Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
R. R.
21/10/2025

Autocarro 800 sempre a falhar

Bom dia, o 800 sentido gondomar que passa as 8:03h no campo 24 de agosto voltou a falhar. Falha todos os dias.

Resolvida

Venda enganosa e má instalação

Exmos. Senhores, Chamo-me Paula Pinheirinho Jacinto e Nicolau, titular do contrato n.º 846888, relativo à instalação de alarme na morada no Bairro da Encarnação– Olivais, Lisboa. Venho apresentar reclamação formal devido a incumprimento contratual, informação comercial falsa e pressão indevida na instalação do vosso sistema de segurança. 1. Proposta comercial e compromissos assumidos Durante a visita comercial, foi-me garantido e repetido várias vezes que: O andar superior teria sensores individuais em todos os vãos e janelas; O pátio traseiro, fachada do rés-do-chão e a minha garagem, ficariam totalmente protegidos pelo sensor perimetral exterior, o que dispensava a colocação de sensores nas janelas traseiras do rc; Seria instalada uma câmara na fachada principal frontal, voltada para baixo, que não filmaria a via pública, e cuja instalação foi confirmada como viável de imediato. O conjunto da proposta foi o motivo determinante para a minha adesão imediata e marcação da instalação com pagamento imediato de um sinal e total no dia da instalação. 2. Situação real e irregularidades Após a instalação , e por coincidência por ter ido ao pátio, e agora com verificação técnica pelo piquete: O sensor perimetral não dispara — testado com o apoio telefónico do vosso atendimento e posteriormente confirmado por um técnico de piquete; A cobertura real ( se trabalhasse ) é muito inferior à prometida, abrangendo no máximo cerca de 6 metros dos 16–18 metros garantidos; A célula fotosensível acende o LED vermelho, mas não ativa o alarme; As janelas do rés-do-chão (da futura casa da minha irmã) não estão protegidas, ao contrário do que foi garantido na venda; No relatório técnico nº 8970057 (20/10/2025) está registado que o “detetor não protege o espaço pedido pela cliente (cerca de 16 metros)”, o que comprova a falha de cobertura; No dia da montagem, os vossos técnicos insistiram em instalar sensores dentro da casa da minha irmã no rc, mesmo depois de eu explicar que a casa vai entrar em obras — insistência que considero inaceitável e motivada apenas pelo facto de quererem o pagamento; Finalmente, a câmara frontal prometida não foi instalada, com a justificação de que o muro “era baixo”, o que contradiz as informações dadas na venda 3. Direito de resolução O contrato foi celebrado fora do estabelecimento comercial e pago no momento da venda, pelo que me encontro dentro do prazo legal de 14 dias para exercer o direito de livre resolução, conforme o Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro. Assim, reservo-me o direito de resolver o contrato e exigir o reembolso integral caso a situação não seja corrigida de forma imediata e satisfatória. 4. Pedido formal Solicito: 1. Intervenção urgente de um supervisor técnico, para avaliar a instalação e garantir a cobertura integral prometida; 2. Esclarecimento sobre a conduta do vendedor e equipa de instalação, incluindo as falsas garantias dadas sobre o alcance do sensor perimetral e a tentativa de instalação indevida na casa da minha irmã; 3. Proposta de compensação adequada, considerando a gravidade da situação, o tempo perdido e o prejuízo moral de ter confiado numa empresa que se apresentou como líder em segurança e agiu com falta de transparência. Aguardo resposta formal até 24 de outubro de 2025, findo o qual exercerei o direito de resolução e apresentarei queixa à DECO, ASAE e no Livro de Reclamações Eletrónico. Anexo: Participação de Serviço / Ampliação nº 8970057 (20/10/2025) Com os melhores cumprimentos, Paula Pinheirinho Jacinto e Nicolau pjnicolau@gmail.com

