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Não aceitação da devolução nos 14 dias aceites por lei
Comprei um secador multifunções da airbliss, após ter sido impactada por uma publicidade completamente enganosa do tiktok e mal chegou reparei que a qualidade era horrível. Comparam com a Dyson e indicam ser tão bom como esse produto, mas é uma enorme mentira. Independentemente disso e porque o produto estava dentro dos 14 dias legais para submeter à devolução, enviei um email a fazer o pedido de devolução. A resposta foi negativa indicando que por estar em promoção, o artigo não se encontrava elegível para devoluções. O que à luz do Direito de Cancelamento de Contrato, esse direito é me garantido Independentemente de qualquer justificação, plausível ou não. Após inúmeros emails com a empresa, a mesma indica que o máximo que dá é 30% do valor do produto, o que é inaceitável. Aguardo resolução deste tema.
Encomenda não entregue - possível burla
Exmos. Senhores, No dia 09/12/2025 realizei uma encomenda no site newfeet.pt, com pagamento efectuado no valor de 79,93€. No momento da compra, o site indicava um prazo de entrega de 1 a 3 dias úteis. Até á data de hoje, passado um mês, não recebi o artigo, nem qualquer número de tracking. Após esta situação, encontrei diversas reclamações online de outros consumidores a relatar exatamente o mesmo problema: encomendas pagas, não entregues, o que levanta fortes suspeitas de prática fraudulenta. Entretanto, já contactei o meu banco, que abriu uma reclamação forma por não prestação do serviço. Venho, assim, expor esta situação para alertar outros consumidores e exigir o reembolso total do valor pago, no prazo legal. Caso não haja resolução, irei avançar com denúncia junto das entidades competentes. Cumprimentos, Rita Colaço
MAU SERVIÇO
Serve o presente para solicitar ajuda de V. Exas. relativamente à actuação da Comp. Seguros Ageas, perante um sinistro, que passo a enquadrar.. No dia 15 de Novembro de 2025, estando a minha viatura BL30QI devidamente estacionada (e desocupada), foi embatida pela viatura BN13QA, que se despistou (batendo, também, numa outra viatura BS13QA). Não houve qualquer dano pessoal, tão só danos materiais de relevo. A causadora do embate chamou a PSP, Divisão de Trânsito de Lisboa, que lavrou o respectivo Auto e me informou que a companhia de seguros iria buscar cópia quando necessário. Por tal, foi também indicado que não seria necessário haver lugar a Declaração Amigável. A minha viatura foi retirada do local através dos meios despoletados pela companhia de seguros Ageas, contactada para a linha própria de assistência em viagem. Por ser sábado, a viatura foi removida para as instalações da empresa rebocadora, a qual foi devidamente informada acerca de qual seria a oficina reparadora, para que a viatura fosse para aqui deslocada, o que foi efetivado. A partir deste momento, apesar de ter sido (aparentemente) aberto um processo, uma vez que foi desde logo atribuído o código transcrito em epígrafe, seguiu-se a troca de mails, que se juntam em anexo, bem como inúmeros contatos telefónicos gravados (e, esperemos, que mantidos em arquivo para os efeitos pertinentes) nos termos que a legislação preconiza, acrescida de uma deslocação à Sede da AGEAS, em 15 de dezembro, onde foram dados (de novo) todos os esclarecimentos solicitados e preenchida uma Declaração Amigável (só com a minha assinatura, claro, atendendo às circunstâncias acima descritas) que, só neste momento, foi solicitada. Note-se que tinha passado um mês da ocorrência, tendo há muito decorrido, portanto, as 48H previstas para a intervenção das seguradoras, segundo julgo saber. As iniciativas enunciadas não tiveram resposta concreta para o esclarecimento/resolução do assunto ou outro tipo de indicações ou apoio apenas uma sucessiva indicação genérica de que o caso iria ser avaliado. A pergunta mais premente para mim - O que fazer para resolver a questão? - continuou (continua) sem resposta! Só numa mensagem enviada para o telemóvel do marido da titular do seguro, em 23 de dezembro último, pareceu haver algum desenvolvimento, uma vez que é dito (sic) " 25AAUO681266: confirmamos participação sinistro da viatura BL30QI. vamos entrar em contacto consigo para marcação de peritagem. Ageas Seguros". Uma vez mais, nada aconteceu e, desta feita através de outro telefonema da signatária, foi respondido que a companhia da causadora do acidente, a Generalis, não tinha dado autorização para que a AGEAS prosseguisse o assunto. Foi, por fim, sugerido que acionasse os danos próprios, mas sem que houvesse garantia de ser ressarcida dos custos inerentes. Não tive esclarecimento das razões da contradição óbvia, haveria peritagem ou um descartar de toda a