Reclamações públicas

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V. C.
01/08/2026

cobrança abusiva

Santander cobra sucessivas comissões de descoberto geradas pelos próprios encargos bancários Venho reclamar da atuação do Banco Santander relativamente a uma conta empresarial que praticamente não chegou a ser utilizada. A conta não registou compras, levantamentos, pagamentos a fornecedores, débitos diretos ou transferências para terceiros. As únicas entradas foram transferências realizadas para pagar ou impedir a acumulação das próprias comissões bancárias. Apesar da ausência de utilização operacional, o Santander debitou sucessivamente: comissões de gestão; Imposto do Selo; juros de ultrapassagem de crédito; duas Comissões de Crédito Não Pré-Contratualizado, no valor de 39,95 € cada; os respetivos impostos e encargos associados. O problema principal é que os saldos negativos não foram provocados por qualquer operação realizada pelo cliente. Resultaram dos próprios encargos debitados pelo Banco. A sequência foi a seguinte: 1. O Santander debitou comissões de gestão e impostos; 2. Esses encargos colocaram a conta em saldo negativo; 3. O Banco cobrou uma Comissão de Crédito Não Pré-Contratualizado de 39,95 €, acrescida de 1,60 € de Imposto do Selo; 4. Foram transferidos 55 € para regularizar a conta; 5. Apesar dessa regularização, o Santander voltou a cobrar outra comissão de 39,95 €, acrescida de imposto, juros e outros encargos; 6. A conta voltou novamente a ficar negativa exclusivamente por efeito dos débitos realizados pelo próprio Banco; 7. Para impedir que o ciclo continuasse, foi necessário transferir mais 50 €. No total, foram transferidos 110 € para uma conta que não teve qualquer utilização comercial ou operacional. Os encargos bancários visíveis ascendem a 91,54 €, correspondentes exclusivamente a comissões, impostos e juros. Depois da última transferência, o saldo disponível passou a ser de 18,46 €, confirmando que: 110,00 € transferidos – 91,54 € debitados pelo Banco = 18,46 €. A própria aplicação mostra o saldo disponível de 18,46 €, bem como a transferência adicional de 50 €, as comissões de 39,95 €, o Imposto do Selo e os juros debitados. Esta correspondência demonstra que o dinheiro transferido para a conta foi consumido exclusivamente pelos encargos do Santander. Já foi apresentada reclamação formal através do Livro de Reclamações Eletrónico. Contudo, a resposta do Santander limitou-se a afirmar que as comissões estavam previstas no contrato e no preçário. Essa resposta não esclareceu a questão essencial: qual foi a operação concreta realizada pelo cliente que originou cada alegada entrada em descoberto? O Banco não identificou: qualquer compra, levantamento, pagamento ou transferência que tivesse provocado o descoberto; a operação concreta que originou cada utilização de crédito; o saldo disponível imediatamente antes de cada comissão; a identidade do ordenante da alegada operação; a razão pela qual uma comissão debitada pelo próprio Banco pode criar o saldo negativo que dá origem a outra comissão. A simples existência de uma comissão no preçário não demonstra que se verificou o pressuposto concreto necessário para a sua cobrança. Também surgiram na aplicação movimentos apresentados com data do primeiro dia útil seguinte, embora já estivessem refletidos no saldo disponível. Compreendo que isso possa resultar do tratamento contabilístico do fim de semana, mas solicitei ao Banco que esclarecesse a data da operação, a data de contabilização, a data-valor e o período considerado no cálculo dos juros. Foi igualmente solicitado o encerramento definitivo da conta. A conta encontra-se atualmente com saldo positivo, pelo que não existe qualquer saldo devedor reconhecido que justifique o atraso do encerramento. Considero que esta situação constitui um ciclo de cobranças manifestamente desproporcionado: 1. O Banco cobra uma comissão; 2. A comissão coloca a conta em saldo negativo; 3. O saldo negativo origina outra comissão de 39,95 €; 4. O cliente transfere dinheiro para regularizar; 5. O Banco volta a cobrar novos encargos; 6. A conta volta a ficar negativa. A transferência adicional de 50 € foi efetuada exclusivamente para impedir a acumulação de novas comissões e juros, sob protesto e sem reconhecimento da legitimidade das quantias cobradas. Pretensão Solicito: 1. O estorno das duas Comissões de Crédito Não Pré-Contratualizado, no total de 79,90 €; 2. O estorno dos respetivos impostos, juros e encargos associados; 3. A restituição mínima de 83,42 €, sem prejuízo da reapreciação das restantes comissões; 4. A identificação concreta da operação que alegadamente originou cada descoberto; 5. A interrupção imediata da cobrança de novas comissões, juros e impostos; 6. O encerramento definitivo da conta sem novos encargos; 7. A transferência do saldo final e das quantias restituídas para outra conta; 8. Uma resposta escrita, concreta e fundamentada, que não se limite a reproduzir genericamente o preçário. Pretendo ainda deixar um alerta a outros clientes: uma conta praticamente sem utilização pode transformar-se num ciclo burocrático de comissões, impostos e juros difícil de interromper. Recomendo que analisem cuidadosamente todas as condições, acompanhem frequentemente os movimentos e guardem comprovativos de todas as transferências e comunicações com o Banco.

