Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
B. M.
05/09/2025

Cobrança de dívida inexistente

Fui contactada em 2020 pela Intrum a alegar que tinha uma dívida à MEO, devido a falta de entrega de equipamentos, os quais entreguei mas a loja onde o fiz não me deu qualquer comprovativo da entrega dos mesmos, pois estavam com problemas no sistema informático, e foi me dito que posteriormente iriam enviar o dito comprovativo, que na realidade nunca o recebi. Fiz o pagamento do valor que constava em dívida. Passados 5 anos volto a ser contactada, pela mesma empresa com e-mails de carácter que até se pode descrever como ameaçador, a alegar novamente que tenho uma dívida à MEO, da qual não sou cliente desde 2019. Informo então à Intrum Portugal que segundo o que está estipulado na Lei n.º 10/2013, de 28 de Janeiro, no seu artigo 10 alíneas 1 e 4, o direito ao reconhecimento do prazo do recebimento do preço do serviço prestado prescreve no prazo de seis meses contados após a sua prestação e que prazo para qualquer ação ou da injunção pelo prestador de serviços é de seis meses contados após a prestação do serviço ou do pagamento inicial, consoante os casos. Concluindo a suposta dívida encontra-se claramente prescrita, pelo que eu exijo que o valor seja anulado na totalidade, o registo relativo à mesma seja eliminado de quaisquer bases de dados e que o meu nome seja retirado da vossa lista de devedores. Caso tal não suceda e esta situação não seja regularizada darei conta do sucedido à entidade reguladora, a ANACOM. Cumprimentos.

Encerrada
J. G.
05/09/2025

Candidatura em análise há mais de 5 meses

Caros senhores, A minha candidatura nº 49079 encontra-se em análise técnica com um total de mais de 5 meses. A mesma iniciou a análise por volta do no inicio de Abril, e em 29/05/2025 foram solicitados esclarecimentos as quais foram respondidos no dia seguinte. Desde essa data até hoje ainda consta em "análise técnica", tendo sido já ultrapassado o prazo de 60 dias úteis para proferir a decisão final. De notar que já enviei duas mensagem no E-Balcão e não obtive qualquer resposta, apenas as mensagens automáticas. Fico a aguardar um v/ contato Cumprimentos, JG

Resolvida
A. T.
05/09/2025

Propaganda enganosa

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação contra a Revolut, relativamente ao incumprimento da campanha de recomendação que a empresa publicita, na qual é prometida uma recompensa de 40€ ao cliente que indicar um amigo, desde que este cumpra os quatro critérios exigidos para a abertura e ativação da conta. No início do ano, indiquei um amigo para abrir conta na Revolut. Contudo, nessa altura, ele não conseguiu concluir o processo, pois a plataforma exigia um título oficial de residência em Portugal, documento que ele ainda não possuía. A conta não chegou a ser aberta, e mais tarde os seus dados foram eliminados pela própria Revolut. Meses depois, quando esse amigo finalmente obteve o título de residência, voltei a indicar-lhe a Revolut através de um novo link de recomendação. Dessa vez, ele conseguiu abrir a conta e cumprir todos os critérios exigidos (depósito inicial, pedido de cartão físico, integração do cartão numa carteira digital e o restante requisito estipulado). Tanto assim que, na própria aplicação, foi-lhe confirmada a conclusão de todos os passos no prazo estabelecido. Apesar disso, a Revolut recusou-se a creditar os 40€ prometidos, alegando que esse utilizador já tinha sido indicado anteriormente. Ora, essa primeira tentativa nunca resultou na abertura da conta, precisamente porque o documento exigido não existia na altura. A Revolut, no entanto, aceitou a abertura da conta numa segunda tentativa, mas recusa o pagamento da recompensa, contrariando as próprias regras da campanha. Já tentei resolver esta situação através do atendimento da Revolut, mas apenas recebi respostas automáticas do sistema de inteligência artificial da empresa, sem qualquer acompanhamento humano. Considero que a conduta da Revolut configura publicidade enganosa e incumprimento contratual, uma vez que o cliente indicado cumpriu todos os requisitos estipulados e, mesmo assim, a empresa não cumpriu com a sua parte. Assim, solicito à DECO Proteste a devida intervenção para que a Revolut seja responsabilizada e proceda ao pagamento da recompensa em falta. Com os melhores cumprimentos, Alison Torres

