Reclamações públicas

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R. B.
08/02/2026

Reclamação – Atraso injustificado na resolução de sinistro (Processo n.º 25AU326802)

No dia 4 de outubro de 2025, um veículo automóvel embateu no portão da minha habitação, situada na Rua Barbosa do Bocage, n.º 108, 2865-753, tendo sido acionado o seguro do condutor responsável, da Ocidental Seguros. O sinistro foi devidamente participado e já foi realizada a respetiva peritagem, encontrando-se o processo identificado com o n.º 25AU326802. Apesar disso, até à presente data não foi apresentada qualquer decisão, proposta de reparação ou indemnização, nem foram comunicados prazos concretos para a resolução do dano. Desde a data do acidente passaram mais de quatro meses, o que configura um atraso manifestamente excessivo e injustificado, sobretudo considerando que a fase de peritagem já se encontra concluída. Os contactos efetuados recentemente por e-mail resultaram apenas em respostas automáticas, sem qualquer esclarecimento útil ou acompanhamento efetivo do processo. Esta falta de resposta e de diligência por parte da Ocidental Seguros tem provocado prejuízos materiais contínuos, mantendo o portão danificado e comprometendo a segurança da habitação. A situação demonstra uma falha no dever de informação, acompanhamento e resolução atempada de sinistros, conforme previsto nas obrigações legais aplicáveis às seguradoras. Face ao exposto, apresento a presente reclamação formal, solicitando: 1. Informação clara e atualizada sobre o estado do processo n.º 25AU326802 2. Comunicação imediata da decisão e dos próximos passos, com indicação de prazos concretos 3. Resolução célere e definitiva do sinistro, sem novos atrasos injustificados

Em curso
F. P.
06/02/2026

Seguro de electrodoméstico

Boa tarde venho por este meio prestar uma reclamação sobre esta empresa pois fiz um seguro para 2 equipamentos no caso reportei uma situação de um equipamento um frigorífico para meu espanto como era utensílios do equipamento indicaram-me para eu cliente procurar a assistência técnica da marca , depois enviam um técnico a casa para retirar fotos e como eu não sabia da fatura responderam logo que o frigorífico não podiam abranger pois tinha mais 5 anos e mais estranho ainda e que me propõem trocar o equipamento para um que tivesse até 8 anos enviei a fatura há comprovar que tinha menos de 5 anos e a eficácia a responder que o frigorífico nao era valido pois ultrapassava os 5 anos agora com a fatura não resolvem nada

Resolvida
A. M.
05/02/2026

Reparações mal feitas e incumprimento de obrigações

Exmos. Senhores , Venho por este meio apresentar uma reclamação formal ao serviço prestado na reparação do meu telemóvel Samsung Galaxy A34 5G adquirido em Novembro de 2023. No dia 12 de Dezembro de 2025, o equipamento foi enviado para o seguro pois deixou de conseguir detectar o cartão sim. No dia 3 de Janeiro de 2026 fui buscar o equipamento a Worten o problema do cartão sim ficou resolvido mas o áudio que saia da coluna do telemóvel ficou "abafado e estranho" para além disso quando se liga a lanterna a luz da mesma sai pelas laterais traseiras do telemóvel. Assim que me apercebi do mesmo contactei o seguro pela linha de apoio e informei sobre o sucedido pois foram danos causados pela reparação mal feita do equipamento, foi me pedido que voltasse a deixar o equipamento para recolha para ser avaliado pela equipa técnica. No dia 6 de Janeiro de 2026 deixei novamente na Worten o equipamento para recolha para ser avaliado pela equipa técnica da (Domestic & General), fui buscar o equipamento a Worten dia 4 de Fevereiro de 2026 e assim que foi possível testa-lo verifiquei que o equipamento vinha exatamente igual a como deixei na Worten. Voltei a ligar para reclamar sobre a reparação da coluna e da luz da lanterna, danos causados por eles na primeira reparação, durante a chamada enviaram me para o e-mail o relatório técnico onde o serviço técnico verifica a anomalia que eu descrevi acima, a ação de reparação foi ajuste do módulo de áudio, atualização de software e reposição de valores de origem, e nem sequer mencionam a questão ou algo feito para reparar a saída exterior da luz da lanterna . A solução que me deram foi voltar a deixar o equipamento na Worten para uma nova recolha e avaliação sendo que ele já foi recolhido exatamente pelo mesmo motivo , não foi arranjado devidamente e mesmo estando obvio o problema no equipamento eles insistem que o equipamento está em condições. Vou voltar a mandar o equipamento para a reparação mas caso a Domestic & General não faça a reparação do equipamento em condições peço que me enviem um telemóvel novo com características e valor semelhantes a minha escolha ou reembolso no valor que paguei pelo equipamento que foi 329.99€ Com os melhores cumprimentos, Ana Martins

