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Cobrança abusiva
Olá, boa tarde. Este ginásio tem condutas de má fé. Foi solicitado por telefone o cancelamento, por falta de condições p pagar. Dai me falaram q se cancelassem, quando eu voltasse teria que pagar as taxas tudo de novo e foi feito uma proposta para trancar e me ajudariam cobrando a menor taxa de manutenção, mas não me falaram claramente que tinha um prazo para voltar de 45 dias. Em dezembro recebo um comunicado de mensalidade em atraso. Então enviei um email falando que isso não estava certo, pois eu havia trancado. A atendente respondeu rebatendo que o trancamento é de 45 dias ou 30. Nem lembro. E eu falei que não foi dito isso na hora que eu estava fazendo por telefone e que se eu soubesse disso eu teria cancelado ao invés de trancado. Porque se estou sem dinheiro e sem trabalho, não faz sentido eu retornar a uma coisa que gusta 69€, sendo que tenho que pagar arrendamento e comida. Eu tenho essa responsabilidade. Então ela falou que tinha no contrato. Aconteceu uma parecida no meio do ano de 2020 com a volta as atividades por conta da pandemia. Eles enviaram um email que eu não vi na época, falando que se não quisesse voltar as atividade para responder o email avisando e se não fosse respondido eles iram começar a debitar novamente a mensalidade. ( acho que deveria ser ao contrário, não?) eles nao tem o direito de invadir a conta bancaria de uma pessoa assim. Liguei e falei que isso estava errado e eles devolveram o dinheiro. Outra vez eles cobraram de novo o valor de meia mensalidade, sendo que estavamos parados na pandemia. Para não devolver eu tive que negociar esse crédito para quando eu pudesse voltar. Eles não mandam comunicado com antecedência para avisar a pessoa que o plano ira entrar em atividade pós trancamento e que a cobrança será feita automaticamente na conta. Eu falei que não tinha como pagar o que estavam me cobrando e que não iria pagar se tivesse por uma falta respeito com o cliente pela conduta e condução deles. Hoje acordo com minha conta quase zerada, porque eles descontaram a mensalidade ( detalhe que no corpo de email da cobrança eles pedem para acertar pessoalmente ou por transferência), então como eles cobram automaticamente da minha conta outra vez? Eles não cancelaram a conta como foi pedido no último email falando da cobranças errada? Estou revoltada com essa situação. Um absurdo. Desde já grata pela atenção
Reclamação acerca do Colchão adquirido que não se adequa aos meus problemas de saúde
Em 27/11/2020 fui a esta loja aonde já sou cliente alguns anos e aonde a confiança transmitida pelos colaboradores e simpatia me levaram a ir lá adquirir um Colchão Ortopédico e não ter ido a uma loja de colchões normal. Já que em 2015 tive um acidente em serviço no qual tive de ser operado à coluna cervical, tendo na altura o médico passado uma prescrição médica para aquisição de um colchão ortopédico de medidas standard (1,90/1,40) na altura fui a uma loja normal e aconselharam-me o Articoluna medicinal da Artiflex.Tendo no inicio deste ano tido outro acidente em serviço no qual fiquei com problemas a nível da coluna Lombar, estando neste momento aguardar por uma operação pelo SNS e como e de todo sabido, tanto as consultas como operações através do SNS estão bastante atrasadas por causa do COVID-19. Em 27/12/2020 dirigi-me a esta loja de forma a comprar um colchão ortopédico, aonde