Reclamações públicas

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Cancelamento de apólice e estorno de seguro

No dia 08/Jan/2026 solicitei, por telefone e email, o cancelamento da apólice de segura da viatura 78-HU-26, por motivo de venda. Forneci nesta mesma data a fatura de venda e os dados bancários para credito do estorno, conforme foi solicitado. O valor do estorno foi calculado com base na data de 02/março (quase dois meses depois) e até o presente momento não houve credito do mesmo na conta corrente. A ACP não responde minhas solicitações de esclarecimento, Atenciosamente, Paulo Fragoso

Em curso
C. P.
04/03/2026

Produto avariado e falta de assistência

No dia 19 de agosto de 2025, efetuei a compra de um lavatório com móvel para casa de banho, com as referências 16362486 e 86447929, no valor de 174€. Contudo, devido a estar em reforma, só foi possível realizar a instalação do móvel em novembro de 2025. Durante a instalação, foi constatada uma avaria na corrediça da gaveta, que não se fechava adequadamente devido a um problema no deslize. No dia 17 de novembro de 2025, desloquei-me à loja Leroy Merlin de Montijo, local da compra, pois já havia tentado resolver a situação na loja de Almada, próxima da minha residência, sem sucesso. No local, dirigi-me ao setor responsável e falei com uma funcionária loira, aproximadamente 30 anos, que me informou que a troca não seria possível naquele momento e que enviaria um e-mail ao fornecedor explicando a situação, para que este entrasse em contacto comigo e indicasse os próximos passos. No entanto, até à presente data, 4 de março de 2026, não fui contactada pela empresa. Pelo contrário, fui eu quem tentou repetidamente obter informações sobre o andamento do processo, sem qualquer retorno ou solução. Além disso, na última tentativa de contato, fui informada de que o fornecedor teria visitado minha residência para averiguar a situação e que o problema estaria resolvido. Quero esclarecer que estive fora do país por duas semanas em janeiro, não recebi qualquer contacto e ninguém esteve em minha casa, pois meu marido trabalha em tempo integral. Solicito, portanto, que comprovem efetivamente que estiveram na residência, pois considero a informação prestada como falsa. Ressalto que a gaveta continua nas mesmas condições, sem qualquer solução para o problema, e exijo uma resolução imediata desta situação.

Em curso
F. C.
04/03/2026

Recusa de forma legal de pagamento

Exmos. Senhores, Soube hoje que a loja da Gleba sita no Centro Comercial Vasco da Gama, em Lisboa, recusa pagamentos em dinheiro. Cumprimentos. Frederico Carvalho

Em curso
J. M.
04/03/2026

Encomenda não recebida e nenhuma resposta

Fiz a compra pelo site no valor de 118€ que ficou redondado para 120€, o método de pagamento foi Mbway através do código de levantamento. O levantamento foi feito minutos depois mas não obtive nenhuma resposta da parte deles, nem por email e nem pelo bot no telegram.

Em curso
C. N.
03/03/2026

Não fazem a devolução da encomenda cancelada

Boa noite, efetuei uma compra no dia 31/01/2026, encomenda 862700 Passados 5 dias, após não ter recebido nenhum contacto de que a encomenda estava atrasada, contactei a empresa que me informou que não tinha stock do produto. Fiz imediatamente o cancelamento da encomenda e pedi a devolução da mesma. Após vários contactos e emails trocados com a suposta Country Manager Sónia Barros, que apenas me respondeu aos 2 primeiros dizendo que a devolução seria feita apenas passados 14 dias. Findo esse período voltei a contactar e já não obtive mais respostas. Da linha de atendimento ao cliente ninguém atende. Pelos comentários que li, é prática regular deste site não fazer as devoluções aos clientes.

Em curso
P. V.
03/03/2026

Castro Electrónica - Serviço pós-venda incompetente

Uma autentica vergonha o serviço pos-venda. Informo-vos, se não quiserem ter problemas não comprem nada na CASTRO ELECTÓNICA. Passo a explicar o sucedido: Após ter decidido "arriscar" comprar uma máquina de lavar loiça através do site www.castroelectronica.pt e mesmo após ter pago uma taxa adiconal que eles sugerem que os clientes paguem para ter um transporte seguro intitulado de "Serviço Frágil" (como se o serviço por si só, não o deveria já ser), o equipamento chegou a casa danificado. Após dezenas, sim dezenas, de tentativas de contactos tanto por e-mail como por telefone (em que a chamada é paga em valor acrescentado) (e que ficamos literalmente horas em espera para ser atendidos e sempre a pagar (quando se consegue)) estou desde dia 13 de Fevereiro de 2026 (data de recepção de equipamento), sem máquina e para já... sem solução à vista para a resolução do problema.

