Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Atendimento prioritário
Venho por este meio solicitar apoio na resolução da seguinte situação:No dia 06/08/2019 dirigi-me ao Centro de Saúde da amadora sito no largo Dário Granda Nunes pelas 13h30 na companhia do meu filho recém-nascido e prematuro de apenas 20 dias de vida para o pesar e vacinar, bem como, marcar uma consulta de revisão de parto para mim. Dirigi-me ao segurança pedi-lhe uma senha prioritária e foi me dito que a maquina não dispunha de senhas prioritárias, pelo que foi me entregue uma senhas normal, sem prioridade, por conseguinte dirigi-me ao balcão e solicitei o atendimento prioritário uma vez que tinha um recém-nascido nos braços, o atendimento prioritário foi me negado pela administrativa que me atendeu, dizendo-me que não tinha direito ao atendimento prioritário porque no novo sistema implementado não previa o atendimento prioritário, contudo pedi o livro de reclamações que me foi negado também, tive que aguardar 3 horas e tal para ser atendida sem prioridade e ainda disseram-me que não há prioridade na saúde, quando a lei prevê o atendimento prioritário quando presencial em todas as entidades publicas e privadas.Gostaria que me ajudassem a resolver este problema para que pessoas prioritárias como eu não passe pelo que passei, o atendimento prioritário é um direito concedido por lei, e todos os serviços públicos e privados são obrigados a agir em conformidade com a lei. Aguardo respostaCom melhores cumprimentosMarinela Neves
Documentação justificativa para o bloqueio da encomenda Nº local:1462025 Nº Origem: LJ564110206US
Exmos Srs,Fui informado pela Alfândega Aeroporto Lisboa - Encomendas Postais de que a minha encomenda com identificação CTT Nº local:1462025 Nº Origem: LJ564110206US foi bloqueada a sua entrada em Portugal e reenviada à origem devido à avaliação dos vossos serviços, como poderão V/Exas verificar pela transcrição do comunicado da Alfândega Aeroporto Lisboa - Encomendas Postais que apresento de seguida:Exmo(a). Sr.(a). António Neto,Relativamente ao exposto, que mereceu a nossa melhor atenção, informamos que a remessa em questão teve o desalfandegamento suspenso ao abrigo do Regulamento (CE) 765/2008, tendo sido contactada a entidade que superintende o sector, neste caso o INFARMED. A decisão do INFARMED foi a de devolução da mercadoria à origem, com o seguinte fundamento:b) Medicamento importadoexportado sem as autorizações legalmente exigidas (alínea a) do n.º 1 do artigo 181.º do Decreto-Lei n.º 176/2006, de 30 de agosto. A substância referida na coluna designação medicamento é uma substância que possui efeitos farmacológicos, integrando-se no conceito de medicamento previsto na alínea d) do n.º 1 do artigo 3.º do Decreto-Lei n.º 176/2006, de 30 de Agosto, na sua actual redacção, não estando referenciada como sendo uma substância suspeita de falsificação.Informa-se ainda que a decisão do INFARMED foi imediatamente comunicada aos CTT – Correios de Portugal, S.A. para cumprimento da mesma, pelo que a intervenção destes serviços terminou face ao referido n.º local.Com os melhores cumprimentos,Rui DominguesAlfândega Aeroporto Lisboa - Encomendas PostaisAv. Marechal Gomes da Costa, nº 13 - 1849-001 LisboaFax: (+351) 218 371 433CAT - Centro de atendimento telefónico - (+351) 217 206 707E-mail: aalisboa-ep@at.gov.pt Visite-nos em www.portaldasfinancas.gov.pt[Autoridade Tributária e Aduaneira]Condições geraisApós ter recebido a informação supracitada solicitei à Alfândega Aeroporto Lisboa - Encomendas Postais o documento formal com a deliberação formal do Infarmed onde se encontre identificada a substância da minha encomenda referida na coluna designação medicamento considerada uma substância que possui efeitos farmacológicos, integrando-se no conceito de medicamento previsto na alínea d) do n.