Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Falta de Devolução e Impedimento de Reclamação
Venho por este meio expor uma série de irregularidades e falhas graves de serviço que ocorreram após uma compra feita na Multiopticas. Não Cumprimento do Prazo de Entrega: O prazo de entrega acordado no momento da compra não foi respeitado. Falta de Comunicação: Nunca fui contactado para ir levantar as encomendas, nem por via telefónica, nem por email. Todas as minhas tentativas de contacto para o número de telefone da loja foram infrutíferas, uma vez que nunca atenderam as chamadas. Envio Incorreto da Encomenda: A encomenda que recebi não correspondia aos artigos que solicitei. Falta de Comprovativo de Entrega/Devolução: No dia seguinte ao levantamento da encomenda, desloquei-me à loja para entregar os óculos errados e solicitar a troca pelo modelo correto. Contudo, não me foi entregue qualquer comprovativo da devolução, o que me deixa numa posição vulnerável, sem prova da minha ação. Recusa Ilegal de Devolução e Comportamento pouco Profissional: O funcionário que me atendeu no balcão do maiashopping inicialmente recusou a devolução do meu artigo, alegando que tal deveria ser feito na loja específica onde a compra foi efetuada – uma condição que não consta nos vossos termos e condições. Para além desta exigência indevida, o referido funcionário teve uma postura altamente pouco profissional, fazendo-me perguntas de cariz pessoal completamente inadequadas e irrelevantes para o processo. Desrespeito por Procedimentos e Falha de Comunicação: A loja informou-me que as devoluções são efetuadas exclusivamente por transferência bancária, tendo-me sido solicitado o NIB no momento da entrega do artigo. Deixei o NIB conforme indicado e o funcionário garantiu-me que, caso houvesse algum impedimento no processamento da devolução, seria contactado. No entanto, essa promessa nunca foi cumprida. Após mais de uma semana sem qualquer contacto da vossa parte, fui eu próprio quem teve de ligar para a loja (Após muitas tentativas, atenderam o telefone — quase como por milagre) a fim de obter informações sobre o estado da devolução. Nessa altura, fui informado de que o NIB que deixei estaria incorreto. De imediato, voltei à loja para fornecer um novo NIB, conforme solicitado. Desde essa data já passaram 17 dias, ultrapassando o prazo de 14 dias que me foi comunicado para o reembolso. Adicionalmente, não me foi entregue qualquer comprovativo da entrega dos óculos nem da aceitação da devolução, sendo que a loja ficou com a minha fatura original. Retenção Ilegal da Fatura de Compra e Falta de Comprovativo de Devolução: A loja reteve a minha fatura original no momento da devolução e não me entregou qualquer comprovativo, deixando-me sem qualquer prova da compra e da entrega dos artigos. Esta ação é uma clara tentativa de ocultar as irregularidades e impedir o meu processo de reclamação. Irregularidade no Processamento do Pagamento: A fatura da minha compra, que foi paga com cartão de débito, apresenta o pagamento como sendo uma transferência bancária. Esta prática levanta sérias preocupações sobre a forma como processam as transações dos clientes. Seguimento Relacionado a esta Reclamação: No passado sábado, dia 09/08, dirigi-me à Multiopticas localizada do Maiashopping para apresentar uma reclamação no Livro de Reclamações. Após ter escrito a minha parte, pedi ao funcionário presente (o mesmo funcionário mencionado na reclamação em anexo) que preenchesse os campos relativos à identificação do fornecedor. O funcionário recusou-se, dizendo que eu poderia esperar pela gerente no dia seguinte ou preencher eu próprio como quisesse, não me fornecendo quaisquer dados. Considero esta conduta uma clara obstrução à formalização da minha reclamação. Face à recusa e à falta de colaboração não permitindo o correto preenchimento da reclamação., acabei por desistir de tentar obter os dados e comuniquei que levaria assim as folhas. O funcionário retirou as folhas originais do livro e entregou-mas, após isso saí da loja. Cerca de dois minutos depois, ainda no corredor subterrâneo do shopping e a caminho do parque de estacionamento, o mesmo funcionário veio atrás de mim, colocando-se à minha frente de forma a impedir a minha passagem, invadindo o meu espaço pessoal e, de forma que considero agressiva, tentou por diversas vezes tirar-me as folhas da mão. A situação só terminou quando pessoas presentes intervieram para o separar de mim. Posteriormente, voltei a subir para a zona do shopping para me dirigir ao segurança, e ele continuou a seguir-me durante mais alguns minutos. Esclareço que a reclamação inicial apresentada no sábado se encontra em anexo, para referência e melhor compreensão do contexto. O comportamento descrito é, no meu entender, inadmissível e contrário a qualquer padrão de respeito e profissionalismo no atendimento ao público. Pretendo a resolução da reclamação anexada (devolução do dinheiro) e caso não seja apresentada um pedido de desculpas presencial por parte do funcionário envolvido, reservo-me o direito de avançar com queixa junto das autoridades competentes.
