Reclamações públicas
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Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, Em 5/11/2025 adquiri umas sapatilhas, da marca new balance, pelo valor de 76,99€. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 4/12/2025. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços, por e-mail e obtive a resposta de que o bem está para entrega e estão a tratar de tudo. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Aguardo o reembolso! Cumprimentos.
Incumprimento do pagamento efetuado e não aceitação da devolução passado 15 dias do seu levantamento
Boa noite! Venho por este meio apresentar está queixa contra a empresa Castro Eletrónica. Queixa essa que se prende com o facto que fui informado no dia 8 de Dezembro da entrega do equipamento que comprei (Máquina de Secar Roupa) entre às 8h e às 12h. Informei no mesmo dia que não estaria disponível nesse horário e virem da parte da tarde porque estaria numa consulta ao qual iria ser submetido a uma segunda cirurgia devido a uma amputação do dedo. Não quiseram saber do meu pedido e chegaram a minha casa estava um familiar em casa e só deixaram a máquina no hall de entrada e foram se embora. Na compra da máquina paguei o transporte, um seguro para que o mesmo esteja em condições e a sua montagem e instalação. Não o fizeram! Depois de várias queixas via e-mail, dirigi me loja do Porto no dia 17 de Dezembro e o funcionário disse e ajuda me a fazer um RMA de reclamação a dizer que já não queria o equipamento e sim a devolução do mesmo. No dia 23 de Dezembro foram a minha casa efetuar o levantamento do equipamento, isso passado 15 dias da entrega do equipamento. Na compra efetuei um crédito na compra da mesma com a financeira SeQura que trabalha com a Castro Eletrónica. Notifiquei a mesma financeira SeQura que o equipamento tinha sido devolvido no dia 23 de Dezembro. Recebi um email automático da mesma a dizer que a empresa Castro Eletrónica tem um aplicativo da financeira e quando eles confirmarem a devolução da mesma me devolviam o dinheiro pago pelo equipamento. O tempo foi passando e dia 9 de Janeiro depois de eu já me ter deslocado duas vezes a loja de Mozelos que não aceitavam o equipamento passado 15 dias do seu levantamento a dizer que o equipamento está arranhado. Informei que o equipamento foi embalado corretamente e a empresa transportadora que levantou o equipamento assim o viu. O débito continuei a pagar mas na passada terça feira, dia 3 de Fevereiro anulei o débito, já que não teria de pagar nada já que não tenho o equipamento e o banco entrou também com uma queixa do débito a fim de eu ser reembolsado.
Sofá sem previsão de entrega
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à compra de um sofá efetuada na loja Gato Preto do Alegro Montijo, no mês de setembro de 2025, a qual até à presente data ainda não foi entregue. No momento da compra, foi-me indicado em loja que o prazo de entrega seria de 75 dias úteis. Apesar de considerar este prazo já bastante elevado, aceitei o mesmo e aguardei. Findo esse período, tentei contactar a loja por diversas vezes, sem obter qualquer resposta ou esclarecimento, o que me levou a deslocar-me presencialmente ao local da compra. Nessa ocasião, fui informada de que não existia qualquer data prevista para a entrega do artigo. Perante esta situação, contactei o apoio ao cliente da Gato Preto por email, manifestando o meu desagrado relativamente ao tempo de espera e à total falta de informação prestada. Foi-me então comunicado que o novo prazo de entrega seria em dezembro. No entanto, o mês de dezembro terminou sem que tivesse recebido o sofá ou qualquer contacto da empresa. Voltei a contactar o apoio ao cliente, tendo sido informada de um novo prazo: semana de 9 a 15 de fevereiro, alegadamente data em que o material sairia da fábrica e que posteriormente seria contactada pela transportadora. Mais uma vez, esse prazo não foi cumprido. Ao questionar novamente, fui informada apenas de que a encomenda tinha sofrido mais um atraso e que, neste momento, não existe qualquer previsão de entrega. Neste momento, já passaram cerca de cinco meses desde a data da compra, sem que exista uma solução, uma data concreta ou um esclarecimento minimamente aceitável por parte da empresa. Para agravar ainda mais a situação, ao consultar recentemente o site da Gato Preto, verifiquei que o mesmo sofá apresenta atualmente um prazo de entrega de 12 a 14 semanas, o que considero incoerente e profundamente enganador, tendo em conta a minha experiência real enquanto cliente. Considero esta situação inaceitável, desrespeitosa para com o consumidor e reveladora de uma grave falta de profissionalismo. A quantidade de reclamações existentes sobre este tema demonstra que se trata de um problema recorrente, sem que sejam tomadas medidas eficazes por parte da empresa. Importa ainda referir o transtorno pessoal causado: somos uma família de quatro pessoas que se encontra há cinco meses sem sofá, à espera de uma compra já paga, sem qualquer solução concreta. Assim, exijo uma resolução urgente desta situação, seja através da entrega imediata do artigo adquirido.
