Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Cancelamento de contrato e cobranças indevidas – FitnessUp Montijo
Eu, Núria Sobral, venho apresentar reclamação contra o FitnessUp Montijo por cobrança indevida e falta de confirmação de cancelamento do contrato. Resumo da situação: • Solicitei o cancelamento do meu contrato dentro do prazo previsto, com término contratual a 31/03/2026. • Presencialmente, no dia 18/03/2026, a gerente Jaqueline confirmou que não havia pagamentos adicionais e que a última quinzena de março seria a última prestação. • Foram efetuadas duas cobranças no mesmo dia (17,50€ e 17,60€); o segundo débito foi cancelado pelo banco, devido à falta de esclarecimento por parte do ginásio. • Posteriormente, o ginásio alegou cobrança do seguro anual e supostas prestações em falta, contradizendo informações anteriores. • Durante a comunicação telefónica, a primeira pessoa que atendeu não tinha registo de cancelamento; tive de conduzir toda a explicação. A gerente Jaqueline manteve a posição de que “não podem fazer nada” e que eu poderia fazer o que entender. • Até à presente data, não existe qualquer prova de que o cancelamento tenha sido formalmente processado pelo ginásio. • O valor indevidamente cobrado já foi regularizado pelo banco, sem qualquer justificação ou preocupação por parte do ginásio. Solicito à DECO: 1. Mediação junto do FitnessUp Montijo para confirmação do cancelamento definitivo do contrato; 2. Garantia de que não haverá quaisquer cobranças adicionais, incluindo o seguro anual ou supostas prestações em falta; 3. Orientação sobre eventuais medidas legais adicionais, caso o ginásio continue a não cumprir.
Venda irregular de motociclos
Exmo.(a) Senhor(a), Venho por este meio apresentar queixa relativa à atividade comercial da empresa “Moto Espaço”, situada na Rua do Parque 62, Vila Nova de Gaia, anteriormente associada à loja “Kawasintra” (Espinho), envolvendo a comercialização de motociclos com irregularidades que afetaram consumidores e terceiros, incluindo a situação que acompanhei. 1. Dados do agente visado Nome: Vítor Manuel Guerra Mourato Maninha (que se apresenta como “Vítor Cintra”) Empresas associadas: Potencial Acessível, Lda. (NIF 516057618) Fascínio Permanente, Lda. (NIF 517294753) Locais de atividade: Espinho, Valadares e Vila Nova de Gaia 2. Descrição dos factos 30/05/2022, loja Kawasintra, Espinho: Pagamento de €3.450,00 por motocicleta Lexmoto Aura LJ125T-18, matrícula AQ-81-EQ; Sem emissão de fatura ou recibo; Sem registo de propriedade em nome do comprador; Veículo registado em nome de terceiro (IRN nº07094 a 28/04/2022, NIF 504451120) com declaração de circulação emitida a 30/05/2022 e repetida em 01/04/2023 (VIN L4HTTEJP6M6001224). Posteriormente, devido à impossibilidade de transferir o registo de propriedade, foi proposta a substituição por outro veículo, Qooder QV3, matrícula AQ-47-CL, elevando o valor total pago para €7.700,00: Apresentou novamente dificuldade para registo de propriedade; Declaração de circulação entregue em 17/06/2023, com VIN Tac003306xkt004181, cuja correspondência carece de verificação. Em outubro de 2025, apurou-se que o veículo Qooder QV3 estava em regime de consignação, registado em nome de terceiro, sem autorização para transferência de propriedade e sem pagamento de valores ao legítimo proprietário. Apesar de diversas tentativas de contacto, deslocações ao estabelecimento e promessas de regularização, não houve restituição dos valores nem resolução da situação. Foi posteriormente ainda proposta a entrega de outro veículo igualmente pertencente a terceiro. Existem diversas reclamações públicas semelhantes associadas à mesma atividade comercial, sugerindo um padrão de irregularidades. 3. Natureza do problema Incumprimento contratual: venda de bens sem transferência de propriedade; Venda de bens de terceiros sem autorização; Falta de fatura ou recibo, dificultando prova legal da transação; Possíveis omissão de rendimentos e IVA; Afetação dos direitos do consumidor, incluindo restituição de valores pagos. Observação: embora eu não seja a lesada direta, acompanhei o processo e a situação afeta terceiros de forma grave, evidenciando práticas comerciais irregulares. 4. Solicitação Face ao exposto, solicito à DECO: Mediação junto da empresa para restituição dos valores pagos (€7.700,00); Orientação sobre eventual ação judicial caso a empresa não regularize a situação, considerando histórico de inexistência de bens num processo da empresa em 2025. Devido ao facto desta divida não tenho meios financeiros para entrepor qualquer acção judicial 5. Anexos Comprovativos de pagamento (transferência bancária, MBWay, etc.); Declarações de circulação dos veículos; Fotografias ou outros documentos relevantes. Espinho, 26/03/2026 Assinatura: Paula Faria paulaalexandrafaria@hotmail.com
Burla Vinted
Fiz uma reclamação á Vinted de um produto que não tinha sido entregue, pediram-me para aguardar 14 dias pois tratava-se de um vendedor Pro, ao fim de 14 dias, a própria Vinted deu o produto como entregue quando a transportadora não o tem como entregue!!! Liguei para a transportadora que me diz que só a Vinted pode abrir um processo de reclamação. O artigo anda perdido o vendedor já recebeu o DH, a transportadora já recebeu o envio e a Vinted a comissão, e eu paguei isso tudo e não recebi nada. A Vinted diz que não pode fazer mais nada!!!!!
