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Pedido de anulação de cartão Unibanco aprovado sem meu consentimento
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma queixa relativamente à emissão de um cartão de crédito Unibanco em meu nome, sem o meu consentimento formal. Fui abordado por uma promotora da Unibanco num evento de fim de semana que estava a decorrer em Aveiro(dia 20/09/2025) e a promotora deu a conhecer do que se tratava. Eu não tinha nem tenho interesse em aderir á Unibanco mas a promotora afirmou ser algo sem compromisso e que apenas com meia dúzia de passos e informações, eu estaria a ajudá-la(presumo eu, com comissão). Sendo sem compromisso e sem ter assinado nada que me vinculasse á Unibanco, decidi de bom grado ajudar a senhora, mas após os passos feitos, recebo email do contrato, em como eu aceitei os termos, algo que nunca fiz. Durante o atendimento, assisti a promotora a colocar o meu Cartão de Cidadão num leitor, sem que eu percebesse que estaria a utilizar essa ação para criar um cartão sem o meu consentimento explícito. Solicito o apoio da DECO na intermediação deste caso, para garantir: A anulação imediata do contrato e cancelamento do cartão; A garantia de que nenhum vínculo contratual foi celebrado sem o meu consentimento; Uma confirmação escrita da anulação do processo e da ausência de qualquer responsabilidade financeira da minha parte. Saliento que estou a exercer o direito de revogação previsto no Decreto-Lei n.º 133/2009, art. 17.º, dentro do prazo legal de 14 dias, pelo que qualquer cobrança ou penalização será indevida.
Serviço de liquidação empresarial desnecessariamente encarecido por comunicação deficiente
Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação formal contra a empresa Rauva - Tecnologia Financeira, Unipessoal Lda, relativa ao serviço de liquidação empresarial que resultou em custos desnecessários devido à comunicação deficiente. CRONOLOGIA DOS FACTOS: - 4 de agosto 2025: Acordo escrito com Jorge Silva confirmando "Extra Accounting Fees (€250 + VAT) will still apply" após rejeição explícita do pacote legal de €500+IVA - Pagamento efetuado: €554,50 conforme acordado - 3 de setembro: Confirmação do pagamento da Segurança Social com promessa de prosseguimento - 11 dias de inatividade sem explicação ou comunicação proativa - 14 de setembro: Descoberta que cessação de atividade nunca foi registada no Portal das Finanças - Exigência súbita de representante fiscal adicional por €430,50 PROBLEMAS IDENTIFICADOS: 1. Comunicação contraditória entre colaboradores (Jorge vs. Diogo) sobre custos e procedimentos 2. Ocultação de custos obrigatórios que deveriam ter sido comunicados no início do processo 3. Aumento de custos em quase 80% devido à má informação inicial 4. Processo desnecessariamente complicado por falta de transparência IMPACTO FINANCEIRO: - Orçamento inicial: €554,50 - Custos reais: €985+ (incluindo representante fiscal obrigatório) - Sobrecusto evitável se tivesse sido informado corretamente desde o início RESOLUÇÃO PRETENDIDA: Que a Rauva implemente processos de comunicação transparente sobre todos os custos obrigatórios antes da contratação de serviços, evitando que outros consumidores enfrentem situações similares. Disponibilizo toda a documentação comprovativa (emails, comprovantes de pagamento) para análise. Cumprimentos, Oliver M.
Atendente mal educado
Boa tarde ,acabei de ser contactada por um atendente ,grosso ,mal educado não deixou eu falar ,disse que eu não queria fazer um pagamento ,quando na realidade falai que só poderia fazer a negociação depois do dia 28/09,ele disse que não paguei porque eu não quis e desligou na minha cara ,eu o chamei de mal educado e que ele não queria ouvi ,então ele repitiu,já que não quer pagar ,faça como quiser ,eu sei da minha situação e eles também ,porém não vou aceitar essa falta de respeito .
Assunto: Reclamação – NOS / Chubb – Seguro Equipamento Móvel – Apólice N1MPT0050001471
Assunto: Reclamação – NOS / Chubb – Seguro Equipamento Móvel – Apólice N1MPT0050001471 Exmos. Senhores, Venho, pela presente, apresentar reclamação contra a operadora NOS e a seguradora Chubb European Group SE – Sucursal em Portugal, relativamente ao seguro de equipamento móvel associado ao meu iPhone 14 Pro Max, com a apólice N1MPT0050001471. O seguro foi vendido e promovido pela NOS no momento da compra do equipamento, tendo eu sempre pago o valor mensal (~15€). No dia 11/08/2025, o meu telemóvel foi roubado e participei o sinistro, enviando todos os documentos solicitados, incluindo participação às autoridades. No entanto, a seguradora recusou-se a assumir a cobertura, alegando falsamente que o seguro teria sido cancelado a meu pedido, o que nunca aconteceu. Trata-se de uma situação de clara violação dos direitos do consumidor, uma vez que a cobertura por roubo está expressamente prevista no Artigo 3.º da apólice. Reclamo, assim, a substituição imediata do equipamento, conforme o contratado, e solicito o apoio da DECO para garantir que a NOS e a Chubb assumem as suas responsabilidades perante o consumidor. Atentamente, Maria Elisabete Fernandes NIF: 197060684 Tlm : 935497067
Incumprimento de contrato
Venho expor a forma como a Generali Tranquilidade se tem eximido da sua responsabilidade contratual, remetendo-me constantemente para a AdvanceCare. Por sua vez, a AdvanceCare afirma que a responsabilidade é da seguradora. Este “jogo do empurra” é totalmente inaceitável, deixa o consumidor sem solução e viola a lei. O contrato foi celebrado com a Generali, sendo esta a única responsável pelo cumprimento da apólice. A AdvanceCare é apenas entidade gestora, que atua em nome da seguradora e não tem autonomia contratual para se substituir à Generali. A minha apólice prevê de forma clara: Terapia da Fala – 16 € por sessão em Rede; Fora da Rede – sem comparticipação. No entanto, estou a ser cobrada em 27,50 € por sessão na Policlínica Villas de Palmela (prestador da rede), com base numa alegada distinção de “Rede Bem-Estar” que não existe no contrato nem me foi previamente comunicada. Após reclamação, a AdvanceCare reconheceu “lapso” e reembolsou apenas algumas sessões, mantendo-se a recusa de comparticipar as futuras. A Generali, em vez de assumir a sua obrigação contratual, limitou-se a informar que devo tratar com a AdvanceCare. Esta conduta constitui incumprimento contratual e viola: DL 72/2008 (Regime Jurídico do Contrato de Seguro) – art. 18.º (cumprimento integral do contrato) e art. 24.º (interpretação favorável ao consumidor); Lei 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor) – art. 6.º (direito à informação clara) e art. 8.º (responsabilidade por informações incorretas). Assim, exijo que a Generali assuma a sua responsabilidade e assegure o cumprimento integral da apólice, garantindo a comparticipação das sessões de Terapia da Fala em Rede ao valor contratual de 16 € e o reembolso da diferença já cobrada.