Recusa de envio para o Arquipélago dos Açores
Venho por este meio apresentar uma reclamação contra a empresa Skulum, pela recusa em efetuar entregas de produtos no Arquipélago dos Açores. Ao tentar realizar uma compra no site da referida loja, verifiquei que não é possível selecionar o arquipélago dos Açores como destino de entrega, sendo este automaticamente excluído do serviço de envio. Tal prática discrimina consumidores residentes nas regiões autónomas e contraria o disposto na Lei n.º 7/2022, de 10 de janeiro, que consagra o princípio da continuidade territorial, obrigando as entidades fornecedoras a assegurar igualdade de condições no acesso a bens e serviços, independentemente da localização geográfica em território nacional. Considero inaceitável que uma empresa com atividade em Portugal adote políticas comerciais que excluem parte do território nacional, prejudicando o direito dos consumidores açorianos a adquirirem produtos em condições idênticas às do restante país. Solicito, por isso, a intervenção da DECO Proteste no sentido de notificar a empresa Skulum para correção desta situação e garantir o cumprimento integral da legislação em vigor, nomeadamente no que respeita ao referido princípio de igualdade territorial. Com os melhores cumprimentos, José Teixeira
_Estendal Shopportuguês__não enviado
Em (DATA) adquiri um/uma (BEM ADQUIRIDO), da marca ___Estendal Shopportuguês__, pelo valor de __22,95___ €. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia (PRAZO). Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços (INDICAR DATAS) e obtive a resposta de que o bem está para entrega.
Encomenda danificada no transporte e culparam-me a mim
Exmos. Senhores, Em 24/01/2026 vendi um perfume - YSL Capeline 115ml eau de parfum - novo por 140€. A 2/02/2026 o comprador recebeu a encomenda, que foi enviada devidamente embalada, numa caixa de cartão grosso, resistente, com a caixa do perfume toda enrolada em plástico bolha e o resto da caixa cheia de plástico bolha para ficar bem protegida e não se mexer, mas tanto a embalagem como o frasco do perfume estavam deteriorados, com os danos seguintes: caixa de cartão molhada e amassada, frasco de perfume com o gargalo partido, sem o metal de proteção. Junto fotografias para comprovar o sucedido, incluindo fotos de antes de enviar e fotos que o comprador enviou para a reclamação. Além do mais, nas fotos do comprador, não tendo o metal de proteção no sítio, percebe-se que o local partido no frasco foi cirurgicamente feito, como se fosse cortado, por isso não coloco de parte que o comprador o tenha partido e tenha colocado o perfume noutro frasco. De qualquer das formas, a Vinted respondeu-me dizendo que fui a culpada porque enviei a encomenda mal embalada, cancelou a encomenda e reembolsou o comprador, não me dando qualquer valor pela encomenda, sendo que era um valor alto. Como tal, eu cumpri o meu dever e enviei a encomenda perfeitamente embalada e protegida, por isso, claramente o erro foi da transportadora ou do comprador, pelo que não posso ser prejudicada nesta transação. Exijo que me enviem o dinheiro de volta, como forma de compensação, uma vez que tive todos os cuidados para que chegasse ao destino inteiro e em boas condições, sendo que a Vinted tem de se certificar de que também os compradores e as transportadoras cumprem os seus deveres. Caso não me resolvam a situação e não me enviem o dinheiro correspondente ao valor da encomenda nos próximos 5 dias, considerarei o contrato como incumprido. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos. Alexandra Cardoso
Assunto: Reclamação – práticas abusivas nas caixas self-service do IKEA
