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Por motivos particulares a administração do centro de Saúde de Anadia, ou a do ACES Baixo-Vouga decidiu/iram atribuir-me como médica de família, a Dra. M. Frutuoso, colaboradora do Centro de Saúde de Avelãs de Cima. Dias antes desta data enviei um e-mail a anular a dita consulta, pois não necessitaria desta, no entanto, dois dias antes da dita recebo uma msn a confirmar-me a marcação desta.Atendendo, que, entretanto, necessitaria de verificar umas coisas e de marcar algumas consultas de especialidades diferentes, etc, acabei por ir e fui, terrivelmente, atendido pela médica. Pois, desrespeitou o estipulado no novo codigo de confidencialidade dos dados pessoais das pessoas, decretado pela comissão europeia no final do ano passado e transposta para a Lei Portuguesa este ano, ao começar por perguntar-me assuntos para o/s qual/ais não me tinham conduzido até lá. Resumindo, fez-me sentir constrangido de tal forma, que perdera de morte a confiança nela e nem lhe permiti que continuasse a consulta, pois pela atitude brusca que teve comigo, apercebi-me que apenas iria desocupar meu tempo em desnecessárias análises e exames, quando toda essa informação já a detinha ou lhe fora enviada por mim, por e-mail.
cancelamento de inscrição / anulação mensalidades
no passado mês de setembro de 2017, enviei um email a informar que ia fazer um interregno de 6 mêses e solicitava o cancelamento da minha inscrição, informando que tinha conhecimento do pré-aviso de 30 dias.Deixaram de proceder à cobrança da mensalidade.No dia 10 de Abril, recebi uma chamada telefónica do nº 210414098 ( holmes place ) a perguntarem se ia voltar ao ginásio, respondi que não, embora estranhando o motivo do telefonema, reforcei por email nesse mesmo dia o pedido de cancelamento de sócio.A partir desse momento passaram para a pratica de extorsão, enviando à cobrança o mês de Maio e agora o mês de Junho, evocando que tinha pedido a suspensão e não o cancelamento.Procurei o email original que deu origem ao pedido de cancelamento e está escrito cancelamento e não suspensão.Hoje recebi um email do Sr Geoffray Ramos dizendo que pedi suspensão e não cancelamento, quando no email está escrito cancelamento e com um novo argumento de os cancelamentos não puderem ser aceites por email, mas somente presencialmente ou carta registada, isso deveriam ter informado em Setembro de 2017 e não hoje dia 7 Junho de 2018. Solicito o cancelamento de associado e que anulem os pedidos de cobrança dos meses de Maio e Junho no montante de 130,20 euros.
Exames RX e Ecografia Hospital Luz - Oeiras
No dia 04 do corrente mês recorri a esta unidade de saúde para efetuar os exames de Ecografia e RX ao cotovelo direito.Após o levantamento do resultado dos referidos exames, referem os mesmos que os exames que me foram feitos foram (RX) ao joelho direito (??????) e Ecografia ao ombro direito (??????).Com estas trapalhadas profundamente lamentáveis e com devida falta de profissionalismo, questiono se efetivamente os exames são do ombro, do joelho ou até da cabeça ou doutro osso do corpo (estou a ironizar) e se dizem respeito à minha pessoa.Repare-se que dos 2 exames efetuados OS 2 ESTÃO INCORRETOS.Com situações destas como podemos aceitar como credíveis os serviços que nos são prestados?
2 Débitos Directos ainda não CANCELADOS
Apesar de numerosas tentativas, nomeadamente via tel. e mails (anexos) desde 5/2017, ainda não estão CANCELADOS os 2 DD com esta empresa conforme solicitado a 17/1/2017 (conforme doc. anexo).
Cancelamento de seguro de saúde
Em Novembro de 2017 duas das vossas assistentes vieram ao meu local de trabalho propor os vossos serviços. Apesar da minha aparente dúvida em avançar convosco, uma vez que me foi dito que, preenchendo o formulário não haveria compromisso, assim o fiz. Foi me dito que caso quizesse avançar convosco que eu teria que dar a confirmação depois. Ontem, 6 de Fevereiro de 2017 deparo-me com um levantamento de 31,96 ( valor referente a 2 meses) a qual não dei autorização, face áquilo que me foi dito... Uma vez que não usufruo dos vossos serviços porque não quero ( Nao iria dar ordem de pagamento a um seguro a qual eu não usufruísse) eu espero que me devolvam o dinheiro debidado da minha conta. Nunca me dirigi a nenhum estabelecimento vosso após apresentação dos vossos serviços.
