Reclamações públicas

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Solicitação de esclarecimento sobre dívida reportada ao banco de Portugal

Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar, com caráter de urgência, a prestação de esclarecimentos completos relativamente a uma alegada dívida associada ao meu NIF:228580340 Tomei conhecimento, através do mapa da Central de Responsabilidades de Crédito, da existência de um montante em incumprimento atribuído à vossa entidade. No entanto, não reconheço qualquer relação contratual direta convosco, pelo que exijo a apresentação de prova documental detalhada. Assim, solicito o envio dos seguintes elementos: 1. Cópia do contrato original que deu origem à dívida; 2. Identificação da entidade credora inicial; 3. Comprovativo da cessão de crédito para a vossa entidade (caso aplicável); 4. Extrato detalhado com discriminação de valores (capital, juros, encargos e datas); 5. Comprovativo de que sou o legítimo titular da referida obrigação; 6. Indicação da data de último pagamento e evolução da dívida até à data atual; 7. Data e fundamento legal da comunicação ao banco de Portugal. Informo que, até à receção e validação de toda a documentação acima solicitada, não reconheço a dívida nem assumo qualquer responsabilidade pela mesma. Adicionalmente, reservo-me o direito de apresentar reclamação junto das entidades competentes caso não seja dada resposta clara e fundamentada no prazo legal. Aguardo resposta escrita no prazo máximo de 10 dias úteis. Com os melhores cumprimentos, Luis Miguel Novais Mansilha Soares NIF:228580340 Contacto: 916926020

Resolvida
J. B.
21/04/2026

Documentações Nao Entregue

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a empresa Consilcar – Comércio Automóveis, Lda., relativamente à aquisição de uma viatura e-2008 realizada no dia 28/02/2026. Apesar de o financiamento ter sido aprovado e o contrato devidamente assinado nessa data, até ao presente momento não me foi entregue qualquer documentação do veículo, nem me foi fornecido qualquer comprovativo do estado do processo de registo ou legalização da viatura. Esta situação impede-me totalmente de utilizar o veículo para o fim a que se destina, nomeadamente para o exercício da atividade profissional como motorista TVDE (Uber/Bolt), causando-me prejuízos financeiros diretos desde a data da aquisição. Saliento que, nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, o bem adquirido deve ser entregue em condições de utilização e com toda a documentação necessária, o que claramente não se verifica neste caso, configurando uma situação de incumprimento contratual. Adicionalmente, a ausência de qualquer comprovativo ou informação clara sobre o processo demonstra falta de transparência e de cumprimento das obrigações legais por parte da entidade vendedora. Face ao exposto, solicito com caráter de urgência: 1. A entrega imediata de toda a documentação do veículo; ou, em alternativa, 2. A disponibilização de comprovativo formal do estado do processo de registo automóvel; 3. A indicação de um prazo concreto e definitivo para a regularização da situação; 4. A consideração de compensação pelos prejuízos causados pela impossibilidade de utilização do veículo. Caso a situação não seja resolvida com a máxima brevidade, reservo-me o direito de recorrer às entidades competentes, incluindo centros de arbitragem de conflitos de consumo, para defesa dos meus direitos, incluindo eventual pedido de indemnização. Sem outro assunto, aguardo resolução urgente. Joao Borges

Encerrada
G. E.
21/04/2026

Reclamação – Recusa abertura Serviços Mínimos Bancários

Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a agência Albufeira Algarve , datada de 21 de abril de 2026. Compareci à agência para abrir a conta de Serviços Mínimos Bancários, apresentando: • Passaporte válido • NIF português • Título de residência válido da Espanha (UE) De acordo com a Ficha Formalizada do próprio Banco BPI, basta ter residência num Estado-Membro da UE para ter direito a abrir a conta. No entanto, os funcionários da agência recusaram-se terminantemente a abrir a conta, alegando que eu não possuía residência portuguesa, ignorando a informação oficial do banco e a legislação em vigor. Além da recusa ilegal, o atendimento foi desrespeitoso e grosseiro, sem qualquer explicação clara ou orientação. Se não me derem uma razão válida e uma explicação convincente para esta situação, vou apresentar queixa diretamente ao Banco de Portugal, pois já possuí todas as provas necessárias. Mesmo que alterem a informação oficial mais tarde, não tenho medo, porque já guardei as evidências. A informação oficial do banco indica que eu posso abrir a conta de serviços mínimos, e eu me desloquei até a agência apenas para ser informado do contrário. Acham que vou aceitar ter ido até a agência em vão? Isso não vai acontecer.

