Reclamações recentes

V. S.
12/06/2026

produto em não conformidade com descrição anunciada

No dia 12/05/2026, adquiri online uma cama, modelo LERIAKI 140x200 cm, que foi anunciada como adequada para colchões com as dimensões 140x200 cm. No entanto, após receber e montar o produto, deparei-me com o problema de o meu colchão, de 140x200 cm, não caber corretamente na estrutura da cama, ficando cerca de 9 a 10 cm saliente. O colchão tem as medidas standard recomendadas para este modelo. Contactei o apoio ao cliente e enviei fotografias a documentar a situação. Disseram-me que o produto corresponde ao anúncio e que as medidas indicadas referem-se à dimensão exterior da cama. Fui ainda informada por telefone que o colchão pode ficar parcialmente apoiado na estrutura da cama. Considero esta situação inaceitável. Quando se compra uma cama anunciada para colchão de 140x200 cm, espera-se, de forma justificada, que um colchão com essas medidas encaixe corretamente. A informação apresentada no momento da compra induz em erro relativamente às verdadeiras características do produto. No site está indicado, de forma clara, que "Esta cama é compatível com todos os colchões de 140x200 cm". Peço a intervenção das entidades competentes para que a empresa resolva esta situação, recolhendo o artigo e reembolsando integralmente o valor pago, sem custos adicionais para o consumidor.

Em curso
D. A.
10/06/2026

Encomenda danificada

NO DIA 1 DE MAIO, ENCOMENDEI E COMPREI UM GALINHEIRO, À EMPRESA VENTE-UNIQUE QUE CHEGOU COM VÁRIAS PARTES DANIFICADAS: PAINEL LATERAL PARTIDO, UMA PARTE DO TELHADO TORTA, A REDE METÁLICA/ARAME DANIFICADA ETC... PAGUEI MAIS DE 632,99€ POR UM PRODUTO QUE VEIO DANIFICADO. A SOLUÇÃO QUE APRESENTAM É O ENVIO DE 3 CAIXAS COM AS PEÇAS EM FALTA, NO ENTANTO UMA DAS CAIXAS SÓ ESTÁ DISPONIVEL EM 27-07. ALÉM DISSO, PEDEM QUE EU DEVOLVA O GALINHEIRO DENTRO DAS CAIXAS. COMO É ÓBVIO EU JÁ NÃO TENHO AS CAIXAS, QUANDO ABRIMOS O PRODUTOS DEITAMOS FORA OS CARTÕES, NÃO ESTAVAMOS A CONTAR QUE O PRODUTO VIESSE DANIFICADO E TENHO PARTES DO GALINHEIRO MONTADAS, ESTOU A AGUARDAR AS PEÇAS EM FALTA. PORTANTO ESTA SOLUÇÃO NÃO É VIÁVEL PARA MIM E ISTO JÁ DURA HÁ TEMPO DE MAIS. SOLICITO O REEMBOLSO DO VALOR QUE PAGUEI PELO PRODUTO, JÁ ME CAUSARAM DEMASIADA CHATICE E PERDA DE TEMPO, ALÉM DE QUE CONTINUO SEM GALINHEIRO. NEM SEQUER ME ENVIARAM A FATURA DA COMPRA DESTE PRODUTO. SOLICITO QUE ME ENVIEM A FATURA POIS TENHO DIREITO A ELA.

Em curso
N. D.
20/03/2026

Problemas na devolução de produto comprado diferente daquele vendido

Exmo. Senhores, Comprei um Sofá Cama com a Vente-Unique.pt que chegou no dia 09/03/2026. Paguei 137,99 € de portes de envio, para que entregassem o sofá. Fui surpreendido com a informação da transportadora, que disse que faria a entrega somente até a porta do Condomínio, pois era o que eu tinha pago. Só tomei conhecimento dessa diferença no dia da entrega, pois não ficou clara a informação no ato da compra. Após conseguir trazer o sofá e abri-lo, constatei que não era a mesma cor do que estava no site. No mesmo dia 09/03, fiz o pedido de devolução do sofá e devolução do dinheiro. Comprovada a diferença no produto, a Vente-Unique concordou que seria responsável pelos custos e pela devolução do sofá. Questionei sobre o local de retirada, uma vez que tive problemas para trazer o sofá até meu apartamento. Recebi a informação por telefone que a Vente-Unique não consegue resolver a questão da retirada do sofá dentro do meu apartamento, que eu terei que levar o sofá até a entrada do condomínio. Um total absurdo!!! Tendo em conta que a devolução ocorre devido à falta de conformidade do produto com a descrição apresentada no site da Vente Unique, considero que a recolha do sofá deverá ser efetuada dentro do meu apartamento e não na portaria do condomínio. Não me parece razoável que eu tenha de transportar o sofá até à entrada do prédio quando o motivo da devolução não me é imputável. Além disso, solicito a devolução dos valores já pagos e não cobrança da próxima parcela prevista para o dia 24/03. É um total descaso e falta de cumprimento legal do que é prevista na legislação do consumo. Aguardo a resolução deste impasse e que retirem o sofá dentro do meu apartamento. Noam Dvir

