Reclamações públicas
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Indemnização pela não entrega de Veículo de Substituição
Ex.mos Senhores, 1. Reclamo o incumprimento das Condições Gerais da Apólice N.º 756608985 (V/Ref.ª: 33/25/266792), nos termos previstos no “Ponto 4” de (Veículo de Substituição -Cláusula 3.ª Âmbito da Garantia) para cálculo da indemnização sem entrega de viatura de substituição. 2. Reclamo a recusa da Assistência em Viagem por Avaria para entrega de viatura de substituição no local de imobilização da viatura 66-SZ-81 em 08/08/2025, em Aveiro, a 250 Km da minha residência. 3. Reclamo, tendo em conta as justificações adicionadas à participação, uma correção da indemnização para o valor estimado de 600,00€. 4. Reclamo a perda de confiança na Assistência em Viagem da Fidelidade.
Recusa de Sinistro sem Peritagem e Atraso na Resposta
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativamente ao sinistro participado referente a infiltrações de água no imóvel seguro. Saliento que em nenhum momento na participação está escrito que foi ritura de canalização. Desde já, cumpre-me salientar que a decisão de recusa comunicada por V. Exas. não foi precedida de qualquer peritagem no local, o que compromete seriamente a correta avaliação da origem e natureza dos danos. A ausência de verificação técnica impede uma conclusão fundamentada, pelo que considero a decisão infundada. Adicionalmente, importa referir que o prazo de resposta ao sinistro foi de aproximadamente 2 meses, tendo apenas obtido resposta após apresentação de reclamação no Livro de Reclamações. Tal demora não é aceitável e revela falta de diligência no tratamento do processo. Face ao exposto, solicito: A reapreciação do sinistro; O envio de perito ao local para avaliação técnica adequada; A apresentação de fundamentação detalhada da eventual manutenção da recusa, caso se mantenha essa posição. Mais informo que, caso a situação não seja devidamente reavaliada, irei apresentar participação junto da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões. Aguardo resposta com a maior brevidade. Com os melhores cumprimentos,
Desbloqueio de valor cativo
Assunto: Não desbloqueio de valor cativo – Cartão bancário Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra a Caixa Geral de Depósitos, devido à não libertação de um valor que se encontra cativo no meu cartão bancário. No dia 06/04/2026, foi efetuada uma pré-autorização no valor de 100€, no âmbito de um serviço de aluguer automóvel. A entidade responsável já confirmou o cancelamento / desbloqueio da pré-autorização, tendo inclusive fornecido comprovativo. No entanto, até à presente data, o montante continua indisponível na minha conta, sem qualquer justificação válida por parte do banco. Esta situação está a causar-me prejuízos financeiros, nomeadamente dificuldade em cumprir despesas essenciais, como o pagamento de renda. Assim, solicito: A libertação imediata do valor cativo A justificação formal do atraso A eventual compensação pelos prejuízos causados, incluindo juros pelo tempo indevido de retenção do valor Caso a situação não seja resolvida com urgência, reservo-me o direito de apresentar queixa junto do Banco de Portugal. Agradeço a vossa intervenção para resolução célere deste problema. Com os melhores cumprimentos, Natália de Sousa Correia Email: nataliacorreia65@gmail.com
Pagamentos em Falta (534,48€)
Eu, Catarina Isabel Da Silva Lima, venho por este meio apresentar reclamação formal contra a SIBS Pagamentos pelos seguintes factos: 1. Os pagamentos processados através da plataforma SIBS Pagamentos relativos ao mês de março de 2026, no montante total de 534,48€, não foram creditados na minha conta. Após contacto com a Revolut, fui informada de que o IBAN lituanês associado à minha conta se encontrava inativo, tendo as transferências sido devolvidas ao banco emissor, ou seja, à instituição bancária da SIBS. Os valores de 534,48€ encontram-se, por isso, na posse do banco da SIBS, devolvidos pela Revolut, sem que me tenham sido restituídos. 2. No dia 25 março 2026, enviei à SIBS um e-mail detalhado a explicar a situação, a solicitar a verificação dos valores devolvidos junto do respetivo banco e a fornecer o IBAN português correto para reencaminhamento imediato das transferências. Decorrida uma semana desde esse contacto, não recebi qualquer resposta ou informação sobre o paradeiro dos 534,48€ que me são devidos. 3. A ausência total de resposta e a retenção injustificada do montante referido obrigou-me a suspender a plataforma de pagamentos SIBS no meu site, com impacto direto na minha atividade comercial e na minha faturação. A SIBS encontra-se, neste momento, na posse de valores que me pertencem, sem qualquer justificação ou prazo de resolução comunicado. Pretendo a confirmação imediata e por escrito de que os 534,48€ devolvidos pela Revolut se encontram na posse da SIBS ou do respetivo banco correspondente; a transferência urgente desse montante para o meu IBAN português; uma resposta formal sobre o estado desta situação, que até à data foi completamente ignorada e a garantia de que, após resolução, a plataforma funcionará corretamente com o novo IBAN. A manutenção desta situação configura uma falha grave de serviço e de cumprimento contratual da parte da SIBS Pagamentos.