º 1 do artigo 3.º do Decreto-Lei n.º 176/2006, de 30 de Agosto.A Alfândega Aeroporto Lisboa - Encomendas Postais informou-me de que esse documento teria de ser solicitado junto do Infarmed conforme poderão V/Exas verificar pela transcrição do comunicado da Alfândega Aeroporto Lisboa - Encomendas Postais que apresento de seguida:Exmo. Sr. António Neto,Em resposta ao solicitado através do e-mail infra reproduzido, somos a informar que, querendo, poderá solicitar esclarecimento junto da superintende o sector, neste caso o INFARMED.Com os melhores cumprimentos,Rui DominguesAlfândega Aeroporto Lisboa - Encomendas PostaisAv. Marechal Gomes da Costa, nº 13 - 1849-001 LisboaFax: (+351) 218 371 433CAT - Centro de atendimento telefónico - (+351) 217 206 707E-mail: aalisboa-ep@at.gov.pt Visite-nos em www.portaldasfinancas.gov.pt[Autoridade Tributária e Aduaneira]Condições geraisDesta forma venho solicitar junto de V/ Exas os documentos da deliberação formal da vosso organismo onde se encontre identificada a substância da minha encomenda referida na coluna designação medicamento considerada uma substância que possui efeitos farmacológicos, integrando-se no conceito de medicamento previsto na alínea d) do n.º 1 do artigo 3.º do Decreto-Lei n.º 176/2006, de 30 de Agosto.Os melhores cumprimentos.António Neto
Médico não compareceu nem avisou
Venho por este meio expor a minha indignação pelo facto de ontem dia 1 de agosto me ter deslocado até ao Centro Clínico de Lisboa dos SAMS, para uma consulta de Ortopedia com o Dr. Filipe Leitão, e qual não é o meu espanto, já depois de ter confirmado a minha presença e pago a consulta, sou avisada que o médico não estava. Não tinha avisado que não iria, e esse tipo de comportamento era habitual. Que tipo de médico é este que não respeita em primeiro lugar os doentes, nem uma das instituição que lhe dá trabalho? Será bom que os SAMS repensem o contrato com este senhor, visto que só lhes dá uma péssima imagem. Cheguei lá cheia de dores e de lá saí pior pois estava desalentada e extremamente aborrecida. Próxima consulta marcação para 27 de Agosto com outra médica, pois com aquele médico não há qualquer garantia de que ele compareça.
Contrato assinado sem conhecimento
Venho por este meio apresentar reclamação de várias situações envolvendo esta empresa, o Ginásio Kalorias.Assim e para começar, no inicio de Fevereiro deste ano, e como estava a terminar o meu curso universitário, teria mais tempo livre, e iria começar um estagio também aqui na cidade de Évora, decidi procurar um ginásio para praticar algum exercício.Optei então pelo Kalorias, pois alem do exercício também me oferecia aconselhamento nutricional e dietético.Dirigi-me então á receção deste Ginásio onde me entregaram alguns papeis e me explicaram ser a ficha de inscrição, o seguro e a autorização de debito, os quais eu assinei ingenuamente sem que me apercebe-se que na realidade se tratava de um contrato onde me estava a vincular por 12 meses.No inicio de Março, como afinal o meu estágio em Évora não foi aceite, tive de deixar de residir em Évora para ir frequentar o estágio, pelo que informei a rececionista desta situação, e de que pretendia então deixar de ir ao ginásio. Na altura nada me foi dito em contrário.No entanto no fim de Março e quando já não me encontrava a morar em Évora o Ginásio volta a fazer um debito abusivo na minha conta pelo que logo após cancelei a autorização.No inicio de