Em curso
A. S.
03/03/2026
Imofafe Unipessoal Lda

Retenção Indevida de Sinal (10.000€) e Práticas Abusivas - Imobiliária Imofafe

Exmos srs, Venho por este meio solicitar o apoio da DECO PROTESTE perante uma situação de grave incumprimento contratual e falta de transparência por parte da imobiliária Imofafe. Em março de 2024, iniciei o processo de compra de um imóvel, tendo entregue 5.000€ a título de reserva. Ficou explicitamente acordado que, caso o financiamento bancário não fosse concedido, o valor seria integralmente devolvido. Após várias recusas bancárias legítimas, a imobiliária insistiu no processo durante 9 meses, chegando a apresentar documentação de rendimentos (contrato e recibos) com irregularidades para forçar a aprovação de um crédito. Posteriormente, foram-me solicitados mais 5.000€ (totalizando 10.000€ entregues) para abater no valor final da casa. O Impedimento do Negócio: No dia agendado para a escritura, fui informada pelo banco de que o empréstimo foi cancelado. O motivo prende-se com o facto de os proprietários terem alterado as matrizes/documentos do imóvel nas Finanças de forma irregular. O banco exigiu que a documentação voltasse ao estado original para libertar o capital, mas os vendedores recusaram-se a fazê-lo. Situação Atual: Desde o dia 14 de fevereiro de 2025, a Imofafe cortou todo o contacto. Não atendem chamadas e, quando respondem por mensagens, fazem falsas promessas de devolução do dinheiro que nunca se concretizam. Pedido: Considerando que o negócio não se realizou por culpa exclusiva dos vendedores (alteração de documentos) e da mediação, exijo a devolução imediata dos 10.000€. Solicito a mediação da DECO para resolver este conflito antes de avançar para as instâncias judiciais e para o IMPIC, dada a gravidade das práticas relatadas. Junto envio mensagens que comprovam os pagamentos e as promessas de devolução não cumpridas. Atentamente, Amália Silva

Em curso
F. S.
03/03/2026

Troca não aceite

Exmos. Senhores, Espero que se encontre bem. Comprei uma PlayStation Portal, no passado sábado, tendo percebido que estava lenta e, por isso, terminei sessão e dirigi-me, no dia seguinte, à loja FNAC CASCAIS ALCABIDECHE, onde comprei o produto. No momento da compra, não obtive qualquer conhecimento, por parte do colaborador, de que não tinha possibilidade de trocar o produto, salvo em caso de avaria, como me foi dito, no domingo passado. Mas já lá vamos. Como em qualquer outra situação e, como está verificado no talão de compra, os produtos podem ser devolvidos, num prazo legal de 30 dias, desde que tenha o talão, a embalagem e os acessórios. Estava tudo em perfeito estado. Inicialmente, um colaborador mencionou que achava que não era possível, mas que ia falar com o responsável de loja. Não obtivemos praticamente nenhuma resposta, por parte do mesmo, sentindo-me mesmo pouco ouvida e tida em consideração, enquanto consumidora e cliente. Foram dados exemplos, como os iPads, e que não poderíamos ter iniciado sessão. Isto não pode ser uma justificação. Solicitamos onde é que isso estava escrito e não nos soube dizer. Junto ao local de pagamento, não constava qualquer informação sobre a regulamentação. Escrevi no livro de reclamações online e físico, mas sobretudo, gostaria muito que esta empresa se pudesse responsabilizar pela falta de regulamentação exposta ao cliente, pela falta de informação e conhecimento e, sobretudo, pelo desgaste prestado nesta situação. Obrigada.

Em curso
A. A.
03/03/2026
Steyler Fátima Hotel, Congress & Spa

Estava na sala de jantar na ocasião onde foram praticados 3 furtos

Exmos senhores, Venho expressar o meu sentimento de espanto e insegurança em relação ao episódio de três furtos realizados a pessoas diferentes, no sábado dia 21 de fevereiro de 2026 durante o almoço, na sala do restaurante do Steyler Fátima Hotel. Por mero acaso não fui eu a vítima deste furto e desejo expressar a minha solidariedade para com as pessoas lesadas. Pergunto se o hotel não poderá tomar medidas que impossibilitem situações deste género de acontecerem, como por exemplo haver vigilância em relação as portas de entrada do hotel, que são 3 e que não têm qualquer controlo; assim como controlarem as pessoas que entram para tomarem as refeições, visto a câmara de segurança ter detectado três pessoas a entrarem no restaurante , possivelmente as pessoas responsáveis pelos furtos!! Soube ainda por uma das pessoas lesadas que o hotel não tem qualquer seguro…como é possível num hotel desta dimensão? Como disse no início tenho um sentimento de espanto e de insegurança neste momento em relação a este hotel (onde já fiquei tantas vezes) e gostaria que algo fosse feito de forma a tornar o ambiente dentro dele mais seguro.

Em curso

Caso Dieselgate e IPO

Na verdade, não sei bem de quem me devo queixar. Se do Governo se da Skoda Portugal ou, se de ambos. Adquiri uma viatura Skoda, usada, que está abrangida pelo caso Dieselgate do grupo VW. O anterior proprietário adquiriu a viatura nova num concessionário em Angra do Heroísmo, o qual já não existe. Aliás, na Terceira, atualmente, não existe nenhum representante nem nenhuma oficina autorizada de qualquer marca do grupo VW. Quando o anterior proprietário recebeu a notificação de “recall”, já não era o proprietário da viatura. Como eu não podia ser informado pela Skoda dado não ser o proprietário original, a correção na viatura nunca foi efetuada. Ao contatar a marca, fui informado que, se não há oficina na minha ilha então não posso aderir ao “recall”. Na prática isso significa que ficarei sem viatura. Com efeito, não posso suportar os custos de transporte da mesma até uma oficina autorizada, implicando que aquela seja reprovada na IPO; mesmo que tivesse meios para o fazer, ficaria privado do seu uso por um longo período de tempo. Não é justo o governo obrigar-me a proceder a uma regularização com custos incomportáveis, considerando que não fui o culpado da irregularidade. O governo não consegue com que o verdadeiro culpado resolva a situação sem qualquer custo para os burlados e então vira-se para os mais fracos. Não é justo. Não é justo. Com esta verificação do “recall” na IPO o governo está a retirar a viatura a alguns contribuintes sem que estes tenham qualquer culpa. Como solução, ou o governo obriga a que a marca se responsabilize com os custos integrais associados a um “recall”, ou cria uma exceção à regra, abrangendo as viaturas cuja residência do proprietário não proporcione um território físico contínuo até uma oficina autorizada, de modo que que as mesmas se possam deslocar pelos seus próprios meios.

Em curso

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