Reparação de Forno não realizada
No dia 10 de janeiro, entreguei para reparação um forno Teka HLB 860 Inox, o qual, até à presente data, não foi objeto de uma reparação eficaz. Trata-se de um eletrodoméstico essencial ao quotidiano doméstico, cuja indisponibilidade prolongada me tem causado transtornos significativos e custos adicionais. Não é aceitável que um bem desta natureza permaneça imobilizado por um período tão extenso sem resolução definitiva. Segundo informação prestada pela empresa, foram já realizadas várias intervenções técnicas no equipamento, incluindo a substituição da peça alegadamente avariada por duas vezes, tendo ambas as tentativas resultado infrutíferas. Até ao momento, não foi possível concluir a reparação com sucesso, nem apresentar um diagnóstico claro e definitivo. Adicionalmente, importa referir a total ausência de comunicação proativa por parte da empresa, tendo sido sempre necessária a minha insistência para obtenção de qualquer informação. Em diversas ocasiões, foi prometida a entrega do equipamento na mesma semana, o que nunca se verificou. Mais recentemente, após novo contacto da minha parte, não foi sequer fornecida resposta, mantendo-se o padrão de incumprimento. A situação descrita configura um prazo de reparação manifestamente excessivo e ineficaz, não sendo aceitável que um equipamento com poucos anos de utilização permaneça indisponível por tanto tempo sem resolução adequada. Face ao exposto, venho por este meio exigir: A substituição do equipamento por outro de características equivalentes ou superiores; Acresce que, face ao tempo decorrido, às sucessivas tentativas de reparação sem sucesso e à ausência de um diagnóstico claro, deixei de ter qualquer confiança no processo de reparação em curso. Solicito uma resposta célere e a resolução definitiva da situação.
Google Cloud / Gemini API – Falta de transparência na faturação e promessa de reembolso não cumprida
Subject: Formal Complaint – Google Cloud/Gemini API Billing Discrepancy and Support Failure To Whom It May Concern, I am writing to lodge a formal complaint regarding a series of billing irregularities and a significant failure in customer support related to my Google Cloud Billing Account (Project: Gemini API). 1. Lack of Billing Transparency (Minimum Charge): On March 25th, 2026, I noticed a pending balance of €6.69 for API usage. Upon attempting to settle this debt, the system processed a minimum transaction of €10.00 without prior or clear notification regarding minimum payment thresholds. This resulted in an unwanted credit of €3.31 being held by Google. 2. Failed Support Promises and Missing Documentation: I contacted Google Cloud Support via chat on the same day. The representative acknowledged the billing confusion and officially offered a "Goodwill Credit/Adjustment" of €4.48 to resolve the matter. I was explicitly promised a chat transcript and a follow-up email, neither of which was sent. Furthermore, there is no record of this interaction in my "Support Cases" portal, which is a severe breach of transparency. 3. Access Denial Post-Account Closure: Following security recommendations to avoid further unauthorized charges, I closed my billing account. Immediately after doing so, the Google Cloud Console began returning permission errors (403/404), effectively locking me out of my own billing history, transaction records, and invoices. This prevents me from verifying if the promised €4.48 credit was ever applied. 4. Final Balance Inconsistency: Despite having pre-paid €10.00 for a €6.69 debt, the system later updated my total usage to €10.07, consuming the remaining credit and attempting to generate a new debt on a closed account. Requested Resolution: A full refund of the overcharged amount or, at minimum, the immediate application and refund of the promised €4.48 credit. The provision of the chat transcript from March 25th, 2026. Access to the final invoices for the month of March, which are currently being withheld due to technical blocks. I have attached screenshots of the billing dashboard, the credit balance, and the current "Closed" status of the account as evidence. I look forward to your prompt response and a swift resolution to this matter.