Em curso
L. S.
01/08/2026

transferencia de 750 euros cobrada e nao efetuada

dia 24 de julho de 2026 me cobraram 750euros no meu cartao e nao concluirao a transferencia para a minha propria conta no brasil,

Em curso

Demora na resolução e informação

Assunto: RECLAMAÇÃO URGENTE: Ausência de resposta a Sinistro Habitação e Falha Geral de Canais – Apólice n.º 0010825309. Venho por este meio apresentar reclamação formal face à total ausência de assistência e resposta relativamente ao sinistro habitação participado no passado dia 19 de julho, referente à apólice supracitada. No seguimento do vosso pedido, enviei a descrição completa dos danos para o email linhasinistros@tranquilidade.pt. Até à presente data, não obtive qualquer confirmação sobre o processo nem sequer o número do respetivo processo, ponto de situação ou agendamento de peritagem, violando as recomendações de boas práticas da ASF relativas ao prazo de primeiro contacto. Num dos emails chamei a atenção para a urgência da peritagem porque no caso de chuva haveria infiltrações na minha moradia e do vizinho podendo acarretar grandes prejuízos. Adicionalmente, reporto uma falha grave nos vossos canais de suporte: 1. A Área de Cliente (App e Web) rejeita as minhas credenciais e impede novo registo por "dados incorretos". 2. O vosso serviço de atendimento telefónico falhou o compromisso gravado de retornar a chamada no prazo de 48 horas (solicitado a 29 de julho). 3. Hoje, após espera em linha de mais de 30 minutos, fui finalmente atendido telefonicamente não havendo da parte do assistente capacidade para me prestar as informações necessárias relativamente ao sinistro em causa. Fiquei muito preocupado por constatar que o meu processo tem andado à deriva, perdido na seguradora. Fiquei finalmente a saber o Nº do Processo. Perante o pagamento integral e pontual de uma anuidade generosa, exijo: • O agendamento imediato da peritagem técnica ou regularização direta dos danos. • A reposição do meu acesso digital à apólice. • Um contacto telefónico célere e efetivo para o número 965523014. Efetuei a mudança de seguradora pelas referências recolhidas na DECO PROteste. Lamento que uma entidade que se diz defensora dos consumidores faça publicidade a uma seguradora nada credível e que não tem qualquer respeito pelos clientes. Deveriam rapidamente rever a Vossa política de publicidade e apoio. Adriano Freitas Costa

Em curso
B. T.
31/07/2026

Cobrança indevida

Venho apresentar uma reclamação contra a JobLeads devido às cobranças efetuadas após o cancelamento da minha subscrição. Após cancelar o serviço, continuei a receber cobranças que considero indevidas. Apesar de ter tentado resolver a situação, a empresa manteve a exigência do pagamento e, posteriormente, encaminhou o caso para uma empresa de cobrança. Ao pesquisar sobre a JobLeads, constatei que existem inúmeros consumidores a relatar situações idênticas, envolvendo cobranças após o cancelamento da subscrição e dificuldades na resolução do problema. Isto demonstra que não se trata de um caso isolado. Embora tenha decidido efetuar o pagamento apenas para evitar o agravamento da situação e o prosseguimento das cobranças, esse pagamento não significa que reconheça a dívida como legítima nem que concorde com a atuação da empresa. Solicito que esta reclamação seja analisada e que sejam averiguadas as práticas comerciais da JobLeads, em especial as cobranças efetuadas após o cancelamento da subscrição e a forma como os consumidores são tratados quando contestam esses valores. Pretendo igualmente que esta reclamação fique registada e que sejam adotadas as medidas que as entidades competentes considerem adequadas para a proteção dos consumidores.

