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reembolso
Após várias tentativas, fazer o meu requerimento de reembolso, visto que de outra forma me foi impossível, foram feitas várias chamadas e inclusive o envio de varios e-mails para esta entidade à qual, ainda à data de hoje, não me foi respondido. A minha compra trata-se da venda de um tablet S Pad com duas ofertas, a primeira de um smartphone e a segunda de uma capa para teclado com custo de 99 euros (noventa e nove euros) e 19 euros (dezanove euros) para portes de envio. Dois dias antes da entrega da minha compra a vossa entidade entrou em contacto comigo à qual me foi pedido de acréscimo 11 euros (onze euros) para o desbloqueio do smartphone, visto que caso contrário este viria bloqueado e não poderia dar uso a nenhuma operadora móvel. Foi me assim pedido um total de 129 euros (cento e vinte e nove euros). Após ter recebido a minha compra deparei-me de imediato que, nada tinha a ver a mercadoria com as imagens do folheto promocional, saliento que, quando foi feita a chamada a esta entidade acerca a entrega da mercadoria também foram colocadas perguntas da minha parte para com eles, tais como a marca do smartphone e se seria de uma qualidade minimamente aplausível, não me souberam responder apenas me foi dito que seria um smartphone como da imagem e que teria todos acessos, digamos, básicos de um atual smartphone como Wi-Fi, GPS, BLUETOOTH, e após o desbloqueio do mesmo, funcionaria com a operadora móvel de telecomunicações que eu pretende-se aderir. Após a entrega da minha compra, como já referi que nada tinha a ver com as imagens do folheto promocional, para além disso, o sistema operativo deste smartphone trata-se do Firefox OS à qual tem uma possibilidade de aplicações muito comprometida e de difícil uso. Relativamente ao tablet S Pad, igualmente uma desilusão, encontro no mercado tablets em tudo superiores a este (resolução RAM, flash, câmara e versão Android mais recente) por valores que vão dos 77 euros aos 89 euros, saliento sem desconto algum. Este tablet S Pad que paguei, trata-se de um tablet cuja a marca é Livecore 7031- Overmax. Após várias pesquisas acerca deste mesmo tablet vejo preços a rondar entre os 40 euros e os 50 euros no mercado, tablet este à qual paguei 99 euros com desconto de 75%, pois sem este desconto pagaria 399 euros. Deparei-me também com a fatura simplificada (FS 2016C/6652) que recebi da minha compra à qual está mencionado nas alíneas “Mercadoria/Serviços – 104,88 euros” e “IVA – 24,12 euros” sendo assim com o total de 129 euros, valor que paguei. Restam então as alíneas “ Descontos comerciais” “Desconto Financeiro” “Portes” “Outros Serviços” “Adiantamentos” “IEC/Outras Contribuições” “Acerto”, todas elas com os valores de 0,00 euros, à qual deveria estar mencionado na alínea “Portes” os 19 euros que paguei e “Outros Serviços” os 11 euros que paguei para o desbloqueio do smartphone. Após as várias tentativas de contacto com esta entidade apenas no dia 08/08/2016, me foi atendida a chamada, tanto esperada, para esclarecer as minhas dúvidas acerca do reembolso. Saliento ainda que me foi entregue o material no dia 03/08/2016. Passo a afirmar então que me foi esclarecido, através dos serviços de comunicação desta entidade, que perante a minha insatisfação e descontentamento com a minha compra (pelos motivos esclarecidos acima) me foi dito que iria receber então 110 euros (cento e dez euros) de reembolso, sendo 99 euros (noventa e nove euros) respetivos à mercadoria, mais os 11 euros (onze euros) respetivos ao desbloqueio do smartphone, pois referiram também, e por lei, que após a receção da minha compra tenho direito a 14 dias para a devolução da mercadoria e total reembolso da mesma. Foi então que me desloquei aos CTT (dia 09/08/2016) onde enviei com carta registada todo o material recebido, a fotocopia da fatura, a carta de justificação ao meu pedido de reembolso e o NIB à qual me disseram que seria feita a transferência dos 110 euros. Ora portanto como nada haviam feito voltei a tentar entrar em contacto com os serviços desta entidade para esclarecer quando seria reembolsada , disseram nada mais nada menos que um mês, fazendo assim um mês no dia 09/09/2016 , após a minha verificação na conta bancária ainda nada transferido por parte desta entidade , voltei a entrar em contacto ao qual me disseram que dia 11/09/2016 já teria o respetivo montante na minha conta bancária , novamente após a minha verificação ainda nada transferido por parte deles foi então que tentei entrar em contacto e até agora sem resposta , já tentei via e-mail e via telefónica ao qual nada ainda me foi respondido e espero desesperadamente pelo meu reembolso.