Fiquei indignada com o atendimento dado pelo especialista em causa
Fui atendida por um especialista Dr. Pedro M. Mórtágua Velho, na Rua Figueira da Foz, n.º 87, Coimbra que nunca me dirigiu uma palavra, nem mesmo após ter sido saudado, duas vezes, por mim. Este exame foi marcado, via Centro de Saúde, onde referiram que o preço às duas mãos era de 70 euros. No consultório, apenas fiz exame de electromiografia à mão direita, pois as queixas eram nesta mão e não nas duas. Aquando da entrega do exame, pediram-me, 70 euros, apesar de ser apenas a uma mão.Pedi fatura e referiram que de momento não a podiam passar, mas que a enviavam pelo correio.Saí deste local com a sensação de que fui enganada.
Reclamaçao da faturaçao por implantes que nao existem . Pedia a devoluçao dos Valores.
Peço os Valores, sobre os implantes que não existem. e foram faturados,
Recusa de venda medicamento ao valor indicado na receita
No passado dia 01-11-2017, após consulta pediátrica de urgência com o meu filho no hospital da luz, dirigi-me a Farmácia Holon no montijo para levantar a medição constante da receita.No local, e apesar de ter o documento da receita a dizer que uma bomba expansora custava apenas €7.00, foi-me dito que a comparticipação pelo SNS era só valida com uma receita eletrônica, por mais que eu tenha mostrado que a receita em papel que tinha comigo dizia que o artigo medico era comparticipado , a posição da farmácia foi que só podiam vender o artigo a €7 com uma receita eletrônica. Sendo que teria de pagar €35 no momento e através de recurso a uma venda suspensa poderia mais tarde(noutro dia) voltar a farmácia com a dita receita eletrônica para receber o valor de diferença. Dada a urgência do medicamento e do artigo medico(bomba expansora) acabei por pagar os €35 da dita bomba expansora, tendo me sido garantido que bastava deslocar-me a farmácia com uma receita eletrônica e seria feito o acerto e que não havia limite temporal.Ontem, após consulta com a médica de família, foi-me passada nova receita, desta vez a dita receita eletrônica e dirigi-me a farmácia em questão.Ora qual a surpresa que desta vez apesar da receita ser eletrônica, já tem outro problema que impossibilita mais uma vez a comparticipação do dito medicamento/equipamento medico.Para além de já parecer uma verdadeira fraude esta situação com a farmacia, já é o segundo documento oficial do estado/SNS que indica que um determinado artigo é comparticipado e a farmacia recusa a vender ao preço indicado, sendo que paguei 3x mais do que aquilo que é indicado nas receitas.
Serviços não disponíveis
Ex. mos senhores, venho por este meio explicar a razão da minha queixa.1) o dia 3 de julho 2017 pedi para uma EDA de Gastroenterologia ao Hospital dos Capuchos em Lisboa, processo: 13031190Hoje é o dia 17 de outubro e ainda não recebi a carta de convocação, e a consulta de gastroenterologia era suposto ser o dia 20 de outubro.2) preciso de ter certificação das minhas faltas ao trabalho, e preciso marcar uma consulta com o meu medico de família. O que acontece? O serviço SNS 24 não pode marcar por minha conta porque não consegue ver as disponibilidades do Centro de Saúde de Lapa tento marcar ligando o número deles, o 21 393 12 50, e ninguém atende, ou a resposta com seleção pede para escolher uma opção mas não funciona, o menu não reencaminha a chamada.Quando uma pessoa está com febre ou qualquer outra doença, precisa resolver coisas dentro da sua casa, sem cansar-se em sair. Espero que tinham clara a situação, porque o Centro de Lapa é um dos melhores mas ainda não tem bastante informatização.
