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Contestação Formal – Cobrança Indevida de Seguro Não Contratado – Cartão Universo Click to teach Gma
Exmos. Senhores, Identificação do Reclamante Fabio Sampaio Goes Olyntho NIF:298765888 Titular do Cartão Universo Email: fabio.olyntho@gmail.com Contacto: +34-674591911 (temporario +351933863390 so ate dia 3/4 - depois retorno a Madrid) 1. Factos Desde o final de 2025, tenho vindo a ser alvo de débitos mensais recorrentes no meu Cartão Universo, atualmente no montante aproximado de €130 acumulados, incluindo juros e encargos associados. Apesar de múltiplas tentativas de esclarecimento por email (cf. anexos), nunca me foi indicado, de forma clara e objetiva: Qual o produto ou serviço que originou a dívida; A data, forma e local de eventual contratação; Qualquer prova documental ou gravação que comprove consentimento. Em abril de 2026, presencialmente numa loja Worten, foram abertos os processos n.º 13340795 e 13340995, tendo sido expressamente solicitado: Comprovativo de contratação do alegado seguro; Identificação do canal, data e hora da adesão; Prova de consentimento (assinatura ou gravação). Até à presente data, não foi fornecida qualquer prova, tendo apenas sido remetido um modelo genérico de apólice, o que não constitui prova de contratação válida. 2. Enquadramento Legal A situação descrita configura indícios claros de prática ilícita, nomeadamente: Falta de consentimento válido – violação do DL n.º 72/2008 (Regime do Contrato de Seguro); Prática comercial desleal – DL n.º 57/2008 (proibição de serviços não solicitados); Cláusulas contratuais abusivas – DL n.º 446/85; Violação do dever de informação – DL n.º 24/2014; Possível tratamento ilícito de dados pessoais – RGPD. Nos termos legais, o ónus da prova da contratação recai integralmente sobre a entidade prestadora. 3. Incumprimento A vossa atuação evidencia: Cobrança continuada sem base contratual válida; Falta de resposta substancial às reclamações; Omissão de informação essencial; Continuação de encargos financeiros indevidos. 4. Exigências Face ao exposto, notifico formalmente V. Exas. para, no prazo máximo de 10 dias úteis: Proceder ao cancelamento imediato e definitivo de qualquer seguro ou serviço associado não contratado; Efetuar o reembolso integral de todos os montantes cobrados, incluindo juros e encargos; Remeter prova documental inequívoca da alegada contratação, caso mantenham posição contrária (contrato assinado ou gravação integral da chamada); Confirmar por escrito a regularização total da situação. 5. Escalada Na ausência de resposta adequada dentro do prazo indicado, será desencadeada, sem novo aviso, atuação junto de: Banco de Portugal Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF) Livro de Reclamações Eletrónico Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo Eventual ação judicial para restituição de valores e indemnização 6. Prova Juntam-se: Extratos com débitos identificados Registo de comunicações anteriores Documentação enviada pelo Universo Com os melhores cumprimentos,
Falha de Assistência de Seguro Viagem Internacional / Consumidora Turista Retida em Portugal
Prezados(as), Venho, por meio desta, solicitar a intervenção da DECO – Defesa do Consumidor, em razão de grave falha na prestação de serviço por parte do seguro viagem internacional (AIG / Visa Infinite), que me deixou retida em Portugal sem assistência, sem condições financeiras e sem emissão de passagem de retorno ao Brasil. Estou em Portugal desde 20/02/2026 “Turismo”, na data de 20/03/2026, onde desenvolvi enfermidade súbita e aguda, com três atendimentos médicos, tomografia, prescrição de opioides, perda de continência e limitação de marcha. Toda a documentação médica foi enviada à seguradora. Em 01/04/2026, informei ao atendente Lucas a necessidade de retorno imediato ao Brasil, conforme relatório médico. Em 02/04/2026, falei com as atendentes Lidiane e Caio, sem qualquer solução. A ligação caiu e não houve retorno. Ainda nesta data , 02/04/2026, minha estadia no hotel terminou e não tenho recursos para permanecer no país, nem para alimentação ou transporte conforme envio de e-mail para seguradora. Estou liberada para viajar, mas a seguradora continua afirmando que “está analisando”, sem emitir a passagem. Solicito intervenção urgente da DECO para: 1. Garantir que a seguradora cumpra a cobertura contratual. 2. Exigir a emissão imediata da minha passagem e do meu acompanhante de retorno ao Brasil. 3. Garantir assistência mínima até o embarque. Agradeço desde já a atenção. Atenciosamente, Elaine Granzoto Martins Santos Passaporte: GK784332 Telefone: +55 16 98158-4901 E-mail: elainefestas3@hotmail.com
Falta de apoio/informação por parte da seguradora
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o vosso apoio na tentativa de resolução do meu diferendo com a seguradora acima indicada. No passado dia 05/03, tive um acidente com o meu carro onde fui a única envolvida. O sinistro foi imediatamente comunicado à companhia e até hoje e após inúmeras tentativas de contacto e reclamações a mesma companhia ainda não se dignou a entrar em contacto comigo no sentido de resolver situação e me dar informações sobre o desenvolvimento da mesma. A seguradora foi informada de que necessito do veiculo como meio de subsistência, uma vez que, trabalho a 34Km de casa e que neste momento dependo de transportes públicos para me conseguir deslocar. Assim, são despesas extras sendo que continuo a pagar um seguro onde não tenho direito a carro de substituição e que este serviço sai todos os meses e já foi pago não me está a dar qualquer apoio no sentido de resolver o problema com a maior brevidade possível. Com isto, peço encarecidamente o vosso apoio no sentido de resolver a situação junto da seguradora Generali/Tranquilidade. Com os melhores cumprimentos Ana Rodrigues.
