Reclamações públicas

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M. D.
18/08/2025

Encerramento contrato gás

Exmos. Senhores, Nota importante: o resumo aqui descrito está gravado nos diversos contatos telefônicos realizados junto ao atendimento ao cliente da Goldenergy e em SMS recebidos no telemóvel. No dia 07.07.25 solicitei o cancelamento do contrato no. G2298081, de energia e gás. O cancelamento da parte de energia ocorreu sem maiores problemas, estando o mesmo encerrado. O contrato do gás é que ainda não ocorreu e a Goldenergy ainda emitiu fatura de consumo! No dia 30.07.25, o técnico da LisboaGás (Sr. Flavio Virtuoso - Emp SOLUCAOMOVE) esteve na morada e efetuou a retirada do contador/medidor (CUI PT1605000008478723GF), porém não deixou nenhum relatório de atendimento e muito menos o enviou por e-mail. A confirmação desta visita e retirada do medidor está gravada no contato telefônico que realizei junto ao atendimento ao cliente da LisboaGas, no mesmo dia, que solicitou-me aguardar o e-mail do relatório técnico. Após vários contatos com a Goldenergy, sou informado que nada podem fazer enquanto a confirmação do encerramento do referido contrato pela LisboaGas não for feita, e que até lá, continuarão emitindo as faturas. No último contato (14.08.25) me pediram para EU entrar em contato com a LisboaGas e solicitar o tal relatório de atendimento técnico, ou seja, um absurdo, pois não contratei a LisboaGas e sim a Goldenenergy que deveria ser a responsável por todo o processo. Até o momento não há nenhuma perspectiva de solução visto que a Goldenenergy atribui à Lisboagás a resposabilidade de confirmar o encerramento do contrato. Espero que na esfera judicial algum ressarcimento seja possível (LEI no. 24/96, de 31 de julho).

Encerrada
A. G.
17/08/2025

Transação suspensa mais de 30 dias

Exmos.senhores, Efetuei uma venda na aplicação de venda e compra na vinted, o comprador fechou o negócio comigo no valor de 1350€ uma mala autêntica da Louis Vuitton, com verificação de Artigos, tendo sido aprovada na verificação de autenticidade. Ainda assim a vinted assume que o artigo pode não ser autêntico por causa de uma falha na foto do número de série. O verdadeiro motivo deste desentendimento foi eu não conseguir tirar foto ao número de série real e coloquei outro que corresponde à mesma mala! Mas o artigo continua sendo autêntico independentemente desta falha na foto do número de serie, foi inclusive verificado na inspeção de artigos de luxo. Dito isto, eu não percebo porque a plataforma vinted suspendeu a transação com a compradora por mais de 30 dias!! Uma vergonha esperar tanto tempo por uma resolução, o mínimo era receber uma indemnização pelo transtorno causado. Espero que a mala volte para uma segunda inspeção de autenticidade e se for aprovada que me seja libertado o pagamento respetivo que há mais de 30 dias aguardo.

Encerrada
F. T.
17/08/2025

Pedido de reembolso – serviço não prestado (salto de paraquedas)

Exposição dos factos: Em Dezembro de 2023 adquiri dois vouchers para salto de paraquedas (n.º 231118650 e n.º 231118651) junto da empresa Skydive Maia. Desde então, a realização do serviço foi agendada e cancelada pela empresa pelo menos cinco vezes, supostamente por motivos imputáveis à mesma (condições meteorológicas, restrições de tráfego aéreo, falta de autorização). O último agendamento, marcado para 2 de Junho de 2025, foi igualmente cancelado pela empresa, conforme comprovam mensagens enviadas via WhatsApp e email. Após mais de 18 meses desde a compra, o serviço nunca foi prestado. Adicionalmente, uma pesquisa em plataformas públicas de críticas e reclamações, incluindo Google Reviews e Portal da Queixa, evidencia que este padrão de adiamentos e cancelamentos é recorrente e afeta diversos consumidores, reforçando a conduta negligente da empresa. Tentativas de resolução prévia: Foi solicitado reembolso por email em 11 de Agosto de 2025, com prazo de resposta de 3 dias úteis, sem qualquer retorno por parte da empresa. Anexos comprovam comunicações escritas (email e WhatsApp) que confirmam que os cancelamentos partiram da empresa. Fundamentação legal: Nos termos do art.º 4.º e 8.º do Decreto-Lei n.º 24/2014, na falta de cumprimento do contrato por parte do prestador, o consumidor tem direito à resolução do contrato e ao reembolso integral. A cláusula “vouchers não reembolsáveis” não é aplicável quando é o fornecedor que impossibilita a prestação do serviço, configurando cláusula abusiva nos termos dos art.º 19.º e 25.º da Lei de Defesa do Consumidor. Pedido: Reembolso imediato do valor pago pelos dois vouchers para o IBAN indicado no email de 11/08/2025. Anexos: • Cópias de emails de marcação e cancelamento • Mensagens de WhatsApp da empresa confirmando cancelamentos • Pedido de reembolso enviado a 11/08/2025 • Printscreen de críticas públicas online evidenciando padrão recorrente de incumprimento

