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Sinistro por resolver
Assunto: Ausência de resposta e informações da parte da Zurich Insurance Europe AG Sucursal em Portugal. Apólice Nº 005802918. Cliente Nº 021175260. Sinistro Nº 009525485. No dia 16 de fevereiro de 2026, efetuei uma participação de um sinistro ocorrido na minha moradia. Ficou registado com o Nº 009525485. Desde então, passaram 19 dias sem que houvesse da parte da seguradora qualquer diligência para resolver a situação, pese embora, os vários emails enviados e contatos telefónicos efetuados. Foi dado conta à seguradora, por mais do que uma vez, que o sinistro se reportava a uma porta interior de vidro branco lacado e laminado que estilhaçou em uma das faces e que a qualquer momento poderia quebrar na totalidade ou cair podendo provocar danos materiais e pessoais. De nada tem valido os contatos nem a sensibilização para a resolução rápida do problema. A seguradora ao longo de todo o tempo tem-se mostrado completamente alheia e insensível à questão apresentada e aos diversos contatos. Num dos contatos telefónicos a assistente da Zurich chegou mesmo a dizer ao meu marido que não tinham avançado com o processo porque não tinham na sua posse o meu contato de email, o que é falso. Ainda ontem, dia 06/03/2026, recebi um email da Zurich Com o assunto: “Caro/a Cliente, vai receber por email, a informacao relativa ao premio da sua apolice de seguro 005802918”. Afinal tem ou não o meu endereço de email?! Passados 19 dias o perito ainda não veio ao local do sinistro. Através desta reclamação pretendo que a seguradora ZURICH acelere o processo e responda objetivamente ao tomador do seguro. A postura da seguradora demonstra uma clara irresponsabilidade, falta de profissionalismo e de respeito por quem ao longo de quase 15 anos sempre tem cumprido com a sua parte neste contrato comercial que implica deveres das duas partes. Os deveres do consumidor têm sido sempre cumpridos com pontualidade. Os deveres do fornecedor ZURICH, deixam muito a desejar. Anita Cristina Rodrigues Costa
Danos provocado pelo serviço de reboque
No passado dia 04.06.2025, foi feito um pedido de assistência/reboque por avaria da minha Viatura Alfa Romeo MiTo na zona do Campo Grande em Lisboa para esta ser rebocada para uma oficina na zona de Vialonga. Ao chegar ao locar para descarga (na oficina), o operador do reboque na descarga deixou que o pneu que estava junto da guia do passeio encosta-se a esta e lhe tenha provocado um grande golpe lateral. Fiz a reclamação junto da minha companhia ao que esta inicialmente me pediram as características dos pneus montados pensando eu que seria para repor os 2 pneus (da frente) devido ao dano provocado. Lamentavelmente responderam-me que não aceitavam o dano provocado, alegando que o pneu já se encontrava em mau estado e danificado. Em resposta, fiz acompanhar fotos onde facilmente é perceptível que o corte é daquele momento devido á cor e lindeza que a borracha mostra. Alegaram, que não poderiam aceitar a reclamação com o argumento "Verificamos que o estrado do reboque utilizado é liso e não possui grampos ou superfícies cortantes, o que impossibilita que o simples contacto do pneu com o estrado, provoque rasgos". Por esta resposta, é perceptível que há uma tentativa de desvirtuar a causa, uma vez que eu referi que o dano ocorreu na movimentação da viatura junto do passeio e não no estrado do reboque. Não obtendo outra resposta à minha pretensão, tentei fazer a anulação da apólice ao que me responderam que isso não é permitido por lei. Estando assim de momento com a viatura impossibilitada de circular, venho solicitar o Vosso apoio para ver que passo poderei dar e a quem recorrer. Desde já fico muito grato, aguardando as Vossas prezadas notícia. Atenciosamente, Júlio Morais
