Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
T. F.
13/01/2026

Encomenda não recebida

Exmos. Senhores, Em 29/10/2025 fiz uma encomenda da marca Lefties, pelo valor de 38,96 euros. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 06/01/2026. Contudo, até à presente data, a mesma ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços e não obtive qualquer resposta. Assim sendo, exijo, no prazo máximo de 8 dias, procedam à entrega do referido sob pena de resolução do contrato, e sem prejuízo do direito de indemnização por eventuais danos causados. Cumprimentos. Tiago Varela

Encerrada
M. S.
13/01/2026

Não prestação de serviços e não instalação do termoacumulador

No dia 04/12 adquiri na Worten (NorteShopping) um termoacumulador, incluindo o serviço de instalação, tendo a primeira instalação sido agendada para o dia 05/01. No próprio dia 05/01, já perto das 12h, fui contactado pela empresa de instalação a informar que afinal não poderiam realizar a instalação porque ainda não tinham o termoacumulador na sua posse. Foi então efetuada nova marcação, apenas com disponibilidade para o dia 27/01. Após várias deslocações às instalações da Worten NorteShopping e múltiplos contactos, no dia 12/01 fui informado de que tinha surgido uma vaga e que a instalação seria realizada no dia 13/01, durante a tarde. No dia 13/01 os técnicos deslocaram-se à minha residência, mas recusaram realizar a instalação alegando que o quadro elétrico não cumpria um requisito específico — requisito esse que nunca me foi comunicado previamente, nem no momento da compra nem aquando das marcações. Durante a verificação do quadro elétrico, os técnicos desligaram a eletricidade da habitação e não conseguiram repor o fornecimento, tendo abandonado o local deixando a casa sem luz durante várias horas. Para além disso, foi-me cobrado um valor de 40€ pela deslocação sem instalação, cobrança que também nunca foi previamente informada. Adicionalmente, os técnicos ainda demonstraram relutância em deixar o termoacumulador na minha residência, apesar de o equipamento já ter sido totalmente pago por mim. Resumo dos prejuízos: 1- Atrasos sucessivos e falhas graves na comunicação. Informação essencial omitida relativamente aos requisitos técnicos da instalação. 2- Interrupção do fornecimento elétrico em minha casa causada pela intervenção dos técnicos. 3- Cobrança indevida de 40€ por uma deslocação sem serviço prestado. 4- Perda de tempo, deslocações repetidas à loja e transtorno significativo. Considero inadmissível o tratamento dado ao cliente e a falta de profissionalismo demonstrada ao longo de todo este processo.

Encerrada

FALTA DE PAGAMENTO DO INCENTIVO

Boa tarde, Mais uma vez venho apresentar a minha queixa e reclamação direcionada à empresa ANQEP pela falta de palavra, consideração, respeito e civismo pelas pessoas. Estamos hoje a 13/01/2026 e continuo sem receber o valor do incentivo que dizem que pagam aos formandos que realizem e terminem a formação de RVCC através do IEFP. A ANQEP tem o meu processo desde o dia 06/08/2025 e até ao dia de hoje ainda estou a aguardar que me seja efetuado o pagamento. No mês passado de Dezembro de 2025 toda a minha turma recebeu o valor do incentivo e eu sou a única que ainda não recebeu. Ora se dizem que quem dá a verba é o Governo, se o Governo tinha dinheiro para pagar ao resto da turma, também deveria ter-me pago a mim, seja o Governo ou a ANQEP dá-me igual, não é problema meu quem paga mas sim que paguem. A mãe do meu afilhado realizou a mesma formação na mesma altura que eu e também está até ao dia de hoje sem receber o valor. A resposta que a ANQEP dá aos formandos é constantemente a mesma, que "não existe prazos", que não seguem uma ordem especifica", etc. Cansada deste tipo de resposta acabei por realizar uma queixa a provedoria de justiça e a direção geral do consumidor a ver se me conseguem ajudar a resolver a situação pois isto já ultrapassou para lá dos limites e ainda só não apresentei queixa na PSP porque não quero chegar a esses extremos, mas se não receber o incentivo em breve é o que serei forçada a fazer. É SIMPLESMENTE VERGONHOSO E UMA FALTA DE HUMILDADE!