mostrei o que tinha atualmente e como os colchões estão sempre em avanços na qualidade e robustez e como tenho a minha coluna bastante danificada, falei com o colaborador na loja levando a prescrição médica e as indicações que o médico tinha dado para o meu problema.Assim sendo e como em loja não tinham nenhum colchão com aquelas medidas e características, questionei o funcionário relativamente a se poderia ir à fábrica experimentar o colchão, o qual me foi transmitido que não era possível por causa do covid-19, mas que se houvesse algum tipo de problema depois de o ter teria 15 dias para o experimentar. Já que tinha de ser encomendado, mesmo sendo uma medida standard. Mas que não me iria arrepender porque era o mais indicado para a minha saúde. Fiz então o pagamento integral adiantado no valor de 1286,00€, tendo ficado registado pela fatura 5708/2020.Assim que o recebi meti na cama e experimentei, logo aí vi que ao me deitar parecia que ficava no meio de uma cova, já que é bastante flexível e mole. Logo não serve para o meu problema de saúde.Na Véspera de Natal entrei em contacto com o colaborador que me tinha vendido o mesmo, o qual me informou que não poderia fazer nada, apenas e só o Patrão é que podia tomar algum tipo de posição. Depois de várias reclamações verbais em loja e depois de ontem ter entrado novamente em contacto com o colaborador que me vendeu o colchão, esta manhã recebo uma chamada de uma funcionária desta loja que disse que o Patrão tinha mandado dizer que não aceitava devoluções nem trocas.Com esta informação, liguei para a Deco Proteste para a parte Jurídica, no qual me indicaram para ir à loja escrever no Livro de Reclamações e depois fazer a queixa aqui no Portal, que só depois poderiam fazer alguma coisa.Por isso e aquilo que pretendo é que o colchão seja trocado por outro mas que não me faça dores nem que acorde com bastante dores nas costas ou então que me seja devolvido o valor pago pelo mesmo.Ficando aguardar por indicações vossasAtenciosamente,Paulo Santos
Evolução processo cobrança judicial
Venho por este meio expôr a vossas excelências o problema que tenho tido com a CUF. No passado dia 3/10/20 fui internada no Hospital CUF Descobertas no internamento de Obstetrícia (através de um episódio de urgência). Tudo correu pelo normal, fiz o pagamento do ato de urgência e, no dia 9/11/20 recebi em casa uma fatura da CUF para fazer o pagamento de todos os consumiveis e atos a que fui sujeita durante o internamento. Ao avaliar a fatura reparei que me são cobrados atos e consumiveis que não correspondem à realidade e não vêm descritos na nota de alta. Ao aperceber-me da situação liguei para o atendimento da CUF DESCOBERTAS, no mesmo dia que recebi a fatura em casa, ao qual me foi respondido que iriam falar com a contabilidade e que iria ser contactada. À data de hoje ainda não fui contactada e já tive que ligar para a linha de atendimento da CUF por 5/6 vezes ao qual me respondem sempre que “vão fazer um reforço”. O motivo da minha reclamação é não só o atraso na resolução mas também a quantidade de mensagens e emails que tenho recebido a pedir a liquidação da fatura. Hoje, 30/12/20, foi-me enviado um email com nota de um processo de cobrança judicial. Voltei a ligar e foi-me respondido “vamos reforçar”. A situação tende a agravar-se e a levar uma evolução judicial estando o meu pagamento apenas pendente pelo atraso no contacto por parte da CUF.
