Reclamações públicas

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T. S.
Hoje

levantamentos não autorizados e transferências para "mim mesma" não autorizadas

Boa noite hoje recebi 210€ na minha conta da activobank e levantaram 200€ num atm não fui eu, e tambem houve uma transferência para "mim" de 288€ que não fui eu a fazer e o banco não faz nada fora do horário util para alem de cancelar os cartoes eu precisava desse dinheiro este fim de semana para ir para espanha!

Em curso
J. P.
13/02/2026

Juros Devidos não pagos

Exmos Senhores Doutores, venho encaminhar, email infra, comprovativo da queixa que fiz no banco CTT. A situação refere-se à abertura uma conta de certificados de aforro, nos CTT de Vila Real de Santo António. Fiz um reforço de X€ no dia 22 /12/2025, por transferência bancária, para o IBAN dos CTT (ver anexo enviado para vossa excelências por email). Como nunca recebi um extrato, hoje dia 13/02/2026, dirigi-me ao CTT de Vila Real de Santo António, pedi extrato, mas o reforço do dia 22/12/2025 não vinha no extrato. Questionei sobre a omissão do movimento, foi-me dito que eu não tinha ido fazer a subscrição do depósito. Nunca fui informado que tinha que ir aos CTT subscrever. Venho reclamar porque me disseram que o depósito só conta a partir de hoje, dia 13 de fevereiro de 2026, ou seja, perdi os juros desde o dia 22 de dezembro de 2025. Penso que não faz sentido nenhum, porque o dinheiro entrou na conta dos CTT em dezembro, e tem estado a render na conta deles desde essa data. A funcionária disse-me, mas não se preocupe, você não é o único. Pois claro que não, é um modus operandi dos CTT, não informam os clientes, e ainda lhes atribuem a culpa. Não informam, que devem fazer a subscrição e deixam de pagar juros devidos, à data da transferência. Estou a reclamar, porque, quero receber os juros devidos, desde 22 de dezembro de 2025.  Com os melhores cumprimentos. - Forwarded message --------- De: SITE_CTT NO REPLY [noreply.ctt@ctt.pt] Date: sexta, 13/02/2026 à(s) 11:59 Subject: Banco CTT : Formulário de Contacto To: O seu formulário de contacto foi enviado com sucesso. Iremos analisar a sua mensagem e em breve entraremos em contacto consigo. Obrigado. Copia do mail enviado: Data de Registo: 2026-02-13 11:59:32 Cliente: Sim Número de conta: Loja CTT: Não Aplicável Assunto: Reclamações Informação adicional: Abri uma conta de certif de aforro, nos CTT de Vila Real de Santo António,.Fiz reforço no dia 22 /12/25 X€ por transf bancária. Como não recebi extracto, hoje dia 13/02/26, dirigi-me ao CTT de VRSA, pedi extracto, mas o reforço do dia 22/12 não vinha no extracto. Nunca fui informado que tinha que vir subscrever. Venho reclamar pq disseram que o depósito so conta a partir de hoje.

Em curso

Processo de Sinistro

Exmos. Senhores, Sinistro casa relativo a Fuga/Infiltração de Água, apólice MR50063357, com o número de Processo 26MR001518. Cujo gestor é Mariana Cândido. A 11 de janeiro de 2026 contatei a Fidelidade para comunicar a ocorrência de uma rotura na tubagem de abastecimento de água da minha habitação, localizada no quintal/patamar, imediatamente após o contador e a aproximadamente 1 metro de profundidade. A fuga não é visível à superfície devido ao pavimento em pedra, mas foi identificada pelo facto de o contador continuar a registar consumo mesmo com todas as torneiras e equipamentos fechados, e escutando ouve-se a água a sair pela rotura, o que confirma a existência de uma perda contínua de água no subsolo, tendo também aumentado muito a fatura de água. Alertei ainda para o facto de uma rotura subterrânea na canalização a vazar durante muito tempo poder fazer estragos na estrutura da casa. A gestora do processo nunca enviou perito e solicitou-me um parecer técnico para a origem da rotura, eu respondi que não tinha e nem a quem o solicitar, nem iria pagar um parecer técnico para uma reparação de 600€. Liguei para a linha de apoio ao cliente, que depois de explicar a situação e muita insistência disse que iria solicitar a peritagem. O seguro é o obrigatório do Crédito à habitação e este tipo de sinistros tem cobertura, e em 5 minutos qualquer perito constataria a verdade dos factos. Não voltei a ser contatado pela Gestora Mariana Cândido, o perito nunca apareceu e ontem recebi um SMS a informar que o processo tinha sido encerrado. Peço seriedade/idoneidade por parte da companhia de Seguros Fidelidade, pois não está a ser honesta. Atenciosamente, Edgar Faustino.