Débito direto indevido
Exmos. Senhores, Constatei hoje que tenho 2 movimentos de débito, de 12,99€ cada, na minha conta bancária, com o descritivo desta empresa, desconhecendo do que se trata e sem nunca ter tido contacto com a mesma. Com os melhores cumprimentos,
Indemnização sinistro tempestade kristin
OCORRÊNCIA Nº: 0025623794 SINISTRO Nº: 0028088367 Exmos. Srs. Não compreendo como é que a Deco Pro Teste escolhe esta empresa como a escolha do consumidor ? No sequência da tempestade Kristin tive prejuízos avultados. Destes só fui indemnizado em 660 € (100 € franquia). A companhia não explica como calcula o valor da indemnização, o que foi considerado. É vergonhosa a falta de transparência desta empresa. Não dão conhecimento do relatório do perito. É a fuga ás suas responsabilidades. O mais curioso é que o email que recebi coloca o valor com um ponto de interrogação. O meu erro foi ter vindo para esta companhia por recomendação da Deco. Saí da Fidelidade ao fim de vários anos onde sempre fui bem tratado. Erro meu. Pretendo que a empresa me envie o relatório do Perito e a forma de cálculo para a indemnização atribuída. Ou que corrija o erro. Agradeço que a Deco intervenha para repor a justiça.
Retenção indevida e falta de resposta - CLF / Clube de Finanças / Jornada Financeira
Venho por este meio relatar a minha péssima experiência com a CLF Consultoria Financeira Lda (também conhecida comercialmente como Clube de Finanças e Jornada Financeira / NIF 516920332), gerida por Gonçalo Ribeirinho, com o intuito de alertar futuros consumidores. No dia 29 de janeiro de 2026, foram-me retirados 129,90 euros sem o meu consentimento. Mal recebi a notificação do meu banco sobre esta cobrança, enviei imediatamente um e-mail ao departamento administrativo do Clube de Finanças. A resposta inicial por parte da administração ao meu pedido de reembolso foi negativa. Perante esta recusa injustificada, decidi expor a situação e falei diretamente com o Gonçalo Ribeirinho em pleno grupo do Discord (para todos os membros da comunidade poderem ver e ler a minha situação). Foi apenas publicamente que ele me deu uma resposta positiva ao pedido de reembolso, contrariando a recusa prévia da sua equipa administrativa. Foi-me assim, prometido o reembolso do valor de 129,90€ referente à subscrição do serviço "Jornada Financeira - Plano Anual". Esta promessa foi feita de forma explícita pelo próprio Gonçalo Ribeirinho. Curiosamente, no exato momento em que o reembolso foi validado publicamente, a empresa cortou-me imediatamente o acesso à plataforma e à comunidade no Discord. Fiquei, na prática, sem o serviço pelo qual me tinham cobrado e sem o meu dinheiro. O que deveria ser um processo de devolução simples e imediato arrastou-se inexplicavelmente durante mais de 2 meses. Durante semanas a fio, a empresa ignorou por completo os meus e-mails, deixando-me sem qualquer resposta ou justificação. Optaram por reter indevidamente o meu capital durante 62 dias. A empresa só tomou uma atitude depois de eu lhes ter feito um ultimato claro, informando que iria recorrer a advogados e avançar com as devidas medidas legais. Fui obrigado a tomar as seguintes medidas formais: Escalei o caso para o meu banco, abrindo uma disputa bancária (Chargeback) na rede Visa, onde apresentei as provas da promessa de reembolso e do corte unilateral de acesso. Apresentei queixa formal na ASAE, denunciando não só a retenção indevida do capital, mas também a infração de não disponibilizarem o acesso ao Livro de Reclamações Eletrónico de forma legal. Como por milagre, passados dois meses, descobriram subitamente como carregar no botão de devolução no seu sistema de pagamentos. Emitiram finalmente a Nota de Crédito a 30 de março de 2026 e o dinheiro foi-me devolvido, dois dias depois. Fica o alerta: a falta de transparência e o silêncio perante os clientes são inaceitáveis. Se passarem pelo mesmo, não hesitem em recorrer às entidades competentes.