Equipamento danificado após reparação de ipad pro 10,5 na iservices amoreiras
Exmos. Senhores, No dia 24 de novembro de 2024 dirigi‑me à iServices das Amoreiras (Lisboa) para substituir a bateria do meu iPad Pro 10,5. O equipamento funcionava normalmente, apenas com desgaste natural de bateria devido à idade. Tinha um protetor de ecrã aplicado e o ecrã encontrava‑se sem qualquer dano visível. Após a substituição da bateria, ainda dentro da loja, o iPad desligou‑se sozinho e deixou de ligar. Voltei de imediato ao balcão; o funcionário confirmou que o aparelho não ligava e pediu que o deixasse. No dia seguinte informaram‑me que já estava “normal” e entregaram‑mo sem qualquer explicação adicional. Em casa, ao fim de algumas horas de utilização, o iPad voltou a desligar‑se sozinho e só consegui ligá‑lo após várias tentativas. Regressei à loja, deixei novamente o equipamento e, mais uma vez, foi‑me devolvido a funcionar, com a indicação de que estava tudo bem. Desde então, ao longo de cerca de um ano, o iPad foi apresentando desligamentos súbitos ocasionais, que não existiam antes da intervenção, mas que eu conseguia contornar voltando a ligá‑lo. Em novembro de 2025 reparei que o ecrã começou a descolar da estrutura, apesar de o equipamento nunca ter sofrido quedas ou danos físicos. A partir daí a autonomia da bateria degradou‑se drasticamente: carregava até 100% e o iPad desligava‑se por volta dos 60%, passando depois a indicar percentagens de bateria incoerentes. Desloquei‑me à iServices no inicio deste mês de Março, explicando que a bateria não a funcionar bem, e mostrando o estado do ecrã. O funcionário confirmou a substituição em garantia. No dia seguinte ligaram‑me a informar que a bateria instalada anteriormente tinha inchado e que não era a bateria correta para o meu modelo, alegando um “erro de catalogação” de logística, e que iriam encomendar e instalar a bateria correta. Além disso, ao abrirem novamente o iPad para instalar essa bateria correta, fui informado de que tinham partido uma ligação interna e que o equipamento teria de seguir para o laboratório para soldadura, garantindo que se tratava de uma reparação simples. Fiquei cerca de uma semana e meia sem o iPad. Quando me entregaram o iPad já com a bateria correta instalada, o equipamento já não tinha o protetor de ecrã que sempre teve desde antes da primeira reparação. Aceitei essa situação. Levei o iPad para casa e, ao final do dia, quis carregá‑lo: só à terceira tentativa é que o carregamento iniciou. No dia seguinte surgiram mais problemas: • reparei numa faixa vertical estreita, mais clara/deslavada/pixelizada, onde o brilho e as cores ficam diferentes do resto da imagem, visível por exemplo sobre os ícones e textos dos atalhos, e posteriormente em partes de outros textos e imagem – defeito que não existia antes; • liguei um teclado que utilizo há anos através do Smart Connector e ele não funcionava; ao testar o mesmo teclado noutro iPad com Smart Connector, funcionou perfeitamente; • tentei ligar o iPad por USB ao meu computador para transferência de ficheiros e não houve qualquer reconhecimento; testei com outro cabo e nada; experimentei ligar o cabo de carregamento e o iPad simplesmente não carregava. Regressei à loja na semana passada e expliquei todos estes problemas. Deixei novamente o iPad. À tarde no mesmo dia, ligaram‑me a informar que o problema do Smart Connector se devia a uma ligação que não tinha ficado bem conectada numa das aberturas anteriores do iPad, e que já tinham resolvido. O problema de carregamento, segundo a iServices, exigia novo envio para o laboratório durante cerca de mais uma semana. No dia 25 de março de 2026 ligaram‑me a dizer que o iPad estava pronto. Fui buscá‑lo levando o teclado para testar o Smart Connector; na loja, o teclado funcionou e o iPad aparentava carregar. No entanto, ao chegar a casa e tentar carregar o iPad com bateria baixa, o problema de não iniciar o carregamento voltou a repetir‑se. A faixa vertical mais clara/deslavada/pixelizada no ecrã mantém‑se. Neste momento, o Smart Connector é praticamente a única coisa que ficou a funcionar de forma consistente. Resumindo, após as sucessivas intervenções da iServices: • o iPad continua com problemas de carregamento – neste momento não carrega de todo; • o ecrã apresenta agora uma faixa vertical com defeito e já teve descolagem, danos que não existiam antes. O defeito no ecrã surge numa faixa vertical que parece começar precisamente na zona inferior, junto ao botão Touch ID, local onde o ecrã é aberto para acesso à bateria, o que reforça que se trata de dano resultante das intervenções. Antes da primeira reparação o iPad não apresentava qualquer falha de ecrã, de carregamento, de Smart Connector ou desligamentos aleatórios, apenas menor autonomia normal pela idade. Estou cansado desta sucessão de intervenções incompletas e novas avarias. Tenho‑me deslocado repetidamente à loja, onde os funcionários demonstram boa vontade, mas os problemas nunca ficam definitivamente resolvidos e não são feitos testes exaustivos antes da entrega ao cliente. Por deixar de acreditar que novas deslocações à loja tragam uma solução efetiva, recorro aqui para expor a situação e obter uma resolução adequada.