Em curso
J. O.
31/07/2026

Demora na alteração dos acessos à conta do condomínio

Na última assembleia de condóminos do condomínio da R Eng Manuel Rocha 31-33 em Lisboa foi eleita uma nova administração composta por 3 representantes dos condóminos (Admin Interna) e uma empresa externa. No balcão BPI da Av. da Igreja (Lisboa) informaram que devíamos enviar a ata dessa assembleia para servicoalteracaocontascondominio@bancobpi.pt de onde indicariam os passos necessários. Este envio foi feito a 11 de junho último, tendo-se recebido depois sucessivos pedidos de documentos adicionais que foram sendo rapidamente satisfeitos A Admin Externa comunicou ao banco que por necessidade de saída de Lisboa de um dos Admin Internos eles iriam à agência da Av. da Igreja no dia 2 de julho para a recolha das suas assinaturas. Assim fizeram, mesmo sem resposta do BPI: de nada serviu. Finalmente o BPI dá luz verde à recolha das assinaturas nesse balcão no dia 16 de julho quando o mesmo se encontrava encerrado, Na manhã seguinte recolheram as assinaturas dos administradores internos que estavam em Lisboa prometendo que o processo estaria disponível para recolha da assinatura do terceiro administrador interno na agência da Ribeira Brava (Madeira) no dia 21 de julho. Por falta de informação nesse dia, este administrador interno foi a esta agência onde conseguiu que a sua assinatura fosse recolhida a 22 de julho. No dia seguinte o BPI informa que pediu "urgência na conclusão do processo de atualização da conta do condomínio" No dia 28 de julho, na agência da Av. da Igreja só souberam indicar que era preciso aguardar que os novos administradores recebessem os códigos de acesso à movimentação e/ou visualização da conta Venho pedir a vossa ajuda para a necessária ação contra esta excessiva demora do BPI lesiva do bom funcionamento do condomínio

Em curso
V. P.
31/07/2026

Não recebi o reembolso

Bom dia, fiz uma compra junto ao site Estudio.pt com a sequra, porém após a cobrança da primeira parcela o financiamento não foi aprovado, preciso do reembolso. Esta plataforma de pagamentos ( SEQURA) , não é de se confiar, não aceitam os financiamentos mas cobram o valor. tenham cuidado.

Em curso
R. D.
31/07/2026

Encerramento de conta e sem reembolso

Há alguns dias, eu possuía uma conta empresarial na SumUp e realizei diversas vendas para o mesmo cliente, com valores semelhantes. Um dos pagamentos foi processado normalmente e o valor chegou a ser recebido. Pouco tempo depois, recebi um e-mail informando que minha conta estava passando por uma verificação. Após cerca de 24 horas, fui comunicado de que a conta seria encerrada. Na ocasião, a SumUp informou que eu teria apenas duas opções: aguardar uma retenção dos valores por até dois meses para uma análise ou solicitar o reembolso ao cliente. O que considero mais preocupante é que, em nenhum momento, a SumUp solicitou qualquer documentação ou comprovação das transações, embora eu possuísse todos os comprovantes necessários para demonstrar a legitimidade das vendas. A decisão de encerrar minha conta foi tomada sem que eu tivesse a oportunidade de apresentar essas evidências. Optei pelo reembolso, porém, até o momento, não obtive confirmação da SumUp de que ele foi efetivamente processado. Meu cliente também informou que ainda não recebeu o valor de volta. Desde então, não recebo respostas da empresa e permanecemos sem qualquer informação sobre a situação do reembolso ou dos valores envolvidos.

