Reclamações públicas

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A. C.
16/11/2016

problma reembolso pagamento por multibanco de 150€ por não enviar encomenda paga

dia 12 de outubro foi pago no multibanco entidade 21312 refª 102 204 090 montante 150€ sr. horacio de carvalho de encomneda cadeira shiatsu, mala de transporte e rolo marquesa, nunca foi entregue pedi devolução do pagamento para meu nib caixa agricola 5200.5204.0040.1088.0016.0, o qual informa que fez transferencia 2ª feira 14 de novembro e nada. Queixa por falta de competencia e Profissionalismo e nao devolver dinheiro pago

Encerrada
A. C.
20/10/2016

Recusa Garantia de reparação

Venho apresentar a minha queixa relativamente a Garantia prestada pela LG Portugal.O meu problema é o seguinte, sou proprietário de um Smartphone LG G2 (D802) o qual a cerca de um ano começou a dar uns problemas, enviei o telefone através da MEO para a garantia 2 vezes em que so a segunda vez é que o problema ficou resolvido.Após cerca de 1 mês de receber o telefone o ecrã no canto superior esquerdo começou a descolar, desta vez como através da MEO demorava muito tempo falei directamente com a assistência técnica da LG em que recolheram o telefone e o entregaram passado pouco tempo e em que me substituíram o conjunto frontal.Estes dias estava a mexer e reparei que o ecrã está a descolar novamente, voltei a entrar em contacto com a LG e fui informado que o telefone já não tinha garantia (algo que já sabia), mas o problema é derivado a ultima reparação, em que substituíram o conjunto frontal, deste modo tanto o painel como a reparação em si deveriam ter garantia, mas a informação que foi passado por parte do atendimento ao cliente é que não tinha.A informação que me passaram é que apenas tem garantia se eu tivesse pago e não durante a garantia, o que significa que qualquer problema que tenha no telefone (em que foi substituído o painel frontal e a placa de circuitos impressa) se algum destes componentes avariar ou se como agora que a reparação foi mal efectuada não tenho garantia.

Encerrada

Calçado com defeito

A 28 de Dezembro 2015, adquiri um sapato abotinado, neste estabelecimento, no valor de 44,95€. Passados 4 meses verifiquei que estavam a descolar e a pele estava com fissuras (faziam passar a água), na parte da frente. Dirigi- me a loja, para que verificassem a situação. Deixei- os ficar e disseram- me que iriam para a fabrica. Volvida uma semana, fui buscá-los e estavam exactamente iguais, apenas aplicaram uma cola, que era visível em toda a biqueira dos sapatos. Fiz reclamação no livro e aguardei. Passados mais de 4 meses não me deram qualquer resposta, voltei a loja e o próprio dono da Loja, mais conhecida por XANCAS, disse- me que era mesmo assim, que estavam normais... Após alguma discussão, disponibilizou- se para os enviar novamente para a fabrica. Mas como seria de esperar, vieram na mesma, pois é um defeito que dificilmente será resolvido com pium pouco de cola e graxa. Na minha reclamação solicito a devolução do dinheiro ou a troca por uns similares novos.

Encerrada
A. C.
14/10/2016
SMK

reclamação por defeito de produto sem devolução do mesmo

Bom dia, no seguimento de um email a pedir ajuda para alguns esclarecimentos, segue em anexo a cópia do duplicado da reclamação que fiz contra a loja SMK do Arrábida shopping, devido a um defeito da marca numa peça de roupa (casaco) que efectuei e troquei pelo mesmo artigo e aconteceu o mesmo, e não se responsabilizaram em devolver o dinheiro, argumentando que era a politica da loja. No entanto o defeito é da marca portanto eu não poderei ficar lesada por uma responsabilidade que lhes cabe a eles (SMK) assumir. Recorri à ASAE para me esclarecer porque nunca mais obtive resposta alguma em relação ao sucedido.Muito obrigada pela atenção prestada,Marlene Ferreira

Encerrada
A. C.
14/09/2016

serviço pós venda

O serviço pós venda é moroso e sempre feito com desconforto...Desde que comprei o carro com a matricula 44-IM-64, que foram surgindo problemas na viatura, problemas que foram resolvidos muito tempo após do inicio da reclamação.No dia 13 de Setembro contatei os dois sócios, informando que o carro está com uma fuga de água e que tem o radiador do arrefecimento da admissão danificado, o carro até 17 de Dezembro de 2016 está na garantia, só que infelizmente não respondem de modo algum, como sempre fazem. O radiador custa 216,44€ e provavelmente será outra vez um problema pagarem este assunto.O carro está com perca de força, morre bastante e gasta mais combustível.