Abril comecei a receber algumas mensagens por parte do ginásio a pedir o pagamento de um valor em divida, e logo nessa altura dia 15 de Abril recebi um telefonema por parte do Ginasio também a pedir o pagamento do dito valor. Foi então nesse telefonema que fui informada que tinha assinado um contrato de fidelização por 12 meses e que teria de pagar esses 12 meses. Fiquei em pânico e logo pedi a cópia desse contrato, pois aquando da inscrição nunca me deram uma cópia como penso ser o meu direito. Dei o meu email para que me enviassem o dito contrato pois já não me encontrava em Évora para o poder ir buscar. Até ao dia 4 de julho fiquei á espera do dito contrato que nunca me foi enviado.No dia 4 de Julho vim a Évora dirigi-me á recepção onde após muita insistência e após ter passado por 2 recepcionistas, recebi então a dita cópia das mãos da diretora do ginásio.Entre Abril e Julho continuei a receber as ditas mensagens do ginásio e ultimamente também de uma entidade terceira a pedir o pagamento, óra eu não me lembro de ter autorizado o Ginásio a fornecer os meus dados pessoais a terceiros pelo que considero um abuso da minha privacidade.Considero ainda que a lei não foi cumprida no que diz respeito ao seu artº 5º do decreto lei nº 446/85 de 25 de Outubro , pois conforme já dito no inicio não me foi nunca entregue o contrato e ainda me enganaram dizendo tratar-se de outros documentos para que eu os assina-se.Entreguei hoje também aqui na recepção do ginásio Kalorias uma carta de desvinculação, pois não consta do contrato que ingenuamente assinei nenhuma morada da Direção do clube, para onde eu supostamente deveria poder enviar uma carta registada segundo se lê.
Problema com renovação automática de contrato de Ginasio
Venho por este meio solicitar ajuda para a resolução de um problema com o ginásio que frequentei até ao passado dia 21 de Maio de 2019 - CityGym Viseu.No passado dia 31 de Janeiro de 2019, inscrevi-me neste ginásio, tendo assinado um contrato, do qual não me foi solicitado nenhuma cópia, quer em papel quer enviado para o meu email pessoal, das condições do mesmo. No passado mês de Junho, uma vez que as 16 semanas obrigatórias de vinculação ao ginásio iriam acabar, e após varias tentativas de contacto para com o CityGym para o número de telefone 232001161 (as mesmas nunca foram bem sucedidas pois nunca ninguém atendia essas chamadas), não pretendia a renovação do contrato de frequência nesse ginásio uma vez que a minha situação actual de trabalho não estava a ser compatível com os horários em que eu poderia frequentar o ginásio. Fiz várias tentativas de contacto para o ginásio e como trabalho por turnos, com horários rotativos, e não me foi possível deslocar-me ao ginásio, e como só tinha uma funcionária que tratava destas situação num horário muito especifico do dia, imcompativel com o meu horário de trabalho (apenas 4 horas por dia, no período das 14h as 18h) cancelei o débito directo da minha conta . Posto isto, fui contactada por mensagens e por chamadas do número que já referi a cima, número este do qual me ligavam durante o dia quando estava a trabalhar, e para o qual eu ligava quando tinha disponibilidade fora do meu horário de trabalho, e nunca ninguém me atendeu. Apenas me foi informado por mensagem (2 mensagens) que teria pagamentos em falta que teria que regularizar. No dia 10 de Julho, mais uma vez fui contactada por via telefónica, encontrando-me a trabalhar e não podendo atender, voltei a contactar assim que possível. Foi-me enviada uma mensagem escrita, em que tentei responder a mesma, mas sem sucesso, para saber os pagamentos que teria em falta. Como