Reclamações públicas

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M. P.
09/03/2026

Atraso no reembolso – incumprimento do prazo indicado

Estou desde dezembro a tentar devolver um aparelho adquirido à Dyson. Depois de várias tentativas e contactos da minha parte, o produto só foi finalmente recolhido a meio de fevereiro. Segundo a informação fornecida pela própria Dyson, o aparelho chegou às suas instalações no dia 25 de fevereiro. No entanto, até à data de hoje ainda não foi efetuado o reembolso, apesar de a empresa indicar que o prazo máximo de pagamento é de 7 dias úteis após a receção do produto. Este prazo já foi ultrapassado. Durante todo este processo tive de insistir constantemente para obter respostas. Tal como aconteceu quando pedi a recolha do produto, tive sempre de esperar 3 a 4 dias úteis por cada resposta, e muitas vezes apenas após nova insistência da minha parte é que algo avançava. Considero esta situação inaceitável. Não vou continuar a aguardar indefinidamente por um reembolso que já deveria ter sido realizado há vários dias. Pelo tempo excessivo de espera e pela falta de resolução eficiente do problema, considero inclusive que deveria existir algum tipo de compensação. Solicito que o reembolso seja efetuado com a máxima urgência. A empresa já foi devidamente informada desta situação através de contactos anteriores. Deixo em anexo a foto como chegou a encomenda.

Encerrada
C. D.
08/03/2026

Warranty Claim Refused Despite Technician’s Initial Assessment Indicating it would be covered

We purchased a Duehome couch from HOMY CASA under a 1-year warranty. The recliner mechanism broke suddenly during normal use. A technician visited and initially indicated that the issue appeared to be a mechanical problem that should be covered under warranty. He mentioned the cable looked broken, although to us it appeared to us that the cable was fine, we didn't see where broken but saw the spring looked bent. The official report later denied coverage, claiming the issue was caused by excessive force or improper handling. However, the recliner broke during normal use in our household without any excessive force or misuse. This also contradicts the technician’s initial assessment and our observations, as he indicated that the issue appeared to be covered under warranty and that someone would come to fix it. We requested that the issue be reassessed and asked whether an English speaking technician could assist us, but this request was refused. We also asked for a copy of the report but were not provided with one. The company ultimately refused to honor the warranty or cover the repair even though the technician led us to believe the repair would be covered no problem. We are now pursuing a formal complaint through the Livro de Reclamações to ensure the warranty is properly reviewed. I hope HOMY CASA improves its warranty process and communication for future customers.

Resolvida
A. G.
07/03/2026

Veículo em garantia imobilizado sem diagnóstico nem prazo de reparação

Venho por este meio apresentar reclamação relativamente ao meu veículo Nissan Juke Hybrid, adquirido novo em novembro de 2024, e que se encontra ainda integralmente coberto pela garantia do fabricante. No dia 28 de Fevereiro de 2026, o veículo apresentou no painel a mensagem de erro “HEV System Malfunction”, ficando impossibilitado de ligar. Perante esta situação, foi acionada a assistência da marca Nissan, que procedeu ao reboque do veículo para o concessionário Carby Portimão. Desde essa data o veículo encontra-se totalmente imobilizado nas instalações do concessionário. No entanto, foi-me comunicado que o diagnóstico da avaria poderá demorar cerca de 15 dias, não existindo igualmente qualquer previsão concreta para eventual reparação. Considero esta situação inaceitável, tendo em conta que: * o veículo foi adquirido novo há pouco mais de um ano; * encontra-se dentro do período de garantia do fabricante; * encontra-se totalmente imobilizado e impossibilitado de ser utilizado; * não foi apresentada uma solução adequada de mobilidade enquanto o veículo permanece indisponível. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, que regula os direitos do consumidor na compra e garantia de bens, o consumidor tem direito à reposição da conformidade do bem, através de reparação ou substituição, devendo tal ocorrer de forma gratuita, dentro de um prazo razoável e sem causar inconveniente significativo para o consumidor. A indicação de um período potencialmente superior a duas semanas apenas para diagnóstico, mantendo o veículo totalmente imobilizado, levanta sérias dúvidas quanto ao cumprimento destas obrigações legais e representa um prejuízo significativo para o consumidor. Assim, venho por este meio solicitar a intervenção dessa entidade no sentido de: 1. Garantir a realização urgente do diagnóstico da avaria e a subsequente reparação do veículo; 2. Assegurar uma solução de mobilidade adequada enquanto o veículo permanece imobilizado; 3. Garantir o cumprimento integral das obrigações legais associadas à garantia do veículo; 4. Avaliar eventual incumprimento das obrigações legais por parte do operador económico caso a situação se prolongue sem resolução em prazo razoável. Caso a situação de imobilização se prolongue sem resolução adequada, reservo-me ainda o direito de recorrer aos mecanismos legais disponíveis para defesa dos meus direitos enquanto consumidor. Agradeço a análise e intervenção desta entidade. Com os melhores cumprimentos, Ana Cristina Gomes Gonçalves Tlm: 00351 918 129 569 BO-99-IL