Encerrada
R. P.
19/01/2026

Reembolso não efetuado

Desde o dia 29 de dezembro de 2025 que aguardo o reembolso relativo à minha encomenda, o qual me foi confirmado pela própria empresa, mas até à presente data não foi efetuado, sem qualquer justificação válida ou prazo concreto. Para além do atraso injustificado no reembolso, verifiquei que o site da empresa não disponibiliza o acesso ao Livro de Reclamações Eletrónico, apesar de exercer atividade comercial em Portugal, o que constitui incumprimento legal. Após solicitar esclarecimentos, a empresa limitou-se a enviar-me um ficheiro PDF alegando tratar-se do Livro de Reclamações Eletrónico. Esse documento não corresponde à verdade enviaram um PDF de uma cadeira(montagem) Tenho também guardadas as respostas todas adiar o meu reembolso onde legalmente tem 14 dias Até ao momento: • O reembolso continua por efetuar desde 29 de dezembro; • O Livro de Reclamações Eletrónico não está acessível no site não me fornecem o link apos varias tentativas; • A empresa não prestou qualquer esclarecimento adequado nem regularizou a situação. Considero esta conduta inaceitável e lesiva dos direitos do consumidor, pelo que solicito a intervenção para resolução imediata do reembolso.

Encerrada
P. S.
04/12/2025

Publicidade enganosa

Venho apresentar reclamação da VENTE UNIQUE PT relativamente a um conflito referente à compra de um abrigo de jardim que apresentou falhas graves de segurança e qualidade, colapsando sob condições normais de vento, e cuja devolução ou reembolso têm sido injustificadamente recusados pelo vendedor. Adquiri um abrigo anunciado como sendo de “resina sintética”, terminologia comercial extremamente vaga e que não permite ao consumidor avaliar corretamente a qualidade, resistência e adequação do material. Após receção e montagem, o abrigo revelou ser fabricado em polipropileno extrudido alveolar, material leve, fino e estruturalmente inadequado para suportar esforços laterais normais, incluindo vento moderado. Esta constatação tornou-se evidente quando, após um dia com vento perfeitamente habitual e abaixo de qualquer limiar de alerta meteorológico, a estrutura cedeu e colapsou parcial ou totalmente. O produto foi vendido como adequado ao uso exterior, criando a legítima expectativa de que suportaria condições normais de clima e vento. A ocorrência de um colapso com tão baixa resistência demonstra falta de conformidade do bem, nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, uma vez que o abrigo não é adequado ao fim para o qual foi vendido, nem corresponde ao que um consumidor razoável pode esperar de um produto destinado ao uso no exterior. O bem mostra-se estruturalmente incapaz de cumprir a função básica para a qual foi adquirido. A descrição comercial, ao limitar-se ao termo “resina sintética”, oculta informação técnica essencial. A omissão objetiva da verdadeira composição do produto impede uma avaliação informada da sua qualidade. A legislação portuguesa impõe ao vendedor o dever de fornecer informações claras, completas e compreensíveis acerca das características essenciais de um produto, o que não foi cumprido. Considero que esta prática constitui publicidade enganosa e infração ao dever de transparência, nos termos do Decreto-Lei n.º 24/2014 e do Código da Publicidade. Após o abrigo ter colapsado, comuniquei imediatamente a situação à Vente-Unique, fornecendo fotografias detalhadas da falha estrutural e esclarecimentos sobre as condições meteorológicas moderadas em que o incidente ocorreu. Apesar disso, a empresa recusou assumir qualquer responsabilidade, exigindo um relatório técnico independente como condição prévia à análise da garantia. Esta exigência viola o regime jurídico da garantia de bens móveis. O Decreto-Lei n.º 84/2021 estabelece que, no prazo de dois anos após a entrega, vigora a presunção de que qualquer defeito já existia à data da compra. Cabe ao vendedor demonstrar o contrário e não ao consumidor suportar custos, encargos ou procedimentos técnicos adicionais. A empresa continua a recusar o reembolso ou substituição, transferindo indevidamente para o consumidor o ónus da prova e ignorando tanto a presunção legal de existência do defeito como a total inadequação do produto ao uso anunciado. Face à recusa injustificada do vendedor em cumprir as obrigações legais, solicito a intervenção da PROTESTE para mediação e defesa dos direitos do consumidor. Pretendo a resolução do contrato e o consequente reembolso integral do valor pago, nos termos previstos pela lei, uma vez que o produto não cumpre os requisitos de qualidade, segurança, robustez e adequação ao uso normal e específico para o qual foi comercializado. Junto a esta reclamação encontram-se fotografias do colapso estrutural, cópia da descrição comercial, do manual do fabricante que não esclarece o tipo de material utilizado e da correspondência com o vendedor. Estou disponível para fornecer qualquer informação adicional que se revele necessária. Agradeço antecipadamente a atenção dispensada e solicito a vossa ajuda para garantir que a empresa cumpra os seus deveres legais e que os meus direitos enquanto consumidor sejam respeitados.

Encerrada

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.