Resolvida
R. M.
20/10/2025

Faturas sem NIF

Ao procurar forma de obter as faturas relativas à subscrição do serviço de streaming Netflix percebi que, por política da empresa, não é possível, de todo, introduzir informação relativa ao número de identificação fiscal. Segundo pode ser lido em https://help.netflix.com/pt-pt/node/50068: "Por motivos de privacidade, não recolhemos as informações de identificação fiscal durante o registo no serviço, pelo que estas não aparecem na sua fatura da Netflix. A Netflix destina-se a utilização pessoal e não pode ser deduzida como despesa pessoal ou profissional, conforme indicado nos nossos Termos de Utilização." Seria possível esclarecer esta prática da empresa é legal? Não é a Netflix obrigada, como qualquer outra entidade a operar em Portugal, a permitir a introdução dos dados fiscais relativos à entidade que adquire os seus serviços?

Encerrada
V. D.
20/10/2025

sem equipamento

No dia 8 ou 9 de setembro coloquei no seguro desta empresa uma consola Nintendo switch a arranjar, recebi vários emails , sobre o estado da mesma,. O útltimo email informava que a mesma já estava reparada a 22 de setembro de 2024, dirigi me a loja onde a consola foi entregue na loja da worten de lisboa no centro comercial vasco da gama onde me informam que nao se encontra, bem eu esperei mais uns dias e voltei novamente para buscar a minha consola, onde mais uma vez me informam que nao se enconta, liguei para a empresa em questão onde me informam que ja tinham enviado o equipamento, mas como a loja worten nao tinha qualquer equipamento, abriram um processo para saber onde estava a guia de quem tinha recebido o equipamento e passado 48h iriam me contactar, pois bem qual o meu espanto passaram se mais de 48h eu e que tive de ligar a perguntar sobre o assunto, o mais estranho e que como e que eu pago um seguro e os meus dados naoo aparecem em sistema apenas com o email!!! Nniguem sabe do equipamento ninguem me da uma resposta!! Onde anda o equipamento, tenho direito a devolução da mesma pois ja se passaram mais de 30 dias.

Encerrada
L. C.
20/10/2025

REEMBOLSO DE COMPRA QUE INDUZ AO ERRO E VENDA CASADA

Prezados, Venho, por meio desta, solicitar o reembolso integral de 19,99 € referente à compra do jogo “GTA Online”, realizada ontem através da PlayStation Store. Efetuei a compra com total boa-fé, realizei o download e até personalizei o meu personagem, veículos e outros elementos do ambiente. No entanto, somente após concluir essa configuração inicial fui surpreendido com a informação de que não é possível jogar sem uma subscrição ativa do PlayStation Plus. Em nenhum momento, durante o processo de compra, download ou instalação, houve aviso claro e visível de que o jogo exigia tal subscrição. Isso contrasta com outros títulos da plataforma, nos quais essa exigência é apresentada de forma imediata e destacada. No caso do GTA Online, a loja exibe o jogo como uma experiência independente — sem qualquer menção clara ou inequívoca à dependência de outro serviço pago. Sinto-me enganado e desamparado como consumidor, pois adquiri um produto que, na prática, é inutilizável sem uma subscrição adicional que não me foi informada de maneira transparente. A política de negar reembolso pelo simples fato de o jogo ter sido baixado não se aplica quando há falha ou omissão de informação essencial sobre as condições de uso do produto. Tal omissão configura falha na prestação de informação, contrariando o direito do consumidor à transparência e clareza, conforme estabelecido na legislação europeia e nos princípios de boa-fé que regem as relações de consumo. Diante disso, peço encarecidamente que reavaliem o caso e procedam com o reembolso integral do valor pago, considerando que o produto adquirido não corresponde ao que foi razoavelmente anunciado. Agradeço antecipadamente pela atenção e compreensão.