Encerrada

Reembolso despesas de saúde

A Companhia de Seguros Fidelidade recusa-se a comparticipar os custos de saúde ocorridos numa viagem turística, e que julgo merecedores de comparticipação. A recusa da Fidelidade, após troca de mails, faz-me sentir desprotegida e contribui para a descrença na honestidade da seguradora. Resta-me o recurso a V. Exas. na expetativa de que partilharão a injustiça e insensibilidade da seguradora, dando-me a orientação de que necessito para fazer valer os meus direitos. A situação que passo a expor muito resumidamente, encontra-se mais detalhada nos anexos a este mail e nos documentos comprovativos do diagnóstico e tratamento do meu filho. Entre os dias 21 e 31 de maio, eu e a minha família (4 pessoas) efetuámos uma viagem turística à Tailândia. Durante essa viagem, um dos meus filhos sentiu-se muito mal, com fortes dores de barriga, vómitos, dor de cabeça e febre, o que nos fez suspeitar de uma apendicite. De imediato tentámos entrar em contacto com a seguradora, mas tal não foi possível, dada a diferença horária; em desespero, contactámos via whatsapp, a nossa Gestora habitual da Agência de Viagens, que nos aconselhou a tratar de imediato do meu filho, guardar toda a documentação, e no regresso tratar do reembolso das despesas com a Companhia de Seguros. Felizmente, após análise e prolongada observação médica, foi diagnosticada uma gastroenterite severa e para tal, o meu filho foi medicado com sucesso. Assim que regressámos, reuni de imediato toda a documentação para solicitar o reembolso, tendo o mesmo sido recusado, com o fundamento de não ter havido contacto prévio com a Seguradora. Expondo o pormenor da ocorrência, a Seguradora reafirmou a recusa, agora com o fundamento médico: a equipa médica da seguradora não reconhece que se tratasse de uma urgência e que não pudesse ter esperado pelo contacto prévio. Ainda perguntámos como ser evidenciado que tínhamos tentado contactar a Seguradora e como é que a equipa “médica” da Seguradora diz que o diagnóstico não suporta a necessidade da ausência de contacto prévio… como se os pais soubessem diagnosticar a doença, não sendo médicos! Esta é a situação que nos choca e nos faz sentir completamente desprotegidos e injustiçados. De notar que é uma questão de princípio, mais do que qualquer outra, que nos faz apelar à vossa apreciação e “julgamento”. A questão do reembolso, sendo importante, não é exageradamente relevante (falamos de 600 euros), nem para nós e muito menos para a Fidelidade. Afinal, fazemos um seguro para ocorrer a imprevistos. Se assim não for, para que servem os seguros? Ficamos à V/ disposição para qualquer esclarecimento adicional, sendo certo que a V/ orientação em muito contribuirá para a credibilização das empresas de seguros e das instituições que supervisionam a empresa e a relação com os seus clientes. Caso este não seja o meio correto para denunciar a situação, agradeço que indiquem qual o mais ajustado. Esta situação foi registada no portal da queixa, DECO e livro de reclamações. (Documentos enviados à Companhia de Seguros)

Encerrada
F. S.
04/09/2025

Encomenda não recebida

Boa noite! No dia 22/07/2025 fiz o pagamento de uma encomenda feita em através de uma entidade e referência, respetivamente , 45648 e 540555662, no valor de 20€. Nunca recebi a encomenda nem qualquer aviso relacionado com a mesma. Gostaria de saber o estado do pedido da mesma e se ainda vou receber ou não! Com os melhores cumprimentos, Fernanda Silva

Encerrada
A. D.
03/09/2025

Denuncia de contrato de Cartão de Crédito

Exmos. Senhores, Venho por este meio expressar o meu total desagrado e indignação perante a decisão da WiZink de encerrar unilateralmente o contrato do meu cartão WiZink Travel, sem qualquer justificação concreta, e de impor restrições desproporcionadas à utilização dos pontos acumulados ao longo dos anos. Mais, indicam que me foi enviado um email que não recebi e apenas soube da denuncia do contrato por carta enviada durante o periodo de férias. A surpresa foi ainda maior ao ser informada de que teria apenas um prazo extremamente curto e manifestamente insuficiente para planear, escolher e concretizar uma viagem com a devida ponderação e disponibilidade. Como é suposto gastar milhares de pontos, que são meus por direito, num período de apenas 15 dias? Recordo que a acumulação de pontos foi feita ao longo de um período alargado, com base numa expectativa legítima de utilização futura, incentivada pela própria WiZink através da promoção contínua do programa. A limitação imposta de forma repentina fere princípios básicos de boa-fé contratual e de respeito pelos direitos do consumidor, revelando uma gestão desleal da relação com os clientes. Mais preocupante ainda é a incoerência entre o número de pontos comunicados e o que consta nos extratos mensais, com justificações vagas sobre prescrição de pontos que continuam visíveis no sistema. Esta falta de transparência levanta sérias dúvidas sobre a fiabilidade da gestão interna da WiZink. A forma como esta situação está a ser conduzida transmite a imagem de um esquema deliberado para limitar o acesso dos clientes aos benefícios que lhes são devidos, convertendo obrigações contratuais em poupanças para a empresa, à custa da confiança e da lealdade dos seus clientes. Esta prática, além de eticamente questionável, pode configurar uma violação dos direitos dos consumidores. Face ao exposto, exijo a extensão do prazo de utilização dos pontos.

