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Wells – óculos novos, sucessivos problemas, garantia recusada sem fundamentação técnica
Venho apresentar novamente reclamação contra a **Wells Ótica – Braga, Avenida da Liberdade**, uma vez que o problema continua sem solução vários meses depois e a minha reclamação anterior na plataforma DECO acabou por ser encerrada automaticamente, em **4 de outubro de 2026, após mais de 30 dias sem qualquer resposta da Wells na plataforma**. A situação começou com a compra de uns óculos destinados especificamente ao trabalho ao computador. Depois de uma longa espera, levantei os óculos no dia **15 de julho de 2026**. Ao chegar a casa e começar a trabalhar, verifiquei que os óculos não eram adequados para a utilização para a qual tinham sido encomendados. Seguiu-se um processo extremamente desgastante. Tive de contactar a Wells repetidamente por telefone e por e-mail, explicar o mesmo problema a diferentes colaboradores e deslocar-me várias vezes à loja de Braga. Vivo a cerca de 45 minutos da loja e cada deslocação implica tempo, combustível e portagens. Chegou inclusivamente a ser marcada e confirmada por escrito uma reunião por Teams para **31 de julho às 15h30**. Não recebi qualquer link, ninguém me contactou e a reunião simplesmente não aconteceu. Posteriormente, a própria optometrista da Wells confirmou-me por escrito, em **31 de julho**, que seriam fabricadas **novas lentes de acordo com o que tinha sido acordado**. No dia **7 de agosto**, a mesma colaboradora pediu-me que levasse a fatura para que pudesse ser aplicada uma **“new warranty” às novas lentes**. As novas lentes foram-me entregues em **10 de agosto de 2026**. No dia seguinte, **11 de agosto**, comuniquei imediatamente à Wells um novo problema. Os óculos tinham caído uma única vez e as lentes ficaram imediatamente com uma quantidade anormal de pequenos riscos, ao ponto de se tornarem praticamente inutilizáveis para mim. Nunca escondi que os óculos tinham caído. A questão nunca foi saber se uma queda pode provocar um risco. Naturalmente que pode. A questão é saber se é normal que **lentes novas, no primeiro dia de utilização, fiquem cobertas de múltiplos riscos depois de uma única queda**. Uso óculos há muitos anos. Os meus óculos anteriores duraram quase **dez anos** e nunca apresentaram um comportamento semelhante. A Wells enviou posteriormente os óculos para alegada análise técnica pelo fabricante. Apesar disso, foi-me comunicado por telefone que a garantia não seria aceite. A situação passou então a ser acompanhada por uma advogada portuguesa, que contactou formalmente a Wells. A resposta recebida do advogado da Wells limitou-se essencialmente a afirmar que os serviços técnicos do fabricante tinham analisado o produto e concluído que **não existia defeito de fabrico**. No entanto, até hoje não me foi disponibilizado: - o relatório técnico integral do fabricante; - a identificação de quem realizou a análise; - a metodologia ou os testes efetuados; - a descrição técnica dos danos; - a identificação exata das lentes e respetivos revestimentos; - uma explicação técnica da causa dos riscos; - nem qualquer demonstração de que todos os danos resultaram exclusivamente da queda e não de uma insuficiente resistência, qualidade ou durabilidade das lentes. A minha advogada solicitou formalmente estes elementos à Wells. É importante sublinhar que **“não foi identificado um defeito de fabrico” não responde à questão central da minha reclamação**. A questão é também se as lentes fornecidas apresentam a qualidade, resistência e durabilidade que um consumidor pode razoavelmente esperar de umas lentes novas e se o produto entregue está efetivamente em conformidade com aquilo que foi contratado. Acresce que os danos foram comunicados **apenas um dia depois da entrega das novas lentes**, depois de a própria Wells ter confirmado por escrito que estas novas lentes teriam uma nova garantia. Ao longo de todo este processo, tenho colaborado com a Wells, disponibilizado os óculos para análise, fornecido fotografias e documentação e respondido a todas as solicitações. Depois de vários meses, continuo sem uma solução adequada. Considero particularmente grave que: 1. os primeiros óculos já tenham sido entregues com um problema que obrigou à substituição das lentes; 2. as lentes de substituição tenham apresentado um novo problema imediatamente após a entrega; 3. a Wells tenha prometido expressamente uma nova garantia; 4. a garantia tenha sido posteriormente recusada; 5. a recusa continue sem ser acompanhada de uma fundamentação técnica completa e verificável; 6. e a minha anterior reclamação na DECO tenha ficado durante mais de 30 dias sem qualquer resposta da Wells. **Pretendo uma solução definitiva: a substituição das lentes, sem qualquer custo para mim, por lentes de qualidade e durabilidade adequadas ou, em alternativa, uma solução financeira equivalente.** Depois de meses de contactos, deslocações, reclamações e intervenção de uma advogada, considero que esta é uma expectativa perfeitamente razoável. Espero que desta vez a Wells responda efetivamente à reclamação e apresente uma solução concreta, em vez de se limitar a repetir que “não existe defeito de fabrico” sem facultar a respetiva fundamentação técnica.