Equipamento não instalado
Exmos. Senhores, No dia 6 de agosto de 2025, foi-me entregue em minha residência (Rua Jose Mergulhao Nº2 2ºC) um esquentador adquirido na loja Worten online da Amadora juntamente com o serviço de instalação, o qual, de acordo com as condições comerciais da Worten, deveria ser realizado no prazo máximo de 72 horas uteis após a solicitação. Apesar de ter efetuado seis contactos com o serviço de apoio ao cliente da Worten, entre o dia 8 e o dia 15, até à presente data a instalação não foi efetuada, nem foi apresentada qualquer justificação plausível para o incumprimento do prazo acordado. De acordo com as condições publicadas pela Worten, esta obriga-se a: Contactar o cliente no prazo de 48 horas uteis para agendamento Efetuar a instalação no prazo máximo de 72 horas uteis após a solicitação do serviço, salvo se acordado prazo distinto por parte do cliente, o que não aconteceu no meu caso Esta situação configura incumprimento contratual, nos termos do Decreto-Lei n.º 24/2014 (contratos celebrados à distância e fora do estabelecimento comercial), que garante ao consumidor o direito de exigir o cumprimento imediato, fixar um prazo adicional razoável ou resolver o contrato com restituição do valor pago. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO para que: Seja garantida, de imediato, a instalação do equipamento, ou Seja efetuado o reembolso integral do serviço de instalação pago e, se aplicável, compensação por eventuais prejuízos resultantes do atraso Anexo: cópia da fatura/recibo da compra, comprovativo de pagamento do serviço de instalação, registos de contactos efetuados com a Worten e publicidade ou documento onde consta o prazo de 72 horas. Com os melhores cumprimentos, Miguel Rodrigues
Optometrista Alberto Oculista
Acabo de sair da loja do Alegro de Setúbal da Alberto Oculista. Objetivo: adquirir 6 pares de óculos para uma parte da família – esposa (lentes progressivas + lentes progressivas de sol), filho (lentes monofocais + lentes graduadas de sol); filha (lentes com controlo de miopia + lentes graduadas de sol). Acresce que sou também utilizador de óculos eu próprio, assim como a minha outra filha e sou cuidador informal de 2 octagenárias que também utilizam lentes progressivas e óculos de sol. Um cliente a ter em conta, portanto (digo eu!). Sempre foi uma prática minha, pedir segunda ou até terceira opinião, no que diz respeito à aquisição de óculos. Considero que os oftalmologistas são médicos especialistas que se dedicam ao estudo, diagnóstico e tratamento de doenças dos olhos, enquanto que os optometristas são profissionais de saúde ocular que complementam o trabalho dos oftalmologistas, nomeadamente nas áreas das lentes e dos óculos, acreditando mesmo que dispõem da mais aprofundada formação para realizarem os exames mais assertivos no sentido do seu principal foco – a correção visual dos pacientes. Pelo exposto, desde muito