Em curso
A. J.
13/02/2026

Subsídio de desemprego não aprovado

Exmos., Venho por este meio expor a minha situação e solicitar ajuda urgente relativamente à reanálise do meu pedido de subsídio de desemprego. Fiquei desempregada no dia 02/01/2026 e apresentei o pedido no dia 05/01/2026, dentro do prazo legal. O processo foi inicialmente marcado como “não aprovado” com a indicação de que o meu documento de residência estaria inválido. No entanto, o meu título de residência já foi entregue presencialmente na Segurança Social, já realizei a recolha dos dados biométricos e o documento encontra-se atualizado. Mesmo assim, o sistema manteve a indicação incorreta. Após diversas insistências, o processo passou para por uma reanálise no dia 05/02/2026, mas até ao momento continuo sem qualquer decisão e sem qualquer pagamento. Tenho feito tudo o que está ao meu alcance: Atendimentos presenciais Contactos telefónicos Pedidos pelo e-Clic Atendimento pelo Siga (que foi encerrado sem resposta) Reclamações formais Contacto com o Provedor de Justiça Neste momento estou a entrar no segundo mês sem qualquer rendimento e estou a passar por sérias dificuldades financeiras. A situação tornou-se urgente. Solicito, por favor, que verifiquem se é possível intervir junto da Segurança Social para que a reanálise do meu pedido seja concluída com a maior brevidade possível.

Em curso
J. M.
13/02/2026

BURLA / EMAILS PARA PAGAR ALGO LIQUIDADO EM 20166

No dia 14 de Outubro de 2016, recebi uma notificação da minha entidade patronal que me iriam penhorar o ordenado devido a a falta de pagamento de um serviço que eu contratei com a MEO, no valor de 1691.69€, valor que paguei no dia 21- 20-2016 como podem ver no anexo. Até hoje, recebo mensalmente emails e emails da INTRUM JUSTICIA a cobrarem me mais 146€, agora 150€. Já enviei dezenas de emails a pedir para pararem com este ASSEDIO, que isto esta pago desde 2016!!!! Alem de nao responderem, continuam sistematicamente a enviar emails para pagar o QUE EU NAO DEVO. ISTO é um assédio permanente e constante, que me deixa super stressada porque é o meu bom nome que está em causa. Deixo aqui prints de emails , comprovativo de pagamento.

Em curso

Adesão Indevida

Exmos. Senhores, Acabei de tomar conhecimento de uma cobrança no valor de 12,57 euros por vocês. Tal cobrança se deve ao fato de um "suposto seguro" associado ao meu cartão, que no caso, NUNCA EU ASSINEI OU TOMEI CONHECIMENTO DO Mesmo, no valor de 1,91. Logicamente, se eu soubesse que haveria a necessidade de pagar tal valor irrisório, o teria feito e, como fiz ano passado, haveria solicitado O CANCELAMENTO IMEDIATO DO CARTÃO. Contudo, sempre há dificuldades para cancelar o cartão junto a vocês, onde, hoje, a atendente Raquel, me disse que eu para o fazê-lo, teria que primeiro pagar os valores em dívida. NÃO É JUSTO!!! NÃO É CORRETO!!! Gostaria de uma solução o quanto antes, haja visto, que a mesma atendente, me informou que juros estão sendo acrescidos todos os dias. Att,

Em curso
P. P.
13/02/2026

Reclamação Urgente: Práticas de Má-fé e Incumprimento de Prazos de Substituição - Apólice AS4 743112

