Reclamações públicas

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A. I.
29/09/2020

Fatura paga indevidamente

Fui fazer uma ressonância magnética no dia 30 de Maio 2020 e, aquando do pagamento, foi-me apresentada uma fatura. Sem olhar para o nome da pessoa na fatura, paguei. Dias depois, fui à consulta com o médico para ver os resultados da ressonância e qual o meu espanto quando me informam que tinha uma fatura em atraso. Não paguei a fatura de imediato mas fui investigar. Como não encontrei nenhum pagamento no meu banco no valor de 130€, paguei!Passado uns dias, fui submeter as despesas à companhia de seguros e vi que tinha 2 faturas do mesmo exame. Uma de 65€ e outra de 130€. Posteriormente, reparei que a fatura de 65€ era de outra pessoa. ou seja, paguei a fatura de um outro paciente. Entrei em contacto com a CUF e fui informado que tinha que enviar os comprovativos: de pagamento da fatura errada e o comprovativo do pagamento da minha fatura. Estes documentos foram enviados no dia 21 de Junho 2020. Como não obtive nenhuma resposta nas 3 semanas seguintes e visto que tinha uma consulta na CUF Cascais, decidi questionar o funcionário (sr. Tomé Serrão) que se encontrava no guichet. Este disse-me que não sabia de nada e prontificou-se a enviar para alguém. Pediu que lhe reenviasse o mail original e ele reforçou este pedido. Desde essa altura, tenho ligado por diversas vezes para saber o estado da reclamação e tenho sempre a mesma resposta.. ou seja, está em análise. Estamos a fazer os 4 meses do exame e os 3 meses da minha reclamação. Este assunto é grave, não só o facto de a CUF ainda não ter devolvido o meu dinheiro, como me passou informação pessoal sensivel (nome completo, morada, número de beneficiário, NIF) e médica (tipo de exame) de uma pessoa sem o seu consentimento.Todos os documentos foram enviados para a CUF, pelo que estão na reclamação e no vosso sistema. Peço a vossa ajuda de modo a fechar este assunto. Antonio Felix

Resolvida
L. T.
25/09/2020

Mau atendimento

Bom dia.Venho desta forma expor uma situação desagradável que me fez sentir humilhado e que passo a expor:No dia 24/09/20 ao fim da tarde dirigi-me à Farmácia Lobo em Guimarães, onde sou cliente com ficha há vários anos. Solicitei uma venda suspensa (o que já tinha sucedido ocasionalmente, sem nada a reportar) duma caixa de comprimidos que faz parte da minha medicação crónica. A funcionária perguntou qual era a medicação e eu disse-lhe. Com notória má vontade pediu-me o nome, tendo eu sugerido fornecer o nº de contribuinte, que é prática corrente em qualquer estabelecimento, ela insistiu com o nome, e eu dei-lho. Disse que não encontrava a ficha com o meu nome tendo repetidamente trocado o meu primeiro nome numa clara atitude propositada. Após a minha insistência lá aceitou o nº de contribuinte e disse-me que só havia registos de 2013 2015?? Eu vou lá assiduamente... Então questionei como seria possível nos últimos anos não ter ficado registo nas finanças uma vez que registo sempre as minhas compras com o meu NIF? Finalmente disse que sim que havia registo mas estava numa folha ao lado mais difícil de aceder?... O registo era do último mês de Agosto, quando comprei 2 caixas desse medicamento com receita médica. Afinal constava na ficha de cliente. Contudo, recusou dispensar o medicamento (Serenal 15mg) alegando que tinha sido há pouco mais dum mês e tinha passado pouco tempo...Eu expliquei que tomo 2 comprimidos por dia e tinha estado de férias e que a seguir iria à USF e traria a receita tal como era costume. Nem assim! Após 1/2 hora de péssimo e discriminatório atendimento, saí sem o medicamento. Manifestei o meu desagrado no Livro de Reclamações mas senti-me humilhado... Questiono: quem é que prescreve a medicação e a respectiva posologia, o médico ou o farmacêutico??Atentamente,Luís Teixeira

