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Viatura adquirida com defeito e ausência de suporte ou garantia
Viatura adquirida com defeito preexistente e múltiplas promessas não cumpridas Empresa: Matrizauto Viatura: Renault Clio V, matrícula AZ-03-XV Data de aquisição: 12/06/2025 Quilometragem na compra: 52.000 km Quilometragem atual: 82.000 km Desde o início do processo de compra, a experiência foi marcada por falta de transparência e incumprimento de promessas: — A viatura inicialmente acordada foi substituída por outra com maior quilometragem, sem apresentação de alternativa equivalente — Após assinar o contrato, fiquei mais de uma semana sem a viatura. Quando manifestei intenção de cancelar, o carro ficou disponivel de imediato — Foi prometida uma oferta de 300€ no âmbito de campanha promocional, cancelada unilateralmente no momento da entrega — Foi garantida viatura de substituição gratuita em caso de avaria. Quando solicitada, foi exigida caução à rent a car, sem qualquer aviso prévio Problemas técnicos desde a primeira semana: — Falha total no sistema GPL, reparada ao abrigo da garantia da marca (existe ordem de serviço e fatura) — Vibrações no pedal da embraiagem, reportadas de imediato e desvalorizadas como normais pelos serviços da Matrizauto e da Renault Situação atual: Com menos de 30.000 km percorridos desde a aquisição, a embraiagem encontra-se em fim de vida — desgaste manifestamente anormal. O defeito foi reportado antes de qualquer utilização em contexto TVDE, que foi pontual e inferior a um mês. Respostas obtidas: — Garantia comercial WTW NSA: recusa de cobertura alegando peça de desgaste e inspeção TVDE de 16/02/2026 — Matrizauto: recusa de comparticipação, remetendo para a garantia — Visita presencial: cerca de uma hora de espera sem atendimento efetivo, seguida de recusa sem proposta — Recramação formal por email enviada a 24/04/2026: sem resposta no prazo de 10 dias úteis Base legal invocada: Decreto-Lei n.º 84/2021 — conformidade dos bens e responsabilidade do vendedor. Pedido: comparticipação total ou parcial na reparação da embraiagem.
Recusa de garantia
Exmos. Senhores, Em novembro de 2024, adquiri a esta empresa uma viatura ligeira de passageiros pelo valor de 12.000€. Desde o primeiro dia após a aquisição, a viatura apresentou problemas mecânicos, os quais foram prontamente comunicados à empresa. Numa fase inicial, foi-me indicado que a situação teria sido resolvida; contudo, tal não se verificou. Desde então, a viatura tem apresentado avarias recorrentes, tendo permanecido inúmeras vezes inoperacional. Apesar de ter recorrido inicialmente à oficina da empresa, apenas por duas ocasiões foi possível a receção da viatura para reparação. Em ambas as situações, o veículo foi devolvido como “reparado”, porém, poucos dias após o levantamento, os mesmos problemas voltaram a manifestar-se. Perante a repetição das avarias e a indisponibilidade da empresa para proceder a novas intervenções em tempo útil, fui forçado a recorrer a uma oficina externa. Nessa sequência, foi-me comunicado por profissionais do setor que as intervenções anteriormente realizadas pela empresa consistiram em soluções temporárias (“remendos”), não tendo sido efetuadas reparações eficazes e definitivas. Importa salientar que todas as despesas suportadas com reparações ocorreram dentro do período de garantia legal. Face ao exposto, solicitei à empresa o reembolso dos valores despendidos com reparações necessárias, decorrentes de problemas que não foram devidamente resolvidos pela mesma durante o período de garantia. No entanto, a empresa recusou assumir qualquer responsabilidade ou troca do veículo defeituoso. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, o vendedor é responsável por qualquer falta de conformidade que exista à data da entrega do bem, presumindo-se que os defeitos manifestados durante o período de garantia já existiam nessa data. Acresce que o consumidor tem direito à reposição da conformidade do bem, sem encargos, nomeadamente através de reparação adequada e eficaz. A situação descrita evidencia que: - A viatura foi entregue com defeitos; - As reparações efetuadas não foram eficazes nem definitivas; - Não foi assegurado o cumprimento das obrigações legais durante o período de garantia. Tal comportamento revela uma clara violação dos direitos do consumidor, bem como falta de profissionalismo e diligência por parte da empresa.