responsabilidade?. Entretanto, contactei a Generali, em desespero de causa para tentar resolver a questão, prestei as informações que me foram pedidas e aguardo resposta desta seguradora (há cerca de uma semana). Em suma, nada foi feito pela AGEAS para ajudar a resolver o problema daqueles que todos os meses cumprem o seu dever de pagar o montante estipulado, considerando que este seguro faz parte integrante de um contrato de financiamento para aquisição de viatura. Passou já muito tempo, sem qualquer vislumbre de quando terei o meu carro reparado, com prejuízos significativos para a minha vida pessoal e familiar e despesas acrescidas pela necessidade de alugar uma viatura. Agradecendo a V/atenção para a questão, coloco-me ao dispor para qualquer esclarecimento, através deste mail ou do telemóvel 961510272 Subscrevo-me atenciosamente Maria Paula Morais
Incumprimento de normas legais relativas a trocas e devoluções
[18:34, 05/01/2026] Alexandra Sousa : No dia 09/11/2025 adquiri dois sofás associados à marca Conforama. A entrega ocorreu apenas em 09/12/2025, excedendo o prazo inicialmente previsto. Desde o momento da entrega, ambos os sofás apresentaram defeitos, situação que foi comunicada de imediato à empresa. ⸻ Exigências excessivas e obstrução à troca Desde o dia 09/12/2025 até à presente data (05/01/2026), a empresa não procedeu à troca nem apresentou uma solução definitiva, limitando-se a exigir sucessivamente novos elementos, nomeadamente: • Fotografias repetidas dos defeitos • Preenchimento de esquemas/desenhos constantes no livro de montagem • Envio de fotografias do sofá totalmente desmontado • Exigência de que o produto estivesse embalado na embalagem original Estas exigências foram sendo feitas de forma sucessiva, sem nunca avançar com a troca, o que considero uma tentativa clara de adiar e dificultar o exercício dos meus direitos enquanto consumidora. Importa referir que a legislação não obriga à conservação da embalagem original, nem permite condicionar a troca de um produto defeituoso ao cumprimento de exigências não previstas na lei. ⸻ Defeitos e incumprimentos contratuais • Sofá 1: Apresenta defeitos e não se encontra em condições de utilização, tendo sido solicitado que fosse trocado por outro modelo. A empresa exige que eu pague a recolha, o que considero ilegal. • Sofá 2: Também apresenta defeitos, tendo sido igualmente reportado. ⸻ Incumprimento de acordos assumidos Devido ao atraso na entrega, a empresa comunicou-me por escrito (WhatsApp) que seria devolvido metade do valor da entrega de ambos os sofás. Posteriormente, alterou unilateralmente essa decisão, afirmando que apenas devolveria o valor relativo a um dos sofás, incumprindo o que tinha sido previamente acordado. ⸻ Falta de resposta do vendedor principal Apesar de: • Vários emails enviados à Conforama • Duas reclamações no Livro de Reclamações (04/12/2025 e 09/12/2025) A Conforama não responde diretamente, remetendo a resolução do problema para a empresa intermediária (Allmobel), o que considero uma forma de transferência indevida de responsabilidades, sendo a Conforama a vendedora final legalmente responsável. ⸻ Enquadramento legal Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, relativo à venda de bens de consumo: • O consumidor tem direito à reparação, substituição, redução do preço ou resolução do contrato • Todos os custos associados à recolha e substituição são da responsabilidade do vendedor • A resolução deve ocorrer num prazo razoável, o que manifestamente não aconteceu • Não pode ser exigida embalagem original para efeitos de troca [18:35, 05/01/2026] Alexandra Sousa : Determinar a recolha dos sofás sem qualquer custo 2. Garantir a troca do sofá defeituoso por outro modelo ou, em alternativa, a resolução do contrato 3. Obrigar ao cumprimento do acordo assumido relativamente à devolução de metade do valor da entrega de ambos os sofás 4. Responsabilizar a Conforama enquanto vendedora principal, impedindo a transferência de responsabilidades para terceiros
Mau atendimento/funcionamento da loja
Exmos. Senhores, Ontem dia 04-01-2026,desloquei a loja de penafiel para efectuar uma compra e descontar um vale de descunto que tinha ganho numa compra de uma máquina de lavar roupa. No qual me deparo com um fila grande para pagar , eu ja estando na fila a cerca de 1:15h sem nenhuma justificação do porque da fila não andar ouvi o povo dizer que a loja estava sem sistema . É uma coisa que pode acontecer em qualquer lado tudo certo . O que não e certo e que eu so fui atendida ao fim de 2h com uma factura feita a mão ,sem justificação nenhuma por parte da loja. Ainda por cima estar lá um coordenador de equipa aos risos com a sua equipa e não dar a conhecer nem dar nenhuma explicação aos clientes . Cumprimentos.