Resolvida
A. D.
13/01/2026

Falta de leituras

Boa tarde venho por este serviço solicitar informações sobre as leituras, pois com o problema que tenho tido com a Galp electricidade para receber as faturas, e depois recebe com leituras de 81 dias, fui verdade na eredes, e realmente reparei que saltam de outobro dia 8 para 5 de novembro e depois para dezembro, tendo eu um contador inteligente em que dizem que não é preciso enviar as leituras e quando envio o que está no contador, dão como inválido, algo não está bem, já pedi explicações e recibe um email hoje que tentamos entrar em contato comigo o que não é verdade. Quero que a eredes explique a falta das leituras reais de tantos dias,. A Galp electricidade só obtém os dados fornecidos pela eredes, por isso a fatura é só estimativa na realidade.

Encerrada

Recusa de rescisão contratual / Cobranças indevidas / Prática comercial desleal

No dia 6 de novembro de 2025 apresentei pedido formal de rescisão do contrato nº 530955, inicialmente por email e posteriormente por carta registada com aviso de receção, a qual foi recebida, conforme comprovativos. O contrato iniciou-se em 30/11/2017, tendo o período mínimo de dois anos terminado em 30/11/2019. Desde então, apenas renovações anuais automáticas existem, sem fidelização ativa. Apesar do pedido válido, a Securitas Direct recusa a cessação, alegando datas irreais (01/02/2027), que carta “ficou sem efeito” e exigindo novo envio, argumentos juridicamente inválidos. Fui ainda induzido em erro quanto ao regime de “stand by”, tendo sido informado de que o custo seria de 2,45 €, quando posteriormente foram faturados valores não comunicados nem autorizados, resultando em cobrança de 9,47 €. No momento da instalação, técnico informou que o contrato poderia ser cancelado a qualquer altura, informação determinante para a minha adesão e agora contraditória com a posição da empresa. Esta conduta configura violação da Lei de Defesa do Consumidor, prática comercial desleal e cobrança indevida de valores após pedido válido de rescisão.

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
S. A.
13/01/2026

Falta total de contacto e informação após compra na istore

Efetuei uma compra online na iStore de um Iphone 17 branco de 256gb no dia 05/01/2026 com número da encomenda: 2000133463 e o pagamento foi imediatamente aprovado. O valor já foi debitado da minha conta bancária, trate-se de uma quantia elevada, e desde esse momento deixei de ter qualquer informação ou contacto da parte da empresa. No ato da compra fui informada de que o produto estava sem estoque e que poderia haver demora na entrega (5 dias úteis, o que eu acho que não vai ser nem perto disto) Aceitei essa condição porque escolhi comprar na iStore precisamente por ser parceira oficial da Apple, o que deveria transmitir mais confiança e profissionalismo. O problema não é o tempo de espera. Eu estou disponível para aguardar o período que for necessário, já que tinha consciência da falta de estoque. A questão é a ausência completa de comunicação. Após o meu dinheiro ser recebido, não obtive mais nenhuma atualização sobre o processo da encomenda. Tentei contactar a empresa por vários meios e plataformas, mas em todos os lugares onde falei ninguém respondeu. Sinto-me totalmente no escuro em relação ao estado da minha compra e ao destino do valor que paguei. Solicito apenas uma informação simples e legítima: uma atualização sobre se estão a buscar o produto, qual é o status atual da encomenda e uma previsão realista do processo. Como cliente, tenho direito a saber o que está a acontecer com o meu pedido e com o meu dinheiro. Infelizmente, depois dessa experiência, arrependi-me de ter escolhido a marca. Tudo o que encontro sobre a iStore são reclamações semelhantes e relatos de falta de suporte. Registo esta queixa porque considero a situação um descaso com o consumidor. Aparentemente os únicos lugares onde a empresa se manifesta é quando o cliente recorre a reclamações públicas ou ao Livro de Reclamações. Já escrevi no Portal da queixa e no livro de reclamações, essa será a minha última tentativa de comunicação com a empresa antes de recorrer judicialmente aos meus direitos.