não consegui enviei email para geral@citygym.pt no passado dia 11/07, em que solicitei que me fossem enviados o contrato de fidelização bem como o valor em dívida com o ginásio, para tentar resolver a situação, email esse que me foi respondido apenas no dia 15/07 a pedir o meu nome completo e o ginásio que eu frequentava. Enviei os dados pedidos e até hoje não obtive resposta. Uma vez que a minha irmã frequenta o mesmo ginásio, no passado dia 15/07, uma funcionária do ginásio (Silvia) disse-lhe que eu passa-se no ginásio o quanto antes, pois iam dar inicio ao processo com a advogado do ginásio, por dívida de prestações em falta. Durante as 16 semanas obrigatórias de vinculação, todos os pagamentos foram feitos, e não estando eu a perceber de que valor se tratava, na terça feira dia 16/07 desloquei-me ao ginásio, e foi-me dito que o contrato tinha sido automaticamente renovado após as 16 semanas. Eu informei a funcionária que não me tinha sido fornecido nenhuma copia do contrato de fidelização, e que não tinha como saber que o contrato se renovava automaticamente, mesmo com o débito directo cancelado. Expliquei ainda a funcionária que tinha por diversas vezes ligado para número de telefone de onde eram feitas as chamadas da parte deles, ao que esta me respondeu que aquele número de telefone apenas servia para fazer chamadas da parte deles e não dava para os cliente ligarem de volta! E disse-me ainda que teria que pagar 43,92€ de prestações em atraso referentes ao período de renovação automática do contrato, que eu nem sequer tinha conhecimento e de um serviço que não usufrui, se não a situação ia para tribunal e teria que pagar uma quantia mais avultada. Uma vez que eu não tinha cópia do contrato de fidelização, nem acesso as clausulas do mesmo, nem tinha como entrar em contacto com o dito ginásio, pois através do número de telefone ninguém atendia, e por email, claramente a comunicação não funciona em tempo aceitável e não me consegui deslocar lá presencialmente, sinto-me imensamente descontente por ter tido que pagar os 43,92€, uma vez que estava de mãos e pés atados e sinto que isto foi feito de má fé só para me tentarem fazer pagar mais alguma coisa e ficarem a lucrar com a minha saída, sem me darem alternativa para resolver as coisas. Eu não tinha como cumprir o contrato pois não sabia o que estava escrito no mesmo, pois não me foi dada uma cópia que para mim deveria ser obrigatória entregar a cada sócio. Desta forma,eles fazem o que querem e bem lhes apetece e quem fica a perder são os sócios deles que tentam resolver as coisas a bem e não tem como. Tudo isto acima referido, foi dito a funcionária Sílvia quando me desloquei presencialmente e mesmo assim, decidi pagar o valor em dívida, pois tive medo que a dívida se acumulasse. Como fiz várias referencias ao facto de não me ter sido dada cópia do contrato celebrado a 31 de janeiro, a senhora queria dar-me a cópia no dia em que me desloquei ao ginásio para saber o que se passava, ao que respondi que agora já não necessitava dele, que me deveria ter sido entregue no dia em que foi assinado para que este tipo de assaltos a carteira do consumidor não acontecesse. Foi me fornecida cópia do pedido de alteração de adesão (Pedido de cancelamento definitivo de adesão) + Fatura-recibo do pagamento. Em nenhuma altura foram compreensivos com o caso exposto. Gostaria de saber se haveria alguma maneira de reaver o valor que paguei, uma vez que me sinto injustiçada e sinto que agiram de má fé e propositadamente para me fazem pagar uma coisa que não tinha forma de solucionar pois não sabia que o contrato era automaticamente renovado.
