecimento sobre a forma como a Vinted pretende resolver a situação de utilizadores cuja conta é bloqueada por alegada atividade comercial, mas que não conseguem concluir o registo profissional devido a um erro técnico da própria plataforma. Tenho disponíveis os comprovativos da Autoridade Tributária, as capturas de ecrã do erro de validação do NIF, as comunicações do apoio ao cliente e a decisão de bloqueio permanente. Acredito que uma análise independente desta situação poderá ajudar a encontrar uma solução justa e proporcional, tendo em conta as diligências que realizei de boa-fé para regularizar a minha atividade. Agradeço a atenção e o apoio da DECO PROteste na tentativa de resolução deste conflito. Com os melhores cumprimentos, Graziele Pires Evangelista Nome de utilizador Vinted: grazipires grazyartsunhas@gmail.com
Avaria
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente à máquina de secar roupa da marca AEG, modelo TR719G4PB, adquirida na Rádio Popular - Arrábida, Vila Nova de Gaia, no dia 24 de novembro de 2025. Desde a sua aquisição, o equipamento tem apresentado problemas recorrentes que consideramos inaceitáveis, tendo avariado pela primeira vez cerca de um mês e meio após a compra e voltado a avariar poucos meses depois, apesar da intervenção da assistência técnica. Em janeiro de 2026, a máquina apresentou uma avaria no motor, tendo sido recolhida pela empresa Mavegon no dia 2 de fevereiro de 2026. Após a substituição do motor, o equipamento apenas nos foi devolvido no dia 20 de abril de 2026, obrigando-nos a aguardar mais de dois meses pela sua reparação. Posteriormente, em agosto de 2026, a máquina voltou a avariar, tendo sido novamente recolhida em setembro para intervenção técnica. Nessa ocasião, foi-nos indicado que o problema estava relacionado com a polia. A máquina foi-nos devolvida no final de setembro de 2026. Para agravar a situação, o equipamento apresenta atualmente várias marcas e riscos, aparentemente provocados durante o transporte e manuseamento nas recolhas e entregas efetuadas para reparação, incluindo riscos no vidro da porta. Assim, para além de termos sido privados da utilização normal do equipamento durante períodos prolongados, temos agora uma máquina que apresenta danos que não correspondem às condições em que foi adquirida. Consideramos inaceitável que um equipamento adquirido novo tenha avariado tão pouco tempo após a compra, tenha necessitado de duas intervenções técnicas e nos tenha sido devolvido com danos visíveis. A sucessão destes acontecimentos compromete a nossa confiança na qualidade e fiabilidade do produto e na resolução do problema através de novas reparações. Face ao exposto, exigimos a substituição da máquina por um equipamento novo, do mesmo modelo ou equivalente, em perfeitas condições de funcionamento e sem quaisquer danos, sem custos adicionais para nós. Não consideramos aceitável continuar sujeitos a sucessivas reparações de um equipamento que apresentou problemas desde o início da sua utilização, sobretudo tendo em conta os transtornos causados e os danos verificados após as intervenções de assistência técnica e transporte. Este pedido é apresentado ao abrigo dos direitos que nos assistem enquanto consumidores, nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, nomeadamente quanto aos direitos aplicáveis em caso de falta de conformidade do bem e à repetição de avarias após uma reparação. Solicitamos, assim, uma resposta formal por escrito e a indicação das diligências necessárias para proceder à substituição do equipamento. Solicitamos igualmente que a situação dos danos provocados durante o transporte seja devidamente considerada e resolvida. Esperamos que a Rádio Popular assuma as suas responsabilidades e apresente uma solução adequada, evitando a necessidade de recorrer às entidades competentes de defesa do consumidor. Envio, em anexo, os comprovativos das informações infracitadas. Com os melhores cumprimentos, Bruno Amorim TM.:937508011 N.º de fatura: ES 0730A/376658
Sofá-cama deformado ao fim de poucos meses de uso
Comprámos o sofá-cama de canto modelo NASSJO há menos de 1 ano e logo poucos meses após a compra este começou a afundar e a perder toda a sua forma, tanto que na parte mais longa do sofá a pessoa simplesmente afunda ao sentar. Esta situação foi reportada à Beliani pouco depois de termos dado conta e, após inúmeras mensagens via chat da Beliani, nunca foi admitido qualquer problema nem oferecida uma resolução justa do problema, que a nosso ver seria o reembolso total, visto o sofá não cumprir os mínimos de qualidade, muito menos tendo em conta o preço de cerca de 700 euros. Desde o início que, como com tudo o que compramos, fomos cuidadosos com o sofá, usando-o de forma natural e nada que justificasse os danos que o sofá demonstra. O comportamento do suporte da Beliani não foi justo tendo em conta esta situação, e nunca admitiram ou tomaram responsabilidade por terem vendido um sofá de má qualidade.
