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Recusa de substituição de produto defeituoso adquirido na FNAC
No dia 06/08/2026 adquiri na FNAC um Kobo Clara Colour, no valor de 189,99 €. No próprio dia, na primeira utilização, o equipamento revelou um funcionamento anormal, extremamente lento e com bloqueios, dificultando inclusivamente a configuração inicial. No dia seguinte, 07/08/2026, dirigi-me à loja para solicitar a substituição do equipamento, uma vez que o defeito surgiu imediatamente após a compra e o produto tinha sido adquirido para utilizar durante as minhas férias. Após um longo período de espera, fui informada de que o equipamento teria obrigatoriamente de ser enviado para reparação (Guia de Reparação n.º 470025579), com um prazo até 30 dias. Foi-me ainda comunicado que a substituição apenas seria possível em compras online. Considero que a FNAC não avaliou devidamente a possibilidade de substituição, limitando-se a impor a reparação, apesar de o defeito se ter manifestado logo na primeira utilização. Esta decisão deixou-me sem o equipamento durante o período de férias, precisamente o motivo da sua aquisição, causando-me um prejuízo evidente. Solicito o parecer da DECO PROteste sobre a atuação da FNAC e apoio para que a situação seja resolvida de forma justa, designadamente através da substituição do equipamento ou de outra solução adequada.
Stand nao assume desci¡onformidades desde compra e o veiculo ainda nao está em meu nome
Exmos Senhores, Adquiri um carro a pronto por transferência bancária, e até á data ainda nao recebi a Fatura, nao tenho o carro registado em meu nome, nem sequer o livrete. Desde a compra, já reclamei várias desconformidades, umas resolvidas e outras por resolver, pois o stand recusa-se a assumir, insistindo que sou má condutora e que os problemas fui eu que os causei. Tendo o Contrato de Compra e Venda a garantia, nao esta a ser cumprida e comprei o veiculo por ter necessidade de mobilidade e nao de problemas que alterem os meus dias e me causem stress, sendo totalmente invertidos todos os factos para mim, o dono sabe perfeitamente quais os problemas, mas nao quer assumir e vai arrastar o tempo que for preciso. Já fiz reclamaçao on-line / reclamaçao no estabelecimento e até á data continuo sem resposta. Espero que alguém tome medidas, pois a lesada sou eu, e já tive o carro imobilizado durante bastante tempo, causando-me stress, sensaçao de impotencia, desgaste emocional e principalmente manipulada e ABUSADA fisicamente pelo dono! O facto de também mexer no meu corpo sem consentimento, fez-me sentir nojo e vergonha, uma das vezes fui parar ao hospital e a outra tive de me controlar, pois nao sei o que lhe podia fazer (um dos seguranças dele viu a situaçao e existem camaras). Espero que alguém me ajude a resolver este assunto do carro, por favor!
Kindle não entregue, transportadora não responde e Amazon não apresenta solução
Comprei um Kindle através da minha conta Amazon Business, com entrega prevista para o dia 3 de agosto. A transportadora responsável pela entrega é a Paack. Desde então, a experiência tem sido extremamente frustrante. A Paack começou por indicar no acompanhamento da encomenda que teria tentado efetuar a entrega, mas que não teria sido possível. Essa informação não corresponde à realidade, pois eu estava em casa e não houve qualquer tentativa de entrega. Entrei em contacto diretamente com a Paack por e-mail, informando que não tinha existido qualquer tentativa de entrega e questionando onde estava a minha encomenda. Responderam dizendo que estavam com problemas, mas que fariam uma nova tentativa de entrega. Essa nova tentativa nunca aconteceu. Posteriormente, a encomenda passou para o estado "on hold". Voltei a contactar a Paack, perguntando novamente onde estava a minha encomenda e quando seria entregue. Desta vez, nem sequer obtive resposta. Perante a ausência de qualquer solução, entrei em contacto com a Amazon. Afinal, eu comprei o Kindle à Amazon, não à Paack. A Amazon é a empresa com quem fiz a compra e considero que cabe à Amazon resolver os problemas com a transportadora que escolheu para prestar o