Encerrada

Acesso a consultas USF Alcabideche

Venho por este meio comunicar a vossa excelencias a reclamação já entregue na ERS.Caros Srs,Nos primeiros dias deste mês desloco-me à USF de Alcabideche para agendar uma consulta para mim e outra para minha mulher, dado o acumular de queixas relevantes, desde a última consulta (há mais de 6 meses). Desloco-me à USF, já que, como habitual há vários anos, é impossível contactar pelo telefone. Ao solicitar a consulta, questionam-me se é de rotina. Informo que não. Sou então informado que a minha médica de familia (Maria João Morgadinho) está de férias até ao final da semana e que me irá contactar, telefonicamente, nas 3 semanas seguintes às férias. Aceito com indignação a situação.Na semana seguinte, dia 11 de Setembro, cerca das 13h, sou surpreendido por duas chamadas telefónicas, consecutivas, da USF. Não atendo pois encontro-me a trabalhar em sessão de julgamento. Tento enviar uma mensagem de volta o que não é possivel (chamada de telefone fixo).Na semana seguinte desloco-me à USF (continuam sem atender o telefone...) para saber qual o assunto . Sou informado que se tratava da consulta telefónica e que como eu não atendi não sabem quando voltarão a contactar, já que não têm regras para seguimento dos utentes quando estes não conseguem atender o telefone.Perguntei porque não agendam com dia e hora as consultas telefónicas (basta usar uma folha de Excel). Responderam que não sabe, mas que seria uma boa ideia.Perguntei quando serei contactado de novo. Responderam que não sabem, porque não têm regra para estas situações.Perguntei se a USF entende que os utentes têm obrigação (como no meu caso) de ficar três semanas a olhar para o telefone para atenderem as chamadas da USF, deixando por isso de trabalhar. Não obtive resposta.Sei que não existe lay-off nem salários em atraso nos serviços de saúde da USF de Alcabideche. No entanto a realidade da esmagadora maioria dos portugueses é bem diferente. Quem não trabalha não ganha e infelizmente mesmo os que trabalham por vezes também não ganham. A falta de profissionalismo e o desrespeito pelos utentes/contribuintes é pornografica!!! Agradeço que tomem boa nota desta reclamação e que implementem as seguintes medidas na USF de ALCABIDECHE:1 - Atendimento do telefone da USF2 - Agendamento de consultas telefónicas com data e hora!!!) quando não for possível consulta presencial3 - Contacto com utente para informação de reagendamento (telefonema, email, SMS), quando ao utente não é possível atenderÉ SIMPLES E NEM SEQUER DÁ TRABALHO!!!Cumprimentos,Paulo Graça

Resolvida
I. A.
24/09/2020

CANCELAMENTO NAO ACEITO

VENHO POR MEIO DESTA, COMUNICAR A MINHA INDIGNAÇÃO , POR NAO ACEITAREM MEU PEDIDO DE CANCELAMENTO IREI QUE TER QUE PAGAR MAIS UM ANO SEM USAR O PLANO DE SAUDE , PORQUE NAO ENVIEI 30 DIAS ANTES DO TERMINO, JA HAVIA PAGO UM ANO SEM UTILIZAR E IREI FICAR PRESA A EMPRESA POR MAIS 1 ANO . ACHO UM ABSURDO TER QUE FICAR PRESA A ALGO QUE NAO QUEREMOS , PERDEMOS O NOSSO DIREITO DE CONSUMIDOR POR CAUSAS DESSAS FIDELIZAÇOES , E EMPRESAS ENRIQUECE MANDANDO PESSOAS A NOSSA CARA PARA NOS AMARRAR . QUANDO É QUE AS AUTORIDADES VAO FAZER ALGUMA COISA?