Livre Resolução do Contrato
Venho por este meio comunicar que a Medicare tem violado os meus direitos de cliente/segurado, no que diz respeito à minha intensão expressa em 06/06/2018 de exercer o direito à LIVRE RESOLUÇÃO DO CONTRATO - Nº9 das Condições Gerais do contrato/Apólice, que prevê o meu direito à livre resolução e até, o reembolso de prestações já pagas.Apenas me responderam por carta a insistir na minha obrigação de pagar durante 1 ano sem qualquer alternativa, ora eu considero que este serviço é um seguro disfarçado de outro produto, o que só por si me bastaria para poder suspender o pagamento a qualquer momento. Mas além disso, eu estou convencida de que tenho direito à Livre Resolução.Também considero que em última instância, o contrato/Apólice 03000928750 está concelada no fim da anuidade, ou seja desde 20/02/2019 porque o meu pedido foi enviado com até 30 dias de antecedência (email para info@medicare.pt 06/06/18).Ainda assim, insisto, a MED&CR Unipessoal, Lda. deve explicar por escrito porque não respeitou o meu direito à Livre Resolução contemplada no Artº9 Condições Gerais, Nº 9.1, 9.2, 9.3, 9.4 e 9.5.
Problema com a bebecord
Venho por este meio solicitar que me resolvam uma situação.Acontece que estou grávida e fui fazer uma ecografia 4D de 5 minutos, onde me falaram da criopreservação da Bebecord. A comercial falou do plano onde eu e o meu marido nos mostramos sempre reticentes, pois era uma questão que ainda não tínhamos debatido entre nós. A mesma comercial disse que não havia qualquer problema, que apenas bastava preencher um mero formulário, pensar em casa e depois entrar em contacto. Abriu o kit à nossa frente e disse que poderíamos trazer para casa, afirmando que esse mesmo kit estava numa “campanha” naquele dia e que teríamos desconto sobre o valor total da preservação das células estaminais. Frisou sempre que podíamos estar descansados que era tudo sem compromisso, para não nos preocuparmos. Conclusão, em casa e analisando a situação concluímos que não iriamos fazer a preservação das células estaminais. Passados uns dias recebemos o tal contrato com as cláusulas todas e há uma que refere o valor de 125€ caso não queiramos o kit. Ligamos a expor o caso e a colaboradora começou a alterar o tom de voz e a dizer que tinhamos que pagar o Kit que nos tinha sido “oferecido”, declarando que tínhamos assinado um formulário onde aceitavamos as cláusulas. Formulário esse que nem lemos e com a insistência da comercial assinamos. Volto a referir que a mesma disse que não havia compromisso nenhum. Infelizmente hoje tenho a noção que é uma prática muito usual da vossa empresa. Usam técnicas comerciais agressivas em pessoas que estão “fragilizadas” emocionalmente. Admito que foi um erro da minha parte ter assinado um formulário sem examinar todas as cláusulas, mas será que não convém à vossa empresa que as grávidas não leiam o formulário?Fico à espera de uma resposta da vossa parte, é uma vergonha aproveitarem-se das pessoas desta forma.
Descriminação com motivo na orientação sexual
Exmos. Senhores,Venho por este meio comunicar a descriminação que sofri aquando me fui disponibilizar para doar sangue no dia 19 de fevereiro do presente ano. O IPST estava a realizar uma colheita de sangue na Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, escola da qual sou aluno e sendo também dador de sangue, já se tendo passado os dois meses desde a minha primeira dádiva, decidi aproveitar e ir doar sangue. Preenchi o questionário, registei-me e fui chamado ao médico onde me foram feitas as perguntas habituais sobre o meu estado de saúde, depois sobre a vida sexual, às quais respondi sempre honestamente, tendo a médica me perguntado se tinha contacto com homens, ao que eu respondi que sim e terminando por me perguntar se eu era homossexual, ao que eu respondi também que sim. A médica prosseguiu, normalmente, mediu-me