Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Carro não conforme
Adquiri um veículo usado (Opel Corsa, matrícula 13-TU-07, de 2016) num stand, no âmbito da garantia legal. Pouco tempo após a compra, o veículo apresentou uma avaria, tendo sido encaminhado para reparação. Após essa intervenção, foi-me indicado que o problema estaria resolvido. No entanto, após levantar a viatura, a mesma voltou a apresentar exatamente a mesma avaria ao fim de cerca de uma hora de utilização. O veículo foi novamente entregue para reparação, permanecendo imobilizado durante um período prolongado. Durante esse tempo, não me foi prestada informação clara sobre o diagnóstico, nem sobre as intervenções realizadas ou peças substituídas. Adicionalmente, importa referir que manifestei reservas quanto ao levantamento da viatura após a última intervenção, por considerar que o problema não se encontrava efetivamente resolvido. Ainda assim, fui incentivada a proceder ao levantamento, tendo-me sido transmitido que a anomalia anteriormente reportada não havia sido confirmada em diagnóstico. Tal posição veio a revelar-se incorreta, uma vez que o veículo voltou a apresentar exatamente o mesmo defeito pouco tempo após a sua utilização, conforme comprovado por registos efetuados. Posteriormente, voltei a levantar o veículo e, mais uma vez, ao fim de cerca de uma hora de utilização, a viatura apresentou exatamente o mesmo problema, o que foi registado por fotografia e vídeo. Importa ainda referir que: * O prazo legal de reparação foi, na prática, ultrapassado, uma vez que nunca usufruí do veículo em condições normais; * O veículo já tinha sido anteriormente avaliado por oficina da minha confiança, com orçamento apresentado, o qual foi recusado pelo stand; * O veículo de substituição fornecido apresentava também problemas (pneus degradados e perda de pressão), colocando em causa a segurança; * A comunicação por parte do stand foi insuficiente, tendo sido frequentemente eu a procurar esclarecimentos; * Chegou a ser combinado contacto que não foi cumprido.
PÉSSIMA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS
Bom dia, ao dia 26/07, fiz uma solicitação de reboque e táxi para a minha residência, ja que a minha carrinha avariou. Ao telefone, me foi solicitada a morada para onde a carrinha iria, e onde eu estava, porem em nenhum momento, me foi avisado que o a viatura não iria para a morada que eu havia destinado. Então fiz a solicitação do meu mecanico para a minha residência e o avisei que quando a carrinha chegasse, ele iria fazer o reparo. Só ao adentrar ao taxi, que chegou depois por acaso e o reboque ja havia ido embora com o meu carro, ao que me parece ser um procedimento que não deveria ocorrer, ja que os dois tem de sair juntos, é que eu fique sabendo que a carrinha não iria naquele dia para a morada que indiquei, algo que não foi avisado por parte da seguradora. Então fiz ligações solicitando a seguradora para que levasse a viatura a morada desejada no mesmo dia 26/07 onde me foi negado, a pesar de eu ter explicado que lá havia comidas que poderiam estragar, itens pessoais necessários para mim naquele dia e o mecanico estaria aguardando. Tudo isso pela falta de comunicação da seguradora, pois se estivessem avisado, eu retiraria o que fosse necessário da viatura e não chamaria o mecanico aquele dia. Também me foi avisado que o reboque me ligaria para combinar a que horas entregar a carrinha, algo que não aconteceu, pois o rebocador me ligou ja com a carrinha em minha morada e eu estava no trabalho, ele deixou o carro por la, longe de onde eu pedi para que deixasse ja que eu não estava, tive que perder a tarde de trabalho e ir ate a casa. Hoje ao dia 05/08, solicito o reboque para levar a carrinha a oficina, ja que o mecanico apos aquele domingo 26/07 não conseguiu passar para olhar a avaria, e simplesmente me foi negado por parte da seguradora, mesmo eu explicando toda a situação. Hoje me sinto lesado financeiramente e moralmente, visto que estragou itens alimentares, fiquei sem alguns itens pessoais, perdi meio dia de trabalho e estou tendo que vir de boleia para o trabalho e alguns dias tendo que pagar uber, tenho todos os comprovativos caso necessários, fotos dos itens estragados e talões e também taloes e recibos da uber. Gostaria que houvesse uma posição da seguradora neste momento por parte do meu prejuízo financeiro e agora moral ao ter sido negado o reboque para reparar o problema causado pela propria seguradora.