ncumprimento de recolha de equipamento e retenção indevida de reembolso
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a empresa Cecotec Innovaciones, S.L., devido ao incumprimento nos prazos de assistência pós-venda e retenção de reembolso de um artigo adquirido. No dia 15/10/2026 , a Cecotec aprovou formalmente a devolução do produto 0 Drumfit WOD Rider 3000 Eolo associado á encomenda n.º232489195236240 . Ficou acordado que a marca procederia à recolha da mercadoria na minha morada através da sua transportadora parceira. Contudo, e apesar de o artigo se encontrar devidamente embalado e pronto para envio, a transportadora nunca efetuou a recolha, não cumprindo as datas e os prazos estipulados. Já contactei o apoio ao cliente, mas o problema continua sem resolução e o processo encontra-se estagnado por vossa responsabilidade. Nos termos da legislação de defesa do consumidor em vigor (Decreto-Lei n.º 84/2021), a gestão logística da recolha de um bem devolvido ao abrigo da garantia/direito de livre resolução é da inteira responsabilidade do vendedor, não podendo o consumidor ser penalizado por falhas logísticas de terceiros. Face ao exposto, e visto que a devolução já foi aceite e a recolha está pendente por vossa inércia, exijo a revolução imediata do valor total pago 359 euros pelo mesmo meio de pagamento original, e o agendamento urgente de uma data definitiva para a recolha do equipamento. Sem outro assunto, aguardo uma resposta célere com a resolução deste diferendo, sob pena de avançar com uma denúncia formal junto da ASAE.
Facturas emitidas sem NIF, apesar de pedidos repetidos
Desde Julho de 2026 que o El Corte Inglés emite facturas sem o meu NIF nas encomendas que faço através da Glovo, apesar de o NIF estar registado na Glovo e ser pedido para a factura. A lei obriga a pôr o NIF do cliente na factura quando ele o pede (n.º 3 do artigo 40.º do Código do IVA). O caso mais recente foi a 16/10/2026. A encomenda n.º 101804590116, de 39,51 €, deu a factura simplificada n.º FS 014026040A/011566, sem NIF. Antes disso, a encomenda n.º 101783061363, de 24/09/2026 e no valor de 20,13 €, deu a factura simplificada n.º FS 014026057A/008483, também sem NIF. Desde Julho pedi várias vezes facturas com NIF (casos 24738726, 25187155 e 26615353). Reenviaram-me facturas em nome de consumidor final, um email sem anexo e a factura de outra encomenda. O pedido para o caso subir a um supervisor ficou sem resposta. A factura com NIF da encomenda de 30/07 só chegou a 18/10, quase três meses depois. Aos meus emails de 14, 15 e 16/10 responderam apenas com uma mensagem automática a pedir que preenchesse um formulário. Quero as facturas de 24/09 e de 16/10 corrigidas com o meu NIF e que o El Corte Inglés resolva o problema de vez. Já fiz denúncia à Autoridade Tributária.