Atraso no pagamento da indemnização
No dia 20/03/2025 foi efectuada uma participação de um sinistro ocorrido no meu imóvel. Foi efetuada a peritagem e enviada toda a documentação solicitada. No dia 24/10/2025 recebi uma notificação da Ageas a dizer que seriam pagos os estragos com o respectivo valor, dessa forma efetuei as obras descritas no orçamento e necessárias. No dia 05/11/2025 foi solicitado NIB para que fosse efetuado o pagamento. Já contactei a Ocidental várias vezes, telefonicamente e por escrito e dizem que será pago, mas continuam sem pagar. Já passou praticamente um ano desde a participação e quase 6 meses desde que recebi a carta a dizer ia ser efectuado o pagamento e até agora não foi efetuada a transferência.
Sinistro
Em 11/2025, informei A Lusitânia por e-mail sobre uma infiltração do meu apartamento para apartamento abaixo do meu. Vocês enviaram o perito da UON o Sr. José Luís Mendes. Que fez uma vistoria da qual não concordei e combinei com a Sra. Célia Nogueira, que queria outra peritagem que não concordava com a vistoria feita pelo perito. Em face a minha conversa com. A Sra. Célia Nogueira, via e-mail e também telefone acordamos para o dia: 01.04.2026 o levantamento/quebra da banheira e que o perito estaria presente. Só que o perito não compareceu e nem fui informada da ausência dele. Fiz várias chamadas no dia 01.04.2026 A Lusitânia e que apenas me mandavam esperar o perito. A banheira foi partida pois o perito não apareceu e foram feita fotos do estado interior da válvula da banheira onde estava o problema que causava infiltração e que o Sr. Mendes da UON fez questão de negligenciar… inventando problemas de vedação e até que eu fui informada da vistoria e manifestei compreensão… sendo que só fui informada mais de uma semana depois deste documento emitido pelo perito. No dia 02/04/2026 o sr. Aureo Pereira, envio um técnico ao apartamento onde foi feito fotos e vídeos da minha casa e do teto da vizinha lesada… visto que foi impossível entrar em contato com a gestora de sinistro Célia Nogueira, onde enviei vários e-mail e não obtive resposta. Fui até a Lusitânia na Boa Vista onde também tentaram contato com a gestora e foi sem sucesso. Colocaram em contato com l sr. Aureo Pereira. Também enviei para o e-mail do sr. Aureo o orçamento feito pelo sr. Laurentino, dei início às obras na casa de banho porque esta situação já se arrastou demasiado criando problemas para a inquilina do 7.1 que quer pintar o teto e s mim crise de stress e ansiedade… e despesas desnecessárias para resolver a situação com transparência e honestidade. Neste momento minha casa de banho está a ser arranjada e estou a espera de uma informação da Lusitânia a cerca do processo. Atenciosamente +41763055159 Roberbiana Pereira
Liquidação antecipada
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao contrato de crédito automóvel celebrado com a vossa entidade. No âmbito da atividade da minha empresa, recorri a um crédito junto da Cetelem para aquisição de uma viatura, tendo tomado essa decisão com base na informação prestada de que poderia, a qualquer momento, proceder à liquidação antecipada do crédito sem qualquer problema relevante. Decorridos cerca de 7 meses, decidi proceder à liquidação total do referido crédito. Para meu espanto, foi-me apresentado um valor em dívida de 55.293,00€, ao qual acrescem juros no montante de 355,32€. Contudo, o que considero absolutamente inadmissível é a aplicação de uma penalização por pagamento antecipado no valor de 12.470,16€. Perante esta situação, entrei em contacto com os vossos serviços, nomeadamente através da linha de apoio, tendo sido atendido pela Senhora Vânia Gonçalves. Infelizmente, não me foi dada uma explicação clara, objetiva e fundamentada. As respostas fornecidas foram inconsistentes e sem base concreta. Solicitei esclarecimentos adicionais, nomeadamente: • Onde se encontra prevista, no contrato, a referida penalização; • Qual o enquadramento legal que justifica a aplicação deste valor. Até à presente data, não obtive qualquer resposta esclarecedora. Fui apenas encaminhado para o stand que procedeu à venda da viatura, o que considero totalmente inadequado, uma vez que o contrato de crédito foi celebrado com a vossa entidade. Assim, venho por este meio exigir: 1. A identificação clara da cláusula contratual que sustenta a penalização aplicada; 2. A indicação do respetivo enquadramento legal que legitima tal cobrança; 3. A revisão urgente dos valores apresentados, que considero manifestamente abusivos. Mais informo que, caso esta situação não seja devidamente esclarecida e corrigida com a maior brevidade, irei apresentar reclamação junto de todas as entidades competentes, incluindo o Banco de Portugal e entidades de defesa do consumidor. Adicionalmente, reservo-me o direito de expor esta situação junto dos meios de comunicação social, nomeadamente televisão e imprensa, por considerar que estamos perante uma prática que carece de total transparência e legalidade. Aguardo uma resposta célere e devidamente fundamentada. Com os melhores cumprimentos,
Duvida sobre financiamento
Exmos Senhores tinha um contrato de financiamento de um veículo com a empresa Credibom paguei 22 parcelas e depois disso precisei trocar o segundo titular do contrato e após adicionar o segundo titular ao contrato eles fizeram um novo contrato assim começando do zero e sem contar o aumento do valor das parcelas mas também aumentou o números de parcelas sendo assim as 22 parcelas que paguei não valeram de nada !!!