Reclamação contra o Novobanco por fraude de € 12 500 não reembolsada e deficiente prest de serviço
Chamo-me Angelika Winkler, nacionalidade alemã, residente em Sintra. Apresento reclamação formal contra o Novobanco, S.A., devido a fraude não reembolsada no valor de € 12 500, falha na proteção contra operações não autorizadas e deficiente atendimento nos canais oficiais. Apesar de aberto o processo interno n.º 05.98.05/2026, o banco persiste em respostas evasivas, sem decisão concreta. Cronologia dos factos: 26/12/2025 (14 h, São Paulo): Vítima de roubo violento do telemóvel – único dispositivo com acesso à aplicação Novobanco. Boletim de Ocorrência n.º 54339/2026 da Polícia Civil de São Paulo e também o registo queixa na polícia Judiciária (anexo 1). 26/01/2026: Ao restabelecer acesso com novo equipamento, detetei transferência SEPA não autorizada de € 12 500 para o IBAN ES41 1563 2626 3632 6905 5276 (titular: Antonio Mariano da Silva Filho), efetuada no dia do roubo, sem autenticação (SMS, push ou biometria). Sou cliente há 9 anos, sem histórico de operações via aplicação (sempre em ATM) – comprovado nos extratos (anexo 2). Contactos subsequentes: Informei o banco por telefone e enviei contestação formal a 12/02/2026 (anexo 3), invocando a PSD2 (DL n.º 91/2018), artigo 73.º do RGICS e jurisprudência relevante (TRG 239597/2025; TRL 236779/2025). Recebi apenas respostas genéricas («em análise», «aguarde»), sem prazos, fundamentação ou fornecimento de registos de autenticação. Esta conduta viola o dever de informação transparente (artigo 121.º do Código do Consumidor), o prazo de resposta de 10 dias úteis (Regulamento n.º 17/2022 do BdP) e a responsabilidade objetiva por fraudes, pois o banco não ativou monitorização de risco para operação atípica. Pedidos concretos: Intervenção imediata junto do Novobanco para reembolso integral de € 12 500, acrescido de juros de mora (artigo 805.º do Código Civil), nos termos da PSD2. Obrigação de resposta escrita fundamentada em 5 dias úteis, com fornecimento de registos de autenticação, IP e alertas (artigo 31.º do RGPD). Apuramento das falhas no atendimento telefónico. Anexos: 1. Boletim de Ocorrência; 2. Extratos bancários e histórico; 3. Contestação enviada e resposta do banco. Fico ao dispor para esclarecimentos. Agradeço a vossa intervenção urgente. Com os melhores cumprimentos, Angelika Winkler
A espera do meu ordenado do mês de fevereiro
Exmos. Senhores, Dia 26 de fevereiro a minha empresa fez a transferência do meu ordenado pra minha conta no Unibanco. Dia 27 suspenderam o meu cartão, tirando me qualquer acesso a conta i ao meu ordenado. Venho até a data de hoje 1/04/2026 mandando email i estando sempre a ligar a resposta é sempre a mesma o pedido de transferência do meu ordenado do mês de fevereiro está em análise. Acho isto um exagero da parte do banco estou a ficar com contas em atraso por não me liberarem o ordenado. Espero que me consigam ajudar a resolver este problema. Cumprimentos. Cátia Mateus
Banco de Portugal
Boa tarde, Fui informado pelo meu banco, que não podia pedir nenhum crédito, porque meu nome aparece no banco de Portugal. Pela entidade ATTICUS - STC, SA. Não tenho qualquer empréstimo, onde aparece esta entidade no banco de Portugal com dívida de 2005. Mesmo se tivesse alguma dívida, que não tenho já estava presquita por lei e pretendo que retirem informação do banco de Portugal sobre pena de ter recorrer por outras vias prescrição. Meu contribuinte 216230705. Cumprimentos Nuno Silva
Recusa de cobertura de sinistro
Apresentei um sinistro junto da seguradora referente a um equipamento segurado que foi subtraido do interior da minha mochila em transporte publico. A seguradora recusou a cobertura alegando tratar-se de furto simples, excluido das condicoes da apolice. No entanto, nao concordo com esta decisao, pois considero que a situacao deveria ser enquadrada na protecao do seguro contratado, tendo em conta que houve subtracao nao autorizada do bem em contexto publico. Adicionalmente, entendo que as clausulas invocadas nao sao suficientemente claras nem foram devidamente explicadas no momento da contratacao. Solicito assim a intervencao da DECO para analise da situacao e apoio na resolucao deste conflito com a seguradora. Anderson Celestino 937482835
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