Apropriação indevida
Venho, por este meio, comunicar a V. Exas. que no dia 14/12/2020 fui contactado pela Clínica Saúde Viável, informado de que havia condições especiais para realização de implante capilar, quais sejam, desconto de 500 euros (o valor total da cirurgia deixava de ser 4.750 euros e passava a ser 4.250) e financiamento de 48 meses (no valor de 88 euros por mês, durante 4 anos), bastando, para tanto, que eu efetuasse imediatamente uma transferência bancária no valor de 250 euros em favor da clínica Saúde Viável. A clínica enfatizou que o referido depósito deveria ser imediato para que eu fizesse jus àquelas condições, que já estavam garantidas e pré-aprovadas, diante do cadastro que eu já havia realizado havia alguns meses. A data da cirurgia já estava, inclusive, marcada para o dia 27/12/2020 na unidade de Lisboa. Entretanto, para a minha surpresa, 3 dias depois, isto é, dia 17/12 a Clínica informa-me por WhatsApp que meu financiamento não foi aprovado, mas que eles poderiam fazer a cirurgia mediante pagamento à vista, ao que recusei, considerando que apenas aceitei a oferta por causa do parcelamento, o que eles mesmos reconhecem, já que isso fazia parte da oferta. Tanto reconheceram que me informaram prontamente que meu dinheiro seria devolvido. No dia seguinte (18/12), informei que o dinheiro não havia voltado para a minha conta, ao que me foi respondido, de modo evasivo, que a devolução já havia sido feita e que por demora bancária logo estaria na minha conta, porque o setor responsável já havia procedido à devolução. Já na semana seguinte, no dia 21/12, após verificar mediante extrato bancário que o dinheiro ainda não estava em minha conta, perguntei se a Clínica poderia enviar-me pelo menos um comprovativo de que tentaram devolver o dinheiro, pois nem isso me haviam mostrado. A Clínica passou a dar-me respostas evasivas e a dizer que não poderia exibir nenhum tipo de comprovativo, sob pena de contrariar suas próprias normas contábeis. Nos dias que se passaram, a Clínica parou de responder e o dinheiro mantém-se sob apropriação indevida da empresa, que mentiu sobre a devolução do dinheiro e que agora sequer presta contas a respeito dessa apropriação indevida. Há, inclusive, divergência de versões entre os funcionários, pois a funcionária Claudia dizia que a devolução havia sido feita no dia 18/12, já o gerente Luis Coelho dizia que a devolução havia sido feita no dia 21/12. Isso demonstra que os funcionários inventam cada qual uma data, mas que todos sabem que dinheiro algum foi devolvido, pois todos de recusam a enviar qualquer comprovativo nesse sentido. E agora, como corolário lógico da fraude perpetrada, nenhum deles atende as ligações telefônicas (919 236 623) nem respondem as mensagens de WhatsApp (910 512 856).
Plano de Saúde Platinum Mais Vida
Venho por este meio pedir o cancelamento do contrato com a Medicare, por não tirar qualquer partido do cartão Medicare Platinium mais. Após ter feito a adesão por contacto telefónico da Medicare, há precisamente um ano, e tendo solicitado o cancelamento do contrato disseram.me que não podia cancelar o contrato por ter uma fidelização em renovação de mais um ano, já que teria de solicitar a anulação em Novembro, 30 dias antes da renovação.Sempre cumpri com o meu dever enquanto consumidor de pagar.Sendo que na empresa onde trabalho me oferecem um seguro de saúde, que inclui um plano de saúde, não tenho necessidade dos dois.Sendo que no último contacto solicitei a forma de anular o mesmo à data, sabendo que poderia ter consequências e/ou despesas, no entanto foi-me afirmado que não existia forma de o fazer.A adesão foi telefonicamente, como referido e como nunca foi assinado nenhum contrato para os serviços da Medicare conforme o Decreto-Lei nº24/2014 (que transpõe a a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 no qual é referido que Quando o contrato for celebrado por telefone ou por email, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestadores de serviços, exceto nos casos em que o primeiro contacto telefónico seja efetuado pelo próprio consumidor.Não tenho qualquer interesse em continuar com este plano de saúde.Agradeço assim o cancelamento do contracto com a maior brevidade e/ou que me informem como o fazer. Obrigado.Cordialmente,José Couto
Prescrição de medicamentos
Desde 04/03/2019 que estou a tomar medicação diária, prescrita pelo médico de família da USF Ouriceira (Ericeira/Mafra).Por norma, sempre que a medicação se encontra próximo do fim, contato a USF referida por email e é-me enviada para o telemóvel a prescrição eletrónica.Como a medicação se encontrava quase a terminar, enviei um email em 07/12/2020 para a USF Ouriceira (usf.ouriceira@arslvt.min-saude.pt) a solicitar nova prescrição, do mesmo medicamento e na mesma quantidade, pedindo para me ser enviada para o telemóvel.Não obtive qualquer resposta.No dia 15/12/2020 voltei a enviar um email a solicitar informação se seria ou não passada a prescrição, para saber como teria que fazer para não ficar sem medicação.Não obtive resposta.No dia 16/12/2020 fiz nova tentativa de ser esclarecido, via email, dado que os medicamentos se encontravam praticamente no fim.Não obtive respostaAs tentativas de contacto via telefone são inúteis porque nunca são atendidas as chamadas.Neste momento encontro-me sem medicação, sendo obrigado a recorrer a um médico privado para ultrapassar o problema.