Acidente de trabalho
Eu sofri um acidente de trabalho no dia 05/05/2026 e fui encaminhado para o Hospital CUF e lá passei por exames e fiz uma ressonância magnética onde verificaram uma fratura na rótula femoral da minha perna esquerda e logo em seguida pediram um raio-x ,onde tiveram a certeza da fratura. O médico fez um relatório onde descreveu que foi uma fratura causada por pressão e teria que ser feita uma cirurgia de urgência pois tem o risco da rótula femoral não consegui mais colar e tendo assim que precisar usar uma prótese. O médico do hospital CUF enviou para a seguradora Allianz onde a mesma recusou o hospital CUF a fazer a cirurgia. O médico ortopedista fez mais de um relatório médico explicando, do risco da minha situação e mesmo assim a seguradora Allianz recusou todos. Fizeram apenas o pagamento do mês 05/05/2026 e não fizeram o pagamento do mês 06/ e o mês 07/ de 2026 . Quando fui ao hospital CUF passei novamente pelo médico ortopedista no qual me informou que a seguradora Allianz além de recusar o pedido de urgência da cirurgia também me deram ALTA POR INEXISTÊNCIA CAUSAL COM ACIDENTE DE TRABALHO ,onde o mesmo médico ortopedista deixou bem claro que essa alta foi dada pelo concelho médico da seguradora Allianz e não tem nada haver com ele e nem com o hospital CUF. Depois de três meses de baixa pela seguradora Allianz, simplesmente me deram alta e não fizeram o meus pagamentos. Eu entrei em contato por diversas vezes com a seguradora Allianz para pedir explicação e a mesma sempre me informou que eles não consideravam que ouvi acidente de trabalho, mesmo com mais de 4 testemunhas e com os relatórios médico explicando que no momento em que fui fazer a retirada das tinjas (parafusos de chapas) onde eu ergui a perna esquerda para subir na chapa de confragem e fiz impulso para alavanca o corpo, nesse momento ouve uma pressão na rótula femoral onde ocorreu essa fratura óssea, mesmo tendo testemunha que eu estava a fazer um trabalho rotineiro na obra e no horário conforme está no meu contrato a seguradora Allianz diz que não ouvi acidente de trabalho pois essa fratura foi algo causado naturalmente e não por acidente de trabalho, mesmo eu estando com todos os EPI e com peso no corpo por conta da sinta de ferramentas eles apenas negaram. A seguradora Allianz levou três meses para procurar alguma desculpa para fugir da suas responsabilidades, pois só depois de três meses que me deram ALTA POR INEXISTÊNCIA CAUSAL COM ACIDENTE DE TRABALHO e se recusaram a fazer os pagamentos restante até o dia da baixa que foi no dia 23/07/2026.
Nome no banco de Portugal indevidamente
Aqui estou eu, cansado , desgastado e envergonhado por esta instituição Servdebt. Nada é mais esclarecedor que um email enviado para os serviços jurídicos a anos e continuo sem resposta por me estarem a tentar cobrar uma dívida resolvida a mais de vinte anos. Ex.mo Colega, Aceite os meus respeitosos cumprimentos. Acuso a receção do seu e-mail infra, o qual desde já agradeço. Pelo exposto, informo que só agora logrei alcançar contacto com os meus clientes DAVID LEITE,e pai, o motivo pelo qual lhe retomo, agora o contacto. Análisado o teor do seu email infra, cumpre-nos por hora expor e requerer o seguinte: Os meus clientes não aceitam nem tão pouco reconhecem a dívida referida no seu email. Os meus clientes dispõe de comprovativos em como a viatura inerente ao contrato de crédito por vós referido foi sujeito a abate, o que por si só prova que para o efeito existiu necessáriamente a extinção e levantamento da reserva que sobre aquele constava a título do referido contrato de crédito, o que só decorre contra o pagamento integral da dívida. O referido crédito foi liquidado pelo Sr. David há mais de 20 anos, mais concretamente no ano de 1998. Os meus clientes nunca foram notificados das sucessivas cedências de crédito, nem tão pouco as aceitaram, nem aceitam, motivo pelo qual não dispõe V/Exas. de legitimidade para a referida cobrança. Acresce, que decorre da análise da informação do Banco de Portugal, onde V/Exas. intentaram o meu cliente junto da central de responsabilidades, que o incumprimento do referido crédito ocorreu em 31/12/2002. Verifica-se assim que se volveram mais de 20 anos sobre o referido incumprimento, motivo pelo qual, desde já os meus clientes invocam a prescrição presuntiva da dívida, nos termos e para os efeitos dos artigos 301º e seguintes do Código Civil. A referida dívida, que à cautela desde já se invoca que não se reconhece por liquidada, deveria ter sido dentro do prazo legal para o efeito cobrada, o qual já prescreveu, dando origem à caducidade do vosso direito de judicialmente recuperarem o referido crédito. Por tudo o quanto é exposto, e uma vez que a vossa comunicação junto da central de resposabilidades do Banco de Portugal é um total abuso de direito dado o facto de ter caducado o vosso direito de executar aquela dívida, requer-se o imediato cancelamento daquela comunicação, por abusiva e indevida, imediatamente. Caso V/Exas. não cumpram com o solicitado, iremos acionar os meios legais para ressarcimento de todos os prejuízos que a vossa conduta venha a trazer para a esfera patrimonial e não patrimonial dos meus clientes. Agradecia resolução mais rápido possível devido a estar a lutar com um cancro na cabeça irremovível e maligno , e este assunto deixa me nervoso e envergonhado.