No passado dia 21 de janeiro, reportei a avaria do meu telemóvel e, conforme instruído, desloquei-me à Worten Santarém, onde entreguei o equipamento e paguei a franquia (joia) de 10%. No dia 23 de janeiro, aceitei formalmente a vossa proposta de substituição. Envio anexo em "e-mail 1" a mencionar a escolha do equipamento para os quais não obtive qualquer resposta até à data. É vergonhoso ler as comunicações automáticas que estão "disponíveis para qualquer dúvida", quando na prática ignoram sistematicamente as tentativas de contacto do cliente. Pelos vistos, essa disponibilidade é inexistente, deixando-me num vazio total de informação. Depois de algum pedido de justificação da demora da resposta obtive a informação pela equipa da Domestic General que foi-me colocado apenas a hipotese de uma substituição de um equipamento do qual não tinham stock, é inadmissível este processo no qual não faz qualquer sentido. Só o dia 2 de fevereiro, por ter mandado um email para, em anexo o "e-mail 2" enviado,(soporte.clientes@domesticandgeneral.com [soporte.clientes@domesticandgeneral.com]; suporteclientes@domesticandgeneral.com [suporteclientes@domesticandgeneral.com]; dados.pessoais@domesticandgeneral.com [dados.pessoais@domesticandgeneral.com]) e demonstrar o meu desagrado, foi-me facultado pelo Supervisor da Domestic & General em Espanha o tracking number NACEX 7220/12700827, com a garantia de que o equipamento tinha sido expedido. No entanto, após contacto direto com a transportadora NACEX, fui informado de que o envio foi cancelado pela própria Domestic & General (remetente) logo no dia 3 de fevereiro, imediatamente após a geração do código. Esta ação demonstra uma clara postura de má-fé por parte da equipa da Domestic & General. Simulação de Envio: Facultaram um número de rastreio apenas para constar no sistema, procedendo ao seu cancelamento logo de seguida. Incoerência de Informação: Quando questionados nos últimos 6 dias úteis, a resposta foi apenas que deveria "aguardar", omitindo deliberadamente que o envio tinha sido cancelado por ordem da vossa equipa. Verificação em Loja: No dia 10 de Fevereiro, passados 6 dias uteis onde o limite de entrega são 5, em loja física Worten, confirmou-se que não existe qualquer outro registo de envio além deste código cancelado. A responsável de loja confirmou que o equipemento ainda não tinha chegado em loja, telefonou para a Domestic General e eles mencionaram que não sabiam onde se encontrava o equipamento. Foto em anexo do sistema da Worten. Ainda hoje dia 13 de Fevereiro, não tenho nenhum ponto de situação atual, estou completamente sem informação, sinto-me perdido e impotente perante a situação. Junto envio todos os anexos importantes. Neste momento continuo perdido e num vazio do ponto de situação em que me encontro atualmente. Sinto-me enganado perante toda a situação, onde não possuo o meu telemovél danificado, paguei joia na entrega do equipamento danificado 10% (48€), não tenho nenhuma informação do novo equipamento, não sei se foi enviado outro equipamento, não sei quando vou possuir um equipamento em minha posse.

Em curso
J. N.
13/02/2026

Falta de conformidade – Unidade de substituição entregue ao abrigo de seguro

Venho expor publicamente a forma como a Domestic & General geriu o meu processo de sinistro, que começou como uma situação simples e acabou num processo prolongado, com múltiplas falhas técnicas e ausência de solução definitiva. LINHA TEMPORAL DOS FACTOS Novembro de 2025 O meu iPhone sofre um dano acidental e é enviado para reparação ao abrigo da apólice. Final de Novembro de 2025 Recebo o primeiro equipamento reparado. O telefone é devolvido já com defeitos graves: - Flash avariado - Impossibilidade de realizar chamadas Reportei imediatamente a situação, pois a reparação foi claramente mal executada. 20 de Novembro de 2025 A seguradora recolhe novamente o equipamento para nova avaliação técnica. 24 de Dezembro de 2025 Recebo um equipamento diferente do original (IMEI distinto), apresentado como solução final do processo. 08 de Janeiro de 2026 A apólice é cancelada. Janeiro de 2026 (após utilização normal) Começo a verificar um novo problema grave: - Aviso do sistema Apple: “Não é possível confirmar se este iPhone tem uma bateria Apple genuína.” - Capacidade da bateria aparece como 0% - O equipamento não carrega corretamente O QUE ESTÁ EM CAUSA Estamos perante um padrão sucessivo de falhas: 1. Primeira reparação mal executada. 2. Segunda intervenção. 3. Entrega de equipamento diferente do original. 4. Instalação de bateria não genuína ou incorretamente instalada. 5. Defeito apenas detetado após o cancelamento da apólice. Nunca fui informado de que receberia um equipamento com qualquer peça não genuína. SITUAÇÃO ATUAL Após múltiplos contactos, fui sucessivamente encaminhado entre departamentos, sem resposta objetiva nem solução concreta. O equipamento encontra-se inutilizável. Não se trata de desgaste normal nem de novo dano. Trata-se de consequências diretas das intervenções técnicas realizadas sob responsabilidade da seguradora. O QUE PRETENDO Após duas intervenções falhadas e entrega de equipamento com componente não genuíno, a confiança está completamente quebrada. Não pretendo nova reparação. Pretendo a resolução definitiva da situação através do pagamento do valor do equipamento. CONSIDERAÇÃO FINAL O que começou como um sinistro simples transformou-se num processo de meses, marcado por falhas técnicas sucessivas e ausência de responsabilidade clara. Espero que a Domestic & General resolva esta situação de forma célere e responsável. Caso contrário, o processo seguirá pelas vias regulatórias e judiciais adequadas.

