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Reembolso 47,90€ | Práticas comerciais enganosas
Na loja online NORONHA LISBOA, no dia 4 de julho de 2026, realizei uma compra de um macacão correspondente à Encomenda n.º 2959, no valor total de 47,90€ (44,95 € pelo produto e 2,95 € de envio seguro). A encomenda foi entregue apenas no dia 20 de julho de 2026, ou seja, 16 dias após a compra. Ref.ª do artigo comprado: LS™ | Mono de jardim confortável com estampado Conheci a marca através de anúncios patrocinados no Instagram, apresentados em formato de stories. A publicidade criava a narrativa de uma marca portuguesa sediada em Lisboa, fundada por duas amigas, que estaria a realizar uma campanha de saldos devido à mudança de instalações. A hiperligação remetia para um website aparentemente legítimo, transmitindo confiança e a perceção de uma marca própria. Mesmo antes de receber o produto, comecei a suspeitar que algo não estava correto. Não era possível acompanhar devidamente a encomenda, os pedidos de esclarecimento por email eram respondidos de forma vaga e pouco transparente e, entretanto, encontrei diversas reclamações de outros consumidores relativas à mesma loja. Verifiquei igualmente que a página de Facebook da empresa utiliza imagens que aparentam ter sido geradas por inteligência artificial e que a publicidade da marca é direcionada a diferentes públicos através de anúncios distintos. Após a receção da encomenda, confirmei várias situações que considero suscetíveis de constituir práticas comerciais enganosas e uma violação dos meus direitos enquanto consumidora. Em primeiro lugar, o produto recebido não corresponde às fotografias nem à descrição apresentada no website. A qualidade dos materiais, o acabamento, o corte, o caimento e o aspeto geral diferem significativamente do produto anunciado. Além disso, existem fortes indícios de que a empresa comercializa produtos adquiridos em plataformas de baixo custo, revendendo-os por preços muito superiores sem informar o consumidor dessa realidade. Após receber o artigo, encontrei exatamente o mesmo produto disponível na plataforma TEMU, com o mesmo design, corte, costuras e restantes características. Na TEMU, o artigo é vendido por cerca de 20 €, enquanto na NORONHA LISBOA era anunciado em promoção por 44,95 €, indicando ainda um preço original próximo dos 100 €. Verifiquei igualmente que o produto entregue não corresponde ao anunciado. O macacão apresentado no website era verde, enquanto o artigo recebido é bege. Os suspensórios são diferentes dos apresentados nas fotografias publicitárias e as aplicações metálicas também não correspondem às anunciadas. Inclusivamente, antes da expedição da encomenda enviei um email à empresa a solicitar expressamente que fosse enviado o modelo com as aplicações metálicas visíveis no anúncio do Instagram. Esse pedido foi ignorado e as aplicações existentes no artigo recebido nem sequer são funcionais. Também as dimensões do artigo não correspondem à informação disponibilizada ao consumidor. Apesar de se tratar de um tamanho S, o artigo possui dimensões manifestamente desproporcionadas, sendo adequado para uma pessoa significativamente mais alta e de compleição mais larga, não correspondendo ao esperado para esse tamanho. O prazo de entrega de 16 dias é igualmente compatível com um modelo de expedição internacional ou dropshipping, circunstância que não é claramente comunicada ao consumidor antes da compra. Apenas após questionar a empresa fui informada, por email, de que "a Noronha Lisboa é uma marca portuguesa que trabalha com centros internacionais de produção e distribuição" e que algumas encomendas podem ser expedidas através da sua rede logística internacional. A encomenda foi enviada por um remetente localizado em Espanha, com a seguinte morada: MARCELINO CAMACHO Nº 13, 28830 SAN FERNANDO DE HENARES, não existindo qualquer indicação de instalações ou morada operacional em Portugal. A comunicação comercial da empresa transmite a perceção de que se trata de uma marca portuguesa, com produtos próprios e cuidadosamente selecionados, levando o consumidor a acreditar que está a adquirir um produto exclusivo ou diferenciado. Contudo, o artigo recebido possui uma etiqueta "MADE IN CHINA" e existem fortes indícios de que corresponde a um produto genérico amplamente comercializado em plataformas de baixo custo. Quando solicitei a resolução da situação e o respetivo reembolso, a empresa exigiu o envio de fotografias e de um vídeo explicando os motivos pelos quais o produto não correspondia às expectativas. Cumpri integralmente esse pedido e apresentei todos os argumentos acima descritos, incluindo as comparações com o artigo disponível na TEMU. Desde então, deixei de obter qualquer resposta por parte da empresa. Considero que esta atuação é suscetível de induzir o consumidor médio em erro relativamente à origem do produto, às suas características, ao seu valor real, à relação qualidade/preço, ao modelo de negócio utilizado e à própria natureza da marca, influenciando de forma determinante a decisão de compra. Estas práticas poderão enquadrar-se como práticas comerciais enganosas, proibidas pelo Decreto-Lei n.