Em curso
D. L.
30/07/2026

Nome no banco de Portugal indevidamente

Aqui estou eu, cansado , desgastado e envergonhado por esta instituição Servdebt. Nada é mais esclarecedor que um email enviado para os serviços jurídicos a anos e continuo sem resposta por me estarem a tentar cobrar uma dívida resolvida a mais de vinte anos. Ex.mo Colega, Aceite os meus respeitosos cumprimentos. Acuso a receção do seu e-mail infra, o qual desde já agradeço. Pelo exposto, informo que só agora logrei alcançar contacto com os meus clientes DAVID LEITE,e pai, o motivo pelo qual lhe retomo, agora o contacto. Análisado o teor do seu email infra, cumpre-nos por hora expor e requerer o seguinte: Os meus clientes não aceitam nem tão pouco reconhecem a dívida referida no seu email. Os meus clientes dispõe de comprovativos em como a viatura inerente ao contrato de crédito por vós referido foi sujeito a abate, o que por si só prova que para o efeito existiu necessáriamente a extinção e levantamento da reserva que sobre aquele constava a título do referido contrato de crédito, o que só decorre contra o pagamento integral da dívida. O referido crédito foi liquidado pelo Sr. David há mais de 20 anos, mais concretamente no ano de 1998. Os meus clientes nunca foram notificados das sucessivas cedências de crédito, nem tão pouco as aceitaram, nem aceitam, motivo pelo qual não dispõe V/Exas. de legitimidade para a referida cobrança. Acresce, que decorre da análise da informação do Banco de Portugal, onde V/Exas. intentaram o meu cliente junto da central de responsabilidades, que o incumprimento do referido crédito ocorreu em 31/12/2002. Verifica-se assim que se volveram mais de 20 anos sobre o referido incumprimento, motivo pelo qual, desde já os meus clientes invocam a prescrição presuntiva da dívida, nos termos e para os efeitos dos artigos 301º e seguintes do Código Civil. A referida dívida, que à cautela desde já se invoca que não se reconhece por liquidada, deveria ter sido dentro do prazo legal para o efeito cobrada, o qual já prescreveu, dando origem à caducidade do vosso direito de judicialmente recuperarem o referido crédito. Por tudo o quanto é exposto, e uma vez que a vossa comunicação junto da central de resposabilidades do Banco de Portugal é um total abuso de direito dado o facto de ter caducado o vosso direito de executar aquela dívida, requer-se o imediato cancelamento daquela comunicação, por abusiva e indevida, imediatamente. Caso V/Exas. não cumpram com o solicitado, iremos acionar os meios legais para ressarcimento de todos os prejuízos que a vossa conduta venha a trazer para a esfera patrimonial e não patrimonial dos meus clientes. Agradecia resolução mais rápido possível devido a estar a lutar com um cancro na cabeça irremovível e maligno , e este assunto deixa me nervoso e envergonhado.

Em curso
G. C.
30/07/2026

Aluguel de carro Localiza - Wise não devolve o dinheiro

Exmos. Senhores, Venho solicitar a vossa intervenção relativamente a uma cobrança em duplicado efetuada no meu cartão Wise. No dia 20 de julho de 2026, a empresa Localiza Rent a Car efetuou duas cobranças referentes ao mesmo contrato de aluguer. Assim que detetei a situação, entrei imediatamente em contacto com a Localiza, que me informou que o estorno apenas seria processado após o encerramento do contrato. O contrato terminou no dia 27 de julho de 2026. No entanto, até à presente data, o valor cobrado em duplicado continua sem ser devolvido. Contactei várias vezes a Localiza e a situação continua sem resolução. Perante a falta de resposta e de reembolso por parte do comerciante, solicito que a Wise analise este caso e inicie o procedimento de contestação da cobrança pois que eu ja tento entrar em contato com a wise faz muito tempo e ninguém consegue fazer nada, uma vez que fui debitado duas vezes pelo mesmo serviço e apenas uma das cobranças é legítima. Anexo os comprovativos das duas cobranças, o contrato de aluguer e toda a documentação que demonstra as tentativas de resolução diretamente com o comerciante. Agradeço uma análise urgente deste caso e uma resposta o mais rapidamente possível. Com os melhores cumprimentos, Gabriel Candeias

