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Reclamação sobre cobrança indevida de 2ª via de Documento Único Automóvel
Exmos. Senhores, No dia 28/08/2025 adquiri um veículo, tendo o respetivo Documento Único Automóvel (livrete) sido emitido pelo IMT. Em 19/09/2025, segundo informação prestada pelo IMT, os CTT alegaram não conseguir entregar o documento por inexistência do endereço. Contudo, o endereço indicado estava correto e atualizado. Face a esta situação, fui informado de que teria de pagar a emissão de uma 2ª via, por já terem decorrido mais de 30 dias. No entanto, considero esta cobrança indevida, uma vez que: - O erro não foi meu, mas sim dos CTT, que posteriormente conseguiram entregar no mesmo endereço; - O endereço constante no registo estava correto e válido; - Não deveria ser penalizado por falha de terceiros. Assim, venho solicitar: 1. O reembolso do valor pago pela emissão da 2ª via; 2. A revisão dos procedimentos internos, de forma a evitar que cidadãos sejam prejudicados por falhas externas. Anexo comprovativos da compra do veículo, da comunicação do IMT e da entrega posterior pelos CTT. Aguardo resposta no prazo legal. Com os melhores cumprimentos,
Cobrança indevida de seguro + recusa de cancelamento dentro do prazo por falha da loja (Rádio Popula
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a Rádio Popular e contra a seguradora associada ao seguro da televisão adquirida, devido a falhas graves no processo de cancelamento do seguro. Linha temporal dos factos: 07/11/2025 – Comprei uma televisão na Rádio Popular e, por insistência da loja, foi-me vendido um seguro, com a informação de que o mesmo poderia ser cancelado dentro de 30 dias. 06/12/2025 – Contactei a seguradora para cancelar o seguro. A seguradora informou-me que, por estar dentro dos 30 dias, o cancelamento tinha obrigatoriamente de ser feito presencialmente na loja até ao dia seguinte, 07/12. 07/12/2025 – Dirigi-me à loja da Rádio Popular dentro do prazo indicado. A funcionária recusou efetuar o cancelamento, alegando que “o prazo de 30 dias já tinha passado”, o que é falso. Estive na loja nesse dia, o que posso comprovar através do registo de entrega de um aspirador em garantia, feito exatamente nesse momento. A funcionária não realizou o procedimento obrigatório nem comunicou à seguradora que estive na loja dentro do prazo com a intenção de cancelar o seguro, o que teria resolvido a situação de forma imediata. Ao falar posteriormente com a seguradora, fui informada de que, caso a loja não conseguisse processar o cancelamento no sistema, deveria ter comunicado diretamente o meu pedido, servindo como prova formal de que compareci na loja dentro do prazo legal com esse propósito. Questionei-lhe sobre a possível cobrança indevida, uma vez que o pagamento estava pendente. Ao que me respondeu que devia cancelar o débito direito, questionei qual seria o procedimento caso não tivesse débito direito e caso o dinheiro me saísse da conta. Garantiu-me que a seguradora tinha tolerância e que me seria devolvido. Nos dias seguintes, tentei resolver a situação. A Rádio Popular empurrou a responsabilidade para a seguradora e vice-versa. Dia 08/12/2025 não consegui falar com a seguradora por ser feriado. No dia 09/12/2025 liguei para a seguradora a explicar toda a situação. Informaram-me que o procedimento foi mal realizado desde o início e que, infelizmente, não podiam resolver o problema porque a responsabilidade era da Rádio Popular. Disseram-me ainda que me foram dadas informações erradas, uma vez que não basta cancelar o débito direto para cancelar um seguro. Acrescentaram também que, se a funcionária tivesse aberto a minha ficha, teria verificado que não era possível aparecer aquele pagamento em débito direto, porque o valor estava a ser cobrado como uma compra normal — algo que nem entendo como é possível. Como não existe qualquer prova de que estive na loja no dia 07/12 a pedir o cancelamento, e como a chamada foi feita apenas no dia 09/12, a seguradora explicou que já não podia dar seguimento ao pedido. Realçaram que a funcionária da Rádio Popular deveria ter cumprido o procedimento correto para que ficasse registado que estive efetivamente na loja dentro do prazo, o que teria evitado toda esta situação. 