Encerrada
P. C.
03/09/2025

Seguradora ignora cliente e não fornece explicação por recusar compensação

Exmos. Senhores, Após participação de um sinistro foi me pago um valor que corresponde a cerca de 10% do custo que incorri. O sinistro corresponde a danos ocorridos na clarabóia do meu prédio causados pela tempestade Martinho. Não me foi dada qualquer explicação do valor pago. Após 4 telefonemas, outros tantos emails, 1 mês e meio de espera, em que me prometeram que enviariam uma explicação, ainda não obtive qualquer resposta. Completamente inaceitável. A pior experiência de customer service que tive em qualquer seguradora ou instituição financeira.

Resolvida
F. F.
03/09/2025

cobrança indevida e conta negativa – Acordo já iniciado

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal contra o Banco Santander Totta. No dia 02/09/2025 , foi realizado um acordo de pagamento com o banco relativamente ao saldo em dívida da minha conta. A primeira prestação deste acordo já foi devidamente paga conforme os termos estabelecidos. No entanto, continuo a receber chamadas frequentes de cobrança, o que tem causado grande desconforto e transtorno. Além disso, verifiquei que a minha conta continua com saldo negativo, mesmo após o início do pagamento do acordo. Solicito que esta situação seja regularizada com urgência, cessando as chamadas de cobrança e atualizando corretamente o estado da minha conta de acordo com o acordo firmado. Caso não seja resolvido, reservo-me ao direito de escalar esta situação às autoridades competentes, incluindo o Banco de Portugal e o Livro de Reclamações. Aguardo uma resposta célere. Com os melhores cumprimentos, Fernando Freguglia

Encerrada
L. S.
02/09/2025

Seguro nao assume

Venho por este meio mostrar a minha indignação, em relação ao seguro. Fiquei desempregada em Junho deste ano, entrei em contacto com a credibon, que me disse que tinha direito ao seguro por desemprego. Enviei a documentação que me foi pedida. O acesso ao seguro foi-md negado, pois segundo eles, nao cobre quando o contrato de trabalho acaba, o que esta totalmente errado, o meu contrato era a termo incerto, a empresa despediu-me, teve ate de me indemnizar, acontece que na carta de despedimento tem até a data apartir da qual eu deixaria de prestar funçoes a empresa. Mas na segurança social, e fundo de desemprego, esta como que o contrato acabou. Agora a seguradora nao quer tomar a responsabilidade, o que é totalmente injusto, pois no contrato da pra ver que nao é um contrato a termo certo, mas incerto, e na carta de despedimento igual. Espero desta forma que a credibom honre aquilo que me disseram pelo telefone, e que façam a activação de seguro por desemprego.