Linergel: Violação Grave de Contrato, Cobranças Indevidas e Subtração de Materiais
Em março de 2025, celebrámos um contrato com a Linergel Engenharia & Construção, NIF 510 407 250, Alvará 80153 PAR, com escritório na Avenida Dr. Bernardino da Silva, n.º 66, 8700-301 Olhão, e sede no Sítio Alto do Relógio, caixa postal 180F, 8100-223 Loulé, para realizar uma renovação completa do nosso imóvel em Olhão, Portugal, a um preço fixo acordado e com um prazo de conclusão contratual de 15 de setembro de 2025. O contrato foi assinado por Hélio Lourenço, Manager Operations. A única administradora da Linergel na altura era Andreia Elisabete Alves Gonçalves, que também gere a empresa „Line Design“ de design de interiores e carpintaria na mesma morada da Linergel em Olhão. Ao longo do tempo, a Linergel violou gravemente o contrato de várias formas, não cumpriu o prazo de renovação, nunca apresentou um calendário revisto credível e, em vez disso, exigiu — após o prazo ter expirado — mais de 35 000 € em pagamentos adicionais por trabalhos já incluídos no preço original do contrato, a fim de concluir os trabalhos incompletos e atrasados. A qualidade do trabalho realizado foi gravemente deficiente, com infiltrações de água estruturais, muitas defeitos documentados e materiais fornecidos incorretamente ou de todo. Quando nos recusámos a aceitar as exigências adicionais injustificadas, Hélio Lourenço ameaçou interromper a construção — e, em 2 de dezembro de 2025, concretizou essa ameaça: abandonou o local com a sua equipa e retirou materiais pelos quais já tínhamos pago ou que nos pertenciam. Exigimos que a Linergel devolva imediatamente todos os materiais que retirou da nossa casa, incluindo, entre outros, as nossas portas interiores, corrimãos, ladrilhos e azulejos, material elétrico, acessórios de janelas, etc. Exigimos também que a Linergel reembolse, com juros, todos os montantes já pagos por trabalhos que nunca foram realizados ou que foram executados de forma defeituosa e que reembolse todos os custos consequentes incorridos como resultado direto das inúmeras e graves violações do contrato por parte da Linergel, incluindo alojamento alternativo, armazenamento de mobiliário e veículos e despesas de mudança. Exigimos ainda o pagamento da penalidade contratual diária por cada dia de atraso desde 15 de setembro de 2025 até à data da rescisão formal do contrato, e que pague uma indemnização pelos danos morais sofridos.
Recusa de devolução dentro do período de teste
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativamente à aquisição de um colchão da marca Emma, efetuada na loja Companhia dos Colchões, ao abrigo da campanha “100 Noites de Teste”. O colchão foi entregue no dia 21 de dezembro de 2025, tendo sido utilizado até ao dia 25 de fevereiro de 2026, perfazendo um total de 65 noites, ou seja, claramente dentro do período de teste anunciado. No início de fevereiro de 2026, procedi ao pedido de devolução, tendo enviado toda a informação solicitada no dia 25 de fevereiro de 2026, dentro do prazo aplicável. No entanto, a empresa veio posteriormente recusar a devolução com o argumento de que o período das 100 noites teria sido ultrapassado. Esta justificação é manifestamente incorreta, uma vez que o pedido de devolução foi efetuado atempadamente, ainda dentro do período de teste. Assim, qualquer eventual ultrapassagem do prazo resulta exclusivamente da falta de processamento do pedido por parte da empresa, não podendo, de forma alguma, ser imputada ao consumidor. Considero, por isso, que esta situação configura um incumprimento das condições da campanha publicitada, bem como uma prática lesiva dos direitos do consumidor. Deste modo, solicito a vossa intervenção no sentido de garantir: A aceitação da devolução do produto; O reembolso integral do valor pago, nos termos anunciados. Agradeço a vossa atenção e aguardo uma resolução célere da situação. Com os melhores cumprimentos
Sem tentativa de entrega
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar a minha profunda indignação e reclamação formal relativamente ao serviço de entrega da minha encomenda. Até à data nunca tinha experienciado uma situação tão deplorável. No acompanhamento do envio, recebi a informação de que foram efetuadas duas tentativas de entrega da minha encomenda sem sucesso. Esta informação é totalmente falsa. Eu trabalho a partir de casa e estive presente durante todo o dia, precisamente por necessitar com urgência dos itens encomendados. Em momento algum tocaram à campainha ou tentaram contactar-me. É inadmissível que os vossos estafetas reportem falsas passagens para evitar o trabalho de entrega, demonstrando uma falta de brio profissional e um desrespeito total pelo cliente. Esta foi, sem qualquer dúvida, a pior experiência que já tive com uma transportadora. É lamentável o péssimo serviço prestado e a falta de honestidade no registo das ocorrências. Espero sinceramente que as minhas futuras encomendas não voltem a ser atribuídas à vossa empresa, pois não demonstram ter competência para as processar.