Encerrada
J. R.
03/02/2026

Levantamento bancário confirmado não creditado (150 € – Betclic)

Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar a intervenção da DECO PROTeste relativamente a um litígio com a entidade Betclic, da qual sou cliente há vários anos. No dia 25/01/2026 solicitei um levantamento bancário no valor de 150 €, por transferência bancária, o qual surge como “confirmado” na plataforma da Betclic. No entanto, até à presente data, o referido montante nunca foi creditado na minha conta bancária. Importa salientar que, após essa data, outros levantamentos efetuados junto da Betclic foram corretamente depositados na minha conta, sendo este o único pagamento que nunca foi recebido. Desde o pedido de levantamento, contactei a Betclic diversas vezes por chat e email. Em várias ocasiões foi-me solicitado que aguardasse prazos de 48 horas para verificação do pagamento, prazos esses que não foram respeitados. Posteriormente, foi-me pedido que aguardasse até 5 dias úteis, o que fiz de forma pacífica e colaborante. Apesar disso, o montante nunca foi creditado. Contactei também repetidas vezes o meu banco (CGD), o qual confirmou que não existe qualquer registo da entrada, tentativa de entrada ou transferência pendente no valor de 150 €. O banco indicou expressamente que não consegue ajudar, uma vez que o pagamento nunca entrou no circuito bancário, apontando a responsabilidade para a entidade emissora do pagamento. A Betclic enviou-me um documento designado “Payment Order”, que não constitui um comprovativo oficial de execução bancária, mas apenas uma ordem de pagamento interna, não tendo sido fornecido qualquer comprovativo Swift/MT103 que prove a execução efetiva da transferência. Esta situação causou-me desgaste psicológico significativo, perda de tempo em múltiplos contactos e um sentimento claro de desrespeito enquanto consumidor e cliente de longa data. Solicito, assim, o apoio da DECO PROTeste na mediação deste conflito, com vista à regularização imediata do montante de 150 € e à reposição dos meus direitos enquanto consumidor.

Em curso
A. M.
02/02/2026

Não foi atribuída subvenção

Apresento reclamação formal contra o IHRU devido a falhas graves no acompanhamento e decisão da minha candidatura ao apoio/subvenção. Submeti a candidatura em maio; o valor preliminar foi calculado em agosto; em setembro, anexei o contrato de arrendamento; e em outubro foram atribuídos valores à candidatura, sem qualquer indicação de irregularidades. Durante este período, desloquei-me presencialmente aos serviços, onde fui informado de que a candidatura estava correta e sem pendências. No entanto, em 22/01, recebi um indeferimento, alegando divergência entre o valor do contrato e o valor indicado na candidatura. Esta decisão é injustificada, pois: - O contrato esteve disponível para análise desde setembro. - A gestora responsável nunca solicitou esclarecimentos, apesar do dever legal de o fazer perante qualquer dúvida. - Fui informado presencialmente de que tudo estava regular. - Estive meses a aguardar o apoio, confiando na atuação diligente da Administração. A situação é agravada pelo facto de me encontrar de baixa médica, com redução significativa do meu rendimento mensal. O apoio solicitado é essencial para garantir a minha estabilidade habitacional e financeira. A ausência de comunicação e o indeferimento inesperado colocam-me numa situação de vulnerabilidade que poderia ter sido evitada com uma atuação administrativa mínima. A decisão viola princípios fundamentais do Código do Procedimento Administrativo, nomeadamente: - Boa-fé (art. 10.º), ao frustrar expectativas legítimas criadas pela própria Administração. - Colaboração com os particulares (art. 13.º), ao não solicitar esclarecimentos sobre a alegada divergência. - Justiça e imparcialidade (art. 6.º), ao imputar ao utente uma falha que poderia ter sido sanada. - Boa administração (art. 5.º), pela falta de diligência, celeridade e comunicação. Solicito: 1. A reavaliação urgente da candidatura. 2. A correção do indeferimento, considerando a omissão de pedido de esclarecimentos. 3. A explicação formal para a falha de comunicação. 4. A consideração da minha situação de baixa médica e redução de rendimentos, que exige especial atenção e celeridade.