Resolvida
C. R.
23/09/2020

Exame com custo extraordinário sem consentimento

Exmos. Srs.No dia 18 de Junho de 2020, acompanhei a minha filha ao serviço de ginecologia da Cuf de Cascais, para uma consulta desta especialidade com a Dra. Amélia Oliveira Pedro, consulta esta marcada por mim, tendo em conta que a referida Dra. faz parte da lista de médicos comparticipados pelo meu seguro de saúde Médis.Tratando-se de uma consulta de adolescente, a minha filha entrou sozinha, como seria natural, na sala de observação. No final do acto médico, sou informada que para além do pagamento da consulta normal da especialidade, teria de pagar a realização de um exame especial, com um custo extraordinário de 196,90€, uma vez que o mesmo nem sequer é comparticipado pelo seguro. Quando questionei o serviço sobre este assunto, foi-me dito que deveria ser engano e que iriam verificar. Telefonei inclusive para o próprio seguro conforme me foi sugerido pela Cuf, e o mesmo diz-me que não tem conhecimento de nenhuma análise que não tenha sido comparticipada.Não estando o assunto resolvido, dirigi-me pessoalmente ao hospital da Cuf apresentando a minha reclamação oralmente, na recepção central, sendo que ninguém, me soube explicar o sucedido, concordando finalmente com a incongruência da situação, porque independentemente do seguro em causa comparticipar ou não, qualquer paciente tem o direito de ser informado sobre os demais exames de saúde realizados sobre o mesmo. Com a agravante, no caso descrito, de que se tratava de uma menor. Não deveria a Mãe ou o Pai do adolescente ser consultado e informado sobre a realização deste exame com um custo extraordinário desta ordem de valor, como acabou por acontecer? Tendo a Cuf acesso ao contacto da Mãe, na ficha da paciente, não poderei aceitar que não tenham entrado em contacto comigo, tendo eu mesma estado presente neste serviço, para no final me surpreenderem com esta situação.Considero que estamos face a uma violação do direito ao consentimento informado do acto médico realizado, com várias agravantes. A primeira, foi a de não terem tido o cuidado de entrar em contacto com a Mãe ou o Pai da menor, para a realização de um exame extra à consulta marcada. A segunda, foi a de não terem igualmente informado nem a menor nem nenhum dos Pais, do custo elevado deste mesmo exame, pelo facto de não ser comparticipado pelo seguro descrito na ficha do utente. A terceira, foi a de exigirem o pagamento de um exame, sem sequer facultarem ao utente o resultado do mesmo, sendo que para nós sabermos esse resultado, foi-nos dito pela Cuf que teríamos de voltar a marcar uma nova consulta, com a mesma médica, uma vez que o dito exame foi realizado pelo médico dentro do gabinete. Ora isto é inadmissível! Por todas estas razões que considero de uma enorme falta de respeito para com os vossos utentes, não irei proceder ao pagamento desta fatura, uma vez que nenhum destes exames foi solicitado nem pela minha filha, nem por nós Pais. Caso a Cuf pretenda continuar a insistir, ao ponto de entrar num processo litigioso, estaremos igualmente disponíveis em caso de necessidade, para recorrer aos demais meios judiciais em função da nossa defesa.

Resolvida

Pagamentos sem entrega de Fatura

Exmos Srs,Após 2 exames efetuados no laboratório de Corroios, não me foi fornecida a fatura de Pagamento, para ambos.a Mesma foi pedida no laboratório, mas sempre com a justificação que não é possível imprimir a fatura.Após contactar o contact center é que foi explicado que as faturas são emitas digitalmente directamente no portal do cidadão na forma de talão de taxas moderadoras.Consultei o Portal do cidadão, e não existem quaisquer talões de taxas moderadoras emitidos, após mais de 30 dias após o pagamento dos exames.Conforme o portal indica : A disponibilização da informação é da responsabilidade do local onde o exame é realizado.Informei o contact center do laboratório sobre este dado e passaram a ignorar todos os emails a pedir resolução do problema.- O laboratório não entrega comprovativo de pagamento após receber dinheiro- O laboratório não responde aos emails para resolução do problema.São dois problemas problemas distintos, mas saliento que ignorar a reclamação do cliente por parte duma empresa grande é grave.[Ticket #LOD321] FW: Envio de ResultadosCaixa de entradaxLaboratório JCS [laboratorio@jcs.pt]21/08/2020, 16:22para mimExm.ª Sr.ª Elaine Toso,No seguimento do e-mail recebido, vimos pelo presente informar que, através do SNS, não nos é possível emitir um recibo para o valor pago em taxas moderadoras. Este é diretamente comunicado à ARS e poderá aceder a um comprovativo de pagamento acedendo à Área do Cidadão.Estamos ao dispor para qualquer esclarecimento adicional.Com os melhores cumprimentos,Teresa ViegasO documento não está online, a empresa está avisada e não retifica

Encerrada
M. G.
22/09/2020

Cancelamento de Medicare Platinium Mais Vida

Venho por este meio solicitar o cancelamento do meu contrato com a Medicare - Platinium Mais Vida.Por não ter havido qualquer confirmação da minha parte por escrito da adesão, invoco o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 Fevereiro, Artigo 5º, nº 7 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços “.Por não ter assinado nenhum termo onde conste uma fidelização da minha parte com a Medicare, agradeço que procedam ao cancelamento com efeitos imediatos.