Em curso
F. G.
30/07/2026

Bloqueio abusivo e violação dos dados privados

Sendo sócia da Deco uma vez que não consigo entrar em contacto com vocês que me ajudem À Gerência do Banco Santander Totta Balcão de Algés (A/C Sr. Carlos Teixeira) Com conhecimento para o Gabinete de Apoio ao Cliente e Provedor do Cliente Santander Assunto: RECLAMAÇÃO FORMAL URGENTE – Bloqueio Indevido de Conta, Quebra de Sigilo Bancário, Danos Patrimoniais Graves e Pedido de Encerramento de Conta Exmos. Senhores, Eu, , com o nif cliente desta instituição, titular da conta número [Número da Sua Conta], venho por este meio apresentar uma reclamação formal e em caráter de máxima urgência face aos contínuos abusos e ilegalidades cometidos por este banco, em particular pela vossa agência de Algés. A minha conta encontra-se totalmente bloqueada desde o dia 07/07/2026, sem que me tenha sido enviada qualquer notificação oficial, número de processo ou indicação da entidade investigadora, apesar dos meus insistentes pedidos por e-mail, que ficaram sem resposta. Como consequência direta deste bloqueio unilateral e sem fundamento legal válido: 1. Encontro-me em incumprimento no pagamento do meu crédito automóvel e de outras despesas diárias essenciais. 2. Perdi definitivamente um investimento de 8.500,00€ relativo ao sinal para a aquisição de um imóvel, uma vez que a escritura estava agendada para o dia 09/07/2026 e fiquei impedida de aceder ao meu dinheiro. Saliento que a vossa instituição tinha pleno conhecimento deste prazo, dado que enviei atempadamente a cópia do agendamento da escritura para a minha gerente de conta. Na ausência da minha gerente (por motivos de férias), fui atendida pelo Sr. Carlos Teixeira, no balcão de Algés, que demonstrou uma postura rude, arrogante e altamente prepotente. O referido funcionário alegou que a conta estava sob investigação por "Branqueamento de Capitais" e exigiu, sob ameaça de suspensão indefinida, a comprovação de absolutamente todas as transações desde 01/01/2026, incluindo compras banais em websites. Mais grave ainda, num ato de clara violação do sigilo bancário e do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD), o Sr. Carlos Teixeira forneceu informações confidenciais da minha conta ao segundo titular (o meu ex-marido desde abril, que não tem os dados atualizados na conta e cujo nome ainda consta no sistema apenas devido a falhas informáticas internas do próprio Santander). O referido funcionário chegou ao cúmulo de fazer insinuações caluniosas ao meu ex-marido de que eu estaria envolvida em "ilegalidades" e "jogos", provocando uma severa e dolorosa desestabilização no meu ambiente familiar. Repudio veementemente tais insinuações. O saldo à ordem de 10.000,00€ presente na conta tem origem totalmente legítima e comprovável: provém da venda de um imóvel cujo distrate foi realizado em novembro passado, no vosso balcão do Laranjeiro, sendo o próprio Santander o credor. Toda a minha atividade financeira é lícita. Movimento fundos para outras contas de minha titularidade (Revolut e Bankinter) e para a plataforma Bitget. Possuo todos os comprovativos, ativos em formato on-chain, certificado de investidora e diretrizes do Banco Central Europeu que atestam a regularidade fiscal e a ausência de qualquer suspeita de branqueamento. Face ao comportamento abusivo e à total quebra de confiança nesta instituição, exijo: 1. O desbloqueio imediato da referida conta bancária; 2. A transferência integral de todos os meus ativos e saldos para a conta que indicarei no momento do desbloqueio; 3. O encerramento imediato e definitivo da minha conta no Banco Santander Totta. Caso a situação não fique resolvida e o saldo disponível num prazo impreterível de 48 horas, informo que avançarei de imediato com uma ação judicial junto dos Julgados de Paz para exigir a restituição dos valores e a devida indemnização por todos os danos patrimoniais (incluindo os 8.500,00€ perdidos) e morais causados. Adicionalmente, esta queixa será reencaminhada para o Banco de Portugal e para a Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD) para que sejam aplicadas as sanções institucionais cabíveis. Sem outro assunto de momento, fico a aguardar a vossa resposta por escrito. Atenciosamente,

Em curso

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