um falso hospital veterinário
No passado dia 2 de Setembro recorri aos seus serviços com um dos meus cães que tem cerca de 17 anos.Foi necessário ser feito um internamento.Às 11 horas do dia seguinte (domingo) fui eu que telefonei para saber informação do estado do doente (tinha sido informada que ao meio dia o veterinário de serviço mudaria e quis saber do veterinário que o acompanhou a evolução do seu estado de saúde).À hora aprazada para o efeito (4 da tarde) fui visitar o animal e saber, como, após mais de 12 horas de internamento qual o ponto de situação do animal, nada mais natural, sobretudo depois do diagnóstico alarmista de prognóstico reservado, feito pela médica que o assistiu.Na recepção não se encontrava ninguém, embora estivessem várias pessoas na sala de espera. Rapidamente me apercebi que não estava ninguém a tempo inteiro na recepção, só aparecia alguém quando se tocava à campainha e desaparecia depois. Se por qualquer razão quiséssemos sair para a rua tínhamos que invadir a zona da recepção para destravar a porta (a campainha está colocada do lado exterior da porta).Assim que entrei ouvi o meu cão a ganir e ficou assim durante o tempo em que lá estive. Na recepção foi-me dito que aos domingos só havia serviço de urgência e como tal tinha que aguardar que fosse possível ver o cão e falar com um veterinário que fosse para casa que me telefonariam quando fosse possível visitar o cão e falar com o veterinário.Eu disse que esperaria ali.Até ter decidido retirar o meu cão daquela clínica, estivesse o meu cão como estivesse: - Entrou uma pessoa com um cão em situação de urgência (não conseguia pôr-se em pé. Sem qualquer análise da situação, o recepcionista disse que não havia de momento recursos, que fosse para casa e que aguardasse que lhe telefonassem para regressar e ser atendido - Outra pessoa apareceu com um animal para fazer um penso, aparentemente um tratamento de continuidade. Foi-lhe dito para regressar às 7 da tarde!...Resumindo o pessoal existente no hospital, incluindo o recepcionista só podia dar atenção a uma urgência de cada vez!!!!!Como é óbvio, percebi que se o meu animal necessitasse de alguma intervenção de urgência... também lhe diriam para deixar o número do telemóvel que apareceriam quando fosse possível...Depois de todos estes acontecimentos, exigi ser recebida de imediato pelo veterinário responsável e o recepcionista afirmou: - Que me estavam a fazer um especial favor permitirem que eu visitasse o meu cão, por pouco não disse que era um atrevimento eu querer saber informações sobre o seu estado de saúde do meu cão, mas deve ter pensado!!!! ATÉ para uma clínica este conjunto de situações numa hora já não abonava muito à sua reputação, para um hospital que se intitula como de assistência 24 horas é incompreensível.Como é óbvio, retirei de lá o meu animal e levei-o a um Hospital a sério.Quanto às afirmações que faço:- Informação e propaganda enganosaNão me parece suficiente quatro pessoas, mesmo que fossem super-profissionais, para assegurarem serviço de urgência, serviços de diagnóstico, serviço de hospitalização, serviço de recepção e ainda serviço de tosquia (uma das pessoas que estava na sala de espera estava a aguardar dois cães que estavam a ser tosquiados).- Tratamento displicente (no mínimo)Um hospital particular que exige o pagamento TOTAL e IMEDIATO do programa de tratamentos (a prática em Hospitais veterinários dignos do nome, com infraestruturas e meios profissionais a condizer, só exigem uma percentagem de 30% dos custos estimados), é inadmissível que considere um favor prestar informação sobre o estado de saúde dos doentes e que considere o domingo como uma “eventualidade” que se repete todas as semanas.O tratamento dos seus doentes pode ser displicente mas o suporte legal em que se apoiam não é!Não me queriam deixar sair com o animal sem assinar um termo de responsabilidade, transferindo para mim a responsabilidade da situação. Recusei-me a assinar esse termo de responsabilidade tendo, em alternativa, escrito pelo meu punho uma declaração responsabilizando o hospital por ter sido obrigada a retirar o meu animal pelo facto do hospital não ter condições para exercer nem serviços de hospitalização nem de assistência.Já antes da hospitalização tinha sido obrigada a assinar um documento que dizia que EVENTUALMENTE o horário das visitas poderia não ser cumprido face a urgências momentâneas. Esqueceram que o domingo não é uma eventualidade, acontece todas as semanas. E se me obrigaram a assinar esse documento também me DISSERAM que aos domingos SÓ funcionavam como urgência. Ou seja, mais uma forma enganosa de fugir a uma obrigação mínima para qualquer hospital, prestar informação por especialistas do estado de saúde dos doentes a quem é responsável por eles.- Promoverem práticas de serviços desnecessários e mais onerosos:Sem poder afirmar perentoriamente que se tratou de má-fé a realidade é que às 11h a veterinária do Hospital Veterinário da Bicuda disse que o estado de saúde do meu cão era reservado e reafirmou poder ser necessária uma intervenção cirúrgica (já no dia anterior tinha falado nessa hipóteses apontando para um ponto invisível numa radiografia), às 18h noutro hospital (num hospital a sério), essa necessidade, foi completamente descartada mesmo como eventualidade e depois de ter sido feita uma avaliação do estado do cão, levei-o para casa (sem assinar nenhum termo de responsabilidade, já que o estado de saúde do animal não exigia nem internamento, nem nenhuma cirurgia).Mas mais grave que a eventual promoção de serviços desnecessários e mais onerosos é o facto do meu cão, como já disse, ter quase 17 anos e, até para uma leiga uma intervenção cirúrgica num animal de 17 anos é quase o mesmo que falar em eutanásia. Que veterinário propõe uma operação desnecessária, ou com uma avaliação precipitada, sabendo que pode provocar a morte do animal? Que raio de gente trabalha neste dito “hospital”? Que “hospital” é este?
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