Encerrada
J. M.
22/09/2020

Problemas com acesso a portal

Desloquei-me recentemente ao Hospital Lusiadas Lisboa para uma intervenção medica, finda a qual me foi apresentada a hipótese de receber resultados da biopsia eletronicamente no meu portal de cliente. Aceitei pois evitaria ter de me deslocar e levantar presencialmente os exames. Só que entretanto o Hospital mudou o portal de acesso ao cliente, e o acesso agora accionado remete para um erro em que reloads sucessivos nada adiantam. Emails com pedidos de esclarecimento esbarram num circulo vicioso de tem de vir presencialmente para dar autorização a por os dados no seu portal - apesar de muitas explicações a funcionaria Elisabete Ferreira não percebeu que o meu problema era NÃO TER ACESSO AO PORTAL, e não saía daqui. Contato telefonico pelo 217704040, ou cai a chamada, ou dizem tecle 9 e introduza numero falamos para si em 48 h. Mas coloca-se o numero e cai a chamada. E quando após muitas tentativas consegui finalmente ser atendido por alguém chamada Carla Ferreira, nada estava a resolver senão a chapa 14 habitual, - diz que a equipa técnica não atendeu - quando pedi para falar com o supervisor e depois de ficar a ouvir a música de elevador já nem sei quanto tempo regressou de mãos vazias que também não encontrou o Supervisor. Mas além dos atendedores, alguém trabalha por alí? Apetece dizer E ainda falam da Função Pública. No final, acabei por solicitar que esquecessem os dados no portal e me enviassem os resultados por e-mail, que pelo sim pelo não, confirmei. Agora é esperar. Mas pergunto: é isto a eficiência que campeia ali pelos Lusiadas?

Resolvida
C. N.
22/09/2020

Discriminação e cobrança indevida de exames não solicitados e não autorizados

Venho por meio deste comunicar que Meu nome é Cibele Carvalho, Brasileira , residente em Portugal Algarve Faro a 5 anos, acabo de regressar de uma consulta na clínica Lusíadas de Faro onde:Fui extremamente desrespeitada, constrangida, obrigada a pagar um valor indevido, sofri além de prejuízos financeiros também danos morais, fui enganada, violada em meus direitos enquanto consumidor e enquanto ser humano. Desde a marcação até o final do procedimento onde me obrigaram a pagar um valor indevido.Fui submetida a um exame ao qual eu não sabia que estava fazendo, não solicitei e não autorizei, ao qual fui obrigada a pagar e eu não tinha o valor para o pagamento, tendo que telefonar para outra pessoa ir até a clínica, passar um cartão de crédito que contrair uma dúvida a qual não tenho condições de pagar, além de ficar com esse prejuízo financeiro, fui constrangida e exposta a outros utentes que estavam no local e presenciaram a cena, e acredito ter sido enganada e se tratar de uma situação de discriminação pela minha nacionalidade brasileira. Nada me foi explicado sobre o procedimento. Eu socilitei um exame ginecológico papa nicolau somente este, após o final do exame sem nenhuma explicação me foi mostrado uma imagem em uma aparente tela onde por 10 segundos eu visualizei algo que o médico disse ser meu útero. No final na recepção disseram me que eu havia feito uma ecografia e que teria que pagar. Não me deram nenhum comprovante da suposta ecografia e me obrigaram a pagar um valor de 97€ a mais da consulta dizendo ser de 2 exames, o qual solicitei e autorizei somente 1. Eu não queria fazer outro exame, não solicitei, não autorizei, não possuo nenhum problema de saúde e nem dor e nenhuma necessidade de qualquer outro exame , sendo que fui de livre e espontânea vontade fazer apenas um exame preventivo de rotina de papanicolau. Não tenho como pagar a dívida, fui tratado verbalmente com descaso e acredito ser por discriminação.Minha consulta era para dia 18, me avisaram exatamente no momento da consulta quando já estava no local e tive despesas de deslocamento, que seria adiada para dia 19 por que o médico não estava. Tive prejuízos financeiros e mais o prejuízo financeiro da cobrança indevida. Fui submetida a algo que não sei o que é, não autorizei, não fui comunicada e algo que eu nem se quer tinha conhecimento do valor, pois como não tenho condições de pagar, se eu fosse comunicada teria dito que Não. Desejo ser reembolsada dos prejuízos financeiros , que seja estornado o valor da cobrança no cartão de crédito e retratada pelo tratamento discriminatório. Possuo o comprovante do livro de reclamações que efetuei no momento do pagamento, desejo que está situação seja retratada e outras mulheres brasileiras imigrantes não passem pelo constrangimento, cobrança indevida, procedimento não autorizado e discriminação. Já enviei diversos e-mails, contactei as redes sociais da clínica e até agora não recebi nenhum retorno.

