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Atraso de 2 meses na entrega do produto
Fui fazer a minha avaliação na clinica da Smile to Impress em Lisboa em Novembro 2020. Uma vez que recebi o plano dos meus aparelhos, paguei com a promessa que ia receber os meus alinhadores em breve. Estamos em Fevereiro, 16 de Fevereiro 2021 e ainda não recebi os alinhadores. O responsável da impress em Lisboa nunca mais me mandou noticias ou informações sobre os meus alinhadores e a clinica esteve fechada por casos de COVID, razão que foi usada como desculpa pelo atraso. No entanto falei com o numero de apoio ao cliente da Impress e parece que os meus alinhadores estejam em transito mas com problemas em chegar por causa das fronteiras fechadas. Agora, não se explica como é possível que o resto das encomendas que fiz durante os tempos de covid chegou a tempo mas por acaso os alinhadores da Impress ficaram presos à fronteira. Disseram-me que o responsável da clinica da Impress em Lisboa ia entrar em contacto comigo, mas obviamente não recebi nenhum contacto. Este atraso está a causar um atraso na resolução dum problema de saude, pelo qual acho a falta de atenção da Impress ainda mais grave.
Atraso de 2 meses na entrega do produto
Fui fazer a minha avaliação na clinica da Smile to Impress em Lisboa em Novembro 2020. Uma vez que recebi o plano dos meus aparelhos, paguei com a promessa que ia receber os meus alinhadores em breve. Estamos em Fevereiro, 16 de Fevereiro 2021 e ainda não recebi os alinhadores. O responsável da impress em Lisboa nunca mais me mandou noticias ou informações sobre os meus alinhadores e a clinica esteve fechada por casos de COVID, razão que foi usada como desculpa pelo atraso. No entanto falei com o numero de apoio ao cliente da Impress e parece que os meus alinhadores estejam em transito mas com problemas em chegar por causa das fronteiras fechadas. Agora, não se explica como é possível que o resto das encomendas que fiz durante os tempos de covid chegou a tempo mas por acaso os alinhadores da Impress ficaram presos à fronteira. Disseram-me que o responsável da clinica da Impress em Lisboa ia entrar em contacto comigo, mas obviamente não recebi nenhum contacto. Este atraso está a causar um atraso na resolução dum problema de saude, pelo qual acho a falta de atenção da Impress ainda mais grave.
RETIFICAÇÃO E ACERTO DE CONTAS
Ao Hospital Cuf Porto, S.A.CUFP / 116313D´ ALMEIDA, MARIA LUÍSA FIALHOCli.Único: 1417405Episódio: 11070834Data: 2021-01-12Recibo de Adiantamento HCPA2021/301A supra-citada doente / Cliente deu entrada nas V/ Urgências no dia 12 de janeiro p.p., cerca das 09:00.Mediante os sinais e sintomas não era COVID19, pois o seu quadro clínico era o de um problema neurológico, já diagnosticado no Hospital de Pedro Hispâno pelo Professor Doutor Paulo Coelho, Neurocirurgião.Após exames complementares de diagnóstico, com a descrição na *Fatura/Recibo V HCPFR2021/0000008916 (1.../3pp), no valor de €533,00 bem como os Actos e Consumos do mesmo doc. (2.../3pp) *Fatura/Recibo V HCPFR2021/000000 no valor de €479,22 a ainda doente foi internada. Para tal, e usando o Cartão Multibanco, fomos obrigadas a pagar € 4.650,00 como é descrito no Recibo de Adiantamento N.º HCPA2021/301 com o N.