Encerrada
J. C.
06/03/2026

Direito Garantia

Venho, por este meio, manifestar a minha profunda indignação pela forma vergonhosa como a Zantia tem tratado a situação referente ao meu termossifão. O equipamento encontra-se com todas as manutenções em dia, devidamente comprovadas pelo instalador autorizado. Ainda assim, sem qualquer visita técnica nem avaliação presencial, decidiram recusar a garantia, alegando que o problema é da "qualidade da água". Essa justificativa, além de infundada, revela má fé comercial e clara tentativa de iludir o consumidor. Recordo que, de acordo com o Decreto-Lei n.º 84/2021, que regula as garantias de bens de consumo, o ônus da prova num defeito durante o período de garantia recai sobre o vendedor ou fabricante, e não sobre o cliente. A ausência de uma inspeção técnica antes da recusa constitui violação dos deveres legais de assistência e suporte pós-venda. Uma empresa que age desta forma demonstra falta total de ética e respeito pelo consumidor, prejudicando deliberadamente quem confiou na sua marca. É inaceitável transformar uma questão técnica num processo de empurra-empurra para escapar às responsabilidades. Exijo que seja imediatamente agendada uma deslocação técnica ao local, com relatório de diagnóstico assinado e, caso se confirme defeito de fabrico ou falha do equipamento, que a garantia seja integralmente assumida, conforme determina a lei. NOTA: não consegui anexar a 2thread" de emails por ultrapassar os 3MB. Posso enviar por outra via

Encerrada
R. A.
06/03/2026

Recusa de garantia abusiva após instrução técnica errada da Samsung e danos no equipamento.

Venho expor uma situação de desrespeito pelos direitos do consumidor por parte da Samsung. Entreguei o meu telemóvel Z fold 5 em garantia para reparação de 2 problemas inicial: linha preta no meio que separa as imagens e avaria de touchscreen. Antes da entrega, o suporte online da Samsung instruiu-me especificamente a remover a película do ecrã como parte do diagnóstico. levei a assistência Samsung 35, a garantia foi recusada devido mossas na dobradiça e algumas marca nas bordas do ecrã devido uso de capas. Para agravar a situação, quando tentei levantar o equipamento, este apresentava novos danos e problemas que não existiam na entrega: instabilidade no display e artefato nas imagens, revelando negligência no manuseamento por parte do centro técnico. Fiz reclamação via e-mail para suporte Samsung, Responderam que por ter retirado película no ecrã anula a garantia, sendo que Segui a instrução técnica oficial da marca. Exijo a reparação imediata sem custos ou a substituição do equipamento, conforme a Lei das Garantias (DL n.º 84/2021). Já avancei com queixa no Livro de Reclamações e no Centro de Arbitragem (CACCL), e não desistirei até que os meus direitos sejam repostos.