Assunto: Reclamação – práticas abusivas nas caixas self-service do IKEA Venho por este meio apresentar reclamação relativamente às práticas adotadas pelo IKEA no que respeita à utilização exclusiva de caixas self-service e ao tratamento dado aos clientes. Atualmente, o IKEA não disponibiliza caixas com operadores, sendo os clientes obrigados a utilizar exclusivamente caixas self-service, sem qualquer alternativa. Esta situação obriga o cliente a desempenhar funções que normalmente competem a um operador de caixa, sem qualquer contrato, formação ou enquadramento legal, o que levanta dúvidas quanto à legalidade desta prática. A generalização das caixas self-service permite ao IKEA reduzir custos com recursos humanos, transferindo essa responsabilidade para o cliente, que executa o trabalho de forma gratuita. Paralelamente, a empresa promove campanhas institucionais de imagem positiva, contrastando com a experiência real vivida pelos clientes nas lojas. Esta situação tem causado constrangimentos significativos. No IKEA de Loures, fui alvo de um episódio particularmente grave. Solicitei apoio a uma operadora, que se recusou a prestar assistência, referindo que existiam orientações internas que impediam o registo de artigos pelos funcionários. Saliento que não tenho obrigação de saber operar estes equipamentos nem de ser sujeito a esse tipo de imposição. O controlo exercido sobre os clientes nas caixas self-service é excessivo, com pressão constante por parte dos operadores e da segurança, falta de espaço para acomodar os artigos e falhas frequentes do sistema. No meu caso, a máquina apresentou um erro e ficou inoperacional durante vários minutos. Quando a operadora se dirigiu à caixa, adotou uma atitude inadequada, limitando-se a reiniciar o sistema e solicitando que repetisse todo o processo. Após concluir o registo e tentar sair da loja, fui interpelado pelo segurança e impedido de prosseguir, sem explicações claras. A fatura foi retirada para verificação, situação que considero abusiva. Foi identificado que um artigo não constava na fatura, facto que resultou de uma falha do sistema. Apesar de tal ter sido explicado, fui mantido no local. Posteriormente, ao tentar registar o artigo, o próprio sistema voltou a apresentar erro, confirmando que a situação não foi causada por ação minha. Considero que estas práticas colocam o cliente numa posição injusta, sujeitando-o a vigilância excessiva, constrangimentos e suspeição indevida, sem que exista alternativa às caixas self-service. Estas situações afetam negativamente os direitos do consumidor e merecem análise pelas entidades competentes. Solicito a intervenção da DECO para avaliação desta situação e eventual encaminhamento para as autoridades responsáveis
ma para e trabalhar
A minha experincis na Ikea foi muito diferente da Imagem positiva que é passad para o exterior. Apesar de se apresentarem como uma empresa moderna e com bons valores, internamente a realidade é outra. Ao longo do tempo existiram e continuam a existir situações reportadas por colaboradores e chefias , mas as queixas para a Ikea nunca são levadas a sério. Em vez da Ikea atuar e mudar as direcoes, chefias de departamento, secao e teams leaders e fazer uma “limpeza geral “ no Service Office , o que a Ikea faz é quem fala acaba por ser mal visto, desmente tudo e até tem colaboradores e chefias que defendem cegamente a Ikea devido a estarem a ser beneficiados , o que cria um ambiente de medo e desconfiança entre colegas e chefias. Comportamentos pouco profissionais por parte de algumas chefias e teams leaders, que não condizem com o cargo que ocupam nem com o código de conduta que a própria empresa diz defender. Comportamentos de envolvimentos em que muitos eram casados, andarem a meter-se com promotoras, seguranças prosegur, etc estes comportmanetos criam obviamente um ambiente pouco saudável e desconfortável. O recrutamento interno levantam muitas duviads , abrem as vagas mas a pessoa já está escolhida para o cargo geralmente é uma amiga ou familiar de uma chefia, o que mostra ser um processo nada transparente e desmotivador. O departamento de people and culture que deveria apoiar e proteger os colaboradores , não cumpre esse papel. A responsável que está lá há algum tempo não é competente, tem grupos de amizades e não é profissional pois não trabalha de modo imparcial e tem tratamentos diferentes para quem gosta ou não gosta e isso é muito visível. A Ikea investe na Imagem externa mas internamente é um terror.