Depósito
Venho por este meio informar que fiz um depósito e este mesmo desapareceu da minha conta e não foi efetuada na plataforma. Ninguém quer saber nem dar resposta ao problema visto que não se dignam a responder nem no suporte nem por email. Sinto sinceramente que fui roubado. Cumprimentos... João Batista
Informação de encerramento de conta sem informação do motivo
Recebi há dias um email da moey a informar que a minha conta seria encerrada no prazo de 2 meses, sem indicação do(s) motivo(s). Contactei pelos vários canais (telefónico, email e WhatsApp) a pedir informações sobre o que se passava com a minha conta bancária, e qual o motivo do encerramento da conta. A informação que obtive foi que não tinham mais informações para me dar e não sabiam o motivo. Após insistir com vários contactos em dias sucessivos, fui informado telefonicamente que o motivo está relacionado com o artigo 23.º da Lei 83 de 18 de agosto de 2017. Enviei email para a moey a pedir esclarecimentos sobre este assunto evocando o artigo 40º desta lei, que refere o dever da moey atualizar informação e efetuar procedimentos. Evoquei também o atrigo 50º que refere que a moey deve recusar relações de negócio, se não conseguir obter essas informações. A moey respondeu que tentaram contactar-me. As entidades bancárias não devem ficar-se pela tentativa de contacto, mas sim contactar efetivamente os clientes. Neste caso, não fui notificado para qualquer atualização de dados/informações, nem me foi pedida qualquer documentação. Contudo a moey insiste no encerramento da conta, mesmo após ser alertada do não cumprimento da Lei. Entretanto pedi o envio de prova sobre o pedido de informações por parte da moey, mas não me foi enviado qualquer comprovativo de contacto a solicitar informações. Ainda hoje não sei concretamente o que se passa com a minha conta bancária, nem o motivo do seu encerramento. Lamento que a moey tenha uma lacuna tão forte na comunicação com os clientes. Contudo este facto não pode prejudicar os clientes, muito menos incumprir a Lei. Assim, apresento esta reclamação contra a moey pela forma medíocre como gere as problemáticas dos clientes e a falha gravíssima de comunicação com os clientes.
Informação não real transmitida durante processo de crédito habitação
Vou expôr uma situação de desonestidade e de informação não verdadeira prestada ao longo de um pedido de crédito habitação, que terminou com a escritura não concretizada devido a um erro do BPI, e ainda com custos adicionais em impostos e comissões para com o cliente, sem que o banco assumisse a responsabilidade na informação falsa que foi passada que levou à anulação do negócio. Resumindo a história, solicitei um empréstimo de crédito habitação no valor de 75,000€, com financiamento a 100%, que foi para decisão superior do BPI e posteriormente aprovado. Antes da marcação da data da escritura, ao enviarem a minuta e a FINE, verifiquei que os valores não estavam correctos e pedi a sua correção. Essa correção foi confirmada por escrito pelo Sr. Paulo Dinis, encarregue do processo, no balcão de Évora. Entretanto, ao falar com o advogado responsável pela emissão da minuta e marcação da escritura, Sr. Manuel Sousa, este afirma que o empréstimo não pode ser a 100% e que não tem sequer conhecimento desta informação. O Sr. Paulo Dinis volta a mencionar, por escrito, que já tinha pedido alteração dos valores e que o advogado já tinha confirmado esta alteração. Houve inúmeras tentativas de alteração dos valores antes da marcação da data da escritura, e a escritura foi marcada com a garantia de que esses valores estavam já alterados. Por diversas vezes, o Sr. Paulo mencionou por escrito que já estava corrigido. No entanto, o advogado contradizia sempre esta afirmação, o que acabou por