Incompetencia subscrição seguro telemóvel
Exmos. Senhores, No dia 23 de Dezembro 2025 comprei um telemóvel Samsung para a empresa da qual sou sócio gerente, na loja de Loures da Rádio Popular, e na altura disseram que não podiam realizar o seguro visto o equipamento ser vendido em pack com um tablet, teria de ligar para a Domestic&Gen, para o fazer. No entanto, após ligar para a linha de apoio da Domestic&Gen disseram que não podiam fazer nada e para ligar para a linha de apoio da Rádio Popular. Após ligar para a linha de apoio da Rádio Popular disseram-me para dirigir à loja onde comprei o equipamento. Hoje, dia 5 de Janeiro de 2026 ao dirigir-me à loja da Rádio Popular, fizeram-me o seguro, mas verifiquei ao receber a apólice por email que o nome do segurado em vez de ser a empresa, vem no nome do sócio gerente da empresa, o que em questões contabilísticos, o segurado e tomador é a empresa e não o sócio-gerente. O funcionário que me atendeu, após falar com o responsável da loja, Sr. José Araújo da loja de Loures, disse-me para ligar para a linha de apoio da Domestic&Gen que com facilidade fariam as alterações necessárias. Também a data de início da apólice menciona que só inicia a 02 de Fevereiro 2026, apesar de ter subscrito a apólice hoje (05/01/2026), o que me deixa o equipamento sem qualquer proteção durante praticamente 1 mês. Liguei para a linha de apoio da Domestic&Gen que para meu espanto e indignação informaram-me que não podem alterar nenhuma das situações, o que devo fazer é voltar à loja (pela 3ªvez) e falar novamente com eles... sinto uma falta de profissionalismo de ambas as partes, pois queria apenas comprar um telemóvel e ter um seguro para o proteger de alguma eventualidade, e no entanto ando para trás e para a frente a tratar de erros provocados pela seguradora ou pela loja, que em vez de tratarem entre eles um problema apresentado pelo cliente, é o cliente que anda com todo este trabalho a tentar resolver a incompetência destas pessoas, com deslocações, telefonemas, emails e muito tempo perdido. Anexo a apólice em questão para que possam averiguar esta situação e resolvam com a maior brevidade esta questão. Agradeço desde já a vossa melhor atenção, Luis Sousa KZero-Imóveis, Lda NIPC: 515809420 Tel: 926946693
Perfume Falso
Adquiri um perfume TOM FORD Our Wood, que já utilizo há anos, na pagina online portuguesa ﴾www.clubfashion.com﴿ com o NIPC 508123224. Ao primeiro teste o aroma é semelhante e o frasco também. Tudo indicava que estava ok. Após a primeira utilização verificou‐se que o aroma desaparece ao fim de 5 minutos, não deixa cheiro na roupa e comparado lado a lado com o verdadeiro, nem o cheiro é igual. Além disso o original fica na roupa mais de 24h facilmente. Fui à TOM FORD, para surpresa minha que me confirmam que o perfume é efectivamente uma falsificação. Contactei a empresa que uma vez como eu já não tenho a caixa onde o mesmo vinha, não aceitam a devolução nem a troca. Se fosse um produto verdadeiro ou com algum defeito entendo as medidas, agora, vendem um produto falso ﴾comprovado pela TOM FORD﴿ e agora recusam qualquer solução fechando imediatamente o ticket aberto no site deles com a reclamação recusando qualquer solução. Inadmissível.