Encerrada
M. E.
20/10/2025

Reclamação – Falta de assistência e incumprimento de garantia (iRobot)

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativamente a um equipamento adquirido à empresa iRobot, que se encontra avariado e sem qualquer resolução ou resposta adequada por parte da marca. No dia 31 de julho, adquiri um robô de limpeza Roomba Combo 405 plus +base AutoWash, através de do site da IRobot. O equipamento funcionou normalmente durante algum tempo, mas deixou de carregar, impedindo totalmente a sua utilização. Desde o dia 01 de outubro, tenho tentado contactar a iRobot através dos meios disponibilizados (telefone e e-mail), sem sucesso efetivo. As respostas automáticas que recebo são baseadas em procedimentos genéricos que não resolvem o problema, e não existe qualquer seguimento no sentido de recolher o equipamento para reparação ou substituição, conforme previsto na garantia legal de 3 anos aplicável em Portugal. Face à ausência de resposta e incumprimento das obrigações de assistência em garantia, venho solicitar a intervenção da DECO para que: A empresa seja notificada e proceda à reparação ou substituição do equipamento defeituoso, sem custos para o consumidor; E, caso não o faça, seja promovido o reembolso do valor pago. Junto em anexo cópia da fatura de compra, comprovativos de contacto com a iRobot e todas as comunicações trocadas. Agradeço desde já a atenção dispensada e fico a aguardar o vosso apoio na resolução desta situação. Com os melhores cumprimentos, Margarida Maria Patuleia Estevinho Bairro da Torregela - Rua Sá da Bandeira 43 - 7005 - 599 Évora Contribuinte: 181341603 e-mail: m.e@sapo.pt Évora, 20 de outubro de 2025

Encerrada
A. S.
20/10/2025
Tiago Mendes Solicitador

Comportamento Abusivo

Boa tarde, Venho por este meio prestar a minha reclamação. Fui contactada pelo escritório do Dr. Tiago Mendes (solicitador), com sede no Porto a fim de cobrar um valor de dívida em atraso. No entanto, recebi mensagens via WhatsApp, para cobrança da mesma, e foi-lhes informado que tinha uma empresa externa responsável pela dívida em questão, recusaram simplesmente. È a primeira vez que alguém envia mensagens via WhatsApp a cobrar dívidas. Como se não bastasse, hoje, um senhor David Maia,que supostamente trabalha no escritório em questão, veio a minha casa cobrar a dita dívida, não me encontrava em casa, pois o senhor não teve qualquer problema em apresentar a divida aos meus pais, que nada têm a vem com isso, onde está a proteção de dados?? E achou-se no direito de os intimidar, que se não pagasse a divida nas próximas 48h,iriam penhorar bens da casa dos meus pais. Imformou ainda assim, que no caso deles não o terem atendido, o mesmo iria se deslocar ao meu local de trabalho, e na minha recusa de "lhe" pagar, que tinha legitimidade para levar meu carro, e o vender de modo a cobrir a dívida,com que autoridade, não é um agente de tribunal. Ora bem, além de ser um comportamento abusivo, chegou ao ponto de ser perseguição ao virem a minha casa. Informo que a continuar com esta postura, irei apresentar queixa junto das autoridades por serem abusivos e pela perseguição. Grata