º de Episódio: Internamentos - 149266. Questionada a V/ Funcionária acerca de tal montante, respondeu que a doente poderia ser positiva ao teste do Covid e este montante pago antecipadamente seria para entubar e ventilar a doente. Quando finalmente a doente foi internada, perguntei ao Corpo Clínico quando poderia visitar a Senhora minha Mãe, ao que me responderam nunca antes das 48 horas.No dia seguinte, 13 de janeiro p.p., recebi a chamada telefónica do Sr. Dr. António Sampaio «para dar a boa notícia»: A Mãe testou negativo ao COVID19 está na Medicina Interna tem os valores de Sódio e Potássio muito em baixo, mas neste momento está a recuperar muito bem, uma vez que se encontra em ambiente hospitalar. No segundo dia de internamento, após as 48 horas, o Sr. Professor Bettencourt telefona para a filha, pois a doente já pode receber Visitas. o que de facto se sucedeu.No dia seguinte, o Irmão da Doente Eng.º Inácio Fialho de Almeida, realizou visita. Mas, nessa mesma noite, a Senhora Maria Luísa Fialho D´Almeida veio a falecer.A informação do falecimento desta doente, foi prestada via telemóvel pelo Sr. Professor Bettencourt.Quando foi humanamente possível ir levantar os bens materiais da falecida, dirigi-me aos Serviços Administrativos (os que se situam nos Serviços de Urgência) para rectificar e fazer o acerto de contas referente ao Recibo de Adiantamento em epígrafe. A Funcionária entrega a V/ *Fatura/Recibo V HCPFR2021/0000012715 com a Data de Emissão 18/01/2021 Cliente Nr. 998 NIF 110485670 com o Acto 98000818 de 12/01/2021 EPISÓDIO DE INTERNAMENTO SEM UC, QTD 1.0 Valor Unitário e, Valor Total €4.650,00 sendo que assim a CLIENTE não paga e não fez o acerto de contas.Preencheu-se a Declaração Ficha de Dados Para Reembolso Pecuniário Cliente N.º 116313 após telefonemas internos entre os V/ Serviços envolvidos na questão. Ainda assim, a Cuidadora Informal, filha mais nova da Cliente falecida reclamou pois o encontro de contas e seus acertos já deveriam estar processados, ao que a Funcionária respondeu estar o dinheiro em Lisboa. Mas se a Cliente pagou no Porto?? Vá para casa que depois será contactada. Passaram-se os dias e comecei a tentar, novamente, com o meu tempo e com o meu dinheiro, resolver de uma vez esta questão em título, sem qualquer sucesso e muito sofrimento.Via CTT, na Morada de residência da Cliente falecida chegou a *Fatura/Recibo V HCPFR2021/0000015312 Data de Emissão 20/01/2021 Cliente Nr 998 - atentar que a doente tem dois números (??) - desta vez no valor €3.168,00.Acontece que a Data, o Acto e as Quantidades estão erradas.É um erro grosseiro, que não é verdade, o que diz respeito a INTERNAMENTO - OUTROS, acto 99040003 denominado por: Serviços de Apoio À Estadia do Acompanhante - 5.0 (noites). Ora, de recordar que à filha e Cuidadora Informal da Doente, SÓ lhe foi permitida a Visita após 48 horas de internamento, no âmbito do estado de pandemia em que Portugal se insere. Novamente perdendo o meu tempo, dinheiro e com muito sofrimento, tive de retomar o assunto em m/ mãos. O telefonema, tal como todos os outros anteriores, estará gravado ao V/ dispor. A interlocutora que atendeu, compreendeu de imediato o erro. Aliás, comentámos juntas, que nem fazia sentido um(a) Acompanhante continuar uma estadia no Hospital (ainda por cima durante a pandemia da COVID19) quando - a - Cliente / Doente - já - havia - falecido.Nem antes, durante ou depois, teve Maria Luísa Fialho D´ Almeida Acompanhante.Assim, RAQUEL FIALHO DE ALMEIDA PEREIRA DELGADO, vem respeitosamente solicitar, mais uma vez, uma atenção cuidada acerca do exposto, de modo a receber o que é justo e de lei.