Incompetência Pura!
Exmo.(a) Senhor(a), Escrevo a presente reclamação para expor o meu profundo desagrado relativamente ao processo de compra, entrega de um frigorífico adquirido na worten online e falta do respetivo reembolso. O frigorífico foi comprado dia 26/6. O processo de entrega deste equipamento foi pautado por uma sucessão de falhas graves e falta de organização: Atraso injustificado na entrega: Na primeira tentativa de entrega, fui informado(a) pelos técnicos presentes de que seria necessária uma equipa especializada para proceder à instalação/transporte do equipamento. A partir desse momento, a remarcação da nova data de entrega demorou mais de um mês, um prazo completamente inaceitável para um eletrodoméstico essencial do dia a dia. Descoordenação de serviços: Quando finalmente chegou a nova data agendada, apresentaram-se no local apenas dois funcionários, os quais referiram explicitamente que não deveriam ser eles a realizar aquele serviço, mas sim uma equipa com recursos/especialização diferente. Danos no equipamento: Apesar do alerta inicial da própria equipa, procederam ao transporte e entrega do frigorífico, tendo amolgado a lateral direita do equipamento durante o processo. O frigorífico foi entregue dia 17 de agosto e demoraram 3 semanas a recolher o mesmo, tendo pelo meio existido 4 tentativas falhadas por engano da worten e por frauda da transportadora. Hoje sendo dia 11 de outubro já passou mais de 1 mês sem ter recebido o reembolso. Diante dos factos expostos — a longa espera de mais de um mês, a falta de articulação logística e o dano provocado no artigo —, venho por este meio solicitar ajuda para a resolução do problema. Com os melhores cumprimentos, Susana Resende
Avaria em TV e não entrega da nova
Exmos Senhores Comprei uma TV nova da marca LG no dia 15/09/26 na Loja rádio Popular do Bplanet do Barreiro, tendo a ido levantar no dia 16/09 na loja do Montijo pois era onde havia stock da mesma . Nesse mesmo dia no meu domicílio ao tentar conectar a TV ao Wi-Fi a mesma não funciona, pelo que no dia 17/09 liguei para a linha de apoio da LG e foi me dito que teria que ir à loja pedir a troca da TV. No dia 18/09 desloquei me à loja e foi me dito pelo responsável da loja que era preciso solicitar que um técnico fosse a minha casa para ver o que se passava e só depois da visita do técnico e do respetivo relatório do mesmo seria possível a LG autorizar a troca da TV. O técnico veio à minha casa no dia 21/09 e enviou o respetivo relatório para a loja para que fosse possível proceder à troca do equipamento. Fui contactada no dia 23/09 para me informarem que a troca estava autorizada e eu precisava ir à loja, o que aconteceu no dia 27/09 tendo a entrega do novo equipamento ficado agendada para dia 30/09 e na mesma altura levariam a tv que está avariada. No dia 30/09 recebi uma mensagem da transportadora a informar que não seria feita a entrega porque a loja não tinha enviado todos os documentos necessários pelo que voltei novamente à loja e foi me dito que teria que aguardar que fosse contactada para agendar nova entrega. Depois de ter sido contactada a entrega ficou agendada para dia 03/10 e nesse mesmo dia o funcionário da transportadora quando chegou a minha casa só tinha indicação para levar o equipamento avariado e não trazia nenhum equipamento novo. Eu não deixei que o equipamento avariado fosse levado e desloquei me novamente à loja e mais uma vez o responsável da mesma disse que não sabia o que tinha acontecido e que teria que aguardar que me contactassem para agendar nova entrega. Já me desloquei novamente à loja e até ao dia de hoje não fui contactada. Penso que é lamentável toda esta situação e o tratamento que o a rádio popular tem com os clientes .