sucessivos erros da Segurança Social na determinação do escalão do Abono de Família
Exposição Assunto: Reclamação por sucessivos erros da Segurança Social na determinação do escalão do Abono de Família, indeferimento incorreto da reavaliação de rendimentos e pedido de reposição integral dos prejuízos causados Exmos. Senhores, Venho apresentar a presente reclamação formal em virtude dos sucessivos erros praticados pela Segurança Social relativamente ao meu agregado familiar, os quais provocaram prejuízos económicos elevados e totalmente imputáveis aos serviços. Os erros cometidos não constituem um episódio isolado. Pelo contrário, verificou-se uma sucessão de decisões incorretas que se iniciaram com a atualização dos escalões em fevereiro de 2026 e culminaram na apreciação incorreta do meu pedido de reavaliação por alteração de rendimentos. 1. Falta de atualização do escalão em fevereiro de 2026 Na reavaliação anual efetuada em outubro de 2025, o meu agregado familiar foi enquadrado no 3.º escalão do Abono de Família. Posteriormente, em fevereiro de 2026, foram alterados os limites dos escalões, produzindo essa alteração efeitos retroativos a janeiro de 2026. Em consequência dessa alteração legislativa, o rendimento do meu agregado passou a enquadrar-se no 2.º escalão, circunstância que deveria ter originado automaticamente a atualização do meu escalão pela Segurança Social. Tal nunca aconteceu. Apesar de reunir todos os requisitos legais, permaneci indevidamente integrada no 3.º escalão. Este erro administrativo prolongou-se durante vários meses, obrigando-me a receber prestações inferiores às legalmente devidas. 2. Diferenças do Abono de Família Em consequência desse erro, foram pagos os seguintes valores: Filho (mais de 3 anos): 59,33 €, quando deveriam ter sido pagos 75,13 €, correspondendo a uma diferença mensal de 15,80 €. Primeira filha (17 anos): 54,35 €, quando deveriam ter sido pagos 75,13 €, correspondendo a uma diferença mensal de 20,78 €. Segunda filha (17 anos): 54,35 €, quando deveriam ter sido pagos 75,13 €, correspondendo igualmente a uma diferença mensal de 20,78 €. A diferença mensal total ascende, assim, a 57,36 €. Considerando os meses de janeiro a julho de 2026, a Segurança Social deixou de pagar: 57,36 € × 7 meses = 401,52 €. 3. Perda da Bolsa de Estudo A permanência indevida no 3.º escalão teve uma consequência ainda mais gravosa. As minhas duas filhas ficaram impedidas de beneficiar da Bolsa de Estudo apenas porque a Segurança Social não procedeu à atualização do escalão que legalmente lhes era aplicável. Cada Bolsa de Estudo corresponde ao valor mensal do Abono de Família do 2.º escalão, ou seja: 75,13 € por filha. Assim: 75,13 € × 2 filhas = 150,26 € por mês. Desde janeiro de 2026 até julho de 2026, a Segurança Social deixou de pagar: 150,26 € × 7 meses = 1.051,82 €. Este prejuízo resulta exclusivamente do erro cometido pelos serviços. 4. Pedido de reavaliação por alteração de rendimentos Perante uma redução significativa dos rendimentos do agregado familiar, apresentei um pedido de reavaliação, juntando todos os documentos exigidos. Após cessar o meu contrato de trabalho anterior, iniciei um novo contrato de trabalho com remuneração base de 1.000,00 € mensais, situação comprovada pelos recibos de abril, maio e junho. 5. Novo erro da Segurança Social Apesar da documentação entregue, a Segurança Social voltou a decidir incorretamente. Em vez de considerar os meus rendimentos efetivos e permanentes, utilizou o recibo referente ao fim do contrato anterior, o qual inclui verbas extraordinárias, designadamente indemnização de caducidade, proporcionais de férias, subsídios e outros acertos de cessação. Por esse motivo, esse recibo apresenta um montante manifestamente excecional e que não representa o meu rendimento mensal. Essa opção conduziu a uma avaliação incorreta da situação económica do meu agregado. Acresce que a própria carreira contributiva da Segurança Social demonstra quais os valores erradamente registados para efeitos contributivos, não permitindo uma correta apreciação da realidade remuneratória. 