Resolvida
D. R.
21/04/2026

Conta Suspensa

Venho por meio deste deixar minha reclamação em relação à conduta do banco BPI. Há 3 semanas entrei em contato com a linha BPI direto e depois com minha gerente para dizer que iria receber um valor de doação de familiares da Alemanha e após isso, precisaria fazer uma transferência de alto valor para a compra de dois imóveis na Espanha. Na época, me foi dito que bastava apresentar o comprovante de doação, os contratos de compra dos imóveis e ir pessoalmente ao balcão. No dia 14/04, recebi duas transferências de 420.000 euros de familiares alemães (totalizando 840.000 euros). Fui até o balcão de Sesimbra fazer a ordem de transferência de cerca de 519.000 euros para a Espanha. Apresentei toda a documentação que foi solicitada no momento pelo atendente Nuno Ernesto Ferreira e vim até a Espanha pois tinha a assinatura das escrituras agendadas para ocorrerem no próximo dia. Horas depois, quando já estava na Espanha, minha conta foi suspensa sem nenhum aviso prévio e encontra-se suspensa desde então. Ao falar com minha gerente, Sra. Carla Sofia Gouveia, do balcão do Barreiro, ela me disse que a conta foi suspensa porque eu recebi uma transferência de valor muito superior ao que eu movimento na conta e o banco estava fazendo análises internas. Perguntei quais documentos eu deveria apresentar para obter a regularização, mas em momento algum recebi alguma informação ou orientação do que deveria fazer ou quais documentos apresentar, ouvindo apenas que eu "deveria aguardar". Estou há 1 semana com minha família no exterior, tendo gastos não programados de hospedagem e alimentação, e com minha conta suspensa, não podendo realizar nenhuma operação bancária, sem uma clara posição de como ou quando a situação será resolvida. Entrei incontáveis vezes em contato com o Balcão, com a Sra. Carla e falei inclusive com o diretor do balcão do Barreiro, o Sr. Pedro Cesário, porém em momento algum obtive a clara orientação de quais documentos ou quais procedimentos devo fazer para o desbloqueio. Eles falaram o tempo todo que estavam a espera da confirmação do banco Alemão. O Banco Alemão enviou toda a confirmação e documentação já há uma semana! O dinheiro enviado por transferência tem origem lícita, foi declarado na Alemanha e está totalmente regularizado. Minha conta do BPI estava com um saldo de 106.000 euros devido à venda de um imóvel realizada no último mês (devidamente registado na notaria da Cotovia, em Sesimbra). Porém esse valor que eu já possuía em conta (106.000 euros), está também inacessível com a conta suspensa, além de 840.000 euros sendo mantidos cativos pelo banco. Estou há 1 semana tentando obter informações sobre o que preciso fornecer para a regularização, e não obtenho resposta concreta. Esta situação está a causar imenso dano financeiro e psicológico para mim e minha família. Já informei inclusive ao balcão, em inúmeros contatos, que iremos perder 54.000 euros dados em sinal para a compra dos imóveis, pois o banco está inviabilizando qualquer transação e também não fornece a informação clara sobre o que devo apresentar para o desbloqueio. Somente hoje, após ameaçar acionar advogados, o banco respondeu meu email falando que de fato o banco alemão tinha enviado os documentos, e novamente disse que preciso aguardar. Essa situação e a incapacidade do fornecimento de uma orientação clara, com prazos, é ultrajante. Precisarei entrar com advogados, tendo um custo absurdo, devido à incapacidade funcional desse banco.

Encerrada
L. O.
21/04/2026

Contas bloqueadas sem explicação

No dia 15/04/26 recebi um e-mail do banco a informar que meus cartões foram bloqueados. Posteriormente recebo dois SMS a informar o mesmo e além dos cartões, todos os meus acessos a conta também estavam bloqueados. Ou seja, sem conseguir fazer qualquer tipo de consulta ou movimentação. Liguei para o atendimento ao cliente e não consegui nenhuma resposta, pois sempre diziam não ter acesso a informação e nem conseguiam dar prazos de quando o problema iria se resolver. Como não consegui resolver por telefone, me dirigi a uma agência. A senhora que me atendeu não conseguiu me informar o motivo dos bloqueios mas me deu um prazo de 3 dias para que tudo se resolvesse. Na segunda, dia 20/04 fui novamente a agência e mais uma vez fui informado de que não tinham acesso e, portanto, nenhuma explicação do motivo dos bloqueios e que não tinha um prazo para que se regularizasse. Ou seja, estou há quase uma semana sem acesso ao meu dinheiro, na próxima semana recebo o ordenado da empresa e vou ter que abrir uma conta em outro banco pois não consigo saber do ActivoBank nenhuma previsão de resolução e nem um motivo para tal.