Burla !!
Exmos. Senhores, No dia 27 de fevereiro, foram efetuados 10 levantamentos através da funcionalidade “Levantamento MB Way”, no montante total de 1.800€, no espaço aproximado de uma hora. Fui vítima de burla por engenharia social, tendo sido induzida em erro na validação de códigos de levantamento. As referidas operações ocorreram em sequência rápida e esgotaram praticamente o montante disponível para levantamentos no mesmo dia. Nos termos do RJSP: - O prestador de serviços de pagamento (CGD) é responsável perante o utilizador por operações não autorizadas. - O reembolso apenas pode ser recusado caso se prove que o utilizador atuou com fraude ou negligência grave. - O ónus da prova recai sobre o prestador do serviço de pagamento. Importa salientar que a validação induzida em contexto de burla não equivale a autorização livre e consciente da operação, especialmente quando estamos perante um padrão manifestamente anómalo, consistente em 10 levantamentos sucessivos no período aproximado de uma hora. Adicionalmente, atendendo a que os limites publicamente divulgados para o serviço Levantamento MB Way indicam 200€ por operação e 400€ por dia, solicito esclarecimento formal quanto: 1. Aos limites efetivamente aplicáveis à minha conta e cartão na data dos factos; 2. Ao enquadramento técnico e contratual que permitiu a realização de levantamentos no montante total de 1.800€; 3. Aos mecanismos de monitorização e prevenção de fraude existentes e à razão pela qual não foi acionado qualquer bloqueio ou alerta reforçado perante este padrão de operações. Recordo que a minha relação contratual é com a Caixa Geral de Depósitos, não sendo aceitável a remissão de responsabilidade para a SIBS, entidade meramente processadora da rede Multibanco. Decorrido mais de um mês, NÃO obtive qualquer esclarecimento por parte da instituição, o que considero inadmissível face à gravidade da situação e ao impacto que a mesma teve. Importa referir que já fui informada pela SIBS/MBWay de que a resolução se encontra dependente da análise do banco, o que torna ainda mais incompreensível a ausência de resposta até à data. Ja contactei o banco várias vezes , apresentei queixa formal no banco , disseram me que o caso ia ser analisado pelo departamento de burlas e até hoje , NADA ! Voltei a ligar para a caixa geral de depósito , falei com o Sr . Hugo Claudino , que foi de uma prepotência atroz , a dizer que eu tinha de fazer reclamação na polícia , reclamação que já foi feita desde o dia 28 de fevereiro e que tinha de esperar , descredibilizando a caixa geral de depósitos e a atenção e cuidado ao cliente, fiquei chocada com a prestação deste senhor , de uma insensibilidade e falta de profissionalismo atroz . Face ao exposto, venho solicitar a intervenção da DECO no sentido de me auxiliar na obtenção de uma resposta célere e na resolução desta situação. Agradeço, desde já, a atenção dispensada e fico a aguardar o vosso contacto. Com os melhores cumprimentos, Carlota Gordino
Cobrança reiterada de comissões e taxas de juro
Exmos. Senhores Venho pelo presente informar que não devo nada á vossa instituição pelo facto de nada ter sido legalmente contratado entre nós. Até este momento ainda não me apresentaram cópia de documentos ou de atos que justifiquem estas cobranças, que tem sido reclamadas pelos vossos serviços de recuperação de crédito. Mais informo que devem existir cerca de meia dúzia de camadas gravadas entre os vossos vassalos e eu em que lhes expliquei que nada vos devo simultaneamente solicitei envio de comprovativos de contratos ou outro que suporte as vossa exigências. Também informo que após muitas chamadas e já cansado de vos ouvir reclamar o que não vos pertence resolvi pagar o 35,01€, com a indicação expressa que nada mais vos voltaria a pagar pela vossa falta de clareza no tratamento do assunto. Qual é o meu espanto quando me enviam novo SMS a solicitar mais 13.16€, que mais uma vez não sei a que se refere pois já foi pedido o cancelamento de qualquer tipo de contrato ou parceria (ainda não devidamente identificada) para com a vossa instituição. Tenho comunicações enviadas pelo departamento de Apoio que garante a anulação dos alegados contratos pelo que não me responsabilizo por mais nenhum pagamento a partir da data dessas comunicações. Aproveito a presenta reclamação para denunciar este tipo de comportamento pelo qual me sinto lesado. Mais solicito que me sejam enviados os documentos que servem de base para estes "saques".
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