Resolvida
J. M.
02/09/2025

Assistência - avaria automóvel

Sábado, dia 16 de agosto, na autoestrada (A4, sentido Porto, 117.7 km), à saída de uma praia fluvial no distrito de Vila Real, tivemos uma avaria por volta das 19:00. Acionámos o seguro de viagem (Generali Tranquilidade) e ficámos a aguardar assistência. Éramos 5 pessoas, entre elas uma criança de 13 anos e uma Sra. com mobilidade condicionada. Primeiramente chegou a carrinha de sinalização da assistência de viagem Transmontana e de seguida o reboque. Enquanto o carro era rebocado, o Rafael da assistência de viagem (após colocar cones na estrada), foi-se embora, afirmando que tinha outro sinistro para acudir e explicando-nos que o reboque tinha de permanecer connosco até que um táxi chegasse ao local. Ficou então concluído o reboque, e o José da empresa de reboques Michel Car, rapidamente expressou vontade de também ir embora, afirmando que a assistência de viagem Transmontana o tramou, e que agora ele tinha obrigatoriamente de permanecer ali connosco. Este mesmo senhor esteve depois deitado na berma da autoestrada enquanto fumava um cigarro (ver imagem abaixo). Após alguma conversa, disse-nos que o seu patrão também tinha uma empresa de táxis, pelo que lhe sugerimos que ligasse ao patrão a pedir que este pudesse aceitar o pedido de requisição de táxi da parte da seguradora que, até ao momento, permanecia sem resposta. Foi aqui que sofremos o primeiro grande revés. O patrão disse ao José que não tinha interesse nenhum em aceitar o serviço e que o José devia apenas ir embora, pois já concluiu o reboque do nosso carro. E assim foi. Ficámos completamente sozinh@s na autoestrada em plena época de incêndios, sem um triângulo de sinalização sequer, pois o José levou-o. A situação intensificou-se, e além de continuarmos insistentemente a exigir soluções à seguradora, também decidimos ligar à GNR de Murça, ao que estes responderam que podiam enviar um carro patrulha. Felizmente, pouco tempo depois da chamada, o Rafael da assistência de viagem regressou e permaneceu connosco até tudo estar "terminado" às 23:35. Sim, estivemos um total de 4h30m completamente despidos de quaisquer direitos e sobretudo dignidade. A GNR que apenas chegou ao local bastante depois da assistência de viagem Transmontana também não melhorou a situação, pois fazerem as pessoas sentirem-se seguras e sobretudo compreendidas não é, de todo, a especialidade deles. Além de nos estarem permanentemente a responsabilizar pela resolução da situação, na qual estivemos sobreempenhados desde o primeiro minuto, ainda tiveram a audácia de descredibilizar em absoluto a conduta da pessoa que nos rebocou o carro. Fica mesmo difícil entender qual é a formação deste corpo dito de segurança, assim como qual o seu real papel para com a sociedade portuguesa, dada a desmotivação a que recorrem analfabetamente, para que não apresentemos queixas, e muito menos lutemos pelos nossos direitos básicos. Sobre estes agentes (de quem apenas um nome nos recordamos: Bruno Anjos), e sobre o José da empresa de reboques Michel Car, não temos mais a acrescentar. Quanto à seguradora, falámos com várias pessoas, desde a Cátia Santos, à Ana, à Jordana e à Catarina Marques. Esta foi aquela com quem falámos por último e que dentro do serviço patético que nos foi providenciado, efetivamente foi quem prestou o trabalho menos mau. O cerne da questão, que foi o táxi, foi catapultado, como é habitual, pela intransigência, desumanidade e falta de criatividade gritante com que algumas empresas de seguros tendem a operar. A solução que nos foi proposta e que apenas se efetivou após 4h30m de espera foi sermos levados de volta para Coimbra, o nosso local de residência. Ora, este foi um dos pontos, senão mesmo o maior ponto causador de enorme atraso na procura de um táxi, pois nenhum táxi (com pelo menos 5 lugares, friso) estava disponível para fazer este serviço dito incómodo. Nós estávamos a passar férias nesta zona, pelo que também não tinha qualquer sentido lógico regressarmos a Coimbra. Nesse sentido, propusemos repetidas vezes à seguradora que esta encontrasse uma solução alternativa. Coisa que foi permanentemente incapaz de fazer. O que propunhamos era conseguirem um táxi que nos transportasse até ao aeroporto do Porto, onde nos pudessem providenciar uma viatura de substituição, já que era noite de sábado e não havia mais nenhum lugar até segunda-feira onde pudéssemos conseguir um carro. Além disso, esta opção encurtava o tempo de viagem para metade, o que permitiria garantidamente facilitar a busca por um táxi. Infelizmente nenhuma das nossas contrapropostas foi levada avante. Fomos mesmo forçados a permanecer na berma da autoestrada em plena noite até à chegada do táxi que, por sua vez, ainda nos levou numa viagem de 2h20m até Coimbra, totalizando assim 6h50m de desespero e idiotice sem paralelo. Felizmente tínhamos forma de carregar a bateria dos telemóveis, caso contrário nem contactáveis estaríamos. Dependíamos somente e apenas de nós próprios. Enfim. O mais alarmante é que no final de tudo apenas se conseguiu um táxi, porque a taxista em questão, de nome Cidália, tinha família em Coimbra e, nesse sentido, acabou por encontrar alguma conveniência em levar-nos. Foi sorte pura. Caso contrário, no que dependesse da seguradora, ainda lá estaríamos na berma. Muito tranquilos, diga-se. Talvez venha daí o nome. Por fim, resta-nos continuar a pedir que façam o vosso trabalho, pois apesar de terem sido claramente incompetentes, e de estar na altura de repensar urgentemente as vossas parcerias não só com empresas de reboque, como com empresas de táxis, a verdade é que ainda podem fazer algo para se tentarem redimir. Há limites. Seja de bom senso ou de tempo de espera por uma (pseudo)solução. Pelo que exigimos uma indemnização pelo gigantesco transtorno causado. Não foi só um dia, ou umas férias arruinadas. Foi uma desumanização completa de um grupo de pessoas e até de uma criança, assim como do país e do continente a que pertencemos.

Encerrada

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