Cobrança injustificada de 130 €, ausência de fatura, falta de resposta ou resolução
Apresento reclamação contra a Rádio Popular pela cobrança adicional de 130 € na instalação de um ar condicionado anunciado com instalação gratuita, sem orçamento prévio, discriminação dos custos ou emissão posterior de fatura ou recibo. Após várias tentativas de resolução, continuo sem a devolução do valor, sem documentação fiscal e sem resposta ao meu último email, enviado a 17 de agosto. Solicito a devolução integral dos 130 € e uma indemnização de 200 € pelos transtornos e prejuízos causados. 1. Cobrança adicional e ausência de justificação Após aproximadamente um mês de espera pela instalação, foi me exigido o pagamento de 130 €, alegadamente pela instalação de uma calha técnica e pela espessura da parede. O pagamento foi efetuado por MB Way diretamente para um número indicado pelo técnico, sem orçamento prévio, discriminação dos trabalhos ou possibilidade de avaliar antecipadamente os custos. As condições da instalação standard enviadas pela própria Rádio Popular incluem expressamente a calha técnica, a tubagem e a ligação elétrica até três metros. A instalação realizada respeitou esse limite. A parede tem aproximadamente 50 cm de espessura, excedendo em cerca de 10 cm os 40 cm previstos nas condições. Contudo, nunca me foi explicado como essa diferença justificaria 130 €, nem apresentado qualquer cálculo ou orçamento que demonstrasse a proporcionalidade do valor. Além disso, os próprios técnicos sugeriram alterar a localização inicialmente pretendida para evitar custos relacionados com a distância. Aceitei a alteração e, ainda assim, fui confrontada com esta cobrança. Não contesto a possibilidade de existirem custos extraordinários, mas exijo que sejam previamente comunicados, devidamente justificados e discriminados. 2. Cronologia das tentativas de resolução • 15 de julho, às 14h06: enviei a primeira reclamação por email, solicitando a devolução integral dos 130 € e contestando a falta de informação prévia. Às 14h07, recebi apenas uma confirmação automática. • 22 de julho, às 11h23: a Rádio Popular respondeu que os extras seriam orçamentados pelo técnico e enviou as condições da instalação standard. • 22 de julho, às 11h40: respondi detalhadamente, demonstrando que a calha técnica e os três metros de instalação estavam incluídos. Questionei a cobrança de 130 €, solicitei a discriminação dos custos e denunciei a ausência de orçamento, fatura e recibo. Para tentar chegar a um acordo, admiti nessa fase a devolução de, pelo menos, 65 €. • 29 de julho, às 15h32: a Rádio Popular informou que a situação tinha sido encaminhada para o departamento responsável e que seria contactada assim que possível, sem apresentar qualquer solução concreta. • 17 de agosto: enviei um último email, indicando que tinham passado 19 dias desde a última resposta e mais de quatro semanas desde a instalação. Reiterei os factos, exigi a devolução integral dos 130 € e estabeleci um prazo de cinco dias úteis para a resolução, informando que recorreria às entidades competentes. Este último email ficou sem resposta. Não recebi qualquer esclarecimento, proposta de resolução, documentação fiscal ou devolução do dinheiro. A Rádio Popular teve várias oportunidades para resolver a situação, mas limitou se a confirmar o encaminhamento interno da reclamação, sem qualquer acompanhamento efetivo. 3. Fundamentos legais Solicito que a situação seja apreciada à luz da Lei n.º 24/96, de 31 de julho, Lei de Defesa do Consumidor, nomeadamente o artigo 9.º, relativo à proteção dos interesses económicos do consumidor, e o artigo 12.º, relativo ao direito à indemnização nas situações legalmente abrangidas. Invoco também os artigos 798.º e 799.º do Código Civil, relativos à responsabilidade por incumprimento contratual, e o artigo 496.º, quanto a danos não patrimoniais que, pela sua gravidade, mereçam tutela jurídica. Solicito ainda a apreciação da eventual aplicação do Decreto Lei n.