Resolvida
E. S.
13/01/2026

Abuso de pessoa idosa - venda abusiva

Apresento uma reclamação formal relativamente às práticas comerciais adotadas pela empresa Audição Activa das lojas de Faro e Moscavide, envolvendo os meus pais, nomeadamente o meu pai, que já não se encontra totalmente capaz de avaliar situações de marketing agressivo, sendo, por isso, facilmente influenciável. No dia 31/08/2024, o meu pai deslocou-se à loja de Faro, uma vez que a minha mãe tinha perdido um dos aparelhos auditivos. Como ainda possuía um aparelho antigo, pretendeu adaptá-lo, por considerar que a minha mãe perdia frequentemente estes dispositivos. Foi-lhe indicado que a reparação teria um custo de 300€, valor com o qual concordou. No entanto, sem que se apercebesse, foi celebrado um novo contrato de crédito no valor de 2.995€, relativo a um aparelho novo, quando o meu pai acreditava estar apenas a autorizar a reparação do aparelho antigo pelo valor inicialmente indicado. Posteriormente, em 08/02/2025, o meu pai deslocou-se à loja de Moscavide, por considerar que estava a pagar um valor excessivo e não compreender o motivo. O especialista que o atendeu confirmou que, de facto, os encargos eram elevados e informou que iria ajudar, referindo, porém, que a minha mãe teria de utilizar um aparelho num ouvido onde não tem audição, sendo que este não pode receber qualquer aparelho segundo indicação do médico otorrinolaringologista. Foi-lhe então proposta uma “consolidação dos créditos”, ficando a pagar uma única prestação mensal de 84€, situação que, mais uma vez, não lhe foi devidamente esclarecida, tendo resultado na manutenção de três créditos ativos associados à Audição Activa. Isto é, tinha um crédito, queixou-se de um segundo feito por abuso e acrescentaram um terceiro. De um passou a três, num total de 211 euros mensais atualmente. Entretanto, por motivos de saúde, a minha mãe foi internada num lar de idosos, cujos encargos mensais são de 1.300€, sendo a sua reforma apenas suficiente para cobrir esse valor. Ao ser efetuado o débito mensal do lar, o pagamento foi recusado por falta de fundos, situação que me levou a analisar os movimentos bancários e a identificar os três créditos em causa. Considero que o meu pai foi vítima de práticas abusivas e falta de transparência contratual, com aproveitamento da sua condição de maior vulnerabilidade. Solicitei à empresa, assim, a análise urgente desta situação e a resolução dos contratos indevidamente celebrados. O meu pedido não recebeu resposta favorável. A empresa declinou a responsabilidade.

Encerrada
F. A.
13/01/2026

Danos por picos de potência

Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar, ajuda para o seguinte caso: Em 29 de Julho de 2025, o PT que me fornece electrici-dade, ardeu e provocou uma descarga, que estima pró-ximo dos 400V. Em minha casa danificaram-se a maq. roupa, maq. do café, exaustor, automatismo do prtão, video porteiro, micro ondas, 2 TV, microinversores dos paineis solares, entre outros. Participei à E-REDES, que me indicou que eu deveria so-correr-me de um técnico para verificar o que estava da-nificado e fosse passível de reparação. Após esta fase, enviaram um técnico, para verificação dos mesmos. Mais tarde propuseram-me o pagamento dos avari-ados e reparados (automat. portão, video portº e maq. café) e o pagamento dos totalmente avariados em cerca de 800 euros, tendo recusado este último, pois só a maq. roupa custa mais 400 euros, e declinaram resposabilidade na reparação dos paineis solares, ale-gando que se cumprissem as normas da Dir.G.Energia e Geologia -IEC 60664-1 e IEC 60109-1,não teriam si-do afectados. (estes m.inversores não foram objecto de qualquer vistoria pela E-Redes). O pagamento dos avariados e a substiuição dos equi-pamentos foi efectuada em 29 de Dezembo e 8 de Janeiro. Quanto aos paineis reclamei para o Provedor do Cli-ente, informando que o certificado dos paineis foi enviado ao Fundo Ambiental, para comparticipação. Esta entidade deu-me razão mas a E-Redes continuou a não concrdar. Estou sem produzir energia e a minha conta da luz du-plicou, além do periodo que estive sem equipamentos, em que tive de socorrer-me de terceiros. Mas como se não bastasse, em 9 de Dezembro, o mes-mo PT voltou a rebentar e outro electrodomésticos avariaram (maq. louça, video potº, ar condicionado, a-quecedores, automatismo do portão, regulador dos paineis de aquecimento das águas, etc.), não sendo mais porque não estavam instalados, pois foram fornecidos a 29 de Dezembro e após a reclação foi so-licitado pela E-Redes o mesmo procedimento (recorrer a um técnico para verificar as avarias). Será que eles fazem tudo à sua maneira e nós temos que nos desenrascar. Desculpem o incómodo, mas precisava de desabafar (DESCREVER SITUAÇÃO) Cumprimentos.