Facturação indevida
Venho junto de V.ª Ex.sª apresentar uma queixa contra o SAMS/SBSI – Serviço de Assistência Médico Social/Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas pelo facto de esta entidade me ter apresentado uma fatura de 3,0€ correspondente ao descrito como Kit de exame simples, quando em 2021/02/03 me dirigi ao Hospital do SAMS para efectuar uma MAPA, exame carfdiológico. A descrição do facturado é falacioso, já que nada me foi apresentado como constando de qualquer Kit: não me foi fornecida nenhuma máscara, como hábito em outros centros clínicos e hospitais privados (CUF e Clinica de Stº. António, p.ex.), nenhum gel desinfectante ... nada. O procedimento seguido foi exactamente o mesmo que na Clínica Cecliroma, ou seja, passaram um spray sobre os aparelhos e acessórios a utilizar, com a diferença que na Cecliroma nada me foi cobrado. Não tenho que pagar, creio, por uma providência de base, ou primária nesse caso teria também que pagar pelo facto de alguém varrer o chão e eu o pisar já limpo. Este é um comportamento deplorável e condenável. Solicito ser ressarcido do valor indevidamente cobrado, rogando a vossa intervenção se necessário.Com os melhores cumprimentos,António Silva
Acordo ADSE
Na marcação telefónica de um exame na Cuf Santarem, Foi-me confirmado que este era comparticipado pela ADSE mas na hora do pagamento disseram que não era e que tinha de pagar 80 Euros. Confirmei com um estabelecimento similar que o preço para o utente ( comparticipação ADSE) é 11,35 Euros.Saí sem pagar e fiz reclamação no livro eletronico. Aceito pagar os 11.35 , mais que isso é um verdadeiro atropelo aos direitos do consumidor.A audição da chamada é possivel pois foi gravada. Foi realizada às 14,26 e teve a duração de 6min e 11 seg
Encomenda não entregue
Assunto: Encomenda não entregueEncomenda: 253423Exmos. Senhores,Após diversas tentativas de contacto com a empresa Alensa na qual foi efetuada a compra e a transportadora responsável pela entrega, até o presente momento ainda não recebi o meu pedido 253423. A empresa de entrega informou destinarário ausente, pois a informação é falsa e possuo provas.Como tal, esses produtos encontram-se prescritos no pedido, em conformidade com o disposto na Lei, solicito o quanto antes a entrega.Assim, serve a presente missiva para solicitar a devolução do referido vaçlor pago, invocando expressamente a prescrição para todos os efeitos legais.Aguardo resposta por escrito e estorno dos valores pagos, no prazo máximo de 3 dias.Com os melhores cumprimentos,
Reclamação higienização consulta dentária
Venho pela presente meio, expor reclamação com ocorrência no dia 05-10-2020 na clínica Centro médico dentário do Bolhão pelas 12.30h. No dia acima referido, eu, Joana Catarina Pereira Soares, com número contribuinte 232065900, paciente da clínica desde de Outubro de 2018, dirigi-me à mesma, para mais uma consulta de manutenção.Fiz o check-in como programado e à entrada da clínica, foi cumprido as regras de segurança, implementadas pós pandemia (desinfeção de mãos, medição de temperatura e colocação de uma touca) e foi efectuado o pagamento no acto, no valor de 55€.Fiquei aguardar na sala de espera e passado alguns minutos fui chamada pela Dra. Margarida, para o acto médico. Dei entrada no consultório n.1.Aguardei de pé a indicação da Dra.para que me poder sentar na cadeira.A autorização foi dada, foi me pedido para retirar a máscara e passar um líquido de desinfecção bocal.Posto isto, deparo-me com a falta de higienização da pia da cadeira.A mesma encontrava-se com sangue em toda superfície e com cabelos de cor escura (pretos).Fiquei perplexa com a situação, chamei atenção da Dra em questão do sucedido e fiquei ainda mais perplexa e indignada com comportamento da mesma.Não apresentou qualquer desculpa e com alguma arrogância procedeu a uma limpeza superficial, ao borrifar um detergente de limpeza e passar uma folha de papel. Após tal acto, pedi para chamar um superior, Dra Daniela, ao qual me faz um pedido desculpas e me sugere para trocar de consultório.Mediante esta situação, a credibilidade da clínica numa higienização básica ficou em causa e foi instalada todas as dúvidas na realização de toda a desinfecção antes de cada consulta.Ainda mais caricato, é o facto de ter sido implementado pelo espaço, a cobrança extra de 5€, para uma desinfecção mais rigorosa pós pandemia e verificica-se que os procedimentos básicos, impostos pela direção geral de saúde, em qualquer acto médico, não se verificou.No mesmo dia, fui contactada a pela clínica, pela Dra Daniela a informar que ia ser instaurado um processo de averiguação na falha grave em causa, que administração já tinha sido notificada do sucedido ao qual sugeria, como forma de minimização/compensação a não cobrança de todos os gastos até ao fim do tratamento. No fim do contato, peço seja enviado por escrito, via email, o telefonema tido e as intenções. Mediante esta situação grave muito grave, que põem em causa todos os cuidados de saúde pública a todos os pacientes que frequentam a clínica e que fragiliza a confiança de continuar e terminar qualquer tratamento na clínica, procedi com reclamação na clínica, no portal da queixa, reenvios de emails, telefonemas e passados 4 meses não recebi qualquer esclarecimento desta situação grave por parte da clínica.