º 57/2008, relativo às práticas comerciais desleais, caso se verifique que a informação prestada sobre a instalação gratuita e os encargos adicionais foi suscetível de induzir o consumidor em erro. Quanto à ausência de fatura ou recibo, solicito o esclarecimento da entidade responsável e a emissão da documentação fiscal aplicável, tendo em conta o artigo 29.º, n.º 1, alínea b), do Código do IVA. 4. Pedido de indemnização A situação obrigou me a despender tempo a analisar condições, reunir documentação, redigir sucessivas reclamações e insistir numa resolução que deveria ter sido célere. A ausência de resposta ao último email agravou a frustração e o desgaste causados. Por isso, solicito uma indemnização de 200 €, além da devolução integral dos 130 €, como proposta de compensação pelos transtornos e prejuízos decorrentes da situação, sem prejuízo da apreciação dos pressupostos legais aplicáveis. 5. Resolução pretendida Solicito à Rádio Popular: 1. A devolução integral dos 130 € cobrados. 2. Uma indemnização de 200 €, além da restituição. 3. O envio da fatura ou recibo relativo ao pagamento por MB Way. 4. A discriminação dos trabalhos, materiais e serviços que alegadamente justificaram a cobrança, incluindo o cálculo do valor. 5. Um esclarecimento formal sobre o procedimento de cobrança e a documentação fiscal. 6. Uma resposta escrita, fundamentada e conclusiva. Solicito uma proposta concreta de resolução no prazo de 10 dias úteis após a publicação desta reclamação. Caso não obtenha resposta satisfatória, recorrerei ao Livro de Reclamações Eletrónico, às entidades de defesa do consumidor e aos mecanismos de resolução alternativa de litígios, reservando me o direito de recorrer aos meios judiciais adequados. Lamento ter de recorrer a uma reclamação pública após várias tentativas de resolução amigável. Espero que a Rádio Popular assuma a responsabilidade, devolva o valor contestado e apresente uma solução adequada.
Bespoke Suit Order Not Received
Hello, I am reaching out regarding a custom suit purchase I made in May of 2025 from European Custom Tailor (Porto, Portugal), owned by Eduardo Xavier. Since May 2025, I have attempted to contact Eduardo via WhatsApp and Instagram hundred of times (I can provide message transcripts as needed) to understand the status of my order (details below). Eduardo and his company have barely responded over these 18 months, therefore I am taking legal action. Eduardo has not provided my order, nor has provided sufficient information as to where my order is. I've attached the PDF invoice for your reference (Silver Package, 3,360 Euros - paid in full on May 25, 2025). I also have records of all tracking information for the portion of the suit order I have received, I can provide that upon request. I've reached the US Consumer protection organization and have filed a request (REQ: 204504281) on July 27, 2026. Details: In May of 2025, I traveled to Porto Portugal to attend a friends (Craig and Nina Walker's) wedding, and had received high praise from my friend Craig regarding European Custom Tailor's (Eduardo Xavier) suits. I went to European Custom Tailor (P. de Guilherme Gomes Fernandes 84, Porto Portugal), for a fitting and placed a bespoke suit order: Silver Package - 3 suits, 3pc. with two shoes, two shirts, two ties, two socks, two suspenders. Details of my order details are noted within the attached file. To date, I have only received the following: 1 Blue Suit (3 pc) Brown Loafers 1 White shirt 1 Tie I am getting married in January and will be wearing the Olive suit (have not received). For the wedding, we will be having formal photos taken during Thanksgiving (November 24th), therefore will need my order before then. Please provide me a status of when I will be receiving the remainder of my order. I'd also like to understand my legal rights and what support you can provide me to collect my suits. Overall, I am quite disappointed in this companies (European Custom Tailor - Eduardo Xavier's) process - it should not take 18+ months to receive my suits. Additionally, it has been impossible to get in touch with the shop owner (Eduardo Xavier), I would think customer service should be a priority for his business. Here is European Custom Tailor's Contact information: Owner: Eduardo Xavier Email: info@europeancustomtailor.com; eduardo@eduardoxavier.com Website: europeancustomtailor.pt; eduardoxavier.com Phone: +351 910 684 896 Instagram: @europeancustomtailor_pt; @the.european.shop Please let me know what legal action I can take within Portugal. I have already begun legal discussions within the United States. Thank you, Matthew Doyle matthew.c.doyle29@gmail.com +1 610-306-6430