revelar que ambos os intervenientes tinham informação contraditória sobre o pedido de empréstimo. A escritura nunca chegou a ser concretizada porque o banco não cumpriu a sua proposta e as condições que estavam estabelecidas, nomeadamente o empréstimo a 100% dos 75.000€. Informaram que teriam que rever a situação novamente e fazer nova proposta. Tenho provas de toda esta conversação por escrito, através de email com os diversos intervenientes. O BPI admite ter havido um erro na aprovação do valor a 100%, e diz que já não é possível avançar com esta hipótese. Houve sugestão até de eu mentir no valor da escritura para conseguir avançar com a escritura nas novas condições do banco, opção essa que recusei desde início. Há chamadas gravadas que comprovam esta situação. Devido ao banco ter concedido a pré-aprovação de um empréstimo que antes da data de escritura se verifica que nenhum dos valores da FINE e da minuta está correto e de acordo com o que foi definido, a escritura não foi formalizada, e todo o processo foi anulado. Foi cobrado no dia 05/05/2026 um total de 756,85€ da minha conta bancária, relativo a impostos e comissões do processo de crédito. Este valor deve ser devolvido, tendo em conta que o empréstimo não se concretizou pois o banco passou informação que não era real, e não se conseguiram comprometer com o que tinha sido combinado inicialmente, por escrito. Solicito ajuda para obter a devolução do dinheiro o mais brevemente possível. O dinheiro será necessário para comprar outra habitação, e este débito na minha conta bancária veio prejudicar gravemente o montante total das minhas poupanças e possível compra de nova casa. Considero que já fui prejudicada o suficiente pelo BPI, e que seria importante que o banco fosse responsabilizado por a gestão desonesta e extremamente prejudicial do pedido de crédito habitação. Por último, para além da devolução do valor de 756,85€ que foi debitado na minha conta bancária, gostaria que o Banco de Portugal analisasse a situação da retirada repentina do Sr. Paulo Dinis do decorrer do processo de crédito habitação, sem informação prévia e durante o pior cenário possível, que foi antes da data da escritura e no momento que começaram a surgir informações contraditórias sobre os valores acordados e os valores que constavam na minuta, que nunca foi corrigida de acordo com o combinado, embora o Sr. Paulo Dinis tivesse afirmado várias vezes por escrito que "já pedi a alteração e está corrigido". Após a ausência do Sr. Paulo Dinis do processo, ausência esta que nem me foi comunicada pelo próprio, mas sim pelo Sr. Carlos Quinas do BPI em Évora, o banco não assumiu responsabilidade pela aprovação do empréstimo a 100% e mudou a sua postura sobre os valores propostos. Curioso, após consultar 7 bancos para simulações de valores, a última proposta do BPI foi a pior de todos os bancos que consultei, dando a sensação que há aqui uma tentativa de disvincular o cliente, pois não é normal, na minha perspectiva, o banco dar a pior proposta ao cliente comparativamente com 7 outros bancos. Acima de tudo, exijo a devolução dos 756,85€ e que o banco assuma o erro que fez.
reclamação divida as finanças
Exmos. Senhores, Sou a solicitar a devolução dos pagamentos do IUC bem como as respetivas coimas, uma vez que por indicação da Cetelem é de vossa responsabilidade fazer o pagamento dos respetivos IUC bem como as coimas inerentes. Já enviei vários e-mail e sempre foi dito que já se encontra na instrum mandava mail para a instrum e nada, deslocava-me as instalações e a resposta era sempre a mesma aguarde resposta, que alguém lhe vai dizer alguma coisa e ainda espero por respostas o certo é que tenho dividas excessivas relativamente ao IUC nas finanças por causa de um carro que não tenho desde 2018. Cumprimentos.