6. Prejuízo económico Os erros sucessivos da Segurança Social provocaram um prejuízo económico já quantificável em: Diferenças de Abono de Família: 401,52 €; Bolsas de Estudo das duas filhas: 1.051,82 €. Total atualmente em dívida: 1.453,34 €. Este montante continuará a aumentar enquanto a situação não for regularizada. 7. Requerimento Face ao exposto, requeiro: A correção imediata do enquadramento do meu agregado familiar para o 2.º escalão, com efeitos a 1 de janeiro de 2026. O recálculo integral do Abono de Família desde janeiro de 2026. O pagamento retroativo de 401,52 €, correspondente às diferenças de Abono de Família vencidas até julho de 2026, acrescido das diferenças que entretanto se vençam. O reconhecimento de que a não atribuição da Bolsa de Estudo às minhas duas filhas resultou exclusivamente de um erro imputável aos serviços. O pagamento retroativo de 1.051,82 €, correspondente às Bolsas de Estudo não atribuídas entre janeiro e julho de 2026, acrescido dos montantes que entretanto se vençam. A revisão da decisão relativa ao pedido de reavaliação por alteração de rendimentos, considerando apenas os rendimentos efetivos e permanentes do agregado, devidamente comprovados. A emissão de uma decisão fundamentada que identifique os rendimentos considerados, os cálculos efetuados e a respetiva base legal. Caso a situação não seja integralmente regularizada, reservarei o direito de recorrer ao Provedor de Justiça, à Inspeção-Geral competente e aos tribunais administrativos, para defesa dos direitos do meu agregado familiar e ressarcimento integral dos prejuízos sofridos. Pedido Nº 2026-07/242190
Falta de resolução de assuntos sérios
Assunto: Reclamação formal – Falta de resposta e incumprimento do dever de apoio ao cidadão Exmos. Senhores da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente à forma como o meu processo tem vindo a ser tratado por essa Autoridade. Apesar de ter enviado dezenas de e-mails ao longo das últimas semanas, continuo sem obter uma resposta útil ou uma solução para um problema de simples resolução. A falta de acompanhamento do meu processo e a ausência de respostas eficazes revelam um incumprimento do dever de informação, colaboração e apoio ao cidadão que deve pautar a atuação da Administração Pública. A situação é extremamente simples: por mero lapso, efetuei o pagamento de 120 €, quando o valor correto era 250 €. Assim, necessito apenas que me seja emitida ou reenviada uma referência para pagamento do montante remanescente de 130 €, para que possa regularizar integralmente a dívida. Contudo, apesar das inúmeras tentativas de contacto, quer por e-mail quer por telefone, não me foi prestado qualquer apoio eficaz. Não consigo falar com um técnico que tenha competência para resolver a situação, nem obtenho qualquer resposta concreta por escrito, o que considero inadmissível e lesivo dos meus direitos enquanto cidadão. Esta inércia administrativa está a causar-me prejuízos significativos, uma vez que o documento do meu veículo permanece retido, impedindo-me de regularizar a situação por motivos que não me são imputáveis, mas antes pela falta de resposta e de atuação dessa Autoridade. Face ao exposto, solicito que seja emitida, com carácter de urgência, a referência para pagamento dos 130 € em falta, permitindo a imediata regularização do processo e a consequente restituição do documento do meu veículo. Caso esta situação continue sem resolução num prazo razoável, não terei outra alternativa senão recorrer aos meios legais e administrativos ao meu dispor, nomeadamente apresentar reclamação junto do Provedor de Justiça e demais entidades competentes, sem prejuízo do exercício dos direitos que a lei me confere relativamente aos prejuízos decorrentes da demora injustificada na resolução deste processo. Aguardo uma resposta urgente e uma solução imediata para uma situação que nunca deveria ter permanecido pendente durante tanto tempo. Com os melhores cumprimentos, [Rafael Teixeira dos Santos [NIF (294913114 ] [N.º do processo/Auto ] 903709775 [932742110 [rafa089710@gmail.com
Pedido de esclarecimento e reapreciação da candidatura Porta 65 Jovem