Encerrada

Falta de resposta/,apoio

Exmos. Senhores, Eu, Liliana Sofia Ribeiro Ferreira, venho por este meio apresentar reclamação formal contra a Seguradora Generali, na qualidade de lesada num acidente de viação ocorrido no dia 7 de novembro de 2025. Na referida data, fui atropelada por uma moto enquanto atravessava uma passadeira, tendo sido acionada a GNR e os Bombeiros Voluntários de Penafiel, que procederam ao meu transporte para o hospital. O sinistro foi participado e a seguradora iniciou os tratamentos e enviou o averiguafor. A participação ao seguro foi feita pela Gnr e por mim no dia 11de novembro. Contudo, desde essa data até ao momento atual, encontro-me sem qualquer apoio efetivo, sem acompanhamento do processo e sem qualquer resposta por parte da seguradora, apesar das inúmeras tentativas de contacto que tenho realizado.via telefone e email. Tenho enviado diversos e-mails à Generali, para solicitar detalhes técnicos do processo, apoio médico ,esclarecimentos e orientação, não tendo obtido qualquer resposta a nenhum deles. Da mesma forma, tenho efetuado contactos telefónicos, nos quais me é dito que me irão devolver a chamada, o que nunca acontece. Encontro-me atualmente numa situação extremamente grave e desesperante. Já não tenho condições financeiras para continuar a deslocar-me a consultas, tenho um novo atestado médico que comprova que me encontro impossibilitada de trabalhar, e não disponho de qualquer apoio da seguradora que me permita garantir o mínimo de subsistência. A falta de resposta e de atuação da Generali colocou-me numa situação de total desamparo, não tendo neste momento meios para pagar a minha habitação, nem sequer para assegurar alimentação, tenho neste momento apoio da segurança social para poder receber alimentos, apoio ao pagamento das minhas contas . apesar de ser vítima de um acidente com danos corporais, devidamente participado. Considero esta atuação — ou ausência dela — uma violação grave dos deveres legais de informação, acompanhamento, diligência e boa-fé, especialmente num processo que envolve lesões físicas e incapacidade laboral. Venho, assim, solicitar a intervenção dessa Autoridade no sentido de: Obter uma resposta formal e imediata da seguradora; Garantir o acompanhamento adequado do processo de sinistro; Assegurar o cumprimento das obrigações legais da seguradora para com a lesada. Encontro-me numa situação limite e sem qualquer alternativa, motivo pelo qual recorro a essa entidade. Com os melhores cumprimentos, Liliana Sofia Ribeiro Ferreira,

Encerrada
S. G.
29/01/2026

Não negociou com as entidades, até ir para contencioso com risco de penhora.

Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação contra a Go Bravo – Intermediários de Crédito, por incumprimento contratual grave e falta de resposta a pedido formal de rescisão. Celebrei contrato com a referida empresa com base na promessa de uma prestação fixa e acompanhamento eficaz na negociação das minhas dívidas, o que não se verificou. Foram impostas alterações unilaterais às condições inicialmente acordadas e a falta de atuação atempada levou um dos créditos (Cofidis) a situação de contencioso, com risco de penhora. Entre abril e novembro efetuei pagamentos no montante total aproximado de 3.496 €, sempre com o meu próprio dinheiro, tendo sido realizados apenas pagamentos pontuais a credores, não existindo qualquer adiantamento por parte da Go Bravo. Em 6 de Janeiro do corrente ano, enviei email formal a solicitar a rescisão do contrato por justa causa, a suspensão de pagamentos e a restituição de valores pagos e não aplicados. Decorridos mais de 10 dias úteis, não obtive qualquer resposta. Acresce que nunca me foi disponibilizada cópia válida, completa e legível do contrato, apenas links expirados ou ficheiros em branco. Solicito o cancelamento definitivo do contrato, cessação de quaisquer cobranças e a restituição dos valores pagos e não devidamente aplicados. Tenho documentação que comprova.