serviço de entrega. Expliquei ainda que precisava de uma solução imediata e solicitei o reembolso do valor pago, uma vez que, se a encomenda não fosse entregue até ao dia 10 de agosto, deixaria de estar alguém disponível no endereço para a receber. Depois de bastante insistência através do atendimento por chat, a resposta que recebi foi, essencialmente, que a Amazon não podia fazer nada enquanto o produto não fosse devolvido pela transportadora. E é precisamente aqui que a situação se torna ainda mais absurda: a Paack não responde, não entrega a encomenda e mantém o envio "on hold". Eu, enquanto cliente, não tenho qualquer controlo sobre quando — ou sequer se — a transportadora irá devolver o produto à Amazon. E, enquanto isso, a Amazon diz que também não pode fazer nada. Onde fica o cliente nesta situação? Estou sem o Kindle, sem o dinheiro e sem uma previsão concreta de entrega ou reembolso. Além disso, o Kindle era um presente, que devido a toda esta situação não consegui entregar na data pretendida. Estou extremamente dececionada com a forma como a Amazon está a gerir este problema. Sempre tive uma expectativa muito superior relativamente ao atendimento e à proteção do cliente por parte da empresa. Também considero incompreensível que a Amazon continue a utilizar uma transportadora como a Paack perante a quantidade de reclamações existentes relativamente ao seu serviço. A escolha da transportadora é da Amazon e não deveria ser o cliente a ter de perseguir a transportadora para descobrir onde está uma encomenda que comprou e pagou à Amazon. Não estou a pedir nada extraordinário. Quero simplesmente uma solução para uma compra que não me foi entregue: o reembolso integral do valor pago, sem ficar indefinidamente à espera que a transportadora decida o que fazer com o produto. Considero lamentável o atendimento recebido até ao momento, tanto pela ausência de resposta da Paack como, principalmente, pela falta de uma solução efetiva por parte da Amazon, que foi a empresa a quem efetivamente fiz a compra.
Resolução de contrato
Bom Dia No dia 7 de julho foi assinado pelo meu pai um contrato com essa empresa para a aquisição de aparelhos auditivos. No dia 16 de julho, por isso dentro do prazo legal e ao abrigo do direito de livre resolução, foi enviado pedido de revogação do mesmo contrato através de carta registada e com aviso de recepção. Conforme comprovativo recebido e assinado por essa empresa, a carta enviada foi recebida a 17 de julho. Até ao dia de hoje continuamos sem qualquer conformação da vossa parte relativamente ao pedido efetuado. Várias tentativas de contacto telefónico (quer para o numero fixo quer para o contacto que um suposto técnico deixou nos documentos entregues) revelaram-se infrutíferas uma vez que ninguém atende o telefone. Foi entretanto enviado novo pedido de resposta/confirmação do pedido efetuado, igualmente através de carta registada com aviso de recepção. Uma vez que associado a esse contrato foi feita uma proposta de crédito ao Banco Credibom, foi esta entidade igualmente informada da pretensão de revogação. Aguardamos pelo vosso comentário assim como resposta por escrito ás duas cartas enviadas a essa empresa, assim como qual a forma de devolução dos artigos entregues. Agradeço desde já a atenção dispensada
GARANTIA RECUSADA
No dia 11 de setembro de 2025 recebi uma cama de jardim adquirida à Beliani, destinada à utilização em espaços exteriores. O produto foi utilizado de forma prudente e exclusivamente para a finalidade a que se destina, sem qualquer utilização abusiva ou negligente. Ao fim de aproximadamente 3 meses de utilização, começaram a surgir sinais evidentes de ferrugem na estrutura metálica, situação que se agravou progressivamente, tornando a cama de jardim visivelmente degradada e incompatível com a qualidade e durabilidade expectáveis de um produto concebido para utilização no exterior. No dia 13 de abril de 2026 apresentei a primeira reclamação junto da Beliani, enviando fotografias e vídeos que comprovavam o estado do artigo. Ao longo do processo: enviei todos os elementos solicitados pelo vendedor; forneci fotografias e vídeos