Prejudicado pela seguradora
Venho por meio deste , expressar a minha indignação pelos atos dos peritos da Seguradora Generali tranquilidade. No dia 14 de outubro, sofri um sinistro onde um senhor de idade bateu no meu carro TVDE , e o carro ficou sem condições para o trabalho, acionei o seguro , foi ai que começou o pior mes que ja passei por causa da incompetência da seguradora, sinistro feito tudo certo , pedi pra mandar o carro pra oficina de minha confiança que , pediu 3000€ para deixa o carro em condições de trabalho em uma semana, e entao foi o perito da tranquilidade, e negou o orçamento alegando estar muito caro e que não poderia autorizar o reparo, me ligaram da oficina avisando que nao teve acordo , com o perito , e logo mandei pra marca , ( fiat ) , e que me deixou perplexo , porque o perito autorizou um orçamento de 4,500,00€ para a fiat , e não autorizou 3000€ para a oficina que iria me entregar o carro em uma semana, e mesmo a seguradora pagando mais caro pra marca , eles ainda por cima nao tem a peça que falta ( 1 farol ) e nao tem previsão de quando chega , estou indignado, porque estou sem trabalho, tive que emprestar dinheiro pra pagar o seguro , e to sem dinheiro pra comer comida , porque estou sem meu carro desde o dia 14/08 no caso sem trabalho também, não recomendo a generali a ninguém .
Fracionamento/parcelamento
Bom dia venho por esse meio mostrar minha insatisfação com os serviços prestados sobre cartao de credito caixa onde fiz a adesão e não é muito explícito no ato da adesão a opção de fracionamento , em linha com os 2 atemdes que conversei falaram que so quando adere o cartao que tem essa opção de fracionado se nao aceitar vou ter um cartão que nao parcela isso é um desrespeito muito grande com o cliente solicito as opção de fracionamento dos meus cartões ou vou cancelar todos meus serviços com o banco
Empresa retira dinheiro da conta sem autorização | Roubo
Exmos Srs. a empresa Domestic and General Insurence Europe AG, retirou-me dinheiro da conta, em formato de débito direto, em Junho, Julho, Agosto e Setembro de 2025, sem a minha autorização, o que considero ser roubo. Solicito que verifiquem esta situação. Nunca dei autorização ou assinei um documento que valide esta situação.
não reembolso / não devolução de valores pagos
No dia 12 de setembro, efetuei o pagamento de produto/serviço no valor de 100€. Posteriormente, solicitei a devolução do montante pago, mas até à presente data a empresa não procedeu ao reembolso devido. Tal situação configura incumprimento contratual e retenção indevida de valores, pelo que solicito a intervenção da DECO para resolução do problema e a restituição imediata do valor pago.
Burla/Fraude
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra o WiZink Bank, S.A.U. – Sucursal em Portugal, enquanto consumidor, devido à sua recusa em reembolsar uma transação bancária não autorizada no valor de €8200,00, efetuada no dia 12/05/2025 através do meu cartão. A operação foi imediatamente reportada por mim como fraude, tendo sido apresentada queixa formal na Polícia. Apesar disso, e após inicialmente me creditarem provisoriamente o valor, o WiZink: Encerrou o processo e atribuiu-me responsabilidade total; Alegou que houve “autenticação forte” via aplicação móvel e biometria; Não apresentou qualquer prova de que a operação foi autorizada conscientemente por mim; Ignorou o disposto no Decreto-Lei n.º 91/2018, artigos 115.º e 116.º, que exige o reembolso imediato ao consumidor, exceto em caso de culpa ou negligência grosseira, o que não se verificou. Importa ainda referir que, ao verificar em plataformas de reclamações e fóruns de consumidores, constatei que outros clientes tiveram problemas idênticos com operações não autorizadas. No entanto, o WiZink insiste em não admitir que o seu sistema não é totalmente seguro, transferindo o risco para os clientes e cobrando operações fraudulentas. Encontro-me, portanto, a ser cobrado por uma operação que denunciei como fraudulenta, sem qualquer meio de defesa ou transparência no processo, o que configura, na minha opinião, uma violação grave dos meus direitos como consumidor e utilizador de serviços de pagamento. Sinto-me injustiçado e desamparado, tendo agora de recorrer a vias judiciais para defender os meus direitos, o que me causa não só transtorno financeiro como também emocional. Com os melhores cumprimentos, Carlos Eduardo de Melo
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