MOVEL APARADOR COM DEFEITOS CONSECUTIVOS
Ao longo dos últimos anos, comprei móveis para quatro quartos, incluindo colchões, mesas de cabeceira e cómodas. Todos os móveis foram adquiridos no Conforama, sendo que apenas um aparador está a dar problemas, pois parece-me mal projetado: não existe folga suficiente entre as portas e as gavetas, o que faz com que batam umas nas outras ao abrir e fechar, provocando danos. Neste momento, algumas gavetas e portas já nem sequer abrem e fecham em condições. Adquiri e levantei quase tudo na loja do Montijo, mas este aparador tive de levantar no Conforama de Setúbal, pois não havia stock no Montijo. Agora, o Conforama Montijo afirma que a resolução do problema tem de ser feita em Setúbal, empurrando-me de uma loja para a outra. Sinto que estão apenas a empatar até que a garantia prescreva. Considero inaceitável, visto que o número de contribuinte do Conforama é o mesmo para ambas as lojas, por isso esta distinção não faz sentido. As arestas tem danos não fruto de maus tratos mas sim por as portas e gavetas sem folga nenhuma roçarem entre elas.
Impossibilidade de alterar o método de entrega de duas encomendas
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Darty relativamente à compra online de duas consolas PlayStation 5 Pro de 2 TB, correspondentes às encomendas **#710201 e #710199**. As encomendas foram realizadas online, tendo sido selecionada a opção de levantamento em loja. No entanto, a situação tornou-se problemática devido ao facto de as encomendas estarem associadas à loja de Setúbal, obrigando-me a deslocar a essa localização para proceder ao levantamento dos produtos. Após contactar o apoio ao cliente para tentar encontrar uma solução, fui informado por email de que, devido ao facto de as encomendas terem sido processadas por um sistema automático, não seria possível alterar o método de envio inicialmente selecionado. Como alternativa, a Darty informou-me de que teria 30 dias para levantar os produtos na loja física de Setúbal ou, caso pretendesse receber as consolas noutra morada, teria de realizar novas encomendas, solicitando o cancelamento e o reembolso das encomendas anteriores. **Considero esta solução desadequada e causadora de transtorno desnecessário para o consumidor.** Não considero razoável que, perante um pedido de resolução de um problema relacionado com a entrega, a única alternativa apresentada seja uma deslocação a uma loja distante ou a realização de novas compras, ficando dependente do processamento de um reembolso das encomendas originais. Entendo que deveria existir uma solução mais simples, transparente e adequada, nomeadamente a possibilidade de alterar o método de entrega ou de encontrar uma alternativa que evitasse obrigar o cliente a repetir o processo de compra. Face ao exposto, solicito que esta situação seja devidamente analisada, que sejam prestados esclarecimentos sobre os procedimentos adotados e que sejam tomadas medidas para melhorar a resolução deste tipo de situações, de forma a evitar transtornos semelhantes a outros consumidores. Pretendo igualmente que os meus direitos enquanto consumidor sejam respeitados e que me seja dada uma resposta clara relativamente ao cancelamento das encomendas e ao reembolso integral dos valores pagos, caso esse seja o procedimento necessário para resolver a situação. A presente reclamação tem como objetivo obter uma solução justa e alertar para um procedimento que considero pouco razoável do ponto de vista do consumidor. Com os melhores cumprimentos.