Encerrada
A. S.
21/04/2026

Encerramento de Conta Sem Justificativa

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal relativamente ao encerramento da minha conta e ao procedimento adotado por essa instituição. Foi-me solicitado o IBAN de outro banco sob a justificação de que a conta seria encerrada. Só depois desse pedido fui induzido a pagar o saldo devedor. Considero este procedimento inadequado, pouco claro e potencialmente lesivo dos meus direitos como cliente, uma vez que o pedido de IBAN deu a entender que o encerramento estaria condicionado apenas à indicação de outra conta, e não à prévia regularização do saldo. Solicito, assim, esclarecimento por escrito sobre: • o motivo exato do encerramento da conta; • a base contratual e legal para o pedido de IBAN; • a razão pela qual o saldo devedor só foi exigido após esse pedido; • a identificação do funcionário ou setor que conduziu o processo; • a confirmação de que não existirão encargos, penalizações ou efeitos adicionais indevidos. Requeiro ainda o envio de toda a comunicação e registo associado a este processo, para apuramento da forma como fui informado e conduzido ao pagamento. Caso não obtenha resposta clara e fundamentada, reservarei o direito de apresentar reclamação junto do Banco de Portugal e demais entidades competentes.

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste

Não contagem de tempo de serviço- CGA

Eu, Paula Maria Silva Garrido Correia Parro, subscritora n.º 800571, venho por este meio apresentar reclamação relativamente à não contagem de 9 anos e 8 meses de tempo de serviço prestado no Ensino Particular, pela CGA. Esse tempo de serviço encontra-se devidamente reconhecido pela DREC, em documento oficial já apresentado. Posteriormente, foi-me solicitado pela CGA um documento emitido pelo Externato onde exerci funções durante esse período que dissesse que tinha tido sempre horário completo, sem faltas injustificadas. Importa referir que o referido estabelecimento de ensino encerrou há cerca de 25 anos, o que dificultou bastante a localização do processo e da documentação necessária. Ainda assim, após vários esforços, os documentos acabaram por ser encontrados. A escola onde atualmente exerço funções remeteu à CGA toda a documentação solicitada, nomeadamente comprovativo de que durante esse período tive sempre horário completo, sem faltas injustificadas e com os respetivos descontos para a CGA. Contudo, apesar de toda a documentação já ter dado entrada na CGA, até à presente data não obtive qualquer resposta, nem foi efetuada a contabilização do referido tempo de serviço. Assim, solicito a urgente análise deste processo, bem como a regularização da situação, procedendo-se à contagem do tempo de serviço devidamente comprovado e ao esclarecimento formal sobre o estado do processo. Com os melhores cumprimentos, Paula Maria Silva Garrido Correia Parro

Resolvida
M. S.
21/04/2026

Fraude via Session Hijacking – Falha de Segurança da Klarna e Violação da Diretiva PSD2

Venho por este meio expor uma situação de fraude informática e a subsequente postura negligente da entidade Klarna Bank AB, que se recusa a reconhecer uma transação indevida apesar de todas as evidências técnicas apresentadas. Fui alvo de um ataque informático (malware Infostealer) que resultou na exfiltração de tokens de sessão do meu browser. Utilizando estes dados, terceiros usurparam a minha identidade para realizar uma compra fraudulenta no valor de €"41,85"eur (Fatura 680VTM5L - 1) junto do comerciante ShopTo.Net. Apresento os seguintes factos que demonstram a responsabilidade da Klarna: Diferença de Localização (IP): O comerciante confirmou que a transação foi realizada a partir do IP 188.82.255.159. No entanto, os meus acessos legítimos (domésticos e móveis) ocorrem sob gamas de IP totalmente distintas, facto que prova que a operação foi executada por terceiros a partir de uma ligação externa. Incumprimento da Diretiva PSD2 (Falta de SCA): Apesar de ter a autenticação por SMS ativa, a Klarna processou este crédito sem me solicitar ou enviar qualquer código de verificação. Segundo a Diretiva de Serviços de Pagamento (PSD2), a responsabilidade por transações efetuadas sem a devida Autenticação Forte (SCA) recai sobre a instituição financeira. Admissão de Fraude pelo Comerciante: O próprio vendedor já reconheceu a natureza criminosa da operação e bloqueou a conta por fraude. Contudo, a Klarna insiste em cobrar o valor ao consumidor. Diligência do Consumidor: Reportei a situação de imediato, apresentei queixa-crime na Polícia Judiciária e forneci todos os dados técnicos. Em resposta, a Klarna limitou-se a enviar uma comunicação genérica afirmando que sou "obrigado a pagar", sem qualquer fundamentação ou análise dos IPs envolvidos. É inaceitável que uma instituição financeira permita que um "Session Token" roubado contorne todas as camadas de segurança e, após ser alertada com provas técnicas e policiais, tente transferir o prejuízo do crime para a vítima. Exijo o cancelamento imediato deste plano de pagamentos e o estorno da quantia de €13,95eur já debitada indevidamente na minha conta bancária. Aguardo uma resposta célere e adequada à gravidade dos factos.