cedo, adotei a referida prática de visitar o oftalmologista para avaliar a saúde dos olhos dos meus familiares. Contudo, mesmo com a prescrição do oftalmologista sempre quisemos ter a opinião dum optometrista, seja para confirmar o prescrito pelo oftalmologista, seja para aceitar ou não ligeiras diferenças que por vezes surgem, destas duas avaliações, e que derivam tão somente da tecnologia ou equipamento utilizado. Com a inovação tecnológica que temos tido, esta minha prática parece fazer cada vez mais sentido e por isso a vamos manter, até por liberdade de decisão – um direito que nos assiste. Ontem fomos tão bem atendidos pela menina Alice na loja do Alberto Oculista do Alegro de Setúbal que, mesmo visitando outras lojas que nos davam vantagens financeiras, principalmente nos preços das lentes, voltámos àquela loja para uma consulta de optometria. Foi aí que nos deparámos com o mais deplorável dos atendimentos por parte do técnico optometrista que iria realizar a consulta. Disse-nos que não realizaria a consulta porque a prescrição do oftalmologista era de ontem e ele não iria sobrepor a opinião dele à de um oftalmologista. Quem alguma vez disse a esta pessoa que nós iríamos sobrepor a opinião dele à opinião do nosso médico oftalmologista? Que prepotência é esta…!!!??? Ainda lhe tentámos explicar que não estava a ver bem o nosso ponto de vista porque somente pretendíamos que, enquanto especialista em optometria e correção visual gostávamos de ter a opinião dele, para depois então decidirmos o que fazer. Com o seu ar sobranceiro e, interrompendo com tom de voz elevado, foi reafirmando que não realizaria a consulta porque não podia passar por cima da opinião dum oftalmologista. Que ridículo tudo isto…!!! Quem decide se a opinião desta pessoa seria aceite ou não, sou eu, somos nós, são os pacientes, são os clientes. Quem se julga esta pessoa? Saímos para não mais discutir porque esta pessoa mostrou claramente que não lhe apetecia trabalhar e que se julga montado em alguma espécie de pedestal, que lhe dá a ilusão de ser superior a um “simples” cliente ou paciente. Quem alguma vez lhe disse que ele merece esse estatuto? Que tenha vergonha na cara, esta pessoa…!!! Lamentamos muito o erro que a Alberto Oculista cometeu ao contratar esta pessoa. Estamos em crer que na balança do deve e do haver, ficarão a perder com os clientes que desistem e que, se juntarão aos clientes que nem sequer passarão na loja ou na marca, derivando da publicidade negativa que pessoas como eu farão a partir de hoje, junto de todos os colegas de trabalho, de amigos, de outros familiares, de vizinhos e de todas as nossas redes de contactos – assim se perdem umas dezenas de clientes e uns bons milhares de euros de faturação regular. Ao mesmo tempo, porque tudo deve ser dito, louvamos o profissionalismo, a dedicação, a atenção prestada, a simpatia e até, a empatia da Alice – simplesmente Extraordinária.