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
A. A.
13/01/2026
MEO

Condição enganosas

Perfeito — obrigado por esclarecer. Vou corrigir exatamente esses dois pontos, sem mudar o restante enquadramento jurídico nem enfraquecer a reclamação. Abaixo está o texto revisto e correto, já pronto para usar. ⸻ Reclamação por práticas comerciais enganosas, alteração unilateral da oferta e recusa indevida de correção contratual Apresento a presente reclamação por considerar que fui alvo de práticas comerciais enganosas, alteração unilateral da oferta contratada e recusa injustificada de correção contratual, apesar de o contrato se encontrar dentro do prazo legal de livre resolução. ⸻ 1. Publicidade enganosa – Router Wi-Fi 7 A adesão ao pacote M4e com dois cartões foi realizada com base na informação disponibilizada no site da operadora, onde era claramente indicado que o referido pacote incluía router FIBRA com tecnologia Wi-Fi 7. No entanto, após a instalação do serviço na minha residência, verifiquei que: • O router instalado é Wi-Fi 6; • O contrato posteriormente enviado menciona igualmente Wi-Fi 6; • Não me foi dada qualquer oportunidade de confirmar ou corrigir esta discrepância antes da ativação do serviço. Quando solicitei a correção da situação, com a substituição do router Wi-Fi 6 pelo router Wi-Fi 7 conforme anunciado, foi-me informado que: • Seria cobrada uma mensalidade adicional de 2,99€; • E um valor de 50€ referente à deslocação do técnico para efetuar a troca do equipamento. Esta exigência é inaceitável, uma vez que a contratação foi feita com base numa informação publicitária que não corresponde ao serviço prestado. A publicidade integra o contrato e vincula o fornecedor, não podendo o consumidor ser penalizado financeiramente para corrigir um erro que não lhe é imputável. ⸻ 2. Alteração unilateral da oferta comercial (telemóvel, voucher e televisão) No momento da adesão, a campanha associada ao pacote M4e incluía, de forma clara e cumulativa: • Um smartphone Motorola Moto G35 5G (128 GB); • Um único voucher no valor de 150€; • E a possibilidade de escolha de uma televisão em regime de prestação, conforme divulgado no site da operadora. Adicionalmente, estava indicada a possibilidade de escolha de uma TV Xiaomi de 43”, no âmbito da campanha em vigor. Contudo, após a instalação do serviço e sem o meu consentimento: • A encomenda do smartphone Motorola Moto G35 foi unilateralmente cancelada pela operadora; • Foi-me comunicado que a TV Xiaomi de 43” se encontrava em rutura de stock, sendo-me referidas outras opções disponíveis (65” e 75”); • Posteriormente, em novo contacto telefónico, foi-me indicado que afinal não existia TV de 75”, mas sim televisões LG de 55” e 65”, tendo eu concordado com uma dessas opções na convicção de que se tratava de uma escolha adicional, e não de uma substituição de ofertas já contratadas. Importa esclarecer que: • Em momento algum fui informado de que a aceitação de uma TV LG implicaria a perda do smartphone Motorola Moto G35; • Nem que a televisão estaria a ser oferecida em substituição de uma oferta já incluída na campanha; • O que está efetivamente divulgado no site da operadora é a oferta conjunta de voucher de 150€ + smartphone Motorola + possibilidade de escolha de TV à prestação, e não a troca de um benefício por outro. Esta atuação configura uma alteração unilateral das condições da campanha, com redução objetiva do valor global da oferta e sem consentimento informado do consumidor. ⸻ 3. Recusa indevida de aplicação de campanha para novos clientes Antes da instalação do serviço, manifestei expressamente a intenção de cancelar a adesão inicial para aderir a outra campanha ativa para novos clientes, associada ao mesmo pacote M4e. Dirigi-me inclusivamente a uma loja física, onde me foi indicado que essa alteração poderia ser tratada posteriormente através da linha de apoio ao cliente. Contudo: • O serviço foi instalado antes de qualquer resolução definitiva; • Contactei o apoio ao cliente com menos de 24 horas de contrato ativo; • Foi-me recusada qualquer alteração com o argumento de que o contrato já se encontrava ativo. Foram ainda apresentadas justificações contraditórias relativamente à disponibilidade de equipamentos, criando confusão e insegurança quanto às condições reais da campanha. Esta posição é inaceitável, considerando que: • O contrato se encontra dentro do prazo legal de 14 dias para livre resolução; • A intenção de alteração foi manifestada em tempo útil; • A solução proposta pela operadora (cancelar o contrato e celebrar um novo) é desnecessária, burocrática e contrária ao princípio da boa-fé. ⸻ 4. Pedido de resolução Face ao exposto, solicito uma resolução célere e adequada, nomeadamente: • A correção contratual de acordo com a publicidade divulgada, com substituição do router Wi-Fi 6 pelo router Wi-Fi 7, sem qualquer custo adicional; • A reposição integral da oferta anunciada, incluindo o smartphone Motorola Moto G35, o voucher de 150€ e a possibilidade de escolha de televisão em regime de prestação, conforme divulgado; • Ou, em alternativa, uma solução comercial de valor equivalente ou superior, sem perda de benefícios e sem necessidade de cancelamento e nova contratação. Na ausência de uma solução satisfatória, reservo-me o direito de exercer o direito de livre resolução e de prosseguir com reclamação junto das entidades competentes, incluindo Livro de Reclamações, ANACOM e demais meios legais ao meu dispor.