Exmos. Senhores, Venho por este meio expor a situação relativa à minha candidatura ao programa Porta 65 Jovem e solicitar um esclarecimento, bem como a devida análise do processo. A minha candidatura anterior foi indeferida com a justificação de que o artigo e a fração indicados não coincidiam com os dados existentes na Autoridade Tributária. No entanto, essa justificação não corresponde à realidade, uma vez que o contrato de arrendamento e os respetivos dados estão corretos e são os mesmos que utilizei em candidaturas anteriores, as quais não tiveram qualquer problema relativamente a este aspeto. Perante essa decisão, e por receio de perder a oportunidade de beneficiar do apoio, apresentei uma nova candidatura. Contudo, até à presente data continuo sem qualquer resultado ou informação sobre o estado da mesma. Esta situação está a causar-me grande preocupação, uma vez que considero ter cumprido todos os requisitos exigidos e submetido toda a documentação corretamente. Gostaria, por isso, de solicitar que fosse verificada a existência de algum erro na análise do meu processo e que me fossem prestados esclarecimentos sobre: O motivo pelo qual a candidatura anterior foi indeferida com uma fundamentação que não corresponde aos dados do meu contrato de arrendamento; O estado atual da nova candidatura que submeti; As diligências que poderão ser tomadas para resolver esta situação o mais rapidamente possível. Agradeço a atenção dispensada e solicito, se possível, uma resposta com a maior brevidade, uma vez que esta situação se prolonga há algum tempo e tem um impacto significativo na minha situação financeira. Carla Abreu
Reclamação por práticas comerciais agressivas dirigidas a consumidora idosa e vulnerável
Assunto: Reclamação por práticas comerciais agressivas dirigidas a consumidora idosa e vulnerável — contratos com a DS Audio e a Credibom Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal contra a a entidade financeira Credibom e a empresa parceira DS Audio, Unipessoal, Lda. , devido à forma como fui abordada e levada a celebrar um contrato de compra e o respetivo contrato de crédito coligado. Tenho 81 anos e sofro de défice cognitivo, condição comprovada por médicos, encontrando-me, por isso, numa situação de especial vulnerabilidade perante abordagens comerciais desta natureza. A meu pedido, a minha filha ajudou-me a redigir e a apresentar esta reclamação, uma vez que tenho dificuldade em compreender toda a documentação e em tratar deste processo sem apoio. Contudo, a presente reclamação é apresentada por mim e relata aquilo que vivi. 1. Descrição dos factos No dia 21 de julho de 2026, fui atraída a uma carrinha da DS Audio estacionada na rua, em Setúbal, sob o pretexto de realizar uma “consulta auditiva gratuita”. No local, deparei-me com um ambiente que considerei intimidatório e de forte pressão. Fui abordada por vários indivíduos que, apesar de se mostrarem inicialmente simpáticos, adotaram uma forma de comunicação insistente e agressiva. Aplicaram técnicas de venda de alta pressão e fizeram-me diversas perguntas pessoais que considerei intrusivas. Senti-me encurralada e incapaz de resistir à pressão exercida. Saí do local em estado de pânico, com a sensação de ter sido enganada, e na posse de dois contratos cujo conteúdo e consequências não compreendi e que não tenho capacidade financeira para suportar: * Contrato de compra com a DS Audio, no valor de 5.150,00 €; * Contrato de crédito coligado com a Credibom, no valor de 2.544,77 €. Na documentação que me foi entregue, verifiquei que tanto o número do contrato com a DS Audio como os números de referência dos equipamentos apresentam informações incorretas, contraditórias ou referências diferentes. Esta situação aumenta a minha preocupação e receio de que tais irregularidades possam vir a ser utilizadas para dificultar ou impedir o exercício do meu direito de livre resolução. Verificou-se igualmente que a DS Audio não se encontra disponível no Livro de Reclamações Eletrónico. Esta situação já foi comunicada às autoridades competentes. 2. Exercício do direito de livre resolução Perante a gravidade da situação, pedi à minha filha que se deslocasse de imediato a Setúbal para me prestar apoio no exercício do meu direito de livre resolução dos contratos. No dia 22 de julho de 2026, enviei, por correio registado com aviso de receção, comunicações formais de resolução contratual para a DS Audio e para a Credibom. Nessas comunicações, declarei expressamente a minha vontade de resolver os contratos, solicitei o respetivo cancelamento imediato e pedi que me fossem enviadas, por escrito, as instruções necessárias para a devolução dos equipamentos. Os equipamentos encontram-se intactos e não foram utilizados, estando disponíveis para devolução logo que me sejam fornecidas instruções claras e adequadas para esse efeito. 