bloquearam a conta sem motivo
Exmos. Senhores, A minha conta vinted era rafael7834 (ERA VISTO QUE FOI BLOQUEADA INJUSTIFICADAMENTE) Sou vendedor e comprador na vinted a mais de 3 anos , sempre fui correto e justo , usei esta plataforma para esvaziar duas casas de herança carregadas com louça, roupa e outros artigos de casa . Nesta panóplia de artigos nenhum acarreta artigos contrafeito ou replica , fraude ou substancias ilícitas. Mais quem esta cumprir fraude é vinted uma vez que não permite disputar ou enviar fotos do artigos que foram danificados DURANTE o transporte que foram a comprados ou vendidos na plataforma perdendo na totalidade do valor dos artigos caso cheguem em pedaços. Para além disso, a vinted promove diariamente disputas internas e bloqueios diários a vários membros sem qualquer situação ilícita , vendendo os artigos de casa apenas , á de ressalvar que esta plataforma não bane pessoas que o fazem , pois a plataforma esta cheia de pessoas a vender roupa como um comercio de contrafação, sobretudo camisolas de futebol. Não podemos de esquecer que esta app não tem um apoio ao cliente devido, pois para poupar custos e aumentar os seus lucros põe-nos a falar com ia , dificultando a resolução dos problemas vigentes. Há de ressalvar antes de concluir a minha queixa que não consigo entrar na minha conta para verificar como estão os meus pedidos de compras ou vendas feitas na app, um atentado ao consumidor visto que este não tem acesso aos seus bens, onde se encontram . Concluindo, app vinted bloqueia as pessoas, incluindo eu, sem qualquer justificação plausível, continua a promover um mercado de replicas não bloqueando estas contas fraudulentas ( ate parece irônico) . Para além disso esta plataforma não permite aceder aos bens vendidos ou comprados durante este bloqueio injustificável, mais tem um apoio o cliente completamente ineficaz. Peço que a vinted faça uma revisão de forma plausível aos últimos bloqueios em massa sem justificação, diga-me qual foi o motivo de bloqueio da minha conta e se possível abrir a minha conta de novo. Caso não faça tem que apagar todos os meus dados da plataforma e justificar de forma plausível o motivo de bloquearem a conta Cumprimentos. Rafael Faria
Defeito de fabrico – consumo excessivo de óleo | Falta de resolução ao abrigo da garantia alargada
Entidade reclamada: Peugeot Portugal / Stellantis Assunto: Defeito de fabrico – consumo excessivo de óleo | Falta de resolução ao abrigo da garantia alargada Venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente à minha viatura Peugeot 2008 1.2 PureTech Active, matrícula AF-74-OL, adquirida em fevereiro de 2022. A viatura apresenta, de forma persistente, consumo anormal de óleo, falhas no arranque e perdas de potência em autoestrada, problemas amplamente conhecidos e associados aos motores 1.2 PureTech. Importa salientar que: Todas as revisões e manutenções foram realizadas na rede oficial da Peugeot, cumprindo integralmente os requisitos do fabricante; O problema foi confirmado por reparador autorizado, que indicou tratar-se de um caso enquadrável na extensão de garantia (10 anos ou 175.000 km); A viatura encontra-se dentro desses parâmetros; Apesar da realização de testes e de revisões recentes, incluindo uma há cerca de 2.000 km, a luz de falta de óleo voltou a acender, comprovando a persistência do defeito. Desde março de 2025 tenho vindo a contactar a marca, tendo sido atribuídos vários números de processo (nomeadamente 03354524, entre outros posteriormente considerados “duplicados”), sem que até à data tenha sido apresentada qualquer solução concreta. As respostas recebidas limitam-se a indicar que o processo se encontra “em análise”, sendo posteriormente encerrados os contactos sem resolução, o que demonstra uma clara falta de acompanhamento efetivo e consideração pelo consumidor. Adicionalmente, foi-me comunicado que um pedido de substituição de motor terá sido