Resolvida
J. F.
06/03/2026

Avaria do conector da ficha electrica em Hyundai Ioniq plugin

Assunto: Reclamação – Recusa Indevida de Garantia | Hyundai Ioniq Plug-in Hybrid Matrícula AA-51-PP Exmos. Senhores, No dia 03-03-2026, entreguei o meu veículo Hyundai Ioniq Plug-in Hybrid, matrícula AA-51-PP, com 5 anos de idade, nas vossas instalações da Cardan- Maia, devido a uma anomalia no sistema de carregamento elétrico, que deixou de funcionar tanto com o carregador próprio como em postos públicos. O veículo encontra-se abrangido pela garantia contratual de 7 anos da Hyundai Motor Company, tendo todas as manutenções sido realizadas na rede oficial da marca, inicialmente na Cardan-Maia e posteriormente na VAP da Rua da Alegria no Porto. Para meu espanto, fui informado telefonicamente por um funcionário da Cardan - Maia, de que a garantia não seria acionada, alegadamente por algumas manutenções não terem sido efetuadas dentro do limite de 1.500 km após o aviso do veículo. Importa esclarecer que sempre cumpri as revisões solicitadas pela marca. Caso tenha existido algum desfasamento pontual, o mesmo terá resultado de constrangimentos no agendamento nas próprias concessionárias — situação recorrente na área do Grande Porto — bem como de compromissos pessoais inadiáveis. Acresce que nunca realizei qualquer revisão com intervalo superior a 9 meses em relação à anterior. Não consigo compreender de que forma um eventual ligeiro excesso face ao aviso de manutenção possa, por si só, determinar a perda automática da garantia, sobretudo quando: • Todas as revisões foram efetuadas na rede oficial Hyundai; • Não existe qualquer indício de utilização indevida ou negligente do veículo; • Não foi demonstrada qualquer relação causal entre o alegado atraso e a avaria verificada. É entendimento jurídico consolidado que a exclusão da garantia exige prova de que o incumprimento teve influência direta na ocorrência da avaria ou no agravamento da mesma. A mera ultrapassagem de um limite indicativo de quilometragem não determina automaticamente a perda dos direitos do consumidor. Tentei falar com a responsável do Serviço pós-venda da Cardan durante todo o dia e tal foi me impossível. Face ao exposto, solicito que me seja remetida, por escrito, a seguinte informação: 1. Indicação expressa da cláusula contratual da garantia que determine que um excesso de 1.500 km implica a sua anulação automática; 2. Fundamentação técnica detalhada que estabeleça a relação causal entre o alegado excesso e a avaria no sistema de carregamento elétrico; 3. Relatório técnico completo que sustente a decisão de recusa de garantia. Até que me seja apresentada fundamentação legal e técnica devidamente comprovada, mantenho o pedido de reparação ao abrigo da garantia contratual, considerando que cumpri, de boa-fé, todas as obrigações de manutenção na rede oficial da marca. Aguardo a vossa resposta escrita com a maior brevidade. Com os melhores cumprimentos,