Participação de sinistro
No passado dia 5 de Agosto tive um acidente de trabalho , o qual foi participado a esta seguradora pela minha entidade patronal.Após vários emails com pedidos de esclarecimento de minha parte junto da gestora, Ana Silveira NUNCA obtive uma resposta satisafatoria.Fiz o envio de toda a documentação solicitada por esta alegada gestora de processos, contudo nunca me contatou para facultar alguma informação relativamente ao decorrer do meu processo.Qual não é o meu espanto ao ligar para a linha geral, já que a senhora nunca esta disponivel no contato direto , foi me indicado que faltava a minha entidade patronal referenciar o valor do meu salário, e a pessoa que me atendeu indicou que iria fazelo.QUASE TRÊS SEMANAS DEPOIS volto a contatar , mas desta vez com a dita gestora que me indica que ainda falta este dado POR ERRO DA COLEGA, o que de facto não faz sentido pois se o processo está alocado a ela nunca deveria(a meu ver) passar por outras mãos sem seu conhecimento.Espanto maior ainda quando a dita senhora me diz que, não irá efetuar o pagamento do valor das deslocações pois não mandei os originais.
Problema com Bagagem extra
Hoje ao fazer o check in no balcão da Tap no aeroporto do Porto e sabendo de antemão que os estudantes de Erasmus tem direito a 10KG de bagagem extra deparei me com a funcionária da TAP a exigir me o pagamento de 75€,e não tendo outra alternativa pois nao poderia perder o voo tive que pagar mesmo sabendo que tinha direito a uma mala extra gratuitamente.
Reembolso por doença grave
No dia 16/08/2016 realizei uma reserva de voo pela companhia Ryanair, com partido em Lisboa (LIS) e destino Roma-Ciampiano (CIA). A viagem teria partida marcada para dia 15/09 com retorno dia 19/09, para dois passageiros.No decorrer de um acidente dia 25/08, um dos passageiros da mesma reserva, sofre uma lesão no braço direito, impossibilitando-o de realizar movimentos básicos. Pelo motivo apresentado acima, foi apresentada uma baixa que restringe atividades laborais ao longo de dois meses.Devido ao estado do lesado e a fim de não violar a baixa médica, a viagem a realizar pela Ryanair teve de ser cancelada. A companhia apesar da situação, recusa-se a reembolsar o valor da reserva do voo.No decorrer das várias tentativas de contacto com a companhia, tenho que:- A Raynair recusa-se a ceder qualquer reembolso- mesmo que no regulamento diga que não fazem reembolsos ( https://www.ryanair.com/pt/pt/informacao-util/centro-de-apoio/perguntas-frequentes/alteracoes-antes-do-voo/posso-cancelar-a-minha-reserva-antes-de-viajar-terei-de-notificar-a-ryanair-de-que-nao-vou-viajar ), noutra secção indicam que caso doença grave e impossibilidade de viajar cedem reembolso ( https://www.ryanair.com/pt/pt/informacao-util/centro-de-apoio/perguntas-frequentes#2-10)Este reembolso não se restringe ao lesado físico como indicado neste segundo link, mas sim a todos os viajantes da reserva.- Enviei a primeira reclamação dia 31/08, 5 dias depois do incidente, quando obtive conhecimento que o lesado não poderia viajar, estando condicionada a baixa médica por dois meses. Esta primeira reclamação incluiu a baixa declarada pelo médico e uma declaração do mesmo- Desde então já enviei mais duas versões da declaração atestada por dois médicos diferentes,sendo que a terceira foi computorizada para que não houvesse dúvidas da informação declarada. Nesta última declaração, seguiu em conjunto a cópia do Raio X da lesão.- Apesar das respostas rápidas da Ryanair, estas eram primeiramente automáticas, acusando a recepção da reclamação e a insuficiência de dados.A segunda resposta apresentava uma resposta elaborada pelo centro de apoio ao cliente, no mesmo sentido.- Esta situação prolongou-se até ao dia de hoje (dia 14-09) dia anterior ao dia da viagem pelo que irá implicar com a declaração da Ryanair de lidar com estes temas somente antes da data da viagem. Este atraso deve-se a uma falta de acompanhamento por parte da companhia que não possuem meios de comunicação directos (com excederão do chat onnline que apenas repetiam que seriam necessário a declaração médica, mesmo eu indicando que já a tinha enviado), apenas formulários de reclamação, contactos telefónicos para o estrangeiro e a opção de sermos contactados pela companhia ao deixarmos o nosso contacto (num formulário). Como tal disponibilizei os dados e recebi um email da raynair com um link direto e exclusivo para a resolução do meu problema.Este mesmo link, encaminha para um site que alerta que não encontra conteúdoObrigado por contactar a Ryanair,Por favor clique no link em baixo o qual esperamos que possa responder à sua questão.https://www.ryanair.com/pt/terms-and-conditions/#article3-generalprovisions Atentamente,A equipa de apoio ao clienteEm nome e representação da Ryanair.