indeferido devido a um alegado “outro processo aberto”, situação que desconheço totalmente e que nunca me foi devidamente esclarecida. Neste contexto, considero que: Está em causa um defeito de fabrico reconhecido; A viatura cumpre todos os critérios para intervenção ao abrigo da garantia alargada; Existe uma falha grave por parte da marca na resolução do problema e no acompanhamento do processo. Face ao exposto, solicito: A reapreciação imediata do processo; A substituição do motor ao abrigo da garantia alargada, ou solução equivalente definitiva; A apresentação de um prazo concreto e vinculativo para a resolução da situação. Caso a situação não seja resolvida com a maior brevidade, reservarei o direito de recorrer a outras vias legais para defesa dos meus direitos enquanto consumidora. Com os melhores cumprimentos, Liliana Nogueira Pereira
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, Em 21/11 adquiri um/uma camisolas da marca MisterTuga, pelo valor de 93.58€. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 24/12. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços e não obtive a resposta de que o bem está para entrega. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos.
Encomenda não entregue no dia agendado
Agendei a entrega de uma máquina de lavar loiça com a Worten para hoje entre as 08h00 e as 14h00. Recebi SMS no dia anterior e no próprio dia a confirmar a entrega, o que me levou a faltar ao trabalho e a contratar um técnico para instalação. Poucos minutos antes do fim do horário, recebo uma mensagem a dizer que afinal não vão entregar — sem explicação e sem alternativa. Contactei o apoio ao cliente e a resposta foi basicamente: “não podemos fazer nada, tem de reagendar”. Resultado: - Perdi um dia de trabalho - Tive custos com técnico - Fiquei sem o produto Isto é uma total falta de respeito pelo cliente e um claro incumprimento. Neste momento, aguardo: - Nova entrega com urgência - Compensação pelos prejuízos Se estão a pensar comprar e dependem da entrega, tenham atenção a este tipo de situação.
Exercício de direitos ao abrigo da garantia legal – recusa indevida
Adquiri um televisor Samsung OLED 55” (modelo S90) na Darty, em 29/03/2026 o qual apresentou uma avaria grave com menos de 30 dias de utilização. A avaria foi confirmada por técnico ao domicílio, tratando-se de um componente essencial ao funcionamento do equipamento, pelo que é incompatível com o estado expectável de um bem novo. Apesar de várias tentativas de resolução — incluindo contactos por email e várias deslocações presenciais à loja de Braga — a Darty não apresentou qualquer solução concreta, limitando-se a remeter a situação para a Samsung. Adicionalmente, recusou a substituição ou devolução do equipamento com base na ausência de embalagem original. Por sua vez, a Samsung tem vindo a insistir exclusivamente na via da reparação, não viabilizando uma solução de substituição ou resolução do contrato. Foi já apresentada reclamação no Livro de Reclamações, que foi recusada pela Samsung. Aguarda-se resposta por parte de Darty. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, tratando-se de uma falta de conformidade manifestada num prazo inferior a 30 dias após a compra e sendo a avaria de natureza relevante, o consumidor tem direito à reposição da conformidade, podendo exigir a substituição do bem ou a resolução do contrato. A exigência de embalagem original não tem fundamento legal para limitar estes direitos. Face ao exposto, venho solicitar a intervenção da DECO Proteste junto das entidades envolvidas, no sentido de ser assegurada uma solução adequada, designadamente: - Substituição do equipamento por um novo; ou, em alternativa, - Resolução do contrato com devolução do valor pago. Solicito igualmente apoio na condução do processo, nomeadamente quanto à eventual necessidade de recurso a arbitragem de consumo.
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