Resolvida
V. R.
22/09/2020

Morte do animal por falta de assistencia

Venho por este meio,informar vossas Exas a indignação e tristeza da perda do meu animal com apenas 2 meses.Levei a minha cadelinha ha vacinação na data 11 de Stembro de 2020,onde disseram que estava tudo bem com o animal.Viemos para casa e a bichinha começou a ficar tristonha,mole e sem apetite.No dia seguinte,12 de Setembro de 2020qual é a minha desilusão a pequena está a vomitar e a fazer fezes um pouco liquidas com vestigios de sangueliguei a veterinária Sara(de seu nome)estive com ela 6mnts e 36seg ao telefone(pelas 17:51m) a qual me disse que nao havia preocupação com a pequena poderia ser uma virose mas para tentar que ela comece frango com arroz cosido.perguntei várias vezes se era necessário me deslocar às instalações veterinárias e a mesma me respondeu que via necessidade de o fazer.No domingo,dia 13 de Setembro de 2020,a pequena ja começou a petiscar um pouco mas nada que se dissesse que a estava a sustentar a nível alimentar.mantive-a sempre hidratada forçando ela beber água por uma seringa mas muito pouco pois ela se negava a faze-lo.Na segunda feira de manhã,dia 14 de Setembro de 2020, acordamos com a pequena novamente a vomitar e as fezes passaram de acastanhadas com raios de sangue para tipo muco de sangue escuro.Voltei a ligar ha dita veterinária,a explicar a situação pelas 13:50m(duração da chamada 3m e 11s) o que me foi respondido:Para não me preocupar porque poderia ser de ela como esta mal disposta e está a esforçar o estômago deveria ser isso que estava a sair pelas fezes.Voltei a perguntar se não era melhor ela ver a cadelinha porque eu não estava a achar normal aquela situação toda,voltou a dizer que não via necessidade e que ha segunda feira era dia das urgências e não via urgência neste caso(qual salientei mais que uma vez que a cadelinha estava só a vomitar e as fezes eram sangue)disse que o mais cedo que a poderia atender era no dia seguinte às 15h da tarde(15 de Setembro 2020).Ainda voltei a ligar no mesmo dia 14/09/2020 pelas 19:31 a explicar que ela precisava mesmo de ser atendida voltei a obter a mesma resposta.A minha filha de 12 anos não dormiu,passou a noite acordada ao lada da cadelinha para não a deixar sozinha,o que é inadmissível pois podia ter prevenido o sofrimento da minha filha e da própria cadelinha,que veio a falecer no dia 15 de Setembro de 2020 pelas 08:35m da manha com espasmos.Liguei há dita sra Veterinária Sara,através do numero de urgências 919 198 297,a dizer que a minha cadelinha tinha acabado de falecer pla falta de profissionalismo dela e preocupação pelo animal e aquela coisa me respondeu:Lamento a sua perda! e eu respondi:Lamenta uma porcaria,você não merece o ar que respira.Passei o fim de semana sempre a dizer que a pequena não estava bem e sempre me respondeu que não era para me preocupar pois não era nada.E agora tenho a minha filha a chorar e a cadelinha que sofreu tanto porque você não a quis atender, morta.Aquela dita me respondeu:Eu disse para vir com ela a uma consulta de urgência! e eu claro,como não aceito mentiras e dizerem coisas que não são verdade,lhe disse:desculpe!!??Deve estar a gozar com a minha cara,sempre disse que não havia necessidade de uma consulta que era apenas uma virose e o sangue nas fezes era de esforçar o estomagoestá dizer coisas que não foram ditas ou feitas.Tanto que me marcou consulta para as 15h da tarde de hoje.Quero que seja feita justiça pela minha cadelinha que tanto sofreu por falta de assistência da veterinária,que lhe deu as vacinas e não sei que mais lhe fez pois não me deixou entrar para assistir há consulta(tenho vindo a verificar que é a única que o faz:leva o animal e não se sabe o que se passa depois).Não quis mais saber como estava a cadelinha e nem se deu ao trabalho de a ver.Quero que se responsabilize pela falta de profissionalismo e respeito pelos animaise pelos danos causados,pois sentimos todos a perda da cadelinha principalmente a minha filha de 12 anos que ainda está a recuperar.Se faça justiça...por favor!!!!

Resolvida

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