Em curso
V. R.
12/02/2026

Reembolso de sinistro

Estimados Senhores Venho por este meio, solicitar o vosso apoio para com esta situação da vossa associada. Na madrugada do passado dia 28-01-2026 caiu uma árvores que tinha no meu jardim sobre o meu telhado, partindo telhas, beirais e deixando a laje sujeito às intempéries rebentando também a canalização da água da minha habitação existente no jardim. Nessa manhã do dia 28, telefonei para a Seguradora Allianz a questionar qual o procedimento, pois tenho seguro Multi-risco (que anexo cópia), fui informada pela Linha de apoio ao Cliente Allianz que teria de remover a árvore e só depois da sua remoção seria possível abrir o processo. Assim, contactei uma Entidade para ligação da tubagem de água, outra Entidade para remover a árvore e ainda outra Entidade para recolocar as telhas partidas e tentar desta forma conter os estragos presentes e futuros na minha habitação face à intempérie registada. Após conter a situação, contactei a Seguradora Allianz que me disse que teria de contactar um perito para avaliação da situação, questionei porque motivo é que seria o Cliente a contactar um perito quando existe um Seguro contratado. Não gostei da atitude da Seguradora e informei que ficaria a aguardar um contacto para agendamento de peritagem. Cerca de duas horas mais tarde, fui contactada pela Entidade Modera Engenharia, para agendar peritagem. O perito enviado pela Seguradora veio no dia seguinte, verificou o estado do telhado a partir do solo da minha habitação e tirou fotografias dos danos. Solicitou o envio das nossos fotografias do sinistro, das facturas já existentes, do orçamento para a reparação, de cópia de caderneta predial e comprovativo de IBAN para o seu email bem como para a Seguradora Allianz. Assim foi feito. Foram enviadas fotografias da árvore em cima do telhado, fotografias dos danos provocados no telhado e no interior da habitação, pois apesar da tentativa de contenção da chuva, alguma entrou através dos buracos das telhas partidas para a laje e consequentemente no interior da habitação. Foram enviados ainda os documentos (fatura de ligação de água, fatura de remoção da árvore e fatura contenção dos danos no valor de 29,27 Euros, 615 Euros e 122 Euros respectivamente, bem como orçamento para a reparação do telhado e respectiva impermeabilização no valor de 3.567 Euros). A despesa total ronda os 4.333,27 Euros. Não foram enviados orçamentos para qualquer reparação no interior, apesar de terem ocorrido infiltrações no tecto interior de uma divisão. No passado dia 10-02-2026, foi recepcionada uma comunicação (SMS) da companhia Seguradora Allianz, a qual dizia que iria ser indemnizada no valor de 1.916,25 Euros, tendo ainda sido retirado o valor de 150 Euros referente à respectiva franquia do Seguro contratado. Assim, face à disparidade de valores indemnizados pela Seguradora, contestei por email a situação e aguardo a sua posição. Neste contexto, questiono como me poderei proteger face a esta situação, pois considero que estou a ser lesada e tenho um seguro contratado que não está a corresponder ao expectável. Processo Allianz 225544298 Anexo Condições de Seguro contratado

Em curso

Incumprimento das condições contratuais

Temos um seguro automóvel TOPPING com esta entidade, com opção de assistência em viagem "Normal". Na sequência de uma avaria com imobilização do veículo ocorrida no dia 4/02/2026, contactei a assistência, solicitando a sua deslocação ao local. Foi-me dito que, tendo sido pedida outra assistência para o mesmo veículo recentemente, só aceitariam este novo pedido contra o envio da factura da reparação anterior. Somos uma entidade colectiva com sede em Almada, pelo que às 20h30 e estando o veículo em Lisboa, seria impossível aceder aos escritórios para obter essa factura. Ainda assim, foi-nos negada a assistência em viagem, apesar de ter proposto o óbvio: enviaria a factura na manhã seguinte e, caso houvesse alguma desconformidade, teria de restituir o valor da assistência prestada. Tivemos portanto de deixar o veículo imobilizado no local - um parque de estacionamento pago - pagar as deslocações para Almada e Seixal, onde vivemos, e, após enviar no dia seguinte a factura de reparação - de uma avaria que nada teve a ver com a actual - deslocar-me novamente para Lisboa, pagando novamente a viagem e perdendo horas de trabalho. Após consultar as condições do seguro, verifico que, ao contrário do que me foi dito, nada consta sobre a obrigatoriedade de enviar previamente a factura da reparação anterior para me ser prestada assistência em viagem. Contactei a seguradora por email, dando conta desta situação e pedindo uma resposta. Recebi, 6 dias depois, um telefonema de alguém que se apresentou como Gonçalo Tavares, em nome da LOGO. Como na altura estava em trabalho e não podia falar, pedi que nos contactasse mais tarde, o que foi negado: teríamos de ser nós a fazer o contacto. Assim fiz, e verifiquei que o número para o qual liguei de volta não recebe chamadas. Esta situação começa a ultrapassar os limites do aceitável, pelo que segue queixa para o Instituto de Seguros de Portugal.

Em curso

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