Opel Frontera - Caixa telemática sem solução
Venho por meio deste para expor uma situação que, desde a compra do meu veículo, um Opel Frontera, tem causado grande transtorno e que continua sem solução. Adquiri o veículo a 21/04, pago a pronto e desde o primeiro momento não consegui ativar os serviços conectados da Opel, até então não tinha o conhecimento que estava com avaria na caixa telemática. Cronologia 15/05: Abri o primeiro chamado no Customer Care (Case No. 03907110). 18/05: Recebi instruções e enviei fotografias da configuração do veículo, respondendo no mesmo dia. 26/05: O Customer Care pediu que a viatura fosse encaminhada com urgência para o pós-venda. 27/05: Contactei o pós-venda para saber quando poderia entregar o veículo. 28/05: O pós-venda confirmou a entrega para 30/06, às 08h30. Após 14 dias úteis, sem viatura de substituição: Abri novo chamado (Case No. 04260894) por causa da demora na reparação. 22/07: Só nesta data me foi disponibilizada uma viatura de substituição. 21/08: O veículo foi-me devolvido às 17h30 e, ao chegar a casa, o SOS a vermelho fixo voltou a surgir. 24/08: Informei ao pós-venda de que o problema persistia. A nova reparação ficou agendada apenas para o dia 07/09 devido às férias da equipa. 09/10: Foi me entregou o veículo e, no mesmo dia, o problema repetiu-se. Passaram-se meses de contactos, deslocações e esperas, agora vamos para a terceira intervenção e duas aberturas de chamado, e continuo com o mesmo defeito. Cada vez que o veículo me é devolvido, a confiança que depositei na marca diminui. Não é esta a experiência que se espera de uma compra desta dimensão. Ao abrigo dos direitos que assistem o consumidor, já propus a substituição do veículo por outro com as mesmas especificações ou a devolução do valor pago. Esta solução nunca me foi apresentada pela Opel, que insistiu em reparações que, como se vê, não resolveram o problema. Não devo ser prejudicado pela falta de qualidade do equipamento. Peço, assim, uma resposta formal à minha proposta, para que possamos chegar a uma solução definitiva. Com os melhores cumprimentos,
Devolução dentro do prazo e equipamento sem condições
No dia 6/10 realizei uma compra online de um smartphone Honor Magic 6 lite e recebi o equipamento no dia 8/10/2026. Fiquei logo surpreendida, pois a caixa tinha autocolantes que pareciam já ter sido abertos. Ao abrir a embalagem, reparei que o telemóvel não tinha qualquer película protetora e estava completamente descarregado. Coloquei o dispositivo a carregar e, de imediato, reparei que não surgia o ecrã inicial de formatação, mas sim um fundo que indicava que o utilizador não tinha autorização para fazer alterações. No dia 10/10, desloquei-me ao El Corte Inglés para pedir a devolução, já que estava dentro dos 14 dias previstos no Decreto-Lei 24/2014. Fui informada de que não aceitavam a devolução porque a caixa estava aberta, mesmo tendo mostrado o equipamento e a caixa aos funcionários da loja. Disseram-me que iria receber um email a pedir fotografias, o que, para mim, não fez sentido, visto que estive na loja e o equipamento foi verificado presencialmente. Para além disso, perdi cerca de 2 horas entre vários pisos à procura de uma solução. Sinto que a legislação que protege os consumidores nas compras à distância não está a ser respeitada. São 14 dias para devolver o produto, sem necessidade de justificação. Existe algum procedimento diferente no El Corte Inglés? Foi-me enviado um telemóvel já usado e, em apenas dois dias, responsabilizam o comprador pela caixa estar aberta e pelo equipamento não estar em condições? Considero esta situação incompreensível.