Cancelamento do contrato
Venho por este meio comunicar a vossas excelências que aderi ao plano de saúde da agilcare, obrigatoriamente com 12 meses de fidelização em que não fui informada de tal na primeira chamada que recebi. Entrei em contato com a empresa para realizar o cancelamento e a atendente me instruiu que teria de esperar os 12 meses, paguei os 12 meses do plano em que não usufrui de nenhum serviço, e estando desempregada desde 2019 não consegui pagar para enviar carta ou e-mail para cancelar a renovação do contrato que foi renovado automaticamente sem o meu consentimento nem aviso nenhum...sendo que passou 15 dias do prazo sem eu saber, gostaria de cancelar o contrato o quanto antes.
CANCELAMENTO DE CONTRATO MEDICARE
Venho, por este meio reclamar publicamente contra a Medicare, apos vários contatos telefónicos, em janeiro 2021 os quais nunca foram produtivos, e os quais não teria provas fisicas, pedi que me contatassem por email, ou carta.Exponho aqui as ultimas comunicações entre mim e a Medicare.Ex.mos Senhores(as) Medicare Na sequência do vosso email.Eu Leonel -------------------------- venho por este meio solicitar a rescisão de contrato convosco, Medicare, com o contrato Nº 45100136686. Invocando deste modo o Decreto-Lei nº24/2014 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), em específico o art.5º/nº7 no qual é referido que Quando o contrato for celebrado por telefone ou por email, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestadores de serviços, exceto nos casos em que o primeiro contacto telefónico seja efetuado pelo próprio consumidor. Após 1 ano a espera, ainda não recebi qualquer contrato, da vossa parte. Na mesma informo, que o vosso próximo debito direto agendado para o dia 05-02-2021, estará disponível para a vossa cobrança, todos os outros débitos diretos serão cancelados a partir desta data. Com os melhores cumprimentos resposta da MEDICAREApoio Reclamações [apoio.reclamacoes@medicare.pt]Mon 01/02/2021 10:02Exmo.(a) Sr.(a) LEONEL ----------------- Agradecemos o seu email o qual mereceu a nossa melhor atenção. Permita-nos esclarecer que o Decreto-Lei nº 24/2014, não tem aplicação no que concerne ao seu contrato, pois conforme é do seu conhecimento, as condições contratuais foram por si validadas, o que resulta na aceitação à celebração do contrato. Nesta sequência, o contrato foi validamente celebrado. Com os melhores cumprimentos, Noemi Torres | Gestor de Clientes | Departamento de Apoio à Reclamação(+351) 219 441 113 | medicare.ptRua Rodrigues Sampaio n.º 103, 1150-279 Lisboa------------------------------------------------------------------------------------ Ora bem não houve mais contatos da minha parte para esta empresa nem haverá, visto esta Empresa não reconhecer, o Decreto-Lei nº24/2014 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), em específico o art.5º/nº7 no qual é referido que Quando o contrato for celebrado por telefone ou por email, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestadores de serviços, exceto nos casos em que o primeiro contacto telefónico seja efetuado pelo próprio consumidor. pois a resposta foi esta como acima referido...Permita-nos esclarecer que o Decreto-Lei nº 24/2014, não tem aplicação no que concerne ao seu contrato.A validação acima referida pela Medicare foi a ativação, dos Cartões Medicare, 2019-12-26, para os poder usar apartir daquele momento, pois como o próprio Decreto Lei explica e muito bem, não foi assinado por mim qualquer contrato físico, nem o recebi ate o dia de hoje, pedi que me enviassem o referido contrato por carta, na data do contato telefónico na data 24-12-2019 e nunca me foi enviado.A Medicare usa esta estratégia online, não respeitando os direitos dos consumidores, nem a Lei.O Decreto-Lei nº 24/2014, é bem explicito, sem assinatura de contrato físico.Artigo 5.