a tensão e fez-me o teste da hemoglobina picando-me o dedo, ao mesmo tempo continuou as perguntas, questionando-me quando tinha sido a ultima vez que tinha tido contacto com homens. Depois de concluído todo o processo a médica informa-me que por ser homossexual e isso ser um grupo de risco, não posso dar sangue. Fiquei sem reação, parecia que nem tinha entendido bem o que a médica me tinha acabado de dizer e por isso perguntei quando poderia voltar para dar sangue, ao que a médica responde que não posso dar sangue porque sou homossexual e a lei não o permite. Ora isto não é verdade, na realidade, o que está escrito no ponto dois do artigo 12 da constituição portuguesa é o seguinte: Ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual. Tenho plena noção que não sou a única pessoa que já recebeu este tipo de resposta por parte de um funcionário da vossa instituição. Logo na semana do acontecimento enviei um email para IPST a relatar o sucedido e a pedir esclarecimentos, ao qual não obtive resposta até hoje. Venho assim, contactar-vos novamente, na esperança que me esclareçam esta situação e adotem uma posição quanto a este e outros casos semelhantes. Penso ser incoerente rejeitarem possíveis dadores para depois realizarem campanhas nas redes sociais a incentivar à dádiva, assim como acho que não faz qualquer sentido continuar a receber mensagens vossas a informar-me de onde e quando serão as próximas colheitas quando me proibiram de dar sangue.Despeço-me referindo que como não obtive resposta ao meu primeiro contacto, já fiz denuncia do sucedido à Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género e ao Observatório da Discriminação da ILGA.Cumprimentos,Diogo Franco.
MEDICO NUNO PASCOA ME TIROU TODOS OS DIREITOS COMO SER HUMANO
Exmo SenhorCoordenador do centro de saude de PortelDr Bruno SimoesEu Luis Antonio da Costa Teixeira utente do sns numero 497340246 e morador na Rua das Hortas nº 5 em santana 7220-495 e sendo eu nascido e criado em Evora e estando eu a morar aqui apenas a 2 meses o MEDICO NUNO PASCOA ME TIROU TODOS OS DIREITOS COMO SER HUMANO E ESTOU A PENSAR SERIAMENTE EM PROCESSAR PELA VIA JUDICIALEu sofro de dores neuropaticas devido ao desmame das benzodiapinas que infelizmente tenho que continuar a tomar porque o meu corpo cria privaçaoHoje de manha eu fui a Portel Pedir para me mudarem para esse centro de saude, nao quero mais o Nuno Pascoa como meu medico nem fazer Parte desta extensao de saude aqui em santanaEu Trazia Fisioterapia para fazer mas o Nuno Pascoa me mentiu e disse me ia por a fazer fisioterapia em Portel O medico MentiuO MEDICO ME DISSE QUE IA FAZER UM TAC MAS NAO O PASSOU TAMBEM MENTIUDepois eu sou um carenciado pois so ganho 334.00 euros mensais e eu FELIZMENTE SEI AS LEIS PORTUGUESAS e tenho direito a ambulancia para fazer tratamentos no hospital de evoraDR NUNO PASCOA ME MENTIU E EU ESTOU A PENSAR SERIAMENTE EM FALAR COM MEU ADVOGADO PARA PROCESSAR VIA JUDICIAL e dia 11 vou ja falar com a minha advogada em EvoraOS DIREITOS HUMANOS TEM QUE SER RESPEITADOS PORQUE TAMBEM ESTOU A PENSAR FAZER QUEIXA NO TRIBUNAL EUROPEU CASO SEJA NECESSARIOAgradeco que me arranje um medico que respeite acima de tudo as Leis Portuguesas Agradeço a Transferencia de medico de familia o mais rapido possivelAguardo noticiasCom elevada estima e consideraçao
Tempo de espera
Venho por este meio, fazer reclamação do vosso serviço de médico ao domicílio. Liguei a pedir o serviço para o meu filho de 10 meses às 10:09. Depois de 2 chamadas a pedir justificação de ainda não ter informação alguma, escrevo isto às 18:02 e ainda não obtive nenhuma informação e muito menos o serviço para o qual pago. Trata-se da saúde de um bebé. Nem num hospital público cheio eu esperaria tanto tempo. Estou a pensar seriamente em desistir dos vossos serviços.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