Resolvida
P. M.
13/01/2026
Inês Braga

Apoio ao Cliente

No dia 16/12/2025 fiz a encomenda #1775"Joana | Casaco feminino com gola alta, Preto / 2XL", no valor de 39, 95€, com a indicação de confirmação no dia 16 do mesmo mês. Neste mesmo dia recebi um email a informar-me sobre a receção do pagamento. No dia 19, tenh uma indicação que a encomenda vinha a caminho. Entretanto, os dias passaram e não recebi nenhuma encomenda, pelo que comecei a insistir com o envio de emails a solicitar informações sobre o atraso na entrega. No dia 10 de janeiro recebi um email, que transcrevo: "Caro P*M*, Lamentamos a demora na nossa resposta. Tivemos um problema técnico com o nosso sistema de e-mail que impediu a receção das suas mensagens anteriores. Em relação à sua encomenda #1775, compreendemos o seu descontentamento. Em vez de procedermos à devolução, gostaríamos de lhe propor uma alternativa: oferecemos um desconto de 25% numa próxima compra na nossa loja. Por favor, informe-nos se esta solução lhe interessa ou se pretende prosseguir com os detalhes para a devolução. Melhores cumprimentos, Inês Braga" De imediato respondi, dizendo que não me interessava este desconto e que queria prosseguir com os detalhes para a devolução. Contudo, até ao momento, não recebi qualquer indicação da sra. Inês Braga, o que me leva a suspeitar de site pouco fiável e enganoso. desta forma, faço a reclamação quanto a esta situação.

Encerrada

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