Resolvida
R. J.
20/10/2025

Oficina incompetente

Em julho de 2025, levei o Volvo V60 à Santogal Volvo de Loures para resolver um problema simples — o ar condicionado tinha deixado de funcionar corretamente. Era uma avaria desconfortável, mas nada de grave. Entreguei o carro confiando plenamente que, sendo um concessionário oficial Volvo, estaria em boas mãos. O que eu não imaginava é que, a partir desse dia, a oficina da Santogal iria transformar um problema menor num pesadelo que dura até hoje, deixando o carro em pior estado do que quando entrou e, pior ainda, sem qualquer assunção de responsabilidade da parte deles. Disseram-me que o problema estava no compressor do ar condicionado e que bastava substituí-lo para tudo ficar resolvido. Pareceu-me uma explicação lógica, e autorizei o serviço. Paguei o valor pedido, 2771,73€, confiante de que estava a lidar com técnicos competentes e que o carro sairia dali em perfeitas condições, como seria de esperar de uma oficina Volvo. Depois de alguns dias, ligaram-me a dizer que o carro estava pronto. Quando cheguei, fui recebido pela chefe de oficina, que me disse literalmente: “Está pronto a circular.” Foi com essa frase que me entregou o carro, dando-me a entender que o problema estava completamente resolvido. Cerca de cinco minutos depois de sair da Santogal, o painel de instrumentos acendeu um erro vermelho grave — um aviso de alta tensão, acompanhado da instrução para imobilizar o veículo de imediato. Um erro que nunca tinha aparecido antes e que, segundo o próprio sistema, podia indicar risco elétrico sério. Imediatamente parei o carro e entrei em contacto com a oficina, ainda incrédulo com o que estava a acontecer. O que se seguiu foi um misto de desorganização, contradições e desculpas vagas. Não assumiram em momento algum que algo pudesse ter corrido mal durante a reparação. A verdade é que o carro, a partir desse momento, deixou de funcionar como deve ser: deixou de carregar em casa e nas estações públicas, passou a gastar muito mais combustível, perdeu completamente o modo elétrico e híbrido, e apresentava constantemente a mensagem de imobilização ativa. O carro, que antes funcionava perfeitamente em termos elétricos, saiu de lá transformado num veículo inseguro, ineficiente e cheio de erros graves. Voltei de imediato à oficina, que momentos antes me tinha garantido que o carro estava “pronto a circular”, passou a dizer que “não sabia ao certo se o erro estava relacionado com o compressor” e que a substituição “poderia ter resolvido ou não” — o que demonstra que, afinal, o diagnóstico inicial era uma tentativa, não uma certeza. Mais tarde, quando questionei o superior hierárquico, chefe de centro —, este afirmou categoricamente que “o erro já existia antes”. Uma afirmação completamente falsa, contraditória com o que a própria chefe de oficina tinha dito, e que demonstra uma total falta de rigor e coerência entre os próprios responsáveis da Santogal. Ao longo das semanas seguintes, o carro foi ficando retido várias vezes na oficina. Chegaram a dizer-me que estavam “em contacto com o departamento técnico da Volvo”, mas o tempo passava e não havia qualquer solução concreta. O diagnóstico andava em círculos, sempre com promessas de que “iam testar mais umas coisas”, “iam ver com a marca”, ou “iam atualizar o software”. No final, nada. O carro continuava com os mesmos erros graves e eu, sem carro para me deslocar, a arcar com os prejuízos e o stress de lidar com uma oficina que claramente não sabia o que estava a fazer — ou, pior ainda, não queria assumir o que tinha feito de mal. Durante este processo, surgiram ainda mais situações revoltantes. Na última entrega o carro veio com a bateria de 12V quase descarregada. Quando confrontei a oficina, disseram-me, com total leviandade, que “bastava andar com o carro que a bateria carregava”. Isto, quando o carro apresentava alertas graves de imobilização elétrica e não devia sequer circular nessas condições. Foi uma instrução irresponsável e perigosa, que demonstrou total falta de conhecimento técnico e cuidado com a segurança do cliente. Mais tarde, reparei também que as peles do volante estavam danificadas — algo que não existia antes. Questionei a oficina, e a resposta foi uma desculpa absurda: disseram que devia ser “devido a fatores ambientais”. É difícil descrever o nível de desrespeito que senti nesse momento. Um carro entregue impecável, devolvido com danos visíveis, e ainda tentam culpar o ambiente, como se o carro tivesse envelhecido dez anos parado na oficina. O que mais me indignou foi a forma como a Santogal se demitiu de qualquer responsabilidade. Em momento algum admitiram que algo pudesse ter corrido mal na reparação. Nem sequer mostraram preocupação genuína em resolver o problema. Tudo o que faziam era passar o assunto de um lado para o outro, como se o cliente fosse um incómodo e não uma prioridade. Ao longo de mais de dois meses, vivi um verdadeiro calvário. O carro esteve parado mais tempo do que em utilização, perdi tempo, dinheiro e paciência. Fiquei privado da minha mobilidade, com prejuízos evidentes e uma sensação constante de impotência perante a arrogância e o desprezo com que fui tratado. Cada visita à oficina era uma repetição da mesma história: promessas vagas, ausência de respostas e uma falta gritante de responsabilidade. É revoltante pensar que uma marca que se apresenta como símbolo de segurança e confiança permite que o seu concessionário entregue um carro em condições perigosas, sem sequer verificar se está seguro para circular. A oficina falhou em tudo: falhou no diagnóstico, falhou na execução, falhou na comunicação e falhou na honestidade. E o mais grave de tudo é que, mesmo perante provas claras de que o problema surgiu após a intervenção deles, recusam-se a assumir o erro e corrigir o que estragaram. Não se trata apenas de um carro, trata-se de confiança. Eu confiei na Santogal por ser um representante oficial da Volvo. Confiei que iam tratar do carro com o mesmo rigor com que a marca se promove. Em vez disso, recebi desculpas, contradições e um veículo em pior estado. Ainda hoje, continuo à espera de uma solução definitiva.