Encerrada
. N.
10/09/2016

Divergências nos valores pagos e na tabela de preços

No passado dia 27 Agosto, dirigi-me a loja da 5asec no Braga Parque de forma a solicitar que me cortassem 4 cortinas (fazer a bainha) cada uma com 1,40 m de largura e 3m de altura. Na funcionária apresentou-me o preço de 14 € por cada cortina, achei caro mas como não tinha noção dos valores praticados paguei. Quando as fui levantar no dia 1 Setembro verifiquei que o preço que estava na tabela de preços para este mesmo procedimento era de 5,90€/m. Quando questionei a funcionário sobre o preço a mesma informou-me que seria cerca de 7€/m. Questionei então como tinha pago eu 10€/m e na tabela de preços tava 5,90€/m e ela estava a dizer-me 7€/m. A funcionária bastante atrapalhada informou que os preços dependiam dos tecidos e da complexidade do trabalho (como cortar bainhas fosse complexo). Uma vez que na tabela de preços não dá a indicação de desde 5,90€/m gostaria de solicitar esclarecimentos da 5asec em relação a este assunto e a ajuda da deco para a resolução deste conflito. Aproveito também para reclamar que pedi fatura com contribuinte e a mesma não me foi entregue.

Encerrada
. N.
25/08/2016

Reclamação sommier

No dia 3 de Setembro de 2015, desloquei-me às instalações da Feira dos Colchões, situada em Leça da Palmeira, com o intuito de adquirir mobiliário para a minha residência. Nessa mesma data procedi à encomenda de um sommier com referência Milão LB.003, com uma alteração na altura da cabeceira. Esta encomenda ficou registada com o código C1509000074, e dela consta um sommier completo com cabeceira e estrado. Ao formalizar esta encomenda foi-me entregue um formulário onde constavam as Condições Gerais de Venda e Garantia. De acordo com o ponto treze do mesmo formulário, a Feira dos Colchões compromete-se a atribuir uma garantia de dois anos ao mobiliário encomendado.A 19 de Setembro de 2015 a encomenda foi entregue na respetiva morada, mas sem a alteração na altura da cabeceira e por esse motivo apenas a cabeceira da cama foi prontamente devolvida para efetuar a devida alteração.Após a entrega da cabeceira com a devida alteração encomendada, no dia 24 de Março de 2016, a cama foi cuidadosamente desmontada para realizar o seu transporte para novo destino. Nesse momento foi notado um forte odor desagradável na estrutura da cabeceira, semelhante a odor de mofo, assim como o aparecimento de ferrugem e “fungos” em algumas partes do estrado da cama. Nesse mesmo dia o mesmo estrado foi limpo para possibilitar o seu transporte sem consequências negativas para a saúde das pessoas que entraram em contacto com o mesmo.Por motivos de força maior, apenas no dia 9 de Julho de 2016, foi possível deslocar-me pessoalmente ao estabelecimento da Feira dos Colchões em Leça da Palmeira para expor a situação e falei com a colaboradora Joana Ribeiro. Toda a situação foi explicada, revelando até que no local onde residia anteriormente existia alguma humidade, não sabendo se poderia ser a causa para os problemas mencionados neste documento. Na mesma conversa a colaboradora Joana Ribeiro deu o exemplo de uma inundação que ocorreu numa outra loja da Feira dos Colchões, onde se encontrava na altura o mesmo modelo da cama adquirida por mim, onde não se verificou o aparecimento de cheiros desagradáveis, ferrugem ou “fungos”. A colaboradora em questão referiu também a possibilidade da matéria-prima usada na construção da cama que adquiri, ser proveniente de um lote com qualidade inferior ao normal, o que poderia resultar num produto com defeito. Esta hipótese foi