º 57/2008, de 26 de março, que transpõe para a ordem jurídica portuguesa a Diretiva 2005/29/CE relativa às práticas comerciais desleais, nomeadamente por ação enganosa e por omissão de informações essenciais ao consumidor. Acresce que o produto entregue apresenta desconformidades relativamente ao anunciado, nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro. Solicito o reembolso integral do montante pago, no valor de 47,90 €, incluindo todos os custos associados, bem como que a empresa suporte os custos da devolução do artigo. Solicito igualmente que esta reclamação seja objeto de averiguação pelas entidades competentes, por existirem fortes indícios de práticas comerciais enganosas, publicidade suscetível de induzir os consumidores em erro e eventual incumprimento da legislação portuguesa e europeia em matéria de defesa do consumidor. Saliento ainda que, caso tivesse conhecimento, antes da compra, de que o artigo correspondia a um produto genérico facilmente disponível em plataformas de baixo custo e expedido através de uma rede logística internacional, nunca teria tomado a decisão de o adquirir pelo preço praticado pela NORONHA LISBOA. Este facto demonstra que a informação omitida foi determinante para a minha decisão de compra.
Preços muito acima da media
Venho expor uma situação de publicidade enganosa por parte da MEO Energia. Aderi ao serviço motivado pela promessa de uma poupança direta de 3 cêntimos por kW face ao meu operador anterior. No entanto, a fatura do primeiro mês totalizou uns absurdos 333,74€, valor que é mais do que o dobro do meu consumo médio normal. Sentindo-me enganado por esta omissão de custos reais, mudei imediatamente de operador.O caso foi entretanto entregue à empresa de cobranças Intrum Portugal (Referência: E24969794, Contrato: PT0002000036817404JL). Para demonstrar boa-fé, já propus à Intrum o pagamento faseado em duas prestações (novembro e dezembro de 2026), mas não aceito o valor total cobrado.Solicito a intervenção da DECO junto da MEO Energia para que a faturação seja revista e recalculada de acordo com as condições publicitadas.Atentamente,Márcio Henrique Teixeira Neves
Cobrança Abusiva
No dia 06/05/2026 entrei em contato com o salão de cabelereiro Vanité, no Atrium Saldanha, via WhatsApp, pedindo marcação para duas senhoras idosas lavarem e fazerem brushing nos seus cabelos curtos. Por mensagem fiz a marcação e perguntei o valor, o qual se recusaram a responder. Ao chegarmos ao salão, ainda na recepção, perguntamos o valor e nos foi informado que custaria 28 euros para as duas senhoras. Confirmamos pergunyando "As duas?" e nos foi respondido que sim! Durante a lavagem, os profissionais escolheram shampoos e máscaras de tratamento, sem informar que isso acresceria qualquer valor. Na saída, ao pedirmos para pagar, nos informaram que seria um toral de 96,50 euros. O salão de cabelereiro agiu de forma vergonhosamente abusiva! Ficamos muito indignadas!! Tenho testemunhas, mensagens e faturas para provar!
Quero o reembolso pela a cobrança indevida do aplicativo
Quero o reembolso no valor de 89,99. Que foi cobrado da minha conta. Pelo a renovação do aplicativo. Essa cobrança foi feita sem minha autorização
Resolução de serviços
Eu HUGO RAFAEL RODRIGUES PATRAO venho por este meio fazer uma caixa contra a entidade GO BRAVO/RASD RESOLVA A SUA DIVIDA-PORTUGAL UNIPESSOAL LDA. Estou com a Go bravo desde Fevereiro de 2025 com promessa de redução das dívidas começando a pagar prestações de 277 euros e foram aumentando para o valor de 458 euros sem resolveram as dividas que neste momento aumentaram e com ameaças de penhoras de ordenado e bens. Tive que ligar para os advogados de cada entidade para começar a fazer os pagamentos a eles.Porque nao vao negociar com a go bravo . Sempre que ligava so me diziam que ainda nao tinha plafon para começar a pagar as prestações.