adicionais; segui integralmente as instruções da Beliani para tentar remover a ferrugem, utilizando a esponja e o método por eles recomendado; as tentativas não produziram qualquer resultado, mantendo-se a corrosão. No dia 17 de julho de 2026, a Beliani reconheceu a existência da reclamação e apresentou como única proposta de compensação um reembolso parcial de 25,00 € ou, em alternativa, um voucher de 50,00 € para utilização numa futura compra. Por considerar esta solução manifestamente insuficiente, solicitei a reapreciação do processo e o reembolso integral do artigo. No entanto, em 29 de julho de 2026, a Beliani comunicou que, após nova análise, mantinha integralmente a sua decisão, alegando, sem qualquer relatório técnico ou prova objetiva, que a situação resultaria de "desgaste e/ou utilização indevida do produto", recusando a devolução do artigo e o respetivo reembolso. Discordo totalmente desta decisão. Uma cama de jardim é um produto especificamente concebido para utilização no exterior, devendo suportar as condições climatéricas normais a que estará naturalmente exposta. Não é aceitável que, ao fim de apenas três meses de utilização normal, apresente ferrugem extensa, sendo posteriormente imputada ao consumidor uma alegada utilização indevida sem qualquer demonstração técnica. Considero que o produto apresenta um defeito de conformidade, não correspondendo às características de qualidade, durabilidade e resistência que qualquer consumidor pode legitimamente esperar de um produto desta natureza. Assim, solicito a intervenção dessa entidade para que seja reconhecido o meu direito à resolução do contrato, com a devolução da cama de jardim e o reembolso integral do valor pago, por considerar que o produto não está conforme com o contrato de compra e venda. Em anexo junto: comprovativo da compra e da entrega; fotografias e vídeos que demonstram a evolução da ferrugem; comunicações trocadas com a Beliani; resposta de 17/07/2026 com a proposta de compensação; resposta final de 29/07/2026, mantendo a recusa do reembolso integral.
Reparação
Bom dia, comprei uma máquina de lavar a pressão no continente, após a compra teve problemas e foi reparar na garantia, voltou e trabalhou bem algum tempo e voltou acontecer, resumindo já levei cerca de 4 vezes reparar o mesmo problema das últimas 2 vezes eu disse que não queria a reparação mas sim o valor do equipamento ou um novo, visto que tenho negócio de limpezas e estou sempre a ficar mal com clientes derivado ao problema da máquina, a continente recusa a devolução e manda sempre para garantia, visto que esta acabar os 3 anos de garantia e andam a empatar, nesta última vez trabalhou 2 vezes na segunda voltou aparecer o problema. Seguem em anexo imagem das sms das últimas reparações abertas
Recolha não efectuada
Exmos. Srs., bom dia No dia 12 de Julho de 2026 adquiri na Worten Montijo um frigorífico para ser entregue em Alcochete no dia 18, ficando também combinado levarem o frigorífico velho. O frigorífico novo foi entregue mas o velho, que estava parado há uma semana, não foi levado porque, segundo os carregadores, "tinha água" (abanei o frigorífico mas não vi sinais da água). Marcada nova data para recolha, dia 22 os mesmos carregadores não levaram o frigorífico, desta feita porque "estava sujo" (aparentemente os equipamentos velhos vão para exposição). Novas datas para recolha foram 24, 27 e 28. Nestas 3 últimas datas, embora tenha recebido mensagens de que "prevemos chegar nos próximos 90 minutos", nunca apareceram porque, segundo explicação da operadora telefónica da Worten, houve falha da empresa que entrega e recolhe os equipamentos. No dia 28, a Worten disse que seria de novo contactado para marcar nova data de recolha, o que nunca aconteceu. Resumindo, nunca foi intenção da Worten ou da transportadora que trabalha com a Worten, levar o equipamento velho, recorrendo a desculpas esfarrapadas para a não efectivação do serviço. O assunto foi resolvido depositando o frigorífico na zona de caixotes de lixo mais próximo de minha casa. Claro está que não tenciono comprar mais nada na Worten que implique recolha de equipamento velho.