colocada por semelhança a outras ocorrências que a Feira dos Colchões lidou no passado. Por fim a colaboradora Joana Ribeiro pediu que fosse enviado um email para o endereço “leca@feiradoscolchoes.pt” com a descrição do problema e uma cópia digital da nota de encomenda do mobiliário em questão, email esse enviado por mim no dia 10 de Julho de 2016. Segundo a colaboradora mencionada, esta informação requisitada seria passada ao seu superior através dela e posteriormente a mesma colaboradora entraria em contacto comigo. A partir do dia 11 de Julho de 2016 não existiu nenhuma tentativa de contacto por parte da Feira dos Colchões sobre este caso. Da minha parte foram tomadas várias iniciativas para entrar em contacto telefónico com a Feira dos Colchoes de Leça da Palmeira, até que finalmente consegui falar por via telefónica com a colaboradora Joana Ribeiro. Neste telefonema a colaboradora em questão afirmou que expos a ocorrência ao seu superior e a posição final do mesmo foi alegar mau uso do mobiliário por minha parte e por conseguinte excluiu qualquer ação a partir da garantia que me foi atribuída ao mobiliário.Não satisfeito com o parecer apresentado no parágrafo anterior, dirigi-me novamente à loja da Feira dos Colchões em Leça da Palmeira a 16 de Agosto de 2016 e fui atendido por outro colaborador, seu nome Renato Souto Maior, a quem expliquei novamente toda a situação. Nesta intervenção como cliente, a minha única exigência transmitida foi a deslocação de um técnico à minha atual residência para avaliar o real estado da cama adquirida. O colaborador Renato Souto Maior entrou em contacto telefónico no dia 18 de Agosto de 2016 alegando novamente que os problemas da cama eram resultantes de mau uso da minha parte.Perante o cenário descrito neste documento, ninguém da Feira dos Colchões tem provas concretas para alegar mau uso da minha parte, dado que nenhum funcionário desta entidade avaliou presencialmente o mobiliário com os problemas apresentados. Depois de ter levantado este ponto ao colaborador Renato Souto Maior no contacto telefónico do dia 18 de Agosto de 2016, o mesmo afirmou que após dois dias depois da entrega da cama, se esta não apresentava nenhum problema então a responsabilidade não seria da Feira dos Colchões perante defeitos no produto que adquiri. A cama em questão é completamente forrada a tecido, logo cobre a totalidade do material que compõe a estrutura da cama, neste caso pinho tratado. Isto impossibilita uma verificação visual das condições da madeira que faz parte da cama. O desenvolvimento de odores indesejáveis, como por exemplo por fungos, pode levar muito mais de tempo do que dois dias, como referido anteriormente pelo colaborador Renato Souto Maior, e como tal esse mesmo argumento não será válido.O que foi descrito até este ponto permite concluir que os problemas que a cama apresenta podem ser prejudiciais à saúde e bem-estar de quem entra em contacto com a mesma, e com o parecer da Feira dos Colchões perante este caso, existe a evidência de pressão feita por parte da Feira dos Colchões para que eu assuma a responsabilidade desta situação, resolva a mesma por iniciativa própria e por consequência perca a garantia da peça de mobiliário que me foi vendida.Esta reclamação serve assim para denunciar a falta de responsabilidade e incumprimento de um direito meu como cliente por parte da Feira dos Colchões e apelar uma vez mais ao bom senso dos intervenientes nesta história. A minha única exigência continua a ser a vinda de um técnico à minha residência para avaliar o real estado do produto adquirido.