Compra não entregue e ausência de reembolso - Manto11.pt
No dia 26 de junho, realizei uma compra no site manto11.pt (Pedido #1301-6002). Até ao momento, a encomenda não foi entregue e nunca recebi o código de rastreio. Tentei contactar a empresa várias vezes para solicitar o reembolso, mas não obtive resposta ou solução. Além disso, o site não apresenta informações obrigatórias como NIF e morada da sede. Através do recibo de pagamento da Stripe, identifiquei que o responsável é Gabriel Barreto . Exijo o reembolso imediato do valor de 44,99€, uma vez que o contrato de compra e venda não foi cumprido
ENCOMENDA SEM ATUALIZAÇÃO
Exmos. Senhores, Venho por este meio, apresentar uma reclamação formal relativa ao incumprimento contratual associado às duas encomendas realizadas no dia 30/06/2026, através da plataforma SHEIN, no valor total de 26,37 euros, cujo pagamento foi efetuado de imediato, constituindo contrato de compra e venda nos termos do art.º 3.º do Decreto‑Lei n.º 24/2014, relativo aos contratos celebrados à distância. A encomenda em causa inclui 5 itens distintos, cada um com fatura individual, facto que resulta do modelo de expedição da plataforma. Assim, embora exista uma única encomenda, foram emitidas 5 faturas separadas, correspondentes a cada item. Para efeitos de identificação, indico abaixo os respetivos números de fatura: • Fatura # XPT20260630169003283386_1 • Fatura # XPT20260630826003937026_1 • Fatura # XPT20260630073000613156_1 • Fatura # XPT20260630303000365500_1 • Fatura # XPT20260630235000681656_1 (Informo que, no campo “Número de fatura” da presente reclamação, foi inserido apenas um dos números acima, por impossibilidade técnica de inserir múltiplas referências, sendo todos eles parte da mesma encomenda.) Nos termos da fatura‑recibo, foi inicialmente estipulado que a entrega ocorreria até 14/07/2026, prazo posteriormente alterado unilateralmente para 16/07/2026. Pelo incumprimento da primeira data contratualmente prevista, foram atribuídos 1000 pontos de compensação, facto que se regista. Contudo, desde 11/07/2026 não existem quaisquer atualizações relativas ao envio, situação que motivou diversos contactos com o serviço de apoio ao cliente a partir de 13/07/2026, sem que tenha sido prestada qualquer resposta. À presente data, a encomenda permanece por entregar, configurando incumprimento contratual nos termos do art.º 8.º, n.º 1 do Decreto‑Lei n.º 24/2014, que impõe ao profissional a obrigação de entrega dentro do prazo acordado. Nos termos do art.º 10.º, n.º 1 do mesmo diploma, o consumidor pode implementar um prazo suplementar razoável para cumprimento quando o profissional não cumpre a obrigação de entrega no prazo inicialmente acordado. Assim, implemento o prazo de 8 dias para entrega da encomenda ou, em alternativa, para o reembolso integral do montante pago (26,37 euros), conforme previsto no art.º 12.º, n.º 1. O não cumprimento deste prazo implicará a resolução do contrato, nos termos do art.º 10.º, n.º 2. Mais se informa que o incumprimento definitivo poderá constituir fundamento para exigir indemnização por danos patrimoniais e não patrimoniais, ao abrigo do art.º 798.º do Código Civil, aplicável ao regime geral da responsabilidade contratual. Face ao exposto, solicita-se a intervenção da entidade competente para assegurar o cumprimento das obrigações legais por parte do profissional, garantindo a proteção dos direitos do consumidor. Com os melhores cumprimentos.