Falha na reparação de equipamento iPhone 12 segurado
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao processo de reparação do meu equipamento iPhone 12 recondicionado, que se encontra segurado por uma entidade responsável pela assistência técnica. O equipamento foi enviado para reparação no dia 28 de janeiro e devolvido no dia 10 de fevereiro sem que o problema tivesse sido resolvido. Perante esta situação, voltei a enviar o equipamento no dia 12 de fevereiro, tendo o mesmo sido novamente devolvido exatamente com o mesmo problema. No dia 02 de março recebi novamente o equipamento e, mais uma vez, a avaria reportada continua por resolver. Durante todo este período contactei diversas vezes a linha de apoio da entidade responsável, sem que me fosse apresentada uma solução concreta e definitiva. Adicionalmente, enviei vídeos comprovando que o telemóvel não foi devidamente reparado, mas até à presente data continuo sem qualquer resolução do problema. Considero que o prazo decorrido ultrapassa claramente o que seria razoável para a resolução deste tipo de situação, configurando um incumprimento do serviço prestado e uma clara falha na assistência ao consumidor. Desta forma, venho solicitar a intervenção da DECO Proteste para que esta situação seja analisada e para que me seja apresentada uma solução definitiva, nomeadamente através da reparação efetiva do equipamento, substituição por outro em condições de funcionamento ou outra solução adequada prevista nas condições do seguro. Agradeço desde já a atenção dispensada e aguardo a vossa orientação relativamente aos próximos passos a seguir. Com os melhores cumprimentos, Daniela Santos
fundo ambiental
reclamo do atraso enorme no pagamento, já aprovado, do fundo ambiental no âmbito do programa de eficiência energética PAE+S 2023 - Candidatura nº 60667 - Informação sobre o estado da candidatura (em pagamento), não há meio de isto se concluir, mesmo estando tudo correcto!!
Débito Não autorizado da empresa CHUBB
Exmos. Senhores, Sou titular da conta NºPT50003300004560348338905 no Banco Millennium e, verifiquei que me foi cobrado um débito direto no valor de 2X 12,99 (25,98 neuros) euros, em um mesmo dia (03-03-2026). Verificar o printid Solicito o estorno do mesmo nos termos do disposto no artigo 118.º Decreto-Lei n.º 91/2018, de 12 de novembro . Aguardo a V/ rápida resposta. Cumprimentos. Wander Sampaio
Pedido de competência e honestidade
Exmos Srs (Credibom) Eu acima identificado venho por este meio mais uma solicitar a celeridade do assunto já exposto mais que uma vez. Como bem sabem entrei de baixa médica no dia 10/11/2025 , comecei desde logo a pedir a ativação do seguro de proteção ao crédito que foi subscrito á data do contrato de crédito. Houveram uma série de incongruências da vossa parte que incluíram a perda de emails por mim enviados, que depois apareceram e pediram desculpa, os pedidos de desculpa em Portugal evitam-se como sabem. Após uma troca de emails mais acesa, então no dia 27/02/2026 responderam dizendo que a companhia de seguros já tinha assumido o reembolso de três prestações, hoje são 05/03/2026 e o tal reembolso ainda não caiu na minha conta, mas as cobranças são sempre feitas no dia exato e caso não tenha saldo suficiente fico sujeito á penalização correspondente, mas sendo a falha da Credibom apenas pedem desculpa e não assumem as suas faltas de compromisso, mas cobram quando estas são do cliente, resume-se isto a dois pesos e duas medidas. O que para mim é grave essa falta de competência! Agora penso que já há tempo mais que suficiente para a companhia de seguros de proteção ao crédito me reembolsar as tais mensalidades em falta. É péssimo que um cliente seja obrigado a reclamar nas mais diversas plataformas e mesmo assim fazem-se de surdos, parece-me raro que uma empresa deste género que pertence ao grupo Crédit Agricole tenha atitudes tão medíocres e com tanta falta de competência. Exijo que me seja imediatamente reembolsado os créditos em falta, pois é vossa responsabilidade perante o cliente ou isto tudo é fachada? O tempo passa e o resultado é sempre o mesmo! Falta de ética, falta de rigor e capacidade! Aguardo a maior celeridade na resolução da minha situação, tomem atitudes porque isto é uma vergonha! A publicidade é o cliente que a faz e não outros meios bonitos! Sem mais de momento. Cumprimentos
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