Cálculo da pontuação da empresa
Esta pontuação reflete a capacidade da empresa resolver as reclamações dos consumidores.
O cálculo é feito com base em três indicadores:
A pontuação baseia-se nos últimos 12 meses.
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Qualidade do serviço de tratamento das reclamações
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Reclamações recentes
Anestesia mal dada
Exmo. Senhor, No dia 15 de setembro de 2026, desloquei-me à vossa unidade de saúde, Hospital da Luz Oeiras, para realizar dois exames: Videoendoscopia Digestiva Alta (Esofagogastroduodenoscopia) e Colonoscopia Total com sedação. O exame estava marcado para as 11h20, tendo eu comparecido pelas 10h50. Fui chamada pelo assistente administrativo, a quem entreguei os documentos previamente enviados por email, já devidamente assinados. Alguns minutos depois, fui encaminhada para o quarto, onde me foi explicado como deveria proceder até à chegada da equipa médica. Posteriormente, uma enfermeira tentou colocar o cateter intravenoso, verificando que eu não tinha veias muito salientes. Fui picada uma vez, sem sucesso. De seguida, fui picada no local habitual das análises, no braço direito. Ao iniciar a administração do soro, senti ardor, o que comuniquei de imediato. A enfermeira respondeu que era “normal”. Informei que poderia colocar o cateter no braço esquerdo, pois tinha realizado análises uma semana antes e as veias estavam bem visíveis. A enfermeira respondeu que “não podia ser”, alegando que não era o braço utilizado para o exame. Alguns minutos depois, fui levada para a sala de exames. Já posicionada, a enfermeira começou a administrar a anestesia. A médica, estranhou o facto de eu ainda não estar a dormir. Concluiu-se que a anestesia tinha extravasado da veia, acumulando-se no tecido circundante (extravasamento de propofol). Foi então colocado um novo cateter no braço esquerdo e o exame prosseguiu. Ao acordar, comecei a sentir dores no braço direito e até perguntei se ainda tinha algum dispositivo colocado. Recebi um documento intitulado “Cuidados após extravasamento de propofol”, cujas instruções segui rigorosamente. Pelas 21h20, já em casa e após o jantar, comecei a sentir dores cada vez mais intensas no braço, acompanhadas de vermelhidão. Contactei o número de urgência fornecido, tendo sido atendida pela enfermeira , que me aconselhou a dirigir-me à urgência do Hospital da Luz Lisboa. Desloquei-me ao hospital pelas 22h25, onde dei entrada. Nenhum profissional sabia o que se tinha passado. Na triagem, a enfermeira afirmou que “é normal acontecer”. Fui chamada cerca de uma hora depois. A médica informou que não havia ninguém disponível para realizar ecografia. Recebi: · administração intravenosa de anti-histamínico · administração intravenosa de analgésicos · encaminhamento para consulta de cirurgia cardiovascular Saí do hospital por volta da 01h00 do dia 16 de setembro. Tive de pagar a urgência e a administração dos medicamentos, custos que não deveriam ter sido imputados a mim, dado que tudo resultou de um erro clínico. No dia 16 de setembro, não consegui trabalhar devido às dores e à falta de descanso. No dia seguinte, fui à consulta de cirurgia cardiovascular, onde foi realizado um exame Eco Doppler do braço. O médico explicou o motivo da consulta, prescreveu medicação por 10 dias e recomendou que evitasse esforços e exercício físico — atividade que pratico regularmente. Indicou ainda que deveria regressar ao fim de uma semana. Fiquei extremamente desagradada com toda a situação: · pela falha na administração do fármaco, · pela falta de informação clara, · pela ausência de coordenação entre unidades, · pelo impacto físico e emocional, · e por ter Lúpus, condição que torna qualquer erro medicamentoso ainda mais preocupante, não sabendo eu quais poderão ser as consequências futuras. Além disso, fui enviada para uma urgência onde ninguém sabia o que se tinha passado, e tive de suportar todos os custos médicos decorrentes de um erro que não foi meu. Por este motivo, solicito: 1. Devolução integral de todos os valores pagos, incluindo urgência, medicação, consultas e exames relacionados com o extravasamento de propofol. 2. Registo formal de que qualquer cuidado futuro relacionado com este incidente será imputado ao Hospital da Luz, unidade onde ocorreu o erro. 3. Resposta escrita com a análise do caso e as medidas adotadas para evitar situações semelhantes. Informo que apresentei reclamação em ambas as unidades hospitalares envolvidas.