Encerrada
L. B.
20/10/2025

devolução de dinheiro

Boa tarde, Venho a reclamar a forma como estou a ser tratada por esta empresa, após uma compra que fiz, que a vendedora cancelou, e não me devolveram o valor da peça, quando reclamei responderam a dizer que já tinham feito a devolução no dia 7 de Outubro, e sim, fizeram, relativo a uma encomenda anterior que nunca me chgou, não esta encomenda, enviei foto da entrada do valor efectivamente foi no dia 7 de Outubro e referi que o valor que eu ainda aguardava de devolução, seria de outra montabte, relativo a outra encomenda, continuama rsponder que já fizeram a devolução no dia 7 de Outubro, enviam mensagens feitas, agora pedem o meu extrato bancário desde o dia 29 de Setembro até ao dia 7 de outubro, eu isso não faço, eles não querem devolver o dinheiro, preciso da Vossa ajuda neste sentido, muito obrigada. Obs. o Nif que coloquei foi o meu, não sei seria para colocar o meu ou não, Atenciosamente.

Encerrada
J. B.
20/10/2025

Factura legal não recebida

Exmos Srs, Sou guia intérprete, trabalhando como independente para diversas agencias de viagem, e no dia 22 de Setembro de 2025, no decurso de um serviço para uma agencia de Viagens, adquiri à Tiqets, em meu nome, 17 bilhetes para visitar o Palácio Biester, em Sintra, no valor total de € 168,00. Uma vez que necessito de justificar as despesas incorridas para ser reembolsado, solicitei à Tiqets, uma fatura legal em nome da referida Agência de Viagens, providenciando os dados necessários para tal, TAL COMO REFERIDO NO SITE DELES. A resposta que recebi na altura afirmava que não era possivel emitir fatura e que a deveria pedir diretamente ao Palácio Biester, o qual obviamente me disse que a entidade que vende é que tem essa obrigação legal, ou seja a Tiqets... Após várias trocas de emails com o suporte da Tiqets (em anexo) e reafirmando o imperativo legal de serem obrigados a emitir fatura com nome e NIF da entidade a quem vendem, disseram-me finalmente que a mesma poderia demorar um mês a ser emitida, quando, de acordo com a lei portuguesa, tem 5 dias para o fazer. Hoje mesmo, dia 20 de Outubro, voltei a contactar o centro de apoio da tiqets (chat em anexo) e mais uma vez começaram por dizer que não podiam emitir factura e após insistência da minha parte, repetem que demora um mês a emitir a dita fatura. Considero isto um abuso, senão mesmo uma fraude fiscal, já que ao efetuar a compra, o único documento que recebi foi um recibo do pagamento que expressamente diz não ser válido como fatura, e mesmo seguindo as instruções no site deles para obter a mesma, não consigo o referido documento, sendo obrigado a passar um recibo verde pessoal, que não corresponde a qualquer rendimento efectivo da minha parte para que a Agencia me reembolse a referida despesa por conta deles. Pergunto, neste caso, o que devo fazer, já que todas as minhas tentativas para obter a fatura pretendida em nome da Agencia de Viagens resultaram infrutíferas.

Encerrada

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