Cancelamento de voo - recusa de reembolso de despesas (EU261)
Apresento reclamação relativa a um voo operado pela KLM Royal Dutch Airlines / Air France no dia 3 de janeiro de 2026 (LYS–AMS–OPO), cancelado no próprio dia devido a condições meteorológicas. A minha reclamação não se refere a compensação, mas sim à falta de assistência e reencaminhamento adequado nos termos do EU Regulation 261/2004. Já no aeroporto, aguardei mais de uma hora no balcão sem receber assistência eficaz e tentei contactar a companhia por vários canais, sem sucesso. Foi-me apenas proposta uma alternativa para o dia seguinte, não permitindo chegar ao destino no mesmo dia. Perante a ausência de solução atempada, fui obrigada a adquirir o único voo alternativo no próprio dia (TAP), no valor de €499,64, para chegar ao destino final. Solicito o reembolso das despesas adicionais incorridas, uma vez que a companhia não assegurou reencaminhamento na primeira oportunidade nem prestou assistência adequada. Apesar de várias tentativas de resolução direta, o pedido foi recusado sem fundamentação adequada.
Disponibilização de Contentores de biorresíduos
Exmo. Dr. Ruben Gonçalves Pereira Presidente da CMSC Conforme determinado pelo Decreto-lei nº 102-D/2020 foi fixado o dia 01/01/2024 como prazo limite para recolha seletiva de biorresíduos por de todos os municípios do País, abrangendo o setor doméstico e independentemente da quantidade produzida. Sucede que até hoje, passados que são mais de 2 anos, o serviço ainda não se encontra instalado em Vila Nova de santo André. Considerando o exposto, e tendo em conta um direito que nos assiste, enquanto cidadãos residentes neste município, vimos exigir a implementação deste serviço e a consequente disponibilização de contentores adequados para o efeito. Com os melhores cumprimentos, Rui Pimentel Calado (ruipimentelc@gmail.com) Isabel Borges Alves (imbga1958@gmail.com) Rua dos Caniços, nº13 7500-110 Vila Nova de Santo André
Encomenda não recebida
Senhores, Ate o momento não recebi minha encomenda realizada em 25/02/2026. Estou tentando entrar no site para acompanhar o pedido e não consigo, não aceita a senha e quando peço para recuperar senha não recebo o e-mail. Já tentei contato pelo telegram e não tenho resposta. Quero retorno ou entrarei com medidas mais burocraticas.
Marcação de instalação
Exmos. Senhores, Em 20/09/2025 celebrei contrato de prestação de serviços de telecomunicações com a vossa empresa com o n.º 502607724. Sucede que até hoje, passados que são 188 dias, o serviço ainda não se encontra instalado e a funcionar, apesar dos inúmeros contactos telefónicos efetuados para o vosso n.º de apoio a clientes. Solicitei inúmeros agendamentos mas todos sem sucesso. Considerando o exposto, venho solicitar algum tipo de compensação devido aos transtornos causados dentro do meu lar e à minha avó idosa, bem como gastos de tempo, combustível e dinheiro. Já desesperado, na tentativa de acelerar a instalação, paguei 3 meses em avanço da mensalidade e preenchi o livro de reclamações, que de nada adiantou. Informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização por via desta decisão, da vossa inteira responsabilidade. Cumprimentos.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