Falsa entrega
No dia 10/10/2026 Recebi uma notificação desta transportadora Ecoscooting como se minha encomenda foi entregue só que não foi, passei. Todo o dia em casa esperando e nada. Não ligaram, não tocaram o interfone, não fizeram nada porém no site diz que foi entregue. Isso é um absurdo essa falsa entrega. Preciso de resposta e até agora não tenho.
IKEA A VERDDAE
A IKEA NUNCA VAI ADMITIR .A administração da IKEA Portugal permite e contribui para a manutenção de um ambiente de trabalho autoritário, marcado por abusos de poder, intimidação, assédio moral, discriminação, favoritismo e falta de transparência. Em vez de proteger os colaboradores e garantir o cumprimento dos valores da empresa, a administração permite que determinadas chefias atuem através de ameaças, pressões psicológicas e comportamentos agressivos, criando um clima de medo e insegurança. Os managers, chefes de secção e team leaders CUSTOMER RELATION,LOGISTICA beneficiam de proteção e favorecimento, enquanto muitos colaboradores são prejudicados, silenciados ou tratados de forma desigual. As promoções e as oportunidades de crescimento são influenciadas por amizades, relações familiares e pessoais, criando conflitos de interesses e impedindo decisões imparciais. Na IKEA, o mérito e a competência deixam de ser os únicos critérios de progressão, dando lugar a relações pessoais que favorecem determinados grupos e perpetuam as injustiças. Os responsáveis de Pessoas e Cultura e as direções permitem que estas situações continuem, ignorando queixas, protegendo determinadas chefias e não tomando medidas eficazes perante os problemas denunciados. São também levantadas graves preocupações relativamente à utilização de informações sobre os colaboradores, à vigilância e à partilha de dados para intimidar trabalhadores, prejudicar a sua imagem e procurar responsabilizá-los pelos problemas existentes. Neste contexto, são mencionados Cláudio Valente e Paulo Carpinteiro, bem como responsáveis pela segurança, cuja atuação deve ser devidamente esclarecida. Na loja de Alfragide, os problemas estendem-se às áreas de IKEA Food, restaurante, caixas, Relação com o Cliente, logística e vendas. Ivo, responsável de IKEA Food, e Sérgio, responsável do restaurante, são apontados em denúncias de assédio, maus-tratos e racismo. Helena, delegada sindical, é criticada pela alegada falta de defesa dos colaboradores. José Martins e Joana Amorim são mencionados relativamente a problemas de liderança na área de vendas, enquanto João Ventura, Business Manager, é alvo de alegações de assédio a colaboradoras e de comportamentos agressivos e autoritários. São ainda referidos Carla Pires, Miguel Andrade, Bruno Dias e Narciso, entre outros, relativamente a condutas consideradas preocupantes. Lélia, responsável de Pessoas e Cultura, Bárbara Graf, diretora, e Elsa, do S.O., são mencionadas no contexto das denúncias relacionadas com o tratamento de situações que terão prejudicado colaboradores, incluindo os casos de Maria Tavares e Inès, em Alfragide. Segundo o relato, Maria Tavares foi submetida a pressão psicológica para aceitar uma mudança para uma categoria profissional inferior, tendo também sido prejudicada na sua imagem, sem que os responsáveis apontados tenham sido devidamente responsabilizados. A administração e as direções permitem ainda a existência de conflitos de interesses em diferentes departamentos, onde familiares, casais, amigos e pessoas com relações pessoais trabalham na mesma loja e podem influenciar decisões profissionais. Nas caixas, na Relação com o Cliente, na logística e nas vendas, são denunciadas promoções pouco transparentes, tratamento preferencial, falta de profissionalismo e obstáculos à mobilidade interna dos colaboradores. As chefias que deveriam dar o exemplo são acusadas de não separar as relações pessoais das responsabilidades profissionais, enquanto os trabalhadores que não pertencem aos grupos favorecidos enfrentam desigualdade de tratamento e falta de oportunidades. A