Montagem não cumprida
Exmos. Senhores, Assunto: Reclamação por incumprimento de montagem agendada e confirmada e continuação de sucessivas falhas no serviço. Venho, por este meio, apresentar, mais uma vez, a minha profunda insatisfação e indignação relativamente a mais uma falha grave (5ª vez) por parte da IKEA no cumprimento de um serviço de montagem previamente agendado e confirmado no dia anterior para não causar mais transtornos e prejuízos ao cliente. A montagem encontrava-se, pela 5ª vez, agendada para o dia 22 de julho, tendo sido confirmada e garantida, inclusivamente na véspera da intervenção. Com base nessa confirmação, organizei toda a minha disponibilidade e fui obrigada a faltar ao trabalho pela 5ª vez, sofrendo prejuízos, para poder aguardar a equipa de montagem. No entanto, já no próprio dia da montagem, fui informada, porque tive eu de entrar em contacto com a Ikea, de que o serviço não seria realizado por, alegadamente, a minha montagem não ter sido incluída na rota da equipa. Esta justificação é totalmente inaceitável, sobretudo quando o serviço já tinha sido, mais uma vez, previamente confirmado pela própria IKEA. O que torna esta situação ainda mais grave é o facto de esta não ser uma ocorrência isolada. Ao longo deste processo têm existido sucessivas falhas, incumprimentos e transtornos, causando perdas de tempo, prejuízos financeiros e um enorme desgaste. Perante este histórico, seria expectável que a IKEA tratasse este caso com prioridade e assegurasse, de forma rigorosa, o cumprimento dos compromissos assumidos para com o cliente. Considero inadmissível que um erro interno de organização seja transferido para o consumidor, que cumpriu integralmente todas as suas obrigações e confiou nas confirmações fornecidas pela empresa. Exijo, por isso: Uma explicação formal para os incumprimentos das montagens agendadas; O reagendamento da montagem com caráter de urgência e garantia efetiva de realização; A devida compensação pelos prejuízos causados, nomeadamente pela necessidade de faltar ao trabalho e pelos sucessivos incómodos decorrentes destas falhas. Caso esta situação não seja resolvida de forma célere e satisfatória, reservo-me o direito de apresentar reclamação junto das entidades legais competentes e superiores. Exijo uma resposta rápida e uma solução definitiva e profissional para um problema que já se prolonga há demasiado tempo e que já ultrapassou todos os limites aceitáveis e denota uma falha de profissionalismo e má fé por parte da Ikea que não se preocupa em finalizar um serviço garantido por eles no ato da compra e já pago e que, sempre que foram contactados garantiram ao cliente que o serviço. iria ser cumprido e sempre falharam. As respostas são sempre as mesmas e não revelam qualquer preocupação verdadeira em resolver o caso com profissionalismo. Limitam-se a dar respostas "robotizadas" Tal não deveria acontecer numa empresa com a dimensão e reputação da IKEA pois demonstra garantias falsas para com o cliente e publicidade enganosa, uma vez que no ato da compra foi confirmado e reconfirmado se faziam montagem no endereço dado e foi sempre garantido pela Ikea que não haveria qualquer problema. No momento todas as justificações são inaceitáveis pois, devido às sucessivas falhas revela falta de respeito para com o cliente e falta de compreensão e empatia com todos os transtornos que dai advêm para o cliente. Exijo, por tudo isto, uma resposta urgente e completa a esta reclamação. Vale de Cambra, 22 de julho de 2026 Cumprimentos. Isabel de Matos
Burla
Boa tarde, Recebi uma chamada suspeita do número 932160131, no qual a pessoa se identificou como sendo da DECO PROTESTE. Não sei se existe alguma relação com uma eventual fuga de dados do vosso site, mas, dado que outras pessoas têm reportado situações semelhantes, considero importante alertar-vos para confirmar esta atividade. Na chamada, o operador pediu autorização para gravar a conversa e afirmou que pretendia analisar uma simulação que eu teria feito no vosso site. Quando respondi que não tinha realizado qualquer simulação, desligou de imediato. Agradeço a atenção. Filipa
Cobrança abusiva de dívida prescrita — 3 insistências após invocação formal de prescrição
Exmos. Senhores, A Intrum Portugal, Lda. (NIPC 503 933 180) está a cobrar faturas referentes ao processo n.º 4496 / Ref. E25505827, no valor de 418,25 €, relativas a janeiro e março de 2024, alegadamente devidas à IAD Portugal, S.A. Estas faturas encontram-se legalmente prescritas desde janeiro/março de 2026, ao abrigo do artigo 317.º do Código Civil Português (prazo de 2 anos). Em 2 de junho de 2026 enviei carta registada (CTT ref. RL504796773PT) invocando formalmente a prescrição. A Intrum confirmou a receção por escrito na mesma data. Apesar disso, continuei a receber: Nova carta de cobrança em 10/07/2026 (valor: 417,90 €) Novo email de cobrança em 22/07/2026 (valor: 418,25 €) Em 17/07/2026 enviei segunda carta registada (CTT ref. RL504780212PT) reiterando a prescrição e avisando formalmente da apresentação de queixa. Solicito a intervenção da DECO para que a Intrum Portugal encerre imediatamente o processo de cobrança e cesse todos os contactos relacionados com esta dívida prescrita. Cumprimentos.
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