serviço pós venda
O serviço pós venda é moroso e sempre feito com desconforto...Desde que comprei o carro com a matricula 44-IM-64, que foram surgindo problemas na viatura, problemas que foram resolvidos muito tempo após do inicio da reclamação.No dia 13 de Setembro contatei os dois sócios, informando que o carro está com uma fuga de água e que tem o radiador do arrefecimento da admissão danificado, o carro até 17 de Dezembro de 2016 está na garantia, só que infelizmente não respondem de modo algum, como sempre fazem. O radiador custa 216,44€ e provavelmente será outra vez um problema pagarem este assunto.O carro está com perca de força, morre bastante e gasta mais combustível.
Valor Excessivo Declarado à Alfândega
Encomendei recentemente um kit de uma impressora 3D vindo da China e paguei 210€ com envio incluído pela DHL.Quando a encomenda chegou a Portugal foi-me pedido um comprovativo de pagamento ou ordem de compra do site, porque o valor declarado deve ter suscitado dúvidas na fatura que tinha sido enviada pelo vendedor. E enviei um printscreen da página do site onde encomendei, com os 210€ que tinha pago.A surpresa chegou com a fatura dos direitos alfandegários, pelo valor total de 230€, um valor superior a que paguei (com portes incluidos) ao vendedor!A explicação que a DHL me deu é que como no printscreen não tinha o valor dos portes, indicaram à alfândega que o custo dos mesmos foram de 330€ e a alfândega para cálculo do IVA e outros direitos soma-os aos 210€, que dá um valor aduaneiro de 540€! E como o valor que a DHL cobra pelos serviços prestados no desalfandegamento é calculado com base no valor aduaneiro (os 540€), em vez dos 35€ habituais passaram para 98€.A justificação para os 330€ é que a DHL considera o custo do envio do destino para a origem (sentido inverso). É ridículo porque os custos são assimétricos trocando o destino com a origem e O REMETENTE PAGOU À DHL PELO ENVIO. Mas diz ignorar esse valor e assim aumentam o que recebem pelos serviços prestados no desalfandegamento, além do valor a pagar à alfândega.Querendo corrigir a situação, pedi à DHL se podia retificar os dados, mas responderam que tinha o custo de 62.5€ de coima por alteração de valores, mais 85€ para a DHL pelo pedido de retificação, somado dá 147.5€, mais do que poderia vir a recuperar e portanto desisti dessa solução.No fim quando recebo a encomenda em casa pago os 230€, e o valor final acabou por ficar nos 440€. Concordei pagar porque estava numa situação de extorsão: ou pagava os 230€ para receber o que encomendei, ou recusava e perdia os 210€ que tinha pago ao vendedor.Para cúmulo o valor dos portes de 330€ foi obtido com base no peso bruto de 8.1kg (indicado pela DHL), mas a encomenda chegou-me com uma etiqueta por fora da própria DHL a indicar que a mesma tinha um peso de 6.5kg.