Resolvida

Mentiras e incompetência

FIZ UM FINANCIAMENTO VEICULAR COM APROVAÇÃO NO DIA 24/03/26 , NO DIA 08/04/26 FOI SOLICITADO AO STAND AUTORIZAÇÃO PARA REQUERIMENTO DE TRANSFERENCIA, QUE FOI ACEITE E CONCLUIDO AS 14:07 MINUTOS DO MESMO DIA! O STAND DE IMEDIATO NO MESMO DIA 08, NOS INFORMOU DA CONCLUSÃO POR PARTE DELES. E ATÉ O PRESENTE MOMENTO 20/04/26, O SANTANDER NÃO CONCLUIU UM SIMPLES TRAMITE DE TRANSFERÊNCIA, ONDE INFORMOU QUE O STAND DEMOROU A AUTORIZAR (o que não se FAZ VERDADE) , pois tenho comprovante por parte do Stand. O SANTANDER COMO SEMPRE, EM SUA MAGESTOSA INCOMPETÊCIA E FALTA DE CARATER POR MENTIR DESCARADAMENTE, NÃO SABEM PRECISAR QUANDO ESTARÁ FEITO! GOSTARIA DE SABER SE ESTOU PEDINDO ALGUM FAVOR?

Encerrada

Indemnização Sinistro

Reclamação formal – Regularização insuficiente de sinistro - Apólice MR64789182-Processo MR64789182 Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao processo de sinistro associado à minha apólice de seguro multirriscos n.º MR64789182 participado por mim na sequência de ocorrência verificada durante a primeira semana de fevereiro de 2026, na minha residência situada em São Paulo, Rua Principal N2 - 3360-030 CRV Penacova Conforme oportunamente comunicado, na sequência das tempestades que afetaram Portugal nesse período, bem como dos sucessivos cortes e reposições no fornecimento de energia elétrica, ocorreram danos em diversos equipamentos elétricos e eletrónicos, designadamente: - Motor do portão elétrico - Central GPRS do sistema de alarme - Sirene exterior do sistema de alarme - Bateria sistema alarme De acordo com os elementos técnicos disponíveis, tais danos resultaram de sobretensões e perturbações na rede elétrica, diretamente associadas às condições meteorológicas adversas verificadas. Sucede que, não obstante os prejuízos efetivamente sofridos e devidamente documentados, foi-me atribuída uma indemnização no valor de apenas 100€, montante esse que considero manifestamente insuficiente, desadequado e desproporcional face aos danos reportados e comprovados. Importa salientar que: - Os equipamentos danificados são essenciais ao funcionamento e segurança da habitação; - Foram apresentados (ou encontram-se disponíveis) orçamentos/relatórios técnicos que evidenciam custos de reparação/substituição significativamente superiores; - Não foi, até à presente data, apresentada fundamentação clara, detalhada e tecnicamente sustentada que justifique a limitação da indemnização ao referido montante. Neste sentido, venho solicitar: 1. A reapreciação integral do processo de sinistro; 2. A apresentação de fundamentação detalhada da decisão tomada, incluindo critérios de avaliação, eventuais exclusões contratuais aplicadas e cálculo do valor indemnizatório; 3. A revisão do valor da indemnização, de forma a refletir adequadamente os prejuízos efetivamente sofridos. Caso não seja apresentada uma resposta satisfatória no prazo legalmente previsto, reservo-me o direito de recorrer às entidades competentes, designadamente a Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões, bem como a outras vias de resolução de litígios e defesa dos direitos do consumidor. Sem outro assunto de momento, aguardo a vossa resposta com a maior brevidade. Com os melhores cumprimentos, Maria Fátima Simões 938886785 sergiomiguelcarvalho1976@sapo.pt

Resolvida

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