Recusa em entregar certificado de autenticidade de lentes monofocais
Após a aquisição de um par de óculos graduados na loja Multiopticas AcquaPortimão no passado dia 27/09/2020, venho por este meio solicitar a vossa intervenção jurídica no sentido obter o correspondente certificado de autenticidade das lentes monofocais da marca Hoya, uma vez que a empresa em questão até esta data e após várias tentativas se recusa a facultar o referido comprovativo, justificando que a marca mencionada normalmente não faculta esta certificação aos seus clientes. Este facto não é correto nem verdadeiro, pois em todas as outras oticas onde tenho adquirido óculos graduados para a minha família tenho obtido sem ter de solicitar o respetivo certificado de autenticidade e garantia em formato de cartão de crédito, com toda a informação das lentes colocadas. Só assim o cliente pode ter a certeza de que as lentes que adquiriu correspondem exatamente ao pretendido.Antecipadamente grata pela vossa atenção a este assunto.
falta do pagamento de indenização
venho por esse meio comunicar que a empresa Intercorpus lda, pela qual trabalhei no período de 1 ano (14 de outubro de 2019 á 12 de outubro de 2020) cessou meu contrato e não me pagou a devida indenização
Cobrança indevida
Boa noite,No dia 10 de Agosto desloquei-me ao HPBN para a realização de uma consulta.Após a consulta foi solicitado pela médida a realização de uma análise/exame urgente.Deslocamo-nos ao balcão do hospital com a prescrição, tendo o mesmo sido orçamentado em 40,00€, valor que foi pago pela factura V FRBN2020/0000119499 e realizado o exame de forma imediata. Não foi realizado qualquer acto médico adicional.O resultado do exame foi comunicado na aplicação móvel do HPBN no dia 13 de Agosto.No dia 14 de Agosto de 2020, fui surpreendido por telefone para o pagamento de uma nova factura (F BN2020/0000061350) no valor de 136,50€ relativa ao mesmo exame médico realizado no dia 10 de Agosto.Foi-nos indicado que existiu um erro de facturação por parte do hospital e como forma de remediação, foi-nos solicitada a apresentação de um P1 para o efeito, a ser obtido pelo médido de familia no centro de saude. Tentamos obter o mesmo, porém, o centro de sáude apenas emite P1 para o laboratório associado ao mesmo, logo não seria válido para o efeito.Entretanto chegou a nova factura a casa, tendo sido explicado ao telefone que não efetuaríamos o pagamento da factura, pois o orçamento apresentado não foi esse e sendo um erro do hospital, o mesmo teria que assumir o seu erro.Se o orçamento inicial fosse o correto, nomeadamente + 136,50€, teria repensado a situação e efetuado o exame pelo SNS (provavelmente sem qualquer custo!)No dia 15 de Outubro, fomos novamente a uma consulta, tendo de forma imediata sido negada a admissão por parte do hospital e exigido o pagamento da factura anterior.Explicamos novamente os mesmos factos e expressamos o nosso desacordo pois, foi-nos apresentado um orçamento para a realização do exame o qual foi pago no momento. Não é correto depois da realização do exame, indicar que houve um erro por parte do hospital e inputar esse erro ao cliente, quando já não é possível voltar atras.Perante a intransigência do hospital, não podemos efetuar a consulta, tendo sido registada reclamação por escrito no livro de reclamações (reclamação N. 30186336).Recebemos a resposta à reclamação por carta postal, assumindo o erro de facturação do hospital, porém não se pronunciando quanto à anulação da factura.Posteriormente fomos contactados por telefone no dia 9 de Dezembro com a indicação que se a factura não fosse paga, o hospital avançará para contencioso.Não concordo de todo que tenha que pagar uma factura por um valor que não me foi comunicado no momento correto antes da sua realização. Estamos a falar de uma diferença mais de 400% de erro. Se foi um erro do hospital, deve ser o hospital a assumir o seu erro e não imputar o mesmo aos seus clientes.Assim sendo, solicito mais uma vez a anulação da factura.Cumprimentos,Ricardo Silva