Desalfândegamento de encomenda
Tenho uma encomenda, com origem na República Checa (Shipping Number: RR508491162CZ), que deu entrada na alfândega de Lisboa para aplicação da legislação em vigor.Pergunta: Se a República Checa pertence ao Espaço da Zona Europeia desde 2004, que legislação existe para aplicar?Como tinha urgência em receber a encomenda, dirigi-me à alfândega de Lisboa, após ter visto que a encomenda tinha dado entrada naquela alfândega.Após ter efectuado mais de 50 kms, ao chegar ao edifício da alfândega deparei com um papel colado na porta de entrada, onde se lia que, por questões de logística, apenas entregavam encomendas com o número de desalfândegamento.Mesmo assim, tirei a minha senha e, apenas estando uma única pessoa a atender, tive de esperar mais de 45 minutos para ser atendido. Não tenho culpa dos problemas logísticos da empresa, visto que esta (empresa) tem de desempenhar o seu papel de forma a atender sem demora os seus clientes.Tendo explicado à funcionária que me atendeu, que me tinha deslocado de bastante longe a fim de levantar a encomenda visto ter necessidade urgente dela, a mesma nem se deu a qualquer trabalho para tentar resolver o assunto, dizendo que apenas entregava encomendas com o número de desalfândegamento.Por não ficar satisfeito com a resposta e a atitude da funcionária bem como do mau funcionamento da alfândega, solicitei o livro de reclamações. A funcionária começou por dizer que não o fornecia e começou por me questionar para que queria o livro de reclamações e o que iria escrever nele. Após várias insistências a solicitar o livro de reclamações e a mesma o ter recusado, senti-me na obrigação de lhe dizer que se não me fornecia o livro de reclamações então iria chamar as autoridades. A funcionária ficou toda exaltada e disse que não tinha medo das autoridades e perguntou-me se eu a estava a ameaçar?!, dizendo então que nunca me tinha recusado o livro de reclamações. Então com alguma relutância lá me foi entregando um livro dizendo que, por ser um organismo público, era aquele e não o que eu esperava que me fosse entregue (o de capa vermelha).Quanto tempo mais irei ter que esperar pela minha encomenda, por incompetência dos vossos serviços?
Cheque de reembolso do IRS expirado
Recebi um cheque de reembolso do IRS no ano passado a meados de Julho, cujo valor era de 56€. Devido à minha casa estar em obras, acabei por perder rumo do cheque e não o depositei atempadamente. Eventualmente o cheque voltou às minhas mãos, ainda em 2015, e aí procurei informar-me online, por via de fóruns e comunicados oficiais, acerca do que fazer nesta situação. A ideia, portanto, seria ir ao meu departamento de finanças local e solicitar um cheque atualizado para, aí sim, o poder depositar. No entanto, por entre as minhas pesquisas em casa, vi várias pessoas a referir que se dirigiram aos seus bancos com cheques de reembolso do IRS fora de validade, algumas delas clientes da CGD, e estes haviam sido aceites. Sendo que o estacionamento mais próximo do departamento de finanças de Ílhavo é, indiscutivelmente, em frente à CGD, pensei em fazer uma paragem lá e questionar acerca desta possibilidade, evitando assim ter que ir mais longe. Face ao que tinha lido online, pensei que depositar o meu cheque, ainda que fora de validade, fosse uma possibilidade, e nada melhor do que me informar de forma definitiva no meu banco. Foi com esse objetivo que entrei no posto da CGD de Ílhavo.Comecei por questionar se seria possível depositar aquele cheque, porque apesar de estar fora de validade, havia ficado com a ideia de que poderia ser possível depositar na mesma. O colaborador exitou por breves segundos, mas continuou dizendo que podiamos tentar. Questionei se não haveria problema, ele respondeu-me literalmente se entrar, entrou, ao que eu assenti dizendo que desde que não houvesse problema, estava tudo bem. O colaborador finalizou o depósito em silêncio e afirmou, por fim, que havia entrado, e estaria tudo em ordem. Assinei o comprovativo de depósito e saí, passando ainda pela recepcionista com quem havia comentado sobre a situação quando cheguei. Ela ficou admirada e referiu que, na volta, o cheque ainda me aparecia em casa rejeitado. Eu disse que, supostamente, estaria tudo dentro dos conformes. Ela