09/12/2024 – Dirigi-me à loja ao final da tarde onde voltei a explicar a situação e o funcionário da loja chegou a registar uma reclamação interna para a seguradora, mas associou-a de forma incorreta à apólice de outra pessoa, comprovando a falta de rigor e prejudicando-me diretamente. O valor do seguro acabou por ser cobrado pela seguradora devido à falha da loja em cancelar o seguro quando me apresentei dentro do prazo. Ainda nesse dia voltei a contactar a seguradora, consegui cancelar a minha apólice, no entanto não me garantiam que o dinheiro me seria devolvido. 12/12/2025 Recebi um email da seguradora a pedirem para os contactar, pois já tinham uma resposta. Contactei-os por volta das 11h e disseram-me que a responsabilidade era da loja (e eu afirmo que é) e que por isso não podiam pagar, tinha de me entender com a loja. Fui novamente à loja por volta das 15h30 e voltei a explicar toda a situação. Abriram a nota registada pelo funcionário no dia 09/12 e informaram-me de que o pagamento já tinha sido devolvido. De facto, tinha uma resposta da seguradora a indicar que iriam proceder à gestão do caso. Insisti para ligar para a seguradora ainda dentro da loja. Foi então que se aperceberam de que aquela apólice nem sequer era minha. Em nenhum momento me pediram desculpa pelo erro, nem procuraram falar com a colega que me atendeu na primeira vez para resolver o problema de forma definitiva. Para piorar, decidiram redigir uma nova reclamação para o seguro, mas distorcendo os factos. Em nenhum momento admitiram que estive na loja dentro do prazo com a intenção de cancelar a apólice. Escreveram apenas que no dia 07/12 eu “tentei cancelar o seguro cancelando o débito direto” e que, como o pagamento não aparecia, não consegui fazê-lo dentro do prazo. Informei de imediato que não autorizava que colocassem essa informação, pois era falsa, e porque eu própria já tinha falado com a seguradora, que me garantiu que não é dessa forma que se cancela um seguro. Além disso, as regras são claras: para cancelar a apólice, eu teria de o fazer presencialmente no balcão, dentro dos 30 dias. Ainda assim, o funcionário continuou a distorcer os factos e disse: “eu posso bem com eles”. A questão é que alegar algo falso apenas atrasa o processo e transmite informações incorretas à seguradora, prejudicando-me ainda mais. A Rádio Popular continua a distorcer os factos, a negar que estive na loja no dia 7 com o propósito de cancelar o seguro e tenta imputar a responsabilidade à seguradora, que agiu com base na falta de comunicação da loja. O que solicito: A devolução integral do valor cobrado indevidamente pela seguradora, no mesmo método de pagamento. A responsabilização da Rádio Popular pela informação errada e pelo procedimento incorreto. Documentos que posso fornecer se solicitado: Comprovativo de compra da televisão Registro da entrega do aspirador em garantia em 07/12 Registo de chamadas para a seguradora Registo da reclamação interna errada da loja Comprovativos do valor cobrado Agradeço o vosso apoio para resolver esta situação injusta e que me está a causar prejuízo devido a erros que não me são imputáveis. Com os melhores cumprimentos, Bruna Almeida
Falta de Faturas
Exmos. Senhores, Na qualidade de titular do contrato n.º 90046810, comuniquei-vos já em momento anterior o facto de receber as faturas sempre em atraso, e apenas depois de eu ligar e insistir e até deslocar-me à loja de cidadão é que me deram uma referência para pagar sem sequer receber qualquer fatura em casa. Já são meses consecutivos com este problema e ainda aguardo faturas até hoje. Reforço o meu pedido e informo, desde já, que irei invocar a prescrição, prevista na lei para os fornecimentos com mais 6 meses, caso tal seja aplicável. Solicito ainda que, tratando-se de uma falha vossa, me apresentem a possibilidade de um plano de pagamentos, por forma a minimizar os efeitos no meu orçamento familiar. Cumprimentos.