ºRequisitos de forma nos contratos celebrados à distância 7- Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços, exceto nos casos em que o primeiro contacto telefónico seja efetuado pelo próprio consumidorE passo a citar o Artigo 9.ºRequisitos de forma nos contratos celebrados fora do estabelecimento comercial1 - O contrato celebrado fora do estabelecimento comercial é reduzido a escrito e deve, sob pena de nulidade, conter, de forma clara e compreensível e na língua portuguesa, as informações determinadas pelo artigo 4.º2 - O fornecedor de bens ou prestador de serviços deve entregar ao consumidor uma cópia do contrato assinado ou a confirmação do contrato em papel ou, se o consumidor concordar, noutro suporte duradouro, incluindo, se for caso disso, a confirmação do consentimento prévio e expresso do consumidor e o seu reconhecimento, nos termos da alínea l) do n.º 1 do artigo 17.ºA Lei é clara neste aspeto, nunca recebi nem assinei fisicamente, nenhum contrato, nem nunca concordei com nenhuma outra forma de contrato, nem dei o meu consentimento por escrito.Por estas razoes, e com base na Lei Portuguesa, informo publicamente, declaro NULO o contrato acima referido, cancelando desde hoje dia 06-02-2021 todos os débitos diretos como já referiE mais uma vez informo que todas as vossas comunicações só serão aceites por email ou carta, e não por telemóvel.Com os melhores cumprimentosLeonel
Cobrança indevida de exames
No dia 29 de Junho comparecia CUF ALMADA para fazer os exames de Endoscopia com anestesia p/ exames de gastro Biópsias endoscópica Endoscopia alta (esofagogastroduodenoscopia) Colonospia total e Anatomia patológica exame histológico, biopsia múltipla por órgão (2 a 3 tubos). Antes do exame dirigir-me ao setor de pagamento para pagar os exames e fui informada que eu deveria pagar o valor da tabela pois o PAFLON do meu seguro MEDIS já estava esgotado, e me foi apresentado uma fatura V ALFR2020/0000056970 no montante de € 300.24 e outra fatura V ALFR2020/0000056969 correspondente ao consumo do KIT Exame Especial no montante de € 45.00, perfazendo um total de € 345.24 o qual foi pago com o meu cartão de crédito.No dia 20 de dezembro, ou seja, 7 meses depois recebi uma mensagem no meu telemóvel de que eu deveria pagar a importância de € 70.00 referente a aos exames realizados em 29 de junho 2020. Foi-me enviada via e-mail a fatura ALF2020/0000129896 no montante de € 70.00 correspondente a Serviços especiais Gastroenterologia (polipectomia do tubo digestivo a adicionar ao respectivo exame endoscópico. O que não percebi pois já me tinha sido cobrado a importância de € 70.00 correspondente a Endoscopia alta especificado na fatura V ALFR2020/0000056970.No dia 4 de janeiro 2021 enviei cópias das faturas que paguei e solicitei esclarecimentos os quais não me foram dados. Em resposta me foi enviado um documento do qual me foi creditado o montante de € 35.00 referente a uma consulta que não foi realizada no dia 07 de agosto 2020, pois depois de 1 hora de espera procurei saber se seria atendida pela médica e me foi informado que a médica se encontrava na sala de operação e não tinha previsão para sair. Como eu já havia pago a consulta retornei ao balcão de pagamento o qual me foi devolvido o mesmo valor no meu cartão de crédito. No e-mail o qual me foi enviado o documento acima mencionado constava que, eu deveria pagar caso contrário seria cobrado judicialmente. O que não percebo é que a exigência dos € 70.00 passou de repente a ser exigido € 35.00 e nenhuma explicação me foi dada apesar de vários e-mails que enviei, motivo pelo qual resolvi fazer esta reclamação. Pois não posso aceitar que sejam emitidos documentos para fazerem cobranças fantasmas. Eu paguei a importância de € 35.00 o qual exijo que me seja devolvida.
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