Incompetência dos serviços de atendimento
Exmos Senhores Venho reclamar e chamar a atenção para o seguinte: No inicio de Outubro tentei marcar uma Ressonância Magnética para o Hospital da Luz Oeiras através do Myluz e após uns dias pediram-me por mail cópia de 2 documentos necessários para a realização do exame o que foi enviado imediatamente. Como estive sem resposta durante algum tempo telefonei a saber o que se passava e disseram- me que não havia pedido nenhum !! e ficaram de proceder a novo pedido que foi encaminhado. Mais uns dias sem resposta e novo telefonema a estranhar a demora. Então disseram-me que faltava o tal documento que me tinham pedido inicialmente mas depois lá o encontraram e entretanto a chamada caiu. Novo telefonema (com mais de 15 minutos de espera) e nova resposta que não havia documento nem pedido de exame !!!! Novo encaminhamento para pedir o exame e passada uma hora recebo a informação que o exame estava marcado para o dia seguinte !! Deram-me as indicações necessárias incluindo jejum e no dia e hora indicadas apresentei- me para fazer o exame quando para meu espanto e incredulidade me disseram que o exame estava marcado mas para o Hospital Luz Lisboa. Isto é absolutamente inadmissível e já não é a 1ª nem a2ª vez que tenho problemas com a incompetência dos serviços deste Grupo de hospitais
Exame desmarcad sem aviso
Exmos. Senhores, No dia 13 de Agosto dirigi-me ao Hospital da Luz Oeiras para a minha filha mais nova efetuar uma Audiometria Tonal, marcada pelas 11h45. Para meu espanto, quando cheguei fui informada de que a técnica estaria de baixa e o exame tinha sido desmarcado. O pormenor foi terem-se esquecido de me avisarem. Pedi para remarcarmos e o funcionário informa-me que só tem vagas para Outubro... Ora, este exame deveria ter sido efetuado em Julho (pós cirurgia), nessa data já o tinham desmarcado , porque a técnica estava de baixa e marcaram para Agosto. Pedi para me marcarem para a Luz de Lisboa, mas os funcionários de Oeiras não o conseguem fazer, apesar de ser a mesma empresa. Após ter saído da Luz, abri a aplicação e deparei-me com uma marcação da Audiometria, ou seja, desmarcaram o exame de Agosto, e remarcaram o exame sem falarem comigo. E será que a técnica já não estará de baixa nesta nova data? Será assim tão difícil pagarem a uma técnica de substituição em regime de prestação de serviços? Inaceitável ambas as situações - não avisarem da desmarcação (um telefonema ou um email) e não conseguirem uma técnica de substituição. Cumprimentos.
exames hospital da luz Oeiras
Venho por meio fazer reclamação, pelo péssimo serviço que uma funcionaria do hospital da luz em Oeiras. No ato de uma pré inscrição para a realização de exames pelo que passo a relatar: Os exames foram marcados pelo telefone e foi-me transmitido que o valor a pagar pelos dois exames era 95,00€, e hoje pelas 16:15 dia 1 de Fevereiro de 2023 a colaboradora que me atendeu no guiché 5, senha 195, estava a quebra-me 3 exames no valor de 350€ informação contraditória a que me transmitiram no dia que marquei via telefone o valor era de 95€, a gravação da chamada assim o pode confirmar.Na realidade são dois exames, e não três, como estava a ser vigarizado não foram realizados os dois exames.lamentável o hospital da luz deveria ter empregadas com formação, por se tratar da saúde de pessoas. O serviço nacional de saúde não consegue responder em tempo útil. E assim andamos a ser tratados como bonequinhos da bola Seria melhor que o hospital da luz começasse também a vende bifes nos guichés!!!! MEU RICO PORTUGAL QUE ESTA PERDIDO.CUMPRIMENTOS ALFREDO JESUS
Insistência em dupla faturação
Venho por este meio comunicar a V. Exas que o Hospital da Luz / Oeiras, está a pretender faturar à minha esposa exames que foram feitos e pagos em 18/07/2018.Já foi contestado o novo pedido de pagamento feito com ameaças de cobrança judicial, sobre uma dívida que não existe e que até já está prescrita.
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