desagrado com serviços prestados
Eu, Eva Clara Fernandes Pereira, portadora do cartão de cidadão nº 08586037, venho por este meio apresentar a minha insatisfação e total desagrado com duas situações, no âmbito dos serviços prestados pela Clínica Swiss Dental Services, situada na Rua Vale de Lobos, 18, R/C Drt, Guimarota, 2410-078 em Leiria.Neste sentido a 24 de Dezembro de 2020, fará 17 meses que aceitei um orçamento (ficha de consulta de avaliação ID:167025 de 24-6-2019, na Swiss Dental Services de Leiria) para colocação de implante, coroas e respetiva higiene oral.Para conseguir fazer este conjunto de tratamentos, apresentado em orçamento, e tendo em conta o seu respetivo valor, recorri a uma entidade credora, designada, ABANCA.A 24-6-2019 foi-me feita uma limpeza oral, o que veio a desencadear todo o tratamento previamente orçamentado.Em Março deste ano, por altura da submissão do IRS, tive conhecimento, por parte da gestora do meu processo clínico que, a Swiss Dental Services já tinha recebido, em Janeiro de 2020, a totalidade do valor correspondente ao orçamento dos meus tratamentos. Curioso será dizer que, coincidentemente foi a partir deste período que começaram as anulações e reagendamento das consultas, arrastando a conclusão dos diversos tratamentos. Entendo que o COVID19, possa ter contribuído para algum atraso na finalização dos tratamentos a decorrer. Entendo que doenças inesperadas dos profissionais de saúde, que me acompanham, possam surgir, situações e motivos apresentados pela clínica como desculpa para os constantes reagendamentos. No entanto, toda esta situação aqui exposta forçou-me a apresentar, por escrito, o meu total desagrado e descontentamento, na medida em que, não tenho verificado um esforço, por parte da clínica, para acelerar o término dos meus tratamentos. E a mesma tem continuado a prestar os seus serviços. A falta consideração com o facto de, a cada marcação e consequente adiamento de consultas, implique da minha parte, um grande esforço na gestão de ausências laborais. Por outro lado, gostaria de salientar ainda, a falta de cuidado com o facto de me ter sido administrado, uma SEGUNDA vez, uma substância penicilina, á qual sou alérgica e que poderia ter provocado graves consequências no meu organismo, não encontrando explicação para tal ocorrência, pois já estavam cientes dos respetivos efeitos que poderiam causar.Mais uma vez reforço e reconheço que, a situação da pandemia instalada no país, coloque muitos entraves à prestação do melhor atendimento possível, no entanto, não serve, nem deve de servir como desculpa para tudo e até mesmo para a ocorrência de erros grosseiros.Perante todo este cenário, lamento não poder dizer que esteja satisfeita com o serviço que me é prestado pela vossa clínica, uma vez que, a minha saúde foi posta em risco e em 17 meses não concluíram os meus tratamentos por sucessivos adiamentos, levando-me a pensar que passei a ser uma paciente de segunda.Assim gostaria de solicitar a resolução imediata da minha situação.
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