Encerrada
F. T.
17/08/2025

Cancelamento e ausência de devolução

Exposição dos factos: Em Dezembro de 2023 adquiri dois vouchers para salto de paraquedas (n.º 231118650 e n.º 231118651) junto da empresa Skydive Maia. Desde então, a realização do serviço foi agendada e cancelada pela empresa pelo menos cinco vezes, supostamente por motivos imputáveis à mesma (condições meteorológicas, restrições de tráfego aéreo, falta de autorização). O último agendamento, marcado para 2 de Junho de 2025, foi igualmente cancelado pela empresa, conforme comprovam mensagens enviadas via WhatsApp e email. Após mais de 18 meses desde a compra, o serviço nunca foi prestado. Adicionalmente, uma pesquisa em plataformas públicas de críticas e reclamações, incluindo Google Reviews e Portal da Queixa, evidencia que este padrão de adiamentos e cancelamentos é recorrente e afeta diversos consumidores, reforçando a conduta negligente da empresa. Tentativas de resolução prévia: Foi solicitado reembolso por email em 11 de Agosto de 2025, com prazo de resposta de 3 dias úteis, sem qualquer retorno por parte da empresa. Anexos comprovam comunicações escritas (email e WhatsApp) que confirmam que os cancelamentos partiram da empresa. Fundamentação legal: Nos termos do art.º 4.º e 8.º do Decreto-Lei n.º 24/2014, na falta de cumprimento do contrato por parte do prestador, o consumidor tem direito à resolução do contrato e ao reembolso integral. A cláusula “vouchers não reembolsáveis” não é aplicável quando é o fornecedor que impossibilita a prestação do serviço, configurando cláusula abusiva nos termos dos art.º 19.º e 25.º da Lei de Defesa do Consumidor. Pedido: Reembolso imediato do valor pago pelos dois vouchers para o IBAN indicado no email de 11/08/2025.

Encerrada
S. M.
17/08/2025

Apagam contas sem motivo

No dia 17/08/2025 partilhei uma publicação da ativista Francisca de Magalhães Barros em que indicava os sinais que os pedofilos utilizam nas redes sociais, ou seja como os pais conseguirem identificar que contas de instagram é que são de pedofilios. Logo de seguida o meta bloqueou o meu Facebook e instagram pessoal e mais 3 contas profissionais que tenho!!!! Para revisão pediram uma foto minha e depois sem mais nem menos disseram que a conta foi removida sem direito a recurso!!! Tenho o meu trabalho naquelas contas, muitos clientes vêm através das redes sociais e por alertar os pais sobre a pedofilia violo as normas do meta e acusam-me de exploração infantil?! Exigo resolução disto e que devolvam as contas! saraamachadoo saramachado_doutorfinancas alma.imo lavandariamoss

Encerrada
J. B.
17/08/2025
Dolinasclimbing hotel

Falta de organização na receção do hotel

Tentei realizar uma reserva neste hotel e a experiência foi bastante frustrante. Desde as 14h estive em contacto com a equipa: primeiro, liguei e informaram-me que a reserva só poderia ser feita por email. Às 17h voltei a ligar e, para minha surpresa, disseram que não havia qualquer registo do pedido. Só então enviaram a proposta de reserva, mas esta apenas ficaria confirmada após o envio dos dados do cartão de crédito. Enviei os dados conforme solicitado, mas por volta das 20h fui informado de que os quartos já estavam esgotados, alegando que o meu email “não tinha chegado”. Todo este processo revelou falta de organização, comunicação interna ineficiente e acabou por me causar uma grande perda de tempo. Para um hotel que deveria prezar pela hospitalidade e confiança dos clientes, a experiência deixou muito a desejar.