Artigo falsificado
Exmos. Senhores, efetuei uma compra online de umas sapatilhas adidas gazelle, na plataforma Joom, mas o tamanho era pequeno, tentei devolver, mas como os portes eram muito dispendiosos, fiquei com elas e resolvi vender na vinted. Mas, quando coloquei as recebo um notificação da vinted, a dizer que o artigo foi eliminado, pois depois de analisado detetaram que era falsificado. Mas, eu paguei o preço delas como da marca se tratasse, reclamei no site mas sem resposta até ao dia de hoje. Cumprimentos.
Viatura bloqueada por descarga de camião sem aviso e conduta desrespeitosa do funcionário
Exmos. Senhores / À Atenção da Direção do Parque dos Tecidos, Vem a presente servir para apresentar uma reclamação formal relativa a um incidente ocorrido no vosso estabelecimento/parque de estacionamento no dia 22 de outubro de 2026, por volta das 14h35. Ao chegar às vossas instalações, deparei-me com um camião a realizar manobras no parque de estacionamento. Como não era claro se o veículo pesado estava a entrar ou a sair, aguardei até que o funcionário que orientava as manobras me indicasse expressamente que poderia avançar e estacionar a minha viatura. Confiando na indicação do vosso colaborador, avancei, estacionei o carro e dirigi-me à loja para efetuar as minhas compras. No entanto, ao regressar para sair do parque, constatei que o camião tinha sido posicionado de tal forma que bloqueava completamente a saída da minha viatura, tornando impossível a minha partida. Dirigi-me imediatamente ao interior da loja para expor a situação. Uma das funcionárias informou-me que a pessoa no exterior a orientar a carga/descarga era vosso colaborador, André. Ao abordar o referido funcionário para pedir esclarecimentos e solicitar uma solução rápida — explicando que precisava de sair com urgência para ir trabalhar —, deparei-me com uma atitude de total insensibilidade e falta de profissionalismo. Naquele momento, a báscula do camião nem sequer estava baixada, ou seja, o processo de descarga ainda não se tinha iniciado. Apesar de alertado para o facto de ter sido ele próprio a dar-me indicação para passar e de eu ter compromissos profissionais urgentes, o funcionário ignorou o meu pedido, baixou a báscula e deu início à descarga, mantendo-me indevidamente retido(a) e impossibilitado(a) de utilizar o meu veículo. Considero esta conduta um grave desrespeito pelos direitos do consumidor e uma falha inaceitável na gestão da logística e no atendimento ao cliente. A falta de planeamento nas descargas não pode, em caso algum, lesar os clientes nem privá-los do uso do seu próprio veículo. Atento o exposto, solicito: Um pedido de esclarecimento e desculpas formais por parte da empresa pelo transtorno e prejuízo causados; A tomada de medidas disciplinares e organizacionais para garantir que as manobras e descargas de mercadoria não voltem a bloquear os veículos dos clientes nem a condicionar o funcionamento do parque de estacionamento. Mais informo que este incidente já foi registado no Livro de Reclamações. Fico a aguardar a vossa resposta e a resolução desta situação. Com os melhores cumprimentos,
Burla
Continente, até quando vão continuar a desrespeitar os clientes? A aplicação do Continente raramente funciona como deveria e os descontos anunciados quase nunca são aplicados corretamente. O resultado é passarmos situações desconfortáveis na caixa, muitas vezes tendo de desistir das compras ou acabar por pagar mais do que estava previsto. Já me aconteceu deslocar-me ao supermercado especificamente pelas promoções anunciadas e, no fim, não as conseguir aproveitar. É inaceitável que esta situação continue a repetir-se! Basta comparar com o Pingo Doce, onde os descontos são aplicados normalmente, sem complicações. Se acontece uma vez, é uma falha. Se acontece sempre, deixa de ser aceitável e, no mínimo, começa a levantar sérias dúvidas sobre a fiabilidade das promoções e o respeito pelos clientes. Continente, se anunciam descontos, têm a obrigação de garantir que são aplicados. Os clientes merecem respeito, transparência e que cumpram o que prometem. Quando me perguntam, sou sempre claro: não são fiáveis. Observação final, após mais essa "falha", assim que saí do mercado a APP voltou magicamente a funcionar.
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