RESSARCIDO DO VALOR PAGO DE UM SERVIÇO QUE NÃO RESOLVEU O PROBLEMA
Assunto: Reclamação (Enviada por carta registada em 28 de julho 2025 e ainda sem resposta) Exmos. Senhores O histórico da minha viatura, com certeza, consta nos vossos ficheiros e podem verificar que nunca alguma, entre tantas que já comprei, Citroen, dera tanto problema e despesa. Desta vez o meu desagrado assenta em 3 pontos: 1- Falta de comunicação em tempo útil, 2- Falta de disponibilidade de viatura de substituição em casos demoradas por falta de resposta da oficina, 3- Dúvidas quanto à transparência do negócio pelo motivo que a seguir se explica. Em 11 de abril de 2025 a viatura foi à oficina de Creixomil. Guimarães e pela fatura TAL_FAC 2025/1171387 o cliente pagou €168,77 Em 28 de maio de 2025, por falta de frio no AC a viatura 28-RH-92, foi à mesma oficina para verificar e reparar e o cliente pagou a fatura TAL_FAC2025/11172798, no valor de € 377,01, mas uma semana depois o AC da viatura deixou de fazer frio e só faz ventilação. Liguei à oficina e agendei novo teste à viatura. A viatura entra na oficina no dia 24 de julho, pelas 8h30. Ao entregar a viatura o cliente manifestou o seu desagrado pelo fato de ter pagado um condensador em 28 de maio sem que tivessem realizado uma verificação geral do sistema de AC. Como sendo a falta de frio que fez a entrada da viatura na oficina em 28 de maio, então seria esse problema a resolver imediatamente antes de qualquer outro serviço dos que foram referidos. Combinado ainda que, durante a manhã do dia 24 de julho, o cliente deveria ser contactado para ser informado da atual situação. a) A informação não foi dada e já quase à hora de encerrar para o almoço o cliente ligou e a informação foi ainda inconclusiva: “a viatura continua em testes de verificação”, e apesar do cliente informar previamente que precisava da viatura no final do dia, todavia, não chegou mais informação. Então pelas 17h começou a ligar para a oficina, mas não fora atendido. Sempre a informação automática “prima 1 para aguardar” . Insistiu, continuando a ligar até que às 18 h, até a informação automática: “os serviços estão encerrados”. b) No dia seguinte o cliente voltou a ligar e foi informado que a viatura apresentava uma avaria no AC. O cliente insistiu na necessidade de viatura para se deslocar. Na noite anterior havia pernoitado em casa da família em Guimarães, mas tinha necessidade para além de outras deslocações durante o dia, regressar à sua morada em Vila Verde. Então cerca das 17h atendeu uma chamada da oficina que informou: A viatura continua por reparar o AC tem um problema na Caixa Evaporado. E o cliente questiona: mas para além dos prejuízos já causados, por não responderem à necessidade de viatura do dia anterior, eu preciso de viatura hoje, sem falta. Ao que responderam. “Não temos viatura para o servir”. Foi então que chamei um táxi e fui à oficina. Não havendo viatura da oficina o cliente solicitou a sua viatura 28-RH-92. Com compromisso em hora inalterável (às 17h30) recomendou celeridade no processo de entrega e pagou a fatura TAL_FAC 2025/11174716, no valor de €336,71. Sem resolver o principal problema que levou a viatura à oficina no dia 24 julho 2025: reparação do AC. Depois da aceleração do processo de limpeza para entrega da viatura ao cliente por volta das 17h40 foi também apresentada uma estimativa do que ficara por fazer/reparar na viatura 28-RH.92, no valor de €2 187,72 e que anexo. Considerações. 1. Insatisfação pela falta de respeito pelas necessidades do cliente, demora das respostas e informações, 2. Insatisfação e perda de confiança no processo de verificação e reparação da viatura, particularmente desde a entrada da viatura na oficina em 28 de maio para substituição do condensador e recarga do líquido do AC com valor pago total de €377,27 e não resolveu o problema. Quando fica a dúvida, se afinal a avaria era essa ou outra? Havendo agora necessidade de pagar uma segunda?! 