Resolvida
M. A.
17/08/2025

Encomenda não recebida

Venho por este meio comunicar que fiz um pagamento para PPRO PAYMENT SERVICES SA de 31,99 euros no dia 12-07-2025 e até agora não recebi a encomenda. Obrigada

Encerrada
M. C.
17/08/2025

Cancelamento de Encomenda Não Recebida e Reembolso

Exmos. Senhores, No dia 22/07/2025, efetuei a compra de umas sandálias Birkenstock através do site Ginova Sapatarias, no valor de 74,15 €, tendo o pagamento sido realizado de imediato. Após a compra, recebi apenas um e-mail a informar que o produto seria expedido pela empresa parceira Smooth Saturday. Contudo, até à presente data: • Nunca me foi disponibilizada a fatura-recibo, apesar de já a ter solicitado; • Criei uma conta de cliente no site GINOVA para ter acesso ao desenvolvimento do estado da encomenda, mas nunca consegui aceder à mesma; •Não me foi facultado qualquer link ou número de tracking para acompanhar a encomenda. No referido e-mail inicial constava que a entrega estava prevista para o dia 18/08/2025. No entanto, fui entretanto informado pela Smooth Saturday de que a entrega não será realizada nessa data. Dada a situação, e face ao incumprimento do prazo de entrega acordado, venho por este meio cancelar a encomenda e exigir o reembolso integral do valor pago (74,15 €), sem prejuízo do direito a indemnização por eventuais danos causados. Solicito que o reembolso seja processado no prazo máximo de 8 dias úteis. Cumprimentos, Mariana Correia

Resolvida
P. P.
17/08/2025

Plano Anual Cancelamento

Exmos. Srs, Venho por este meio reclamar a assinatura indevida de um contrato com a DAZN. A situação a que reporto aconteceu no dia 17 de agosto (Hoje), em que a DAZN alega que celebrei um contrato de subscrição com com duração de um ano, feito através de contratação à distância (plataforma online). A situação surgiu no seguimento de uma pesquisa online de um website para ver o resumo do primeiro jogo do Barcelona esta época na liga espanhola. Ao clicar no link fui remetido para a app da DAZN. Anunciavam na app 1 mês de oferta para uso do serviço, sem em qualquer indicação ao consumidor de que para ter acesso ao referido mês experimental teria de ficar associado a um plano anual, que não permitem ser cancelado antes de se passar o referido ano de contrato. Em lado algum, era referida esta situação, e só após terminar o meu registo me apercebi da mesma, pelo que imediatamente procedi ao cancelamento da minha subscrição (minutos depois do registo). Tentei explicar esta situação aos assistentes da DAZN que se recusam em entender a situação alegando que quando me registei para ter um mês grátis, os termos estavam claros, termos esses que expliquei que nem sequer estavam disponíveis para consulta, e que em lado algum me foi dado a escolher um determinado serviço. Neste sentido, e dada a má-fé desta empresa em resolver este assunto de forma própria e justa leva-me a reclamar, visto que as atitudes da mesma são impróprias para com o consumidor e na realidade próprias de uma burla. Acresce ainda que nos termos do artigo 11.º do Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, encontro-me dentro do prazo legal de 14 dias para exercer o meu direito de livre resolução, sem qualquer custo ou penalização. Todavia, ao tentar exercer esse direito, a DAZN não disponibilizou um processo simples e imediato de cancelamento, como a lei exige, criando entraves indevidos ao consumidor. Assim, exijo o cancelamento imediato da subscrição, sem quaisquer custos associados, bem como a devolução de qualquer valor que me cobrem. Aliás, já informei a DAZN que NÃO irei utilizar os serviços deles. Mais informo que, caso não seja cumprida a legislação aplicável, apresentarei queixa junto da Direção-Geral do Consumidor e demais entidades competentes. Atenciosamente, Pedro Patrício.

Encerrada
J. S.
17/08/2025

Reclamação – Exercício do Direito de Livre Resolução – DAZN

No dia 17 de agosto, celebrei um contrato de subscrição com a DAZN, através de contratação à distância (plataforma online). Nos termos do artigo 11.º do Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, encontro-me dentro do prazo legal de 14 dias para exercer o meu direito de livre resolução, sem qualquer custo ou penalização. Todavia, ao tentar exercer esse direito, a DAZN não disponibilizou um processo simples e imediato de cancelamento, como a lei exige, criando entraves indevidos ao consumidor. Assim, exijo o cancelamento imediato da subscrição, sem quaisquer custos associados, bem como a devolução de eventuais valores já pagos. Mais informo que, caso não seja cumprida a legislação aplicável, apresentarei queixa junto da Direção-Geral do Consumidor e demais entidades competentes. Atenciosamente, João Abílio Rodrigues

Encerrada

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