Encerrada
A. C.
08/08/2016

Engano no pagamento por Multibanco (250.30)

No dia 29 de julho fiz uma compra na loja Continente online no valor de 125,30€, encomenda nº 50928513, para ser entregue ao domicílio no sábado dia 30 de julho entre as 16h e as 18.30h e a pagar com multibanco no ato da entrega. As compras foram entregues com algum atraso, só por volta das 19h, devido a um engano do motorista numa morada. Ao fazer o pagamento a máquina de M.B. não estava a funcionar bem e o senhor insistiu várias vezes para fazer a operação, em algumas dessas tentativas saiu o papel em branco. Só após o funcionário ter metido o rolo de outra forma foi feito o registo.No dia 31 de julho, domingo, fui verificar o meu extrato de conta e vi que os 125,30€ tinham sido lançados 5 vezes e 2 vezes anulados. Restaram 3 parcelas de 125.30€, uma foi o pagamento da minha compra e mais 2 x 125.30 (250.60 €) que o Continente cobrou a mais e têm de me restituir. Telefonei de imediato para linha ajuda continente online e a resposta não me agradou pois tinha que mandar o comprovativo por email e esperar uma semana para me devolverem o dinheiro. Dirigi-me no mesmo dia ao Continente do Rio Sul, falei primeiro na receção e depois com uma senhora da direção que entrou em contacto por telefone com a colega online e explicou-lhe a situação já com os comprovativos do multibanco em seu poder. A colega do online falou comigo pedindo-me o IBAN garantindo-me que no mesmo dia 31 de julho faria a transferência para a minha conta. Estamos no dia 6 de Agosto e ainda nada fizeram. Boa maneira de me calarem, pois acreditei na palavra da funcionária, e uma falta de profissionalismo.Dia 6 de Agosto fui novamente ao Continente no Rio Sul, falei com um senhor da direção que falou outra vez com a colega online e foi-lhe respondido que ainda não tinham feito a transferência e que de imediato a iam fazer. Não dá para acreditar numa situação como esta.Quando há um engano destes o dinheiro tem que ser reposto de imediato na conta do cliente que é o único lesado, em tempo e dinheiro.Todas as deslocações ao Continente e ao banco feitas de transportes, as fotocópias o extrato que pedi no banco e mais grave o meu bom nome, pois tive que dar a cara com explicações a terceiros de pagamentos meus em atraso.Lurdes Ribeiro

Encerrada
H. V.
02/08/2016

reclamação em garantia e resolução de problemas na viatura 80-is-72

Bom dia,Exmos ,senhores, é com grande tristeza que começo a sentir algum desalento com a marca e com a minha viatura. O meu KIA Sorento, com matricula 80-IS-72, datado de Fevereio de 2010 com 7 anos de garantia, efectuou a revisão dos 180.000 km na oficina Auto são Cristovão em Évora. Na altura, foram obrigados a SUBSTITUIR A POLIE DA COMBOTA, PORQUE FAZIA UM BARULHO ELEVADO, POIS TINHA -SE DESVULCANIZADO A MESMA??? Algo estranho. Reclamei para a KIA, e enviaram-me uma informação, referindo que iriam efectuar uma comparticipação na garantia da peça, algo que não foi do meu agrado. Pois, conforme explicação da KIA Motors, a garantia já tinha passado em km e não em anos.Descrição das situações1- No dia em que saí da oficina depois da substituição da polie e da revisão, fui com o carro dar uma volta a Lisboa e para meu espanto o Cruise Control não funciona. Telefono para concessão e dizem para ir lá. Passado uns dias, passo por lá e verificam que o problema é supostamente do anel da resistência do Air Bag que se encontra por baixo do volante. Para resolver o problema seria necessário marcar e deixar a viatura, pois é uma situação que leva algum tempo a resolver....2-Passado mais alguns dias, começo a verificar outra vez o mesmo barulho identíco ao que fazia quando a polie estava desvulcanizada. Vou à concessão e dizem que poderá ser da caixa ou da embraiagem....e dizem-me, se calhar é melhor marcarmos para mudar o óleo da caixa de velocidades.3- Tentei marcar o serviço para um dia...mas segundo o recepcionista não havia óleo da caixa e tinha que mandar vir,como tal o serviço só podia ser feito na outra semana.4- Passado mais uns dias acendeu-me a luz do air bag do passageiro e nunca mais apagou. Hoje,desloquei-me à oficina afim de verificar a situação e com máquina de diagnostico confirmaram um problema no anel da resistência do Air Bag. Disseram-me ainda que os Air Bag em caso de acidente, poderão quase de certeza não funcionar. Gravissímo....Logo hoje que vou fazer uma viagem de 1500km.....Pergunto e se houver um acidente...e os Air bags não dispararem...de quem é a reponsabilidade da KIA MOTORS, do concessionário....uma vez que nem a peça têm em stock...nem disponibilidade oficinal para resolverem um problema de segurança da viatura....Meus senhores, reconheço perfeitamente que o carro tem 184.000 actualmente. É um carro que só viu estrada e campo nem vê-lo.....um condutor.....e reconheço que efectuou as revisões todas na marca, em concessões entre Évora e Beja como podem confirmar se falarem com os mesmos.Agora depois de perder a garantia....em Km e não no ano , uma vez que a viatura só completa os 7 anos em Fevereiro de 2017, há bem pouco tempo, começam a surgir tantos problemas ao mesmo tempo....muito estranho...não acham...Assim, solicito o seguinte,1- Apesar dos 34.000km a mais , solicito que efectuem uma garantia a resistência do anel, pois não é nenhuma peça de desgaste.2- No caso da polie da combota, espero não ter que pagar valor nenhum, pois não compreendo como é que um orgão tão importante como a polie da combota, ao fim de 160.000 km desvulcaniza. E para além disso, não vi a polie que tiraram....acredito na concessão.... 3- Agradeço que um técnico da Kia ,se desloque à concessão para analisar o problema da minha viatura e verificar definitivamente, se o barulho que aparece, é da caixa, se é da embraiagem ou do motor. O certo, é que eu não vi a suposta polie da combota desvulcanizada que retiraram da minha viatura para verificar efectivamente o defeito, apenas acredito na palavra das pessoas que falam comigo.Agradeço uma resposta breve da vossa parte para resolverem os problemas da minha viaturaInformo que esta reclamação foi encaminhada para a DECOCom os melhores cumprimentosHelder Antonio graça Vieira967348429