Encerrada

Fornecimento de informações

Eu Bruno miguel gomes Teixeira venho por este meio informar que ja a mais de 3 meses que não acedia a app oney devido a problemas pessoais este mes liguei para o apoio ao cliente perguntado se tinha montantes em divida me foi respondido que não que tinha efetuado o pagamnto das mensalidades em atraso . Ontem la me lembrei de entrar na app e consultar o saldo para o saldo maximo que tenho para transferência é de 50 euros e tenho 19.00 positivos mas em saldo negativo tenho divida tenho 540 . Hoje acordo com uma sms da oney a dizer que tenho a conta bloqueada por risco de incumprimento apartir de dia 30 janeiro , então liguei para o apoio ao cliente e depois de mais de 6 chamadas sem ser atendido deixei o meu número para ser contactado e não fui ,por isso liguei agora ao fim da tarde depois de mais de 10 minutos de espera la fui atendido para minha supreso me fizeram tantas perguntas nome, morada ,número contribuinte, numero telemóvel, email , banco associado ao contrato, iban achei estranho e desliguei queriam os meus dados todos so para receber uma informação eu desliguei a chamada que não acho normal tantas questões eu gravo sempre as chamadas . Gostaria de saber o que se passa com o meu cartão leroy e reparei que tenho notificações de alterações para o cartão leroy + se eu nunca o fiz e como é possivel eu ter máximo saldo de 50 euros para transferências e estar negativo 545euros . Visto que nao vou fornecer os meus dados todos que dão para fazer um cartão ou crédito em meu nome por telemóvel.

Resolvida
S. A.
28/01/2026

Reclamação formal e pedido de devolução de valores – Agente Associado DS Seguros

Prezados, Venho por meio deste formalizar uma reclamação contra o grupo DS Seguros, referente à minha adesão como Agente Associado. No ato da adesão, efetuei o pagamento do valor de 1.500 euros + IVA para integrar a rede como agente associado. Conforme orientado, realizei também o curso de mediador de seguros, cumprindo todas as exigências que me foram solicitadas. No entanto, desde o início, não houve qualquer incentivo, acompanhamento ou suporte efetivo por parte da DS Seguros. Em nenhum momento senti que houve interesse em me ajudar a iniciar ou desenvolver a atividade. Pelo contrário, nunca correram atrás, nunca houve orientação prática ou apoio prometido no momento da venda do projeto. Toda a parte operacional e de finalização tive que fazer sozinha, inclusive buscar por conta própria uma imobiliária e recorrer à Decisões & Soluções para conseguir avançar no processo, algo que, em teoria, deveria ter sido minimamente apoiado pela estrutura da DS Seguros. Ressalto ainda que nunca recebi qualquer contrato formal, o que me deixou totalmente desamparada e insegura em relação ao vínculo, às condições acordadas e às promessas feitas no momento da adesão. Diante de todo o exposto, não me senti respaldada, apoiada ou beneficiada pelo que me foi prometido, razão pela qual solicito, de forma clara e objetiva, a devolução integral dos valores pagos. Aguardo um posicionamento formal e uma solução para esta situação com a maior brevidade possível. Atenciosamente,

Resolvida
A. R.
27/01/2026

Não foi atribuída subvenção

Apresento reclamação formal contra o IHRU devido a falhas graves no acompanhamento e decisão da minha candidatura ao apoio/subvenção. Submeti a candidatura em maio; o valor preliminar foi calculado em agosto; em setembro, anexei o contrato de arrendamento; e em outubro foram atribuídos valores à candidatura, sem qualquer indicação de irregularidades. Durante este período, desloquei-me presencialmente aos serviços, onde fui informado de que a candidatura estava correta e sem pendências. No entanto, em 22/01, recebi um indeferimento, alegando divergência entre o valor do contrato e o valor indicado na candidatura. Esta decisão é injustificada, pois: - O contrato esteve disponível para análise desde setembro. - A gestora responsável nunca solicitou esclarecimentos, apesar do dever legal de o fazer perante qualquer dúvida. - Fui informado presencialmente de que tudo estava regular. - Estive meses a aguardar o apoio, confiando na atuação diligente da Administração. A situação é agravada pelo facto de me encontrar de baixa médica, com redução significativa do meu rendimento mensal. O apoio solicitado é essencial para garantir a minha estabilidade habitacional e financeira. A ausência de comunicação e o indeferimento inesperado colocam-me numa situação de vulnerabilidade que poderia ter sido evitada com uma atuação administrativa mínima. A decisão viola princípios fundamentais do Código do Procedimento Administrativo, nomeadamente: - Boa-fé (art. 10.º), ao frustrar expectativas legítimas criadas pela própria Administração. - Colaboração com os particulares (art. 13.º), ao não solicitar esclarecimentos sobre a alegada divergência. - Justiça e imparcialidade (art. 6.º), ao imputar ao utente uma falha que poderia ter sido sanada. - Boa administração (art. 5.º), pela falta de diligência, celeridade e comunicação. Solicito: 1. A reavaliação urgente da candidatura. 2. A correção do indeferimento, considerando a omissão de pedido de esclarecimentos. 3. A explicação formal para a falha de comunicação. 4. A consideração da minha situação de baixa médica e redução de rendimentos, que exige especial atenção e celeridade.

Encerrada

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