3. A retenção da viatura 2 dias na oficina sem uma clarificação da situação. Quando o cliente tinha afirmado que só faria sentido executar outros trabalhos se primeiro fosse resolvido o problema no AC., dada a necessidade da viatura e porque não havia programada a sua atividade sem viatura 2 dias. Então, a ter de ficar a viatura 2 dias na oficina, nesta deveria haver viatura para substituição. Tal não sendo possível, como foi dito na receção, então fariam o teste e entregavam a viatura ao cliente no final do primeiro dia. Todavia e conforme suprarreferido a viatura ficou na oficina 2 dias e no final do 2.º dia o proprietário solicitou viatura de substituição ou a sua viatura para deslocação para a sua morada em Vila Verde. Apressaram-se a preparar a viatura 28RH-92 para entrega às 17h40, uma fatura para liquidar TA_FAC 2025/111747716, no valor de €336,71 sem que o motivo que levou a viatura à oficina ficasse resolvido. A viatura continua sem arrefecimento Ar Condicionado. O problema principal continua pendente com ao entrega ao cliente de uma estimativa no valor €1.778,64 + IVA. Conclusão A Conclusão ficará ao vosso cuidado. Ao cliente fica a dúvida nos dois dias para produzirem uma estimativa no valor de €2 187,72. Falta informar o cliente do que precisa de realizar efetivamente na viatura e que põe em risco a sua segurança e dos seus passageiros, para além do desconforto de viajar sem frio com as temperaturas que se têm feito sentir em julho. E a pergunta final: em tudo o exposto onde está o respeito pelo cliente, com mais de 40 anos de fidelização à marca Citroen? Dúvidas em todo o trabalho realizado e valores pagos sem resolverem a avaria no AC
Falta de profissionalismo
Fomos à clínica Radis de Tavira, com marcação, para realizar a ecografia morfológica de 1T pelo SNS. Fomos antendidos pelo Dr. Jorge Pereira que se mostrou muito incompetente na realização do seu trabalho. A consulta demorou menos de 10min, não me foi pedida nenhuma informação pessoal, história obstétrica, antecedentes pessoais e/ou médicos nem fatores de risco. No exame ecografico não foram avaliados nenhuns parâmetros maternos nomeadamente comprimento do colo uterino, artérias uterinas, ovários. Também não foram avaliados maior parte dos parâmetros fetais e marcadores de trissomias para rastreio combinado de 1T, que só pode ser realizado entre as 11s e 13+6d (eu estava com 13s e foi me dito que isso seria feito em outra altura, que sei que não é verdade). Não foi avaliado a presença das 4 câmaras cardíacas e a presença/ausência de regurgitamento tricuspide, não foi avaliado o fluxo do dúcto venoso, não me foi informada (nem consta em relatorio) a localização e morfologia da placenta nem o número de vasos do cordão umbilical. Não me foi mostrada a morfologia interna do feto, nomeadamente estômago, bexiga e rins, nem me foi dada imformacao relativa a quantidade de líquido amniotico. Quando contestado relativamente a estes fatores em falta, o médico aparentou atrapalhado por perceber que eu percebia do que estava a falar( sou da área) e começou a despachar nos do consultório. Relativamente ao relatorio foi escrito à mão, inclusive com presença de corretor fita, nada profissional, super incompleto sem todos estes fatores que mencionei e quase sem nenhum valor absoluto. Não nos foram providencias nenhumas fotos do feto impressas pelo ecografo ou impressas em papel, apenas um CD, que hoje em dia quase nenhum PC consegue abrir. Basicamente a única coisa que foi vista neste exame foi a presença e vitalidade do feto e a presença de 4 membros.
Não consigo alterar morada de local segurado
Exmos. senhores, Estou desde o início de julho a pedir à companhia de seguros para alterar a morada do local segurado (seguro do recheio da casa). Fui atendida por vários operadores diferentes, que me pedem constantemente coisas novas (que os anteriores não pedem). O resultado é que já preenchi diversas vezes a Chave Mestra, já enviei imensa informação, sem qualquer resultado. Ainda por cima, já paguei o valor anual, uma vez que isto vinha de um seguro associado a outra casa (fiz esse pagamento a conselho de um operador, que disse que aceleraria o processo). Estamos a 15 de agosto e nada aconteceu. Telefono com muita regularidade e os operadores dizem sempre a mesma coisa, que vão apressar o processo, mas nada acontece. Está situação é frustrante e incompreensível. Peço-vos ajuda na solução deste problema.