Produto recebido em más condições e devolução não atendida
Exmos. Senhores, No dia 20/12/2025, adquiri um modelador de cabelo através do site oficial Cecotec. Ao receber a encomenda, constatei que a embalagem estava aberta, com lacre rompido, suja e arranhada, e que o aparelho apresentava sinais de arranhões, não aparentando ser um produto novo. Desde então, solicitei a devolução do produto três vezes, tanto pelo site quanto via e-mail, sem receber qualquer resposta da loja. Diante desta situação, venho por este meio solicitar a intervenção do Deco Protest, de forma a assegurar os meus direitos enquanto consumidor, nomeadamente o reembolso do valor pago, conforme previsto no direito de consumidor. Cumprimentos.
Avaria de origem C3Aircross
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa à aquisição de uma viatura na vossa unidade da Rangel e Oliveira Aveiro. Sou proprietária de um Citroën C3 Aircross, com a matrícula AH-17-SE, adquirido em junho de 2021, com apenas 51km, tratando-se de um veículo de serviço com matrícula de junho do mesmo ano. Desde a compra, a viatura cumpriu rigorosamente todas as revisões previstas. No entanto, desde os primeiros meses, reparei em sinais anómalos, nomeadamente a repetida indicação no painel para verificação do nível de óleo, situação que considerei preocupante, mas que, à data, não me foi justificada de forma clara Em janeiro de 2025, a viatura começou a perder força durante a condução, culminando com um aviso de avaria no motor. O veículo foi rebocado para a oficina autorizada em Sacavém, onde apenas um mês depois fui informada de que a correia de distribuição se estava a desfazer. De acordo com o colaborador que me atendeu, tratava-se de um defeito da própria peça, pelo qual a marca assumiu a responsabilidade da reparação. Contudo, a viatura voltou a perder potência, acendendo novamente o aviso de motor, e acabou por se desligar por completo sem qualquer resposta do motor de arranque. O carro deu entrada na oficina para nova análise. estava relacionado com a correia de distribuição. Tendo conhecimento de que vários modelos desta série apresentam defeitos de fabrico, tanto ao nível do motor como de componentes associados, considero inaceitável que estas avarias recorrentes sejam tratadas como problemas pontuais e imputadas ao cliente. Trata-se de um veículo com apenas quatro anos, cuja fiabilidade tem sido constantemente posta em causa. Neste momento, não me sinto segura ao circular com esta viatura, e não tenho capacidade financeira para suportar reparações frequentes e avultadas resultantes de possíveis falhas de origem. Deste modo, solicito que a Citroën e a Rangel e Oliveira assumam a responsabilidade por esta situação, arcando com os custos da reparação em curso e garantindo a fiabilidade futura da viatura. Peço ainda que este assunto seja resolvido com a maior urgência possível, uma vez que, até à presente data, continuo sem viatura disponível e sem qualquer previsão concreta para a resolução do problema. Envio alguns relatos das pessoas que estão com problemas com o mesmo modelo de carro. Sem outro assunto de momento, e aguardando resposta célere, Com os meus melhores cumprimentos, Ana Mafalda Almeida Contacto telefónico: 916051270
Vales de desconto em falta e impossibilidade de utilização dentro do prazo
Venho por este meio apresentar reclamação formal relativa a um problema com vales de desconto atribuídos no âmbito de uma compra efetuada em loja. No dia 27/12, adquiri dois hoverboards, tendo-me sido entregue um comprovativo em papel onde está claramente indicado que tenho direito a dois vales de desconto no valor de 18,70 € cada. No entanto, ao aceder à plataforma online, verifiquei que apenas um vale se encontra disponível, estando o segundo em falta. Acresce ainda que a data limite de utilização dos vales termina hoje, sendo que não consigo sequer aceder à minha conta no site, o que inviabiliza completamente a sua utilização dentro do prazo. Saliento que já tentei resolver esta situação por diversas vezes, tanto por contacto telefónico como presencialmente na loja, sem que até ao momento tenha sido apresentada qualquer solução. Face ao exposto, solicito: A disponibilização imediata do segundo vale de desconto em falta; A prorrogação da data limite de utilização dos vales, uma vez que a impossibilidade de os utilizar não é da minha responsabilidade. Aguardo a resolução célere da situação e respetiva confirmação por escrito.
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