assentiu.Semanas depois recebo o cheque em casa, com um carimbo que deixava explicito que este havia sido revogado. Tudo bem, pensei eu, vou trocá-lo às finanças. Infelizmente a CGD não se ficou por aí e achou por bem retirar coisa de 36€ da minha conta para custos administrativos que envolveram o tratamento do meu cheque expirado. Entretanto fui às finanças com o meu cheque e solicitei um recente, que me foi entregue sem problemas passado algumas semanas. Fiz o depósito desse atempadamente e tive acesso aos meus 56€. Aí estava resolvido.Foi desta forma que expus a situação a um elemento da gerência da CGD de Ílhavo: eu ter-me-ia dirigido à CGD de Ílhavo há alguns meses para questionar acerca da possibilidade de depositar aquele cheque expirado e fui esclarecido que se o cheque entrasse, entrava, não fui demovido de o depositar, pelo contrário. Não fui informado acerca das possíveis consequências que poderiam surgir por depositar aquele cheque, e eu fui lá primariamente para me informar, sublinho. Semanas depois, o cheque chegou a casa revogado e, pior que isso, a CGD havia tirado 36€ da minha conta à custa disto. Apenas queria este dinheiro de volta, visto que não me sinto responsável por naquele dia ter depositado o cheque porque havia sido desinformado pelo colaborador. Este nada fez para defender os meus interesses, os interesses de um cliente com duas contas na CGD, uma delas com 7 anos. Felizmente tenho boas pernas, portanto, muito facilmente teria subido a escadaria e entrado nas finanças para solicitar a troca do cheque por um que pudesse depositar. Não o fiz porque me foi transmitido que não era necessário.O individuo encolheu os ombros, lamentou, mostrou compreensão e tentou fazer com que eu deixasse passar o assunto, argumentando que não havia nada que ele pudesse fazer. Depois de um jogo verbal do gato e do rato, questionei sobre a melhor forma de obter uma resolução para este assunto e ele sugeriu que eu fizesse uma reclamação por escrito. Podia fazer a reclamação em casa ou lá mesmo. Eu resolvi fazer a reclamação por escrito na CGD de Ílhavo. O tom do sub-gerente foi alterando, e chegou a proferir frases como para a próxima não deve deixar passar o tempo, assim não acontece isto, como que numa tentativa de me repreender. Visto que tenho 23 anos, talvez ele tenha achado uma alternativa razoável adotar um discurso condescendente, com palavras soltas. Mas adiante.Fiz a reclamação por escrito a expôr esta situação, como aqui o faço mas mais detalhada, com datas exatas de tudo. Nunca obtive resposta, já lá vai mais de meio ano.
Fraude / Roubo / BMW i3
ESCÂNDALO/ FRAUDE/ ROUBO, NA BMW i3AJUDE A PARTILHAR ESTA MENSAGEM , UM DIA PODEM SER VOCÊS A PRECISAR DE AJUDA...Alerta ao consumidor de carro , BMW i3 100% eléctricoCAROS AMIGOS,MUITO IMPORTANTE :Trata-se de uma falha muito grave ao nível de segurança passiva e baterias de alta voltagem, em caso de colisão do novo BMW i3...Extremamente importante para o consumidor...um pequeno acidente pode ficar muito caro, pois em caso de disparo de um airbag, a BMW exija trocar todas as baterias de alta voltagem por questões de segurança ...Como se tratou de acidente, perde a garantia, os custos ficam a cargo do proprietário, ou BMW i3 fica inutilizado!!!Estou na primeira pessoa pois aconteceu-me a mim, e fiquei com o meu BMW i3 bloqueado na garagem, resta-me os tribunais...Já reuni toda a documentação. Relatórios técnicos e pericial, etc...Se interessar abordar este assunto, deixo os meus contactosVeja no GOOGLE , BMW i3 fraude?
Devolução de taxa de candidatura
Em 28/07/2016, o meu filho André Silva candidatou-se através da internet ao curso de Artes Dramáticas da Universidade Lusófona, tendo nessa dataefectuado o pagamento da candidatura (149 Euros) através de multibanco.Em 01/08/2016, informamos a Universidade por carta registada com AR, da desistência da candidatura, solicitando a devolução do valor pago e invocando o direito à livre resolução previsto no Dec.Lei nº 24/2014 de 14 de Fevereiro dentro do prazo de 14 dias.Fomos recentemente informados pela Universidade que o pedido foi indeferido, com base no regulamento interno e que o referido DL não se aplica ao Ensino superior, pelo que o valor não seria devolvido.
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