Em 20/10/2024 efetuei uma encomenda de mobiliário diverso (Pedido SFLRTGLPE, valor de 2.057€) com montagem incluída. Passado mais de um mês, a encomenda não foi entregue e os meus contactos foram ignorados.
Tive de me deslocar à loja presencialmente, onde me informaram que desconheciam o paradeiro da encomenda. Como precisava de mobilar a casa urgentemente, pedi a devolução da caução, o que me foi recusado de forma categórica e ilegal. Fui assim coagido a reformular toda a encomenda ali mesmo no computador da loja, limitando-me ao que tinham em stock imediato. Fiquei com móveis de estética e qualidade inferiores para não perder o meu dinheiro. De notar que, logo nessa altura, a equipa de montagem deixou as cadeiras de jantar a abanar e instáveis (facto que reportei publicamente na altura).
Resultado: poucos meses após a entrega, as cadeiras apresentaram graves defeitos estruturais. O plástico cedeu e rasgou completamente nos pontos de fixação das pernas (conforme provam as fotografias que possuo de março de 2025).
Ao acionar a garantia legal agora, a Webmóveis exige-me o pagamento antecipado de 59€ para uma verificação técnica, alegando falsamente por escrito que, como "já passou mais de um ano", não podem garantir o defeito. Isto viola de forma grosseira o Decreto-Lei n.º 84/2021:
O Artigo 14.º estipula que faltas de conformidade nos primeiros 2 anos presumem-se existentes à data de entrega (ainda para mais quando já abanavam na montagem). O ónus da prova é exclusivo do vendedor.
O Artigo 18.º dita que a reposição de conformidade tem de ser efetuada «a título 100% gratuito», sem custos de avaliação ou deslocação prévios.
Face a este historial inaceitável de retenção indevida de sinal, coação na troca de artigos e agora cobrança ilegal na garantia, exijo a resolução 100% gratuita (recolha e substituição das cadeiras por modelo sem defeito ou reembolso do valor das mesmas). Informo que já avançou igualmente queixa formal para a ASAE via Livro de Reclamações Eletrónico.