situação não se limita a Alfragide, abrangendo também as lojas de Loures e Matosinhos, onde, segundo as denúncias, os problemas foram comunicados sem que tenham sido implementadas soluções eficazes. A administração permite que estas situações se prolonguem ao não garantir investigações independentes, transparência nas decisões e proteção efetiva dos trabalhadores. Em vez de resolver os problemas e responsabilizar quem comete abusos, a empresa é acusada de desvalorizar as queixas, proteger determinadas chefias e criar uma imagem negativa dos colaboradores que denunciam irregularidades. A atuação dos sindicatos também levanta preocupações, devido às dificuldades relatadas na divulgação de informação e no apoio aos trabalhadores dentro das lojas. Este ambiente contribui para o desgaste físico e psicológico dos colaboradores, o absentismo, a elevada rotatividade, as saídas de trabalhadores e o descontentamento generalizado. Jesper Brodin, enquanto líder do Grupo Ingka no período a que se referem estas críticas, é responsabilizado pelo denunciante por não ter promovido uma resposta considerada adequada aos problemas relatados. Existe agora a esperança de que Juvencio Maeztu assuma uma posição firme, investigue estas situações e promova mudanças reais na IKEA Portugal. A administração não pode continuar a permitir que os valores da empresa sejam utilizados apenas como imagem pública, enquanto os trabalhadores denunciam assédio, discriminação, favoritismo e abusos de poder. É necessário acabar com a proteção de chefias, investigar todas as denúncias com imparcialidade, responsabilizar os envolvidos quando os factos forem comprovados e garantir que nenhum colaborador seja intimidado ou prejudicado por falar. A IKEA deve assegurar igualdade de oportunidades, transparência nas promoções, respeito pela privacidade e proteção contra qualquer forma de retaliação. Nenhuma chefia deve estar acima das regras, nenhuma denúncia grave deve ser ignorada e nenhum trabalhador deve ter medo de exercer os seus direitos. A administração tem a responsabilidade de agir, corrigir estas práticas e garantir que a IKEA Portugal seja verdadeiramente um local de trabalho digno, justo e seguro para todos os colaboradores, e não apenas para os grupos que beneficiam de proteção e influência interna
Encomenda Não recebida- por 3 vezes!
No passado dia 14/9 efetuei uma compra na loja Ikeia online e agendei de imediato a sua entrega via transportadora ( Pantoja) para dia 18/9- entre as 14 e 18h. Não entregaram, e pelas 18h22 recebi um SMS a informar que devido a um "imprevisto" não tinha sido possível efetuar a entrega, para aguardar contacto para reagendamento. 6 dias depois, a 24/9 recebo uma mensagem da Ikeia a informar que "por questões logísticas" a encomenda tinha sido reagendada para dia 1/10, 14h-18h. Voltei a aguardar a tarde toda em casa à espera da mesma e voltaram a falhar a entrega, desta vez sem qualquer aviso prévio ou posterior! No dia seguinte contactei a Ikeia por telefone, e após quase 30 minutos à espera de ser atendida lá me explicaram que teria havido um "acidente" com a carrinha da entrega.... reagendamos para dia 9/10 das 18-22h e voltei a ter de reorganizar a minha vida pessoal e profissional para poder estar disponível, em casa, nesse horário. Voltaram a não entregar a encomenda, nem enviaram qualquer SMS /mail a justificar ou lamentar.... O contacto com a transportadora não é disponibilizado e o contacto telefónico único para a Ikeia é desesperante porque é sempre demorado. Não há outra forma de falar com alguém , só com a IA, que nos informa o que já sabemos- a entrega não foi efetuada.....Neste momento estou há mais de 20 minutos à espera para falar com um assistente por telefone..... Inaceitável, o que se passou! 3 entregas falhadas, com prejuizo pessoal e profissional por muitas horas em casa à espera. Uma vergonha este tipo de serviço de baixa qualidade e que eu não esperava da Marca IKEIA.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