Multa indevidamente combrada
Foi realizar uma viagem de scooter da Bolt e foi me cobrado 82 euros a mais do que o suposto. Contactem o apoio o cliente e perguntem o que se tinha passado e descobri que tinha sido uma multa do dia 08/02/2025 de mau estacionamento pedi mais informações sobre essa multa e disseram que me enviaram um email no qual eu nunca o recebi, pedi a foto que eles pedem sempre. Continuem a conversar com eles e eles disseram me que a scooter não tinha sido estacionada na referente zona azul "P", eu pedi a fotografia que é tirada no dia e eles enviaram me no qual mostra que ela estava estacionada ao lado de muitas mais scooters e pedi o meu dinheiro de volta. E mais uma vez eles disseram que não seria possível porque ela não está estacionada no local designado. Mas a utilização e programação não deixa terminar a viagem sei depois tirar uma foto ou se este estiver fora da zona azul "P" e como eu queria bem mais pessoas a utilizar aquela zona de estacionamento que foi retirada da APP
Assunto: Reclamação – Serviço de Ar Condicionado e Atendimento – Midas Vila Real
Exmos. Senhores, No dia 14/08/2025, dirigi-me à vossa oficina Midas de Vila Real com o objetivo de verificar e corrigir uma perda de intensidade no sistema de ar condicionado do meu veículo, que refrescava pouco. Logo no momento do atendimento, foi por minha iniciativa que referi que o ar condicionado refrescava pouco e que nunca tinha sido carregado desde que possuo o carro. O funcionário que me atendeu não fez qualquer pergunta adicional sobre o problema, nem se deu ao trabalho de testar o ar condicionado antes de iniciar o serviço. Foi-me dito que o serviço demoraria entre 1h30 e 2h00 e que receberia uma mensagem no telemóvel quando estivesse concluído. No entanto, ultrapassado esse tempo sem qualquer contacto da vossa parte, dirigi-me à oficina e foi-me dito que ainda demoraria mais cerca de 20 minutos devido a uma necessidade de restabelecer a máquina. Acabei por esperar bem mais do que esse período. Durante todo o processo, não houve qualquer verificação intermédia para confirmar se o carregamento estava a surtir efeito, nomeadamente testar a meio do procedimento se o ar estava a refrescar mais. Quando, finalmente, o veículo foi novamente verificado, fui informado, para meu espanto, que o ar condicionado não refrescava de todo. Ou seja, passei de uma situação inicial em que o sistema funcionava com pouca intensidade para uma situação em que deixou de funcionar por completo — após cerca de 3 horas de espera. O funcionário limitou-se a dizer que teria de “recuperar o gás” e que deveria agendar uma nova ida à oficina para averiguar o problema, sem apresentar qualquer pedido de desculpas ou explicação técnica para o sucedido. Para além deste episódio, importa referir que, logo no início, manifestei interesse em obter um orçamento para a substituição dos quatro amortecedores e para a execução de mais dois trabalhos no veículo. No entanto, o desinteresse demonstrado foi tal que, durante todo o tempo que estive na oficina, ninguém voltou a perguntar ou a mostrar qualquer interesse em avançar com esse orçamento. Fica a sensação de duas uma: ou o trabalho na Midas corre tão bem que podem dispensar clientes, ou existe algum tipo de problema interno entre empregados e gestão que se reflete diretamente no atendimento. Refiro ainda que esta não é a primeira situação que me gera desconfiança relativamente ao vosso serviço. Em ocasiões anteriores, aquando da realização do chamado “check-up gratuito” que publicitam, fui informado de que estava tudo em ordem, incluindo os pneus, quando na realidade estes encontravam-se em mau estado e já tinha agendado a sua substituição noutro local. Tal situação leva-me a questionar a fiabilidade das vossas verificações e o compromisso real com a segurança e satisfação do cliente. Deste modo, venho formalmente reclamar do atendimento e da execução do serviço prestado no dia indicado, exigindo: 1. Uma explicação técnica detalhada sobre a razão pela qual o ar condicionado deixou de funcionar completamente após a intervenção; 2. A posição oficial da Midas relativamente ao sucedido e que medidas irão tomar para reparar, sem custos adicionais para mim, a avaria verificada; 3. Um esclarecimento sobre a metodologia e fiabilidade dos vossos “check-ups” aos veículos; 4. Uma justificação para a total falta de acompanhamento relativamente ao orçamento solicitado. Aguardo resposta por escrito no prazo máximo legal de 15 dias úteis, conforme previsto na legislação aplicável à defesa do consumidor. Cumprimentos, Raul Sousa 968 803 618 Rsousa.ec@gmail.com