3. Comunicações às autoridades competentes Com a ajuda da minha filha, apresentei também reclamações e comunicações às entidades reguladoras e fiscalizadoras competentes (DGC, ERS, ASAE, ERSF), para que tomem conhecimento das técnicas de venda agressivas e predatórias alegadamente utilizadas pela empresa, especialmente junto de pessoas idosas e vulneráveis. Considero essencial que estas práticas sejam devidamente investigadas, de modo a evitar que outros consumidores em situação de vulnerabilidade sejam sujeitos a experiências semelhantes. 4. Pedido de intervenção Solicito a vossa intervenção no sentido de: 1. Garantir que a DS Audio e a Credibom reconhecem e respeitam o exercício do meu direito de livre resolução, procedendo ao cancelamento dos contratos sem criarem obstáculos ou exigirem pagamentos indevidos; 2. Assegurar que me são fornecidas, por escrito, instruções claras para a devolução dos equipamentos; 3. Investigar as circunstâncias em que os contratos foram celebrados, tendo em conta a minha idade, o meu défice cognitivo e o ambiente de pressão e intimidação que senti; 4. Verificar as irregularidades existentes na documentação contratual, designadamente as diferenças nos números do contrato e nas referências dos equipamentos; 5. Fiscalizar e, se for caso disso, sancionar as práticas comerciais descritas, protegendo outros consumidores idosos ou especialmente vulneráveis. Agradeço, desde já, a atenção dispensada e aguardo informação sobre o desenvolvimento deste processo e as medidas que venham a ser adotadas. Reitero que esta reclamação é apresentada por mim. Devido à minha idade, à minha condição de saúde e à dificuldade que tenho em tratar deste processo, pedi à minha filha que me ajudasse a redigi-la e a encaminhá-la.
Resolução de serviços
Eu HUGO RAFAEL RODRIGUES PATRAO venho por este meio fazer uma caixa contra a entidade GO BRAVO/RASD RESOLVA A SUA DIVIDA-PORTUGAL UNIPESSOAL LDA. Estou com a Go bravo desde Fevereiro de 2025 com promessa de redução das dívidas começando a pagar prestações de 277 euros e foram aumentando para o valor de 458 euros sem resolveram as dividas que neste momento aumentaram e com ameaças de penhoras de ordenado e bens. Tive que ligar para os advogados de cada entidade para começar a fazer os pagamentos a eles.Porque nao vao negociar com a go bravo . Sempre que ligava so me diziam que ainda nao tinha plafon para começar a pagar as prestações.
Fidelidade não resolve sinistro (vidro partido) e linha de apoio diz que gestor não atende chamadas
Venho expor uma situação de total negligência e desrespeito ao consumidor por parte da Fidelidade, relativamente ao sinistro, que envolve a quebra grave de um vidro exterior na minha habitação na sequência da Tempestade Kristin. Por se tratar de um vidro exterior rachado, a segurança e habitabilidade da minha casa estão diretamente comprometidas. O processo arrasta-se sem solução devido a uma sucessão de falhas inaceitáveis por parte da seguradora: 1. Promessa de contacto incumprida: Na semana passada, após insistência minha, a linha de apoio ao cliente da Fidelidade garantiu-me formalmente que o gestor do sinistro entraria em contacto comigo num prazo máximo de 72 horas para dar andamento ao processo. Esse prazo terminou e a promessa foi completamente ignorada. 2. Rutura de comunicação interna: Hoje, dia 20 de julho de 2026, voltei a contactar a linha de apoio para exigir explicações pelo silêncio. Fui confrontado(a) com uma justificação surreal: os próprios assistentes da linha admitiram que o gestor responsável pelo meu processo simplesmente não atende as chamadas da linha interna da própria Fidelidade. Estamos perante uma empresa que não cumpre os prazos de atendimento que ela própria estipula e cujos serviços internos estão em total rutura, deixando o cliente com um vidro partido em casa e sem qualquer interlocutor disponível.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