Encerrada
A. M.
06/03/2026

Computador Danificado

Exmos. Senhores, Em novembro de 2023 adquiri um computador da marca Lenovo. O equipamento funcionou normalmente até ao dia 17 de janeiro 2026, data em que começou a desligar-se sozinho. Quando voltava a ligar, surgia a seguinte mensagem no ecrã "O seu dispositivo deparou-se com um problema e não pode ser reparado. Clique ou prima Enter para ver outras opções de recuperação." Ao clicar nessa mensagem, surgia automaticamente uma janela em ecrã completo que não permitia avançar sem selecionar uma das seguintes opções: ''Recuperação, Resolução de Problemas, Continuar ou Desligar PC.'' Sempre que selecionava qualquer opção, exceto Desligar, o sistema avançava e permanecia durante algum tempo com o ecrã totalmente azul, até finalmente chegar ao ambiente de trabalho. No entanto, após iniciar, o computador funcionava de forma instável: por vezes conseguia utilizá-lo durante cerca de 30 minutos, mas noutras ocasiões apenas 1 a 3 minutos, voltando depois a desligar-se sozinho. Perante esta situação, dirigi-me à loja onde adquiri o equipamento e, no dia 18 de janeiro, o computador foi enviado para a marca Lenovo para reparação. Após algum tempo, recebi a resposta de que não tinha sido detectada qualquer avaria. Depois de o utilizar apenas cerca de cinco vezes, no dia 7 de fevereiro, voltei à loja com o mesmo problema, apresentando inclusive um vídeo como prova da avaria. O equipamento foi novamente enviado para a marca, tendo eu aguardado mais uma vez pela resolução. Posteriormente, informaram-me de que o computador estaria novamente em condições normais de funcionamento. No entanto, no próprio dia em que o levei para casa, o problema voltou a ocorrer, com o equipamento a desligar-se novamente de forma inesperada. Voltei à loja, onde o computador ficou para novos testes. No dia seguinte fui contactada com a informação de que o equipamento funcionava normalmente. O computador voltou comigo, mas a situação repetiu-se até ao dia 5 de março. Já bastante indignada com toda esta situação, tive de o enviar novamente para a marca, pois desta vez o computador nem sequer ligava, mesmo com o carregador conectado. Quando finalmente ligava, emitia vários sinais sonoros (apitos), o teclado não funcionava e o equipamento ligava e desligava repetidamente. Importa referir que o equipamento continua dentro do período de garantia, no entanto a marca Lenovo não se está a responsabilizar pela avaria, pois como referem todas as vezes ''Não detectam''. Sendo esta avaria comprovada por vídeos. Venho, por este meio, solicitar a vossa ajuda para resolver esta situação, uma vez que o meu trabalho depende diretamente deste computador. Sempre que o equipamento é enviado para reparação, permanece cerca de 30 dias fora, sem que o problema seja efetivamente resolvido. Submeto em anexo os FOTOS a comprovar (vídeos excedem o tamanho para anexar) Agradeço, desde já, a atenção. Andreia Sepião Medeiros

Encerrada
J. C.
06/03/2026

Artigo com defeito - Reparação recusada

Exmos srs, No passado 12/01/2024, compramos o pack de sanita com a referência 86608495, que levamos conosco e entregamos diretamente na obra a decorrer na nossa casa. De um dia para o outro, em agosto de 2025, a tampa perdeu o amortecedor. Enviamos um e-mail com vídeo anexo a relatar o problema e foi dada a resposta a 27/08/2025 que o Leroy estaria a agilizar junto do fornecedor uma visita técnica para verificação do problema. A 24/10/2025 recebemos a resposta, sem visita técnica, de que o problema se existisse teria se manifestado aquando a colocação do artigo no WC, logo foi considerado má utilização do cliente. A 04/11/2025 solicitamos nova análise e respectivo novo parecer uma vez que não concordamos com a má utilização do cliente uma vez que só uma das peças que constituem a sanita é que perdeu o amortecedor, sendo que estão ligadas no mesmo ponto e é a tampa que está sem amortecedor, a que é menos utilizada. A 08/11/2025 voltamos a insistir na nova análise e resposta. A 07/10/2026 voltamos a insistir no sentido de obter uma resposta. Até hoje 06/03/2026 ainda não tivemos qualquer resposta. Na nossa opinião a minuta de má utilização por parte do cliente não se deveria aplicar uma vez que como relatado acima são duas peças ligadas no mesmo ponto e a que perdeu o amortecedor é a menos utilizada, quando fechamos a tampa este movimento é acompanhado pela peça de baixo. Não concordamos com a resposta do Leroy/fornecedor, assim como a ausência de resposta. A vinda de um técnico ao local para verificação e reparação seria o mínimo a ser efetuado ou pelo Leroy ou pelo fornecedor. A compra foi efetuada ao Leroy, este empresa deveria resolver o problema. Gostaríamos de ter o problema resolvido. Em todos os emails enviados ao Leroy, no título está referenciado "Assistência técnica 00012693", que nunca aconteceu, será fácil ao ler verificar todo o histórico desta reclamação. João Costa

Encerrada
M. M.
06/03/2026

Assunto Pedido de Intervenção – Violação do DL 84/2021 e Ausência de Livro de Reclamações Eletrónico

Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o apoio e eventual intervenção da DECO PROTESTE relativamente a um conflito de consumo com a empresa XRT/MOTORS, LDA (NIF 513855890), stand automóvel localizado em Santo Tirso. Resumo dos factos Aquisição do veículo: No dia 19 de janeiro de 2026 adquiri o veículo usado Peugeot 5008 1.6 HDI, matrícula CB-38-PF, junto da empresa acima identificada. Irregularidade na garantia apresentada: O vendedor entregou um documento de garantia com validade de apenas 12 meses ou 10.000 km, limitada a determinados componentes (nomeadamente motor e caixa de velocidades). Para fundamentar essa limitação foi citado o Decreto-Lei n.º 67/2003, diploma atualmente revogado. Violação da legislação em vigor: Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, que regula os direitos do consumidor na compra e venda de bens, o prazo legal de garantia para bens usados vendidos por profissionais é de 36 meses, podendo ser reduzido até ao mínimo de 18 meses apenas mediante acordo expresso entre as partes, o que não ocorreu no presente caso. Ausência de Livro de Reclamações Eletrónico: Verifiquei ainda que a empresa não disponibiliza o Livro de Reclamações Eletrónico, impossibilitando o exercício deste direito por via digital. Diligências efetuadas No dia 26 de janeiro de 2026 enviei uma notificação formal final à empresa. O aviso de receção foi assinado pela mesma em 27 de janeiro de 2026. Contudo, até à presente data, a XRT/MOTORS, LDA não respondeu nem procedeu à retificação do documento de garantia de acordo com a legislação em vigor. Pedido de apoio Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO PROTESTE para: Intermediar o contacto com o fornecedor com vista à emissão de um certificado de garantia conforme o Decreto-Lei n.º 84/2021; Registar esta situação como possível prática comercial abusiva, alertando outros consumidores para situações semelhantes. Anexo a esta comunicação: Cópia da notificação formal enviada ao fornecedor; Comprovativo de receção; Documento de garantia fornecido pelo stand. Permaneço ao dispor para qualquer esclarecimento adicional. Com os melhores cumprimentos, Mateus Barros Mueba Rua Dr. Artur Proença Duarte, 26 2330-013 Entroncamento NIF: 318810336 Tel.: 913 79 70 82 Email: mateusmueba87@gmail.com

Resolvida
D. M.
05/03/2026

Recusa ilegal de garantia, cobrança abusiva de taxa (59€) e retenção de sinal

Em 20/10/2024 efetuei uma encomenda de mobiliário diverso (Pedido SFLRTGLPE, valor de 2.057€) com montagem incluída. Passado mais de um mês, a encomenda não foi entregue e os meus contactos foram ignorados. Tive de me deslocar à loja presencialmente, onde me informaram que desconheciam o paradeiro da encomenda. Como precisava de mobilar a casa urgentemente, pedi a devolução da caução, o que me foi recusado de forma categórica e ilegal. Fui assim coagido a reformular toda a encomenda ali mesmo no computador da loja, limitando-me ao que tinham em stock imediato. Fiquei com móveis de estética e qualidade inferiores para não perder o meu dinheiro. De notar que, logo nessa altura, a equipa de montagem deixou as cadeiras de jantar a abanar e instáveis (facto que reportei publicamente na altura). Resultado: poucos meses após a entrega, as cadeiras apresentaram graves defeitos estruturais. O plástico cedeu e rasgou completamente nos pontos de fixação das pernas (conforme provam as fotografias que possuo de março de 2025). Ao acionar a garantia legal agora, a Webmóveis exige-me o pagamento antecipado de 59€ para uma verificação técnica, alegando falsamente por escrito que, como "já passou mais de um ano", não podem garantir o defeito. Isto viola de forma grosseira o Decreto-Lei n.º 84/2021: O Artigo 14.º estipula que faltas de conformidade nos primeiros 2 anos presumem-se existentes à data de entrega (ainda para mais quando já abanavam na montagem). O ónus da prova é exclusivo do vendedor. O Artigo 18.º dita que a reposição de conformidade tem de ser efetuada «a título 100% gratuito», sem custos de avaliação ou deslocação prévios. Face a este historial inaceitável de retenção indevida de sinal, coação na troca de artigos e agora cobrança ilegal na garantia, exijo a resolução 100% gratuita (recolha e substituição das cadeiras por modelo sem defeito ou reembolso do valor das mesmas). Informo que já avançou igualmente queixa formal para a ASAE via Livro de Reclamações Eletrónico.

Encerrada

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