Ruptura de stock
Exmos. Senhores. Venho por este meio expor o seguinte problema: No dia 9 de Janeiro do presente ano, através da aplicação do Kuanto Kusta, encomendei, à Kibo, um disco interno SSD S3PLUS por 49.29 euros. A mesma ficou registada com o número: 100114772 (foto em anexo). O prazo de entrega podia ir até 10 dias úteis. Como não recebi nada, nos dias 20 e 23 de Janeiro, enviei um email a questionar o porquê de não ter recebido a encomenda, que ficaram resposta. No dia 26 de Janeiro liguei, por várias vezes, para o número de apoio ao cliente. Na vez que me atenderam, ao perceberem o porquê da minha chamada, desligaram e não me voltaram a atender. No dia 27 de Janeiro recebi, da parte da Kibo, um email a dizer que havia uma ruptura de stock no artigo pretendido e a perguntar se, pretendia o reembolso , ou trocar por outro artigo. Respondi que queria ser reembolsado. Até à data não recebi nada, nem reembolso nem o artigo.
Más experiências com esta empresa
Resumo da minha experiência com várias encomendas. Pior "pseudo" empresa de estafetas em Portugal com que já lidei (já interagi com pelo menos duas dezenas deste tipo de operadores logísticos) , principalmente pelos seguintes motivos: - Acontece frequentemente as encomendas ficarem muitos dias no estado "Last Mile", sem mudar de estado, por vezes semanas. Passados 5 dias dizem que foram perdidas e mandam mail como justificaçam para se pedir um reembolso que não tem validade para a TEMU e entretanto, do nada, as encomendas reaparecem e dão o "dito", pelo "não dito" e entregam a encomendas com atrasos significativos. - Passa-se dias/semanas, desde o estado "Saíu para Entrega", sem que entreguem as encomendas, sem darem qualquer justificação, obrigando o cliente a ficar fechado em casa, dias/semanas há espera duma encomenda que nunca mais chega. - A única opção de entrega, é ao domicílio, pois não têm pontos de recolha ou cacifos em Portugal. Com 4.000 pontos de recolha em Espanha, Portugal "não merece" um único ponto de entrega de encomendas. - Por último, têm um atendimento ao cliente de "vão de escada", que não ajuda absolutamente nada o cliente, utilizando maioritariamente IA do século passado, com respostas absurdas, ou raramente aparece uma operadora telefónica em teletrabalho, em que o som de fundo são cães a ladrar ou crianças a chorar. Ter encomendas a serem entregues por esta pseudo empresa, é sinónimo de chatices, perca de qualidade de vida e doenças de nervos. Devia de haver uma fiscalização deste tipo de empresa, de forma que fechasse as que não têm o mínimo de qualidade e respeito pelos consumidores.
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