Apt Jardins Rocha: cobrança não informada, recusa de comprovativo, atendimento desrespeitoso,baratas
(já apresentei Queixa no Livro de Reclamações, com resposta do Diretor a alegar que apresentei "afirmações não verdadeiras" (desvalorizando tudo o que digo), a defender a postura lamentável da funcionária, a colocar em causa a minha postura perante funcionário,...e acima de tudo a insistir-recusar não apresentar documento de deveres do cliente que justifique a cobrança não indevida/não informada do cartão de piscina) EXPOSIÇÃO DE FACTOS: 4 Agosto 2025: No momento de check-in nos Apartamentos Jardins da Rocha, foi-nos cedida a chave do apartamento e um cartão de acesso à piscina; num momento posterior, mas ainda durante o check-in foi-nos questionado se teríamos interesse em aparcar o carro na zona de estacionamento privada a troco de caução de 40€, condição que aceitámos, sendo-nos cedido um comando de acesso; aceitando estas condições e finalizado o check-in, ficámos alojados até dia 10 Agosto; 10 Agosto 2025: No momento e local de check-out, devolvemos a chave do quarto e comando de acesso ao estacionamento, e informámos que havíamos perdido o cartão de acesso à piscina; Para surpresa nossa, da caução referida de 40€ (que aceitámos para o que julgávamos ser do comando de estacionamento), foi-nos devolvido apenas 20€; Questionada a funcionária porque razão apenas nos estava a ser devolvido apenas 20€ da caução do comando de estacionamento, fomos surpreendidos com a resposta “vou reter os restantes 20€ até que o cartão de acesso à piscina seja devolvido”; Tentámos demonstrar que, apesar da nossa folha, em momento algum nos foi comunicado previamente, nem verbalmente nem por escrito (que o cartão de acesso à piscina estava avaliado em 20€), nem constava em qualquer local visível algum folheto nem no documento que nos foi entregue em momento check-in; solicitámos o documento ou regulamento de deveres com cliente em que tal medida penalizadora estivesse prevista, tendo-nos sido recusado acesso “não tenho nada para vos mostrar”. Dignamente, pedimos à funcionária que se identificasse e solicitasse a presença de algum responsável que pudesse mediar e desbloquear a situação, para nos demonstrar objetivamente onde estaria descrito tal medida bem como o valor (que nos parecia estarem ambos a serem assumidos arbitrariamente); Pedimos sucessivamente a atenção, mas a funcionária que disse chamar-se “Carla Estevão” impediu que pudéssemos ter a presença física de alguém hierarquicamente superior que pudesse dar-nos respostas; Após muita insistência, fez uma chamada telefónica mas a pessoa que atendeu (não temos como comprovar quem seria, mas alegadamente o gerente) não apresentou qualquer solução nem demonstrou abertura para resolver o problema (negou existência de documento que preveja estas situações), confirmando e validando a atitude da funcionária com cobrança arbitrária do valor, violando o dever legal de transparência. NOTA: A referida funcionária não estava devidamente identificada (não tinha crachá ou cartão visível), o que contraria a legislação aplicável, só se identificou por o termos solicitado e desde o momento que o pedimos iniciou uma atitude arrogante, de gozo (em alguns momentos ignorando a nossa situação, avançando para atender outros clientes, deixando-nos desprezados) afirmando “não estamos a brincar às casinhas”, frase que consideramos desrespeitosa e inapropriada para qualquer relação de atendimento ao público; lamentamos mesmo a sua atitude autoritária, a provocar sentimentos de impotência e revolta perante todo