Resolvida
A. C.
31/07/2016

Furto em balcão de assistência técnica da Apple da Worten Colombo

No decorrer do dia de hoje (31/07/2016) pelas 13:30, dirigi-me à assitência técnica da Apple da Worten (Colombo) para diagnosticar/reparar um problema a nivel de Wi-Fi do meu iPhone6. Para efectuar o diagnostico, foi necessário fazer um reset do aparelho a fim de perceber se era Hardware ou software, que demoraria 5/10 minutos, deixei o telefone com o empregado e fui tomar café, quando regressei ja estava diagnosticado que seria hardware e não software.Dado que o telefone ficou a zeros, pedi ao empregado que me fizesse o restauro do iCloud porque não vivendo em lisboa só iria o poder fazer muito mais tarde, inclusive de noite. Posto isto o empregado aceitou o meu pedido e frisou que iria demorar cerca de 2h e se eu estava disposto a esperar. Eu disse que não me importava, e tal como fiz da primeira vez, saí para regressar ao fim das 2 horas, confiante de que estaria à responsabilidade do empregado. Quando regresso deparo que o aparelho já lá não estava, ao qual perguntei pelo mesmo, ao qual o empregado em questão retorquiu que disse para eu ficar ali ao lado do telefone até que aquilo se resolvesse. Não concordei porque como me tinha ausentado da primeira vez à sua responsabilidade, assim o repeti, dado que me estava a prestar um serviço. Respondeu-me o sujeito que o cliente só ouve aquilo que lhe convém e sacudiu a água do capote de toda e qualquer responsabilidade.Depois de mais de 1 hora desta situação o dito empregando não voltou a aparecer, mas sim os seus superiores que alegam nada poder fazer, porque eu deixei o telefone em cima do balcão e que as imagens de videovigilância só mostram eu a sair da loja e o empregado a entrar no compartimento onde se realizam as reparações. Pergunto eu então onde estarão as imagens que mostram o furto e não só o abandono do local de ambas as partes (eu e o empregado)Resultado: dada esta leviandade e falta de profissionalismo, alguém se fez possuidor indevido do meu telemóvel que ali estava e fiquei lesado não só a nível pessoal, de uma ferramenta importante como do dinheiro ali investido.Já apresentei queixa na PSP da qual aguardo informações a qualquer momento.

Encerrada

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