Sem encomenda e sem dinheiro
Exmos. Senhores, Em 24 de outubro de 2025 adquiri um resguardo de duche, Modelo VERONA Frontal duche 1 fixo – 1 porta corrediça sem perfil superior. Acabamento OURO MATE - 140-160 cm Medida exacta do ecrã: 1570mm, pelo valor de 799 €. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme escrito, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada dentro de 3 semanas. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços (14/11, 17/11, 18/11, 19/11, 25/11, 26/11, 1/12, 2/12, 4/12, 5/12, 6/12, 9/12, 10/12) e obtive a resposta de que o bem está para entrega. Foi inclusivé fornecido um número falso de rastreamento na agência Ontime. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado, com o devido reembolso, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos.
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, Em 25/11/2025 adquiri uma cadeira ergonómica, da marca Holludle, pelo valor de 162 euros. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 02/12/2025. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços 03/12 e dia 11/12 e obtive a resposta de que o bem está para entrega. Assim sendo, exijo, no prazo máximo de 8 dias, procedam à entrega do referido (Cadeira ergonómica Holludle), sob pena de resolução do contrato, e sem prejuízo do direito de indemnização por eventuais danos causados. Cumprimentos.
Encomenda não recebida
No dia 25/11 encomendei e paguei 2 esfregonas a vapor. Até agora não recebi nada. Não respondem a emails, o número de telefone não está disponível e já me bloquearam no Facebook. Desta forma, só posso concluir que se trata de uma grande burla, com dezenas de queixas na internet mas continuam a ter autorização para vender online
Direito de Cancelamento não concedido!
Comprei no site sem ver que o preço era extremamente abusivo, e tentei via suporte usar meu direito de consumidor de cancelar dentro de 24h (não faz nem 2 horas que comprei), e tudo o que sabem dizer e repetir é que eles não fazem isso e que seguem os termos de uso da plataforma, o que é inaceitável, visto que eles nem mesmo entregaram os bilhetes e só entregam no DIA do evento, sem garantia que irão entregar, só que possivelmente devolverão o dinheiro se não entregarem tickets válidos, mas assim eu não garanto minha presença no evento. Fraude! Quero meu dinheiro de volta já!
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, Em 02 de Novembro de 2025 adquiri um telemóvel SAMSUNG S25 Ultra 1T, da marca SAMSUNG, pelo valor de 1021,24 euros. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 08/11/2025. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços (10/11;14/11;25/11; 04/12 e 11/12) e obtive a resposta de que o bem está para entrega. Assim sendo, exijo, no prazo máximo de 8 dias, procedam à entrega do referido SAMSUNG S25 Ultra 1T, sob pena de resolução do contrato, e sem prejuízo do direito de indemnização por eventuais danos causados. Cumprimentos.
Encomenda incompleta e não respondem
Fiz uma encomenda em abril de 2025 e o mapa chegou sem muitas peças. Tenho estado a tentar contactar com eles há mais de meio ano e nada. No instagram responderam me para contactar pelo whatssap e simplesmente não me respondem e não me enviam as peças pelas quais paguei. Burla autentica esta marca.
Cancelamento
Não apresentação das condições contratadas, nomeadamente: Poderá contratar a cobertura no escritório local quando recolher o veículo por 38.00 € dia. Ou pode também fazer a um seguro de reembolso de franquia com CarJet por apenas 7.64 € por dia Total para a sua reserva: 38.22 €. Pedidos de reembolso recusados
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