o cenário. Aproveitando o acumular de outros clientes em espera, fomos questionando outros clientes se estariam informados que o cartão de acesso à piscina teria um valor de 20€, e com a senhora “Carla Estevão” a testemunhar as respostas fomos confirmando que nenhum outro cliente estava informado acerca dessa penalização. Por vermos que a situação não seria esclarecida, nem com a apresentação de documentação, nem com a devolução dos 20€ que estavam a ser retidos pela funcionária: Solicitámos uma declaração assinada e carimbada a confirmar a devolução de todos os pertences entregues ao hotel (com excepção do cartão de acesso à piscina), algo que também nos foi negado sem justificação plausível. A senhora funcionária, assumiu nesse momento como finalizado o procedimento de check-out. Para evitar outro tipo de impacto ou extremar posições com atitudes menos dignas, não nos restou outra hipótese senão abandonar o local (sem os 20€, sem o documento solicitado), nem sem antes informar que iríamos formalizar queixa em Livro de Reclamação. Após termos saído das instalações, enviámos um email a descrever o sucedido; 12h depois o director do Hotel encaminhou-nos o documento a assumir que haviam sido retidos 20€ pelo cartão de piscina. Importa ainda referir que durante a estadia pudemos avistar baratas nas instalações, o que consideramos inaceitável num espaço de hotelaria, indicativo de falhas graves de higiene e controlo de pragas, colocando em causa a segurança e saúde pública (a situação foi comunicada via email ao hotel e denunciada à Autoridade de Segurança Alimentar e Económica, visto ser situação recorrente, com conhecimento do hotel - assumido em resposta email “infelizmente é possível que aconteça, uma vez que as escadas interiores têm grelhas de segurança contra incêndio abertas para o exterior”). Consideramos que perante estes factos, há situações que: violam o art.º 8.º da Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor), que obrigam à informação prévia, clara e adequada sobre custos associados à estadia; configuram prática comercial desleal nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008; contrariam a Portaria n.º 235/2008, que obriga à identificação visível de todos os trabalhadores em contacto com o público; podem constituir infração grave às normas de higiene e segurança alimentar sob fiscalização da ASAE. Perante toda a exposição, salvo se verifique que não temos motivos para a nossa indignação, aguardamos: - devolução do montante de 20€ retido/cobrado indevidamente, com pedido de desculpa escrito da parte da funcionária que disse chamar-se “Carla Estevão”. Sugerimos ainda que o Hotel adopte medidas para: -que todos os clientes sejam previamente informados, de forma clara e objetiva, sobre quaisquer custos adicionais; -cumprimento da obrigação legal de identificação visível dos trabalhadores; -assegurar atendimento profissional e respeitoso (a começar pela funcionária em causa); -revisão dos procedimentos para emissão de comprovativos quando solicitados pelo cliente; -intervenção das autoridades competentes com verificação das condições de higiene e erradicação de pragas no estabelecimento com vista a protecção de todos.
Mau atendimento
No dia 11/08/2025 as 12:00 ao tentar fazer o check in do meu cão a senhora do balcão 54 a 56 da bruxelas airlines muito mal educada e arrogante disse que a minha transportadora não tinha condições, que precisa de levar umas cintas a volta da transportadora ( nunca vi tal). Esta mesma transportadora fez o transporte do animal no dia 18/07/2025 de aeroporto de bruxelas para o porto onde a trasnportadora era indicada para trasnporte de animais. A senhora fez de tudo para perdermos o voo. Quero agora ser reembolsada dos 100 euros que paguei pelo transporte do animal que devido a uma criatura mal educada e que não devia estar num bom dia decidiu que o meu cão não podia embarcar. ( SEMPRE A AMEAÇAR CHAMAR A POLICIA). Como conseguem ter este tipo de pessoas a trabalhar atrás de um balcão. Data de ocorrência: 11 de agosto 2025
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