Apresentação do preço do Sistema Volta
No dia 09/08/2026, no estabelecimento Pingo Doce do Cais Sodré por volta das 21h, ia comprar uma garrafa de água cujo preço apresentado na etiqueta é 0,39€, ao chegar para pagar na caixa é me acrescentado 0,10€ para minha surpresa, questionei e me foi falado do sistema volta, sendo acrescentada, no momento do pagamento, uma cobrança adicional de 0,10€ é referente ao depósito do Sistema Volta, perfazendo um total de 0,49€. Uma funcionária leva me de volta a onde peguei a água e mostra os referidos 0,10€ na etiqueta com letras super minúsculas praticamente imperceptíveis se não olhar muito perto. A minha questão é do porque a etiqueta apresenta o valor 0,39€ E em tamanho bastante destacado, enquanto a indicação "+ 0,10€ e depósito" surge em caracteres significativamente mais pequenos, arrisco a dizer minúsculo. Considero que esta forma de apresentação pode não proporcionar uma informação suficientemente clara e facilmente percetível sobre o valor efetivamente pago pelo consumidor, particularmente para pessoas com dificuldades de visão ou baixa acuidade visual. Tenho conhecimento de que o depósito do Sistema Volta deve ser cobrado e identificados. A minha reclamação não é contra a existência do depósito, mas contra a forma como o preço final é apresentado ao consumidor nas lojas Pingo Doce. Visto que outras lojas o preço já está incluído no final. Abaixo deixo duas fotos tiradas hoje no dia do acontecimento. No momento em que questionei esta situação no estabelecimento, falei com o gerente responsável Rui Simão, precisamente porque considerei que a forma como o preço está apresentado pode ser misleading (indutora em erro), sobretudo para consumidores com dificuldades de visão ou baixa acuidade visual. Expliquei-lhe que o valor de 0,39 € aparece em destaque, enquanto o acréscimo de 0,10 € surge em caracteres significativamente mais pequenos, podendo dificultar a perceção do valor efetivamente a pagar. Durante a conversa, o gerente Rui Simão apresentou uma postura que considerei dismissiva, limitando-se repetidamente a responder “mas está lá”/“mas está lá escrito”, referindo-se aos 0,10 € do depósito, sem abordar verdadeiramente a questão que eu estava a colocar: o facto de a informação estar apresentada de forma significativamente menos visível e poder ser difícil de perceber para pessoas com falta de visão ou entendimento. Porque estando escrito +0,10 o consumidor não percebe se está ou não incluido nos 0,39€ assim como é feito com o IVA que já está incluído. A minha questão é precisamente se a forma como essa informação é apresentada, em caracteres muito mais pequenos do que o preço principal, é suficientemente clara e acessível para todos os consumidores? Senti que esta preocupação não foi devidamente considerada nem respondida pelo responsável do estabelecimento. Solicito, por isso, que seja verificado se esta forma de apresentação cumpre integralmente as regras relativas à informação sobre preços e à proteção dos consumidores, nomeadamente quanto à clareza, legibilidade e possibilidade de indução em erro. Saliento ainda que existem outros estabelecimentos onde o preço apresentado junto ao produto permite perceber de forma mais imediata o valor a pagar, tornando a informação mais acessível ao consumidor. Solicito esclarecimento sobre a conformidade desta prática e, caso seja considerada inadequada, a sua correção. Com os melhores cumprimentos.
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, Em 14/06/206 adquiri roupa, da marca mister tuga, pelo valor de 185.30 euros. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 21/06/2026. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contatos junto dos vossos serviços 29/07/2026 e vários telefonemas em várias datas e não obtive a resposta de que o bem está para entrega. Assim sendo, exijo, no prazo máximo de 8 dias, procedam à entrega do referido produto, sob pena de resolução do contrato, e sem prejuízo do direito de indemnização por eventuais danos causados. Cumprimentos.
Danos provocados no veículo durante reparação - Feu Vert Gaia
No passado dia 05/08/2026 entreguei o meu veículo (Mercedes CLK) no centro Feu Vert de GaiaShopping para o serviço de substituição do alternador. Aquando da recolha da viatura, verifiquei que a junta de vedação do farol dianteiro ficou totalmente esmagada e deformada devido ao manuseamento incorreto durante a intervenção mecânica. Ao confrontar o responsável do centro com os danos visíveis, este recusou qualquer assunção de responsabilidade de forma totalmente inapropriada. Já apresentei a reclamação formal no Livro de Reclamações Eletrónico. Solicito através da DECO a resolução célere deste litígio mediante a reparação/substituição do componente danificado a expensas da Feu Vert.
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